30 de Abril de 2008

O meu chefe


A vida não está nada fácil. Arranjar emprego é muito difícil. Fartei-me de enviar respostas e repostas a anúncios e poucos eram os que me chamavam para a entrevista. Mas uma delas foi inesquecível. Era para Acessora de Imprensa do director da empresa. A entrevista era com o próprio. Vesti um fato muito sexy, só um casaco e uma saia curtinha por cima da pele, sem qualquer roupa interior. Cheguei e fui apresentada a um sr com cerca de 60 anos. Comeu-me logo com os olhos e mandou-me sentar numa majestosa cadeira em frente a ele. Estava o suficiente afastada da secretária dele para me poder ver as pernas todas. Ele pareceu gostar do que via. A determinada altura usei a tática Sharon Stone. O cruzar da perna, o mostrar levemente a ratinha. O velho arregalou os olhos, fez mais uma pergunta e pediu-me para chegar perto dele, pois tinha um documento importante que gostaria de me mostrar. Fiquei ao lado dele, em pé e enclinei-me um pouco sobre a mesa. De repente senti que a sua mão me acariciava a perna, enquanto me falava do tal documento. Subiu até à minha ratinha. Eu estava quente e humida. sentei-me na mesa de pernas abertas e ele lambeu-me até me vir. A seguir abri-lhe as calças e comecei a cavalgar, enquanto a sua língua me percorria os seios...gemi de prazer quando senti que alguém entrava no escritório. Era O seu secretário. Um jovem negro com um corpo excelente. Chegou perto de nós e ficou a olhar enquanto se masturbava. Eu já nem conseguia tirar os olhos do membro dele. Quando acabámos levou-me para o sofá e f.. ali mesmo. Cheguei a casa delirante. Depois de tudo ainda tinha conseguido o emprego. O meu marido ficou muito contente, pelo emprego claro, o resto não lhe contei. Hoje ainda continuo a trabalhar lá. O meu chefe só de vez enquando, a idade não perdoa. Mas eu e o secretário estamos quase todos dias naquele sofá para divertir um pouco o pobre senhor.

No comboio


Adoro andar de transportes públicos. Especialmente na hora de ponta, quando vai cheio. Já tive experiências muito interessantes nessas situações. Tenho estatura média, e um corpo jeitoso. Especilmente as minhas pernas e uma bundinha levantada e redondinha. Adoro andar com vestidos curtos, ou mini saias. Tudo começou quando um dia vinha do trabalho, um pouco cansada, com um vestido justo e curto de ganga. Entrei no comboio e sentei-me. Cruzei a perna e comecei a relaxar. Entretanto chega um homem, já de cabelo grisalho que fixa o olhar nas minhas pernas e se senta exactamente ao meu lado. Nem liguei, mas no fundo soube bem, e esbocei um leve sorriso. A detereminada altura adormeci. Acordei com uma sensação espectacular. Antes de chegar a abrir os olhos, senti algo. Tentei perceber e...o homem que estava ao meu lado tinha posto dois dedos por baixo da minha perna cruzada e viajava em direcção ao centro. Não me mexi, estava a gostar muito. Fingi continuar a dormir. E os seus dedos passaram por baixo das minhas quequinhas, e já roçavam a minha ratinha. Eu estava toda humida de prazer. Sentia os dedos a entrar e sair, até que me vim. Abri os olhos. Olhei para ele. O homem tinha aberto um jornal, que metade estava sobre a minha perna e ocultava aquela deliciosa mão. Olhei à volta. Um homem de pé junto aos nossos bancos tinha o membro duro, levantava-lhe as calças a denunciar que tinha dado conta de tudo. O homem ao meu lado voltava com a sua mão molhada por mim. Achei que ele já tinha tido o suficiente. Levantei-me e ao passar quase encostei o meu rabo à sua cara. Senti um bafo quente entre as pernas. O homem que estava de pé roçou-se em mim quando passei. Cheguei a casa e o meu marido teve que me saltar logo em cima. Eu estava a ficar louca!

Minha colega professora


Olá, chamo-me Nuno tenho 25 anos, sou professor de educação física à 1 ano e meio. Esta história que vos conto é verídica. Este ano consegui vaga numa escola do Porto sou lá novato enquanto que a maior parte dos professores são residentes já a algum tempo. Aconteceu a meio do mês de Janeiro. Nesta escola dá aulas uma professora de Francês, com idade para ser minha mãe (46 anos). É uma colega bastante simpática, divertida mas também muito bem constituída, por isso eu sentia algo, quando estava na sua presença, mas tentava disfarçar pois a colega era minha amiga e merecia respeito. Isto passou-se assim: à terça feira tenho folga de um tempo, e costumo ficar na sala dos professores a programar exercícios um desses dias, a minha colega apareceu nesse tempo bastante sexy, apesar de se notar a sua idade avançada. Sentou-se num sofá à minha frente, cumprimentou-me e começamos a conversar. Devido à posição em que ela se sentou, como estava de saia, não muito comprida, reparei que estava de meia de liga, o que mexeu comigo. Por azar, ou sorte, ela estava a olhar para mim e reparou no meu olhar. Eu fiquei ligeiramente nervoso, mas para meu espanto a colega esboçou um ligeiro sorriso (devo dizer que só estavam dois professores mais acima, e não estavam a olhar para nós). Nisto, chega-se ao meu ouvido e diz-me (foi mais ou menos isto): tenho notado que olhas para mim de forma atrevida, tenho idade para ser tua mãe, mas tu excitas-me... Eu fiquei aparvalhado, aquelas sensações que nos dão que não parecem reais. Pegou na minha mão e levantou-me... eu estava super nervoso parecia que ia rebentar... tive medo que ela ouvisse o meu coração. Entramos no carro dela, e só paramos no seu apartamento que era lá perto. Ela é casada, mas o marido estava para o trabalho. Quando entramos começou-me a tocar, no meu órgão, de forma excitante, ... sentamo-nos no sofá, tirou-me as calças de fato de treino, e começou a lamber-me de forma quente e experiente...tem uns seios belos para a sua idade, adorei-os.... a seguir penetrei na sua vagina sexy e ja com alguma idade, fizemos para aí durante 20 minutos até que me vim de tanto prazer e tanta novidade adorei fazer amor com a minha colega de idade, foi uma experiência nova, espectacular.... do qual fiquei fã... só nos encontramos mais uma vez até agora, pois não tivemos mais oportunidade. Tenho 25 anos adorei esta experiência, foi excitante e respeitável, e adoraria fazer amor com outras senhoras.

29 de Abril de 2008

Adoro Gordinhas


Sempre senti um fascinio mt espercial por mulheres gordinhas, gosto de mulheres em geral, mas as gordinhas sao a minha perdiçao! este fascinio tornou-me maior qd conheci uma, q n vou divulgar o nome, saimos algumas vezes e acabamos por começar a namorar. Kero partilhar convosco uma experiencia q tive c ela...um certo dia combinamos ir jandar a casa de uns amigos, e qd estes foram preparar o jantar eu fikei c a minha namorada no quarto, depressa ela se deitou na cama e eu por cima dela, e começamos nos perliminares, o chamado roço, bjs, abraços...a certa altura n resisti e levantei a camisola dela juntamente c o sutien e começei-lhe a lamber os enormes seios, e a mamar nakeles mamilos deliciosos...os gemidos de prazer dela davam-me um tesao enorme, n levei mt tempo a meter-lhe a mao dentro das cuecas, e a sentir a sua ratinha, q estava toda enxarcada, de seguido introduzi o dedo nakela brexa humida e kente, enquanto a beijava na boca e no pescoço...dps disso eu deitei-me sbr a cama e ele cavaldou em cima da minha verga enquanto eu lhe apertava as nadegas. Foi sem duvida mt bom, mas n pudemos ir mais longe visto q podia entrar alguem no quarto a qlkr momento, é spr akela adernalina, se é q me entendem ;)

Minha Mae e Eu


Foi no verão passado. Eram cerca das 7 da manha. como é normal,devido ao calor,costumo dormir como deus me pos no mundo, isto é,nu.
Nunca tive um despertar daqueles. Acordo com a minha mae agarrada ao meu pau.
- Tá calado e aproveita o momento,deixa a mama tratar de ti...
Disse ela susurrando, para nao acordar ng em casa. Ouvir aquilo aumentou minha tusa. Meu pau desaparecia na boca dela. Sua lingua percorria toda a extensao do meu caralho, sua boca sugava meus tomates... Era bom! Ganhei coragem e comecei a acariciar a rata da minha mae,por baixo do robe. Tinha a cona encharcada de tesao. Comecei a fode-la com dois dedos. Mas ela trabalhava bem o meu caralho e nao tardou muito a vir-me abundantemente na boca dela. Ela nao largou meu pau, enquanto nao bebeu todo o meu leite, até á última gota. Mas o melhor tava para vir. Ela despe-se e coloca-se por cima de mim. Aproxima a sua rata da minha boca e diz:
- Vai, faz-me gozar filho...
Entao começa a esfregar aquela cona molhada e peluda na minha boca. Minha lingua percorre aqueles labios grossos, mordo seu clitoris.. Tamos naquilo durante cinco minutos, ate que ela se vem... Veste-se a vai para o seu quarto. deixando-me com uma tesao enorme...

Prazer para minha Mulher


Eu e minha mulher somos loucos por sexo, gozamos muito os dois e na cama não temos limites: fazemos de tudo.
Este momento que queremos partilhar convosco foi o que maior gozo nos deu e ainda hoje, volvido mais de um ano, gozamos á custa dele.
Eu, apesar do meu 1,80 e dos mais de 100 quilos de peso, sou sexualmente muito pouco dotado. O meu membro é pequeno e eu sinto que no extase do acto sexual, a minha mulher procura o que não encontra. Desde sempre que fico com a sensação de fica insatisfeita e que uns centimetros mais tornariam o seu prazer sublime.
Fico mais com essa certeza quando vimos filmes de sexo onde são apresentados membros enormes e eu vejo como goza e desejava ser penetrada por uma coisa daquelas.
No verão de 2003 estivemos de férias em Tavira e, como sabem, numa parte da ilha pratica-se muito nudismo. Um dos nossos passeios favoritas é ir pela praia e gozar aqueles corpos nus. Quando nos cruzávamos com homens eu, disfarçadamente, observava a maneira como ela comia com os olhos aqueles membros que apesar de murchos, revelavam ser avantajados e capaz de fazer morrer de gozo qualquer uma. Eu voltava a provocar e perguntava se não gostaria de sentir uma coisa daquelas dentro dela. Ela olhava-me com uma expressão que tresandava a desejo e meio corada respondia que adorava.
A ideia de a observar a ser comida por um individuo bem servido começou a ganhar forma e a causar-me grande entusiasmo e confesso também muita tesão.
Foi assim que num desses dias fomos fazer o nosso gozado passeio pela praia e eu decidido a fazer algo, se o momento o proporcionasse, levei comigo uma toalha de praia.
Cruzámo-nos com bastante gente, havia muita outra a apanhar sol e já bastante para norte da praia da ilha de Tavira observámos um indivíduo que sozinho se entretinha á beira mar a colher algo na areia. Apresentáva-se completamente nu, tinha um corpo atlético e o seu membro ainda que murcho era maior que o meu quando erecto.
Propositadamente encaminhámo-nos na sua direcção e a sua atenção virou-se para nós quando meti conversa acerca da apanha da conquilha. Ele estava de cócoras e á minha pergunta levantou-se e respondeu qualquer coisa a que não dei importância pois naquele momento a minha atenção estava centrada na maneira como a minha mulher lhe observava o membro.
A conversa continuou falou-se da prática do nudismo e da razão porque nós andávamos vestidos. Foi então que me enchi de coragem e lhe contei a verdadeira razão daquela abordagem, do facto de ser pouco dotado e do gozo que provocava a minha mulher o sonhar com grandes vergas
A minha mulher estava corada numa mistura de vergonha e de excitação. O cavalheiro, também porque o assunto lhe interessava, foi pondo a minha mulher á vontade elogiando a minha liberalidade em aceitar e gozar com estas situações e eu, confesso, estáva-me a sentir bastante excitado.
Não havia ninguém na proximidade e pedi se não se importava que a minha mulher tomasse o seu
membro na sua mão. É claro que a resposta foi
afirmativa e daí a nada, como resultado das massagens suaves da mão da minha mulher, aquela verga apresentava-se dura, enorme e a a causar um enorme apetite da minha mulher. A sua respiração denunciava a sua excitação e eu meti-lhe a mão por dentro da cueca do biquini e o que encontrei deixou-me louco. A minha mulher estava alagada com tanta excitação. O indivíduo imitou o meu gesto e manteve a mãom no interior da cueca da minha mulher e pelo movimento da mão verifiquei que massajava o seu clitóris.
Encontrávamo-nos os três debaixo de uma enorme excitação e eu receei perder o controle á situação e que ali, em pleno areal ele avançasse por tirar a cueca da minha mulher, que já estava suficientemente descaída para se ver a sua pintelheira bem preta.
Foi então que sugeri que nos deslocássemos um pouco para cima, para as dunas, poi ali estaríamos mais á vontade. Ali chegados e depois de ter estendido a toalha, a minha mulher colocou-se de joelhos e abocardou aquele rolo de carne que lhe enchia completamente a boca. Perante a ameaça que se não parasse o esperma iria jorrar na sua boca, deitou-se sobre a toalha colocando-se ele de joelhos entre as sua pernas que se encontravam bem abertas expondo o seu sexo em todo o seu explendor,muiuto brilhante porque se encontrava abundantemente lubrificado. Ele pegou no seu membro apontou-o áquele buraco guloso e rápidamente o vi sumir completamente dentro
da ratinha da minha mulher. O que se seguiu foi um loucura de movimentos de vai e vem gritos e gemidos. Eu gozava tanto que me vim abundantemente o que veio a acontecer logo com aqueles dois.
Depois do orgasmo retirou o seu membro também ele brilhante e saciado. Do buraco da minha mulher escorria para o anus uma quantidade abundante de esperma enquanto o seu buraco ainda abria e fechava por força das emoções que havia sentido.

28 de Abril de 2008

Minha esposa Cristina


Quando casei com a Cristina o nosso relacionamento sexual estava completo no entanto ao fim de 5 anos começou a ficar da vez pior sentia a Cristina bastante insatisfeita, começamos a falar sobre o assunto e depois de muito insistir ela acabou de me dizer que apesar de gostar de mim, sentia-se frustrada porque gostava de satisfazer uma fantasia de garota, fazer amor com dois homens, caíram-me dos tomates ao chão, não estava a espera, depois de conversarmos muito sobre o assunto e como gostava dela e não a queria perder chegamos a um acordo, por um lado essa fantasia também de me agradava, e ainda por isso tinha alguma curiosidade bisexual. Acabamos por chegar a um consenso, aceitávamos conhecer um jovem bem parecido que não se importasse com contacto bi, com um pau bastante grosso e que conseguisse aguentar bastante tempo, que era o que ela queria.

Colocamos um anuncio na net e obtivemos algumas respostas, depois de muita selecção tivemos coragem de encontrar um rapaz, chamado Carlos, de Setúbal. Ficamos contente por ele ser bastante divertido e bem encarado, depois de bebermos um copo e falarmos sobre o que se iria passa, acordámos que pelo menos desta vez o Carlos só não se podia vir dentro da Cristina de resto tudo ok, e fomos para nossa casa, nervosos.

Bebemos mais um pouco para descontrair, para começar eu e o Carlos começamos a beijar e apalpar a Cristina despindo-a, depois de nua fomos para o quarto e despimo-nos também confirmando a grossura do pau do Carlos, era realmente um belo bicho e fiquei logo com vontade de o chupar, a Cristina estava vidrada e não parava de o masturbar, ela deitou-se e eu disse ao Carlos - chupa-a, o que fez enquanto eu chupava as mamas da Cristina, passado um bocado disse ao Carlos se ele não se importava que eu o chupasse, acenou com a cabeça e colocou o corpo de lado, comecei então a masturba-lo suavemente enquanto ouvia a Cristina a suspirar como uma doida o que me excitou e incentivou a levá-lo à boca, ele ajeitou-se mais uma vez e comecei a passar a ponta da minha língua na cabeça para tomar contacto e depois abocanhei aquele pau bem teso chupando o melhor que podia, era uma sensação muito agradável, era suave e quente, foi mais fácil do que previa, não sabia se ele estava a gostar mas a Cristina estava doida.

Passado um bocado sinto uma mão na cabeça, era o Carlos a dizer-me – pára um pouco estou quase a vir-me, parei e enquanto ele se deitava ao lado da Cristina fui enfiar o meu pau na sua cona completamente encharcada, fodi até ficar com vontade de me vir, passando-a ao Carlos que já estava ok, começou por pincelar com o seu pau a cona dela para a por louca e mal a penetrou ela começou a ondular as ancas com um ritmo danado e passado uma bocado veio-se ruidosamente como nunca a tinha visto, durou pouco até Carlos sacar o seu pau e masturbar-se para cima dela, como combinado, e veio-se tanto que caiu quase tudo nas mamas dela e queixo, eu super excitado masturbei-me para cima dela também caindo a minha esporra na colcha e na sua barriga, foi o máximo, Cristina espalhava tudo e acariciava-se com a mão cheia de esporra com os olhos fechados suspirando ruidosamente.

Deitámo-nos e abraçámo-nos os 3 dei um beijo à Cristina e provei um pouco da esporra do Carlos sem querer, o Carlos desculpou-se por ter sido tão rápido, mas que o meu broche tinha-o posto louco, fiquei de alguma forma bastante satisfeito. Não dissemos mais nada até recuperarmos e a Cristina se levantar para tomar banho e dizer que tínhamos de repetir, estava insaciável.

Visita inesperada


Boas!
Antes de mais, quero desde já dizer que esta história tem um fundo de verdade. As personagens são reais, mas os nomes foram obviamente alterados.

Tudo ocorreu numa 5.ª feira à noite, dia em que a minha mulher frequenta um curso nocturno de pintura. Assim, tal como em outros dias fiquei incumbido de tratar dos filhos (banho, jantar, etc.). Eram já cerca das 22H00 quando uma vizinha e amiga da minha mulher, de nome Cristina, me telefonou.
"Então! Tudo bem??","Sim..." - respondi eu, completando a seguir com "...a Carla está no curso e eu estou aqui com os miúdos".
"Ficas chateado se eu esperar por ela aí em casa?" - perguntou-me ela, ao que eu respondi "Não, que disparate. Claro que podes vir". "Então até já. Levo a Joana comigo."
A Joana é a filha dela, que tem 5 anos e gosta muito de brincar com os meus filhos.
Decorridos cerca de 10 a 15 minutos, tocaram à porta. Lá vinha a Cristina mais a filha. Ao chegar, tudo normal, não passando pela minha cabeça a experiência pela qual eu iria passar.
A Joana foi para o quarto dos meus filhos, pois são todos mais ou menos da mesma idade e dão-se muito bem. Eu e a Cristina fomos até à sala e sentámo-nos no sofá. Estava a dar um filme no Canal Premium da Lusomundo e eu estava a vê-lo, mas a Cristina pediu-me para mudar para a SIC, já que queria ver a novela. Mandam as regras da boa educação que se satisfaçam as vontades das visitas, pelo que acedi e mudei de canal.
Não referi ainda que a Cristina vinha vestida com um fato de treino, daqueles de nylon, justos ao corpo e que lhe deixavam bem marcadas as formas do seu esbelto corpo.
Impossível é não olhar furtivamente para aqueles seios, que certamente andarão perto do 38 ou 40. Eu, sempre que a via mais atenta às cenas que se desenrolavam na novela, fazia-o, imaginando como seria apalpar e beijar aqueles peitos. De uma dessas vezes, a Cristina reparou que eu olhava e sorriu. Fiquei para morrer, tal era a vergonha. No entanto, a Cristina não se inibiu, pois desapertou o fecho de correr do casaco do fato de treino, ficando com a T'shirt branca que trazia por baixo, à mostra. Reparei de imediato que não trazia soutien, pois vi-lhe os mamilos vincados na T'shirt, bem como a auréola escura que os contorna. Desviei o olhar, embaraçado com a situação, mas senti uma tesão tão forte, que certamente o meu membro seria visível mesmo por baixo das calças de ganga que vestia nesse dia.
Tentei disfarçar, cruzando as pernas, mas era tarde demais! A Cristina olhava fixamente para mim e disse-me "Beeeem! Estás aí que não podes" - rindo-se de seguida. Corei tanto que mais parecia um inglês no seu primeiro dia de praia no Algarve! Pedi-lhe desculpa, mas o seu peito tinha-me deixado naquele estado. Prometi-lhe que não olhava mais, mas ela em resposta disse "Porquê? Não gostaste do que viste? Ou queres ver melhor para teres a certeza antes de responder?". De imediato levantou a T'shirt e exibiu-me dois magníficos seios, bem firmes e morenos, tão deliciosamente cheios que eu não resisti e olhei-os fixamente. "Podes apalpar, para veres que não têm implantes...são mesmo naturais" - disse ela. Eu, satisfiz a minha ânsia e prontamente agarrei aquelas mamas. Eram tão suaves e ao mesmo tempo rijas, que o meu pénis saltitava como até então nunca tinha feito. Ela, apercebendo-se do estado em que eu me encontrava, agarrou-me o membro por cima das calças e disse-me "Agora és tu! Mostra-me o que tens aí, para eu ver se é tão generoso como parece...". Desapertei o cinto e os botões da braguilha e sem esperar, foi a Cristina que meteu a mão por dentro das calças e tirou o meu pau para fora.
Não tenho um pénis desses do cinema pornográfico, mas os meus 19 cm. pareciam naquela noite perto de 25, tal era a tesão com que estava. Ela agarrou-o com a mão e disse "Tens um caralho bem apetitoso". Eu nunca a tinha ouvido dizer palavrões, e a surpresa deve ter-se notado no meu rosto, pois ela disse "Surpreso com o que disse? Vê lá se agora ficas mais surpreso" e meteu todo o meu pénis na sua boca. Chupou-o de forma tão divinal que eu quase que me vinha. Contudo pediu-me para que não o fizesse ainda, já que as crianças podiam chegar a qualquer momento e ver aquele espectáculo não seria muito bom para as suas cabecinhas. Parámos e eu disse-lhe para irmos disfarçadamente até à casa de banho, local onde poderíamos estar mais à vontade e de porta trancada.
Ela foi primeiro e eu esperei uns 2 minutos até avançar. Passei em frente ao quarto das crianças e vi que eles estavam distraídos a brincar. Entrei na casa de banho e tranquei a porta por dentro. Quando me virei, ali estava ela, já toda nua, à minha espera.
A Cristina é uma mulher com 30 anos, cerca de 1,70, morena e com cabelo peos ombros, muito bem torneada, mas nunca pensei que fosse assim, tão apetecível. A vagina rapada deixou-me louco e prontamente a sentei no lavatório. Abri-lhe as pernas e devorei toda aquela rata com a minha língua. A cada lambidela, ela gemia e eu mais a lambia e chupava. Não tardou muito para que se viesse na minha cara, pelo que fiquei com a boca, queixo e nariz completamente encharcados com os seus sucos. O cheiro doce e floral daquela "gruta do prazer" deixou-me completamente fora de mim. Rapidamente despi as calças e baixei as cuecas. De apenas uma vez, meti-lhe o meu caralho todo dentro e comecei as investidas. Ela abraçou-me pelo pescoço e começou a lamber-me toda a cara, dizendo que estava impregnada do seu sabor e que isso a excitava. Ela mexia as ancas como se estivesse louca e eu continuava a fodê-la como se fosse a minha primeira ve. Constantemente me sussurrava ao ouvido "Fode-me...fode-me...mais fundo...não pares" e eu não demorei muito mais tempo para me vir. Vim-me com tamanha intensidade que até às pernas me faltaram as forças. Senti toda a minha seiva escorrer-lhe pelas coxas e ela, ainda não satisfeita, desceu do lavatório e meteu o meu pénis na boca. "Vou saborear a tua esporra misturada com o sabor da minha cona", disse. Começou a chupar-me tão freneticamente que quase que doía. Mas o prazer que ela me estava a dar, era mais intenso e a dor não se sentia. Fiquei quase instantaneamente de pau feito outra vez enquanto ela me chupava e me lambia o pau, como nunca ninguém mo tinha feito. Louco, agarrei-lhe na cabeça e comecei a investir como se a estivesse a penetrar, mas ela tirou-me o pénis da boca e disse "Assim ainda me vais sufocar..." e riu-se. Pedi-lhe desculpa e ela de novo meteu o meu caralho na boca. Cada vez chupava com mais intensidade e eu comecei a gemer. Apercebeu-se que não faltava muito para me vir de novo e agarrou-me as nádegas, empurrando a sua testa até me tocar na barriga. Pensei em desviar-me, pois certamente a iria magoar, mas ela, ao invés de me deixar desviar, segurou-me a ela com mais força. Foi então que explodi e com um gemido de profundo prazer, enchi-lhe a garganta de leite, tal como ela queria.
Vestimo-nos e saímos da casa de banho. Quando chegámos à sala eram já quase 23H15. Não devia faltar muito para a minha mulher chegar.
Disse-me que se ia embora, pois não tinha vindo à procura da Carla, mas sim para foder comigo. Deu-me um beijo na boca e disse-me "Até outro dia...temos de repetir a dose.", piscando-me o olho. Chamou a Joana e foram-se as duas embora para casa, pois o marido dela costuma chegar perto da meia-noite.
Fiquei à espera da minha mulher até às 23H35, como se nada se tivesse passado. Claro que nunca lhe iria contar nada, pois para além da traição, podia acabar com a amizade de ambas. Quando chegou, a Carla beijou-me, foi despedir-se dos filhos que entretanto já estavam a dormir e quando chegou à sala perguntou-me "Então a Cristina faz uns bons broches?" - Fiquei para morrer, mas ela descansou-me de imediato "Calma! Não te zangues...o marido dela diz que os meus são melhores". Fiquei a saber então que a minha mulher e o Francisco já tinham estado juntos (até mais do que uma vez) e que foi ideia da Cristina trocarem de casal.
Desde essa data, temos uma "bela" amizade os 4, sendo hábito uma vez por mês passarmos um fim de semana só para nos divertirmos.
Mas isso são outras histórias...

Aconteceu


A historia que vou contar aconteceu na realidade, mas não vou mensionar nomes, para evitar qualquer confusão.

Ja há algum tempo que eu tinha vontade de estar com um casal, mais pela curiosidade de poder estar a comer uma mulher na frente, e, com a colaboraçao do marido, achava e ainda acho exitante.
Um dia da semana passada, fui a um cafe dum amigo e la encontrei uma casal que ja conheço algum tempo, mas sem qualquer tipo de intimidade, apenas conhecidos de vista, quando, fui convidado para me sentar na mesa deles, claro que nao perdi tempo, até porque ela e muito boa, uma mulher para os seus quarenta e poucos, mas com tudo no sitio.
Conversmaos sobre futebol, politica tempo e claro sexo, ms sempre com muita superficialidade, e nunca me passou pela cabeça mais nada embora pensasse em como seria bom dar uma valente foda naquela mulher boa e com cara de quem gostava disso mesmo.A determinado momento levantaram-se para se ir embora e eu naturalmente despedi-me deles, quando ela me convida para ir tomar uma bebida a casa deles, que é muito perto do café,exitei mas acabei por aceitar, e la fomos.
chegados a casa deles, uma sala muito acolhedora, ela foi para dentro e fiquei com o marido, a conversar e a tomar uma bebida, quando ela aparece vestida apenas com um robe muito bonito e transparente, eu fiquei mudo e paralizado. Ela perguntou-se gostava, claro que gostava, mas fiquei sem resposta, ao que o marido repetiu a pergunta, e aí parece que acordei e respondi que sim, a apartir dai nao me lembro ao certo o que se passou. lembro-me de ter ido para o quarto com eles, e ter começado uma autentica orgia a tres.
sem mesmo saber o que fazia ou o que me faziam, mas lembro-me de estar a fazer um belo 69 com a mulher, em que ela estava por baixo, e eu estava muito deliciado a lamber aquela coninha suculenta, de rabo para cima, quando senti em me punham qualquer coisa fria no olho do meu cu, mas nao liguei muito, ate porque estava deliciado com o minete que fazia e com o broche que ela me fazia a mim, de repente comecei a sentir uma coisa grossa e dura a entrar no meu cu, nao reagi ma quando me apercebi, estava a ser enrabado, por um pau bem grande, mas acabei por gostar e depois de acabar o 69 com ela comecei a fode-la we mais uma vez fui enrabado pelo marido, e mais uma vez gostei, foi a minha primeira e grande experiencia com um casal, e que experiencia, ela gostou, eu gostei e ele gostou, mas depois ainda tive de comer o cu dele, que diga-se de passagem foi uma grande foda, enfim foi uma tarde para nao esquecer e que espero repetir em breve ate porque ela e boa que se farta e ele a levar no cu tambem e delirante e depois tambem quero voltar a sentir aquele pau no meu cu, foi uma delicia de tarde.

26 de Abril de 2008

Swing !!!


Swing!Quem os visse e os ouvisse, pensaria de certeza que estavam doidos e não iria compreender o que se passava naqueles instantes de pura loucura e orgia constante entre aqueles dois casais deitados na cama, a trocar carícias entre ambos, num espaço fechado em que mais nada se ouvia senão o mar e os gemidos constantes das mulheres trocadas dos seus respectivos maridos, de olhos inflamados de prazer e de êxtase puro, onde mais nada parecia existir. Quando deram por terminada aquela fase, todos eles olharam uns para os outros, desejando não terem perdido tanto tempo como perderam numa conversa privada, de explicações quase fugazes, rindo-se abertamente por terem concretizado uma situação que julgavam nunca poder acontecer, apesar das suas idades jovens e mentalidades abertas, numa sociedade plena de tiques e tabus!Ana fechou os olhos para um breve descanso, enquanto Tomás acompanhava Pedro numa ida rápida à cozinha para petiscarem qualquer coisa e comentarem o que se passara, ficando Maria também deitada na cama, a olhar para o tecto e rindo-se, talvez envergonhada...Ana nem conseguia pensar como tudo aquilo acontecera assim, tão repentinamente no primeiro encontro que tiveram com aquele casal um pouco mais experiente naquelas andanças de “submundo” quase desconhecido para a maioria dos casais que conheciam!Tomás já andava com a ideia de pôr em prática uma já velha fantasia que era de ambos, comentando com a mulher esporadicamente o facto de como seria muito bom experimentarem a troca de casais e de fazerem novas amizades, conhecer outros pontos de vista, não serem marginalizados pelas suas ideias e pensamentos de erotismo, ao que Ana também não se opunha, mas que se sentia apreensiva em fazer a troca de companheiro, não sabendo ao certo como iria terminar tudo aquilo, sem se sentir magoada e pressionada pela ideia de um prazer constante!Combinaram então pesquisarem através da Internet uma sala de conversa própria para este assunto, afim de saberem à priori como seria estarem a “teclar” com desconhecidos e apresentarem-se, comentando as suas ideias e fantasias... encontraram por fim, um casal com quem combinaram um encontro para essa noite. Trocaram com o outro casal os números de telemóvel depois de uma breve troca de palavras, e, descrição de ambos, combinaram então um café.Ana, mesmo assim mostrava-se receosa e ao mesmo tempo entusiasmada, talvez por não saber muito bem o que fazer se a situação se tornasse numa realidade, ao que Tomás, achando, lhe respondera que se ambos não gostassem do que iriam ver, não iriam praticar as suas fantasias e que tudo aquilo não passaria de um simples encontro de amizade casual... mesmo assim, sendo importante manter a comunicação entre eles. Quando Ana se preparava nesse Sábado ao fim da tarde e foi preparar-se, deparou-se com o pensamento que seria o concretizar de uma fantasia que há muito explodia na alma dela afinal talvez não lhe fizesse tanta impressão se algo acontecesse nesse mesma noite, não iria ficar de certeza com má impressão do outro casal, porque no seu íntimo, desejava tornar realidade os seus pensamentos mais profundos e saberia por instinto que iriam os quatro pairar sobre uma aventura sensual não só de amizade, mas também de troca de prazer!Na hora combinada, lá estavam Pedro e Maria, vendo-os a aproximarem-se, fixando-lhes o olhar, quem sabe a comentarem a situação, ao que Ana se sentiu um pouco constrangida, agarrando o braço de Tomás com alguma força, pedindo-lhe ajuda, caso ele a visse mais preocupada e envergonhada... Cumprimentaram-se cordialmente, dirigindo-se quase de imediato para o café...Entre risos e uma conversa subjectiva, avançaram para o tema principal que seria o da troca de casais, explicando Pedro que essa situação também tinha as suas regras, em que o respeito mútuo e a amizade eram primordiais, não havendo obrigação alguma em tudo aquilo, estando também a descrição e a liberdade entre os casais no topo da conversa, passando-se depois para a questão da experiência que tiveram Pedro e Maria, ao que Ana respondeu que não tinha nenhuma experiência e Tomás concordando, explicou que tinha sido ambos, mostrando-se abertos à ideia estar com outras pessoas, de pôr as suas fantasias em prática, concordava com a certeza pragmática de que todas as pessoas o quererem praticar, mas não terem a coragem e abertura para viver o que hipocritamente escondem, criticando constantemente, e acusando dessas pessoas não assumirem a suas fantasias, tendências, em resumo, não serem elas mesmas, escondidas numa mascara. É mais fácil não melindrar o Status Quo, E viverem uma mentira. Ana sentia-se muito à vontade com aqueles dois desconhecidos que abriam as suas ideias de uma forma quase reveladora, na qual ela se encaixava, na necessidade quase narcísica de sentir a volúpia à muito escondida, que apenas necessitava do momento oportuno. Compreendia perfeitamente, o que significava aquele encontro, aquele momento, e, não poderia ser desperdiçado, pois afinal já não era nenhuma criança, e gostaria de partir naquela viagem alucinante!O café estava cheio a privacidade era precária, o tema de conversa aparentemente esgotara-se, levantaram-se, à porta foi sugerido a Pedro e Maria se eles os dois não quereriam ir até casa para conversarem melhor, talvez criando-se um ambiente mais propício para pôr em prática o tal desejo numa noite de certa forma fria de Outono, que poderia ser transformada em noite escaldante...Em casa num ambiente confortável, caseiro, amistoso, ficando as partes sentadas no sofá, esperando que a qualquer momento Tomás prosseguisse com a conversa inacabada, o que aconteceu com uma certa naturalidade, ficando Pedro sentado numa cadeira trocando as impressões finais com ela, pequenas questões, sondagem mutuas, o partilhar de pequenas aventuras e de preferências que não tinham sido possíveis de abordar e questionar no café. Meia hora se passou assim, ficando quase Maria na repetição do que Pedro já dissera no café e Ana olhando constantemente para Tomás, na esperança que não desistisse da decisão que sabia perfeitamente que tinha tomado, e que há muito esperava apesar de já abordado no passado recente, mas que por questões às quais era alheia não se pode concretizar, mesmo não sendo com um casal mas com um amante esporádico e um amigo...Houve um espaço de puro silêncio, havendo troca de olhares entre os dois casais, perguntando-se intimamente se poderia levar em frente os planos que luxuriantemente esperavam realizar. Por fim, Pedro a Ana, sabiam que como casal com mais experiência teriam que tomar a iniciativa, o casal iniciante ficaria constantemente à espera de tomar a decisão algo crítica de passar à acção, o que já estaria decidido ambiciosamente pensado.Ana muito entusiasmada, desde que tudo se corporizou, solicitamente se levantou para se encontrar o compartimento em casa, mais adequado para se entregar à volúpia que, ao que aconteceu quase instintivamente! Baixou-se um pouco o tom das luzes, uma música suave, vendo os três, Maria a despir-se devagar, sensualmente, pedindo para que Ana se lhe juntasse e se deitasse na cama, ficando ambos os homens sentados no sofá a observarem o bi feminino que iria acontecer dentro de instantes...Ana ficou deitada em cima do tapete branco, felpudo, com a cabeça recostada numa almofada, e de olhos fechados, começou a sentir as breves carícias que Maria lhe fazia no corpo já nu, em que as pontas dos dedos lhe percorriam o umbigo, tão devagar como se não terminasse o desejo de ambas tão sensuais e belas que estavam...Começou então a ser beijada, primeiro entre os lábios, depois com ambas as línguas a tocarem-se, sentindo-se bem com tudo aquilo e querendo fazer sobressair o que já sabia de antemão que iria acontecer.... que iria desinibir-se por completo, mostrando-se uma mulher sexualmente atraente, capaz de fazer as maiores loucuras na questão da prática do sexo...Começou a gemer baixinho quando Maria alcançou o seu clítoris com a língua, lambendo-a e acariciando-a nos seios, beijando-lhe o pescoço, apertando-lhe um pouco os bicos dos seios já saídos, dizendo-lhe ao ouvido de como era bom estar com ela...Quase instintivamente, Ana fez deitar-se Maria no tapete para então concretizar o que desejava fazer...beijou-lhe a cara, o pescoço, a boca, os ombros, os braços, passando a sua língua por todo o corpo tão vagarosa e sensualmente, fazendo com que Maria gemesse cada vez mais e dissesse constantemente o como era bom e como lhe agradava estar com outra mulher que a fizesse sentir nas nuvens, percorrendo agora Ana todo o seu corpo com a língua, fixando-se mais no seu umbigo até descer ao seu clítoris já molhado, lambendo-lhe a vagina, enfiando a língua ao mesmo tempo que enfiava um dos seus dedos naquele espaço depilado... ao sentir que Maria já estava a ter o seu orgasmo, voltou a atravessar a sua língua por todo o seu corpo, beijando-lhe um dos seios, puxando ainda mais o bico para fora e com a outra mão acariciava o outro seio, fazendo com que Maria se rebolasse no chão, tendo uma almofada em cima da cara para que os seus gemidos não fossem ouvidos fora daquelas quatro paredes, em que Pedro e Tomás fixavam os seus olhares em toda a aquela situação de estarem a ver o sensualismo de duas mulheres amando-se, ficando ambos admirados por verem Ana assim tão desinibida ao ponto de tomar conta da situação e de se envolver por completo no bi sensualismo de estreia.Tomás sentia-se extasiado com aquele cenário, tendo ficado ainda mais excitado ao ver a sua mulher a tornar-se numa deusa do amor, tão apreciada por outro homem como ele a apreciava e olhando para Pedro corou, pois já não sabia o que fazer, estando o seu membro tão duro e inchado como estava, querendo juntar-se a elas, ao que Pedro lhe disse para ter calma, pois a sensualidade entre duas mulheres é sagrada e bela de se observar, não havendo nada mais belo do que aquele cenário...Agora podiam ver Maria tocando os seus seios fartos na vagina de Ana, massajando-os na sua pele macia, havendo troca de mãos agarradas uma na outra, tal era o prazer consumado entre as duas... Maria disse então que ambos os homens já poderiam entrar no jogo, ao que se começaram a despir para depois Pedro comentar com Tomás que não se preocupasse com nada e que fizesse o que quisesse com Maria, pois que iria fazer o mesmo com Ana naquele puzzle tão desejado por aquelas quatro pessoas...Ana estava por cima de Maria, acariciando-lhe os seios, quando Pedro se lhe aproximou tocando-lhe nas costas com a ponta dos seus dedos tão másculos como ele próprio, em que começou logo depois por lhe acariciar a vagina, a barriga, beijando-a nas costas, tomando conhecimento com o seu corpo reboliço, perguntando-lhe se estaria a gostar e se estaria bem... abrindo os olhos, Ana abanou positivamente a cabeça, recebendo os seus beijos molhados, quais guloseimas deliciadas, deitando-se de seguida no tapete ao lado de Maria que se deliciava com o pénis de Tomás tão erecto como de prazer intenso entre corpos unidos pela troca de seres descomplexados e livres que eram...Ana já não sabia o que fazer, tão excitada que estava, sentindo Pedro a beijar todo o seu corpo, correspondendo ela da mesma forma, fazendo as mesmas carícias que fizera a Maria no peito peludo daquele homem já experiente que gemia ao som da música que se ouvia por entre ouvidos que não a conseguiam receber, pois que estavam tão direccionados para aquele momento deliciante, onde também Tomás acariciava Maria nos seios, lambendo-os com a língua, apalpando o seu rabo bem torneado fazendo com que se aproximasse mais o corpo daquela jovem mulher do seu, tão excitado, trocando ambos palavras incompreensíveis para o comum dos mortais, fazendo com que Maria tivesse o seu segundo orgasmo também com a ajuda de Ana que a beijava na boca, enquanto estava na posição de quatro e Pedro a lambia e lhe penetrava três dedos na vagina extensamente molhada e aberta, pronta para receber o seu membro também erecto...não sem antes Ana o lamber e chupar o seu todo, enrolando-o por entre a língua e os dentes, ora chupando-lhe só a cabeça do pénis, como ora lambendo-a tão devagar como se estivesse a terminar, ora começando a chupá-lo desenfreadamente, fazendo com que Pedro quase gemesse mais alto, ora beijando-lhe a boca entreaberta, ora Pedro a tomasse em seus braços e ao abraçá-la, lhe tocava com o pénis na barriga, querendo uma penetração perfeita...Tomás agora em cima de Maria, penetrava-a com o preservativo posto, vendo-a com uma feição de loucura sensual a abraçá-lo tão fortemente, quanto o prazer que estava a sentir, que fez com que Tomás também tivesse o seu orgasmo fora da sua vagina, tendo oportunidade de poder ver Ana sentada em cima de Pedro numa posição de cadeira entrelaçada, balançando ao som de pequenos gemidos que ambos faziam, mostrando que estavam a adorar aquele momento, mas que Pedro lhe pedia para se balançar mais devagar, pois estava a sentir que iria ter um orgasmo, mas que ainda o não queria ter, pois queria prosseguir com aquela penetração tão deliciosa...Ana ainda tentou seguir o seu pedido, mas vendo que não conseguia, foi desviada para trás por Pedro que retirou o seu pénis dentro de si, tentando abrandar o seu desejo, mas continuando a beijá-la, já deitada e ele por cima dela, querendo penetrá-la novamente...Tomás já refeito do seu orgasmo e limpo, deixava que Maria o continuasse a lamber, vendo Ana a deliciar-se por completo com Pedro que já tinha tido o orgasmo, mas que enfiava agora alguns dedos dentro de si, fazendo com que se viesse loucamente, agarrando as pernas da mesa de mogno, arrastando-a um pouco para a frente, tal foi o seu desejo intenso...Ficaram os casais assim, calados por uns breves momentos, tentando descortinar sobre o que se tinha passado, qual sensação mais utópica e qual prática sexual mais bela aquela que tinha acontecido ali, naquele espaço imaculado por aventuras constantes entre casais tão unidos como de loucos num cio constante!Ao retirar o seu preservativo, Pedro levantou-se, rindo-se satisfeito e dizendo para todos os presentes que nunca teria pensado que este encontro tivesse tido um desfecho tão gratificante e bom como fora, confirmando Maria que também dissera a Ana que esta se tinha desinibido tão bem, que nunca teria imaginado que fosse capaz de praticar o bi feminino, tão apreensiva que tinha ficado momentos antes...!Pedro, então dissera que iria à cozinha petiscar qualquer coisa, perguntando a Tomás se o queria acompanhar, ao que este logo se prontificou, ficando ambas as mulheres deitadas no chão, Ana de olhos fechados e Maria olhando para o tecto, rindo-se ambas, chegando à conclusão Ana que afinal tinham perdido muito tempo numa conversa em que quase nada à para discutir e conferenciar, pois que o prazer é tanto, que o que basta é o facto de se saber o que as pessoas gostam de fazer numa relação sexual, sendo resto....uma tarde muito bem passada!

Dia de praia quente


Esta história é semi-verídica pois têm partes que realmente aconteceram e outras que eu gostaria que tivessem acontecido. Tinha acabado de chegar a uma praia meio escondida, mas bem perto de Lisboa, onde se costuma fazer nudismo quando reparei num casal deitados nas suas toalhas debaixo de um guarda sol vermelho. Eles tinham um corta vento que lhes dava uma certa intimidade. Achei por bem deitar-me ali por perto, de maneira a que pudesse ver o casal melhor mas sem os incomodar.Ela era uma morena dos seus 40 anos com umas coxas bem largas como eu adoro e com um corpo bem torneado, os seios fartos e o púbis apenas com uma pequena faixa de pelos. Estava deitada virada para o mar e assim via-a apenas de lado, mas pude perceber alguns sorrisos dela, talvez suscitados pela minha presença. Ele estava virado de pernas bem abertas para mim, com grande à vontade e não pareceu importunado pela minha presença. Fui dar um mergulho e quando voltei fiquei espantado com a cena que via: Ela masturbava-o com a mão de costas para mim mas como ele estava virado para mim de pernas bem abertas pude ver o espectáculo ao promenor. Ele tinha um mangalho bem grande, pois eu estava a cerca de 20 metros e via-o bem. A cena provocou-me uma grande excitação e comecei a acariciar-me enquanto os observava. De vez em quando ela virava-se para trás e sorria, diziam qualquer coisa um ao outro e continuavam a acariciarem-se, eu já estava em ponto de ebulição, virado bem para eles, mostrando o meu pénis que não é um monstro mas é um bocado largo. Passado pouco tempo reprarei que ela foi buscar algo a um saco e estava agora a passar bronzeador nele. Depois de besuntar bem o mangalho, fiquei surpreso ao vê-la acariciar o anûs dele com os dedos. Começou a meter-lhe um dedo enquanto o masturbava com a outra mão, e continuava a olhar para mim ocasionalmente. Eu estava agora deitado masturbando-me furiosamente e sorrindo para ela também. De repente ela parou e chamou-me com um gesto. Fiquei curioso, levantei-me com o pau bem rijo e fui caminhando para eles. Quando chegei perto ela perguntou-me se eu estava gostar do espectáculo ao que eu respondi bem envergnhado: - Sim, estou. Na verdade ela continuava com um dedo bem enfiado no anûs dele e coma outra mão naquele mangalho que agora via bem e era enorme. Perguntei se podia sentar-me ali perto. Ao que ele respondeu: - Senta-te aí mesmo, amigo, está à vontade. A situação era estranha mas o objectivo de todos era bem claro, pura satifação sexual. Continuei a masturbar-me e perguntei se podia tocar nela, como resposta ela pegou na minha mão e levou-a às suas belas mamas. Ficamos assim algum tempo em pura tesão. Entretanto ela já chupava o mangalho dele enquanto me oferecia a sua vagina bem molhada para eu lamber. Não me fiz de rogado e mergulhei a boca naquela bela passarinha. No meio disto a tesão era total. Ela parou de mamá-lo e perguntou se eu queria provar um pouco. No estado em que estava pareceu-me bem tentar, visto que ele me oferecia a sua mulher de forma tão natural. Enquanto tentava sorver aquele mangalho descomunal senti a língua dela no meu cuzinho. Aí fui ao céu. Era demais, estar com um casal de desconhecidos no meio da praia, protegidos apenas por um quebra vento e um guarda-sol, eu a mamar um mangalho e a mulher dele a mamar o meu. Estivemos nisto algum tempo até ela me dizer ofegante: - Fode-me agora, já não aguento mais. Fiz-lhe a vontade e fodemos que nem coelhos, rapidamente ele colocou-se de joelhos com o pénis bem junto das nossas bocas e enauqnto fodiamos iamos dando umas lambidelas com a boca. Como tudo o que é bom tem de acabar, ele esporrou-se todo na boca da mulher e ela veio-se mais ou menos ao mesmo tempo, quanto a mim saquei o meu vergalho de dentro dela e esporrei-me em cima das suas tetas. Ela estava toda esporrada e molhada com os nossos liquidos. Após esta loucura conversamos um pouco e seguimos para casa. O tempo passa rápido quando se está nestas loucuras. Se gostaram da história e quiserem tentar algo do género escrevam-me à vontade para
miguel_bisex_lx@hotmail.com
Divirtam-se pois não vivemos duas vezes.

Campismo tb é lugar



Campismo Também é Lugar.

Os nomes são ficticios.
Boas amigos tudo bem, sou uma moça que anda com um rapaz, do Porto, de nome Carlita e Miguel, a Joana tem 25 anos, é morena, olhos e cabelos castanho, baixa e magra e o Miguel 24 anos, moreno, 1.77, olhos castanhos, cabelo castanho curto, 65kg.
A História, que eu, Carla vou relatar aqui passou-se no último verão, connosco no Parque de Campismo de “Rio Alto”, perto da Póvoa do Varzim, foi a altura que me meti com um rapaz muito giro. Um de muitos.
Estávamos já lá a um dia, quando vimos a chegar um grupo de 5 pessoas, 3 rapazes e 2 raparigas, ficaram mesmo ao nosso lado, começaram a montar as 3 tendas,
Pareciam ser pessoas simpáticas e brincalhonas, eles vieram ter connosco, para ver se podiam ligar a ficha deles a nossa, e ajudavam a pagar, o Miguel que já faz campismo há mais de 20 anos, disse logo, que podiam ligar, mas que não tinham de pagar nada, eles como é óbvio agradeceram.
O rapaz que não tinha companhia, e que estava sozinho numa tenda, era girinho, olhos azuis, cabelo claro curto, magro, mas bem formado, justiça seja feita, era um borracho, fiquei impressionada com ele, mal o vi. Uns dias depois reparei que ele olhava para mim, com aqueles olhos a insinuar alguma coisa, que se chama, excitação.
Ele era alto, andava sempre de calções branco, daqueles meios transparentes, que se notava tudo por baixo, de chinelas, e com o tronco a mostra, tronco esse delicioso, bem trabalhado, e chamava-se Leandro.
Já passados mais alguns dias, ele veio pedir se tinhamos sal, nesse dia o Miguel, não estava lá, tinha ido à cidade meter gasolina no carro, por isso estava sozinha com uns calções e um top, sem nada por baixo, e eu disse-lhe para ver no saco azul que estava a entrada da tenda, ele foi lá ver, e passado algum tempo disse-me, que não via nada lá, que só tinha roupa, eu fiquei envergonhada, por ele estar haver a minha roupa interior eu fui ver lá onde tinha posto o sal, ao entrar na tenda eu ia a rir-me, ele também se riu, mas sempre a olhar-me, e ao mesmo reparei que ele estava um pouco excitado. Ele repara que eu notei, e pergunta-me se o meu Miguel não estava e eu disse-lhe, que tinha saído, ele então de graça, diz: “ Como é que se deixa uma mulher sozinha e sem roupa por baixo,”.
Para ser franca, até gostei ouvir aquilo. De tarde nesse mesmo dia, eu estava na piscina com o Miguel, apanhar sol, e o grupo do Leandro paçam por nós e dissem se podem ficar ao nosso lado, dissemos logo que sim. Eles lá se deitaram, e quem ficou ao meu lado, o Leandro, de repente fomos ao banho, mas eu tinha que ser rápida, pois tinha que me secar para ir ligar a minha mãe, pois o meu pai tinha ficado doente. Lá dei o meu mergulho, sequei-me e fui para a tenda, ligar a minha mãe.
Já tinha ligado a minha mãe, fui lavar a roupinha, de repente chega uma pessoa e diz olá e eu olho e vejo que é o Leandro, ele também foi lavar a dele, e começamos a falar, um pouco de tudo, houve uma altura, que ele pergunta-me a quanto tempo estava com o Miguel disse-lhe a 3 anos, e depois pergunta-me se já o tinha traído eu disse que não. Mais a frente ele fica a olhar para as minhas cuecas, que tava a lavar e disse-me:
-elas devem ficar melhor no teu corpo:
-Eu, gostavas ver como ficam?
-Leandro, pessoalmente prefiro ver-te sem elas, é mais excitante.
E continuamos nesse tipo de conversa, de repente peço-lhe que ele olhe para o lado, que queria trocar de calções, pois aqueles que tinha vestido estavam sujos, e ele disse que queria ver-me a mudar, eu disse-lhe que não podia pois não tinha nada por baixo, e lá tivemos breves minutos a discutir sobre aquilo e lã ele cedeu. Mas pelo sim e pelo não fui para um dos cantos de costa voltadas, para ele não ver, mas mesmo assim já eu estava sem o calção, eu já ia vestir os outros sinto uma mão na minhas costas, ele diz, que agora queria ver o resto, eu disse que resto, ele essa rata, quero vê-la e comê-la, e também quero-te chupar esses seios, eu disse-lhe que podia vir alguém, ele nem quis saber começou a tocar-me, então decidimos ir para a tenda dele, lá tivemos um bom bocado. Mal chegamos a tenda ele beija-me e tira os calções, e de fora lá ficou um grande pau, pronto a ser bem chupado, nem excitei, agarrei-me logo, aquilo. Quando acabamos de fazer, ele diz-me que mal me viu, ficou também impressionado cmg, e que começou-me a observar mais de perto, até me disse que eu uma noite fui ao wc, tomar banho, e que sem ninguém ver também entrou lá e põe-se no duche ao lado em cima de um banco a ver-me e que se masturbou.
Também me pediu para eu se durante a noite as vezes se tivesse vontade e ter com ele a tenda, então numa das noites eu fui lá ter o Miguel dormia bem, eu sai devagar, sem fazer barulho, quando chego a tenda dele ele tava a dormir, reparei que dormia como um anjo, e nu. Ele não deve ter me ouvido a entrar pois que continuou a dormir, eu como vi que ele tava nu, comecei a mexer-lhe no pau, ele acordou e disse-me tas aqui, não te esperava, eu disse-lhe que tinha vontade de fazer loucuras durante a noite toda. Começamos a beijar-nos, acariciar-nos, esfreguei-me toda nele, ele lambeu todo o meu corpo, enquanto seus dedos me estimulavam profundamente. O prazer que eu sentia naquela hora é indescritível. Ele estava preocupado em dar-me prazer, em fazer-me gozar, em me fazer chegar a um extremo, que talvez nunca tinha chegado antes. Eu estava a gozar, sem parar, bem como ele. Ele veio-se na minha boca e pediu-me para eu deixar passar pela garganta o leite dele, assim aceitei. Só depois ele me penetrou, coma habilidade e a doçura coma qual imaginava desde do 1º dia que o vi. E comeu-me em primeiro comeu a minha ratinha, depois comeu-me o cuzinho, diga-se que ate a data nunca tinha feito anal. Moral tive a noite de sexo mais louca da minha vida até hoje, ainda hoje penso nessa noite.
Andamos assim cerca de 15 dias, o Miguel não deu por nada, eu quando acabou as férias contei-lhe tudo, tivemos alguns momentos de choque, mas no final ficou tudo bem. Até hoje penso no Leandro, se ele vir isto, espero que me responda.

Também aceito sugestões e comentários

Voltarei com mais histórias, minhas.

Beijos

Carlabotelho@aeiou.pt

Comida por estranho


Vou contar a minha foda mais rápida que dei com um homem. Certo dia , tive de ir marcar uma consulta para a minha mãe num médico que tem o seu consultório para os lados do Areiro em Lisboa. Entrei no prédio, subi de elevador até ao 7º andar onde fica o consultório e fui marcar a
consulta. Enquanto marcava a consulta com a recepcionista senti que alguém me despia com os olhos. Tratava-se de um homem com idade por volta dos quarenta anos, com muita apresentação e cheio de charme. Nos poucos minutos em que estive naquela sala trocamos uns simples olhares porque passado algum tempo já eu me encontrava à porta do elevador. Enquanto esperava que o elevador chegasse senti a meu lado o meu admirador, perguntar se não me importava que ele fosse no meu elevador. Respondi que não e entramos os dois. Entrei primeiro, pois foi muito cavalheiro ao abrir-me a porta e perguntou para que numero ia. Respondi que ia sair e quando o elevador começou a andar sinto a sua mão no meu traseiro. Não digo nada, mas pelo contrario empurrei o meu rabo contra a sua mão. Entretanto tínhamos chegado ao nosso destino. Quando me preparava para sair, pergunta-me se não quero subir outra vez. Respondi ,porque não. Picou novamente o elevador para o sétimo e este arrancou e quando este ia entre o terceiro e o quarto aperta o botão de stop. O elevador pára entre os dois andares. Começa por me beijar e vai passando as mãos pelo meu rabo. Puxa-me a saia para cima e baixa-me as cuecas. Fico com as cuecas numa só perna e ele manda-me virar de costas e abrir as pernas. Assim faço e ao mesmo tempo tento apalpar o seu caralho que se encontrava dentro das calças mas que já apresentava um grande volume. Entretanto ele tenta afastar as minhas nádegas e começou a massajar a minha coninha que se encontrava bastante húmida. Pela minha parte fui-lhe desapertando as calças e tirei o seu caralho para fora. Passado alguns segundos , já eu sentia aquela arma a entrar por mim a dentro e começou num vai vem frenético e passado pouco tempo sinto a sua esporra quente , que faz com que eu atinja um orgasmo pleno de prazer. Ainda ofegantes retira-se de dentro da minha cona e começa a vestir as calças. Eu faço o mesmo com as minhas cuecas pois começava a sentir a esporra a correr pelas pernas. Quando já estávamos recompostos, coloca o elevador novamente a andar em direcção ao sétimo andar e quando este pára despede-se de mim com um beijo dizendo-me obrigado pela bela foda que tinha dado. Respondi que tinha sido com todo o prazer. Voltei a picar o elevador para o zero e até hoje nunca mais o voltei a ver. Já voltei várias vezes, ao mesmo consultório mas nunca mais tive o prazer de encontrar aquele belo cavalheiro que me levou às nuvens durante uns minutos. Sim, uns minutos , porque esta bela foda não demorou mais que uns 15 minutos. A sensação de ter sido fodida por um estranho não me saiu da cabeça durante uns tempos e nesse mesmo dia a minha viagem para casa foi também bastante molhada porque sentia ainda o esperma dele escorrer pelas paredes da minha vagina até às minhas cuecas. Quando cheguei a casa não me contive e tive que me masturbar e tentei ainda provar a esporra que se tinha entranhado no tecido das cuecas as quais emanavam um perfume delicioso. Espero que tenham gostado. Contem-me as vossas aventuras.

Uma Aventura



Relato de uma aventura

A sede de luxúria que em certos momentos existe em nós e que inexplicavelmente negamos, mas que identificamos com uma clarividência alheia à nossa própria consciência, porque o sentimos com pureza.
Como um chamamento do que mais puro e genuíno brota de nós, chamamento esse que por vezes teimamos em ignorar, porque não o entendemos, porque nos escapa o verdadeiro sentido que tem, e nem sempre tem de ter um sentido, sensações transcendentes.
Sentimentos ambíguos de fronteiras impostas por uma sociedade hipócrita que estabelece padrões de comportamento, ditos normais, e que se esconde em criticas mordazes. Todos aqueles que não experimentam e simplesmente criticam pelo facto de eles mesmos ansiarem e invejarem faze-lo, mas que se retraem porque receiam o olhar intolerante que os persegue.
Mas deixemo-nos de divagações, até porque, nunca me preocupei com a imagem que dou à sociedade, importo-me com o meu equilíbrio físico e emocional, maneira como encaro o que me rodeia e a forma como o que me rodeia me pode “alimentar” o corpo e a alma, as relações e interacções com o mundo, a natureza, os animais e os meus semelhantes. Ressalvo apenas que não abdico de conceitos basilares da simples convivência humana de forma a poder viver em livre harmonia com tudo.
Decidi partilhar esta aventura, que vai mais além do que poderia pensar ou sequer imaginar, quando a vivi. E pô-la no papel, sem pudores, nem tabus, é uma forma de libertar a mente e o espírito de algum resquício de dúvidas que ainda pudessem restar.
Existem momentos em que toda a luxúria e volúpia surgem em nós de forma flagrante e inevitável, momentos aos quais nem sempre damos a devida atenção, por os acharmos passageiros e mesmo por nos parecerem indecifráveis. Mas quando nos surge a oportunidade de os decifrar, devemos aproveitá-la sem temores de juízos de valor por parte dos que não sabem nem querem perceber e que apenas se limitam a criticar. Não é fácil.
Encontrei na internet a passagem, os códigos, mais uma peça para encaixar no meu puzzle das sensações, um puzzle, praticamente infinito. Fui abordada por alguém que já conhecia o terreno que pisava, ao contrário de mim, que trilhava pela primeira vez os caminhos de um mundo novo que se abria para mim e que eu ansiava descobrir com grande apetite, mas com igual temor.
Na Internet as conversas surgem com naturalidade e fluidez flagrante de quem procura, mesmo não sabendo o quê, que anseia por partilhar e até vivenciar fantasias, sensações, desejos, muitas vezes misteriosos até para nós. As nossas conversas acabaram por se desenrolar de forma muito espontânea (primeiro no Messenger e mais tarde ao telefone), Depois vieram as trocas de fotografias, as conversas, o sentir do timbre, o sentir de mais um fragmento que se compõe em nós, um mar de imagens e sensações, como num rebobinar lento e que se deseja demorado e lento de forma a que não termine. O descrever de toques, o sentir quase numa realidade indescritível e febril, das imagens descritas e plenamente sentidas, a sensualidade de uma imagem que muitas das vezes só existe em nós, e que é saborosamente descrita. Como é que estás vestida? Sabes quero-te beijar. O que gostavas de me fazer? Estou a tocar o meu clítoris, sinto-me dentro de ti, Ah! Vou-me esporrar. Diz-me onde gostas de sentir o esperma? Qual a posição que mais gostas. Quais são as tuas fantasias? Não sei se tenho coragem de as contar (que se lixe afinal é apenas um estranho). Sabes, sempre desejei ser tratada como uma cadela, usar uma coleira, ser penetrada por de trás. Adoro sentir um bom caralho no meu cú. Estou excitada, vou-me vir. Fode-me, quero-te. Sinto o teu caralho que rasga as entranhas, não aguento mais. Quero sentir-te, quero por em pratica todas as nossas excitantes conversas, desejo que possas ver e sentir com os teus olhos e com as tuas mãos o arrepiar da minha pele a cada palavra tua, a cada descrição. Queres que eu leve saia e sem cuecas!? Mas está frio. Onde nos encontramos? O Shopping é uma excelente ideia. Até logo Pupo.
Estava a minha espera sentado numa mesa na praça de alimentação, estranho o exercício mental que se faz para ser reconhecer alguém que apenas temos uma imagem, imagem essa construída muitas das vezes apenas na nossa mente, apesar das fotografias.
Um olhar ansioso e completamente luxuriante espalha-se por todo o meu corpo, custa-me enfrentar aquele olhar devorador. Um misto de medo e de excitação percorre o meu corpo. Ele é simpático, cordial, beija-me num instante sem se quer ter tido oportunidade de reagir, a sua mão percorrer a minha anca à procura do pedido dele, mas o frio era muito que não pode corresponder. Num olhar cúmplice e receoso da minha parte dirigimo-nos para o parque de estacionamento, entramos no carro, o olhar dele fixa-se no meu, os lábios percorrem os meus, as mãos procuram o contacto com a pele. Mas continuava tensa apetecia-me um cigarro. Finalmente arrancamos, saímos daquele local onde perco a minha privacidade, e os meus instintos perdem fluidez, só me apetece sair dali, e ao mesmo tempo aquela situação deixa-me completamente hipnotizada.
Chegamos a casa dele, estacionamos o carro, subimos. A Conversa entre nós era circunstancial, ele dizia-me o quanto eu era bonita, o quanto estava a espera daquele momento, iríamos ter oportunidade de partilhar tudo aquilo que à algum tempo vínhamos confidenciando. Eu nada dizia, estava simplesmente bloqueada, mas o meu corpo fervilhava de desejo. Ao abrir da porta, o entrar, o reconhecer de um espaço que era de todo para mim estranho, numa assimilação constante. Ele não tirava os olhos de mim. Sentei-me e como num reflexo procuro na carteira o maço de tabaco, puxo de um cigarro e quase compulsivamente fumo. Ele olha para mim, aproxima-se afirma vezes sem fim o quanto me deseja. Enquanto fumo começa-me a despir-me. Tira-me as calças a noite é fria, noite de Inverno contrastante com o escaldante e transtornando desejo, percorre as minhas coxas com as mãos firmes, beija-me as pernas sinto a sua língua a sua saliva, afasta-me as cuecas. Estou completamente atónita com o momento, o cigarro apaga-se demasiadamente rápido, mais uma vez como à procura de uma forma de instintivamente desacelerar o ritmo cardíaco, o meu coração parece quer saltar fora. Ele simplesmente aborda-me a minha vagina com as suas mãos, percorre o meu púbis, e fixa o olhar em mim. Ele sente o desejo que me percorre a minha humidade revela toda a minha excitação, para além do nervosismo que eu sei que os meus olhos não conseguem esconder. Aquele toque, aquelas mãos que me esfregam o clítoris deixam-me simplesmente rendida. Enfia a cabeça no meio das minhas pernas e começa a chupar e a lamber o meu clítoris, em movimentos suaves e depois firmes, penetra-me com a sua língua, as mãos percorrem as minhas ancas, as minhas coxas, e eu simplesmente estática sem nada fazer, apenas a sentir a volúpia daquele momento, aquele estranho que me dá prazer. Levanta-se e olha-me de frente, beija-me de forma decidida enquanto os seus dedos me penetram, o meu beijo é tímido e esquivo, mas a sua língua percorre toda a minha boca, contorna os meus lábios, penetra a minha boca, sinto uma excitação cada vez mais crescente.
Pergunta-me pela coleira, vou buscar ao meu saco. Passo-a para as mãos deles, ele termina-me de despir, sente o meu peito duro, e mais uma vez exclama a sua admiração e desejo por me tocar e possuir. Mais uma vez a excitação do meu corpo não me deixa mentir. Aquele momento provoca em mim um misto de sensações que não consigo lidar, mas que saboreio de forma nunca antes sentida. Ele coloca-me a coleira no pescoço como se de um ritual se tratasse. A coleira é simples, tem umas pedras brilhantes e é completamente de veludo, puxa por ela suavemente e com esse movimento sou obrigada a ir para o chão. Estou de quatro ele passeia-me pela sala como um bicho de estimação. Ele tira as calças e revela o seu pénis completamente erecto, um membro grande e delicioso aos olhos, intimamente naquele preciso momento ansiava experimenta-lo saboreá-lo. Levanta-me de forma a ficar de joelhos, e de forma decidia coloca o caralho na minha boca, comecei de forma tímida a sentir aquele caralho, ele ordena-me. “Chupa-me minha cadela, não o gostas de sentir, de que tens medo. Chupa!” A minha língua começa a movimentar-se de forma mais convicta, as palavras dele excitam-me. Sinto aquele caralho todo na minha boca, enquanto ele puxa pela coleira e eu de joelhos, fixo o meu olhar nele, e observo todo o prazer que estou a dar… e aquilo excita-me cada vez mais. Mais uma vez ele diz-me “Chupa-me os colhões, lambe-me, não és tu uma cadela?”. Seguro aquele caralho na minha mão, e começo a chupar metodicamente cada testículo, consigo sentir o arrepiar da pele, sinto o gemer de prazer. Sinto que ele está próximo do orgasmo, mas eu não quero sentir o esperma dele na minha cara, e dou-lhe a entender que ainda é cedo para ele se esporrar. Subitamente empurra-me de forma a ficar de quatro, e penetra-me a minha cona, completamente encharcada. Sinto caralho dele dentro de mim que entra de uma estucada só, entra e sai de mim, num vaivém firme que me deixa simplesmente extasiada. Continua a penetrar-me a cona as suas mãos seguram a coleira, puxa por mim, puxa pelos meus cabelos, alternando a sua mão livre pelo meu corpo, pelos meus mamilos. Entretanto peço-lhe para que ele me foda o cú, num ápice ele tira o caralho da minha cona e sinto toda a minha langonha a escorrer pelas minhas pernas, começa a lubrificar o meu cú, com a minha humidade que escorrer das minhas pernas e da minha vagina, misturando-a com a sua saliva, conseguindo assim a mistura perfeita para a lubrificação do meu anús, penetra-me com a língua e com um dedo, introduz um segundo dedo, e de seguida um terceiro, o prazer era tanto que mal conseguia controlar-me. Num movimento rápido e ao mesmo tempo firme, põem-se de forma a conseguir enfiar aquele caralho no meu cú, sinto-o dentro de mim, rasga-me, delicia-me, é simplesmente indescritível. Ele grita geme, tudo se mistura, as palavras com os grunhidos de prazer, “Minha puta como o teu cú é bom!!! Hum, hum” Sinto a sua mão a puxar a coleira que empurra o meu corpo para aquele caralho que o ajuda a entrar ainda mais fundo em mim, os testículos dele batem na minha vagina. Olho para trás em tenho uma visão sublime do prazer dele, de todo prazer que eu estou a dar aquele estranho, e consequentemente do prazer e do desejo cada vez mais crescente que provoca em mim. É uma imagem que está gravada em mim. Vou-me esporrar-me, grita ele, sinto-o a explodir dentro de mim, o esperma dele que em jactos longos percorrem as minhas entranhas, é uma sensação indescritível sentir aquele néctar a escorrer dentro do meu cú. Caímos para o lado extasiados com aquele momento. Nunca pensei sentir alguma algo assim. Apesar de estarmos no cão ele não larga a coleira, e deitados tentamos recuperar as energias despendidas naquele momento. Eu no silêncio, completamente rendida aos encantos daquele caralho, e ele simplesmente afirmava: “Maravilhoso, nunca me tinha acontecido nada assim”. Sentia mesmo assim apesar de todo o tesão um misto de confusão e estranheza que não conseguia decifrar.
Sinto a coleira a puxar por mim, ele levanta-me, sinto a esporra dele que escorrer pelo meu cú e se mistura com a minha humidade e escorre pelas minhas coxas. Ele beija-me e sinto a sua língua na minha que me penetra com o desejo que sinto crescente. Beija-me os meus mamilos e ligeiramente os morde, sinto mais uma vez uma arrepiar do corpo que se estende pela alma, por estar a viver aquele momento. Vou buscar o nosso amiguinho, diz ele com um sorriso enorme nos lábios. Pensas que esqueci-me dele, de o comprar? Ele arrasta-me pela sala, até ao local onde tinha o nosso “amiguinho”. E afirma abanando-o e exibindo-o à minha frente: “Gostas minha cadelinha? Agora está na hora de o experimentar”. Era um vibrador enorme, não sei precisar as suas medidas. Mais uma vez puxando-me pela coleira leva-me para o centro da sala, onde me senta no sofá. Abre-me as pernas e começa acariciar a minha vagina com aquele monstro de plástico de cor pálida. À medida que o ia esfregando na minha vagina, encontrou forma de me dar a sua piça a chupar, que crescia de forma estonteante na minha boca, ainda sentia o sabor da minha humidade, e da esporra que ele tinha derramado no meu cú. Ele roçava aquele mastodonte na minha vagina, pressionando-o ao meu clítoris, começou rapidamente e penetra-lo, primeiramente de forma suave mas sempre intensa. Repentinamente sinto a entrar de forma vigorosa dentro de mim, sinto aquele tronco de plástico que me eleva por prazeres nunca antes sentidos. Sinto mais umas vez a coleira a ser puxada e colocar-me de quatro no sofá, isto sem nunca o nosso “amiguinho” ter saído dentro de mim. O movimento continua firme, sinto aquele monstro na minha cona, enquanto sinto novamente a humidade da saliva a escorrer pelo meu anús. Uma voz meiga e ao mesmo tempo decidida diz-me ao ouvido “Estas a gostar minha cadelinha? Agora vamos ter a nossa primeira dupla penetração”. Enfia-me no meu cú aquele caralho novamente enorme. Com isto sinto o prazer intenso, uma volúpia luxuriante, nunca antes sentida, o meu tesão era de tal ordem que não estava em mim, atingir orgasmos sem fim. A dupla penetração continuava como dois membros dentro de mim. O “amiguinho” sai de repente dentro de mim, o interromper súbito de todo aquele prazer, ele tira também o seu caralho do meu cú, e, começa a foder a minha cona com o seu caralho, cuspindo no meu cú de forma a lubrificar, tenta penetrar o meu cú com aquele monstro, sinto a cabeça do “amiguinho” a entrar, mas a dor é insuportável e digo para ele parar. Mais uma vez, ele enfia o nosso “amiguinho” na minha vagina e penetra-me com o seu caralho no meu cú. Estas quebras, o acelerar e o parar no momento em que quase estou atingir o clímax deixa-me completamente louca. O ritmo é alucinante, mais uma vez sinto a minha a vagina a explodir nos orgasmos múltiplos. O movimento dos dois paus é alto, sinto os dois membros a roçar as bordas dos meus buracos, os meus lábios vaginais ardem de prazer, o meu clítoris esta enorme. Sinto a tirar o caralho do meu cú. E começa uma série de manobras para tentar penetrar a minha cona, com o nosso “amiguinho” em plena labuta, num movimento sempre firme. Até que sinto o caralho dele a entrar na minha cona, agora tinha dois membros dentro da minha cona, uma sensação indescritível, a sede de luxúria que em certos momentos existe em nós e que inexplicavelmente negamos, mas que identificamos com uma clarividência alheia à nossa própria consciência, porque o sentimos com pureza.
Como um chamamento do que mais puro e genuíno brota de nós, chamamento esse que por vezes teimamos em ignorar, porque não o entendemos, porque nos escapa o verdadeiro sentido que tem, e nem sempre tem de ter um sentido, sensações transcendentes.
Sentimentos ambíguos de fronteiras impostas por uma sociedade hipócrita que estabelece padrões de comportamento, ditos normais, e que se esconde em criticas mordazes. Todos aqueles que não experimentam e simplesmente criticam pelo facto de eles mesmos ansiarem e invejarem faze-lo, mas que se retraem porque receiam o olhar intolerante que os persegue.
Aqueles dois membros que penetrava-me ao mesmo tempo na minha cona, olhava para trás e via escrito no rosto daquele homem um prazer nunca antes sentido. Eu gritava de prazer, descompunha-me em orgasmos incessantes, intermináveis sensações, que foram muita além das conversas partilhadas e de fantasias exploradas pelo telefone. Sinto-o a tirar o caralho da minha cona, e enfia-lo novamente no meu cú, mais um grito de prazer. Adoro que me fodam o cú. Conforme ele entra em mim no meu cú e sinto atingir os limites do prazer, sinto aquele caralho a sair, e a derramar o seu liquido nas minhas costas, que escorre pelo rego do meu cú, que o contorna e cai em cascata na minha vagina e no meu clítoris, para um chão tão quente e suave como os nossos corpos, consumidos por aquele prazer.
Descansamos no chão, conversamos no meio de um cigarro agora mais sereno, e exploramos as sensações vividas, as fantasias que ainda não experimentadas. Revelei-lhe que gostava de ser possuída por dois homens, que gostava de sentir o calor da urina no meu corpo.
Entretanto o telefone toca, instintivamente atendo-o, era uma “amigo” a conversa começasse a desenrolar de uma forma que se arrastava e não parecia terminar, não queria desligar o telemóvel. Num gesto irreflectido, reflexo de todo o prazer que tínhamos até ali vivido, aproxima-se de mim e começa-me a beijar, a percorrer o meu corpo, passando as suas mãos e a sua língua por todo o meu corpo, sinto a sua língua saborosa novamente na minha vagina. Continuava ao telefone, e tentava falar com naturalidade, ouvido as perguntas incessantes que me invadiam aquele momento. Ele deita-me no chão e penetra-me, com as minhas pernas bem abertas, sentia aquele caralho a entrar dentro de mim, e podia olhar no rosto dele todo aquele prazer que eu provocava nele, e ele em mim, e continuava a falar a ouvir alguém que estava a ser inoportuno, mas que de repente contribui para uma atmosfera crescente de luxúria que não estaria à espera de acontecer, aquela imagem deixava-me uma visão ampla do prazer que estava a ter naquele dia, a ser usada, mesmo ao telefone estava a ser fodida. O gemer abafado que indicia mais uma vez um banho de esporra, tira o caralho dentro de mim e sinto o esperma dele na minha barriga no meu corpo. A partir daquele momento o telefonema não fazia mais sentido e desliguei.
Mais uma vez exaustos de prazer nos escancaramos nus no chão, senti a mão sobre o meu rosto o olhar completamente surpreso daquele homem, não tinha imaginado que poderia ter sido assim. Retomamos a conversa que estávamos a ter antes de sermos interrompidos pelo telemóvel, e onde abordamos novamente a questão do sexo com dois homens, formando assim um trio. Confessou-me que gostaria de me satisfazer esta fantasia e que tinha a pessoa ideal. Esticou-se de forma a chegar ao telefone digita um número, do outro lado da linha atendeu o irmão. Expôs a situação, nas infelizmente ele não estava. Falei com ele ao telefone a pedir que ele fosse lá ter, mas estava longe. Confesso que naquele ambiente de loucura e prazer, seria capaz de o fazer, mas infelizmente não podia ser, simplesmente porque a única pessoa disponível estava longe.
A partir daquele momento, não faria sentido estar ali. Levantei-me e disse que tinha que ir embora, ainda tinha uma viagem a fazer e que era longa. Pediu-me para eu ficar, mas eu sabia que não faria sentido ficar. Amanhã é um novo dia e tinha que partir.

Simulação Masculina


Pois bem, cá estou novamente para contar o que se anda a suceder na minha vida sexual.
Já contei uma minha experiência com a minha namorada. Adorei sensação de ser penetrado... e ela também. Pois bem, falamos e então decidimos ir mais além: Simulação Masculina.
Mas além disso, meu desejo em estar com um homem foi crescendo, dia após dia... já nem conseguia pensar bem. E as férias, fizeram-me bem, pois deu para pensar bem no que queria. E decidi: simulação masculina com namorada e noite com homem versátil.
Comecei então a ir preparar a jogada nas duas pontas: compramos vibrador para prender à cintura da minha namorada e comecei a procurar um rapaz que quizesse partilhar momentos intimos.
Óbvio que apareceram muitos rapazes e homens a querer algo comigo. Fiquei "intimo" de um rapaz que morava perto da minha namorada. Ideal. Estava com ela e depois ir ter com ele. Combinei tudo e chegou o dia. A meio da tarde de sábado, fui ter com namorada a casa dela, conversas e fomos aquecendo. Ela tinha-me falado que já tinha o vibrador em casa e estava ansiosa por usa-lo. Eu ansioso levei creme e assim que ela me preparou meu cuzinho, levantou-se, foi ao quarto a correr e quando apareceu novamente, já o tinha posto à cintura... virei-me logo meu cuzinho virgem para ela... ela não se fez de rogada e devagar, gentilmente, começou a mete-lo no meu cuzinho. Eu tentava aguentar sem dizer nada, sem gemer... mas a sensação era óptima. Passado uns minutos senti que estava todo dentro de mim, e pedi para ela me comer como eu a como. Ela começou devagar, para ir apanhando o jeito, até que entrava como se de um homem se tratasse. Trocamos de posição e montei-a. Estava imparável. Durante mais de 1 hora, meu cu foi aberto pela minha namorada. vim-me 2 vezes, sempre com vibrador dentro do meu cu. Disse para irmos tomar banho, e ela foi andando e aproveitei para mandar sms ao tal rapaz a dizer que passado 1 hora estaria em casa dele. Fui ver ao espelho e vi meu cu todo aberto. Lindo Adorei!
Tomamos banho e no banho enrabei-a como ela gosta, a sentir meus tomates a baterem nela. Mais uma vez me vim, desta vez bem dentro do cu dela. Depois disse k tinha de ir jantar a casa meus pais, ela não queira mas, lá me deixou ir. Mal sabia ela para onde eu ia a seguir.
Fui ter a casa dele e vejo um lindo rapaz à porta. Entrei e começamos a falar, criar amizade. Mas depressa a conversa foi parar ao que ambos queriamos: SEXO! Nisto, entra cerveja e ele ao ir buscar mais, fica á minha frente e tira-o para fora. Eu olhei, lambi meus lábios e um desejo enorme veio a mim: engolir ao mázimo aquele pau. E assim fiz. Abri minha boca ao máximo, e senti a bater-me no fundo da garganta. Fechei lábios e chupei... sensação boa. Ai percebi: era bissexual confesso! Chupei-lhe ao máximo, ao mesmo tempo que lhe apertava o cu e tentava meter dedo dentro do olho dele. Despimo-nos e começamos um bom 69, prolongado, devagar, até que senti um jacto de leite quente na minha boca que me fez engasgar. Ele riu-se e pediu desculpa por não me ter avisado. Fiquei bocado chateado, mas como estava excitado, deixei. Nisto, ele tinha posto creme no meu cu, e depois de se vir, pediu-me para me por de gatas. Eu tipo puta com cio, pus-me de gatas e olhei e vi bolas dele a aproximarem-se de mim... a carne dele a tentar entrar e por fim, a entrar, devagar até que senti uma estocada final, que me fez gritar de dor, mas dor agradável. Só pensava na minha namorada a me comer, e com isso tentei dar o máximo prazer a ele, fiz tudo que ele quiz... de quatro, montei-o, de lado, ele por cima, no sofá, enfim, fui um "bom cú para se comer" como ele me chamou no fim, ao fim de se vir 3 vezes para cima de mim. Perguntouo-me se me iria voltar a ver. Até hoje não o voltei a ver, meu cu é devorado pela minha namorada que 1 ou 2 vezes por semana me quer comer. Eu aceito de bom grado, mas um dia, voltarei a ter amigo e se tudo correr bem, será estável, para convivio regular, em que ambos sejam activos e ambos sejam passivos.

Fiquem bem e tentem tudo que o sexo tem para dar.

24 de Abril de 2008

Vendo as Estrelas


Estive há uma semana no algarve, em faro na zona das piscinas. Dali podiam-se ver as nuvens de fumo que atravessavam a serra e eu ia mts vezes observar os progressos do combate. Uma noite enquanto olhava para o céu já mais clareado , reparo num carro estacionado ao lado das piscinas( que é uma zona com muito pouco movimento). Ao inicio nao dei grande importancia e pensei que alguem tivesse estacionado ali, ou que fosse alguem a fumar um cigarrito.Mas conforme os meus olhos se ajustavam á fraca luz, reparei em duas cabeças fora do automovel. Parecia que estavam apenas na conversa...mas fiquei mais curioso e fui vendo. ao fim de um pouco encostaram-se á parte de trás do carro com ela pendurada no pescoço dele a beija-lo e de seguida ela foi para o muro das piscinas, virou-se de costas para ele e arqueou-se, e ele foi ter com ela e após alguns movimentos começou a mexer as ancas enquanto ela se agarrava ao muro, com tudo aquilo ja eu tava com um tesao bem grande encostado á varanda, quase querendo ir para lá. Continuaram durante uns 3 minutos e depois ela virou-se ao contrario ele encostou-a ao muro e ela enrolou-se á sua volta e ficaram assim mais uns minutos, depois soltaram-se e ela foi para o carro seguida dele. Nao consegui ver mais porque no carro ja era demasiado escuro para conseguir ver, mas que foi algo bastante erótico foi :)

A empregada


Vou contar uma história que se passou comigo à mais de 10 anos, tinha por volta dos 16/17 anos. Minha mãe é comerciante e tinha uma empregada, que devia ter os seus 20 anos, e como ela era de fora estava hospedada no local do comercio (no 1º andar era a nossa antiga habitação). Pouco tempo depois de ela estar a trabalhar começamos a dar-nos bem, no verão seguinte estava de férias e ia muitas vezes à piscina da minha cidade, pelo que andava sempre de calções e com um bronze estupendo e ela começou-se a meter comigo (quando ninguém estava por perto) e eu como já gostava de uma bela febra e ainda por cima mais velha que eu comecei a entrar no jogo, mas sempre na brincadeira.
Até que um dia vindo da piscina fiquei sozinho numa sala de espera, bem instalado no sofá quando ela começou a a meter-se comigo, a dizer como estava bronzeado e passava-me a sua mão nas minhas pernas, pelo que comecei a ficar excitado e eu com receio que viesse alguém fui à casa de banho, quando regressei ela ainda lá estava a fumar um cigarro e tinha reparado no meu estado, assim que entrei meteu a sua mão no meu caralho, apertou e disse "olha como estás bem servido, ficas-te assim por minha causa? eu respondi-lhe que sim e apalpei-a" mas ficamos por ali.
Passamos vários dias assim, a qualquer momento a sós lá começavam as "brincadeiras" até que um dia disse-lhe que queria estar com ela a sós e combinamos eu ir ter lá a casa à noite pois estava sozinha (minha mãe não queria que ela levasse homens para casa).
Por volta das 23.00h lá fui eu sem fazer barulho para que nenhuma vizinha me visse e entrei, ela estava de camisa de dormir mas sem mais nada por baixo, fiquei logo cheio de tesão, entrei para a sala sentei-me no sofá e ao meu lado, conversamos um pouco, ela disse-me que tinha que ficar em segredo por causa do emprego (aí se a minha mãe imagina-se!), depois começou a festa, veio logo para cima de mim comeu-me todo, fez-me o melhor broche do mundo, e eu retribui, tb a lambi toda e chupei-lhe bem a sua rata, e ela adorava, gemia por todo o lado e torcia-se toda, foi neste dia que fiz o meu 1º 69 e adorei. Depois comecei a comê-la (ou ela a mim)trocamos de posição várias vezes, tivemos 2 horas a foder, sem parar, ela já estava dorida das trancadas que levava, mas eu, jovem, cheio de vontade nem queria parar, mas teve que ser. Só não lhe comi o cu, porque naquela altura ainda sabia pouco. Foi excelente sentia-me um homem, pois acabara de foder uma mulher mais velha que eu. Isto continuou mais algum tempo, de vez enquando lá ía eu, mesmo depois de ela começar a namorar (com o seu actual marido) eu ía ter com ela depois de namorar, ela deixava-a à porta de casa e já estava eu à espreita para entrar e foder-lhe a namorada.
Logo conta mais uns cenas reais que já está a ficar uma história longa.

O encontro


Há algum tempo a traz e depois de umas aventuras, as coisas começaram a ter um caminho que eu nem imaginava, depois de Manuela, ouve um dia em que a Rita me ligou dizendo que queria ter uma conversa comigo em particular, combinamos então encontra-nos num cafezinho perto da praia com uma esplanada, quando lá cheguei pedi um café e um whisky e sentei-me numa mesa em que ficava de costas e não dava para ver quem entrava, passados alguns minutos sinto uma mão passar-me no ombro e apertar, era a Rita que tinha acabado de chegar, olá disse-me ela com um grande sorriso, olhei e nem queria acreditar, posso sentar-me, claro respondi-lhe eu, queres um café ou preferes outra coisa, olha vou beber o mesmo que tu, levantei-me e fui ao bar pedir, esta mulher está uma brasa, nem queria acreditar, a ultima vez que a tinha visto foi no dia dos anos dela na discoteca, bem com quarenta e poucos anos ela arruma qualquer garota de liceu, ela está deslumbrante, eu estava maluco porque realmente tinha motivos para estar, sentei-me e perguntei-lhe se estava tudo bem com ela, ao que me respondeu que sim que tinha estado num jantar com umas colegas e depois tinha ido para ali, e que se soube-se tinha dito ás amigas para virem também porque até se esta bem aqui e é agradável, foi então que eu sugeri que ela liga-se a elas, acho que elas vão adorar porque aqui está agradável disse ela sorrindo, tivemos um dia muito cansativo, mas valeu pelo jantar, acho que merecemos um bocadinho de animação, faz bem de vez em quando, então e o Zé perguntei-lhe eu, Rita sorrindo disse-me foi a Lisboa tem uma formação, só chega na quinta-feira então estás solteira novamente, mais um sorriso e um pegar tremulo no copo de whisky, sem saber o que responder, estás tudo bem ou tens alguns problema com o Zé.
Não, o normal o que a conte-se com muitos casais aquela parte menos boa, mas preferia não… bem tu é que sabes deixa lá, enquanto isso chegaram as duas amigas, Rita fez-lhes sinal e elas vieram sentar-se na nossa mesa, a conversa foi tomando vários rumos e ia-se bebendo e fumando cada vez mais, dava para ver que havia algo diferente em Rita porque ela estava sentada virada para mim e de vez em quando traçava a perna hora para um lado hora para o outro no que se podia ver umas pernas bem feitas e uma cuequinha encarnada onde se notava uma mata bem apetitosa para se poder desbravar, num destes movimentos Rita apercebeu-se que eu olhava e maliciosamente pescou-me o olho e disse-me, então que tal, eu fiquei sem saber o que dizer, mas já que não se pode ter ao menos o que é bom é para se ver, estes homens são todos iguais, há muitos que tem e não sabem aproveitar o que tem e ainda por cima querem o que não conseguem satisfazer, espera respondi-lhe eu, … Não, não estou a falar de ti, estou a falar da generalidade, bem acho que o melhor é mudar de assunto, eu continuava intrigado porque ela é que me tinha ligado a combinar e ainda não tinha dito nada. Sabes já se está a fazer tarde e amanhã é dia de trabalho, eu sei disse Rita, desculpa me eu queria tanto falar contigo e agora mais que nunca, anda lá vamos até há areia e assim anda-mos um pouco e podemos falar, mas é assim tão importante que não possa ficar para outro dia, é tem que ser hoje porque já ando a adiar isto há mais de dois meses desde a festa dos meus anos e agora que tomei coragem não posso deixar que fique assim, mas o quê! ... Explicas-me disse-lhe eu, Rita tirou os sapatos e metendo os pés na areia disse-me: “Está ainda quente, adoro sentir este calozinho e depois molhar os pés, experimenta vais ver que é uma sensação única, é como as mulheres, cada uma tem uma maneira muito especial de ser e de amar.”
Onde é que queres chegar, eu prefiro ver estas diferenças com as mulheres,” Ai sim!..” cada uma é diferente, a sensualidade o cheiro, a pele o sabor de cada beijo, é melhor eu não dizer mais nada, Rita olhou para mim com um sorriso meio provocador e disse-me:
“ Eu sei de tudo o que se passou contigo e com a Manuela!...” Mas sabes o quê, perguntei-lhe eu. “ Tudo o que se passou com vocês e o que se vai passando ás vezes.”
Desde a boleia que te demos da discoteca e aquela confusão por causa da policia, eu reparei como a Manuela se chegou para a frente no banco do carro, e como ela se continha para não dar nas vistas, e mesmo depois quando ficas-te em casa dela, eu perguntei-lhe e ela não teve como negar e confirmou-me tudo. Sim e depois, onde queres chegar. Rita sentou-se na areia, puxou a saia para cima e disse-me: “ Eu quero que me faças o mesmo que lhe tens feito, porque quero saber se é tão louco como ela me disse.
Bem eu nem queria acreditar no que se estava a passar diante dos meus olhos, Rita tinha puxado a saia para cima e tirara as cuequinhas. Vem anda comer-me a racha, não penso em outra coisa desde o dia em que ela me contou tudo o que lhe tinhas feito, e só de pensar fico toda húmida e a escorrer. Rita esfregava a vagina com os dedos e dizendo-me vem, vem por favor, tenho sonhado com isso todos os dias, e enterrava os dedos gemendo.
Eu já nem sabia o que fazer, estava com uma tusa e disse-lhe: “Se é isso que queres tudo bem, mas acho que aqui no meio da praia não é o local melhor para eu te comer esta coisa boa, vamos até ao meu apartamento.” Rita levantou-se baixando a saia e levando os sapatos e as cuequinhas na mão, fomos a caminho do carro que estava parado mais há frente.
Sentou-se e puxou a saia para cima continuando a mesturbar-se e apalpando-me mesmo por cima das calças o meu mastro, quando chega-mos e logo que entra-mos no elevador Rita abriu-me o fecho das calças e começou a mamar-me.
Que belo pau que aqui tens, ela não se enganou em nada quando dizia que tinhas uma verga gostosa, a Manuela tinha razão, dá-me quero todo na minha boca.
Nunca tinha visto uma mulher assim tão doida e cheia de tesão como Rita, despiu-se muito rapidamente deixando o resto da roupa pelo chão, sentou-se no sofá abriu-me aquelas pernas e disse-me:
“Quero primeiro que me comas a cona, estou cheia de tesão, nem imaginas, tenho fogo dentro de mim, vem apagar esta chama com esta tua mangueira.”
Despi-me e ajoelhei-me em frente dela, comecei por lhe por um dedos pela cona a dentro, Rita torcia-se e pedia mais e mais, então resolvi que a ia fazer sofrer, comecei lentamente a passar-lhe a língua pelo clítoris que estava encarnado e inchado de tanto desejo, Rita empurrava a cabeça de encontro ao seu clítoris e pedia-me mais e mais, foi então que resolvi enfiar-lhe o meu pau que estava com um tesão que já não dava para aguentar mais, enterrei-o todo de uma só vez, Rita gritou e estremeceu gritando que assim é que era bom, dá-me todo, comecei a bombear num vai e vem mais rápido e Rita começou a gemer e a gritar que ia ter um orgasmo, comecei a lamber-lhe as mamas e a beijar-lhe percorrendo o corpo todo, passei-lhe a língua pelo seu buraquinho do ânus que parecia uma rosa e palpitava de desejo de ser penetrado, Rita continuava a introduzir hora um hora dois dedos na vagina e esfregava o clítoris, enfiei-lhe um dedo no ânus e ela pediu-me que a penetra-se pois queria saber qual o prazer que dava levar com uma verga no trazeiro.

Casa de Meninas


Olá amigos
Mais uma vez cá tou a contar as aventuras desta vossa fodilhona, que só pensa em ter prazer.
Sempre tive um desejo, ir a uma casa de putas e foder com uma juntamente com o meu namorado.
Finalmente conseguimos concretizar o nosso sonho e fomos a uma dessas casas, vesti uma saia curta, com um cinto de ligas por baixo, e um top justinho, só por isso o meu namorado teve que me dar logo uma foda em casa, pois quando me viu ficou cheio de pau.
Chegamos lá, e por sorte havia pouca gente, para ai uns 10 homens que tavam quase todos ocupados com as moças. sentei-me mais o meu namorado no sofá do canto. quando me levantei para ir ao balcãobuscar bebidas todos os olhos cairam em mim. sei mesmo fazer de puta!!!!
encostei-me ao canto do balcão e veio a empregada servir-me, nisto sinto uma mão mechendo-me nas pernas, virei-me e vi que era um homem dos seus 60 anos, que me acariciava, olhei para o meu namorado, que já dava conversa a uma mulher, isso excitou-me e começei a mexer no caralho do velho, que depressa ficou teso, puxei-o para fora das calças, e ali mesmo fiz-lhe uma punheta sem que os restantes vissem, o homem depressa se veio e pagou-me uma bebida, retribui-lhe com um beijo e fui-me sentar.
O meu namorado carlos já acariciava a cona a uma mulher e isso excitava-me, ela disse-me o patrão quer falar com vcs e pediu para aqui vir chamar-vos, sou a mulher dele.
Isto aquecia, fomos para o reservado e lá estava o patrão, um homem de 30 e tal anos, que me cumprimentou e perguntou porque fomos aquele sitio, mas nisto percebendo já o que se passava, começou a apalpar os seios, vendo que estavam duros, e mosutrou-me que o meu namoradoe a sua mulher não perderam tempo, e realmente quendo dei conta já o carlos chupava a cona a mulher do patrão, nisto reparo no pau do patrão e começoa a mamar nele, fazendo~lhe um monumental broche. Esporrou-se na minha boca, enquanto o carlos fez o mesmo a mulher do patrão.
De seguida não saciada, pus de novo em pé o pau do patrão e pedilhe que me fodesse o melhor que sabia, e que bem que o gajo fodia, fodeu-me toda, o meu carlos, parecia tb tar a gostar da cona da mulher do patrão, ela gemia que se fartava. Pedi ao patrão que me fodesse o cu "fode-me o cu, faz de mim a tua puta" e le não se fez rogado e só de uma estocada meteu 20 cm de carne no meu cu, o carlos que tava de frente para mim, imitou-me e enrabou a mulher do patrão.
Pedi ao carlos e ao patrão que se esporrasem
na minha boca dizendo a Carla, que depois os poriamos de pé outra vez, os dois para ela, assim foi encheram-me a boca de esporra, adorei, depois fizemos uma mamada nos dois, rapidamente se ergueram e vieram-se no cu da carla, assim ela o quis.
A paródia ainda nao tinha acabado, o patrão e o carlos sairam, o carlos contou-me que foram dar uma foda em duas pretas deliciosas que lá trabalhavam, quando le me contou isso em casa, tive que lhe fazer logo um broche, eu e a carla ficamos no reservado, ela pergunta-me ficas-te satisfeita, podemos brincar mais, e puxa-me de um caralho de borracha enorme com duas extremidades, cerca de 50 cm e para ai 5 cm de diametro, não resistimos engolimos o mais que podemos daquilo , na nossa cona e cu até nos vir-mos vezes sem conta. foi maravilhoso, adorei a cona da carla.
Desde desse dia ficamos intimos dos donos e muitas vezes vamos lá fazer as nossas perversões eu e a Carla inclusive atendemos clientes especiais, e garanto ng sai mal servido, e o carlos adora foder a carla.
Beijinhos, espero que haja casais interessados em nos conhecer

Ofereci a Beta


Vi na passada semana um relato no vosso magnificio Blog, ao qual dou desde já os meus parabéns, e que me fez sentir o desejo de contar algo que se passou comigo há cerca de três meses e meio, quando estivemos eu e a Beta, minha esposa a passar uns dias de férias numa praia próximo de Barcelona. Estamos casados há quase 15 anos, temos eu 37 e ela 33 anos, e um casal de filhos. Este ano eles quiseram ir passar 15 dias à Figueira da Foz com os primos e aproveitámos para ir sozinhos até Espanha.
Devo aqui referir que há mais de 3 anos ando a tentar "fazer a cabeça" da Beta, para ménage-a-trois, mas talvez devido à sua educação, tenho batalhado em vão. Beta é assim para o magro, alta, loirinha e com umas maminhas muito proporcionais o que fz dela uma tesão de mulher.
O facto de tentar "livra-me" dos nossos filhos e ir para Espanha, não foi de modo algum inocente, pois pensei que ela estando ali num ambiente desconhecido se libertaria, e com um pouco de persuasão da minha parte poderia ser que conseguisse ver finalmente a minha fantasia satisfeita. Pelo meu lado (e creio que isso se passa com muitos homens pelo que tenho lido aqui na net) sentia uma tesão danada cada vez que pensava na Beta com outro macho e quando falava com ela sobre isso dávamos umas fodas excepcionais (pelo menos de minha parte) e ela até dizia que eu já precisava de fantasiar sobre isso para ter tesão, pois via que quando lhe falava em me pôr os cornos ela notava que ficava com a piça muito mais dura, mas dizia, que se se proporcionasse uma oportunidade eu não deixaria, pois além de ser ciumento, antes e durante as fodas falava muito em envolvimentos dela, mas no fim, quando me vinha, calava-me (o que é verdade, pois por vezes até sentia vergonha de lhe ter pedido isso). No início deste ano comecei a ser mais incisivo, ela chamava-me corno, cabrão, etc (sempre e só quando estavamos apenas os dois), e por vezes quando estávamos em roda de amigos e contávamos anedotas, ela contava sempre anedotas de cornudos, o que me deixava com ar de cornudo à frente daquela gente toda, mas creio que ninguém suspeitava, até porque ainda não o era. Uma vez, até veio com esta, que me deixou desconcertado: "Em Portugal os homens estão todos virados, metade são paneleiros e a outra metade são cornudos". Haviam vários casais e todos nos rimos e as mulheres todas concordaram, o que me deixou perplexo, pensando que se calhar todas elas andavam a pôr os cornos aos cabrões dos maridos.
Mas, voltemos ao caso que quero aqui partilhar:
Em espanha, ficámos num apart-hotel e na praia vimos alguns bons exemplares de machos e eu fui tentando forçar a barra para ela dar a coninha a outro. Todos os dias fodíamos, ela vinha sempre tesa da praia e na terceira noite disse-me que tinha visto quando um tipo estava a mudar de roupa (a vestir-se para se ir embora, com a toalha amarrada à cintura, que ela estava a olhar e viu-lhe o mangalho, e disse que mesmo teso era bastante grande e deu uma foda valente a pensar nisso. No final disse: "Então corninho já te viestes e agora, sempre queres que eu foda com outro?" Eu disse-lhe que foi para isso que tinhamos ido tão longe e ela disse que o faria, mas seria à maneira dela: "Olha, ponho-te os cornos para não me chateares, mas vais ter de fazer o que eu quiser - vou-te amarrar enquanto estiver a foder com o outro, porque senão já sei que quando te vires que o tipo me vai mesmo foder toda, és capaz de sentir os cornos e quereres interromper, e quando estou tesa nada me faz voltar atrás".
Concordei !!
Disse que iria ver se o mesmo homem lá estava na manhã seguinte, pois a pôr-me os cornos seria com alguma coisa que se visse, para pequena bastava a minha. Quando chegámos de manhã, ela disse-me que ele estava lá e quem era, e eu disse-lhe que iria passear na areia da praia e para um barzito que ficasse à vontade e se gostasse realmente dele que se insinuasse e marcasse encontro para a noite no apart-hotel, onde tínhamos um pequeno estúdio. Regressei três horas mais tarde, com uma tesão que até doía, a pensar na eventualidade dela ter tido tesão súbita e ter ido mesmo foder com ele sem a minha presença. Quando a vi, disse-me que tinha falado com ele, que até era brasileiro e foi mais fácil convidá-lo para jantar, já que de algum modos havia afinidades e assim ele não suspeitaria que seria só para foder, e que durante o jantar ela avaliaria se realmente queria ir até ao fundo. Ao final da tarde ela quiz ir fazer umas compras sozinha e quando regressou foi tomar banho e entretanto chegou o nosso amigo. Mandei-o entrar, apresentámo-nos, ele disse estar ali ainda mais três dias, que era médico e tinha estado numa comvenção e que aproveitou uns dias na praia, era casado, morava em S. Paulo, chamava-se Sérgio e tinha 28 anos. Era muito simpático e falador.
Ela acabou o banho, veio com uma mini-saia muito curta que nós chamamos "saia de puta" e que estava implicito que seria com essa que ela um dia me poria os cornos, e ao vê-la com ela, pensei logo, hoje é mesmo o dia. Fomos para um restaurante e depois dos primeiros quinze minutos vi que ela estava mesmo decidida a foder, e para que se não arrependesse, disse ao Sérgio as nossas intenções, e até que se quisessem poderiam ir farfalhando, fazendo como se fossem eles o casal e eu faria o papel de amigo, já que ninguém nos conhecia e muito dificilmente alguem de Setúbal estaria ali naquela praia, mas se por acaso entrasse alguém conhecido eles teriam que se comportar como amigos. Mo regresso do restaurante depois deles terem estado quase a comerem-se, tambem só lhe faltou foder no meio da rua, e eu estava num misto de tesão e ciúme (quem esteve neste papel pode avaliar), sobretudo ao pensar que se calhar ela iria gostar mais de foder com o amante do que comigo, e as inevitáveis comparações que depois viriam, pois ela duas ou três vezes fez questão de lhe tirar o chicote para fora, quando estavamos assim junto à areia da praia, pois ele tal como eu só levava bermudas pois estava muito calor, e com as bermudas era só tirar o chouriço puxando a perna da bermuda.
Chegados ao apartamento ela deitou-se na cama, a saia subiu (como disse era curta) deixando à mostra a coninha toda (só ali vi que ela não tinha levado cuecas, pois quando ela saiu da casa de banho antes de irmos ao restaurante o Sérgio já lá estava no apartamento e não deu para eu brincar nada com ela). Aí, fiquei a saber que no restaurante o Sérgio já lhe tinha aberto bem o grelo com as mãos, e ela sisse: "Corninho querido, agora és o que sempre quiseste ser, só me falta mesmo foder com o Sérginho, mas tenho-te a vaisar que só temos uma camisa (ela nãp toma pílula), e tens duas opções: Ou vais à farmácia buscar uma caixa de camisas, e com a tesão que estou perdes a primeira foda que vamos dar, ou fodo assim (porque vamos dar mais do que uma) e o Serginho esporra-me toda, mas se por acaso fcar grávida, assumes. Fiquei fodido por nao me ter lembrado da porra das camisas durante a tarde enquanto ela esteve nas compras pois fiquei no apartamento a ver televisão e a pensar no que ia acontecer que não me lembrei, embora sempre pensasse que quando ela fodesse com outro, ele não a esporraria (era o que tinhamos combinado), pois aquela cona era para ser só esporrada por mim. Fiquei num dilema, esporra doutro na cona e ainda o risco de gravidez. Bem sei que se fosse e lhes pedisse que esperassem eles com a tusa que estavam (já se estavam a despir) não esperavam de certeza e eu não queria de modo algum perder as fodas dela, pois uma das satisfações em ser cornudo era poder assistir a ela a vir-se com outro homem. Como a ser corno queria estar presente mesmo, arrisquei e disse-lhe que fizessem assim (sem rede como dizia ele). Eles já estavam nus, ela disse-me então que lhe vestisse umas cuecas que tinha comprado (eram amarelas com um buraco no sítio da cona), que eram uma recordação que ela iria guardar das fodas do Sérginho e que ficariam na minha gaveta da mesa de cabeceira em casa para eu todos os dias me lembrar do cornudo que era. Vesti-lhe as cuecas e ela não me deixou apalpá-la muito e começou a despir-me (era o único que ainda estava vestido), e disse-me que comforme combinado ia ser amarrado para não lhe estragar a festa, pois disse ao Sérgio que eu sempre tinha muita tesão quando fodiamos a falar nisso, mas quando me vinha e ficava murcho dizia sempre que era só fantasia e não a deixaria foder com ninguém, etc. etc e já que tinha ido até ali, ía até ao fundo. Pediu ao Sérgio que a ajudasse a amarrar-me, fez comentários à minha tesão: "estás com tesão de cornudo, mas depois de sentires os cornos já ficas murcho, mas depois já ninguém tos tira, cabrão". Isso, surpreendentemente e o facto de estar à sua merc~e, fez-me ficar bem teso. Afinal durante a tarde quando ela foi às compras foi comprar as tais cuecas amarelas e corda e fio de nylon para me prender. Amarraram-me a uma cadeira, com as mãos atrás das costas, amarraram a cadeira à sanita da casa de banho, e com um fio de nylon ela amarrou-me os tomates à trave de baixo da cadeira e ainda me amarrou os dois pés juntos, o que já não era necessário, e disse-me que se tentasse levantar-me com a cadeira, como estava amarrada à sanita, puxaria os tomates e se puxasse muito ficaria sem eles ou como ela dizia "capas-te sozinho, cabrão". Fiquei com os tomates bastante justos à cadeira, amarrados pela parte da frente e de trás, e se puxasse concerteza que os deixaria em cima do tampo da cadeira.
Eles voltaram para a cama, começaram nos apalpanços, a fazer 69, ela ainda com as cuecas e ele a fazer através da racinha e foram aquecendo até que ela a fodeu com ganas. Creio que nos dois apartamentos (um de cada lado) ficaram a saber que ela estava a levar na cona, tal era o barulho que faziam apesar de termos ligado música. De vez em quando ela olhava para mim e dizia algo do género "então como é que o meu corninho está a gostar" e ele alinhava chamando-me de corno, manso, viado (que é o termo que eles usam para paneleiro), etc. Foderam em várias posições, e ela teve vários orgasmos e eu sem poder acariciar sequer a piça (sempre pensei numa situação dessas estar a fazer punheta e não estar amarrado) apenas podia olhar. Então ela vestiu a saia de puta que lhe não tapa quase nada, puxou-a para cima como que a não ter nada, tirou as cuecas (até ali ele fodeu-a através das cuecas), e disse-lhe vamos fazer a vontade ao corno, eu tinha-lhe prometido que quando fodesse com outro seria à canzana (para não haver muita intimidade), por isso dá-me uma na "posição do corno". Quando ela se estava a vir, eu mesmo sem tocar na piça, esporrei-me todo (nunca pensei ser possível sem fazer punheta). Esporrei para o chão, para a cadeira e para cima de mim e para os meus tomates e quando eles viram que me tinha vindo também, fartaram-se de gozar "olha o corno veio-se sem ninguém lhe tocar", e ela "então ó cabrão não tens vergonha de esporrar os teus próprios colhões, ou já te capaste?" Foi humilhante, estar ali, já murcho, amarrado, com os tomates e a pintelheira esporrados, e ainda o macho que a estava a foder, a gozar com a situação, mas devido ao inusitado da situação voltei a entesar-me e eles disseram "vamos voltar às nossas fodas que o cabrão quer ver mais". Eu então pedi-lhes que visto que já não havia regresso, já tinha mesmo dado várias fodas com o Sérgio, que me desamarrassem e deixassem entrar na festa e ela dizia: "levanta-te e vem. Já és cornudo e se ficares capado qual é o problema? Se calhar agora vais-me ver a foder com mais homens e por isso não precisas desses colhões de merda para nada". Continuaram a foder, e ela no final foi à parte da cozinha (como disse era um estúdio), trouxe uma faca, agarrou-me os tomates, esticou-os tanto que estavam luzídios e quase a sair do saco, e disse: "Vá, diz adeus a esses colhõezitos que são muito mais pequenos que os do Serginho e isso a que costumas chamar chicote, mangalho, caralho, etc, vais começar a chamar pilinha", pois não passa disso, comparada aqui comeste pição que já me deu uma boas fodas. Olha o cabrão está bem teso, até parece que deseja ser capado. Então estás a ver que os colhoezitos vão para o béléleu e continuas teso, corno? Não tens mesmo vergonha. Vou-te capar os colhões e o saco, vais ficar sem nada como costumam fazer aos bois. Se te tirar os colhões para que é que queres essa pele do saco aí pendurada?" Depois de me puxar bens os tomates, estava a ver que mos arrancava a sangue frio, e de lhes bater um pouco com o cabo da faca e apertá-los até eu ganir de dor, disse: "Olha, és um corno manso e só não és um eunuco agora, porque não gosto de ver sangue, mas considera-te como se tivesses sido capado pela tua mulher á frente do primeiro homem que te pôs os cornos". Continei amarrado, eles continuaram a foder durante umas duas horas mais e depois ele foi embora e marcaram continuar no dia seguinte.
Depois do Sérgio sair, a Beta veio ter comigo, desamarrou-me e mostrou-me a coninha toda vermelha de tantas bordoadas ter levado e toda a pingar leite das esporradelas, e disse-me que o fodesse para juntar a minha esporra à dele e eventualmente haver alguma hipótese do filho ser meu, mas que gostaria mesmo que fosse do Sérgio, e se fosse rapaz que fosse bem abonado como o pai. Esse seria o preço que eu iria pagar por andar há mais de três anos a pedir-lhe isso.
Eu claro, fui para cima delam ela pôs-se a fazer festinhas nos meus tomatitos que me doíam por os ter puxado algumas vezes na cadeira e pelo tratamento que ela lhe tinha dado depois, e depois de a cavalgar durante um bocado, a reter ao máximo a ejaculação, vim-me como nunca tinha vindo antes, e com o desejo que os meus espermatozóides ultrapassassem os do Sérgio que já tinham partido muito antes. Ela disse que eu deveria ter visto a minha cara quando ela trouxe a faca me agarrou os tomates e ameaçou cortá-los. Disse que foi de mais, que devia ter gravada, e que a entesava ter apertado os colhões à frente do Sérgio para que ele visse bem que eu era um corno muito mansinho e que ela me dominava pelos colhões sempre que quisesse.
Bem, no dia seguinte e no outro, ela continuou a dar as suas fodas (ele foi embora e nós continuámos mais três dias (mas não houve mais nenhum caso). Nos outros dois dias com o Sérgio não voltei a ser amarrado (já não havia o perigo de querer interromper, segundo ela), e participei com ela a foder um e chupar outro, etc. No último dia eles dormiram os dois na cama e eu fiquei no sofá do estúdio e eles "obrigaram-me" a lamber a cona dela com a esporra dele, o que diga-se em abono da verdade sempre me dava nijo quando ouvia relatos de maridos que lambiam a esporra dos amantes das mulheres, depois destes as foderem, e sempre pensei que era muito nojento e nunca o faria (a minha fantasia era mesmo só vê-la a levar na cona), mas o certo é que fiz, e gostei ...
Bem, o relato está muito longo, mas quero dizer que foi uma grande tesão, já passaram mais de três meses e não voltámos a repetir (agora e ela que pergunta quando é que quero ser encornado de novo), e felizmente ela não ficou grávida, embora nos três dias com o Sérgio nunca tenha usado camisa, e foi em média esporrada seis ou sete vezes (pelos dois, claro), e no último dia como dormiu com ele na cama, levou mais pois ouvia-a toda a noite a gemer e nem me soube dizer quantas fodas levou. Nessa noite fartaram-se de me humilhar chamando corno, cabrão, manso, capado, boi, etc., e ele disse-me que no próximo ano a deveria ir deixar passar 15 dias ao Brasil que ele a mandava de volta outra vez prenha, etc, etc. É claro que desta ele se enganou pois não engravidou como disse.
Antes, pensava que os portugueses eram muito ciumentos e não entravam nesta de dar a mulher ao parceiro, mas somos como os outros, e posso assegurar-vos que é uma tesão danada ver a nossa querida a levar na cona à nossa frente, e também como sou tesudo, espero que me calhe um dia uma cona de outro para foder, e se houver alguém que queira partilhar a sua mulher para dar umas voltinhas comigo, escreva-me para

jd955@hotmail.com.

Caso, a Beta vá ao Brasil no próximo ano (assunto ainda a ponderar), aqui estarei para relatar de novo, mas caso vá, quero que tome a pílula (o que ela não quer pois diz que faz mal), pois não sei o que o filho de outro homem com a minha mulher poderá mexer com o nosso casamento, e mais vale prevenir que remediar, pois a tesão de momento não vale o que se poderá estragar o resto da vida.

22 de Abril de 2008

Menage no Colombo


Tudo começou pq há uns anos atrás 1 amigo me contou que costumava engatar gajos no wc...
Com a curiosidade com que eu andava, não perdi muito tempo para também tentar, e em pouco tempo já guardo algumas histórias por ali passadas.
Esta foi no Colombo...
Era mais um dia normal em que decidi lá ir para ir comprar qq coisa... mas com a tesão com que costumo andar e com a curiosidade da novidade, lembrei-me de dar 1 pulinho ao wc do 1º piso.
A caminho dela, já me esfregava todo só de pensar que podia acontecer alguma coisa. A escadaria que nos leva ao wc superior parecem ser centenas de degraus, que só apetece subir a correr... e assim foi... Quando lá entrei deparei-me com uma situação algo caricata. O wc estava vazio com apenas 2 homens no urinol muito comprometidos com o facto de eu ter entrado. Fingi que não tinha reparado e fui mijar ao lado deles... Durante esse momento, não resisti e acabei por olhar para a pila de um deles e vi que era bem grossa e que estava bem tesa... Por outro lado, o gajo que estava ao lado desse também estava de pau feito, apesar de não ser tão interessante... Apercebi-me que provavelmente estaria ali a mais, mas quando estava prestes a sair, aqueles 2 dirigiram-se para um cabine com sanita e acenaram para me juntar a eles...
Apesar de reticente, juntei-me pois a situação era 1 verdadeira aventura, e eu adoro transbordar adrenalina nestas situações...
Quando fechámos a porta o gajo da piça grossa baixou as calcas e pôs-nos a mamar aos 2... Durante uns 3m, mamámos akele pau grosso com mt saliva a mistura...
Eu nem estava a acreditar nakele filme... fechado num wc com + 2 gajos... havia de ser lindo se 1 seguranca entrasse por ali... Mas não pensei mais nisso e optei por tb dar de mamar ao menino que tava de joelhos... akele doido estava com o cio, haviam de ver a sofreguidao do homem a mamar os 2 paus...
Mt perto de me vir, avisei a ambos que estava próximo, eles assentiram e 1 explosão de leite brotou para dentro da boca daquele que estava de joelhos...
Com este cenário de cliché pornográfico, rapidamente apertei as calças e saí da pekena cabine... Lavei as mãos e a boca, penteei o cabelo e saí sem nunca mais ver akeles 2 cromos... A caminho da loja para comprar o que necessitava pensei...
"estes gajos do colombo sao mt inovadores, fazem cada uma no wc..."

Nupcias Invulgares


Os amigos chamam-me Guidinha e vou hoje começar a contar-vos alguns dos trechos mais interessantes da minha maravilhosa vida, que, para todos os efeitos práticos, se inicia com a minha boda, com o homem mais espantoso que me foi dado conhecer – o meu Ruben…
Bem instalada na poltrona da executiva, em viagem de núpcias para as Caraíbas, não pude evitar um leve sorriso, ao recordar alguns dos pormenores do meu casamento que me surpreendeu não só pelo inesperado, como pelos detalhes francamente únicos. De resto, tudo no meu maridinho, era diferente. Na própria noite em que o conheci, logo este me surpreendeu com a sua mentalidade, essencialmente erótica e totalmente aberta, o que completava o meu instinto exibicionista e sexualmente provocador. Ao contrário dos outros meus amigos, namorados ou maridos das amigas, ele achava sempre as minhas saias muito compridas ou os decotes muito acanhados ou os tecidos pouco transparentes ou as rachas muito modestas. No início ainda pensei que tal passaria se algum dia chegássemos a ter uma relação mais séria, mas o passar dos tempos de namoro, veio mostrar-me que estava equivocada, e agora que já estávamos casados, estava a ter a plena confirmação de me encontrar na presença de uma pessoa verdadeiramente invulgar. Em poucas palavras, o Ruben conseguia ser o homem mais terno e romântico do mundo e, portanto naturalmente cioso da sua querida mulherzinha e, ao mesmo tempo, ter prazer em coisas impensáveis para a maior parte dos outros homens, como que eu exibisse, discretamente embora, o meu espectacular corpo, para alguns amigos e até completos estranhos. Era evidente que gozava com a entusiasmo de terceiros, ao ver-me. E bem que tal se viu pelo especialíssimo vestido de casamento, para o qual ele fez questão de escolher um modelo lindo, mas atrevidíssimo, quer em justeza ao corpo, quer em transparência. De facto, todas as minhas amigas me gabaram e invejaram, não só o vestido mas também a sorte de ter um marido, tão "prá frente"que até lhe promovia o uso. Na realidade nunca na minha vida usara nada tão arrojado e confesso que de início, me sentia um pouco constrangida. Mas isto fora só o início, como a seguir pude ver, pois em vez do tradicional leilão de lingerie da noiva, o meu maridinho fizera questão que as peças a leiloar não fossem a estrear, como é costume, mas sim as que eu vestia no momento e despidas ali á vista de todos, "ainda com o meu cheirinho", como na altura ele anunciou, antes de me fazer subir, para cima de uma mesa, no meio dos ensurdecedores vivas e palmas da malta, Claro que o pessoal adorou a ideia, especialmente a "macharia" (embora não só) e desataram a gritar ofertas pelas peças, bem picados, diga-se de passagem, por algumas das mulheres, que roídas de inveja, pensavam que eu não seria capaz de levar aquela avante. Logo que a primeira peça, que eram as meias, foi leiloada, o pessoal começou logo a aplaudir, em antecipação ao despir. Perdidinha por um bom show, e já bem atestada de tesão, sem parar de me rebolar ao som da música, eu, agora bem mais animada, avancei, levantando lentamente o vestido e expondo a todos as minhas esbeltas pernas, para depois, com os dedos por dentro da banda elástica as fazer escorregar, lentamente, pela coxa e perna abaixo, uma de cada vez. Era visível que a grande puta, que sempre morara, escondida, dentro de mim, estava a começar a acordar e o Ruben, que sempre me conheceu muito bem, preparava-se para gozar aqueles belos momentos. E com toda a razão, pois era impossível, tirar o cinto-ligas, o sutiã e a calcinha, sem mostrar as mamas todas e o meu delicioso rabinho, bem queimadinho do sol, bem como a linda ratinha, bem forrada por uma bela e farta pintelheira, embora ninguém fosse capaz de o fazer com mais charme e classe do que eu. E assim foi de facto, para grande gáudio do homens e desespero de algumas mulheres, que os viam ali de pau feito e boca aberta a cobiçar as minhas óptimas goludices, como a melhor amiga me garantiu, acrescentando para mais que, quem não tinha visto na altura em que me despi, via agora, tal era a transparência do tecido…
Foi assim, o meu invulgar, mas delicioso casamento e escusado será dizer que o tema das fodas dessa noite foram os entesoantes acontecimentos do casamento, particularmente o rememorar de quantos, homens e mulheres, haviam dado claros sinais de grande tesão ao ver-me naqueles preparos. Para mais, havia ainda a acrescer, as cenas dos e das, que não aguentando a tusa que eu lhes fazia, me haviam, mais ou menos discretamente, apalpado e roçado, e que eu, na maior das putisses, havia consentido ou até facilitado, fazendo-me desentendida, como o Ruben me pedira. Agora, recolhidos na maravilhosa suite que elegera-mos para a noite de núpcias, deliciava-me a relatar-lhe tudo o que acontecera, com a maior minúcia possível, elevando assim o tesão do maridão ao nível máximo. Claro que, quando lhe contei, como o marido de uma amiga nossa, aproveitando a minha posição, inclinada sobre a mesinha dos bolos a cortar uma fatia, se tinha prensado por traz de mim, fazendo-me sentir no rêgo do meu cuzinho carnudo e nu, a dureza marmórea da sua grossa tranca, roçando-a, de alto a baixo, com todo o vigor, durante vários segundos, o meu noivinho, desatou a gemer e esporrar-se logo, de forma tão violenta, nos meus lábios, cara e mamonas, que eu pensei que ficava viúva, logo na primeira noite…

19 de Abril de 2008

Jantar a quatro


Olá a todos, no seguimento do meu primeiro relato publicado neste site, intitulado Férias no Algarve, vou-vos contar o que se passou no último fim-de-semana em que fomos jantar com os nossos amigos Lara e Rui.
Combinámos ir jantar fora no sábado à noite e assim fizemos, à hora combinada aparecemos em casa dos nossos amigos (a minha namorada ia com uma blusa branca e uma saia de ganga pelo joelho, muito respeitadora e a nossa amiga com uma blusa verde a realçar aquelas mamas enormes, impossíveis de esconder e com uma saia da mesma cor com um pouco de roda tb à altura do joelho, ela estava muito sexy para mim) cumprimentámo-nos naturalmente e fomos todos no carro deles até ao restaurante de modo a pormos a conversa em dia. Chegados ao restaurante continuámos normalmente e estivemos a jantar durante cerca de 2 horas na mais natural das disposições (parecia que nunca se tinha passado nada entre nós) nós os homens e a Lara bebemos um pouquinho e ríamo-nos bastante, como de costume pedimos sobremesas e pagámos, decidimos ir a um bar aqui na nossa cidade, não estava muita gente, dava para conversar e ouvir a musica estávamos muito, ainda mais com as bebidas que tínhamos pedido ainda ficávamos melhor, como as bebidas vêm todas com palhas XL íamos bebendo uns dos outros e dizíamos umas bacoradas. Um pouco de repente o Rui começa a tocar nas pernas da Lara e a chegar-se anormalmente para ela, como eles estavam de costas para o resto da sala ninguém reparava excepto nós que só podíamos ficar a olhar pois no sítio em que estávamos dava nas vistas se eu começa-se a apalpar a minha namorada. Eles já iam um pouco exaltados qd ele apalpa-a nas mamas hummmm que inveja eu tive.
- Uma cama para a mesa 12 diz a Ana
- Até já ia não era mor? Diz o Rui
A Lara como que caindo em si para e tenta recompor-se mas o formigueiro devia ser muito pois ela não enganava ninguém. Decidimos pagar e ir embora … a caminho do carro a Lara diz:
- Onde é que vamos agora?!
- O quê? Digo eu – A mulher que está sempre com sono quer continuar a noite?
- Aproveitem que estou bem disposta, vamos a um sítio onde possamos falar à vontade, em nossa casa não por causa dos vizinhos!
Ora bem, mais explícito era difícil… A Ana olha para mim, aceno com a cabeça e ela diz…
- Eu sei onde podemos ir, vocês não devem conhecer, oh Rui dá as chaves ao Ricardo que ele sabe o caminho e eu vou à frente com ele.
Eles aceitam, a Ana diz-me ao ouvido riu-me de surpresa e pego no carro, durante a viagem eles perguntam onde era mas nos nada … até que eles se calam por minutos olho para trás e vejo que já estavam na maior um com o outro, baixo o retrovisor e vejo a Lara a bater uma Sr.ª punheta e ele a brincar com a flor da sua dona!
- Oh Ana, os nossos amigos estão muito entusiasmados!
Ela olha para trás….
- Calma Lara, não o esgotes senão não há menino para ninguém!
Chegados ao local os nossos colegas apreciam … "Motel ….."
- Meninos abaixem-se porque supostamente parece que só podem entrar 2 pessoas por quarto. Eles assim fazem, enquanto dentro do carro faço o check in, a Lara chupa o pau ao Ricardo.
Chegamos à garagem, fechamos o portão e saímos do carro … subimos as escadas para a suite … sou o último e a Lara segue à minha frente, levanto-lhe a saia e apalpo-lhe o cu enquanto ela segue como se nada fosse. Chegados aos quartos dou como que um ultimo beijo de despedida à Ana e viramo-nos para os nossos parceiros, beijo a Lara, apalpo, chupo, lambo, roço … estávamos nus e passo o meu pau por entre as pernas dela, sinto aquelas tetas enormes, continuamos assim por mais algumas minutos até que as meninas têm a ideia de irmos para a banheira, agarram-nos pelos nossos paus, como se fossem coleiras e puxam-nos, imaginem 4 num sítio que dá no máximo para 3!!!!
Vapor, encosto, toque, beijos de tudo mesmo … beijava a Lara e apalpava-lhe as mamas enquanto apalpava o cu da Ana … até que com a mão esquerda abraço a Ana e com a direita começo a fazer-lhe umas festas na flor … ela agarra-se a mim e ferra-me no ombro, geme e abre as pernas e simula movimentos de vaivém ela agarra-me no pau e bate-me uma… como a Ana é uma punheteira divinal a Lara não me "altera" muito e assim continuámos durante uns bons minutos, até que o Rui vem por trás e inclina-a um pouco para ele e começa a apalpar-lhe as mamas e a beijar-lhe o pescoço e a cara … ela começa a gemer forte e a contorcer-se toda, ela já quase que grita … o Rui lambe-lhe os peitos e como que adivinhando o momento meto-lhe dois dedos que quase por magia desaparecem dentro dela mas sem parar de lhe tocar, ela abana-se grita agarra-se às paredes e desfalece em 3 berros que foram com certeza ouvidos nos quartos ao lado. Ela encosta-se a um canto e partimos em busca da Ana mas desta feita começamos com uns beijos alternados nos lábios, nos pescoço aos quais ela não resiste descemos para as mamas e ali ficamos por um bom bocado, até que ela diz…
- Alguém que me meta uma …. Shiuuu diz o Rui e continua a descer para se preparar para fazer um demorado minete … mantenho-me agarrado às mamas dela e não demora muito até que ela nos agarre nas cabeça e "prenda"de encontro a ela proletariamente continuámos fiéis à nossa função e ela agarra-me com as duas mãos e põe uma perna no ombro do Rui, para brincar um pouco, tento afastar a minha cabeça mas ela não deixa …
- Não pares … mama boi, mama na tua vaca, mamem os meus dois bois cobridores …
e assim continuamos ate ao momento da explosão de espasmos e berros de prazer dela!!!
Mais parecia que lhe estavam a bater!!!! :-))
Abraçamos as nossas "respectivas" saímos do banho e dividimos as 2 toalhas….
Secamo-nos embrulhamo-nos nas toalhas e assim estivemos durante largos minutos onde o meu pau dava sinais de uma vontade ainda não saciada!!!
Fomos para o quarto e continuámos nos beijos e toques até que a Lara diz…
- Está na nossa hora de trabalhar! E ainda só conheço uma maneira infalível de dar prazer a um homem! Senta-te que quero saborear isso que tens aí.
- Não … gosto que me chupem enquanto estou de pé!
Meu dito meu feito ela ajoelha-se e abocanha o meu membro mais que erecto … fantástico parece que vou à lua!!!! Agarro-lhe no cabelo com as 2 mãos e guio os movimentos de vai vem… adoro o broche que ela me faz, engole tudo mesmo fantástico, num momento de fraqueza minha empurra-me e sento-me nos pés da cama e ela ri-se, dentro dos possíveis com um pau na boca … (enquanto isso a Ana também chupava o Rui), estamos os 2 sentados e o Rui …
- Que 2 brochistas que nos temos … - Fazem por gosto e isso nota-se e rimo-nos com aquele ar machista, mas somos logo interrompidos por duas mordidas mostrando quem mandava na situação … A Ana também faz broches divinais mas diferentes, não engole tudo mas chupa uma cabeça de tal maneira que parece que nos vai sair a "rolha"!!!!
Assim continuámos … caímos para trás e vemos no espelho do tecto o movimento das suas cabeças … lindo!!!!
O Rui liga a TV e pôr num canal porno!!!
O sonho de qq homem até que uma delas (não garanto quem foi)
- Não vos chegam as putas que têm aqui, tb têm de ver na TV? E rimo-nos todos, tirámos o som à TV e eles continuam , até que a Ana salta e põe-se em cima do Rui e mete-o dentro dela cavalgando como uma amazona … deliro com aquela cena e a Ana continua a chupar, lamber, punhetar e a olha para mim….
Eles passam para a posição de prensa/pai mãe, ela engata as pernas à volta dele e aceleram os movimentos, ele já não ia sair mais dali …
A Lara para e levanta-se eu beijo-a e abaixo-me por breves minutos enquanto lhe lambo a flor … sinto-a a ficar bem excitada e levanto-me, beijo-a de língua o parece excitá-la e muito, sento-me em cima da cama e puxo-a para mim … senta-se em cima de mim com as pernas para as minhas costas e começamos a cavalgar, devagar …lambo-lhe as mamas – isto não são mamas, isto são tetas!!!!
- então lambe anda meu boi, lambe as tetas à vaca
- Toura queres tu dizer!!!!
- Ai sim? Sou a tua toura? Então anda come-me touro!!!!
O nosso ritmo cadenciava mais e aumentávamos a intensidade do toque ela é de facto "boa" dá gosto comer … roçava o clitóris e também ia chegando lá …. Enquanto isso o Rui escacha a Ana e atinge o violento orgasmo para dentro dela e desfalecem os dois.
Para mim e ela faltava pouco mas ainda tínhamos mais uns minutos de prazer e assim aproveitámos, beijámo-nos agarramos o cabelo, as costas, ombros até que começa-se a vir outra vez e grita, geme demais mesmo .. começa a abrandar mas eu digo-lhe …
- Agora não pares e ela assim faz continua até que segundos mais tarde também me venho para dentro dela… excelente.
Parámos ela sai de cima de mim, mas devido à posição em que estivemos fica muito leite em cima de mim … enquanto isso a Ana limpa o pau ao Rui e vê-se o leite a sair-lhe pela flor…
A Lara não fica atrás e imita a amiga, mas eu tinha mesmo muito, mas efectivamente fiquei limpinho, passo o dedo nas pernas da Ana e dou à Lara para chupar o que ela faz com gosto … caímos na cama ficamos entrelaçados para aí uma meia hora, fomos para a casa de banho, ajeitámo-nos e lá fomos nos embora após umas boas 2/3 horas de muito gozo!!!

Abraços e beijos!!!

18 de Abril de 2008

FÉrias No Algarve


Esta historia é de facto a mais incrível e inesperada que já me aconteceu!
Os nomes não são verdadeiros …
No ano de 2005 eu (Ricardo) e a minha namorada (Ana) fomos de férias para o Algarve com uma casal amigo Rui e Lara, somos 2 casais perfeitamente normais, eu 185cm de pele clara, cabelo e olhos castanhos, magro, o Rui 190cm de altura mais moreno que eu, magro, ambos para o corpo desportivo! Elas … a Ana, 165cm, peito 38B com bicos claros, pele clara, olhos esverdeados e cabelo castanho claro comprido, corpo violão tipicamente português, a chamada mulher "boa", a Lara, 166cm cabelo preto pelos ombros, morena, menos torneada, até sem cu, mais forte de corpo e com um peito 40B com bicos escuros, mas com um estilo mais provocador, curiosamente apesar da minha namorada "ser melhor" sempre adorei o aspecto tesudo que ela tem. De regresso à história … os dias corriam normais, um bom sol de Setembro, umas saídas nocturnas divertidas, muito riso e da nossa parte, amor e muito, sempre que podíamos fugíamos para o quarto enquanto os nossos amigos ficavam na sala que era onde dormiam!
Até que na 4ª noite, após o jantar, decidimos ficar em casa, bebemos umas cervejas vimos TV, rimos … nessa noite havia no empreendimento uma festarola com churrasco e musica ao vivo (estão a ver o estilo de musica) abri a porta da varanda e puxei a Ana para dançar, o nossos colegas riram-se mas depressa nos seguiram, ao fim de algum tempo trocávamos de pares, e a festa durou, como eu tinha algum "tesão" pelas mamas da Lara evitava chegar mt próximo para não dar nas vistas, mas senti que ela chegava-se e bem, então aproveitei para sentir bem aquelas mamas e dar uma encaixada, até tirei a tshirt alegando calor, ao que fui seguido pelo Rui. A Ana como é bem mais baixa que ele ficava à altura do peito pareceu-me ser impressão minha mas quase que jurava que eles se estavam a esfregar! Continuamos com os pares trocados e o ambiente estava mesmo quente. Num determinado momento em que vou dar um rodopio agarro-a bem e qd dá a volta apalpo-a (a impetuosidade é um dos meus maiores defeitos ou virtude) ao que ela reage rebolando mais no meu pénis que já estava a meia haste! O Rui passava a mão na anca roliça da Ana e ela deixava-se estar, qd ela se solta dos braços dele para dar uma volta notámos no pénis teso dele tapado de pronto pelo corpo da Lara … Acabou!!!!! Eu e Ana começamos numa dança que mais parecia que ela era a minha namorada só faltou apalpar à descarada e beijos. Até que a musica acaba e aparentemente acabava o "ambiente" retirei-me sem esconder a minha tesão e fui seguido pela Ana! Já na cama masturbámo-nos um ao outro, vim-me para o peito dela e a noite ficou por ali …
Na manhã seguinte fomos para praia e agimos naturalmente no entanto no ar sabíamos que aquilo não tinha sido nada normal, praia, almoço, praia, esplanada e apartamento. Jantamos, arrumámos tudo e sentámo-nos a ver o programa do Jorge Gabriel em que lancei um desafio (impetuosidade, lá está) eram 4 respostas A/B/C/D e cada um escolhia uma letra fixa, quem tivesse o azar de ter a resposta certa tirava uma peça de roupa, a Lara aceitou de pronto, a Ana e o Rui provocados por nós, também entraram! A brincadeira foi gira, e no final do programa eu só tinha tirado os chinelos, a Ana, os chinelos e o top, deixando à mostra um soutien preto que lhe realça o peito (a escolha do soutien deixou-me seguro de que ela queria festa pois só o usava qd íamos sair, o que não era o caso), o Rui tirou a tshirt e a Lara foi a vencedora, ficando em roupa interior, um soutien de renda branco que mostrava toda a dimensão daquelas mamas e a cor dos bicos, e uma cuecas tapadas à frente mas transparentes atrás! Lindo, só me queria lambuzar naquele corpo!
A Ana disse então para nos vestirmos mas a Lara defendeu que por justiça todos devíamos tirar a roupa exterior, ao que o Rui apoiou pois ele queria era ver a Ana, após sentimentos de hesitação assim foi, o Rui estava com uns boxers elásticos pretos, a Ana com a tanga mais mini que ela tem, vermelha com rendas pretas de lado, aí fiquei sem duvidas e eu com uns boxers pretos transparentes com um dragão branco de lado, não enganava ninguém !!!
- Só falta a música de ontem diz a Lara. - Não sejas por isso e o Rui põe no aparelho música brasileira! Cada uma dança com o seu par e por vezes fazemos rodinha sem que ninguém tomasse iniciativa. Já com umas cervejas e sumos em cima, sai uma música de forro e para surpresa geral a Ana olha para mim, eu riu-me como a perguntar se ela estava a gostar … ela puxa o Rui e começa a dançar eu fico quase sem reacção e sinto a mão da Lara na minha cintura a puxar-me! Ele era esfrega, apalpa, roço, enrosca, encoxamento, tudo menos beijar. Nem eu nem ele conseguíamos disfarçar a mais que visível e apalpada tesão que sentíamos, e no entanto ninguém parecia se importar!
A Lara dançava bem e fazíamos um belo par com alguns passos bem combinados e sensuais, abaixadinha, rebolada, de tudo … num momento que ela começa a sambar eu ajoelho-me e vejo aquelas mamas balançar, ela roda e as minhas mãos tocam-lhe, sinto o cu, a barriga, as pernas … demais. O Rui não quer ficar atrás e faz o mesmo, a Lara vira-lhe o cu e começa a rebolar para ele, dando "pinotes" para trás pelo que até lhe toca com o cu na cara! Ele à descarada põe a língua de fora como que a lambe-la, a Lara emita a Ana e eu seguro-a nas ancas, ponho um lado da cueca para dentro e começo a beijá-la no cu, chupar, lamber. Paramos de dançar e lá estávamos nós a "prová-las" todas! O ambiente adensa-se e começamos a sentir a excitação no ar, as respirações apertam, levanto-me e viro-a para mim, apalpo-a, beijo-a, roçamo-nos, encosto-a às costas do sofá e esfregámo-nos, sinto cada centímetro daquelas mamas, começa-me a punhetar lentamente e ficamos naquela sensação durante mais algum tempo! Eu senti-a nela que queria que a tocasse mas ao invés abaixo-me e tiro as suas cuecas bruscamente, ela fica com os pelos pretos aparados à mostra e até demonstra alguma vergonha, até ver que a Ana fazia um terno mas guloso broche ao Rui! Eu começo a lamber de cima até baixo e sinto o sabor do seu líquido na minha boca, lambo o seu clítoris e as suas pernas vão desfalecendo, senta-se no sofá e eu continuo, meto-lhe um dedo, dois e ela já vai gemendo abertamente! Como adoro fazer minetes nem dou pelo tempo mas deve ter passado algum pois no sofá de 3 lugares o Rui montava a Ana com as suas pernas escachadas e gemidos contidos como habitual! Olho para cima e vejo aquelas mamas ainda presas no soutien (propositadamente) e deliro a pensar no momento que as vou ver. Aumento a cadência e a Lara acaba por se vir na minha boca gritando mais abertamente … paro e fico a beijar ao de leve aquela flor carnuda e brilhante! Vou subindo, beijo a barriga, os peitos por cima do soutien apalpo-as e ouvimos a Ana a começar a gritar, já de barriga para baixo e ele por cima dela a meter à bruta sem dó nem piedade, ate que ela solta fortes gemidos de um valente orgasmo, fico abraçado à Lara enquanto apreciamos aquele par.

A Ana olha para mim e diz como que a provocar-me
- Estás muito calado, costumas ser bem porco! (costumamos ser muito verbais)
- Não quero assustar os nossos amigos…
- Eles não se importam, pois não Rui? Mais parecias um cão com cio, diz ela para ele.
- Por mim vale tudo, até gosto!
A Lara parece admirada com a resposta do namorado, e antes de dizer qq coisa.
- Tens de saber tratar a vaca tesuda da Lara! Diz ela para mim
Ela vai a responder e é interrompida pelo namorado
- Ela tem razão acabaste de ser chupada à minha frente mor!
Como que a gostar da ideia ela sorri e rimo-nos todos um pouco.
Ponho-me de pé ao lado do sofá e tiro os boxers ficando com a minha pica tesa e brilhante da excitação apontado à cara dela, puxo a pele …
- Agora vais-me limpar a cabeça com a língua de modo a que eles vejam…
Não se faz rogada e começa com leves e deliciosas lambidelas e chupadas, verdadeiramente divinais.
Quem gostou de ver foram eles que começaram a tocar mutuamente.
O broche estava delicioso, seguro-lhe a cabeça e começa a engolir tudo, o que apesar de eu ser uma pessoa com um tamanho normal não é muito comum.
- Temos aqui uma valente brochista!
- Nota-se e chupa com gosto, diz a Ana.
De facto ela tinha uma verdadeira habilidade e gosto no que estava a fazer o que me transmitia ainda mais prazer.
Os outros estavam pegados, o Rui deliciava-se com as mamas da minha namorada e eu retirava um estranho prazer de vê-los quando fui interrompido com uma chupada nos meus tomates, olhei para baixo e adorei vê-la a deliciar-se com eles enquanto me olhava nos olhos. Que espectáculo pensei eu… aquela tesão que eu sentia por ela estava ser confirmada.
A excitação volta a subir, eu coloco-me com os joelhos apoiados nos braços do sofá empurro a cabeça dela para trás com as estocadas, mas ela sem hesitar recebe o meu pau todo dentro da sua boca. Continuei por mais algum tempo e estava prestes a vir-me quando parou e se levantou, sento-me no sofá de 3 lugares, ela coloca-se de pé à minha frente e antes que ela pudesse fazer algo começo a masturbá-la ali mesmo, continuo por um bom tempo e saboreio a expressão de prazer da cara e do corpo dela, treme, geme e até lhe falham as pernas, olho para o lado e vejo o cu da Ana virado para mim, não resisto e tb começo a masturba-la! Senti-me um rei, a Lara de pé e a Ana de quatro com o Rui a meter logo na boca dela! 2 Mulheres excitadas a gemer, fantástico!
A Lara apoia-se no meu ombro e tem um lento mas doce orgasmo com a boca encostada no meu ouvido! Olha para mim sorri e beija-me, curtimos um pouco, beijos, abraços, apalpadelas…
Parou, senta-se em cima de mim e aponta o meu pau à sua flor, devido à excitação entra facilmente e começa ali uma valente cavalgada, devo ter conseguido apanhar a posição certa porque passado alguns minutos já ela saltava visivelmente excitada, nesse momento apalpava-lhe o cu e apreciava a Ana sentada no sofá ao nosso lado e o Rui de joelhos a penetrá-la. A flor dela era óptima, quente, molhada, apertada e ela rebolava-se bem comigo lá dentro, olho para as mamas e vejo-as a saltar, decido desapertar o soutien que com o movimento sai como que automaticamente, parecia uma explosão ver aquelas tetas enormes, naturais, caídas como é normal, de bicos largos e escuros … ela junta aqueles dois colossos com as mãos e prontamente atiro-me de língua! O que a faz gozar ainda mais, dou-lhe as mamas a lamber, ela hesita, pisco-lhe o olho e ela acede, divinal, vê-la a chupar os próprios bicos.
- Muito bem, estás-me a surpreender, diz o Rui
- Ainda não viste nada, responde a Lara
Continuámos e começo a aproximar o meu dedo do cu dela, sem ela se manifestar, com suavidade mas ao mesmo tempo sem aviso tento enfiar o dedo ao que ela responde com surpresa, parando. Ficamos a olhar mas com o meu dedo lá dentro.
- Então … surpreende-me! Vá lá! Diz o Rui
- É só um dedo, diz a Ana (A verdade é que ela própria não gostava que eu lhe fizesse isso)
- Cambada de tarados … e logo enterra-se no meu dedo com alguma facilidade (provavelmente devia tentar de vez em quando com o Rui mas não muitas vezes, pois não foi fácil mas difícil de entrar também não)
Delicioso, continuamos por mais algum tempo e sem aviso colocámos as mulheres de 4 de frente uma com a outra, que imagem linda, antes de penetrá-la fui ter com a Ana encosto-lhe o pau à boca …
- Prova … digo eu
E ela prontamente saboreia o sabor da flor da amiga, delicioso e faço o mesmo com a Lara.
Ao voltar à posição de "condução" olho para elas chego-me para trás e aprecio aquela cena, chamo o Rui e por breves instantes apreciamos aquelas 2 mulheres, a minha namorada mais torneada, de pele clara, despenteada queimada pelo sol do Algarve e com a respiração um pouco acelerada, a Lara menos elegante, bem queimada, também despenteada, e com aquelas tetas penduradas com dois largos bicos a apontar para baixo!
- Quem diria que estas férias iam acabar assim, diz a Ana
Voltamos aos nossos lugares, não sem antes dar uma apalpada naquelas tetas.
- Agora é a vossa vez, meu par de bois, diz a Lara
- Estou a ver que lhe apanhaste, digo, que rica vaca leiteira aqui tens Rui.
- Estou a ver que sim.
E começamos a bombear nas mulheres, a verdade é que esta parte pouco tempo durou, pois com a excitação do momento a imagem delas as duas de frente uma para a outra a serem comidas, a cara de excitação delas foi suficiente para quase em simultâneo dispararmos para dentro delas enquanto urrávamos com 2 bichos que somos.
Desfalecemos sobre o sofá e ficamos ali quase inertes.
A Ana toma a iniciativa e vem limpar o meu pau com a boca sendo hesitantemente seguida pela Lara que agora já não podia ficar atrás e atirou-se ao namorado.
Lamberam, chuparam, deixaram tudo limpinho e no fim engoliram os restos, demais…
Tanto eu como ele adormecemos, não fossemos nós homens, enquanto elas foram à casa de banho, fomos acordados por elas que nos "levaram" para as camas e assim terminava uma fantástica noite!
O resto conto depois, mas só se este for bem recebido!

Abraço e beijos

O Pai Da Minha Amiga


Conheci a Rosa no liceu, quando tinha 17 anos, ficamos logo muito amigas. Juntas descobrimos muito e a certo ponto éramos inseparáveis. Um dia ela convidou-me para dormir em casa dela, depois de uma ida à discoteca. Falei com os meus pais e ficou tudo Ok. Depois de uma noite muito divertida, chegámos a casa às 5 da manhã, em silêncio para não acordar o pai dela. Íamos pelo corredor quando de repente senti um corpo quente esbarrar comigo - Quem é? - respondeu uma voz; acendi a luz e vi um homem moreno de olhos castanhos que apenas vestia uns boxers, senti um calor invadir-me e as quequinhas a ficar molhadas, quando a Rosa disse, Bárbara este é o meu pai; ela deu-lhe um beijo de boa noite e eu impulsivamente fiz o mesmo. Fiquei louca ao tocar-lhe, nem conseguia dormir a pensar naquele corpo de homem e o vulto nos boxers.De manhã já tinha passado, mas decidi que naquele dia não vestiria quequinhas, ia brincar um pouco. A Rosa foi comprar o pão e eu fiquei pela sala a ver televisão. Quando o pai dela apareceu cumprimentei-o cordialmente - a festa ia começar! Tinha um vestido azul bem curtinho, de modo que me levantei e comecei a procurar uma revista, de costas para ele; baixei-me o suficiente para que me pudesse apreciar o rabo e a ratinha. Quando me ia levantar reparei que estava sentado no sofa e que se acariciava por cima das calças. Sorri. Levantei um pouco o vestido e comecei também eu a acariciar a minha ratinha. Chamou-me com um sinal, a que acedi de imediato. Deitou-me no sofá e começou a lamber-me a ratinha. Eu gemia baixinho, a mãe da Rosa ainda dormia e a minha amiga podia chegar a qualquer momento. De repente vi o membro dele sair das calças, duro e pronto para me penetrar. O prazer que senti foi maravilhoso, nem sei bem quantas vezes me vim. Aquele homem sabia o que fazer. Estávamos a ter mais um orgasmo quando a chave entra na porta, levantámo-nos descontraidamente e aguardamos que a Rosa entrasse - Bárbara, ainda bem que fizeste companhia ao papá, vamos tomar o pequeno almoço - Sorri e levantei-me para a seguir, ela virou costas para se dirigir à cozinha e ele ainda me levantou o vestido e deu-me a última lambidela na ratinha.

Mamada Real


Depois da magnífica punheta que, com o estímulo do meu marido, eu batera ao rapaz do hotel, não parava de sonhar com o dia em que pudesse esfodaçar à vontade um bom caralho estranho, com o meu amor a ver. Para já, e sob a orientação do Ruben, que eu nunca parava de picar, fui rapidamente ficando perita em entesoar todo o mundo. Comecei com as exibições na praia, onde só usava micro bikinis de fio dental, e adoptava posições super provocatórias, como de joelhos e cotovelos na areia, com os rins bem abatidos, para obrigar as nádegas e a ratinha a ficarem bem visíveis e empinadas, enquanto «tirava» a areia da toalha, ou de pé, de pernas bem afastadas, dobrada pela cintura, a «arranjar» as coisas no saco. Depois descobrimos uma praia onde eu podia, com alguma habilidade, ficar toda nua, só com a toalha a fazer uma barreirinha, o que me permitia escancarar as coxas queimadas e mostrar a quem por ali se ia passear, a minha esplendorosa ratinha bem tratada e reluzente. Finalmente à noite nos restaurantes e na boite, fazia o maior sucesso com os lindos, mas atrevidíssimos vestidos, que o Ruben me preparara para as núpcias, de finos tecidos, grandes decotes, fundas rachas ou quase transparentes. Claro que isto fez com que, em apenas um par de dias, já fossemos um dos casais mais populares do clube, pelo menos junto dos casais mais modernos, fazendo aliás amizade com meia dúzia deles. Nos dias que se seguiram a toada de confiança manteve-se e toda a gente estava sempre muito bem disposta, sendo perceptível a tesão que perpassava no ambiente. Toda agente usava todos os pretextos para se tocar, desde os maridos dumas porem creme solar nas mulheres dos outros e vice versa, até ás descaradas investidas dentro de água, deles e delas. Entretanto nós, no meio de grandes fodas conjugais, confidenciámos um ao outro que estávamos adorar a lua de mel, ficando combinado que como aquela era a ultima noite, eu deveria arranjar forma de arranjar um programa em que faria uma bela punheta a um deles, com o meu maridinho, ali ao lado, a papar uma punheta da mulher do outro. Designado o casal mais apto para emparelhar, acertámos em grande cumplicidade e tesão, todos os outros detalhes da aventura, que eu não via a hora de ocorrer. À noite, numa das boites, depois de uma boa sessão de esfrega, convidámos o casal para beber um copo no nosso bungalow, após o que o Ruben me surpreendeu, informando que ia andando à frente, para liquidar as contas e podermos sair para o aeroporto logo de manhã. Algum tempo depois iniciei eu a saída, subindo as escadas de caracol atrás da Juanita, quando senti as mãos do Diego, que aproveitando a situação, as fazia subir pelas coxas acima até lhe passearem livres e frenéticas pelas minhas opulentas nádegas e ratinha enfurecida. Chegados a casa, servi umas bebidas e pus uma musiquinha boa, enquanto aguardava que o meu homem chegasse e instalámo-nos todos no sofá do living, comigo no meio do casal. Ela encostou-se muito macia ao meu peito, enquanto poisava uma mão no meu colo. Ele que estava a ferver entretanto, do outro lado, não parava, e já tinha conseguido subir-me a saia do vestidito e enfiar-me um dedo por trás, por dentro da calcinha mini, de forma que se começava a insinuar nas minhas beicinhas impacientes. Quando estava a pensar o que poderia o Ruben estar a fazer, já ele tinha conseguido enfiar dois dedos pela minha coninha acima e eu tinha as pernas a tremer de tesão. Para pioraras coisas, agora era a Juanita que me afagava, com montes de meiguice, as coxas trazendo sempre mais para cima o vestido e desnudando-me a pele a escaldar, que logo acariciava em festinhas deliciosas que vinham sempre até mais acima. Porque o embrulhanço com ela, nem estava no programa, mas era algo que muito me estava a agradar e por certo deixaria o meu maridinho a ferver, deu-me um tesão danado e para me tirar de dúvidas, pus o braço mais a jeito e passando-o pelas costas dela, alcancei uma das suas exuberantes mamonas e afaguei-a com intenção. Ela estrebuchou logo enquanto deitava a cabeça no meu ombro e sussurrava, «que bom asi queridita» De repente, talvez eu pudesse oferecer ao maridão um programa muito melhor do que ambos esperávamos. As minhas dúvidas acabaram quando senti a mão dela a aflorar e apalpar-me a mama esquerda, através do vestido, enquanto erguia o rosto para me olhar nos olhos. Entesoada pelo quadro que não esperava e pelo trabalho demoníaco dos dedos do Diego, abracei melhor os ombros da Juanita e num palpite, busquei a boca dela e sentindo-a estremecer forte, colei-lhe nos lábios os meus e forçando a língua por entre os dela, iniciei um linguado que nos fez gemer a ambas, de desejo e emoção. Mas também o Diego se entusiasmava, pois que sabendo-me anestesiada, me puxou a outra mão para a tranca, que entretanto sacara para fora e que parecia de pedra. A Juanita entretanto, sem nunca para de me linguar, havia-me despertado toda a frente do vestido expondo para o casal as minhas enormes e rijas meloas, passando agora os dois a afagá-las com o maior doçura. Inebriada no meu primeiro linguado, depois de casada, com uma tão bela mulher, estava com dificuldade em ordenar os pensamentos, embora tivesse bem presente que o Ruben ainda não chegara e aquilo era suposto ser um programa para os dois. Claro que ele quando chegasse, logo se enturmava e por isso não tinha mal eu gozar um pouquinho com o lindo casalinho, para os manter bem quentinhos. Só que também a Juanita se empenhava a fundo, já que fazendo concorrência ao atarefado marido, me sondava a cona ensopada, e encontrando-lhe a boquinha mimosa, logo esgueirou dois dedos lá para dentro, numa foda enérgica e precisa, que me estava enfraquecer perigosamente. Enquanto eu procurava pagar à Juanita na mesma moeda, esfregando-lhe com vigor, a ratinha macia e delicada, o Diego resfolegava para se passar para as minhas costas e assim melhor me poder encavar, na rata encharcada e arfante, a grande pichota enraivecida, que porfiava para tirar da minha mão. Sabendo que se ele o conseguisse, eu dificilmente o conseguiria impedir de me comer a coninha ali mesmo, toda afogueada da imensa tesão que me consumia, agarrei-lhe a sarda ainda com mais força e empurrando com genica a Juanita para baixo, escancarei as coxas, obriguei-a a esmagar a boca carnuda na minha cuequinha ensopada, mantendo-me a cona ocupada e portanto livre de perigo. Ela logo afastou a calcinha, e começou-me chupar as minhas beicinhas gorduchas e o grelão inchado de tusa. Enquanto isto e impossibilitado de ter o que queria o Diego tentava agora desesperadamente levar o enorme caralho marmóreo e pulsante para junto da minha boca carnuda, pedindo arfante que lho chupasse, enquanto insistente me puxava a cabeça para ele. Resistindo heroicamente, enquanto lançava angustiosos olhares de esperança para a porta por onde esperava que o meu homem entrasse, eu aumentava a frequência da punheta, enquanto ia irremediavelmente perdendo terreno face à maior força dele e ao efeito devastador do minete que a mulher me esgalhava, agora com a língua pastosa toda enterrada dentro de mim. Por duas vezes ele conseguiu que a cabeça inchada da tora imponente me aflorasse os lábios rubros e túrgidos, loucos para se abrirem e lhe engolir, aquele cabeção túrgido, e por duas vezes eu, para ser fiel ao combinado com o meu querido, havia conseguido impedi-lo de ma encavar entre eles, fazendo-o deslizar pela minha face ruborizada de luta e de tesão, até que à terceira, com habilidade e força ele finalmente conseguiu controlar a cena, e eu com um olhar de desespero e impotência para a porta, fui forçada a abrir a boquinha mimosa e deixar entrar um pouco daquela cabeçorra impertinente, mas tão apetitosa. Com um silvo, misto de vitória e tesão incontável, ele empinou as ancas, na ânsia instintiva de mo aviar logo todo, forçando-me a abrir um pouco mais a boca, para lhe poder acomodar o ímpeto. Mas não tardou muito que conseguisse mergulhar toda a cabeçona lá para dentro, pondo-me os lábios polpudos num perfeito «O», que o meu marido sempre dizia ser tão deliciosamente sensual. Com a cabeça firmemente travada pelo tronco a braços dele, e torturada pelo irresistível minete dela, eu limitava-me a ter de receber sempre mais um pouco do monstrengo, dentro da minha boquinha vencida, à medida que o cabrão desferia umbigada atrás de umbigada. A verdade é que naquela refrega toda, eu já me tinha vido duas vezes e estava a caminho de uma gloriosas terceira, pois não era possível resistir por um lado ao trabalho da língua diabólica da minha amiga e por outro àquela luta titânica contra aquele mangalho maravilhoso, que forçava o seu caminho para dentro da minha boca. Entretanto o grande sacana, como que adivinhando o meu pensar, desferiu-me mais uma rápida série de fortes bombadas empurrando o valente piçalho pela minha boca adentro, o que só fazia com que a minha febre aumentasse de forma exponencial. Sempre com o pichotão firmemente apertado numa das minhas mãos, enquanto com a outra lhe mungia os enormes colhões, não conseguia parar de o punhetar, enquanto ele prosseguia, milímetro atrás de milímetro, a sua inexorável caminhada para dentro dos meus lábios inchados e húmidos dos seus pré-sumos, quer pelo vigor das suas fueiradas quer pela cedência da minha cabeça que se baixava, humilde, para o todo vitorioso. Finalmente com um urro de vitoriosa tesão o Diego conseguiu o que tanto forcejara: encavar o bacamarte todo dentro da minha boquinha mimosa, com excepção do naco que eu mantinha na minha mão, onde batiam, agora a bom ritmo, os enormes tomates inchados. A outra tinha acabado de me enterrar dois dedos pelo cuzinho mimoso acima, sendo que outros dois se encontravam bem embebidos na conaça pulsante, enquanto o marido tomava balanço e nas ultimas vascas, desenfiava a sarda até só a cabeça lá ficar dentro, para voltar a enfiá-lo todo, fodendo-me a boca, com um ritmo sempre mais feroz, perante os olhos esbugalhados da mulher que me sugava a alma e toda a resistência pela cona, roubando-me a capacidade de imaginar o pobrezinho do meu maridinho, quando entrasse e visse a sua adorada com um caralhão daqueles, todo entalado na boquinha que ele tanto adorava. Foi neste sentir que de repente, que uma enorme e súbita esporradela acabou por ocorrer, em abundantes e sucessivos jactos de saborosa e espessa langonha escaldante e levemente salgada, que me encheram a garganta e a boca de tal forma que me escorriam pelos cantos, e caiam sobre as mamonas reluzentes, enquanto ele continuava a bombar, possuído se um frenesim imparável…
Só depois deles saírem, eu vim a perceber que o meu maridinho, numa manobra premeditada, se tinha escondido dentro do armário, mesmo na frente do sofá, onde tudo se tinha passado, e onde tinha estado a torcer, para eu ceder à pressão deles e ele poder filmar aquele minete e broche infernais..que não estando programados, nos tinham levado à quase loucura…

17 de Abril de 2008

Arriscar em publico


olá a todos

Decidi finalmente por no papel as minhas aventuras, minhas e do meu namorado.
Vou apelidar-me de mónica e a ele de carlos, para manter sigilo, e vou narrar-vos algumas das mais emocionantes e veridicas histórias de uma tarada por sexo e pela depravação.
A primeira aventura que vos trago passou-se à cerca de um ano.
eu sou dona de uma cadeia de lojas de moda, roupa, calçado e acessórios, e como ninguem melhor que a patroa para publicitar os artigos da loja, faço questão de usar o que vendo.
gosto de me vestir de modo muito provocante, salientando as minhas formas. Nesse dia tinha vestido umas calças brancas com um top preto muito justo.
entra-me um cliente na loja, junto coma namorada, falando-me que queriam roupa para irem a um casamento. e diz-me ele "para a minha mulher pode-ser uma roupa igual à sua" e eu disse-lhe que para usar aquilo tinha que a sua namorada usar "fio dental" se não ficaria mal. Responde-me ela "normalmente não uso nada por baixo" e nisso reparando que não havia ng na loja, levanta a saia e mostra-me e diz vê. A verdade era que era uma cona magnifica que ai estava a minha frente, colocando logo o namorado de pau feito. Eu não perdendoa a calma disse, assim tb fica bem, mas sem me aperceber começo a acariciar aquela cona maravilhosa, ao memso tempo o namorado começa a desapertar-me as calças. só pedi para fechar a loja e então começamos, eua comer a cona daquela fodilhona e o namorado a lamber-me a cona e o cu.
Diz-me ela acha que sou capaz de usar isso, acho que sim respondo eu, entaõ sinto o namorado dela a meter o seu caralho na minha cona, enquanto ela se consolava com um vibrador que tira da mala. Aquele caralho fodia-me taão bem, estva a adorar. depois diz-lhe ela. Amor fode-lhe o cu, e eu gostando da ideia, dei o jeito enquanto ela se masturbava, vendo a situação, eu gemia como uma louca, cheia de tesão, diz-me ela gostas puta, gostas do pau do meu homem, eu tava a adorar, e agora vais comer-me a cona ao mesmo tempo, adorei chupar-lhe a cona. Mas ela queria mais, e diz ao homem, vem agora montar-me a mim e o namorado de uma só estucada enterra-lhe o pau no cu, ela gemia, gritava, berrava, lambendo-me a cona ao mesmo tempo. Tava demais. ela diz-lhe esporra-te na boca dela agora e foi o que le fez, para o meu consolo, encheu-me a boca de esporra, foi demais.
Claro que acabaram por levar a roupa sem pagar e coma apromessa de sempre que quiserem voltar, mas isso é para depois, como daquela vez que tava eu com o meu namorada e vem ela com uma amiga, já tão a imaginar, só vos digo que foder em grupo é do melhor que há, e corromper professores tb.
Quem quiser compartilhar factos comigo já sabe.
EMAIL:gataselvagem69@yahoo.co.in

Visinhas do 2ºAndar


No segundo andar do meu predio eu tinha um amigo com quem eu costumava muito lidar ate que um dia era para ir ter com ele a casa dele porque iamos juntos para um pavilhao pois iamos jogar futebol, e quando bati a porta ele ja nao estava em casa e quem veio abrir a porta foi a irma. Uma bela rapariga com um corpo muito perfeito, e quando eu via aquela miude, ficava completamente excitado, o mesmo se sucedia com a mae que tambem era uma bela de uma "cavalona". Quando a irma abriu a porta vinha so com uma toalha enrolada ao corpo, pois ela tinha acabado de sair do banho, e disse-me para entrar, eu com o pau completamente em pe, nao recusei (esquecendo que tinha o jogo), ela pediu-me que lhe pusesse um creme no corpo, entao eu comeco a massajar-lhe o corpo e a minha excitacao era tanta e tava quase a dar em louco, ela manda a mao ao meu pau e tira-o para fora das calcas e comecou a lambe-lo e vim-me para dentro da boca dela...e ela voltou para a casa de banho pedindo para que eu nao saisse do quarto dela porque ela ja voltava. Passados alguns minutos oico a porta a fechar, era a mae dela e vem direito ao quarto para falar com a filha quando da comigo dentro do quarto e perguntou-me o que tava la a fazer. Eu respondi q a filha tinha-me pedido para falar comigo e que estava a espera dela ( o que era mentira e que se a desejando que a mae se atirasse para cima de mim). A mae dela senta-se a meu lado na cama e diz-me que eu nao devia estar ali, mas sim no quarto ao lado(o da mae), assim que diz isso comeca a acarciar-me o pau...de seguida pegou-me na mau e dirigiu-me o quarto dela e comeca-me a fazer um "bico" e voltei a vir-me mas desta vez para a boca da mae, a mulher continuou ate eu voltar novamente a ter tesao e pediu-me para que lhe fizesse um minete e nao recusei, foi a vez dela se vir quando eu estava a a lamber-lhe aquela linda ratinha peladinha, ela pediu-me para a penetrar e eu louco com a situacao voltei a nao dizer que nao porque era realmente aquilo que eu queria e nesse exacto momento entra a filha no quarto. A mae pedindo-me para nao para e eu a olhar para a filha, foi quando a filha se decidiu juntar a "festa", eu estupefacto com a cena em que estava a entrar (mae e filha a fazerem sexo) metia-me ainda mais excitado e fodia ainda com mais forca. Tivemos ali umas belas 2horas a fazer sexo louco e nunca mais me esqueco dessa tarde, sendo a minha maior loucura sexual...

Corrida de Luxo


Olá... a minha história não é das mais originais mas foi bem quente. Sou taxista e fui começar um serviço à porta duma discoteca de Lisboa. Apanhei um casal....ela pareceu-me logo bêbada, mas ele parecia estar mais ou menos!
Quando estávamos a passar o Monsanto ela que o vinha a apalpar desde que entrou sacou-lhe o caralho para fora, e começou a masturbá-lo bem devagar por debaixo de um casaco que pôs no colo dele. Enquanto passámos por uma rotunda mais iluminada consegui ver que ele já estava teso, e que o casaco nada cobria...quando voltámos para as curvas escuras ela baixou-se e começou a chupá-lo e ele viu-me a ver e riu-se para o espelho...eu disse "então? como é? não podem esperar?" e ela disse "não"..."pare aí, se faz favor " ...eu ainda hesitei , mas quando ele insistiu eu parei mesmo...Encostei a uma berma e ela nem perdeu tempo ..tirou as calças de ganga e começou a arranjar-se para se montar nele...eu ainda esbocei uma reacção para eles pararem mas quando ela começou a cavalgar e comecei a ver aquele show privado, não consegui parar de ver...ela montava-o e eu no banco da frente virei-me e quando ele lhe começou a apalpar as mamas e a pôs em tronco nú, eu abri a berguilha e desatei a masturbar-me...entretanto ele quis penetra-la à canzana e como nã tinham espaço, ele saiu do carro , deu a volta e de pé no meio do monsanto desatou a fodê-la...eu quase me vinha primeiro que eles...ela gemia imenso e eu estava a adorar...ele começou a dizer que se ia vir e para que aguentasse mais um pouco saiu dela e perguntou-me se eu queria.....eu ainda hesitei...mas quando ela me disse (melhor me gritou "ANDA!" ...eu não resisti...levantei-me e omi-lhe aquela racha com toda a força...ela parecia estar a adorare quando começou a dizer que se estava a vir não aguentei e esporrei-me todo.....ela ainda estava a arfar do 1º orgasmo e ele tirou-me dela e continuou mais uns 2 minutos até se vir....ela ficou logo sóbria e eu desatei a fazer perguntas até casa deles....foi lindo.....o problema foram as nódoas no banco de trás..

Surpresa



Tocar a pele macia de um seio jovem. Correr as mãos pela perna firme e sedosa de uma jovem é sem dúvida, uma sensação deliciosa. Mas nada se compara a experiência e ao tesão de uma quarentona! Há, no entanto, aquelas que não param por aí. Deixem-me contar-lhes uma historia: há dois anos conheci uma quarentona, na verdade quase cinquentona. Não aparentava, não aparenta. Não fossem pequenas rugas junto aos olhos e as mãos. Ah as mãos! Elas nunca enganam! Disse-me ela que estava separando-se após vinte e sete anos de casada e que, ao encontrar-me, sentiu algo que mexeu com ela. Ela queria-me. Queria-me por um dia, por um mês, pelo tempo que eu quisesse. E eu topei! E veio a primeira noite: de cara ela disse-me que nunca havia feito nada com outra pessoa além do seu marido, com quem já não tinha nada há anos e não sabia como reagiria; que já não era mais criança e tinha vergonha. Assim, queria a luz apagada. Após alguns drinques fomos à minha chácara e fiz tudo como manda o figurino: mais drinques, música de fundo, meia-luz, gentileza e tenda armada. Bem armada! Ela sentiu ao dançarmos meia My Romace na voz de Sarah Vaughan. O tesão de ambos era grande. Eu estava disposto a dar àquela senhora tudo que ela não havia tido em vinte e sete anos. Com jeito a despi e deitei-a sobre a cama dando-lhe beijos nos lóbulos enquanto acariciava-lhe os seios. Lentamente fui descendo com meus lábios, beijando-a suavemente e, ao chegar aos seios, passei a mordiscá-los levemente, quase ao ritmo da música. Movendo-me para a parte mais próxima ao pé da cama, desci meus lábios para seu ventre e cheguei ao púbis. Utilizando apenas os lábios, enquanto com as mãos acariciava seus seios, pus-me a puxar seus pelos próximos aos grandes lábios. Ela, instintivamente, abriu um pouco mais as pernas e enterrou suas mãos em meus cabelos como a querer conduzir-me para seu sexo. Gentilmente desviei-me. Ela percebeu que iria ser do meu jeito. Livrei-me das mãos sobre minha cabeça, voltei a aproximar minha boca do seu sexo e ela novamente abriu a perna. Eu apenas rocei meus lábios naquela rosa quente e, num toque bem sutil de mão, ainda longe do seu sexo, busquei abrir seus lábios um pouco para que pudesse sentir o que eu iria fazer a seguir. Entreabrindo os lábios, de forma a deixar a parte mais sensível exposta, apenas bafejei sobre eles. Um bafejo quente, profundo, que ela pudesse sentir. Repeti o bafejo duas ou três vezes arrancando-lhe suspiros e, quanto ela imaginou que então eu cairia de boca, subi novamente, suave e lentamente, roçando meus lábios em seu corpo até chegar aos seios. Após beijá-los, mordiscá-los e chupá-los novamente, repeti a operação descida, e repeti a operação subida, e descida, e assim até que, ao descer, notei-a inteiramente molhada. Após minha terceira ou quarta subida ela não resistira e, a cada nova subida minha ela aproveitava para masturbar-se um pouco ficando toda lambuzada e, à meia-luz, com o púbis brilhante. Neste ponto resolvi penetrá-la. Até então eu havia permanecido de cueca e numa posição que não lhe permitia tocar ou segurar meu sexo. Eu queria que ele fosse uma total surpresa para ela. Seria grande? Seria pequeno? Ela certamente havia sentido ao dançarmos, mas era diferente; calça jeans, meio apertada, e cueca, são coisas que enganam. Com ela deitada e eu de joelhos frente às suas pernas, ela percebeu que eu me despia, e abriu um pouco mais as pernas, para uma posição de pai-e-mamãe, tentando enxergar-me. Evitei. Posicionei-me frente a sua coxa esquerda, escondendo-me um pouco atrás de sua nádega e segurei seus joelhos movendo-os à minha esquerda. Ela assustou-se ao perceber que a inclinava uma pouco para sua direita e, enjeitando a posição de pai-e-mamãe que ela me oferecera, penetrei-a numa posição quase por trás. As pernas estavam abertas, erguidas e meio inclinadas à sua direita e a penetração foi delicada mas firme. Foi uma surpresa para ela. Tudo foi surpresa, as carícias, a posição e a forma de penetração, com minha mão esquerda, agora sim, acariciando seu grelo. E também meu tamanho: não sou nenhum fenômeno de cumprimento, porém meus vinte e dois e meio abrigam algo que, no meu entender, ajuda muito: outros seis e meio de diâmetro e, isso, eu sei, é bem servido. Não entrei de uma vez. De inicio penetrei-a até a metade, observando bem seu rosto e sua reacção, vendo-a arfar e gemer de prazer, com a face expressando aquela miotomia que Master & Johnson observaram ser própria da fase plateau que acontece o gozo. Resolvi penetrá-la mais fundo e o fiz em duas vezes; em ambas praticamente tirando novamente até a ponta e retornado mais profundamente até que, na segunda, toquei-a ao fundo. Deixem-me falar desta técnica: as penetrações posteriores, realizadas rápidas, após a primeira, se realizadas com a retirada do cacete quase que inteiramente, proporcionam à mulher uma sensação de redobrado prazer. O motivo são simples. Primeiro, a entrada causa grande prazer à mulher, segundo, o ar! É isso mesmo! O ar que penetra naquele momento de semi-retirada do membro e a nova penetração, mais vigorosa, é altamente estimulante à mulher - e ao homem também! A partir de então ela não se conteve e o gemido até então baixo subiu... e muito! Ela contorcia-se e percebi que a partir do sexto ou sétimo vai-e-vem ela passou a ter orgasmos múltiplos! Eu não acreditava! Nunca havia sido tão fácil levar uma mulher tantas vezes ao gozo! Numa dessas contorcidas, com medo de escapulir, sendo ela leve, deixei de acariciá-la com a mão esquerda e levando ambas as mãos às suas nádegas a ergui para mais próximo de mim, segurando-a firmemente, fazendo com que a sequência seguinte fosse mais profunda e, com isso, vi-a atirar os dois braços para cima da cabeça de emitir verdadeiros urros de prazer. Ela era de fato um tanto escandalosa e essa de jogar os braços para trás assustou-me um pouco e fui, aos poucos, diminuindo o ritmo até parar. Não gozei. Mas era como se tivesse gozado! Inicialmente imaginei-a mestruada ou sangrando por algum outro motivo. Depois constatei que não. Ela tinha um sistema de lubrificação incrível, tanto que escorria-lhe pelas pernas! Tendo percebido que eu ainda estava duro e que ainda não havia gozado, ela já totalmente desinibida tomou-me em suas mãos e pôs-se a chupar-me, querendo-me fazer gozar daquele jeito. Mas não era o que tinha em mente para o momento; dado ao susto estava meio flácido. Deixei-a, entretanto, chupar-me por alguns instantes e depois, afastando gentilmente sua cabeça, envolvi-a numa toalha e levei-a para a piscina. Era uma noite quente e um mergulho seria bem vindo, relaxante Na Itália, da região de Piemonte, na província de Canale, fabrica-se o mais soberbo Amaretto que um ser humano pode beber. Eu não o utilizo apenas para beber. Há muito que resolvi substituir o champanhe pelo Amaretto para a famosa cascata. Eu a chamo Cascata de Piemonte! E esse foi meu próximo passo. Sentando-a sobre o balcão do bar da piscina, enchi dois copos longos com bastante gelo moído e fiz dois frapés de Amaretto. Ao tomá-lo ela fez um rosto de deliciosa surpresa - o amaretto é realmente fantástico - e seu sorriso, lindo, jovem, fez-se largo reflectindo seus dentes perfeitos à luz do luar. Tomei a garrafa e, com cuidado, encostei o gargalo em seu pescoço, dois dedos acima do tronco, e deixei o líquido escorrer. Ah maravilhosa natureza, que busca correr sempre os melhores lugares! O liquido desceu por entre seus seios e encaminhou-se, na velocidade certa, para o seu monte de Vênus. Quando ameaçou ultrapassá-lo, posei meu lábios na parte inferior da sua boceta, de forma a deixar primeiro o líquido percorrê-la toda, para então solvê-lo ao final. Ah se os artesões de Piemonte soubessem o processo que descobri para abençoar tão precioso líquido! Novas cascatas, novos mergulhos e belas toalhas felpudas bem esfregadas sobre a pele deixaram-nos prontos para recomeçar. A caminho da casa, já nus sem constrangimento, aí então ela realmente teve a oportunidade de ver-me, como bom árabe, de adaga em riste e, assim, sentei-a à beira da cama, de estilo balinês, na altura certa, e deixa-a chupar-me por alguns instantes. Posicionei-a então de joelhos no meio da cama, porém mais próxima à cabeceira, olhando para toda extensão da cama e, abrindo-lhe as pernas de maneira a mantê-la bem equilibrada, com o tronco em pé, deitei-me sobre a cama enfiando minha cabeça entre suas pernas para chupar-lhe enquanto, com uma das mãos, me masturbava lentamente para que ela pudesse apreciar o quadro. Bastaria que ela se curvasse para completar o sessenta e nove. Mas não é isso que eu queria. O sessenta e nove é posição para inexperientes! Ele faz com que o casal não saiba se se preocupa com o próprio gozo ou com o prazer do outro. Na posição em que eu a deixei, vejam bem, ela estava sendo chupada enquanto, com meu braço esquerdo, por ela ser pequena, eu contornava sua coxa por fora e alcançava sua bunda acariciando suavemente seu ânus, e com o outro eu continuava me masturbando, nem tanto para me excitar, mas mais para proporcionar-lhe uma visão extremamente erótica do meu cacete. Era, na verdade, uma punheta de exibição, onde eu segurava mais a base do pénis, ao contrário do que se costuma fazer quando se quer buscar o gozo por este meio, deixando a vista toda a parte de cima e a cabeça, para atiça-la E deixava ainda seus braços livres, um para apoiar-se ligeiramente sobre meu peito, equilibrando-se perfeitamente e outro para ela também acariciar-se, o que soube fazer de forma magistral, atingindo, a certa altura, uma velocidade fenomenal! Neste ponto "a" surpresa: entre gemidos e rebolados para um lado e para o outro, que dificultavam-me continuar chupar-lhe e penetrar-lhe com a língua de forma certeira, veio-me à boca um jorro de sabor ligeiramente amargo juntamente com um grito extremamente alto, um misto de prazer e espanto. Em princípio imaginei que, por um azar qualquer, havia sido brindado com uma pequena mijadinha. Entretanto, na hora a espessura do líquido e, depois, em conversa, fez-me perceber que na verdade eu a tinha feito ejacular. É, o termo vai em itálico porque nunca acreditei que isso acontecesse ... até então. Quando percebi que aquilo havia sido um gozo incrível excitei-me demais e achei que devia dar o troco: corri minha meu braço, que ainda estava contornando-lhe o coxa e acariciando o ânus, para altura do seu pescoço e a fiz inclinar-se sobre meu cacete, enterrando-o em sua boca. O tempo foi certo. Mal ela abocanhou-me e sugou-me duas ou três vezes veio-me o gozo. Eu tentei ainda sair de sua boca, porém com ela firmemente abaixada, com o pau bem dentro boca, a minha puxada contra o colchão foi insuficiente para tirar o pau, relativamente grande, todo fora da boca. Assim, o primeiro e segundo jorro, este último o mais forte, deu-se todo em sua boca e os demais, um atingiu-lhe parte do rosto uma vez que estava buscando sair de sua boca e outro rasgou o ar retornado por sobre o meu corpo juntamente com as demais escorridas que sucedem o gozo. O fato, em que pese ela também ter gozado em minha boca, causou-me uma apreensão momentânea. Como ela reagiria àquela gozada em sua boca? Certas mulheres não gostam... Não era o caso dela. Logo a seguir levou os dedos à face, limpando-a, pondo-se a seguir a lamber os dedos e, depois, como num rito, todo meu corpo para, ao final, pegar nossos copos, passar-me o meu e brindar aquela fantástica foda. Também vim a saber que quanto ao rito de lamber-se e lamber-me todo, este veio do costume de observar os gatos, com os quais muito conviveu, e a gozada que ela me deu na boca, essa, bem...essa eu tenho feito questão de repetir pelo menos uma vez por semana com a mulher mais incrível que já conheci, que diz que me ama e eu aceito, que as concorrentes dizem de não sabem o que eu vi nela. E eu não conto. Só a vocês.

Tudo em Familia


Desde que me apanharam na net a procura de sexo a nossa vida mudou e somos todos mais felizes.
Esta historia não e veridica mas nela estão muito das fantasias que quero concretizar.
Desde muito novo que tenho tido um educação sexual bastante aberta, vivia com a minha tia e a minha avo desda a emigração dos meus pais para França trabalharem, fiquei com a minha tia Natalia aos 5 anos pois era muito pequeno para os acompanhar. A minha tia era professora de ciencias e uma pessoa que sempre cuidou da minha educação, dando-me sempre liberdade para viver a minha vida.
Aos dezanove anos a minha avo faleceu e foi a altura que a minha tia resolveu casar com um colega de trabalho o Rogerio, uma pessoa espetacular com conversas abertas e divertidas, eram pessoas liberais sem prolemas raciais ou relegiosos faziam um casal que eu muito apreciava, não os sentindo como pais mas como amigos.
Os dias eram felizes eu era um rapazola com as hormonas a mil a hora ja tinha tido as minhas namoradas e algumas fizeram verdadeiras noitadas em minha casa com consentimento do meus cuidadores.
As aulas corriam bem e eu estava numa altura de aprendizagem e descoberta por isso o Rogerio decidiu comprar um computador onde instalamos a net, eu ja tinha ouvido falar em casos de encontros pela net e por isso decidi investigar, tanto investiguei que descobri coisas que nunca imaginava que existiriam na net, como a troca de casais o menage embora fosse uma coisa que ja me tivesse assolado nos meus penssamentos graças ao são relacionamento com a minha tia e com o Rogerio.
Ja por varias vezes os tinha espiado a fazerem amor a tomarem banho a trocarem de roupa,
a Natalia era uma mulher de 33 anos, loira para o forte mas bastante sensual com uns peitos grandes e as ancas largas, o Rogerio era alto moreno um homem com um ar de senhor certinho mas muito sensual com 35 anos e pelo que me tinha aprecebido com um instrumento bastante grande.
Quando comecei a descobrir estas coisas na net nunca imaginava que eles tambem procuravam alguem, mas eles descobriram o que eu queria, pois eu ja tinha respondido a varios anuncios com fotos e um desses anuncios foi o deles.
Estranhei alguns comportamentos algumas perguntas e conversas, mas não pensei muito na situação em relação a eles pois a fantasias de estar com um casal eram grandes demais.
Numa noite de começo de verão onde o calor se começava sentir mais estavamos a jantar os tres e eu sempre com a presa de ir para computador comi a correr e quando acabei ainda a mastigar pedi licença para sair da mesa, a que fui intrepelado pelo Rogerio que me disse, "e melhor não subires precisamos de ter uma conversa contigo".
Achei que ia levar uma reprimenda por algo que tinha feito, esperei que acabasem a refeição e que arrumasem a mesa, ao fim de uma hora la estava eu sentado na sofa da sala a espera deles que ja tinham acabado, Rogerio sentou-se no seu cadeirão habitual enquanto Natalia se sentou na outra ponta do sofa onde me encontrava, o Rogerio num tom hesitante mas calmo começou por me dizer a dificuldade que tinha em começar aquela conversa e explicou-me que depois de o computador ter vindo para casa ele e a Natalia começaram a descobrir coisas novas e que tinham optado por um anuncio na net, procuravam um homem para estar com os dois e foi com supresa que descobriram a minha resposta ao seu anuncio, eu neguei e disse que não sabia de nada, mas tudo com medo de uma represalia e sem se quer me lembrar do que eles tambem procuravam, fazendo-me acalmar Natalia disse que não fazia mal e que estaria dispostos a serem eles a realizarem aquelas fantasias que eu tinha descrito na resposta ao anuncio, fiquei calado e rosei de vergonha, a Natalia passava a sua mão pela minha cabeça e dizia "não te preocupes nos vamos tratar de tudo" e levantando-se puxou-me a mão e pondo-me de pé em frente ao Rogerio deu-me um beijo na boca e disse "vais ser o nosso protegido como queres", tirou-me a t-shirt e tirou-me os calções de banho deixando-me completamente nu em frente ao Rogerio que me mirava com um ar dominador, levantou-se e ao mesmo tempo que Natalia se sentava olhava sem o menor gesto, Rogerio chegou a minha beira e agarrando os meus colhões com carinho a que me fez suspirar de prazer, disse com voz dominante "vais ser nosso como queres mas vais ter de ser muito bem comportado e obediente", despiu-se e começou a tocar-me por todo o corpo beijando-me os mamilos e tocando meu menbro, eu estava passado de exitação e fechava os olhos, de uma das vezes que os abri ja estava a Natalia a minha beira e beijava-me a boca com carinho enquanto Rogerio continuava com a sua mão firme a tocar as minhas coxas e a lamber-me os mamilos, a Natalia pos-se de joelhos e de uma vez so engoliu o meu membro qe na altura mediria so 18 cm, gemi de prazer a envestidas da boca da minha tia e o Rogerio dizia vais "aprender muito, vamos te dar muito prazer".
Rogerio afastou-se e sentou-se enquanto manipulava o seu membro enorme, fiquei pasmado com o tamanho enquanto ele via a sua esposa fiel a chupar o membro do seu menino, senti a mão de Natalia a puxar-me para chão e a deitar-me tudo com movimentos muito carinhosos e delicados, enquanto estava deitado Natalia lambeu-me os testiculos e trincou o saco com gentileza fazendo que eu solta-se gemidos de prazer, lambia-me o membro desde o espaço entre o meu anus e as minhas bolas ate a ponta da minha aste, fez isto durante varias vezes ate eu começar a gemer de tal maneira que pensava que ia rebentar. Depois de me ter posto fora de mim como se de uma putinha se trata-se veio para cima de mim e enfiou o meu membro na sua vagina ja completamente molhada e dilatada, deu algumas elevações sobre mim ate que me sentiu tentar dar umas estocadas com a exitação, parou e com os seus quadris fortes forçou-me a parar, ficamos assim por segundos e ela disse "coitadinho não o vamos atromentar mais" e dobrou-se sobre mim dizendo "estas fora de ti meu menino a tua tiazinha vai tratar disso, mas vais ter de ficar quietinho", beijou-me e começou a mexer as ancas ate a o meu membro ficar apenas com a ponta dentro dela, fazia-o cada vez com mais vontade e com a medida certa, trincou-me e lambeu-me os mamilos, estava fora de mim e gemia como uma menina que precisava de se aliviada, tenho duvidas que com o barulho que fiz não se tenha ouvido fora de casa, sorte que a casa e isolada, Rogerio dizia para Natalia, "anda tiazinha ensina o teu menino a ser um homem a sentir o prazer que pode ter nas nossas mãos", aquilo tudo misturado os movimentos a voz dele a boca dela fizeram me exlodir num orgasmo que me fez desmaiar de tanto prazer e fez com que Natalia de tanto prazer tivese um orgasmo mas sem estar contente continuou a tocar-se com a mão gemendo de prazer e fazendo pingar para cima das minhas coxas uma abundante quantidade de liquido.
Eu estava deitado no chão sem me mexer e sorria de contentamento, abri os olhos e ainda cheguei a ver a Natalia de joelhos a passar as mãos pelo peito, e a gemer tremendo de prazer deixando cair a cabeça sobre os ombros.
Não sabia o que fazer e Rogerio disse a Natalia para se ir lavar a que assim acedeu.
Ficamos os dois na sala e o Rogerio com o seu olhar fixado em mim disse "estive mesmo para entrevir mas ja a muito tempo sonhava ver a tua tia a ter prazer com outro homem", perguntei se não tinha ciumes, a que ele responde "se fosse outro tinha mas contigo não sempre foste o seu 1º homem, mas tambem não faz mal tambem me vais compensar foi outro dos motivos que me fez aguentar", Natalia vinha do quarto de banho e disse para me ir lavar, pelo caminho e enquanto me lava-va pensei no que ele queriria dizer, não liguei, quando cheguei a minha tia estava sentado sobre a coxa do Rogerio e beijavam-se enquanto a pequena mão dela agarrava aquele mastro enorme, a minha tia dizia anda aqui meu menino a tua tia vai te ensinar mais algumas coisas e carregando-me nos ombros fez-me ajoelhar, "pega nele" disse ela olhei-a com ar de interrogação a que ela respondeu "anda nada tens a temer so faremos coisas para teu prazer" e beijou-me a face olhei Rogerio que fitava com um sorriso nos labios mas nada dizia, devia ser a Natalia que controlava a situação para me dar mais confiança, agarrei, senti como estava duro e quente mas nada mais fiz estava hesitante a minnha protectora pegou me na mão por fora e forçou os meus movimentos naquela coisa enorme, e eu naquela altura ainda me gabava de ter um grande verga, Natalia dizia com carinho anda mexe como se estivesses a mexer a tua Rogerio arfava como se dum grande maxo se tratasse e dizia ja sem poder controlar a situação, "vamos meu pequeno mexe essa maozinha, aprende com a tua tia ela sabe como se faz", enquanto eu cada vez mais exitado e seguro do que fazia massajava aquele musculado menbro a minha tiazinha baixou-se e lambeu a cabeça grossa meteu a ponta na boca que fez suspirar Rogerio que com uma mão punha sobre a cabeça da sua mulher e com a outra me afagava a cara com carinho, depois de uns segundos naquilo ela levantou-se e perguntou, "queres provar" fiquei com uma cara de assustado e disse "mas eu nunca pensei fazer isto" respondendo Rogerio "não faz mal com o tempo vais gostar e eu tambem to farei a ti", agora percebia as sua palavras com o olhar temeroso, olhava a minha tia que disse, "eu vou te ajudar" e beijando-me foi fazendo que eu aproxima-se a minha boca do menbro do seu garanhão, senti o cheiro a sexo naquele pau e fechando os olhos meti-o na boca sentindo um sabor diferente de tudo que tinha provado, sendo levado por uma vontade mesteriosa comecei a sugar aquele pau enquanto recebia carinhos da minha tia e do Rogerio que dizia, "não posso crer que nunca tenhas chupado um pau, parece que ja sabes fazer isto a muito tempo", nunca tinha tocado nem pensado nisso mas agora que o fazia estava a gostar e cada vez apertava mais a minha boca, Rogerio estava maluco e arfava como um urso Natalia beijava-me o pescoço e dizia, "anda meu menino vais provar o leitinho do teu novo protector", quando ouvi as suas palavras abri a os olos e tentei tira-lo da boca a que a minha tiazinha não deixou, dizendo "queres aprender como dizias na tua mnessagem então vais aprender, nem tudo e bom para se receber e preciso tabem dar" e assim fiquei a chupar mentalizado de que aquele menbro me ia encher a boca com leite, Rogerio dizia "anda putinha chupa, vais ver que o meu leitinho sabe bem", Natalia masturbava-se mesmo em frente a minha cara e dizia "anda meu menino chupa, anda meu macho da leitinho ao menino" e de um momento para o outro senti um gemido de prazer de Rogerio e um liquido a encher a minha boca ainda tirei o menbro de dentro dos meus labios mas os jactos que vinham a seguir as mãos fortes de Rogerio aguentaram a minha cara em frente aquele vulcão, bastou para que fica-se cheio de nata nos olhos e no cabelo, com um ar assustado e admirado vi a minha tia a lamber os restos daquele liquido da mnha cara, Rogerio estava sentado para tras de olhos fechados e a tia abraçava-me com carinho como se de um premio se trata-se.
Rogerio levantou-se e foi se lavar a minha tia dizia, "estas a ser fantastico" eu repondi que nunca tinha pensado fazer aquilo e pensei que nada mais me ia supreender depois daquilo mas a sensação de submissão que aquele momento me trouxe foi mesmo aquilo que eu queria dizer a quando da mensagem.
O Rogerio vinha do WC e a minha tia mandou-me lavar, ainda vinha cheio de tesão e então a minah tia disse para o Rogerio "o nosso menino ainda precisa de mais qualquer coisa e se o fossemos deitar", subimos para os quartos e Rogerio disse para me deitar deitei-me a espera do que viria chegaram-se os dois a minha beira com um oleo de massagem e começaram a massajar-me com as mãos untadas era uma sensação diferente, sentia aquelas quatro mão a tocarem todo o meu corpo e a cada passagem por uma parte mais sensivel do meu corpo gemia e dava espasmos, de seguida a minha tia vendou-me os olhos, fiquei sem saber quem fazia o que e senti uma boca beijar-me, pensei que seria a minha tia, mas depois de senti outra boca diferente fiquei assustado e ouvi a voz da mnha tia a dizer a aprendizagem continua, foi ai que precebi que a boca anterior era do Rogerio, fiquei assustado mas a exitação era tanta que continuei a saborear o que aquelas mãos faziam, senti duas mãos a massajarem o meu penis e as minhas bolas e outras a tocarem os meus mamilos, depois de uns minutos a sentir grande prazer senti um branco na minha cabeça como se nada a volta existisse e ouvi o meu proprio gemido e os rizos da minha tia que dizia "o meu menino esta cheio de leitinho para dar".
Limparam-me sem me tirar a venda sairam e deram-me a boa noite, durante a noite ainda os ouvi a fazer amor, deviam estar doidos com o que se passou como eu, mas o meu cansaço era tanto que adormeci.
Ainda tenho muito para contar mas se quizerem fazer uma critica ou então se forem casal conhecerem-me digam:
EMAIL: calgou28@hotmail.com

Fui comido por um Casal


A história que vou contar é real e aconteceu à precisamente um ano. Há muito tempo que eu desejava ter uma experiência anal mas nunca tinha tido coragem para ir até ao fim, como também não me sentia atraído por homens acabei por ganhar coragem para por um anúncio neste site a dizer que gostava de ser comido por uma mulher. No entanto, nunca tive grande esperança que me respondessem pois já tinha posto outros anúncios e respondido a alguns e nunca tinham dado em nada.
Mas, surpresa, neste caso tive uma resposta de alguem (vamos supor) chamado Pedro, que me disse que a mulher dele há muito ansiava por uma experiência dessas. Muito entusiasmado propus logo uma troca de informação e de contactos, mas não obtive resposta. Fiquei logo a pensar que tinha sido novamente ignorado, mas algum tempo depois o Pedro contactou-me a pedir desculpas, que se tinha ausentado em trabalho e que não tinha podido contactar-me.
Não perdi tempo em marcar um encontro para nos conhecer-mos os três já que estava desejoso de ter esta experiência e o tempo sem resposta ainda me fez ficar mais excitado. Fui então ter com ele e com a mulher (vamos chamar-lhe Carla), a um pequeno apartamento que tinham montado apenas para terem umas experiências mais extravagentes.
Pelo caminho ia um pouco nervoso, pois não sabia o que ia encontrar, mas assim que entrei na casa deles e os vi, fiquei logo com o pau rijo. A Carla era uma bela mulher com uns seios firmes e umas pernas espectaculares e o Pedro também era bastante charmoso e tinha, como depois se veria a verificar, um belo pau, grosso e soculento.
Bem, depois de uma pequena conversa para quebrar o gelo fomos para a cama e enquanto eles se despiam à minha frente quase que explodi de tanta tesão. Sem perda de tempo comecei a beijar os seios da Carla enquanto o Pedro a acariciava, depois passei para baixo e ele ficou com as mamas. Ela já estava a arder de desejo e disse que me queria comer ao que eu acedi logo. Ela pôs um pouco de creme no meu buraco e fodeu-me de uma forma espectacular. Ao mesmo tempo o Pedro estava À minha frente com aquele pau majestoso completamente entesado e eu não resisti, num impulso, sem sequer pensar ou hesitar, agarrei-lhe o pau e começei a chupá-lo com prazer.
Depois da Carla acabar o Pedro disse que também me queia comer e eu, que já tinha provado aquele belo pau disse logo que sim. Estava louco de tesão e comecei logo a lamber a cona à carla enquanto o pedro me enfiava o seu pau grosso. Foi espectacular.
Para terminar o pedro foi comer a Carla enquanto eu os chupava alternadamente, ora as bolas do pedro, ora a ratinha gostosa da Carla. Estávamos loucos de prazer e a Carla começou a bater-me uma o que ainda me deixou mais louco. Quando nos estávamos quase a vir, fomos interrompidos pelo relógio, estava na hora de voltar ao trabalho. Ficámos de nos voltar a encontrar mas devido a compromissos profissionais, isso não foi logo possível. Entretanto acabei por perder os seus contactos.

16 de Abril de 2008

Escorria-me pelas pernas


Tudo começou quando decidi explorar uma das muitas partes divertidas da internet. Entrei num chat, sempre sem saber bem o que iria encontrar, mas já muitos amigos haviam-me falado desses tão famosos chats, estava um pouco desorientada mas ao mesmo tempo curiosa... E, eis que entre tantos nomes engraçados, lá estava o meu: Deusa, era o meu nick. Fui logo abordada por muita gente e fiquei sem saber a quem responder, até que me decidi por um... achei que fora uma boa escolha e mais tarde tive a certeza que sim. Era o mais discreto de todos os que tentavam "engatar-me", sabia conversar, tinha sempre assunto, não ofendia, "ouvia-me" pacientemente e adorava-me pelo menos foi o que disse quase desde o começo. Claro que isso ainda se arrastou por algum tempo, teclávamos quase todos os dias e também tínhamos conversas por telefone, íamos nos consolando apenas com a voz um do outro e é claro com as conversas mais perversas que tínhamos através do chat. Ainda não referi que a distância entre nós ainda era alguma, mas isso não foi obstáculo para nós, ou melhor para ele, eu na altura não pude deslocar-me mas ele disse-me que queria conhecer-me pessoalmente e que iria conseguir vir até mim.
Logo á partida não acreditei, não que desconfiasse da boa intenção dele, mas porque sabia que também trabalhava.
Ele foi sempre insistindo em dizer que queria-me e que teria-me como um homem quer e pode ter uma mulher... o meu coração batia fortemente como que acreditando que seria realmente verdade e aquela insistência por mais remota e absurda que parecesse excitava-me e eu sentia-me endoidecida por aquele desejo...um homem quase estranho.
Sonhava com aquela possibilidade, com aquele encontro e masturbava-me fogosamente só de imaginar o que poderia acontecer que quase podia sentir o calor do corpo dele ali...dentro de mim!
O dia começou mal, chovia e o trânsito estava congestionado, cheguei tarde ao emprego como é de prever e tinha muito serviço acumulado, eram 11:30h quando o telemóvel tocou, era ele, àquela hora era de estranhar ele estaria a trabalhar... atendi com o meu habitual sorriso de simpatia pois nada daria-me mais alegria naquele "mal começado dia" do que falar com ele.
Pensei que iria morrer quando o ouvi dizer: -"Disse-te que vinha e aqui estou á tua espera para irmos almoçar", "tira o resto do dia", "vem trabalhar comigo".
De repente aquela chuva intensa começou a fundir-se num sol tão escaldante que eu sentia-me queimar...afinal de contas era verão e eu vestia nada mais nada menos do que uma saia curta e um top discretos.
Hesitei por um instante, não estivesse ele a brincar comigo, tinhas os nervos em franja que nem conseguia andar sem que todos notassem o meu nervosismo.
Cheguei ao hall de entrada e estremeci quando o vi ali parado a olhar para mim... devorando-me com o olhar...sentia-me tão molhada, tão quente, tão desejada que não pude evitar de corar. Não pude nem falar.
Ele olhou-me novamente com aquele olhar devorador e com malícia disse:
-"Vamos comer", "estou cheio de fome".
Fomos almoçar a um restaurante que por coincidência ficava a uns escassos metros de um hotel, durante o almoço falámos de nós e do que gostaríamos que acontecesse naquele encontro e é claro que, quer para ele, quer para mim não existiam tabus, tudo era permitido.
Acabámos de almoçar, um prato mexicano bastante apimentado, espectacular estava uma delícia mas ele reclamou dizendo que ainda não estava satisfeito e cor ar sacana, disse que faltava a sobremesa, estremeci, o meu coração disparou pois havia percebido o que ele quisera dizer, levantámo-nos, pagámos e saímos.
"E agora?", pensei, "para onde vamos?", mas ele certamente tinha algo em mente, restava-me saber o quê, quando ele olhou em direcção ao hotel e disse: -"Tenho de instalar-me, afinal vou passar o fim de semana. "Não o podia convidar para passar aquele fim de semana em minha casa porque morava com umas amigas, que, acho eu, nem conheciam um homem...
estava tão excitada com aquela situação mas ao mesmo tempo queria fugir dali. Entrámos e ele pediu um quarto. Ele sorriu e pediu-me ajuda para arrumar as suas coisas é claro que sabíamos o que iria acontecer, eu já estava toda molhada só de pensar naquelas mãos a tocarem-me e aquele corpo musculado a devorar-me de todas as maneiras naquele quarto de hotel com varanda e vista para o mar. Dirigimo-nos para o elevador e só de pensar que iríamos subir sózinhos quase morri de excitação, quando o elevador se fechou reparei que algo mais estava subindo, ele notou a minha percepção e não demorou nem um segundo para sentir a minha temperatura... e era tão elevada...começou por beijar-me e ao mesmo tempo acariciar as minhas mamas com uma das mãos, a outra já se encontrava entre as minhas pernas onde parecia que tudo escorria por elas abaixo, aqueles dedos grossos à procura de um buraquinho quente que dava origem áquele molho todo, a minha mão não se conteve e procurou, onde encontrou logo, aquele volume enorme e escaldante que roçava nas minhas nádegas quase tirando-me todos os outros sentidos à excepção do tacto, e, entre gemidos ouvia-o dizer que eu iria pagar por tudo o que o havia feito "sofrer" na net, sofrendo agora as consequências e sem poder fugir, o que ele não sabia era que eu queria pagar por aquilo tudo, gemíamos tanto que,
eu acho que todos os hóspedes ouviam e isso era mais um condimento apimentado para nós, foi quando ele arrancou minha tanguinha e eu desapertei as suas calças que eu pensei que o elevador ia explodir, antecipei-me a ele, baixei-me e engoli o seu pau quente e friccionei-o com uma vontade doida e com movimentos de trás para a frente que quase queria rebentar na minha boca pois sentia-o crescer cada vez mais, ele completamente desvairado gemia como doido e segurava a minha cabeça para que eu não parasse de o fazer...como se eu fosse deixar de fazer uma coisa que quase me matava de tesão... e depois junto com a minha mão finalizei o meu trabalho fazendo realmente explodir, mas foi uma explosão quente de leite espesso que o "atrevido" jorrou na minha boca sem pedir licença... e que bem que soube... parece que tudo isso levou muito tempo mas só demorou cinco andares, ele disse-me que nunca o tinham feito vir tanto em tão poucos minutos! Senti-me lisonjeada.
Chegámos ao quarto mas como uma parte da tarefa dele não estava concluída mal deu tempo de fechar a porta quando ele jogou-me contra a parede e esgravatou a minha rachinha com a sua língua quente que eu quase não podia respirar, estava completamente louca, eu gemia como uma louca, parecia que ele procurava alguma coisa lá dentro e tinha vontade de a encontrar... e encontrou... um jacto de desejo acumulado que resolvera rebentar, apertei sua cabeça entre as minhas pernas e deixei-o deliciar-se.
O seu pau por si falava quando veio ao encontro do meu buraco quente; ele pegou nas minhas pernas abriu-as á volta da sua cintura e nem foi preciso indicar a direcção tudo estava á medida da nossa vontade. Aquele pau era grande, grosso e quente preenchia-me por completo, a minha vontade era que ele nunca saísse de dentro de mim, depois ele voltou-me contra a parede e fodeu-me por trás primeiro na rachinha, claro, mas já avisando que iria-me foder toda, as suas mãos na minha cintura, o seu pau na minha cona aqueles movimentos todos brutos, mas deliciosos, completamente selvagens estavam-me enlouquecendo... até que decidi parar, empurrei-o para cima da cama, deitei-o, despi-lhe a camisa, arranquei-lhe as calças que já se encontravam nos joelhos, despi o meu top onde já se encontrava uma mama de fora e saltei-lhe em cima enfiei o seu car... na minha cona e pulei em cima dele fazendo-o quase gritar de tesão, esta era a posição ideal para ele ver-me de frente e em "serviço", desta forma ele aproveitou para acariciar o meu corpo todo, beliscando e acariciando os meus mamilos, agarrando o meu cú e acompanhando os meus movimentos segurando-me pela minha cintura minúscula que tanto o excitava, acho que ele quase morreu quando decidi tirar o car... da minha cona e resolvi metê-lo no meu cuzinho apertado e sem experiência, quase gritei de dor mas contive-me e fui introduzindo muito devagarinho até se lubrificar por completo nessa altura fui-me mexendo devagarinho e quando acostumei-me áquela sensação a dor foi passando a prazer e ... não conseguia parar de o foder com o meu cuzinho até que ele pediu para eu parar porque pensava que iria morrer de tanto tesão e novamente tudo o que ele tinha saltou para fora para cima do meu buraquinho agora um pouco mais aberto...Que foda!!!
O mesmo pensou ele, nunca havia sentido tantas sensações quase ao mesmo tempo e tão completas.
Passei aquela e as duas seguintes noites com ele, fazíamos de tudo e em todo o sítio, ora na varanda, ora na piscina, ora no elevador, era uma autêntica loucura, não tínhamos medo nem vergonha afinal tínhamos de aproveitar bem aquele fim de semana pois sabíamos que agora muito dificilmente nos voltaríamos a ver...
E assim foi, tempos depois soube que ele havia-se casado e que mudara de emprego.
Agora restam-me as boas recordações dos maravilhosos momentos que passámos juntos, de quando ele me dizia que aquela tinha sido a viagem mais proveitosa da sua vida e ainda me lembro da nossa despedida quando ouvi a sua voz ardente murmurando nos meus ouvidos dizendo: -"Eu nunca te esquecerei".

A minha Aluna


Sou professor de História numa escola da zona centro de Portugal, e em Setembro iniciei uma turma de 12º ano onde a maioria dos alunos são mulheres, e como sempre no início observo-as todinhas e há sempre aquelas que me chamam mais a atenção. A aluna com quem se passou esta aventura chama-se Verónica e foi assim. Na última sexta feira antes de terminar o trimestre estava marcada uma festa numa discoteca e eram quase 6 horas quando saí da escola, ao passar o portão vi a Verónica sozinha e parecia esperar transporte, mandou-me parar e pediu-me se lhe dava boleia para o outro lado da cidade onde eu moro sozinho, chovia bastante e a amiga dela não estava contacável. Ok, dei-lhe boleia e pelo caminho ela contou-me que à noite iria à discoteca com a amiga que tinha transporte do namorado e morava num prédio pertinho do meu, até à meia noite iria esperar em casa dela e depois de regressarem da discoteca dormiria em casa dela, mas que não sabia nada dela e tinha o telefone desligado. Deixei-a junto ao prédio e disse-lhe que no caso de a amiga não estar em casa poderia ir até minha casa em vez de estar à chuva ou ir para um café. Chovia mesmo muito e ofereci-me para a esperar, ela recusou dizendo que a amiga de certo estaria em casa, mas caso contrário iria ter comigo - perguntou-me qual era o meu andar e eu respondi-lhe e disse-lhe ainda que não tinha vontade de ir à discoteca, mas em último caso a iria lá levar. Esta menina era uma daquelas que mais me tinha chamado à atenção ao longo do trimestre, pela forma como se vestia, pela forma arrojada como se comportava entre outros aspectos. Bom, depois de a deixar fui para casa e troquei de roupa, fiz uma fogueira, e quando me preparava para iniciar o meu jantar tocou a campainha, era a Verónica. Subiu e apareceu-me completamente enxarcada, tinha um casaco pequeno que logo tirou e umas calças de ganga todas molhadas, só a camisola tinha escapado à chuva. Explicou-me que a amiga não estava em casa nem ela nem os pais e eu encaminhei-a para a fogueira para se secar e esfregando as mãos de contente por ter uma bela companhia para o jantar disse-lhe que lhe poderia emprestar algumas roupas para se trocar, ela respondeu dizendo que tinha no saco roupa que pretendia levar à discoteca e perguntou-me se podia trocar-se, disse prontamente que sim e que se quisesse poderia tomar um banho. Aceitou imediatamente, mas deixou o saco na sala. Dei-le toalhas e fui fazer duas febras para o jantar. Estava a pôr a mesa quando ela me apareceu embrulhada numa toalha que lhe tapava apenas metade do rabo, pediu-me um secador e voltou. Passados uns minutos, estava eu no sofá junto à lareira onde ela tinha deixado o saco, ela voltou já com o cabelo seco e com as roupas molhadas na mão atirando-as para o chão - reparei nesta altura que além da camisola e das calças estava também umas cuequinhas pretas e um sotien o que significava que ela estava sem mais nada debaixo da toalha, baixou-se, a toalha abriu mas eu não vi nada e... devagarinho tirou roupas do saco para vestir, mesmo ali junto a mim tirou tudo com muito cuidado, tirou uma camisola de gola alta vermelho escuro, uma mini-saia creme com pregas e rodada como está na moda, umas meias de rede, umas cuequinhas cor de rosa apenas com um fiozinho atrás e quando tirou o sotien do saco disse: "Isto não preciso", pediu-me uns chinelos e voltou para a casa de banho. Eu estava nervoso com a situação e quando ela voltou ainda fiquei mais, trazia as meias na mão e a mini saia era mais curta do que parecia. Sentou-se à mesa antes de mim e eu reparei que ela tinha o rabo colado à cadeira pois a saia era minúscula e não dava para prender debaixo do rabo. Estava linda, jantámos e sem arrumar a mesa fomos para o sofá, mas antes o telefone dela tocou, era a amiga, falaram e enquanto isso eu sentadinho observei-a de pé a por diversas vezes vi-lhe a tanguinha cor de rosa. O meu pau estava louco e ela percebeu e foi direitinha ao assunto: desligou o telefone, agarrou as minhas mãos e colocou-as à volta das pernas dela (ela estava em pé e eu sentado no sofá). Percorri todas aquelas pernas e acariciei-lhe o rabo, passei as mão por dentro do fio da tanguinha, ela baixou-se e abraçou-me, tirei-lhe a camisola, apalpei-lhe as mamas e ela apalpou-me o pau, tirou-o e chupou uns minutos, pedi-lhe para que ela se despisse e ela levantando-se tirou primeiro a tanga e depois de dançar um bocado tirou a saia, veio para cima de mim e fizemos um 69, colocou-me uma camisinha e fodemos no sofá e no chão junto à lareira, ela teve orgasmos e eu ejaculei nas mamas dela, ficamos nús a fazer amor até à meia noite - muito sexo oral - ainda voltàmos a foder na minha cama. Era quase uma hora quando a amiga dela apareceu, eu estava de robe e a Verónica com a mini saia e a camisola de gola alta, a amiga entrou a acho que percebeu algo, antes de sairem, a Verónica meteu a maõ debaixo da saia, tirou as cuequinhas e deu-mas dizendo: "São para si, vou melhor assim para a discoteca, um dia destes venho cá buscá-las com a Carla (amiga)". Tenho aqui as cuequinas ao meu lado e estou ancioso pela chegada das duas amigas.

14 de Abril de 2008

Somos tres Loucas


Olá, tenho dezanove anos, sou portuguesa. Chamo-me Rosalina mas todas as pessoas chamam-me Lina e vou-vos falar um pouco das loucuras que eu, minha mãe e minha tia gostamos de fazer. Dou-vos os tópicos e depois desenvolvo em dialogo por exemplo no MSN. A minha mãe, que aqui chamarei Rosa, uma mulher de trinta e nove anos mas que mais parece minha irmã e também com a minha tia Lurdes irmã da minha mãe uma mulher de quarenta anos também muito bem conservada, não digo a cidade onde moramos e troquei os nomes da minha mãe e da minha tia porque apesar de na intimidade sermos umas grandes putas na sociedade somos mulheres pertencentes a uma família muito tradicional, comerciantes, bem monetariamente e muito conhecida por menos aqui na cidade e arredores.
Apesar de eu ter começado a minha vida sexual com outras meninas e agora saber que tanto a Rosa como a Lurdes também começaram a descobrir o prazer uma com a outra nenhuma de nós é lésbicas, somos bissexuais, somos as três taradas por sexo tanto faz ser com homens, com mulheres como com o meu cão pastor alemão que comprei à pouco mais de um ano para satisfazer fantasias de nós as três, na nossa sexualidade não existem tabus, como já disse em cima somos mesmo três grandessíssimas putas, fazemos de tudo, sexo heterossexual, lesbianismo, zoofilia, penetração com objectos, exibicionismo pois roupa interior como soutien e calcinhas são peças que não existem no meu guarda-roupa, incesto e urologia que é o que mais fazemos porque é o que mais prazer nos dá, ficamos loucas ao mijar quando e onde nos apetece, muito raramente qualquer uma de nós mija em uma casa de banho gostamos de mijar correndo sempre o risco que alguém esteja a ver.
Sou solteira, meço um metro e setenta, peso sessenta kg, tenho cabelo castanho, olhos castanhos, mamas grandinhas tamanho quarenta e dois, coxas grossas, nádegas medias e firmes e cona carnuda sempre muito bem depilada e macia pois desde muito nova que me depilo completamente. Moro sozinha numa casa que os meus pais me deram que mais parece um motel que uma casa de habitação pois durante o dia ou no fim de semana é normalíssimo encontrar homens ou mulheres nuas pela casa ou a foderem.
Beijinhos para todas e todos que venham a ler estas minhas linhas.

Lina Mijona

Como marido transformou-me


Sou uma mulher casada a 10 anos que embora tive-se ja alguma experiencia sexual antes de casar com outros homens, durante 9 anos nunca me passou pela cabeça sequer pensar em outro homem em materia de sexo que não o meu marido,sempre me senti satisfeita com o sexo que praticavamos e tambem não era até a um ano atras sensivelmente uma mulher muito fogosa.Porem um dia enquanto faziamos amor o meu marido no calor do acto pediu-me para imaginar que estava a ser penetrada por outro homem, nunca tal coisa havia acontecido antes e eu ate protestei com ele pelo tipo de conversa que estava a me propor.
Porem uns dias mais tarde ele voltou a tocar no assunto e notei que ele se excitava mais quando me proponha alguma coisa do genero.
Uns dias depois e apos algumas insistencias da parte acerca do assunto, decidi realizar-lhe o desejo e imaginamos que eu estava a fazer sexo com um conhecido nosso.Posso confessar que isso excitou-me muito mais que eu podia imaginar,mas não deixei transparecer que tinha gostado.
Com o tempo ele continuou a propor-me essas fantasias e alragamos tambem a ele pois algumas vezes ele tambem imaginava que estava com mulheres nossas conhecidas, assim como eu tambem ia variando de parceiros imaginarios.
devido a profissão dele as vezes ele viaja para fora do pais e ausenta-se por 2, 3 ou 4 dias e numa dessas vezes eu na nossa cama sozinha senti vontade de me satisfazer sexualmente e acariciei-me lentamente ,mas queria mais alguma coisa dentro de mim e como não tenho nenhum vibrador resolvi usar um legume conhecido para tal, com o qual consegui alguns bons orgasmos.
Quando ele chegou eu resolvi contar-lhe o que acontecera e ele ate gostou da ideia que tive e pediu-me pra assistir a uma sessão igual.
Nessa noite fiz -lhe a vontade e depois de usar o legume, fizemos sexo com muito mais ardor que o normal ate essa data.
Continuamos com as nossas fantasias com os nossos conhecidos e amantes imaginarios.
A uns meses ee propos-me teclar num chat de sexo com um homem e experimentar o sexo virtual, tornamo-nos amantes tambem virtuais e tivemos ja algumas boas sessões de sexo entre nos, enquanto eu teclava com os meus amantes virtuais , se calhar com alguns de voces que agora lêem este Conto...
Nessa altura estavamos no limiar da imaginação e da realidade que veio a realizar-se ,mas isso é outro conto que vos irei contar mais tarde.
Toda a descrição foi real...

12 de Abril de 2008

Trio de Sexo



Vou contar uma historia que se passou comigo á cerca de um mês atrás, o meu nome é Miguel e depois de ter andado algum tempo a responder a vários anúncios respondi a um anuncio do Rui e da Teresa (nomes fictícios).

Passado um dia recebi a resposta deles depois de várias conversas no messenger resolvermos conhecermo-nos pessoalmente, combinamos encontro num bar depois de algumas horas na conversa eles convidaram-me a ir a sua casa.

O Rui tinha 51 anos e a Teresa tinha 49 e ambos elegantes embora a Teresa fosse um bocadinho Gordinha.

Ao chegarmos a casa deles e depois de um bocado de conversa o Rui e a Teresa começaram aos beijos e a despirem-se, a Teresa embora um bocado gordinha tinha um corpo bastante jeitoso e uns seios espectaculares.

Já completamente despidos a Teresa põe-se de joelhos agarra no caralho do Rui e inicia um magnifico broche, eu continuava sentado no sofá a assistir a tudo o que se passava.

De repente o Rui vira-se e diz, não queres vir juntar-te connosco, não me fiz rogado e comecei logo a despir-me.

Mal cheguei junto deles comecei logo a apalpar os belos seios da Teresa ela diz para eu me deitar no chão de barriga para cima, levanta-se e ajoelha-se de novo, mas agora por cima de min ficando a sua cona á disposição da minha língua e boca.

Enquanto eu lhe continuava a fazer um minete ela continuava agarrada ao caralho do marido.

De repente a Teresa levanta-se senta-se no sofá e diz 'meus lindos para já chega de brincarem comigo agora quero ver vocês os dois a brincarem um com o outro'.

Eu fiquei um bocado aparvalhado sem entender o que se estava a passar o Rui ainda disse: Vá lá Teresa não comeces com as tuas coisas.

Se não quiserem acabamos já por aqui as brincadeiras disse a Teresa. E ali estávamos eu e o Rui em pé de pau feito sem sabermos o que fazer, de repente o Rui ajoelha agarra-me no caralho e pergunta posso? Eu que nunca tinha tido nenhuma experiência bissexual nem sabia o que responder, ele também não esperou pela resposta e meteu logo o caralho na boca e começou um belo dum broche.

Eu ali fiquei a receber um belo dum broche até que a Teresa se virou para min e disse achas bem estares só tu a receber, entendi logo o que ela queria dizer e pensei olha vamos a isto agarrei-me ao caralho do marido e iniciei o primeiro broche da minha vida.

Começamos ali num 69 enquanto a Teresa continuava no sofá a observar-nos enquanto se masturbava.

Assim como foi a Teresa que iniciou o 69 entre min e o marido também foi ela que o terminou ao mandar-nos parar e disse para nos deitarmos ambos no chão de barriga para cima colocou a cona na boca do marido e mandou-o fazer um minete enquanto me começou a fazer um broche, eu claro não aguentei muito mais tempo vim-me na boca dela.

Sentei-me um pouco no sofá a olhar para eles até que ela se vira para min e diz para ir fazer mais umas festas no caralho do marido, comecei um novo broche ao marido que pouco depois se vinha assim como a Teresa que também se veio praticamente na mesma altura.

Estávamos todos deitados no chão a descansar quando a Teresa disse: não pensem que vos vou deixar muito tempo e ao mesmo tempo começava a fazer festas e a lamber ambos os caralhos passado pouco tempo já estavam ambos em sentido e prontos para mais emoções.

A Teresa manda deitar o marido no chão deita-se em cima dele e põe o caralho dentro da sua cona, vira-se para min e diz: Miguel dá-me umas lambidelas no olho do cu. E eu lá comecei a lamber-lhe aquele botãozinho rosado, por vezes descia um bocadinho mais abaixo e sentia o caralho do Rui a roçar-me na língua.

Pouco depois a Teresa mandou-me parar e disse para eu lhe meter o caralho naquele cuzinho, custou um pouco a entrar mas pouco depois estava todo lá dentro.

Começamos então os três uma dança linda com os nossos corpos que algum tempo depois veio a resultar em três orgasmos intensos.

Depois no final da noite fiquei a saber que a Teresa tinha uma fantasia que era ter o controle sobre dois homens e ser ela a ditar as regras e graças a ela tive uma noite inesquecível.

Beijinhos, espero que haja casais interessados em conhecer-me mail:

miguel.o@megamail.pt

11 de Abril de 2008

Comeu minha mulher


A situação que vou relatar aconteceu na realidade no passado fim de semana.
Eu vivo numa cidade da região centro e temos uma casa com um jardim bastante grande.
A minha mulher anda sempre a pedir-me para tratar do jardim, mas eu como não tenho muito tempo raramente trato do jardim.
Para que o jardim não ficasse uma selva, resolve-mos contratar alguém para tratar do jardim.
Uns amigos nossos, recomendaram-nos um indivíduo do pais de leste (Kosovo) que conheciam.
Falámos com ele e combinámos que todos os fins de semana ele iria cortar a relva e fazer todo o tipo de manutenção do jardim.
O indivíduo em causa de seu nome "Alan Petrov", é bem constituído, olhos claros e tem 28 anos. Referia-se que eu e a minha mulher temos 38 anos.
No primeiro fim de semana que o Alan foi tratar do jardim, constatei que a minha mulher andou sempre ao pé dele a dizer o que era preciso fazer e arranjou alguma confiança com ele.
Durante a semana, comentou varias vezes comigo que o Alan era trabalhador, simpático, bem constituído fisicamente, etc.
No segundo fim de semana, a minha mulher (Lena), andou outra vez todo o dia com o Kosovar, tendo-o convidada para almoçar em nossa casa.
No terceiro fim de semana, estava bastante calor, a Lena andou sempre ao pé do Alan tendo este despido a camisa para trabalhar mostrando seu corpo musculado.
Quando foi para almoçar, Lena disse a Alan para tomar banjo pois estava bastante transpirado. Este aceitou e reparei que não fechou a porta da casa de banho.
A Lena ficou à espreita e pode ver o Alan todo nu. Foi então que Lena entrou na casa de banho, despiu-se e convidou o Alan para lhe dar banho. Este aceitou de imediato o convite e eu nem acreditava no que estava a acontecer. Fiquei entretanto a ver o que se passava. Alan esfregou as costas à Lena e o seu pénis ficou bem teso. Era bastante grande (+- 20 cm). Lena baixou-se e começou a chupá-lo. Estava louca de prazer. Eu entretanto entrei na casa de banho e Lena pediu-me para me despir e me juntar a eles.
Não me desagradou a ideia assim fiz. Lena depois de nos ter chupado, levou-nos para a cama. Foi penetrada por aquele piso enorme do Alan. Gemia de prazer como uma verdadeira puta. Eu metia-lhe o meu piso na boca chupando-me como uma louca cheia de cio. Fodemos a minha mulher durante meia hora, tendo acabado com o Alan a esporrar-se todo na boca de Lena depois dela lhe ter feito uma bela mamada.
Fomos almoçar e durante a tarde eu tive que ir para uma reunião e a Lena e o Alan ficaram os dois sozinho a fazer sexo o resto da tarde.
Quando cheguei á noite, Alan já tinha ido embora e Lena dize-me que tinha levado as melhores fodas da vida dela.
Neste fim de semana que vem não sei o que vai acontecer, mas eu ando cheio de tusa e Lena super exitada para que chegue o fim de semana. Depois conto-vos.A situação que vou relatar aconteceu na realidade no passado fim de semana.
Eu vivo numa cidade da região centro e temos uma casa com um jardim bastante grande.
A minha mulher anda sempre a pedir-me para tratar do jardim, mas eu como não tenho muito tempo raramente trato do jardim.
Para que o jardim não ficasse uma selva, resolve-mos contratar alguém para tratar do jardim.
Uns amigos nossos, recomendaram-nos um indivíduo do pais de leste (Kosovo) que conheciam.
Falámos com ele e combinámos que todos os fins de semana ele iria cortar a relva e fazer todo o tipo de manutenção do jardim.
O indivíduo em causa de seu nome "Alan Petrov", é bem constituído, olhos claros e tem 28 anos. Referia-se que eu e a minha mulher temos 38 anos.
No primeiro fim de semana que o Alan foi tratar do jardim, constatei que a minha mulher andou sempre ao pé dele a dizer o que era preciso fazer e arranjou alguma confiança com ele.
Durante a semana, comentou varias vezes comigo que o Alan era trabalhador, simpático, bem constituído fisicamente, etc.
No segundo fim de semana, a minha mulher (Lena), andou outra vez todo o dia com o Kosovar, tendo-o convidada para almoçar em nossa casa.
No terceiro fim de semana, estava bastante calor, a Lena andou sempre ao pé do Alan tendo este despido a camisa para trabalhar mostrando seu corpo musculado.
Quando foi para almoçar, Lena disse a Alan para tomar banjo pois estava bastante transpirado. Este aceitou e reparei que não fechou a porta da casa de banho.
A Lena ficou à espreita e pode ver o Alan todo nu. Foi então que Lena entrou na casa de banho, despiu-se e convidou o Alan para lhe dar banho. Este aceitou de imediato o convite e eu nem acreditava no que estava a acontecer. Fiquei entretanto a ver o que se passava. Alan esfregou as costas à Lena e o seu pénis ficou bem teso. Era bastante grande (+- 20 cm). Lena baixou-se e começou a chupá-lo. Estava louca de prazer. Eu entretanto entrei na casa de banho e Lena pediu-me para me despir e me juntar a eles.
Não me desagradou a ideia assim fiz. Lena depois de nos ter chupado, levou-nos para a cama. Foi penetrada por aquele piso enorme do Alan. Gemia de prazer como uma verdadeira puta. Eu metia-lhe o meu piso na boca chupando-me como uma louca cheia de cio. Fodemos a minha mulher durante meia hora, tendo acabado com o Alan a esporrar-se todo na boca de Lena depois dela lhe ter feito uma bela mamada.
Fomos almoçar e durante a tarde eu tive que ir para uma reunião e a Lena e o Alan ficaram os dois sozinho a fazer sexo o resto da tarde.
Quando cheguei á noite, Alan já tinha ido embora e Lena dize-me que tinha levado as melhores fodas da vida dela.
Neste fim de semana que vem não sei o que vai acontecer, mas eu ando cheio de tusa e Lena super exitada para que chegue o fim de semana. Depois conto-vos.

A tres é melhor


Sou professor num Colégio fino de Lisboa, e além da disciplina curricular também ensino informática aos mais pequeninos, e a história que vou descrever dá-se em resultado deste último facto. Certo dia um dos meus alunos informou-me que a mãe lhe tinha oferecido um computador mas que não tinha nada instalado, e acompanhando esta informação a mãe mandava um cartão a saber da minha disponibilidade para passar lá por casa a ver se punha o computador a funcionar. Enviei a resposta de imediato dizendo que sim, mas que tinha de ser durante uma tarde porque à noite dava aulas noutra Escola. Marcamos o dia e lá compareci. Quando toquei à campainha daquele nº 18 de uma rua da Lapa, jamais me passaria pela cabeça o que eu iria viver naquela tarde. Fui recebido por uma criada loura trajando a rigor, talvez a iniciar-se na casa dos 30 anos - que posteriormente descobri chamar-se Ivone - que me encaminhou para uma saleta e pediu para aguardar a senhora D. Isaura. Passado um instante entrou uma senhora na casa dos 35/38 anos, muito alta, loira e pelas pernas dava para perceber que devia fazer musculação. Apresentamo-nos, e ela agradeceu a minha presença, indicando-me o local onde estava o computador e o software. Pediu-me desculpa porque precisava de se ausentar para dar umas ordens à Ivone, recomendando-me que se necessitasse de algo tocasse uma campainha. Comecei o processo de instalação do software que dispunha e em cerca de 45 minutos tinha concluído e como continuava sozinho resolvi tocar a campainha para informar que tinha terminado. A Ivone acedeu de pronto e por recomendação da senhora encaminhou-me a uma dependência da casa onde se encontrava a senhora sentada de pernas cruzadas. Logo que entrei, num jogo de pernas copiado da Sharon Stone, deixou antever umas cuecas que dificilmente tapavam o seu ninho de amor, o que me obrigou a dirigiu o olhar nessa direcção à espera de repetição. De imediato, prontificou-se a pagar-me o trabalho, a que eu respondi que não fui lá a casa na expectativa de ganhar dinheiro mas apenas de ajudar o garoto. Foi então que deu continuação ao seu jogo de pernas e sugeriu que me brindaria com um strip-tease. Notando a minha estupefacção, esclareceu se não quisesse assistir não havia problemas, ao que eu retorqui que era uma honra ser obsequiado com tal espectáculo. Tocou a campainha e a Ivone, como por telepatia apareceu com um pequeno leitor de CD e um jogo de algemas que a senhora esclareceu que era para me prender à cadeira para eu não ter ideias de atacar com a excitação. Concordei e deixei que a Ivone me algemasse aos braços da cadeira enquanto a senhora punha a música a tocar e começava o espectáculo na minha presença e da criada, a um ritmo cadenciado, insinuador e provocante o que me provocou uma enorme tesão ainda ela não tinha tirado as cuecas nem o soutien, mas já deixava antever um corpo maravilhosamente bem esculpido. A Ivone sentara-se aos meus pés entre as minhas pernas e de vez enquanto deixava a cabeça dela cair para trás e tocar no meu sexo, o que me excitava ainda mais. Terminado o strip a senhora disse á Ivone para ir buscar um copo de água e os seus objectos pessoais. Tarefa cumprida de imediato, Isaura bebeu o copo de água e disse-me que eu tinha duas hipóteses; "ir-me embora" ou "ficar", mas se ficasse ela é que mandava no jogo. Perguntou-me se percebia o que estava a dizer-me e respondi-lhe que sim, e que queria ficar para o que desse e viesse. "Muito bem", disse ela dirigindo-se-me ao mesmo tempo que me libertava as mãos, "dispa-se". Apressei-me a cumprir a ordem e a deixar evidente o efeito que a visão daquela mulher nua e da sua dança tinha provocado no meu pénis. Dirigiu-se para mim esfregando qualquer coisa entre as mãos, que depois esclareceu ser um gel retardante e que simultaneamente permitia uma erecção mais prolongada, para me massajar o membro erecto. O contacto daquelas mãos e o seu movimento quase que me faziam vir. Entretanto a Ivone, que se tinha ausentado, quando me comecei a despir regressou com uma roupa interior preta mas para minha surpresa, como por milagre, com um vibrador de cinto tão perfeito e natural que quase parecia ter-lhe nascido um pénis. Dirigiu-se à patroa penetrando-a por detrás enquanto me oferecia as suas mamas duras para eu a lamber, tarefa para a qual não me fiz rogado. Quando os movimentos da criada começavam a tornar-se mais ritmados sentia que a excitação da patroa ia aumentando e resolvi morder-lhe o mamilo, primeiro com alguma delicadeza e depois cada vez mais violentamente, o que lhe aumentava a excitação e a levava a pedir que lhe mordesse mais, e assim continuou até que atingiu um orgasmo como nunca tinha visto, ela estremecia como se estivesse a ter um ataque e gemia a um ritmo que pensei que fosse perder os sentidos. Arrisquei apalpar-lhe a vagina, a que acedeu facilitando a penetração dos meus dedos, e era um autêntico mar de água. Acto continuo a Ivone, já liberta do seu membro, dirige-se a mim, e começa a chupar-me o pénis com movimentos circulares de língua procurando que a sua boca ficasse bem preenchida e a trabalhar-me os testículos com lambidelas longas e molhadas. Isaura tinha-se apoderado do membro da sua serviçal e trocara de posição, era ela quem comia a empregada enquanto que esta me chupava de modo que daí a pouco me faria vir. Avisei-a que a continuar assim ia-lhe inundar a garganta. A senhora ao ouvir a minha advertência disse de imediato que quando me viesse tinha de ser na sua boca. Não demorei muito a realizar-lhe o desejo, pois enchi-lhe a boca de enorme quantidade esperma que ela partilhou com a serviçal num beijo sugado e lambido que deve ter demorado alguns dois minutos. Pediu-me que as beijasse. Este pedido provocou-me um misto de enojamento e excitação. Sentir o sabor do meu próprio esperma, embora já bastante diluído nas suas bocas, originou que houvesse um compasso de espera, em que ela insistiu questionando se eu tinha nojo de mim mesmo. Acedi e beijei-a primeiro levemente, e depois de forma mais intensa partilhamos a três um beijo que me provocou uma intensificação da erecção. Deitámo-nos no chão, e Ivone perguntou se alguém queria tomar um duche. Respondi que sim e fomos os dois para a casa de banho, onde tomámos um duche retemperante intercalado com algumas carícias e beijos. Perguntei-lhe como é que ela tinha aquela relação com a patroa e se faziam estas sessões muitas vezes, a que respondeu com um enigmático silêncio. Limpámo-nos e quando intencionava vestir-me, Isaura, agora com um robe de cetim preto, perguntou-me se não podia ficar mais um bocado porque tinha uma surpresa. Anui com a cabeça. Pegou-me na mão e levou-me para um quarto todo espelhado onde a Ivone nos esperava toda nua em cima da cama. Deitámo-nos e recomeçamos as carícias, os beijos, as lambidelas e chupadelas, e foi então que elas me contaram que eram irmãs, bissexuais, embora a preferência dominante fosse o lesbianismo e que a situação de criada/patroa foi só uma fantasia, na opinião delas, que todos os homens gostavam de viver. Explicaram-me a razão da minha escolha dizendo que a Ivone me tinha visto no Colégio e achado interessante e resolveram arriscar neste jogo. Voltaram a perguntar-me se queria continuar. O meu ar espantado divertia-as e foi entre os risos delas que acedi ao convite. Resposta de imediato, "vamos à surpresa". Ivone ofereceu-me um preservativo, tendo no entanto referido que da parte delas não havia qualquer problema de saúde e que sendo eu casado em princípio também não deveria ter, mas que não levavam a mal se eu quisesse usá-lo. Resolvemos usá-lo. E entre elas começaram um jogo de carícias a que eu assisti interessado e extasiado pois elas trabalhavam tão bem entre elas que pareciam peças de um puzzle que encaixam perfeitamente. Enquanto a Isaura estava em cima da Ivone sugando-lhe a vagina eu fui por trás e comecei a esfregar a cabeça do meu endurecido pénis nos lábios inchados daquela vagina, alastrando os movimentos até ao buraco anal. Quando lhe toquei de forma mais forte no rabo, estremeceu, suspirou e pediu-me que a trespassasse, e eu com cuidado pressionei o meu pénis contra o seu orifício, que se abriu e admitiu o meu grosso pénis ( 18 cm de comprimento e 5 de diâmetro, em erecção) até aos testículos. Ivone deixou-nos. Comecei a movimentar-me, primeiro de forma lenta e cadenciada e depois de forma mais alternada, entre os movimentos suaves e lentos e os movimentos rápidos e violentos, a que ela respondia com gemidos e estremeções do corpo. Entretanto, Ivone havia regressado com um outro pénis implantado num cinto e colocando-se debaixo da irmã, obrigou-a a enfiá-lo na vagina. Que sensação! Sentia o meu pénis a roçar no da minha parceira como consequência dos movimentos compassados e acertados que ensaiávamos. Não tardou que Isaura atingisse o êxtase e gritasse de prazer, mas eu estava cheio de tesão e não me tinha vindo - era o creme que voltaram a aplicar-me a fazer efeito. Comentei, "então todo o mundo goza e eu?" Ivone deitou-me de costas na cama e colocando-se de pé e de pernas abertas sobre a minha cara, começou a esfregar a sua vagina com os dedos e em movimentos de levantamento e abaixamento de pernas que por vezes levava a sua vagina húmida a tocar o meu rosto. O cheiro dos seus líquidos estava a deixar-me louco de excitação. Apercebendo-se do meu estado, desceu o seu corpo de forma a que a sua vagina fosse penetrada pelo meu endurecido pénis e iniciou um vai-vém cadenciado que lhe devia estar a provocar um enorme prazer pois sentia as suas paredes vaginais cada vez mais apertadas. Apercebendo-me disso voltei-a e mudámos de posição. Disse-lhe, agarrando-lhe os pulsos acima da cabeça, que agora eu é que mandava e mandei-a mexer o corpo se queria ter prazer, o que ela fez de imediato. Estávamos neste jogo quando chegou a Isaura, que se juntou a nós começando por esfregar-me as costas e depois começou a percorrer-me o corpo com a língua até chegar aos testículos. Abriu a boca e meigamente chupou primeiro um e depois outro, enquanto me afagava as nádegas. Aos poucos e timidamente a sua língua dirigiu-se para o meu buraco anal dando-lhe umas passagens leves primeiro e mais prolongadas e vigorosas depois. Em voz baixa perguntou se eu gostava e se podia continuar. Respondi-lhe que sim. Entretanto a irmã, continuava a movimentar-se sobre o meu corpo e cada vez mais excitada, levava as mãos, que lhe havia libertado, à cabeça e puxava o cabelo. O trabalho de língua de Isaura, era agora complementado com ténues tentativas de penetração com o dedo. Mal eu sabia que com o seu dedo estava a esfregar-me o ânus com um creme para relações anais que favorece a dilatação dos músculos. Estes movimentos tornaram-se cada vez mais penetrantes, e voltou a dizer-me que se eu quisesse bastava mandá-la parar, mas por estranho que pareça a excitação aumentava em mim. Logo eu, que sempre me considerei um machão, nunca tinha pensado que alguma vez tivesse prazer em ser penetrado. Mas não era tudo, daí a pouco senti algo mais grosso que um dedo junto do meu buraco. Voltei-me e Isaura tinha um novo implante, mais fino dos que os anteriores, mas que para mim se tornou assustador, porque nunca tinha sido penetrado analmente. Disse-o, elas sossegaram-me, dizendo-me que queriam que eu tivesse prazer e que com o creme esfregado não sentiria dor e que a qualquer altura podia desistir e ela parava. Ivone tinha parado os seu movimentos, mantendo-se penetrada pelo meu pénis e acariciando-me a face, beijava-me apaixonadamente na boca enquanto que Isaura ensaiava de forma lenta e suave a penetração, que para meu espanto se realizou num ápice. Estava pasmado, como é que o meu rabo tinha engolido aquele pénis de 12/15 cm, sem que me tivesse provocado qualquer dor, mas tão só uma enorme onda de prazer que se transformou num arrepio que me percorreu o corpo e de que ambas se aperceberam, iniciando os movimentos de penetração. A ideia de estar a comer uma mulher e ser comido por outra extasiava-me. Pensei para mim mesmo: que grande paneleiro me saíste! Agora era eu que me mexia e enfiava bem fundo o meu pénis na vagina de Ivone ao mesmo ritmo que Isaura o enterrava em mim. Estivemos assim neste frenesim, talvez dois a três minutos, quando Ivone me pediu para me tirar o preservativo pois queria sentir os meus leites nas suas entranhas. Completamente fora de mim, anui com a cabeça e acto contínuo ela desencovou o meu membro, retirou-lhe a protecção e enfiou-o de novo na sua vagina. Pediu-me para a avisar quando estivesse pronto para a ejaculação. Perguntei-lhe porquê. Respondeu-me que era surpresa. Após mais meia dúzia de penetrações avisei que ia acontecer e para meu espanto, quando iniciei a ejaculação dentro de Ivone, senti algo quente e líquido inundar-me os intestinos. As duas entalaram-me entre elas, beijando-me e dizendo-me palavras apaixonadas. Eu não conseguia dizer nada dada a excitação que me atingiu. Refeitos desta cena, disseram-me que o pénis da Isaura tinha um reservatório para colocar uma geleia previamente aquecida e ejectada através de uma bomba de aperto manual. Disseram-me que podia ficar tranquilo quanto ao facto de não ter usado o preservativo até ao fim, que há mais de três anos que não estavam com um homem e que entre mulheres só funcionam as duas. Elogiaram-me por ser tão carinhoso e pela minha entrega total aos seus jogos e convidaram-me a participar regularmente em jogos com elas, mas com a condição de ser só com elas e de elas o fazerem só comigo, para preservação da nossa saúde. Disse-lhes que não podia prometer isso porque era casado, mas que lhes garantia fidelidade, como ao longo de doze anos tinha garantido à minha mulher.
Concordaram e selámos o acordo com um beijo. Isaura levantou-se, dirigiu-se a um penteador e de dentro de uma gaveta retirou uns papéis que me deu, dizendo: "é a nossa prova de confiança para ti". Eram as análises de sangue que ambas realizaram havia menos de dois meses e que tinham sido necessárias para o seguro do empréstimo da casa. A partir desta tarde de Novembro de 1995, semanalmente, desloco-me aquele nº 18. E a imaginação daquelas senhoras é infindável, todas as semanas há uma nova fantasia e jogos a três de deixar qualquer um de rastos... mas isso são outras histórias.

10 de Abril de 2008

Tarada p/ sexo com filho


Sou Tarada Depois de muitas tentativas, consegui arranjar coragem, e hoje todos ficarão a saber da minha relação com o meu filho de 23 anos. Chamo-me Odete, tenho 58 anos, vivo numa aldeia de Portugal. Namorei cerca de 2 anos, e casei com 21. Um ano depois era mãe de uma menina, linda como todas as filhas o são. Meu marido trabalhava como sapateiro, eu costurava, e assim vivíamos nos anos 60, com dificuldades, mas felizes. O amor existia, mas nem dávamos por ele: uns beijos, umas carícias, e de vez enquando, fazia-mos sexo. Embora sendo sempre da mesma maneira, sempre na mesma posição, eu gostava. No início, fazia amor por "dever" de esposa, sempre envergonhada, nunca despida. Ficava na cozinha, esperando que o meu marido se deitasse, depois subia, tirava a roupa, ficando sempre de combinação, deitava-me ao seu lado, e uma vez por semana, por iniciativa dele, abria a s pernas e era possuída. Era sempre nessa posição que eu satisfazia o desejo sexual dele, pois eu quase sempre fingia gostar, embora raramente sentisse prazer. Dor não sentia, aliás, nunca senti dor no acto, mas não sabia que prazer me podia dar o sexo. Quando nos beijava-mos, o que raramente acontecia, aí sim, eu sentia prazer, amava-o, e isso era para mim muito bom, mesmo muito bom, e se ousava tocar na cara do meu marido, acaricia-lo, então já me sentia completamente realizada, mas não passava disso. Poucos anos depois de casados - tinha a Fernanda apenas 3 anos e meio - por falta de trabalho, o meu marido emigrou para o Brasil, ficando por lá 9 anos, enquanto eu, só e com uma menina, continuei a vida miserável que sempre tive, trabalhava de dia para comer à noite, como dizia o nosso povo, mas na minha ignorância, achava que tinha nascido para ser pobre, e vivia feliz. Nesse período em que fiquei sozinha, nunca senti falta de sexo, certamente por achar que sexo, era apenas para satisfazer o marido, o certo, é que nunca senti desejo, nunca me senti excitada, embora, ás vezes na minha solidão, eu recordava alguns momentos com o meu marido, e nessa altura, eu quase sentia o mesmo prazer como quando o beijava, mas nunca pensei que fosse desejo. Apenas uma vez, depois de me imaginar nos braços dele, eu sem querer, toquei no meu peito, e acariciei-o por uns momentos, mas por pouco tempo, pois logo um sentimento de culpa me invadiu a mente, e tentei esquecer tudo e adormeci. Para mim, sexo era apenas uma obrigação que eu tinha - fazer com que o meu marido "despejasse" dentro de mim, toda a sua masculinidade, sem que disso eu tirasse qualquer prazer. Sentia um misto de inveja e pena, ao ver a cara de prazer que ele punha no momento em que se esvaía dentro de mim. Curiosamente, nunca me senti "suja" depois de fazer amor, nunca me lavava imediatamente após ter sido "usada" por ele, ficava com as coxas apertadinhas, como que a conter todo aquele líquido quente dentro do meu corpo, eu achava que aquele líquido era precioso, e sentia-me no dever de o guardar o mais possível. Um dia, fui "assediada" por uma amiga e vizinha, mulher mais velha que eu, muito – como cá se dizia – esquentada, pois não satisfeita com o marido, depressa arranjou um amante, e sem qualquer pudor, com bastante vaidade, falava dessa relação em público sem qualquer preconceito, a tal ponto que era tida na aldeia, como uma ninfomaníaca. Nesse dia eu senti aquilo que todas as mulheres sentem quando excitadas, não fora o facto de ela ser tão "fala-barato", eu ter-me-ia aberto mais com ela, mesmo assim, falamos das nossas vidas íntimas; ela da sua actividade sexual constante, eu da minha abstinência, mas isso excitou-me mesmo, sentia a mesma sensação que havia experimentado quando, ainda muito jovem, andando de bicicleta, tive o meu primeiro, e único até então, orgasmo. Essa mulher, com a sua experiência e malícia, conseguiu que eu inventasse histórias eróticas, como se fossem as minhas fantasias, tendo eu comentado com ela, que todos os dias me satisfazia com os dedos, imaginando o pénis, ao que ela contrapôs dizendo: - Uma piça a foder-te, não é? Precisas mesmo de pau, mas eu não tenho, e não gosto de cona. Corada de vergonha, mas muito excitada, pedi-lhe que falasse das suas fantasias, ao que ela logo acedeu, contando como gostava de fazer, o que fazia, o que gostava que lhe fizessem, enfim, tudo sobre as suas taras. Ela adorava que se viessem na mão, o que me fez sentir um desejo enorme, lembrei-me de como eu apertava as coxas para suster o esperma dentro de mim, e embora não tivesse um orgasmo, senti que estava muito perto de o alcançar nesse momento. Depois dessa conversa, cheguei a passar algumas noites sem sono, mas por pudor, nunca me masturbei. Passados esses anos todos, em que vivi na solidão, foi chegado o momento do regresso do meu amado. Após receber a confirmação do regresso, vivia na ansiedade, quase desesperada, por tão esperado momento tardar, mas havia de chegar esse dia. E chegou. Era Domingo, manhã cedo, estava eu em casa, sozinha, a Fernanda estava na catequese, quando ouvi um carro parar à porta da rua. Corri tresloucada, assaltada por uma saudade tão grande, que me fez entregar-me nos seus braços, mesmo ali na rua, o que na altura, era condenável na minha terra, mas sem "vergonha", beijei-o como nunca o tinha beijado. Segurei-lhe a nuca, e sofregamente, beijei-o na boca pela primeira vez na minha vida, apenas o beijava na face, mas nesse dia, beijei-o como se eu fosse uma mulher "esquentada". E era-o, muito esquentada, carente, excitada, atesoada como se dizia. Já dentro de casa, enquanto a Nandinha não chegava, beijamo-nos como dois loucos descontrolados, até que, depois de a filhota chegar, eu acabei de preparar o almoço. Nessa tarde, ficamos os três em casa, matando saudades, mas nessa noite, fizemos amor como nunca havíamos feito antes, após longos beijos e ternas carícias, entreguei-me totalmente num acto sexual frenético mas terno, e muito prazeirento. Pela primeira vez, desejei ser penetrada e não possuída, falei palavrões, gemi e gritei, toquei e acariciei aquele maravilhoso pénis, senti pela primeira vez os testículos na minha mão, até soltei uma palavra que nunca havia pronunciado, - belos colhões tu tens para mim, meu amor... Mas rapidamente voltamos à rotina: eu deitada, pernas abertas, ele por cima, mete e tira, vem-se, e sai... e eu ficava, não como antes, não de coxas apertadas, mas de pernas abertas, desejando mais. Começava a precisar de mais sexo, já não era a mesma mulher, já não me sentia só um objecto, sentia-me mulher, fêmea, necessitada de ser penetrada, necessidade de gozar aquela fantástica sensação do orgasmo. Frustrada, pensei em tudo o que poderia fazer para obter do meu homem, aquilo de que eu andava carenciada, e achei a solução, que afinal era bem simples: deixar que os meus instintos de mulher, o fizessem mais macho, e resultou. Um dia, fomos jantar fora, assistimos numa sala de cinema, a um filme inesquecível, "Taboo" era o título. Apesar do choque inicial, pois eu nunca tinha visto um filme pornográfico, aproveitei ao máximo a experiência da actriz principal. Havia uma cena, em que uma mulher, enquanto se vestia, com sensualidade, era espiada pelo próprio filho. Isso causou-me uma sensação de reprovação, mas a forma como ela se vestia, causou no filho que a espiava, um desejo, aparentemente grande, e isso ajudou a libertar a minha mente. Eu fui educada num meio muito retrógrado, mas a minha mãe, que era de origem menos modesta que eu, os meus avós maternos eram ricos, as taras do meu avô é que arruinaram a família, a minha mãe, dizia eu, sempre se vestiu elegantemente, usava saias compridas, e sempre que saía, usava meias, mesmo numa fase em que era difícil encontrar lojas que as vendessem após o aparecimento da mini saia, ela nunca usou collants, arranjou sempre onde adquirir as elegantes meias, que frequentemente usava, e eu também nunca fui apaixonada pela malfadada "meia-calça", sempre que não tinha meias, saía sem elas. Nessa noite, depois do cinema, fomos tomar um copo a um bar, como o ambiente não nos agradou, rapidamente regressamos a casa, trazendo eu na cabeça, a ideia de uma noite diferente. Eu sabia que haviam mulheres que chupavam no sexo do marido, mas nunca tinha ousado fazê-lo, pensava eu que era coisa de prostitutas, jamais eu faria uma coisa dessas, não por nojo, mas sim por pudor, no entanto, nessa noite, eu queria imitar aquela mulher que vi no filme, queria me despir diante dele, como fosse uma mulher da má vida. Comecei por calçar as minhas meias preferidas, pretas, transparentes, com costura por trás, até mais de meia coxa, presas num cinto de ligas - ligueiro, chamava-lhe eu. Estudei todos os movimentos, e comecei o meu show. Entrei no quarto, olhei-o nos olhos, deitado, já despido, beijei-o, acariciei-lho o pau, beijei-lhe o mamilo, e de costas para ele, no meio do quarto, peguei numa cadeira, e debrucei-me sobre ela, deixando o meu traseiro bem empinado exposto à sua visão. Embora de saia, notava-se o relevo causado pelo cinto de ligas, nesse momento senti-me puta, pronta para dar prazer a um homem, só que eu sabia que isso me daria aquilo que eu mais desejava, sentir um orgasmo... vir-me. Provoquei-o, despindo-me lascivamente, e com a sensualidade que me era possível provoquei nele um tesão tal, que a piça se ergueu, e se manteve assim por vários minutos, ali erecto, como que a pedir que o fizessem penetrar uma cona húmida, aquela visão, ver aquele monstro teso ao alto, fez-me tesão, fez com que eu me transformasse numa verdadeira profissional do sexo, senti prazer em me imaginar objecto sexual, mulher, fêmea, puta. Completamente desvairada, já nua, apenas de salto alto, meias e cinto de ligas, maneando as ancas, acariciando meus mamilos já duros de tesão, apalpando as mamas, que não eram muito grandes, arrebitadinhas, passo uma mão pelo meu traseiro, acaricio, e vou aproximando da minha zona pélvica, acaricio os meus pintelhos, molho um dedo na boca, e com a outra mão abro ligeiramente os lábios vaginais, e introduzo o dedo molhado de saliva... vou tirando e vou acariciando o meu grelo... não me contendo, solto um leve gemido.... ohhhh..... mordo os lábios.... lascivamente uso a língua e passo-a no lábio superior... fecho ligeiramente os olhos, e sinto-me completamente louca, desvairada. O desejo tinha-se apoderado de mim. Dirijo-me a ele, em passo cadenciado e rebolando o meu corpo, sento-me ao lado dele na cama, e começo a lamber-lhe o rosto, vou aproximando a minha língua da boca dele, em movimentos langosos, e beijo-o, meto a minha língua na boca dele, e chupo a sua língua, minhas mãos vão percorrendo o seu corpo, enquanto ele me acaricia as costas, isso provoca em mim, ainda hoje, uns arrepios deliciosos. Após longos e maravilhosos beijos, carícias e toques sensuais, entregamo-nos num louco acto sexual, fodemos em várias posições, incluindo eu de gatas e ele por trás de mim, coisa que nunca eu tinha feito, totalmente exposta a ele, pensei até que aceitaria a penetração anal se ele o desejasse, porém, não aconteceu. Foi uma das melhores fodas que levei. Depois de uns minutos num vai-e-vem frenético, viemo-nos em simultâneo, na posição que é a minha favorita: eu por baixo para poder ver a carinha dele no momento em que se esporra em mim, é assim que me venho sempre. Adorei essa noite, mas o melhor foi depois. Fumamos um relaxante cigarro, conversamos sobre a foda, e recomeçamos. Enquanto fumávamos, eu deitada sobre o peito dele, ia beijando o seu mamilo, lambendo, mordendo com os lábios... até que notei uma leve erecção, que delícia, pele brilhante da humidade resultante da foda, tinha certamente o sabor da minha cona misturado com o seu esperma, curiosa, fui inspeccionar de perto, aproximei-me do meu objecto sexual predilecto, e senti um cheiro, indescritível, uma mistura de cheiros, impossíveis de narrar, porém, nada desagradáveis, tal era o meu estado de excitação. Como o cheiro está associado ao paladar, senti uma vontade incontrolável de o beijar, e saborear. Regressou nesse instante à minha cabeça, a imagem do filme, a sensualidade de uma mãe, acariciando com a boca, o pénis do filho, não por ser o filho, mas porque eu achei linda aquela imagem, e beijei a cabecinha vermelha e brilhante, do sexo que momentos antes, me tinha feito delirar de prazer. Despudoradamente, meti a cabeça na boca, e lambi suavemente, fui descendo e engolindo, lentamente, até o ter mais de metade na boca, como era enorme assim, parecia maior que antes, mas adorei chupa-lo até se esporrar. Confesso que não foi boa ideia ir até ao fim, porque me engasguei quando se veio, mas ele adorou. Fiz nessa noite o meu primeiro broche, e poucos dias depois, já gostava que se viesse na boca, provocando nele um prazer tão grande, que não raras vezes, até eu me vinha só de o chupar. Os anos foram passando, entretanto nasce o Pedro, não foi por descuido, mas também não foi desejado previamente, simplesmente aconteceu, engravidei, e como a nossa vida sexual era tão maravilhosa, fiquei muito feliz, pois sabia que a gravidez resultava de uma excelente relação, o que não acontecera com a primeira gravidez. Tudo decorreu naturalmente, e no tempo preciso, nasceu um menino, a que demos o nome de Pedro. Tinha o Pedro 13 anos, era eu ainda uma mulher fogosa, com uma vida sexual activa, apesar do meu marido se ausentar frequentemente, por motivos de trabalho e por períodos mais ou menos longos, chegava a estar ausente duas semanas seguidas, quando voltava, tinha sempre quatro ou cinco dias de folga, e era o suficiente para me satisfazer sexualmente, a Fernanda estudava na Universidade, e eu ficava sozinha com o Pedro, que entretanto já andava no Liceu, aconteceu uma coisa que viria a marcar decisiva e positivamente a minha vida. Um dia, quando fui buscar a roupa ao cesto para lavar, notei que estava mexida, nada que me fizesse suspeitar fosse o que fosse, porém, comecei a notar isso mais vezes, e reparei que as minhas roupas íntimas, cuecas e soutiens, estavam sempre mexidas. Fui estando atenta, e um dia, vi uma mancha nas minhas cuecas usadas. Um pensamento "malicioso" assaltou a minha cabeça: "será que o Pedro...?" – pensei. Não, eu sou tarada, o Pedro é menino, eu não posso ser assim, tira isso da cabeça, sua louca. Zanguei-me comigo mesma, mas a ideia persistia apesar de eu não querer, todos os dias eu ia verificar as roupas, lá no meu íntimo, eu desejava saber mais sobre o que se passava, e um dia, descobri esperma, ainda líquido, mesmo no tecido que todo o dia anterior, tinha andado a roçar no meu sexo. Que sensação estranha... desejo, medo, pena, tudo isso me passou momentaneamente pela cabeça, mas o desejo foi mais forte, e levei as cuecas à minha boca, cheirei, e lambi, saboreei o líquido viscoso ali depositado. A mistura de cheiros e sabores, o odor do meu corpo misturado no esperma do meu filho, provocou em mim um tesão, que me obrigou a uma masturbação deliciosa, no recanto do meu quarto, usando os dedos e a minha imaginação. Sensação estranha aquela, desejo, medo, pudor, pena... enfim, tudo passou por onde não devia, uma vez que, a partir daí, todos os dias eu me entregava aos prazeres solitários da masturbação, com a "agravante" de fantasiar ser amante do meu filho. Comecei a usar lingeries menos próprias para o dia-a-dia, cuequinha de variadas cores, incluindo vermelha, passando obrigatoriamente pela minha cor favorita, o preto, meias de ligas, saltos altos, roupas que só usava para o meu marido, tais como; saias justas, decotes exagerados, enfim, passava os dias sempre excitada, nunca me esquecendo de averiguar o presente que ele deixava nas minhas cuecas. Ele saía depois do almoço, e lá ia eu deliciar-me, lambendo sempre que havia, o leite depositado por ele. Houve uma fase em que não encontrei nada, nenhum vestígio de esperma, mas ele continuava a mexer, só que não se masturbava, soube mais tarde, que também ele preferia isolar-se para se masturbar, mal eu sabia que se escondia. Isto durou alguns meses, até que eu decidi pôr fim a tudo. Acabar de vez com aquela loucura minha, ou seja, deixei de colocar a minha roupa interior naquele cesto. Mas cedo senti a falta daquele prazer que eu me auto-proporcionava, lutei e resisti cerca de duas semanas, mas fracassei, resignada, recomecei a pôr novamente as minhas roupas no cesto, mas ele, que já tinha desistido de procurar, não sabia que eu tinha voltado a colocar lá as cuecas, e não ia lá. Desesperada, pensei num estratagema, e se resultasse, tudo voltava ao habitual. E que pensei eu então? Vou levar as roupas numa altura em que ele esteja em casa e me veja. Surge então outra questão: e se ele me interpela? Se me pergunta se sou tarada? Que lhe vou responder? Um medo assustador impediu que eu fizesse esse tresloucado acto, e decidi lutar contra mim própria, eu mãe, lutei contra eu mulher, mas sempre reflectindo em tudo, sempre no subconsciente a procurar uma solução, é que eu nos momentos de meditação, acabei por descobrir que eu mãe sofria, e eu mulher sofria ainda mais. Quando o meu marido estava presente, supostamente eu não pensaria no Pedro, mas não era isso que acontecia, eu, mesmo sendo penetrada pelo pai, imaginava o filho, não a penetrar-me, mas a vir-se nas minhas cuecas, para logo de seguida eu lamber e absorver todo o líquido ejaculado por ele. Curiosamente, nunca tinha imaginado ser penetrada por ele, apenas imaginava ele a vir-se ao pé de mim, raras vezes eu o masturbava na minha fantasia, mas um dia sonhei, e que sonho maravilhoso - sonhei que ele me apanhou a lamber a esporra das minhas cuecas, e me perguntou: - Gostas mãe? É bom o meu leitinho? Queres mais? Vem cá que eu dou-to todo, e no sonho, eu de joelhos chupei-o até se vir na minha boca, bebi tudo, chupei-o todo, espremi-o, e depois, ia beija-lo na boca, quando acordei. Fiquei deitada, a relembrar tudo de novo, senti que estava molhada, não húmida, mas mesmo molhada, tanto ou mais molhada do que quando estou a ser penetrada, acariciei-me, esfreguei o clitóris, introduzi dois dedos na cona, tirei-os, e suguei-os.... maravilhoso aquele sonho, passei horas acordada, tentando recomeçar, mas, para minha frustração, não consegui. Passaram-se mais dias de sofrimento, eu ávida de sexo, e um homem a viver na mesma casa que eu, sem eu lhe poder tocar. Até os beijos de bom dia ou boa noite, passaram a ser diferentes, eu temia algum descontrolo da minha parte, e não queria passar a viver com um sentimento de culpa, que certamente seria pior que a minha frustração sexual, pior que a minha tara imperdoável. - Bom dia Pedro - Bom dia mãe Eu evitava o beijo, mas sentia falta dele, sentia falta das carícias que fazia-mos mutuamente aquando do beijo de bom dia, um leve passar da mão no meu rosto, um abraço, uma carícia no pescoço, enfim, gestos inocentemente simbólicos, inofensivos. Até isso eu tinha perdido. O sentimento de culpa, embora não me atormentasse muito, persistia na minha mente. Pensava frequentemente no assunto, o que acabava por me proporcionar desejo, fazendo com que me sentisse insegura, indecisa, ora rejeitando, ora aceitando e até desejando. Imaginava o Pedro homem, apesar de já não o ver nu desde os dez anos, recordava aquela imagem de menino, que ao ser lavado por mim, me envergonhava por lhe ter provocado uma leve erecção. Quando lhe dava banho, nunca me despindo totalmente, lavava-lhe os órgãos, que não eram ainda sexualmente desenvolvidos, mas já notava dureza no membro, quando o massajava, no acto de lavagem. Nessa altura, tudo era para mim normalíssimo, hoje tenho outra opinião: se ele se entesava ao ser tocado por mim, isso já era desejo, embora inocente. Os dias iam passando, a situação mantinha-se, mas agora era para mim, bastante mais fácil, conseguia não me lembrar do Pedro homem, durante muitos dias, só de quando em vez, eu o recordava como homem, e tudo parecia normalizar, até que um dia, estava eu sozinha em casa, descontraídamente, usando apenas uma bata por cima do meu corpo nu, e como se aproximava a época de verão, eu que nunca me depilava nas axilas, decidi fazê-lo, pois tinha complexos em usar blusas sem manga, por ter pêlos nos sovacos. Entrei no quarto, despi-me, e comecei a depilação, usando o estojo de barba do meu marido, rapei os pelos, e no espelho verifiquei que estava diferente, mas gostei da sensação. Acabado o serviço, vesti umas cuecas, e sem soutien, saí do quarto, em direcção ao cesto da roupa suja, onde deixei as cuecas que tinha usado, e lá, no quarto dos arrumos, vesti a bata e saí ainda com os botões desabotoados, como fazia naturalmente quando estava sozinha em casa. Passados uns minutos, apercebo-me que o Pedro estava em casa. Pânico – será que o Pedro me tinha visto nua? Ter-me-ia visto a depilar os sovacos? Não, não podia ser, certamente ele tinha chegado naquela hora. Nos dias seguintes, notei que o Pedro saía, mas nunca o ouvia entrar, quando me apercebia, já ele estava dentro de casa... hum... comecei a ficar inquieta, pensando que ele me espreitava. Embora lá no meu íntimo, fosse esse o meu desejo, eu não queria voltar ao mesmo pesadelo, e tentei esquecer isso, retomei a normalidade de uma vida pacata na aldeia; levantava-me pela manhã, preparava o pequeno almoço, o Pedro comia e ia para a escola, eu tratava da casa, fazia o almoço, almoçava, e passava a tarde fazendo aquilo que todas as donas de casa fazem, tarefas repetitivas, que por vezes permitem, e até proporcionam pensamentos pecaminosos. Uma bela tarde, ouço a porta da rua, é o Pedro, pensei, mas ele não entrou. Não procurei, mas tinha a certeza que ele estava dentro de casa, sentia isso com uma convicção, que até me sentia a ser observada, e inconscientemente, comecei a ser mais discreta nos movimentos, sem nunca olhar directamente na porta do quarto dos arrumos, onde eu estava a passar umas roupas, evitava inclusive, baixar-me de rabo para a porta, tal era a sensação que tinha, de estar a ser espiada por ele. Claro que os pensamentos eróticos se apoderaram de mim, e pouco tempo depois, já eu tinha decidido ser mais "generosa" nos meus movimentos, ao ponto de, pegando numa saia minha, ao invés de a passar, a pus na cinta, como que a ver se me ficava bem, tentando despertar nele algum "vício". Essa saia era vermelha, não muito curta, usada regularmente com meias cor de pele, e com sapatos igualmente vermelhos de salto alto. Passei a saia, de seguida uma blusa branca, arrumei tudo, e fui para o meu quarto, levando a saia e a blusa na mão, dando a entender que me ia trocar. Entro no quarto, e deixo a porta entreaberta, ficando uma friesta para permitir que ele me visse, dirijo-me para a cômoda, abro um gavetão, onde guardo as minhas roupas íntimas, e tiro umas meias e o respectivo ligueiro, dispo-me, com movimentos que eu acho sensuais, como desabotoar os botões, um a um, lentamente, até ficar com a bata totalmente aberta, viro-me de costas para a porta, e deixo-a cair, ficando o meu corpo apenas tapado por uma cuequinha normal, para o dia-a-dia, acto contínuo tiro a cueca, sempre de costas para o lugar onde supostamente estaria o meu menino-homem, que me despertava tal desejo. Ao ficar nua, senti tesão. Estava a provocar intencionalmente, uma situação que julgava ser do agrado dele, e sem pudor, descontraídamente, pego no cinto de ligas, e ponho-o na cinta, apertando-o pela frente, para depois o rodar até ficar correctamente na cintura, deixando as ligas dependuradas, pego numa meia, viro-me para o espelho, ficando de lado para a porta, ponho um pé na cadeira, e debruçada, calço a meia, lentamente vou puxando pela perna acima, até chegar a meio da coxa, prendo a liga da frente, ponho o pé no chão, e curvando, prendo a outra liga na parte lateral da minha coxa, calço a outra meia, prendo as ligas, e, apenas de meias cor de pele, e cinto de ligas branco, rendado na parte dianteira, olho-me no espelho. Admiro a minha beleza, beleza de mulher madura, na altura tinha eu cinquenta anos, peitos médios, mamilos salientes, cercados por uma auréola escura, barriguinha pequena, rabo empinado, coxas grossas, pernas altas, pintelheira farta, ali estava eu, despida de roupa e de preconceitos, provocando tesão no meu querido filho. Acariciando as nádegas, subo as mãos pela cintura, apalpo literalmente os seios, molho um dedo na boca, e roço no meu mamilo, com o polegar e o indicador, rodo o biquinho do peito, provocando em mim, um tesão tal, que soltei um leve gemido, desço a mão em direcção do meu sexo, a acaricio suavemente, puxo alguns pintelhos, e viro-me de frente para a porta, ficando a observar a minha imagem de perfil no espelho, volto para o outro lado, ficando de costas para ele, inclino-me ligeiramente para a frente, e acaricio as nádegas, com as mãos abro-as ligeiramente, proporcionando a ele uma visão, que julgo que jamais esquecerá. Após uns minutos de exibição, decidi deitar-me na cama, e iniciei uma masturbação deliciosa, metendo três dedos na cona, esfregando o grelinho, abrindo os lábios, fiz os movimentos semelhantes a uma penetração a sério, até me vir. Adorei aquela masturbação. Após uns minutos de "relax", levantei-me e acabei de me vestir, saia vermelha e blusa branca, calcei uns sapatos de salto vermelhos, e receosamente, saí do quarto. Não o vi, mas tinha a certeza que ele tinha visto tudo, agora eu queria vê-lo, queria saber se o tinha excitado, e se ainda se notava a excitação dentro das calças, mas não o vi. Não me preocupei, pois eu tinha a certeza que o meu show tinha sido apreciado pela pessoa que me despertava o maior desejo do mundo. Minutos depois, vejo-o a sair da casinha que temos no quintal, onde guardamos a s ferramentas que usamos nos trabalhos da horta. O seu comportamento, de cabeça baixa, como se sentisse culpado de alguma coisa errada que tivesse feito, fez-me acreditar que eu lhe tinha proporcionado algum prazer. Soube posteriormente, que ele saiu de casa, não por vergonha ou medo, mas sim para ficar só, relembrando tudo, e se masturbando. Desde esse dia, o meu sentimento de culpa acabara, eu tinha a certeza que não o feri, não o "violei", estava convicta que era também esse o desejo dele, e se ele gostava de ver, eu adorava mostrar, e mostrava tudo sempre que podia, exibia-me, ora trocando de roupa, ora usando saia com bastante roda, por forma a facilitar que quando me baixava, nos meus afazeres, lhe pudesse proporcionar uma visão mais íntima do meu corpo, mesmo que sempre usasse cuecas, as coxas ele podia admirar. Eu sabia que ele adorava lingerie. Descobri que em todas as revistas que ele comprava à socapa, as mulheres em lingerie eram predominantes, também notei que eram todas de idade avançada, nunca lhe vi nas revistas meninas da sua idade, eram todas com mais de trinta, o que me fazia pensar que eu lhe despertava interesse, mal eu sabia, que essa preferencia por mulheres maduras, tinha sido provocada por mim, agora que sei isso, sinto-me vaidosa. Sempre que podia, e como passávamos muitos dias sozinhos, eu vestia roupas provocantes, sempre de cinto de ligas, decotes que me impossibilitavam de sair, sem antes trocar de blusa, mostrava as pernas, algumas vezes usava mini saia, e quando me curvava, deixava ver o papinho por entre a minhas pernas, e aí sim, eu via o volume crescer dentro das calças dele. Desde os treze anos, eu mostrava-me indiscretamente, e ele observava, passava os meus dias sempre atesoada, imaginando novas posições, onde eu me pudesse exibir mais declaradamente, chegando a tomar banho com a porta aberta, mas nessa altura, já ele não se escondia para me ver, tínhamos atingido um ponto, onde já era normal, eu ir para a cozinha, pela manhã, muitas vezes sem robe, apenas de camisa de dormir, totalmente transparente, vastas vezes muito curta, onde se podia ver os pintelhos, o rabo, as mamas, os mamilos erectos, enfim, quase nua, os beijos voltaram, agora mais intencionais, permitindo-me por diversas vezes fazer carícias no seu rosto, bem como receber alguns toques em várias partes do meu corpo, como seios, costas, traseiro, e até na barriga. Uma vez, quase me tocou no sexo, estando eu sentada à mesa, ele veio despedir-se com um carinhoso beijo na testa, e colocou a sua mão na minha coxa nua, bem pertinho dos meus pintelhos. A nossa relação, embora discreta, era intensa. Eu sabia do desejo que ele sentia por mim, mas não sabia como avançar, fazer progredir a relação, até ao ponto que ambos desejávamos, eu sabia o que queria, sabia que ele me desejava, mas faltava-me a forma ideal, e segura, de lhe falar no assunto, no fundo, eu até gostava que a situação se mantivesse assim, provocava-lhe desejo, e não corria o risco de ser rejeitada, talvez fosse esse o meu receio, o de avançar e ele recusar, por isso, convivia com isso da maneira mais natural possível. Um dia, depois do almoço, estava eu a fumar um cigarro na cozinha, quando ele entrou. Pedi desculpa, eu sabia que ele não gostava do cheiro do tabaco, e ia apagar o cigarro, quando ele diz: - Não apague, fume até ao fim. - Vais sair já? - Não, mas gosto de a ver a fumar, posso assistir? - Claro – respondi eu – senta-te ao pé de mim. Era a melhor oportunidade para eu começar a falar mais à vontade com ele, e falei. Nessa altura ele já teria mais de quinze anos, mas era um menino corpulento, ombros largos, ele sempre praticou ginástica. - Tu nunca fumaste, pois não? - Não, mas já senti vontade. Sem pensar, num acto dominador, perguntei: - Queres experimentar? E ofereci-lhe o meu cigarro aceso, e já a meio. Ele abriu ligeiramente os lábios, e eu coloquei-lhe o cigarro. - Puxa, mas não engulas o fumo. Tossiu logo, engasgou-se com o fumo, mas rapidamente passou. Esse cigarro acabou rapidamente, mas eu logo acendi outro, que, acompanhado por um trago de brandi, fui saboreando, enquanto ele me observava. Fumou comigo umas passas, e adorou estar na minha presença, "curtindo-me" a fumar. Conversamos sobre os malefícios do tabaco, mas também realcei o prazer que eu tinha, quando depois de uma refeição, fumava um cigarro. Há prazeres que, não sendo proibidos, não são praticados abertamente, no meu caso, nunca fumava em público, muito menos diante dos filhos, e talvez por isso, o facto de me ter exposto ao Pedro, gerou em mim aquela sensação agradável, de quem está a fazer uma coisa que não é vulgar, parecia que eu estava a fazer algo que não devia ser do conhecimento das outras pessoas. E fazia-o diante do Pedro. Já era um compromisso entre nós. Eu, ao fumar diante dele, estava a criar nele a ideia de que fazia coisas para ele, e não para os outros, como também era muito íntimo o facto de eu caminhar descontraídamente, seminua, pela casa, mesmo com ele a observar. Havia já entre nós, uma relação de compromisso; eu mostrava-me, fumava e bebia, e ele deveria calar-se, pelo que eu resolvi falar abertamente, para o prevenir que, tudo o que se passava ali, tinha que ficar em segredo entre nós. Foi então que lhe perguntei se ele alguma vez tinha comentado com os amigos, o facto de me ter visto em trajes menores, ao que ele me respondeu com um categórico não, acrescentando que sabia o que devia e o que não podia revelar, fosse a quem fosse, e pediu-me que também não dissesse nada ao pai. Era isso que eu queria ouvir, um compromisso mútuo, ninguém comentava nada com ninguém. Aproveitei a deixa, e perguntei se ele gostava quando me via meio nua, e se isso não o perturbava, se não lhe causava nenhum repúdio, e fiquei super feliz, quando ouvi da sua boca um elogio ao meu corpo: - Sabe mãe, você é muito bonita, gosto muito de a ver, acho que ninguém no mundo é como você. - Mas, o que notas em mim? Sou velha, nada que se compare com as tuas amigas. - É diferente mãe, elas são amigas, você é a minha mãe. Essa afirmação pôs-me confusa: "elas são amigas, você é mãe". Que queria ele dizer? Com elas é natural, comigo é proibido? Será isso? Sendo proibido será melhor? É isso, é sexo que está na sua cabeça... hummmmm... que delícia. Agora entendi e estou mais confiante e segura. Este pensamento clarificou a minha mente, e deu-me coragem, embora eu receasse ferir a sua moral. - Bom, eu continuarei a ser assim, até tu me dizeres que pare, está bem? E continuamos a viver a nossa tara, ele voyeur, eu exbicionista, no entanto, eu ansiava por mais, e nesse fim de semana, permiti que ele me visse com o pai. Correndo eu o risco de causar nele ciúme, arrisquei, e nessa noite deixei a porta do quarto entreaberta, enquanto me transformava na mais loca mulher em período de "cio". Fiz de tudo com o meu marido, calculando que ele nos espiava. Nessa altura já eu tinha perdido todos os tabus, em matéria sexual, fazia de tudo na cama, desde oral até anal. Tinha cedido aos insistentes pedidos do meu marido, para fazer sexo anal, ele desde que voltou do Brasil, andava louco por me possuir analmente, e um dia, depois de eu habitualmente me acariciar no anus, de tão excitada que estava, pedi que me comesse no cu, com os dedos já havíamos experimentado, mas o pau nunca me tinha penetrado, apesar de tudo, era um desejo escondido que eu tinha, sobretudo quando o meu marido me beijava e lambia o anus, sentia um forte desejo de experimentar, e acabamos por fazer do sexo anal, a coisa mais natural deste mundo. Em suma, eu já gostava de fazer anal. Nessa abençoada noite em que propositadamente deixei a porta entreaberta, comecei por fazer um broche, enfiando a piça todinha na boca. No início só conseguia meter cerca de metade, com o tempo e prática, fui conseguindo mais e mais, até que agora suporto cerca de 20 cm na garganta, mas chupei deliciosamente aquele pau duro, em posição que permitisse ao Pedro ver tudo, lambuzei-me passando a piça molhada pela minha cara, e enfiava tudo de novo na boca, enquanto, totalmente exposta ao Pedro, me acaricia, abrindo a cona, e esfregando o grelo, sempre chupando ao mesmo tempo. Fodi por cima, sentada nele, enquanto metia um dedo no cu, queria que o Pedro soubesse como eu gostava de ser fodida no cu, e virei-me, ficando de costas para o meu macho, mas de frente para o meu filho, deixando que ele visse o pau a foder-me na cona. Parei, lentamente fui tirando a piça, e, segurando-a na mão, apontei no cu, e deixei-me enterrar. Se adoro a sensação de ser enrabada, naquela noite delirei. Ao saber que estava a ser vista pelo meu filho, comecei a sentir que me ia vir, e sem me descontrolar muito, fui cavalgando naquela piça tesa, gozando o prazer da foda anal, sempre com o Pedro na ideia. Tive um dos meus melhores orgasmos, foi um orgasmo múltiplo, vim-me mais que uma vez, foi maravilhoso. No dia seguinte, era Domingo, não se passou nada, foi um dia normalíssimo, mas no dia seguinte, eu esperava que ele comentasse comigo, mas não, o Pedro não falou em nada. Nunca me passou pela cabeça, que o Pedro reprovasse o meu acto, isso eu tinha a certeza, mas então porque é que ele não comentou nada? Muito simplesmente, porque ele não viu nada, nessa noite ele deitou-se cedo, porque no dia seguinte tinha uma saída logo pela manhã. Eu soube isso, porque lhe perguntei se tinha dormido bem, ele disse que sim, pois sabia que pela manhã era preciso estar alerta bem cedinho, logo, eu deduzi que ele mal se deitou, logo adormeceu, sem pensar no que provavelmente acontecia no meu quarto. Nunca mais tive coragem de repetir tal proeza, achei melhor não correr esse risco, e continuei a mesma vida de exibicionista, mas sempre e só, quando estávamos sozinhos em casa. O Pedro, já com 17 anos, homem feito, menos interessado em me ver, começa a sair à noite, o que eu achava normal, apesar de não gostar muito, aceitei esse afastamento, era natural ele ter interesse nas raparigas da sua idade. Embora jovem, nunca voltava tarde, mesmo assim, eu nunca adormecia sem ele chegar a casa, e ele, sempre pedia licença e entrava no quarto para se despedir de mim. Começou a fumar, pouco, mas fumava, bebida, só as bebidas dos "iniciantes" na noite, mesmo hoje ele não é muito bebedor. Uma noite, eu esperava pelo seu regresso, e começo a pensar no que ele estaria a fazer, e sem querer, começo a masturbar-me, aliás, recomecei as minhas noites de solidão, acalmadas com umas carícias, mas nessa noite, senti ciúme do meu filho, imaginava outras a ter o que eu desejava, mas não tinha. Várias noites isso aconteceu, até que uma noite, quando ele chegou, e depois de se despedir de mim, eu fui até ao seu quarto, com o intuito de lhe pedir um cigarro. Eu estava de camisa azul-celeste, transparente, nua por baixo, e depois de nos sentarmos na sua cama, enquanto fumávamos, ele não tirava os olhos de mim. Apeteceu-me avançar, mas pensei melhor, e fiz aquilo que todas fazemos, que é parecer desinteressada. Nenhum comentário menos próprio de uma mãe para um filho. Fumamos, e depois eu saí. Ao sair do quarto, olho para trás, e vi-o "babadinho" a observar-me. Sei que ele adorou aquele meu manear de ancas, mostrando as nádegas roliças, através da transparência da camisa de noite. Na minha cama, antes de conseguir dormir, repeti aquilo que me restava – a masturbação. Decidida, depois de pesar os prós e os contras, numa bela tarde de segunda-feira, dia em que ele não tinha aulas, aproveitei a ida dele ao café, preparei as roupas, e comecei a vestir-me, como se uma tarde de sexo, estivesse em perspectiva. Meias pretas, presas num cinto de ligas igualmente preto, rendado, cuequinha preta, que fazia parte do conjunto, e um soutien minúsculo, apenas segurava o peito para cima, pouco o tapava, deixando a auréola quase na totalidade à vista. Saia preta justa, e uma blusa branca sem decote. Calço uns sapatos pretos, salto alto e finíssimo, acendo um cigarro, e sento-me na cama, esperando, e pensando em todas as hipóteses. Ou é hoje, ou nunca mais é. Ele chegou, e eu estava a pentear-me, tendo deixado a porta aberta, quando ele vai a passar, eu chamei-o, e pedi que me ajudasse a ajustar a liga na meia, mas perguntei-lhe se ele sabia fazer isso, ele responde que só se tentar é que sabe, então, eu volto-me de costas para ele, e lentamente vou subindo a saia, mas como era justa, era difícil, e eu tinha que me manear para facilitar a tarefa. Subi a saia até deixar o fim da meia à vista, estava a mostrar as minhas coxas, apenas tapadas pelas meias, numa posição algo sensual, uma vez que os saltos me obrigavam a ter o cu arrebitado, afinal de contas, eu estava em bicos de pés, é essa a posição em que se anda, quando se usa salto alto. Ele, ajoelha-se atrás de mim, e verifica que a liga está bem, deve ter-se apercebido logo da minha intenção, porque, sem nada dizer, começa a fazer aquilo que eu tanto desejava. Sinto a sua mão tocar-me a coxa, a meio da coxa, sobre a meia, e sinto um leve deslizar em direcção ao cimo das minhas pernas, a mão toca a minha pele depois da meia, e sinto o seu bafejar na pele. Arrepiei-me ao pensar que ele estava a poucos milímetros de me tocar com os lábios na coxa, a tensão aumenta, quando ele beijou a minha pele nua. Sabendo eu que ele via, mas não podia tocar nas nádegas, puxo definitivamente a saia toda para cima, a fim de lhe facilitar o acto, e sinto a sua língua na minha nádega. Segurando a sua cabeça contra mim, vou-me virando lentamente, obrigando-o a lamber-me a pele, e fiquei com a minha cuequinha pressionada pela sua cara. Que sensação! O meu filho em posição de me lamber a cona. - Beija filho, beija-me querido, exclamei! Sinto os seus beijos sobre a seda da cueca, tento abrir-me, arcando as pernas um pouco, permitindo que ele me lamba bem no sítio onde eu mais precisava. Ele, com a língua, vai desviando a cuequinha, e lambe-me a virilha, com os lábios, puxa suavemente alguns pintelhos, segura-me pelas coxas, enquanto eu com a mão, desvio totalmente a cueca, mostrando a minha molhadíssima cona, logo lambida pela sua língua. Ao sentir a humidade da língua quente no meu grelinho, não aguentei, soltei um gemido e murmurei... - hum... delícia, filho... lambe bem... isso... lambe-me o grelo... faz-me delirar... faz-me vir... eu morro de tesão... ohhhh... Indescritível aquela sensação. Nunca tinha sentido aquele prazer. Apesar de na minha consciência pairar um sentimento de culpa, entreguei-me totalmente nas mãos do meu filho-amante. Nunca tinha sentido tamanho gozo, enquanto era beijada no sexo. Adorei sentir aquela maravilhosa língua, passando várias vezes bem dentro do meu corpo, em sucessivas lambidelas. Meu grelo tilintava de tesão. Minhas pernas tremiam, toda eu tremia, tal era o estado em que me encontrava. Tiro as cuecas, e de saia levantada, sento-me na cômoda, levanto uma perna, deixando a minha cona peluda totalmente exposta, para então, ser presenteada com o mais delicioso minete, jamais por mim sentido. Abro a cona com as mãos, expondo o meu dilatado grelo, que, ao ser lambido, me fez soltar um grito... aiiiiiiiii filhoooo vou-me vir........ simmm...... lambe-me essa cona.... uiiii... chupa-me o grelo......simmmm........ohhhh venho-me........ E, tive o melhor orgasmo da minha vida, até esse dia. Foi tão intenso, que tive a sensação, pela primeira vez na vida, que deixei sair algum xixi, tais foram os espasmos que tive. Ainda atesoada, e quando ele parou de me lamber, pedi que se levantasse, e beijei-o na boca, chupei-lhe a língua, deliciei-me com o sabor da minha cona na boca dele. Após o beijo, pousei a minha cabeça no seu peito, e meditei... Em silencio, pensei no sucedido, em todas as consequências que daí poderiam advir, e, ao ver-me na posição em que me encontrava, de perna levantada, sentada na cômoda, senti vergonha. Afastei-o um pouco, desci a saia, e pedi se me deixava fumar um cigarro com ele. Sentados na minha cama, fumamos, e com timidez, começamos a conversar. Falamos de muitas coisas, sobretudo de mim, tendo como ponto de partida, aquele extraordinário acontecimento. Quando me perguntou se eu andava carente, e há quanto tempo eu não tinha sexo, fui sincera, há muito tempo que não tinha sexo, e naturalmente andava carente. Pela timidez dele, pensei que ele queria falar abertamente comigo sobre sexo, e tomei a iniciativa, usando mesmo termos que só usava durante o acto, chamando as coisas pelo nome, perguntei se era a primeira vez que ele tinha lambido uma mulher, ele respondeu que não, embora não tivesse feito muitas vezes. Quis saber se ele já tinha feito amor, ou se ainda era virgem. Fiquei espantada com a resposta: - Sou virgem! - Sério? Nunca foste ás putas? - Fui, mas não perdi a virgindade. - Porquê? Não quiseste, ou não conseguiste? Conta-me, se não te importas. - Era uma mulher madura também, mas quando a vi nua, desisti. - Era assim tão velha? - Não era isso, até era bem girinha, o mal era ser rapada. - Tu gostas de peludas, é? - Adoro! - Então não te desiludi? - Bem pelo contrário... - Fiz-te tesão? E nesse momento, instintivamente, acariciei aquilo que eu imaginava ser gostoso. Sobre as calças, senti a piça tesa, e acariciei-a, enquanto ia-mos conversando. - Posso lhe fazer uma pergunta indiscreta? - Claro, tudo o que queiras saber, pergunta que eu respondo. - Você veio-se mesmo, quando eu a lambi? - Sim, porquê? - Não sei, nunca vi uma mulher a vir-se, não sabia o que acontecia. Sorri, e disparei: - Pensavas que eu ejaculava? Nós não somos como vós, nós não nos esporramos. Embora hoje eu sentisse, como se estivesse a fazer xixi. - E não é costume? - Não. Nunca me tinha acontecido. Hoje foi muito bom. E beijei-o ternamente na boca. Depois, perguntei se queria saber mais alguma coisa a meu respeito, sobre a minha sexualidade, sobre o meu corpo, o que quisesse saber. - Você faz broche? - Faço, tu não gostas que te chupem? - Adoro, é tão bom. - Já te fizeram broche? A tua namorada faz-te? - Faz. E você faz anal? Desculpe a pergunta. - Se a situação for propícia, faço. Faço tudo, não há nada que eu não faça. - Quando faz broche, deixa esporrar na boca? - Sim, claro. - E engole? Ouço dizer que há mulheres que não engolem, depois de chuparem, deitam fora. - Sim, engulo. Todas as mulheres que chupam, se deixam vir-se na boca, mesmo sem querer, alguma esporra acaba por ser engolida. O sabor não é muito agradável, mas também não é coisa que não se possa suportar. É um bocado enjoativa, mas, se eu estiver muito excitada, sinto muito prazer ao engolir tudo. Adoro ir engolindo, à medida que vai saindo, é bom sentir os jactos quentes na boca. - Você engole o pau todo? - Depende do tamanho. No meu primeiro broche, não consegui meter mais que metade, hoje, enfio tudo até à garganta. Mais ou menos, 18 cm eu suporto, que é a medida do teu pai. Meto tudo, adoro ter o pau na boca, e tentar tocar nos tomates com a língua... - e sorri – Gostavas que te fizesse um broche agora? - Adorava, quem me dera isso, mãe. Excitada como estava, levantei-me, e comecei a despir, peça a peça, lentamente, até ficar apenas em cinto de ligas e meias. Sentei-me ao lado dele, desabotoei-lhe a camisa, deitei-me sobre ele, e beijei-o. Os seus beijos são maravilhosos, provocam em mim uma sensação deliciosa, excito-me tanto, que uma vez, ao fim de uns minutos a beijar, quase me vinha. Deitada sobre ele, beijo-lhe o peito, lambo o mamilo, mordo com os lábios, sugando em simultâneo, languida, vou passando a língua pelo seu corpo, descendo em direcção aquele chumaço, escondido nas calças. Desabotoo as calças, e beijo o pau sobre a cueca, olho a cara dele, e pergunto se posso continuar. O movimento da cabeça dele é afirmativo. Mal consigo esperar, desejo tanto ver aquele cacete. Desci um pouco as calças, e aproximo a minha cara, quase até encostar a boca na cueca, com uma mão tiro-o para fora. Que pau. Enorme, grosso, teso, glande arregaçada, delícia de cabecinha. Beijo-a, abro um pouco a boca, e meto a cabecinha na boca, uso a língua, mexo os lábios como se estivesse a puxar para dentro, e vou enterrando, devagarinho, aquele espantoso membro, erecto, boca adentro. Paro a meio, ponho a língua o mais que posso para fora, e nessa posição, vou enfiando mais, mais, mais... quase até ao fundo. Chupei o Pedro, com calma, tentando que ele se aguentasse o mais possível, até que..... uma quantidade enorme de esperma, inundou a minha boca. Sabor diferente do habitual. Menos salgado, menos enjoativo e menos espesso. Por ser o primeiro broche que lhe fazia, não me apercebi da aproximação do êxtase. O Pedro, só perto do fim, quando já se está a esporrar, é que tem espasmos, nunca tinha visto, mas adorei, engoli tudo, chupei, espremi, e, ainda com esporra na boca, mostrei-lhe como engulo, e de um gole, traguei tudo, mostrando o quanto gostei, com um gesto que ele adora: lambi os meus lábios. Eu, quando estou desvairada, frequentemente uso termos, normalmente considerados obscenos. Excita-me muito falar palavrões. O Pedro é igual, o que é bom, assim nunca corro o risco de o melindrar com a minha linguagem, e nesse dia, dei aso à minha fantasia, e tudo o que falava, era como eu adorava. Dizer as palavras que normalmente não dizemos, provocam em mim, um estado de excitação permanente. O Pedro adora ouvir-me falar isso mesmo. Por exemplo: "fode-me, lambe-me, chupa-me, enraba-me", podem provocar-lhe um orgasmo precoce, o que, diga-se de passagem, não é muito bom para mim, mesmo assim, e com a prática, eu consigo manter a sua excitação, falando tudo, sem que ele se venha, proporcionando-lhe um orgasmo mais gostoso para ele, e consequentemente, mais gratificante para mim. Naquela tarde, apenas fizemos sexo oral, no dia seguinte, uma atmosfera pesada, pairava na nossa casa. Menos falador, o Pedro mostrou-se algo perturbado, eu, apercebendo-me disso, nada falei sobre o sucedido, e passaram vários dias, sem falarmos sobre o assunto, mas eu andava desejosa. Sem o ferir, fui-me expondo gradualmente, começando por todos os dias, quando ele descia para a cozinha, eu estar sempre, ou de t-shirt, sem cuecas, ou só de cuecas, e fui progredindo até aparecer nua, e quando o beijava na despedida, acariciava-lhe sempre o pénis. Um dia, sabendo eu que ele não tinha aulas, desci à cozinha em cinto de ligas, e uma camisa transparente. Pacientemente esperei-o, como tardava e o pequeno almoço estava pronto, resolvi servi-lo na cama, subindo silenciosamente as escadas, entrei no seu quarto, e vi como era belo, na sua inocência, dormindo tranquilamente. Coloquei a bandeja na mesinha de cabeceira, e, com o máximo cuidado, destapei-o. Que homem! Que macho! Cuidadosamente, curvei-me sobre o seu sexo, e, sem lhe tocar com as mãos, usando apenas a boca, comecei a chupar. Totalmente absorta na felação, não me apercebi que o meu amante tinha acordado, ficando pacientemente, a saborear a minha arte de chupar, até o deixar completamente erecto. Nesse dia, estava decidida, se fosse preciso, a "pedir-lhe" que me fodesse, tal era o meu desejo. Precisava tanto de uma foda, que estava disposta a tudo fazer por isso. Queria ser possuída, penetrada, fodida, enrabada, humilhada. Andava com tesão, desde o dia em que lhe fiz o primeiro broche, tesão constante, todo o dia, todos os dias, só um pensamento; dar-me a ele, ser dele, deixar de ser mãe, e passar a ser mulher, esposa, puta. Sentada na cama, ao lado do meu filho nu, curvada sobre ele, continuei a chupar. Como estava de costas voltadas para ele, não lhe proporcionava uma visão do broche, que desvairada, eu lhe fazia. - Mãe, deixe-me ver como você chupa. Parei e perguntei: - Queres ver como faço broche? - Adorava, gostava de a ver a chupar. Levanto-me, deixo cair a camisa de dormir, e fico nua diante dele, apenas de meias e ligas. Sento-me aos pés da cama, junto ás suas pernas peludas, debruço-me, ficando com a cara bem à vista para ele, bem juntinha do seu enorme pau, seguro-o com a mão, e recomeço, mostrando todos os meus movimentos bocais. Propositadamente, só meto meia piça na boca, esperando aumentar a sua curiosidade, e forçando-o a falar. Adoro quando ele me pede para fazer algo. - Vai até ao fundo mãe, quero ver quanto podes engolir. Com meia piça na boca, olho-o nos olhos, e vou metendo. Curiosamente , quase consegui tudo na boca, mas ele é enorme, e ficaram uns 3 cm de fora. - Não consigo mais. - Mete outra vez, o mais que possas, e pára lá no fundo, para eu te apreciar. Enfio tudo de novo, e tento, com o pau na boca, tocar com a língua nos tomates, mas não consegui. Decidi então fazê-lo esporrar-se, e retomo as minhas perícias orais. Com movimentos cadenciados, chupo até se vir. Senti o orgasmo dele, quando ele me segurou a nuca e me fodeu violentamente até se vir. Deixei escorrer alguma esporra pelo pau abaixo, tal foi a quantidade que jorrou, mas depois de engolir tudo à medida que se vinha, lambi o que escorrera, deixando aquela piça vermelha e reluzente ir diminuindo de tamanho e grossura. O Pedro, mesmo flácido, é bem grosso. Nota-se mais o comprimento do que a grossura, relativamente ao estado de erecção à flacidez. - Gostas-te? - Adorei. Obrigado mãe. - Não agradeças. Eu também tive prazer. Enquanto lhe servi o pequeno-almoço, mantive-me junto dele, ambos despidos de roupas, e agora também de preconceitos, fomos falando. Respondi com sinceridade a tudo quanto me perguntou. Curioso sobre a minha sexualidade, quis saber se eu senti prazer durante o broche. - Claro, eu tenho prazer ao chupar. Não chupo só por saber que gostas, eu também gosto. Dá-me muito tesão fazer broche, e se for uma destas... E segurei-lhe na verga com as duas mãos. - Você vem-se a chupar? Fica satisfeita? - Ás vezes venho-me. - E sente-se satisfeita quando se vem? Não precisa de mais? - Bem, eu estou sempre pronta para mais. Mesmo que me venha, mesmo que me sinta satisfeita, tenho necessidade de mais, é normal isso em mim, creio que é assim com todas as mulheres. Com vós homens é diferente. Depois de vos virdes, acabou, não tendes mais tesão, mas eu não, sou capaz de fazer sexo durante muito tempo. - Eu também estou pronto para mais. E sorriu. De facto, reparei que ele não tinha ficado totalmente flácido. Ficou – como ele diz- a meio-pau. - Queres mais? - Quero vê-la. Levantei-me, e mostrei-me. Pus-me diante dele, e como ele estava sentado, imaginei que ele me via, mas como sou peludinha, nada de exagerado, o normal numa mulher que não se rapa, levantei uma perna e coloquei o pé em cima da cama, ficando escancarada para ele. Os meus lábios vaginais não são muito grandes, mas vêem-se quando abro as pernas. Ao vê-lo tão admirado, perguntei: - Nunca viste assim uma mulher? - Não, é você a primeira. - Queres ver melhor? Deitei-me, e deixei que ele explorasse todo o meu corpo. Começou por me acariciar os seios, médios, um pouco descaídos, bicos erectos, escuros, rodeados por uma auréola de igual cor. Barriguinha a condizer com a idade. Como não sou gorda, tenho um barriguinha pequena. Umbigo normal, bem desenhado, com uma cavidadezinha bem delineada. Pernas esbeltas, coxas grossas. Pintelheira original, sem pelos nas coxas, apenas as virilhas mostram alguns pêlos. Lábios ligeiramente expostos, escuros. Clitóris pequeno. Mesmo quando excitada, preciso abrir-me com a mão, para o expor. Após apreciar-me, o Pedro deteve-se próximo da minha cona. Olhou como se estivesse a procurar algo. Nesse momento, senti-me totalmente dele. Afastei as pernas, levantei ligeiramente os joelhos, permitindo que ele se colocasse em posição de me ver. Ali estava eu, mostrando o meu sexo ao meu filho querido. O estado de excitação era grande. Sentia o latejar dos lábios inferiores. Coloco uma mão sobre a barriga, puxo levemente, por forma a expor ainda mais os escuros lábios vaginais, e perguntei: - Gostas? Diz-me o que achas? A sua ignorância era total Beijou-me a cona, ligeiramente sobre mim, subiu e beijou-me na boca. Acariciei-o no rosto enquanto nos beijamos. Introduzi a minha língua na sua boca. Senti a sua língua na minha. Desencostamos os nossos lábios, e ficamos a tocar-nos com as línguas, enquanto a minha mão percorria, lentamente, a pele suave das suas costas. Estava novamente louca de desejo. O tesão apoderara-se novamente do meu frágil corpo. Bruscamente, ele fala: - No outro dia, mãe, quando a lambi, você disse para eu lamber o grelo. Mostre-mo agora, quero ver o que é. - Sério? Tu não sabes o que é? - Não. Sorri, embora me apetecesse rir. Abri a cona com as mãos, expondo o grelo, e disse-lhe: - Vês isto aqui? - apontando com o indicador. Aqui onde começam os lábios da minha cona, não parece o botão de uma flor? É isto o clitóris, o grelo. É aqui que eu gosto de ser tocada. Ele colocou-se entre as minhas pernas, e começou a lamber-me. Apesar da pouca experiência que demonstrou possuir, fez-me vir rapidamente. Não me contive e entreguei-me instantaneamente. Após uma pausa, tomei a iniciativa e posicionando-me, iniciamos um 69 fantástico. Eu depois de me vir fico num estado, que uma simples carícia me mantém excitada permanentemente, muito mais prazer tive sendo lambida por ele. Quando, depois de alguns minutos a chupar-lhe a piça, desejosa como estava, deitei-me na cama ao lado dele, e supliquei-lhe que me fodesse. - Querido, vamos foder! Põe-te em cima de mim. Ele coloca-se entre as minhas pernas, eu totalmente aberta, seguro-lhe o pau, aponto e peço-lhe que meta devagar. Apesar da excitação, apesar de estar completamente lubrificada, adoro que a primeira vez que entra a piça, seja devagar, gosto de sentir cada centímetro do sexo a entrar lentamente, só depois de me sentir toda preenchida é que gosto de violência. As palavras proferidas por mim, aumentaram o prazer dele. Eu disse tudo o que me veio à cabeça. Tratei-o por "querido", "amor", "macho", "fodilhão" etc. Fodemos em várias posições. Durante a foda gozei muito. Ter o Pedro dentro de mim foi a sensação mais gostosa que tive. Após longos minutos, já exausta, pedi-lhe que se viesse dentro de mim. Longos espasmos. Fortes estocadas. Pau grosso, grande, viril. Quando se começou a esporrar, sem me conter, cruzei as minhas pernas sobre ele, apertei as coxas e fiz eu os movimentos, proporcionando a mais profunda penetração daquele delicioso cacete na minha cona. Senti os colhões baterem-me no cú. Senti que o tinha todinho dentro de mim. Gritei bem alto. Tive um orgasmo divinal. Durante o relax conversamos, e fiquei a saber que ele nunca se tinha vindo dentro de uma mulher. A namorada só o chupava, por isso, senti-me como se tivesse sido a sua primeira mulher. E fui. Foi comigo que ele perdeu a virgindade, apesar de ele já se ter vindo com a namorada. Nesse dia, após o almoço, saímos os dois. Fomos tomar café. No bar, estivemos com naturalidade, embora me apetecesse demonstrar publicamente que éramos amantes. Sensação agradável, mas estranha. Um amigo dele, da mesma idade, sentou-se na nossa mesa, e conversaram sobre o desporto que ambos praticavam, enquanto eles falavam, eu pude apreciar o amigo, e imaginei coisas absurdas com os dois. A minha fantasia era essa, dois homens para mim. Sonhava frequentemente com essa situação. A dupla penetração era uma fantasia que se estava a tornar num desejo, mas eu sempre tive a noção da dificuldade em o conseguir, daí eu apenas me deliciar com a imaginação. Quando regressamos depois do café, mal entrámos em casa senti uma apalpadela no rabo. Maravilha. Gosto de ser apalpada no cú. Parei de costas para ele, como que a pedir-lhe que continuasse, curvei-me ligeiramente, empinei o traseiro, e sinto ele encostar-se. O seu sexo endurecia rapidamente. Sentia-o apesar das calças dele e da minha saia. As mãos dele prendem-me pela cintura. Estou de novo nas suas mãos. Desejo ser dele outra vez. Naquela posição, curvada para a frente com ele a segurar-me pela cinta e a pressionar a piça contra o meu traseiro, viro a cara e olho-o nos olhos. Adoro aquela expressão dele, de dominador, quando me possui. Com as mãos subi a saia, ele desce-me um pouco as calcinhas, tira o pau, aponta, e sem lubrificação, começa a penetrar-me, lentamente. Sinto que me puxa os pintelhos. Tento abrir-me, mas naquela posição não posso. De pé, curvada, apoiada nos meus joelhos, sinto aquele maravilhoso caralho penetrar-me a cona de novo. Lentamente foi metendo, metendo, até se enterrar todo em mim, depois, iniciou uma foda violenta, mas muito boa. A dor que sentia e o querer soltar-me sem poder, obrigaram-me a um relaxamento tal, que senti perder as forças nas pernas, sendo segurada por ele. Que loucura. Sem poder resistir, fui usada como mulher-objecto, senti-me sua escrava, com vontade de o servir como se fosse uma puta, paga para o satisfazer. Que sensação espantosa. Se antes eu já havia gozado a sensação de o dominar, agora estava a delirar sendo eu a dominada. Quando faço broche, sinto-me dominadora. Adoro ter o homem na boca, sinto-o frágil, sempre tive esse sentimento na felação. Na penetração, apesar de me entregar completamente, nunca tinha sentido tanto prazer em ser dominada. Adoro ser dominada durante a foda, mas aquele homem-filho, é demais. Quando me segura pela cintura, enlouqueço. Ser puxada por aquelas mãos enquanto sou penetrada, provoca em mim um tesão tão grande, que é impossível descrever. Naquela posição depressa me cansei. Com esforço, levantei-me e tentei beija-lo. Segurei-me, apoiando-me no seu pescoço, curvada e torcida, beijei-o na boca enquanto ele, sem parar, continuava a foder-me por trás. Sinto-o cada vez mais duro, prevejo que se vai vir. Contorcendo-me, consigo que pare, e tiro aquele maravilhoso cacete reluzente, grosso e duro, de dentro de mim. De cócoras começo a chupa-lo. Ele, com as mãos, segura-me a cabeça, mete-mo todo na boca e começa com movimentos violentos de vai-e-vem. Tentei parar, mas não consegui. Ele, desvairado, continuou até se vir. O primeiro jacto quase me engasga, mas depois de me concentrar, deliciei-me com a sua esporra. Puxei-o para mim, com a piça toda na boca, usei a língua e senti, bem no fundo da garganta, muita quantidade de esperma. Não foi muito bom para mim, mas sei que para ele foi delicioso. Encostado à parede, ele relaxou um pouco, enquanto eu terminei o meu " trabalho", limpando com a língua qualquer vestígio de esporra que ficou no sexo dele. Levantei-me, encostei-me submissa a ele, pousei a minha cabeça no seu ombro, e sinto-o a querer beijar-me. Mostrei-lhe a boca, como que a dizer-lhe que não, mas ele beijou-me na mesma. Sei que ainda tinha, na minha boca, o sabor da esporra, mas ele nada disse. Enquanto nos beijamos, acariciei-lhe o pau com a mão, e depois pedi-lhe que entrasse-mos na cozinha. Apesar de me sentir bem por lhe ter proporcionado um orgasmo, eu queria mais. Quando ele me penetrou por trás, o que realmente eu desejava nesse momento, era uma penetração anal. Naquela posição em que me coloquei diante dele, de cu empinado, era mesmo para isso, mas ele não mostrou nada quer me fizesse pensar que me queria no ânus. Fiquei na dúvida se ele não percebeu, ou então, percebeu e não quis. Mas eu queria, desejava tanto ser possuída analmente, que arrisquei tudo. Na cozinha bebemos um copo, fumamos um cigarro, e conversamos sobre nós. O meu receio que ele não me aceitasse de livre vontade, foi logo sossegado quando ele me disse que estava a passar o dia mais feliz da vida dele. Disse-lhe que gostava da fazer amor com ele. Elogiei-o chamando-lhe fodilhão. Disse-lhe que agora era dele: Sou tua, meu amor. Quero que faças tudo o que desejares comigo. Já te tinha dito que faço tudo no sexo. Já te fiz broche, já me fodeste, só falta fazer-mos anal. Quando me quiseres no cu, é só dizeres. Ele estava sentado, e convidou-me para me sentar no colo dele. Sentei-me. Beijou-me. Acariciou-me os seios. Desabotoei a blusa, tirei um seio de dentro do soutien e deixei-o chupar-mo. Despi a blusa, tirei o soutien, levantei-me e despi a saia. Só em calcinhas, ponho a perna dele entre as minhas, e sentei-me na sua perna. Ele acaricia-me as coxas. Tenta tocar-me na cona, mas não consegue. Levantei-me, virei-me de costas, curvo-me para diante, exponho o meu rabo, e peço que me dispa as cuecas. Ele vai despindo e acariciando as nádegas. Já nua, abro as pernas, e juntando as dele, sentei-me ficando de pernas abertas, totalmente desprotegida. Ele afasta um pouco as pernas dele, obrigando-me a ficar ainda mais aberta. Com a sua mão, começa a acariciar-me a cona. Meteu-me um dedo. Tirou-o e passou-o pelo meu grelo. Em seguida meteu dois dedos, depois três. Com os dedos enfiados, coçou-me o grelo. Que tesão! Naquela posição, senti um desejo muito grande no ânus. Comecei a acariciar-me no cú. Encostei-me para ele e beijamo-nos. Enquanto nos beijávamos, senti a sua mão a aproximar-se do cú. Toda eu estremeci. Estava prestes a sentir uma carícia dele no meu ânus, mesmo no "olho do cú". Mal ele tocou, logo me relaxei. Senti que me abri. Sentia-me pronta a ser tomada por ele. Quando ele enfia um dedo, e começa a meter e a tirar, senti os espasmos do orgasmo a aproximar-se. Rebolei-me. Pedi que não parasse, que me desse mais. Quando os seus dois dedos me penetraram, e continuaram a foder-me o cú, descontrolei-me e toda relaxada, exposta e receptiva a tudo, comecei a vir-me. Gemi, gritei, disse palavrões. Nunca tinha sentido tanto prazer. Foi diferente de tudo o que havia experimentado antes. Depois do orgasmo, fiquei ali sentada nos dedos dele, completamente aberta, sem dor, como se fosse a coisa mais natural deste mundo. Os movimentos que ele fazia com os dedos, mesmo durante o período em que adoramos relaxar, eram tão agradáveis, que eu nem queria que tivessem fim, mas a posição dele era incómoda para ele, e não durou muito tempo. Levantei-me e agradeci-lhe com um ternurento beijo. Fui buscar uma manta que coloquei dobrada no chão aos pés dele, afim de me proporcionar uma confortável posição, para satisfazer o meu desejo. Ajoelhei-me diante dele, entre as suas pernas, tirei o cacete e chupei-o durante alguns minutos. Naquela posição, pela primeira vez, consegui enfia-lo todo na boca. Os gemidos dele foram a minha recompensa. Sei o quanto o Pedro gosta de sentir os meus lábios tocar-lhe os colhões, com a piça toda na garganta. Tirava e metia tudo, para que ele me visse. Sentia a piça bem dentro da garganta. Quando erecto, o Pedro mede 22 cm. Suportei tudo dentro da boca. Com o pau todo enfiado, tirei a língua e toco-lhe nos colhões. Sinto-o a crescer mais, é sinal que pouco mais aguenta. Aperto os lábios, e sugando, tirei o pau, parando com a cabecinha ainda dentro, usei a língua, chupei forte a cabeça, e parei o broche. Levantei-me, pedi que se levantasse, estendia a manta na mesa, despi-o, debrucei-me na mesa, expus o meu traseiro, ele posicionou-se atrás de mim, apontou o pau na cona, e fodeu-me. A certa altura, sinto-o a parar os movimentos, e peço que saia de mim. Subo para cima da mesa, de joelhos, sentei-me nos meus calcanhares, curvei-me para diante, deixando toda o meu corpo, cona e cú, totalmente indefesos. Sinto-o a aproximar-se de mim. Toca-me com a piça na cona, e penetra-me. Eu, levantando e baixando o rabo, proporciono-lhe uma boa foda. Sou eu quem faço os movimentos, levantand o cu dos calcanhares, para logo me enterrar de novo. Boa posição aquela. Ele de pé atrás de mim, sem grande esforço, tem à disposição a cona e o cú. Fode-me durante uns minutos. A demora leva-me a acariciar o meu cuzinho, na esperança de lhe despertar o interesse pelo sexo anal. Molho os meus dedos com saliva minha, e lubrifico-o. Com a minha mão tento tira-lo da cona, ele apercebendo-se, satisfaz o meu tão ansioso desejo. Aponta a cabeçorra, grossa, enorme, e pressiona-a no meu cu. Sinto que vou ser possuída. Entrego-me, e sinto-o a entrar. Gritando, digo-lhe que não pare. Ele vai enfiando.

Fiz surpresa ao meu marido


Olá, eu sou a Rita, tenho 30 anos, 1,60m, 70kg, cabelo pelos ombros
avermelhado, olhos castanhos claros e sou muito branca, o meu marido, o Chico
tem 34 anos, 1,62m, 55kg, cabelo castanho muito curto e olhos também
castanhos, usa barba e é morenaço.
Bem, feitas as apresentações vou vós contar uma surpresa que eu lhe fiz a
15 dias atrás.
Disse-lhe que gostava de sair com ele para namorarmos um pouco e para isso
acontecer os nossos míudos foram dormir a casa da minha sogra.
Depois de os termos ido levar, fomos novamente a nossa casa para trocar de
roupa para sair.
Disse-lhe para ele ir tomar um banho enquanto eu lhe ia preparar a roupa para
ele vestir, ele quis saber aonde iamos e com quem porque ele desconfiava que
iamos sair com mais alguem mas eu nada lhe disse.
Enquanto ele tomava banho eu comecei a preparar a surpresa, numa mochila meti
os meus brinquedos sexuais, alguns metros de corda, 2 lenços, e várias molas
da roupa e foi colocar a mochila no carro para ele não ver.
Quando entrei em casa o meu telemóvel estava a tocar. Era a Mónica para
saber se estava tudo a correr como eu queria pois ela e o marido iam fazer
parte da surpresa.
Eu e o meu marido somos muito liberais na questão da nossa vida sexual e já
realizamos muitas fantasias nossas, sozinhos é claro, porque apesar de termos
colocado um anúncio aqui no Sexyin, nunca conseguimos realizar uma fantasia
nossa que era estarmos com uma mulher (só tivemos respostas de homens) e o meu
marido com isso não concorda e nem com um casal, mas hoje ia acontecer e ele
nem inaginava.
Ele sai do banho e eu digo-lhe que a roupa estava em cima da nossa cama
(calças de ganga, uns boxers bem justos e uma camisa) para se ir vestindo e
que lhe tinha preparado um Licor Beirão para ele beber enquanto esperava.
-Então vamos aonde e com quem?-pergunta-me ele novamente.
-Vamos jantar ao restaurante chinês e depois logo se vê, bem vou tomar um
banho.
Tomei um duche rápido, mas com tempo para me acariciar e ter o meu primeiro
orgasmo da noite, sai e vesti uma camisola de alças laranja sem soutien e eu
tenho umas mamas bem grandes 44, hummm, e umas calças brancas com umas cuecas
de fio dental bem pequenas.
Cheguei à sala já vestida e bebi num só gole o meu Cutty Sark duplo.
-Vamos embora?
Enquanto seguiamos ele tornou a perguntar com quem íamos jantar e eu
respondi:
-Tem calma, é com uma amiga minha de escola e o marido que não conheço, mas
ela é fixe.
Entramos no restaurante e lá estava a Mónica e o marido, o Rui. Ela é uma
deusa, tem tambem 30 anos mas tem uma cintura fenomenal, umas mamas 36 bem
rijas e uns bicos bem trabalhados, ela já sabia que tinha que provocar o Chico
e assim o fez durante todo o jantar.
Quando acabamos de jantar, o Rui convidou-nos para irmos até casa deles para
ver um DVD de motas (eu sabia que o Chico não ía resistir).
Já em casa deles a Mónica diz:
-Sentem-se que eu vou buscar gelo para preparar umas bebidas.
-Eu ajudo-te, Mónica.
E saímos as duas, aproveitando para ir buscar a minha mochila que estava no
carro e trocar de roupa. A Mónica ficou em soutien e fio dental preto e de
robe, eu vesti um robe transparente preto sem soutien e de fio dental muito
pequeno. E foi assim que entrámos na sala, primeiro a Mónica e depois eu
ambas de mochilas ás costas.
Imaginem a cara do Chico. Eh... Eh. Eu cheguei ao pé dele e sentei-me no seu
colo e disse-lhe:
-Vamos realizar a nossa fantasia com a Mónica e uma fantasia só minha está
bem?
Ele beija-me logo e pergunta:
-Mas e o Rui vai-te tocar?
-Porque não? Vais ver que vai ser muito bom, agora vou ser eu e a Mónica que
vamos mandar.
-Mónica, tira a camisa e as calças ao Chico e tu Rui despe-te (a Mónica
havia-me contado que o Rui não usava roupa interior) enquanto eu ponho em cima
da mesa os meus brinquedos e os da Mónica.
-Chico, podes aquecer um pouco a Mónica?
-Mas e a ti, vai ser o Rui? -pergunta-me o meu marido.
-Não....
Mónica senta-se no colo do Chico, ele começa a beijá-la e a apalpar-lhe as
mamas. Então eu chego-me ao pé deles e pergunto à Mónica se podemos
começar a sério. Ao que ela me responde com um beijo na boca. Tirei-lhe o
robe, abri-lhe o soutien e disse ao Chico para lhe colocar uma mola em cada
bico das suas maravilhosas mamas. Nisto chamo o Rui e vejo a preocupação do
Chico.
-Chico, põe umas molas tambem ao Rui!
-Mas....
-Fazes o que te digo ou não? Hoje vai ser tudo como eu quero.
Beijo novamente a Mónica e digo-lhe:
-Anda lamber a minha cona rápido.
Enquanto a Mónica me lambe e como ela sabe lamber, olho para o Chico que se
masturbava. Mando a Mónica lhe fazer um broche, me colocando junto a eles.
Digo-lhe para o meter todo na boca mas ela não o faz, eu volto a avisar e
nada.
Vou até à mesa e trago um dos briquedos da Mónica, um chicote e começo a
bater-lhe no cu apanhando tambem parte da sua cona. A excitação era tanta que
a minha langonha escorria da minha cona completamente rapada, pelas minhas
pernas abaixo.
Digo à Mónica para me vir lamber a cona, o que ela faz toda satisfeita.
Então mando o Rui continuar o que a Mónica tinha começado ou seja o broche
ao meu marido, o que o Chico começa por recusar.
-Chico, se não queres vais ter a mesma sorte da Mónica. Se não me obedeces
vais apanhar forte e feio.
Tanto o Rui como a Mónica são bissexuais e costumam participar em festas
Swing.
Nisto tenho o meu segundo orgasmo da noite com a visão que tinha, a Mónica a
lamber-me toda e o Rui a fazer um grande broche ao Chico.
Digo ao Rui para se voltar a sentar no sofá e só pode olhar sem se tocar.
Mónica deita-se no chão e eu sento-me em cima da cara dela para ela me
continuar a comer a minha cona e mando o Chico me meter a piça toda na cona
bem rápido.
-Fode-me, mas tem cuidado para não te vires porque se não vais ter que sofrer
as consequencias.
Estamos assim para aí uns dez minutos e o Chico diz que não aguenta mais e
pedia se podia parar e sair de dentro da minha cona mas como eu estava a
adorar ser comida pelo meu marido e ao mesmo tempo ser lambida pela minha
amiga, não o deixei tirar, foi então que ele explodiu de prazer.
Mandei-o sair de dentro de mim e sentar-se no lugar do Rui e ele para vir para
o chão. A Mónica começa a fazer um broche ao marido mas avisei-a que tinha
que o meter todo na boca e eu digo ao Rui para me lamber a cona completamente
imundada pelo líquido deixado pelo meu marido.
Quando estava para me vir disse ao Chico se ele queria pedir para fazer alguma
coisa ao que ele me responde:
-Gostava de te comer o cu sem dó nem piedade com eles a ver.
-Tens a certeza? Vê lá se é isso que queres.
Ele responde afirmativamente, então peço a Mónica que me venha fazer um
botão de rosa, mas bem feito e o Rui começa a mamar novamente na piça do meu
marido, poucos segundos depois ele diz que já chega e coloca-me de quatro e
aponta a cabeça ao buraco do meu cu e enterra de uma só vez, doi-me mas não
me importo porque já não doi tanto como das primeiras vezes.
Enquanto nós fodemos o Rui e a Mónica estão sentados no sofá
masturbando-se mas sem nunca tirarem os olhos de cima de nós, o que acaba por
resultar a que ambos se venham abundantemente.
Ele fode-me sem piedade e não sei porque mas demora muito tempo para se vir
no meu cu. Eu adoro que ele me foda o cu, o misto de dor e prazer é optimo,
para aí ao fim de vinte minutos ele vem-se todo no meu cu e torno a mandar o
Rui me vir limpar com a Mónica a fazer-lhe um broche.
Quando o Rui me deixa completamenta limpa mando-os parar e para irem ajudar o
meu marido a ficar bem excitado pois era isso que eu pretendia.
Mónica havia-me dito que tinha no quarto de hospedes uma mesa quadrada com
uma altura optima para se foder quem estivesse em cima dela, o que eu sai da
sala para a ir buscar.
Agora ia satisfazer o meu marido e realizar a fantasia só minha.
Mandei a Mónica por as almofadas em cima da mesa e mandei o Rui vir ter
comigo e disse ao Chico:
-Agora vou acabar a surpresa, tinha-te dito para não te vires dentro de mim e
tu não ligaste, agora vou ter de te castigar.
-Nem penses nisso.
-Debruças-te sozinho em cima da mesa ou o Rui tem que me ajudar?
-Mas...o que vais fazer?
-Já vais ver.
Chico vem ter comigo de joelhos e pede para não o castigar muito, o que nós
os três rimos.
-Não, só um bocadinho.
Prendo-lhe as mãos a mesa que em cada perna tem umas algemas e um buraco
perto do sitio que ficam as pernas, prendo as pernas e digo à Mónica para lhe
ir fazer um broche. Ela lá põe a boca a trabalhar, agora já não perciso de
lhe dizer para o meter todo na boca, pois é isso que ela faz.
Vou até a mesa e trago o chicote e bato duas vezes e pergunto à Mónica como
estava a piça dele.
-Está optima para se comer.
Mando o Rui lamber o cu do meu marido enquanto vou buscar os meus vibradores.
Chico atónico pergunta o que lhe vamos fazer.
-Vou arombar-te esse cu, que é o que me apetece fazer-te há muito tempo
-Estás louca? Não, eu não quero.
-Se ajudares não doi tanto e sempre podes escolher como queres ser enrabado,
há muito por onde escolher, temos alguns vibradores de mão com diversas
grossuras, temos o cinto com que a Mónica fode o Rui e ainda temos o Rui.
Mando o Rui começar a por um gel no cu do meu marido e torno a perguntar como
vai ser.
-Pode ser com o mais fino?
-Pode, mas depois vou aumentando de grossura.
Aviso a Mónica que continue a lhe fazer o broche e que beba tudo, mas mesmo
depois de ele ter prazer que não pare.
-Vou começar a enfiar...se doer diz.
-Pára. Pára, já chega.
-Mau, assim vou buscar o cinto.
Mando o Rui lhe bater com o chicote bem de força e com o relaxar das dores
entra todo e pergunto-lhe:
-Então, custou muito?
-Um pouco, mas aguenta-se e o misto de dor e prazer é optimo
-Bem, vou passar ao cinto.
-Não.... é muito grosso.
-É tão grosso como a tua piça e eu tambem aguento.
Enterro a cabeça e depois para espanto meu ele pede para lhe enterrar todo e
grita de prazer diz que vai aguentar e pergunta se é normal sentir tanto
prazer, eu respondo que sim e pergunto se ele quer a piça do Rui na boca e ele
responde que sim e eu sem ninguem me tocar tenho um grande orgasmo.
Eu a foder o cu do meu marido, a Mónica a fazer-lhe um broche, (já se tinha
vindo duas vezes) e ele a fazer ao Rui, tão bom, foi uma noite
inesquecivel....
Quando chegamos a casa, eu estava com medo da reacção dele, pois durante o
caminho ele não disse uma palavra, mas não!... fodemos toda a noite como doidos.
Agora fode-me sempre a cona e o cu e eu mamo sempre até ao fim e fodo-lhe o
cu.
É optimo fazermos amor sem tabus.

Aguardo os vossos comentarios para:

ritocas69@sapo.pt

9 de Abril de 2008

Jogo de cartas


vou contar o que me aconteçeu num jantar que à partida era somente para revêr velhos amigos:
o meu marido convidou um casal amigo para jantar que já não víamos desde os tempos da faculdade. depois de um bom jantar muito bem "regado" a conversa começou a ficar quente até que começamos um jogo de cartas. o jogo consestia em despir uma peça de roupa sempre que nos saía o rei de copas. fui a 1ª a ficar nua. estava a tremer pois nunca tinha tido uma experiência assim mas ao mesmo tempo sentia-me muito exitada. o amigo do meu marido a certa altura olhou-me fixamente e começou-me a tocar nos seios discretamente. fiquei vermelha e olhei de para o meu marido que também exitado acenou com a cabeça como que a dizer "vai em frente...eu autorizo". nessa altura toquei-lhe também no pénis e tremi toda de prazer. começamos a trocar carícias e quando olhei para o lado o meu marido estava já a fazer sexo oral com a esposa do amigo. nessa altura percebi que era para perder a cabeça e assim foi. meti o pénis do amigo do meu marido na boca e qundo ele estava no máximo penetrou-me com toda a força. aos poucos ia trocando entre a minha vagina e o meu ânus (eu só tinha feito sexo anal com o meu marido 2 vezes). quando olhei para o meu marido estava com a esposa do amigo apenas a masturbarem-se mutuamente muito exitados a aperciarem-nos. o meu marido decidiu vir ter comigo e penetrou-me também (ele no ânus e o amigo na vagina enquanto me apalpavam os seios freneticamente. a esposa do amigo do meu marido veio-se só a masturbar-se.
incrível; eu sempre fui uma mulher muito tradicional e nunca sonhei que uma situação desta me podesse aconteçer.
agora fazemos jantares com eles todos os fins de semana e a minha relação sexual com o meu marido melhorou significativamente.
tinha que partilhar esta loucura com alguém...foi incrível...

Adoro Animais


ola somos casal e gostamos muito de sexo com animais
o que vos vou contar foi a semana passada nos temos um lavrador amarelo e um braco alemao quando estava a deitar de comer o lavrador que se chama fredy comecou a rossar nas minhas pernas e fiquei corada pois no momento estava uma colega de trabalho em minha casa e por esse motivo tive que me conter e disfarçar pois isso ainda nao e bem visto pela soçiedade.mais taede ela foi embora e telefonei ao meu marido e contar-lhe o que se tinha passado pois ele ficou entosiasmado e disse que voltava rapido.
quando chegou eu estava com muito tesao e a minha cona estava completamente enxarcada pois nao aguentava mais.
foi ai que meu marido chegou deume um beijo e disse estas completamente doida , e u sem mais nada disse olha vamos la ver os meninos e encaminhamonos para o canil que possuimos na nossa quinta
quando chegamos eo fredy começou logo a saltar pois seria o cheiro que a minha cona deitava o meu marido abriu a porta e disse e todo teu ,comecei por colocar a mao no caralho do fredy e de repente era enorme e começou a deitar umas gotas de leite ,o meu marido dissse apanha ese leite e passa na tua cona ai nao resisti e comecei a esfregar a cona con aquele leite fino que saia do caralho do fredy o meu marido entosiasmado tirou o caralho para fora e deumo para chupare disse vai chupa e esfrega bem essa caralho do fredy.foi ai que eu disse quero metelo bem na cona foi emtam que o meu marido disse para ficar de quatro dentro de um anexo que temos junto ao canil o fredy estava doido pois nao parava de me cheirar eu ajoelheime com acona bem aberta e ele nao se fez rogado salta para cima de mim e começa a enterrar com ajuda do meu marido que dizia anda mete todo nessa cadelinha mete estava quase todo emterrado eu nem me podia meher era grande e comecou a estocar com força eu nao parava de me esporrar em conjunto com o fredy o meu marido começou a ver por traz e a esporra do fredy a sair da minha cona aos repuxos e de repente ele disse agora nao sai nada que aconteceu e ai eu disse com voz presa ele acaba de enfiar o no eu estava a ver que me arrebentava era um deliriofiquei naquela posicao durante uns 15 minutos foi quando ela começou a baixar e saiu era como um rio de esporra a sair da minha cona o meu marido ao ver aquela esporra toda a sair disse queres tambem a minha e meteu o caralho na minha cona toda bezuntada bombou ate que se veio dentro de mim foi maravilhoso sentir aquelas esporras juntas a sair jatemos tido muitas experiencis com caes mas esta boi divina se ouver casais e so casais que partilhem estes gostos entrem em contacto
ruucaa@hotmail.com
somos da regiao centro

Padrinho a espanhola


A história que passo a narrar aconteceu à 8 anos atrás, no dia do meu casamento.
Tive várias experiências antes de conhecer o meu marido que, apesar de não ser muito abonado em termos de membro e de experiência sexual, é um amor e foi o eleito. O meu sogro, homem de valores tradicionais, foi o padrinho do nosso casamento, embora fosse contra o mesmo, tanto por não nos termos casado pela igreja como por me achar "muito leviana" para o seu querido e conservador filho.
Sempre gostei de fodas com garra, não me inclino muito para preliminares, gosto mesmo é de levar na cona e de chupar mangalhos. Sou assanhada, percebem?
Foi em Junho, estava muito calor. Já nos encontrávamos no final do copo de água, eu estava estafada, porém muito feliz e um pouco alegre devido à quantidade de champagne bebida. O meu vestido de noiva era lindíssimo, tradicional, mas muito incómodo, com o calor que estava. Farta dos saltos altos e do vestido que me atormentavam, decidi me resguardar um pouco de todo aquele burburinho de mais de 200 convidados e dirigi-me a um pequeno mas muito agradável quarto, que a quinta tinha preparado para os noivos, no intuito de descansar por uns instantes.
A cama era redonda, com lençóis de cetim cor de prata, espelhos no tecto, uma luz muito ténue avermelhada, mesmo propício para uma noite de loucura.
Despi o vestido, tirei os sapatos e joguei-me para cima daqueles lençois tão frescos e sedutores. Fiquei com a lingerie, que consistia num corpete, cuequinha de fio dental, cinto e meias de ligas, brancos.
Depois de me roçar por alguns momentos naqueles maravilhosos lençois, quase adormeci, meio enebriada pela champagne, quando sinto a porta abrir. Pensando que era o meu noivo, na altura já meu marido, deixei-me estar na mesma posição, de olhos fechados e de barriga para baixo, começando a me esfregar nos lençois, situação que muito me excitou. Após alguns instantes, sinto umas mãos firmes percorrerem-me as pernas até às coxas, percebendo desde logo que não era o toque do meu marido. Pensei: e porque não? Na minha despedida de solteira não houve homens, será esta então a minha despedida!
Deixei-me envolver por aquele toque, sempre de olhos fechados e já complemente molhada. Sentia uma língua quente percorrer-me as nádegas e uns dedos a procurarem a minha cona já completamente excitada. De repente, com um movimento brusco, aquelas mãos pegam-me pela cintura e me viram para cima. Nisto abro os olhos e vejo que é o meu sogro. Fiquei estarrecida, sem saber o que dizer ou fazer. Ao mesmo tempo que estava assustada estava também desiludida, pois o meu sogro é um homem de baixa estatura, fraca figura e 65 anos de idade. Mas tudo se dissipou quando ele disse: "Quero comer-te toda, para saber se serves para o meu filho" e tirou das calças um mangalho grosso com mais de 20 cm! Como é que uma fraca figura daquelas tinha um caralhão tão apetitoso? Fiquei ainda mais excitada, a minha cona já não aguentava de tanta tesão e disse-lhe: "Anda meu sogro, prova a tua nora e verás que não há mulher que foda como eu".
Imediatamente, fez-me ajoelhar e meteu-me aquele caralhão na boca, o qual lambi e chupei avidamente até ao entesamento total. O meu sogro gemia, agarrando-me pelos meus longos cabelos negros para controlar os movimentos da minha boca. Percebi que não se queria vir para a minha boca, mas ai chupei-lhe o mangalho até ele não se conter mais e esporrou-se todo na minha boquinha, entre gemidos e gritos de prazer. A esporra era tanta que até me sufocava, e eu lambi com satisfação todo aquele líquido, fora algum que já escorria até às mamas, o que o deixou muito contente. Acho que nenhuma mulher ainda o tinha feito com ele. Posto isto, empurrou-me para cima da cama e começou-me a morder e a lamber as mamas, tirou-me o corpete e práticamente arrancou-me as cuequinhas. Desceu com a língua até à minha cona, que já não aguentava de tanta excitação e, com movimentos muito bem coordenados, chupou-me e lambeu-me o clitóris ao mesmo tempo que me apalpava as mamas, o que me fez vir imediatamente, num turbilhão de ais e uis de prazer. Estes meus gemidos deixaram-no novamente com o pau entesado, o que muito me agradou, pois estava a gostar muito de ser comida pelo meu sogrinho. Para um homem daquela idade, estava em excelente forma!
Comecei-lhe a lamber os tomates, o que ele adorou, quando disse: "Vira-te, minha putéfia, vou-te foder como uma cadela com o cio!" Imediatamente dei-lhe a minha cona molhada e, por trás, fui penetrada por aquele caralhão magnífico. Fiquei alucinada, os movimentos de penetração começaram a ser mais rápidos (até estou a ficar toda molhada só de me lembrar). Conforme me penetrava, com uma mão apalpava-me as mamas e torcia-me os bicos dos mamilos e com a outra massajava-me freneticamente o clitóris. Tive um orgasmo!O prazer era imenso, até doía. Eu dizia-lhe: "Mete-o todo, arrebenta-me a cona, esporra-te dentro de mim!" e o homem estava louco! Ele respondia:" Vou-te rebentar toda, minha pachachona, vais ver o que é uma caralhão como deve ser! Vou-te inundar as entranhas com toda a minha esporra!" Viémo-nos novamente ao mesmo tempo, foi espetacular, esporrou-se todo para dentro da coninha que daí a umas horas ía ser do seu querido filhinho! O êxtase foi total! (Desculpem, vou-me masturbar pois a cona já me doi tanto só de pensar... ah...ah...Ui...aahhhhh...sim caralhão, mete-o todo...Ahhh, fode-me a cona, simmmmmmm...uuiiiiiiiiii..........aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh!!! Mais um orgasmo!....)
Quando acabámos, ele disse: "És mesmo uma puta fodilhona! Vê se ensinas algumas coisas aquele rapaz e se o tratas bem!" Percebi então que, finalmente, me aceitava como nora.
Vestimo-nos e, quando o meu sogro estava de saída disse-me: "Ah, e vinha só avisar-te que está na hora de mandares o ramo!"
Desde esta altura que comemoro os aniversários de casamento primeiro com o pai, padrinho de casamento, em pensamento e com masturbações maravilhosamente lascivas e depois com o filho, num ambiente mais calmo... eu e o meu sogro nunca mais falámos no assunto, somos uma família perfeitamente normal, embora eu veja o seu caralhão crecer dentro das calças sempre que apareço com uma roupa mais provocadora ou quando estamos juntos na praia ou na piscina!
Adorei o meu padrinho à espanhola...

8 de Abril de 2008

Infiel ao Marido


Eu e o meu marido fomos passar uns dias pelo norte de Portugal e estávamos num hotel no Porto quando o meu marido foi contactado para vir urgentemente a Lisboa devido a um problema que tinha surgido na empresa onde trabalha. Eu ofereci-me para vir com ele, mas ele disse-me para ficar pois ele iria e vinha no outro dia para continuarmos as nossas férias. Assim foi. Por volta da hora do jantar já eu estava sozinha . Fui jantar ao restaurante do hotel e depois fui até ao bar passar um bocado da noite. Depois de já estar no bar à algum tempo e quando me preparava para me ir deitar reparei em dois rapazes por volta dos 20 anos que não tiravam os olhos de mim. Não sei o que me deu mas perdi a vontade de ir para o meu quarto e fiquei mais uns tempos . Pedi mais uma bebida e deu-me para os provocar. Como tinha vestido uma saia para o curto resolvi virar-me para eles e abrir aos poucos as pernas e mostrar o que estavam desejosos de ver. De inicio ficaram muito encavacados mas depois começaram a apreciar a paisagem. Passado um tempo, um deles levanta-se e vem perguntar-me se não me podem fazer companhia. Respondi que sim e que teria todo o prazer. Assim foi, e fiquei sentada ao meio daqueles dois rapagões. Foi uma conversa bastante agradável e divertida e passado algum tempo já estávamos numa sessão de anedotas indo cada vez mais o tema para as picantes. Entretanto fomos bebendo mais e eu começava já a ficar meia tonta e a fim de evitar isso resolvi ir deitar-me e quando ia para sair , enquanto nos despedíamos disse-lhes qual era o meu quarto. Fui sozinha para cima, como convinha e quando me preparava para me deitar senti bater à porta e lá estavam eles os dois dizendo que se tinham esquecido de me contar a melhor anedota. Mandei-os entrar e como eu simplesmente tinha vestido uma camisa de noite foi num instante que senti que estava a ser percorrida por quatro mãos. Mal dei conta estava totalmente nua no meio daqueles dois e tratei de os despir também. Verifiquei que ambos já estavam muito excitados e gostei do que vi. Ambos tinham uns belos caralhos, um deles era perfeitamente normal mas o do outro era para o mais pequeno mas de uma grossura extraordinária. Como adoro chupar resolvi optar pelo mais grosso, mas ele só a muito custo cabia na minha boca, mal conseguia respirar. Enquanto eu tentava engolir aquele belo presente e como estava de joelhos senti o outro amigo colocar-se por trás e penetrou-me com muita violência. Inicialmente doeu-me um pouco mas passado uns momentos já eu desfrutava daquela situação única que nunca tinha vivido até ao momento. Estava a comer dois caralhos em simultâneo e estava a adorar. Passados alguns momentos atingi um orgasmo e pedi para irmos para a cama pois eu estava mal instalada. Resolvi deitar-me na cama e eles resolveram trocar, comecei então a ser penetrada por aquele caralho gordo, senti que a minha vagina tinha de se dilatar mais um pouco para absorver aquele mastro. Entretanto o outro amigo veio oferecer-me o seu chupa-chupa da qual não me fiz rogada. Chupava com cuidado para que o rebuçado não terminasse rapidamente. Trocamos ainda de posições e com isto tudo já eu ia com o meu terceiro orgasmo quando aquele que me tinha penetrado pela primeira vez resolveu colocar-me de quatro e começou por enfiar um dedo no meu rabo. Inicialmente eu recusei, mas depois pensei , se tinha ido até ali porque não ver no que ia dar. Tenho a esclarecer que já não era virgem analmente falando porque o meu marido de vez em quando penetra-me por aí. E assim foi , passado alguns momentos estava eu a chupar novamente o caralho grossinho e era penetrada no cu. Assim estivemos algum tempo quando de repente o meu chupa-chupa explode na minha cara. Passado alguns segundos sinto que o meu parceiro que me violentava atinge também o prazer máximo e
sinto a esperma correr nas minhas nádegas. Entretanto o do pénis grosso afirma que não quer terminar sem provar o meu cu. Assim faz , coloca-se por trás e penetra-me novamente, sinto dor mas a minha sorte é que já não se encontrava na sua dureza total e passado algumas estocadas resolve retirar-se ficando eu com sensação de alivio e totalmente satisfeita. Estava estoirada e os meus amigos também. Pedi-lhes para se retirarem e que no dia seguinte fizessem de conta que nada se tinha passado pois pela manhã chegava o meu marido.
Por volta do meio-dia o meu marido chegou , almoçamos e depois fomos para Miranda do Douro. Enquanto almoçávamos passaram pela entrada do restaurante os meus amigos com os quais troquei uns olhares discretos mas de agradecimento pelos bons momentos passados. Para finalizar , tenho pena que depois desta oportunidade não tenha concretizado uma imagem que costumo ver em filmes pornográficos. Adorava ser enrrabada e sentir um caralho na minha vagina em simultâneo e já agora, ao mesmo tempo chupar outro.
Loucuras, não são ? mas porque não ?

7 de Abril de 2008

Catarina e Susana


Catarina e Susana eram duas raparigas, muito bonitas e um tanto vaidosas. Todos os rapazes da cidade ficavam loucos com elas, mas elas nunca davam menor bola.
Com a chegada das férias planearam passar duas semanas na casa da falecida T.Marta da Susana.
A casa estava toda desarrumada, demoraram cerca de dois dias a deixar tudo a brilhar.
Com a chegada da 2 noite as duas já estafadas, depois de tomaram um bom banho foram se deitar.
Com a noite de lua cheia era impossível dormir com tanto calor, e muitos rapazes saiam á noite para atirarem-se ao chafariz e para cantarem o nome de raparigas.
-Susana estás a ouvir este barulho! (disse a catarina) -sim vamos lá fora ver o que é! (disse a Susana). Quando chegaram lá fora os rapazes começaram a assobiar, e elas ficaram encantadas com cada um! desceram as escadas e foram ter com eles. Eles começaram também a aproximarem-se delas, o calor e o desejo aumentava no corpo de cada um. Começaram então a apresentarem-se, mas de repente os rapazes começam a beija-las e Susana e catarina levaram 2 dos rapazes para a casa. Fizeram sexo em grupo, foi mesmo escaldante todas as noites com rapazes diferentes. Acabadas as duas semanas as duas foram embora sem se despedirem, mas deixando e levando uma boa recordação daquela vila.

Carta de 1 Lesbica Casada


Meu amor,

Você não sabe o que fiz ontem. Como meu marido viajou e só volta hoje, sábado depois das 2 da madrugada, tendo ficado impressionada com aquele travesti na televisão, procurei um anúncio de putas travestis. Ganhei coragem e liguei para ver se ele saia com mulheres. Combinamos, chamei um taxi e lá fui eu para a zona do edifício do JN, no centro do Porto, até ao apartamento dele. Nem queira saber o medo que senti de alguém me ver, de ser assaltada, enfim medo de coisas más.

O anúncio dizia que o travesti era bonito, mas pessoalmente era muito mais lindo. O nome dele era Bruna. Vestia jeans e uma blusa solta que lhe marcava os bicos dos seios. Os seus quadris eram muito bonitos e as suas pernas eram longas e bem torneadas.

Entrei no seu apartamento e percebi que era decorado com muito bom gosto. Bruna serviu-me um sumo e perguntou-me o que gostaria de fazer. Nessa altura, já queria era ir embora sem fazer nada, de tão nervosa que estava.

Ao perceber o meu nervosismo, sentou-se a meu lado e inclinou a minha cabeça no seu ombro. O seu perfume era muito suave e saboroso. Enquanto me confortava, passando a mão nas minhas costas, para cima e para baixo, não aguentei. Pus a minha mão sobre as mamas dela e comecei a acariciá-la. Não era silicone. Apenas o resultado de muitos anos de hormonas femininas. Bruna perguntou se eu queria que ela tirasse a blusa. Não conseguia nem falar, mas fiz que sim com a cabeça. Tirou a blusa e guiou a minha mão para as suas mamas enquanto enfiava a mão por detrás de meus Jeans. Acariciava-me por detrás, enquanto eu, gulosa, já chupava as suas mamas. Tirei e seu sutiã e enfiei a minha cara naquelas mamas maravilhosas. Também tirei as minha calças e a minha blusa. Ao ver as minhas mamas, Bruna os achou lindos (muito maiores do que os dela) e perguntou se podia beijá-los e começou a passar a língua nas mamas e a chupar os bicos, um pouco num bico, depois no outro. Os bicos ficaram duros e salientes, oferecendo-se para a língua da Bruna.

Nessa altura eu já queria ficar toda nua abrir as pernas e para a Bruna me foder. Pedi-lhe que tirasse as calças e ficasse só de calcinhas. Quando desceu os jeans, vi o volume nas suas calcinhas. Não me contive e enfiei minha mão na sua calcinha. Bruna tinha um pau muito, mas muito maior do que o de meu marido. Acho que nunca tinha visto um assim tão grande, pois não conseguia encostar o polegar no indicador ao redor do pau dela.

Acariciando-a, tirei-lhe as cuecas e comecei a roçar nela.O meu tesão era muito grande, mas só conseguia pensar em você. Pedi a ela se lhe podia chamarPatrícia. Ela então me perguntou se eu era lésbica. Disse que era e que estava apaixonada por ti e que gostaria de fazer de conta que estava a foder contigo.

Fomos até ao quarto da "Patrícia" e deitei-me na cama. Ela começou a beijar-me na boca, deitou-se por cima de mim e esfregava-me o pau entre as minhas coxas. Abri as pernas para recebê-la, mas ela enfiou dois dedos na minha cona e perguntou-me se eu já tinha sido enrabada. Disse que sim, mas só com vibrador e dedo. Ela lubrificou um dedo e enfiou-mo no cú enquanto tinha três dedos na minha cona. Comecei a mexer. Quando mexia para trás, um dedo entrava no meu cuzinho; quando mexia para a frente, três dedos entravam na cona. Enfiou mais um dedo no cú e encostou a cabeça do seu pau na minha cona. Era muito grande. Disse-lhe que não conseguiria enfiar tudo. Patrícia afastou-se, enfiou a sua cabeça nas minhas pernas e lambeu-me a cona até me encher de saliva. Em seguida pediu que abrisse a cona bem aberta e foi deslizando o seu pau para dentro de mim: punha um pouco, tirava um pouco. Cabeça, metade e meteu tudo, até encostarmos os nossos pelos.


Aquilo foi me preenchendo tanto que pensei que chegaria aos ovários. Depois de um pouco de dor e desconforto, comecei a mexer-me com o caralho do travesti a rasgar-me a cona. Estava a ser tão bom que desejei você que estivesse ao meu lado. Gozei como uma tarada e gemia, "Ai, Patrícia, mete, enfia-me esse caralho, rasga-me a cona, me arromba, Patríciaaaaaaa!. Levantava os quadris para cima, até não ter mais nada que entrar. Fiquei inteirinha molhada.

Patrícia também queria gozar. Estava com preservativo mas disse que eu a havia deixado louca. Então pedi-lhe que se deitasse e comecei a lamber-lhe as mamas, desci pelo umbigo e enfiei o caralho dela na minha boca. Apesar da camisinha, ela começou a meter na minha boca, como se fosse uma cona. Segurou-me pelos cabelos e puxava e empurrava minha cabeça tanto que cheguei a ficar zonza. De repente veio-se. Pena que estava de camisinha. Enfiou-me o caralho na garganta e pensei que morreria asfixiada, mas gozou tanto que teve de sair a correr para a casa de banho para não estourar o preservativo. Ao voltar da casa de banho, perguntou se estava satisfeita com a "Patrícia". Disse-lhe que gostaria de gozar um pouco mais, mas não poderia voltar para casa muito tarde.

Fiquei deitada de bruços. Ela deitou-se a meu lado e começou a acariciar as minhas costas. Passava a língua e me mordia de leve até chegar às minhas nádegas. Em seguida começou a separar minhas nádegas e a lamber-me o cú. Você não sabe como é bom ter uma língua invadindo seu traseiro. Ela lambia e enfiava um pouco a língua, enquanto metia 3 dedos dentro da minha cona. Quanto mais me lambia, mais eu me abria para trás. Parou de lamber-me e enfiou-me um dedo no cú. Em seguida enfiou outro, até que enfiou 3 dedos em mim e eu queria mais. Enlouquecida, eu dizia, "Mete, Patrícia. Põe a mão inteira, põe tudo no meu cú!!!"

Ela mexia os 3 dedos dentro de mim e me massagava tudo por dentro. Aí não aguentei mais e pedi, "Enraba-me com o teu caralho. Enfia devagar para não doer. Se doer, você tira, promete? Patrícia lubrificou o seu caralho com bastante vaselina e começou a forçar a minha abertura traseira. Senti uma dor aguda e gemi de dor. Patrícia tirou o seu pau e me massageou com os dedos para me abrir um pouco mais. Em seguida, percebi que a cabeça do pau dele já tinha entrado, mas faltava todo o resto, e eu não iria aguentar esse mastro dentro do meu cúzinho. Comecei a gemer, "Chega, tira, está a doer muito. O seu caralho pau vai me arrebentar toda. Tira, mete na frente. Mete quanto quiser, mas mete na cona. Tira, tá a queimar tudo por dentro. Come a minha cona ou deixa que eu chupo o seu pau. Chega, por favor, você está a rasgar-me. Vem, mete na minha cona. Você já gozou nela!!!"

Mas Patrícia não teve dó. De um só golpe, enfiou o seu caralho por inteiro no meu cuzinho virgem.. Eu gemia de dor porque tudo doía e queimava por dentro, mas Patrícia continuava a meter em mim, enfiando e tirando o seu pau de meu buraquinho enquanto me acariciava a cona com os dedos.

Senti que Patrícia ia começar a gozar. Ela se arrepiou, enfiou o pau até o fim, fazendo sentir o seu líquido quente dentro da camisinha e do meu cú.

De repente, comecei a gozar como uma louca. "Estou-me a viiiiiiiiiirrrrrrrrrrrrrrrr, mexe esse pau no meu cú, enfia tudo, mexe esse caralho. Fode-me como nunca. Mete em mim, fode a sua cadela, come o cú da sua putinha. Patríciaaaaaaaaaa." Gozei tanto que manchei todo o lençol da cama dela.

Com o cú dolorido, sentei-me no sofá, paguei-lhe o combinado e perguntei-lhe se também tinha gostado. Ela perguntou-me se não poderia trazer você para fodermos as três. Ela disse que é só avisar e ir até lá de tarde para passarmos mais tempo juntas. Bruna também me disse que a minha namorada tem muita sorte por eu ser tão sensual O bom é que é tudo com preservativo, sem nenhum perigo.

Quero ver-te a chupar o caralho da Bruna enquanto me enfia um vibrador na cona. Se quiseres, posso trabalhar-te o cú com os meus dedos e vibrador e preparar-te para receber o caralho enorme da Bruna na frente e atrás. Se não quiseres, vai ser à força. Vou puxar-te pelos cabelos e enfiar a tua boca na minha cona. Quero sentir a tua língua no meu útero, quero que me faças gozar, com a Bruna a foder-te. Então não poderás gemer de dor porque a tua boca estará dentro de mim. Enquanto isso, quero sentir as tuas mamas, beijar a tua boca e lamber a tua cona para beber o teu gozo, inteirinho.

Softh Swing


Era uma vez...
Chegámos a uma praia da zona de Lisboa e ao local aonde tínhamos combinado com um outro casal desconhecido.
Fomos os primeiros a chegar naquela manhã. Estávamos num dos fins-de-semana de Setembro e não estava muito calor. Estava óptimo para relaxar ao som cadenciado das ondas a rebentarem na praia e ao gralhar das gaivotas. Estava o clima ideal para uma aventura erótica.
No local aonde assentámos não havia mais ninguém. As pessoas mais próximas estavam a mais de 200 metros, para sul e, junto ao acesso à praia.
Passados meia hora apareceu um casal que se estabeleceu perto de nós, aí a menos de 20 metros. Eles eram bastante mais novos que nós, bem parecidos e corpo normal. Passado algum tempo, a moça, fez-me sinal com a cabeça como que a confirmar que eram eles com quem nos tínhamos combinado encontrar.
A minha mulher estava a ler a revista do Público, aconchegada no encosto de praia e junto ao corta-vento. Estava virada para o sol, já despida, de pernas abertas, deixando escancarada a sua ratinha. Estava um espanto assim! Deu-me um impulso carnal mas contive-me para o que aí vinha.
Ela não os viu chegar de tal maneira estava absorta na leitura e a saborear o sol pré outonal.
Entretanto, eu também já estava nu. Devo dizer que praticamos nudismo já vai para mais de quinze anos. Os nossos amigos, entretanto, foram passear até à beira da água e estavam num jogo de namorados. Brincavam ás apanhadas e abraçavam-se apaixonadamente. Estavam a criar o clima propício ao jogo erótico combinado e a descontrairem-se.
Passado algum tempo voltaram ás toalhas e deitaram-se. Começaram a bronzear-se mutuamente alternando com carícias amorosas. Eram uma visão absolutamente erótica e poética. O seu atrevimento sensual e subtil estava a levar-nos para o erotismo puro desprovido de qualquer pudor e malícia. Emanavam um ar inocente como se estivessem a fazer aquilo pela primeira vez.
Estávamos os quatro, algo isolados, o que se adivinhava um momento erótico escaldante daí para a frente.
O casal estava um pouco acima da nossa posição, junto à falésia, o que nos dava melhor visão do que eles a nós. Ela, sem poder esperar mais, começou a acariciar-lhe o pau que já estava teso há algum tempo. Eu fiquei no mesmo estado e continuei a olhar para eles. A moça começou então a chupar-lhe o vergalho e olhava na nossa direcção com olhar languido e provocante a incentivar-nos.
Entretanto, a minha companheira que já tinha reparado na cena deles, reclamou a minha atenção para ela e perguntou-me se achava se eram eles com quem tínhamos combinado o encontro. Respondi-lhe que pelo andar dos acontecimentos, pouco interessava.
Ela já estava toda entesada, a masturbar-se com convicção e a lançar-me uns olhares lânguidos à medida que o fazia. Reparei que estava já toda molhada e a ficar ofegante. Mostrei-lhe que também estava com tesão apresentando-lhe o meu pau de bandeira. Olhou-me de tal modo que os seus olhos se reviraram de tanta excitação.
No acto, afastei-lhe mais as pernas e enterrei a minha cara no meio delas. Comecei a fazer-lhe um minete. Ela encaixou-se na minha boca como se um relojoeiro estivesse a encaixar uma peça de precisão. Tinha a cona excitadíssima e fervilhante. Estava inchada e entumecida. Como eu adorei lamber aquela carne, saborear aqueles líquidos e sentir-lhe o cheiro de gata com cio!
Como que possessa, deitou-me no chão, pôs-se de cócoras sobre a minha cabeça, e começou a cavalgar na minha cara, roçando-se num frenesim infernal a minha boca e língua na sua rata e cu. Depois, debruçando-se sobre mim, começou a chupar e a engolir a minha verga.
Foram momentos ultra excitantes. O encontro estava a revelar-se na sua essência máxima. A partilha de erotismo estava quase no seu máximo. O interessante é que não nos conhecíamos de qualquer lado e estávamos a partilhar momentos íntimos com toda a naturalidade e entrega.
A minha companheira gemia e estava a entregar-se ao prazer. Nunca a tinha visto assim e estava a revelar-se naquele momento. Excitei-me ainda mais só por saber como ela estava a adorar estar a fazer amor comigo em presença de desconhecidos. Era a nossa primeira vez!
O outro casal, deveras interessadíssimo a ver o que estivéramos a fazer, trocou de posição. Ela deitou-se de barriga para baixo com o rabo empinado. O companheiro acariciava-a e. De vez em quando, lambia-lhe a rata. Aquela distância, percebia-se que ela tinha uma farta pentelheira tal era a floresta negra que se vislumbrava do nosso local.
Disse à minha "mais do que tudo" para se pôr de novo de cócoras e comecei a lamber-lhe as partes íntimas. Ela adora que eu lhe faça o beijo negro. Geme de prazer sempre que a minha língua passa pelo seu anua, ora apertadinho, ora descontraído. Para saborear melhor esse prazer, afasta as nádegas com as mãos para eu chegar melhor com a língua ás partes mais recondidas. Continuo a lamber-lhe a cona sedenta de prazer e húmida, ao mesmo tempo que lhe introduzo o dedo no cu. Solta um gemido de prazer e pede para enterrá-lo mais. Foço-o e continuo com um movimento de vai vem. Com um outro dedo da mesma mão, o polegar, introduzo-o na rata. A sensação dos dois dedos, cada um em seu buraco é indescritível. Ela cada vez geme mais e o seu respirar torna-se mais ofegante. Eu delicio-me com isso e o meu pau cada vez está mais duro e prestes a rebentar.
Entretanto vou olhando para os outros. Estavam extasiados a olhar para nós e a masturbarem-se mutuamente. A moça lança-me um beijo pelo ar com um ar provocante e, virada para mim, afasta as pernas e mostra-me a cona toda escancarada. O companheiro nem liga e apalpa-lhe as mamas e começa a fazer-lhe um linguado. Ela, completamente aberta, começa a masturbar-se e a contorcer-se, virada para nós.
A visão é melhor que um filme pornográfico.
A minha companheira reparou no que ela estava a fazer e, no acto, retribuiu-lhes da mesma maneira. Cada vez estava mais surpreso com ela. Agradavelmente surpreso!
Verifiquei como estava a praia. Não havia ninguém a passear e as outras pessoas pareciam não notar nada ou, então, se viam alguma coisa não o davam a entender. Eles estavam na deles e nós na nossa.
Como não vinha ninguém e estava tudo calmo, deslizei-me por baixo da minha gata e pus-me em posição para mudar para o 69. A minha língua começou no vai vem pelo rego das nádegas e ia lambendo-lhe alternadamente a rata e o cu. Ela ia chupando o meu pau. Ora engolia-o, ora lambia-o como um sorvete. A nossa respiração ia aumentando de ritmo e tínhamos de para de vez em quando para tomar fôlego e para que não nos viéssemos de seguida.
O outro casal imitou-nos também. Estavam de perfil para nós. Assim como nós para eles. Isso permitia-nos adorar essa visão. Isso estava a deixar-nos loucos de desejo. Bem, mais será impossível!
Após alguns momentos, deitei-me de costas e, a minha companheira de cócoras, introduziu o meu vergalho na sua cona húmida e languida. Como o pau escorregou e ela gritou de prazer!. Acho que os outros ouviram porque se viraram ao mesmo tempo para nós. A minha gata ia rebolando e dançando em cima do meu pau. Ora para cima e para baixo, ora em movimentos circulares com o pau todo enterrado nela. De vez em quando endireitava-se o que me permitia apalpar-lhe as mamas. Outras vezes baixava-se e permitia que eu lambesse e chupasse os mamilos hirtos e erectos. Estávamos quase em êxtase.
O outro casal estava agora numa de canzana. Assim estavam mais expostos ás outras pessoas. Mas isso não parecia incomodá-los. Continuaram assim por algum tempo até que passaram para a posição do missionário. Ela de vez em quando cruzava as pernas à volta do rabo dele. O companheiro estava a fode-la com todo o prazer e a um ritmo alucinante.
Nós íamos mais lentos. Bem, também somos mais velhos. Trocámos de posição. Ficámos de lado com ela de costas para mim. Enfiei-lhe o vergalho novamente. Ao mesmo tempo ia-lhe tocando no grelinho. Senti que ela estava quase a vir-se pois estava a ficar tensa e a começar a curvar a coluna. O ritmo dos gemidos ia aumentando assim como os gritinhos. Os espasmos foram aumentando e veio-se como há muito tempo não se vinha. Fez-me um linguado e ficou aninhada em mim.
Eu continuei a roçar-me no rego dela para manter a tesão. De qualquer maneira não era necessário. A tesura ainda ia durar mais um pouco.
O outro casal também já tinha mudado de posição. Ela estava deitada de barriga para baixo, com o rabo empinado. Devem gostar desta posição! Ele, apoiado nos braços, estava a fode-la por trás. Ela ia-nos deitando olhares languidos e tinha visto a minha gata vir-se. Ela também devia estar quase.
A minha gatinha desanichou-se e começou a chupar-me o pau outra vez. Cada vez estava melhor. Quando achou que estava ás medidas dela, aninhou-se outra vez de lado, e levou-me o pau ao cu. Ajeitou-o e encostou-se para ele entrar. Gritou, não sei se de dor ou prazer. Começou a balancear-se ao ritmo dela. À medida que a excitação ia aumentando mais se encostava a mim para o enterrar mais. Senti que se estava a masturbar, pois, de vez em quando, apalpava-me os testículos com a mão húmida dos seus líquidos da ratinha. Não durou muito a vir-se novamente. Eu, que já estava a estourar, deixei vir-me também. Gozei bem fundo nas entranhas dela e senti, senti mesmo e penso que ela também, aquele jacto de esperma inundá-la gloriosamente. Senti o meu pau grosso a pulsar erecto dentro daquele cu apertadinho. Vim-me como nunca me tinha vindo. Foi uma profusão de sentimentos que é difícil de descrever. Só passando por essa experiência se poderá entender.
Enquanto isso, os nossos companheiros sexuais, que tinham assistido ao nosso êxtase, preparavam-se agora para serem eles a virem-se.
Desta vez ele deitou-se de costas e, ela, de cócoras e apoiada nas pernas, colocou-lhe o vergalho na cona. Ela estava de costas para nós o que nos permitia ver o pau dele a entrar e a sair. De vez em quando ela introduzia o dedo no cu e olhava-nos com ar de puta provocante. Notava-se que estava a adorar estar a exibir-se. Ela aumentou o ritmo da sua "dança" e veio-se com todo o prazer que podemos ver. Debruçou-se sobre o peito do companheiro e, passado pouco tempo foi a vez dele se vir. Deixaram-se estar aninhados um no outro, ternamente.
Nós, já mais descansados, fomos até à beira da água. Daí a pouco estávamos dentro dela a brincar que nem crianças. Não tardou muito, vieram juntar-se a nós os companheiros desta aventura erótica. Não trocámos palavras uns com os outros. Trocámos simplesmente olhares cúmplices e ali ficámos a brincar uns com os outros, como adolescentes.
Saímos e fomo-nos deitar nas respectivas toalhas. Ficámos por ali a deliciar-nos com o sol de fim de verão e a pensar nos momentos agradáveis que compartilhámos mutuamente.
Esta foi a nossa primeira aventura com terceiros. Outras se seguiram na primavera e verão seguintes e, em breve, compartilhá-las-emos com todos vós.
Até breve

Branco e Negro


Olá, tenho 27 anos, e casada a 4, e estes são sem dúvida os melhores tempos que vivi. O que gostaria de contar passou-se no verão passado.
O meu marido e eu estivemos recentemente em Africa (ver Experiencia em Moçambique) e o que se passou esta intimamente ligado a essa experiencia.
Depois de vir de Maputo, começei a provocar o meu marido para actos mais liberais (sexo anal) contudo a sua opinião de que tal pratica era contra-natura parecia irredutivel. Passado umas duas semanas, disse-me que concordava em exprimentar mas com uma condição, eu teria que usar uma venda nos olhos e estar algemada... ainda tentei contrapor a condição de estar algemada, mas acabei por ceder, pois afinal era um progresso, combinamos adquirir lubrificante e as algemas até ao fim-de-semana seguinte para que no Sabado podessemos realizar a pratica.
A minha excitação foi crescendo durante o resto da semana, e Sabado á noite depois de um serão de carinhos e um filme alugado, o meu marido interronpeu o silencio com "Estas Pronta?"
acenei afirmativamente com a cabeça e então pediu-me para me despir, e enquanto o fazia o Luis foi buscar os acessorios.
Abraçou-me e beijando-me a nuca pediu-me para nada recear. tirou duas almofadas do sofa colocando-as em cima da mesa da sala. Pediu-me para me aproximar e deitar de barriga nas almofadas. com umas cordas amarrou-me os tornezelos a cada pé da mesa, assegurando-se que fiquei de pernas bem afastadas, em seguinda passando a corrente das algemas numa das barras da mesa algemou-me as mãos, finalmente colocou-me a venda nos olhos. Sentia-me indefesa, mas excitada ao mesmo tempo, ouvio a despir-se, e a acariciar-me o corpo, a sua lingua percorreu-me as costas até mergulhar na minha ratinha, como era bom, começei a gemer freneticamente. Breves instantes depois senti o membro do meu marido a esfregar nos labios já humidos, afastando-os a procura da entrada. Duma só vez, o Luis enterrou o seu pau na minha rata, soltei um longo gemido, e começei a senti-lo a entrar e a sair, primeiro devagar e depois mais rapido. Passado uns momentos, no auge do frenezi o Luis veio-se na minha rata, enquanto eu atingia o orgasmo.
Em seguida pediu-me dois minutos porque queria lavar-se.
Aguardei naquela posição até ele regressar, começou por me perguntar se queria continuar, e ao dizer-lhe que sim, senti as suas maõs a afastar-me as nadegas e o gel lubrificante a escorrer pelo meu cuzinho. Os seus dedos massajavam-me o anus, até que sentir a pipeta do tubo do gel a entrar no meu rabinho. Senti o gel frio a invadir-me o interior, o Luis devia estar a despejar uma quantidade consideravel, no fim espalhou o restante nas minhas nadegas.
Umas das suas mãos segurou-me a anca, enquanto a outra guiava o seu pau para o meu buraquinho proibido.
Senti a sua cabeça a encostar e a fazer pressão, o meu corpo cedia a pouco e pouco, até aquele instante de dor latejante, pela extrema dilatação sofrida.
Naquela posição restava-me relaxar o melhor que podia enquanto aquele membro preenchia-me completamente.
Por fim estava todo cá dentro, o Luis devia estar muito excitado pois o seu sexo parecia muito maior.
Começou a foder-me o rabinho, a cada estocada a dor foi dando lugar ao prazer, não sei quantas vezes atingi o climax, por fim ele tirava-o cá para fora para o enterrar todo emseguida de uma só vez, o excesso de lubrificante escorria-me pelas pernas misturado com o suor dos nossos corpos. Por fim num gemido final senti o seu membro a encher-me o cuzinho de esporra.
Foi uma noite maravilhosa.
Dias depois, enquanto lia um livro, peguei no comando da aparelhagem e por engano liguei o video, para minha supresa era a nossa sessão de sexo. Pude então assistir a tudo, a camara esteve escondida no movel apanhando toda a mesa onde eu estava amarrada de lado. Vi o Luis a vir-me na minha cona, e os instantes que fiquei só para ele se lavar, vi-o a lubrificar-me, mas para meu espanto, o Luis afastou-se e no seu lugar surgiu um homem de raça negra, e foi este que me empalou toda enquanto o meu marido assistia.
Senti-me revoltada, mas ou mesmo tempo, satisfeita, por saber até onde o meu marido foi para agradar a sua mulher.
Nessa mesma noite contei-lhe que tinha encontrado o video e o que se passou desde então só vós conto numa próxima oportunidade.
Beijinhos
Anita

5 de Abril de 2008

Aulas de Nataçao


Tenho 25 anos, já tive vários amantes na vida, alguns deles maravilhosos. Gosto de homens de todo o tipo, tem é que ter um pau competente, ao mesmo tempo não resisto a uma coninha fodilhona. E exatamente por isso, fica difícil levar a convivência, já que sou muito independente e detesto ter um "dono" mandando em mim, dai a minha relação com o meu namorado ser tão liberal, ambos entendemos que o melhor da vida é ter e dar prazer, por isso estamos sempre abertos a quem queira se divertir. Enfim: já há alguns meses que eu me sentia sem uma aventurazinha daquelas que vos costumo contar Poderia estar carente de sexo grupal, vá lá; Tenho 1m72, peso 69 quilos, tenho seios razoáveis mas de mamilos salientes, quadris largos, ombros normais. Como minha cintura é superfina, faço o gênero "podre de boa", sempre com o meu bikini fio dental , e raro é o homem que passe por mim, na praia, e não arrisque uma olhada... Sempre gostei de homens. E sempre gostei de ser independente. Há dois meses, comecei na academia um curso intensivo de natação. Por prazer, apenas, sem intenção de competir. A escola costuma juntar vários níveis de alunos, num mesmo horário. Minha touca era azul-marinho (nível experiente), em meio a toucas de iniciantes, cor-de-rosa ou brancas. Marina era uma das moças de idade próxima a minha, mas que ainda usavam touca branca. Era muito esforçada, mas não levava jeito para esportes. Tipo teen, loirinha de longos cabelos crespos e pele muito branca, fazia um gênero de mulher em tudo distinto do meu. No começo, ela me irritava. Tão mole para fazer exercícios, cansava-se à toa... quando a professora não estava olhando, parava os exercícios ou diminuía o ritmo. O oposto de mim: empenho-me sempre, em toda ocasião. Então nas primeira semanas eu não ia com a cara dela e procurava mesmo ficar na ponta mais distante daquela "molenga". Até o dia do aniversário da professora. Foi a própria Marina que descobriu a data, disse-nos para arranjar o dinheiro do presente, acertou um bar para depois do horário da aula.. sempre gostei da professora, acabei dando dinheiro para o presente e aderindo à festa. Éramos 12 mulheres numa mesa do bar. A professora estava super-feliz, tinha gostado do presente... algumas garotas esperavam por seus namorados, haviam combinado com eles o encontro. Todas bebíamos depressa e conversávamos muito... Senti a mão sobre a minha coxa. Virei para o lado. Era Marina. Ela sorria para mim, muito íntima... seu hálito era quente e seus olhos brilhavam tanto... Estás gostando da surpresa? Ela ficou tão feliz... - falou, apontando para a professora. Gaguejei que sim, mas na verdade podia sentir a pressão em minha coxa como uma marca de ferro em brasa... aparentemente, Marina tinha feito o gesto sem duplo sentido. Logo, afastou mais o corpo, foi conversar com outra pessoa. Confesso que me senti muito excitada com aquilo. Era que tipo de atração, o que eu sentia? Nas outras noites de aula, comecei a me interessar mais por Marina. Chegava meia hora antes do horário, ela já estava lá. E algumas "coincidências" eram muito interessantes... mesmo que uma de nós estivesse antes na academia, só nos trocávamos na mesma hora. Era eu começar a me despir, Marina também o fazia. Eu estava enlouquecendo, ou Marina se despia de um jeito muito... sensual? Ao contrário de mim e de outras moças, Marina não vinha de casa com a roupa. Ela devagar tirava toda a roupa... ainda de tanga e sutiã, caminhava pelo vestiário prendendo os cabelos longos ou pedindo um favor aqui ("prende-me este gancho, por favor?") ou ali ("amarra-me lá o cabelo?")... eram gestos naturais, mas por que ela sempre me procurava com os olhos, depois de ser "tão natural"? Em várias ocasiões, quando ia finalmente tirar as peças íntimas e vestir o fato de banho, Marina o fazia de porta aberta do banheiro. E eu várias vezes pude vislumbrar seu ânus escuro, quando ela se agachava para vestir a peça... ou via um pedaço de seio, antes dela erguer a alça... Ela me provocava, esta é a verdade. Mais do que eu poderia admitir para mim mesma: se eu sentia tesão por alguém neste período, era por ela. Pela moça loira e magrinha, por Marina. A coisa explodiu num dia muito frio, em que a professora quis que fizéssemos aquecimento além do tempo normal. Dividiu a classe em duplas e - claro! - quem foi minha parceria? Marina... Algumas alunas haviam faltado, éramos apenas 4 duplas em torno da piscina. Muitos exercícios. Primeiro, Marina segurou meus pés enquanto eu fazia inúmeras flexões. Eu as fiz rápida e competentemente. Depois, trocamos de lugar. As colegas e a professora estava longe. Quando Marina ajeitou o corpo e eu prendi seus pés, senti imediatamente meu rosto ficar vermelho, pegar fogo... Marina havia metido o fato de banho muito dentro do seu rego( a professora tinha proibido fio dental na piscina), os pentelhos "fugiam" da borda do fato de banho. A tira de pano protegia praticamente só o rego, assim oferecido, ali a poucos centímetros da minha cara... E Marina fez o exercício de modo muito sensual. Virava mais do que devia o corpo, movia os quadris; num determinado momento, segurou em minha mão, tirou-a do seu tornozelo e me fez tocar os seus pentelhos... Era demais. Era mais do que eu agüentava. Nadei o quanto pude, na aula e tentava não olhar para a sua rata, onde Marina nadava molemente... Como disse, éramos poucas alunas. Enquanto a turma do novo horário chegava e nossas colegas iam-se trocar, Marina puxou papo com a professora. Eu acabei meio largada por ali, dando tempo ao tempo... vi quando, uma a uma, as garotas deixaram o vestiário. A nova turma já estava no aquecimento, e só aí Marina seguiu para se trocar. Com o coração aos pulos, fui também para o vestiário. Vazio. Confesso que me senti decepcionada; depois daquela sessão de aquecimento, supus que Marina quisesse algo mais... Ela estava no chuveiro. Abriu a porta e fez um gesto, para que eu entrasse também no cubículo... Ah, como seu corpo era belo e estava excitado! Ela arrancou o meu fato de banho com vontade e logo esfregávamos nossos seios, bico de um no bico de outra... e sua mão se metia entre minhas pernas, titilando com vontade no clitóris... eu beijava suas orelhas, esfregava as mãos na sua bunda, metendo com o dedo pelo seu buraco do ânus... Depois que nos beijamos e alisamos com tanta vontade, Marina sentou no ladrilho. A água corria por nossos corpos; ela me fez sentar, encostar-me à parede e abriu minhas pernas... ergui as coxas para cima, via a água escorrendo com força do chuveiro e depois... depois fechei os olhos e só pude sentir. Sentir sua língua nervosa se esfregando no meu clitóris, metendo pelas minhas coxas, me fazendo gozar de um jeito que nunca senti antes, com homem nenhum... Ao mesmo tempo, tinha medo que alguém entrasse no chuveiro e temia que ela parasse antes de me fazer vir... Marina completou o acto colocando dois dedos bem fundo dentro da minha vagina e me penetrou com mais competência que muitos machos... Quando nos sentamos sob a água, ouvimos vozes. Rápida, Marina saiu do chuveiro, e começou a conversar com as garotas como se nada houvesse acontecido. Afinal, ela era como eu, completamente desinibida. Quando saí, Marina não estava mais lá. Dentro de meu armário, descobri um bilhete com um coração desenhado e o número de um telefone. Fiquei em dúvida se deveria ou não ligar, mas claro tinha que ligar.
Mas essa historia fica para outra vez
Fico à vossa espera

gataselvagem69@yahoo.co.in

Ultrapassar os limites


A história que passo a narrar agora é difícil de acreditar, eu mesmo não acreditaria se me contassem, mas creiam, aconteceu. Tive o cuidado de trocar os nomes verdadeiros para preservar as pessoas envolvidas, e só estou escrevendo para poder soltar este nó preso na minha garganta. Um desabafo, pois acho que estou ficando louco guardando este segredo só para mim. As pessoas envolvidas nunca comentaram mais nada após o episódio. Comportam-se como se nada tivesse acontecido. Parecem ter feito um pacto para ignorar o assunto.
Naquele dia as convenções sociais foram superadas pelo álcool ,e pelos instintos mais primitivos que deixaram aflorar nossas fantasias mais secretas, nossos desejos mais espúrios. Naquele dia fomos o que realmente somos.
Meu nome é Michel, estou recém casado com Kelly, uma garota modéstia a parte muito bonita, de pele branca e cabelos e olhos muito negros. Namoramos durante muito tempo, mas nos casamos virgens, eu e ela, devido aos fortíssimos conceitos de moralidade passados a mim por meus pais, cuidados estes passados à minha irmã mais nova, porém , sem que eu nunca entendesse porque , não transmitidos com igual rigor ao meu irmão mais velho, Renes, sempre muito mais solto e extrovertido do que eu. Algumas vezes chegava a discutir com o meu pai. Cedo se casou com Lú, uma morena fogosa e alegre, sempre muito maliciosa, contando sempre casos muito picantes, o que a fazia detestada pelos meus pais. Tinham uma vida sexual muito ativa , segundo meu irmão me comentava, e creio, pelo que me contavam, na busca do prazer, não tinham limites.
A pedido de minha esposa, me mantive distante de maiores intimidades com a minha cunhada, mas rotineiramente, todo o Domingo ,íamos juntos para a praia, onde bebíamos a valer nossas cervejinhas até voltarmos à tarde para casa de um de nós(Eu ou Renes), onde continuávamos bebendo e assistindo Tv até o fim do Fantástico ,quando íamos dormir.
Naquele Domingo além de nós quatro tínhamos a companhia de Sandra , minha irmã caçula, e Adilson, seu noivo, um sujeito magro e muito calado, evangélico ,que ainda por cima não bebia. Estavam noivos e preparados para casar . Pretendiam se casar virgens, isto o tornava muito respeitado para meus pais.
Estávamos todos alegres , na praia, pois eu voltara a trabalhar após ter passado quase um ano desempregado. Confesso que neste dia bebemos mais que o habitual, o que talvez tenha embotado a minha mente para o que aconteceu perto de da hora de voltarmos. Minha cunhada Lú, pediu-me para amarrar a parte de cima do bikini , por sinal, muito curto e cavado, deixando à mostra toda sua bundinha cor de pêssego. Posicionei-me por trás tentando me concentrar no nó, não percebendo que ela recuava, encostando sua bundinha na minha pélvis. Sem que eu me desse conta, imediatamente meu pênis entrou em ereção, fazendo um grande volume na minha sunga curta, chamando a atenção de todos ao meu redor, que passaram a rir e mostrar até a outras pessoas que passavam , para minha vergonha e constrangimento. Enquanto meu irmão se divertia com aquilo tudo, não pude deixar de perceber o olhar de reprovação da minha mulher e de Adilson.
Ao chegarmos em casa, fomos todos assistir Tv, enquanto Sandra e Adilson foram para o quarto se deitar, pois Sandra bebera demais e estava muito mole ,falando até algumas besteiras. Seu noivo aparentava não estar muito satisfeito.
Foi quando Renes teve a idéia de ir pegar um vídeo erótico no carro. O vídeo tratava de trocas de casais, e realmente ,os atores eram muito atraentes. Assim que começou o filme, minha cunhada se posicionou sentando-se no chão, aos meus pés, apoiando seus braços e sua cabeça sobre minhas coxas, pressionando seus peitos contra minhas pernas. Fingi naturalidade, olhei para minha mulher, que aparentava não estar gostando nada daquilo, mas pela primeira vez , notei que ela também não iria fazer nada para manifestar seu aborrecimento, pelo contrário, era como se quisesse ver onde tudo aquilo iria dar .Ela estava sentada no sofá, no extremo oposto ao meu irmão , agarrada ao braço do sofá, inconscientemente, quase que encolhida, porém sem tirar os olhos do volume do calção de Renes (desde pequeno, seu pau sempre foi quase duas vezes maior que o meu). Senti ,que também ela estava excitada, mas ao contrário de nós, lutava para negar isto.
O sexo corria solto na tela, meu pau queria saltar do calção, chegando a despontar a cabecinha por cima do calção. Eu não fazia nenhum esforço para controlar minha ereção, meu pau pulsava angustiado. Foi quando de repente tudo começou. Foi como se um árbitro imaginário desse a partida. Saindo da sua inércia, minha cunhada ergueu-se mais um pouco e abaixando suavemente minha sunga , deixou meu pênis totalmente duro livre, passando calmamente a beijá-lo e acariciá-lo com os lábios, agasalhando com pequenas sucções, mordiscando-o devagarinho. Parecia um sonho ver aquele rosto moreno de traços perfeitos engolindo meu pau totalmente e depois retirá-lo da boca admirá-lo, cheirá-lo e voltar a engolir. Minha mão livre a esta altura já tinha liberado os lacinhos do seu biquini , libertando os seios de encontro à minha pele aumentando minha excitação. De repente Lú se ergueu , sem tirar os olhos de meu pau , se desvencilhou do que restava do bikini , e abrindo as pernas segurou meu pau guiando-o para sua xoxotinha encharcada, descendo suavemente seu corpo sobre meu pau endurecido.
A visão da minha cunhadinha literalmente engolindo o meu pau, com os olhos fechados de prazer, com a pele toda arrepiada, os mamilos dos seus seios endurecidos indo de encontro à minha boca, foi algo que nunca esquecerei pelo resto dos meus dias. Parecia um sonho.
Foi quando neste torpor que me lembrei de que não era um sonho. Lembrei de minha mulher. Desviei meu olhar do corpo de minha cunhada que me cavalgava totalmente desligada do que acontecia à sua volta, e os meus olhos encontraram Kelly, minha tímida e fiel esposa, sendo beijada e acariciada no pescoço por meu irmão, que tentava com um sorriso cínico convencê-la a se entregar aos seus instintos. Ela tentava resistir, mas sem muita determinação, estava letárgica pelo álcool . Estava já deitada, de pernas abertas, com meu irmão entre suas pernas. Ele já tinha soltado os lacinhos da parte de baixo do biquini e tentava direcionar seu pênis para a bucetinha de minha mulher. Ela lutava para tentar controlar Renes e se controlar, mas os movimentos de fuga do seu corpo em vez de evitar, graças a habilidade de meu irmão facilitavam enormemente a penetração, e ela foi aos poucos deixando ele entrar, tentando ainda lutar dizendo que não podia ,que não era certo,etc... Quanto mais ele introduzia aquele instrumento avantajado, mais ela ia se entregando ao prazer de ter aquela estrovenga dentro das suas entranhas. Quando se instalou totalmente dentro de minha mulher, Renes passou a chupar seus peitos como um náufrago sedento, beijando-a , chupando-a, deixando-a cada vez mais louca.
A partir daquele momento eu sabia que nunca mais mais ela seria a mesma. Tendo experimentado e gostado de um membro tão avantajado, ela nunca mais se satisfaria com o tamanho do meu pau. Estaria sempre insatisfeita com a memória do volume daquele pau entre suas pernas, aquele vazio a ser sempre preenchido, pois uma mulher só deseja ardentemente o que conhece, o que não conhece ela só deseja, mas sem entusiasmo.
Voltei a olhar minha cunhada que a esta altura já estava sentada de costas para mim, olhando também para o outro casal, demonstrando muito prazer com isto.
Renes colocou Kelly de quatro e enrabou-a numa estocada só, fazendo com que ela soltasse um gritinho de dor e de prazer. Logo começamos a gozar, nossos gemidos inundaram a sala. Eu era corno, e o pior estava gostando de ver minha mulher receber o esperma de outro homem, com risco mesmo de engravidar já que ela não evitava com nenhum método.
Com o corpo totalmente exausto e entorpecido, deixei-me cair na poltrona trazendo o corpo relaxado de minha cunhada sobre mim. Na minha frente, podia ver minha mulher totalmente nua, de costas para o meu irmão, literalmente coberta, por ele de modo que cada sinuosidade de suas costas encontrava anteparo no corpo de Renes . A visão da pélvis de Renes colada na bundinha de Kelly era excitante.
Estava admirando aquele quadro, quando subitamente Lú , saindo do seu coma , levantou-se e indo em direção ao marido, agachou-se ao lado do sofá, e levantando de lado o corpo de Renes , expôs o pau amolecido, passando a chupá-lo energicamente reavivando-o rápidamente. Depois ,ao vê-lo novamente em ponto de bala, sem tirar aquele instrumento da boca, abriu as nádegas de minha esposa , expondo aquele botãozinho rosado ainda virgem, indicando com o olhar e gemidos para seu marido qual era a sua intenção.
Dirigindo com a mão, aquele pênis descomunal para o ânus de minha mulher, aos poucos aquela cabeçorra foi abrindo caminho entre as carnes de Kelly, que despertada repentinamente pela dor aguda, tentava evitar aquele estrupo, pois sempre negara o meu pedido, por medo e pudor. Mais uma vez , suas tentativas de se desvencilhar do bote, só pioraram sua situação, pois seus movimentos empurravam sua bundinha para cima facilitando a penetração , fazendo com que o pau duro de meu irmão entrasse rasgando cada prega que encontrava pelo caminho. Minha mulher estava fraca demais para reagir; o máximo que conseguia fazer era soluçar baixinho derramando lágrimas de dor e de prazer.
Meu irmão completou totalmente a penetração, arrombando por completo as entranhas de minha mulher, começando logo em seguida a gozar em espasmos convulsos, seguidos de gemidos de minha mulher. Logo depois levantou-se com o pau ainda semi-ereto, olhando para mim com o ar de triunfo.
Eu , sem mesmo consciência do que estava fazendo, me masturbava alucinadamente, quando minha cunhada, tomando minha mão, me dizendo que eu não iria desperdiçar esperma de boa qualidade, me levantou e me guiou para cima de minha mulher, que ainda chorava baixinho, me empurrando para dentro do cúzinho de Kelly, totalmente arregaçado , ainda com grande quantidade de esperma escorrendo pelas bordas. Eu mal fui entrando, com grande facilidade , naquele cúzinho dilatado e fui gozando, chamando minha mulher de cachôrra ,de puta, num misto de raiva e excitação.
Estávamos todos tão atordoados que não percebemos que Sandra tinha despertado, e há muito acompanhava nosso desempenho. Ao percebê-la, não pude deixar de me espantar em ver que totalmente desligada de tudo acariciava um seio já exposto para fora de seu biquini amarelo, com a outra mão por dentro da calcinha se masturbando alucinadamente.
Minha irmã tinha visto tudo aquilo e não nos reprovara, não dissera uma palavra, pelo contrário, se comprazia de tudo.
Como sempre, a mestre de cerimônias, Lú, tomou a iniciativa, puxando-a para o chão, e a despindo rápidamente, começou a acariciar todo o seu corpo, beijando sua boca, concentrando suas energias em carícias nos seios e na bucetinha virgem e totalmente encharcada de minha irmã. Quando Lú com voracidade mergulhava sua boca na bucetinha de Sandra, massageando com maestria o clitóris , minha irmã se descontrolava alucinadamente, suplicando pelo fim de sua virgindade.
A esta altura Renes estava excitadíssimo, e para meu horror aproximou seu pênis da boca de Sandra, que esquecendo completamente do fato de Renes ser seu irmão consanguíneo, abocanhou-o, chupando seu membro como se fosse uma criança faminta. Lú então começou a abrir as coxas de minha irmã, preparando-a para o inevitável. Meu irmão ao ver o caminho desimpedido, a muito custo conseguiu tirar o pau da boca de Sandra , e, enfiando-se no meio de suas coxas fletidas, encaixou a glande na entrada da bucetinha virgem de nossa irmã, e sem nenhuma hesitação, começou a penetrá-la. Tentei gritar, mas não conseguia, estava excitado também. Não conseguia soltar um som sequer.
Sandra por sua vez nada fazia para impedir ser desvirginada por nosso irmão, pelo contrário, estimulava seu desempenho, gemendo, suplicando, pedindo para que acabasse logo com aquele tormento e dor. Impaciente, Renes entrou de vez, arrancando um grito alto de dor de Sandra, penetrando-a, preenchendo-a completamente.
Estava feito. O sangue que escorria pelo piso da sala testemunhava a pureza que minha irmã conservara até aquele dia e entregara de maneira tão absurda. Renes ainda fez algumas manobras , indo e vindo com o pênis pelas bordas da vagina de Sandra dizendo que era para não deixar nenhum fragmento do seu cabacinho para seu futuro marido "tartaruga". Logo depois , Sandra excitadíssima começou gozar aos gritos, seguida por Renes que resfolegava sobre ela como um animal moribundo gozando dentro de sua própria irmã. Agora sangue e esperma se misturavam no chão.
Não, não podia estar acontecendo. Até então éramos uma família normal, o que tinha acontecido? Renes desabou para o lado deixando-me a mostra a vagina dilacerada de minha irmã . Foi então que Sandra levantou a cabeça calmamente e com ternura olhou para mim dizendo "vem Michel, vem maninho, agora é sua vez de dar o polimento". Enquanto Kelly, desabada no sofá me pedia chorando para não fazer aquilo, fui puxado sem resistência por Lú , que guiou meu pau endurecido para dentro de minha irmã.
Penetrei lentamente com um misto de medo e excitação, praticamente sendo empurrado por Lú para dentro da minha irmãzinha. Aquela minha hesitação só fez prolongar a penetração, enlouquecendo mais ainda minha irmã que a esta altura já abocanhava de novo o pau amolecido e ensanguentado de Renes. Sentindo o gozo fluir, tentei retirar meu pau de dentro da minha irmã tentando com isto diminuir meu pecado, mas Lú ao sentir minha manobra me segurou firmemente fazendo com que eu despejasse todo meu esperma dentro de Sandra, misturando-se ao sêmen de meu irmão. Olhei para Kelly e encontrei seu olhar apavorado, mas sua mão massageava seu clitóris alucinadamente. Lú ,retirou com delicadeza a mão de minha mulher e mergulhou sua boca entre as pernas de Kelly, fazendo-a chegar rapidamente ao orgasmo, com grande alarido, caindo logo após num choro convulso.
Enquanto todos caiam num sono profundo, lembrei-me do noivo de Sandra, Adilson;teria ele despertado? Teria toda aquela loucura passado desapercebida para ele ? Levantei-me, me vesti e fui até o quarto onde ele estaria. Encontrei-o deitado, de olhos fechados, mas que pareciam piscar. Ao lado de seu corpo, molhando o carpete e umedecendo seu calção, uma mancha esbranquiçada, leitosa, denunciava sua aprovação.
Cinco meses depois, minha irmã se casava com Adilson, quase não podendo esconder a barriguinha de uma gestação já adiantada, que enchia de orgulho à Adilson e de horror a mim e ao meu irmão.

Feliz Aniversario


O telemóvel deu sinal que havia chegado uma mensagem. Dizia: telefona-me. Ana. Ana é uma amiga de há vinte cinco anos, Conhecemo-nos era eu um adolescente e ela uma mulher de 24 anos. Foi ela que me tirou os "três". Desde essa altura até agora nunca mais perdemos o contacto quer de amizade quer de amantes. Hoje, Ana tem 49 anos e uma figura capaz de fazer inveja a muita jovenzinha. Fisionomicamente é muito parecida com a Demi Moore.
Telefonei-lhe para saber o que se passava. Disse-me que tinha um casal de amigos que queriam uma brincadeira especial para comemorar o seu aniversário de casamento. Ele pretendia alguém que possuisse a mulher à frente dele. Concordei e marcámos um encontro num café próximo da casa da Ana para nos conhecermos. Depois das apresentações ( eles chamavam-se Artur e Gabriela) e troca de algumas palavras de circunstância, dirigi-me ao WC, conforme combinado, para a Ana perguntar-lhes se eu lhes tinha agradado e se queriam avançar, - entretanto já tinha dado o minha concordância através de um toque por debaixo da mesa. Fiz um tempinho e quando regressei já estavam prontos para sair e a Ana acenou-me, com a cabeça, afirmativamente e piscou o olho.
Chegámos a casa, Ana pediu-nos os casacos e pela primeira vez pude ver o corpo da Gabriela sem o sobretudo - estamos em Dezembro. Deve ter cerca de 170cm, elegante, a sua saia ligeiramente por cima do joelho mas rachada lateralmente deixava ver umas pernas muito bem delineadas e com conta peso e medida. O lenço que trazia ao pescoço ocultava um peito 40/42, que mas tarde veio a revelar-se rijinho e no sítio apesar da idade - devia andar pelos 50/52. Artur era homem para 178 cm, ligeiramente grisalho, nem gordo nem magro e muito simpático.
Pedi licença, desculpando-me que ia ajudar a preparar as bebidas e perguntei à Ana, como é que era se podia começar quando me apetece-se ou se era ele que tinha de dar o "tiro de partida"? Ana disse-me que estava tudo nas minhas mãos e que ela encarregava-se dele. E pediu-me para ser dominador com ela e mesmo com ele.
Chegamos à sala, um com os copos e a garrafa e o outro com o balde do gelo e os guardanapos.
Não querendo estar a perder tempo, dirigi-me aos dois directamente e disse que teria muito gosto em conviver com eles e se tinham alguma limitação que quisessem mencionar, pois a partir daquele momento estariam na minhas mãos. Avisei-os que não exerceria violência física sobre eles. Olharam-se e Artur disse-me com um sorriso nos lábios que se entregavam nas nossas mãos, pois já tinham estados muitas vezes com a Ana e tinham boas referências de mim.
Sentei-me ao lado da Gabriela e a Ana foi sentar-se no braço do sofá onde estava o Artur fazendo -lhe uma carícia no cabelo. Passei o meu braço por cima do ombro da Gabriela e o olhar dele fixou-se em nós. Aproximei-a de mim e como se fosse beijar-lhe o ouvido, perguntei-lhe se as meias eram colants ou de ligas. Respondeu-me que eram colants. Pedi-lhe que discretamente fosse ao WC e tirasse os colants e as cuecas. Os seus olhos azuis olharam os meus como concordando e levantando-se dirigiu-se à WC.
Dirigi-me à Ana e provoquei-a no sentido do o espicaçar também: Então estamos só como espectadores? Seria melhor se fizessem qualquer coisa para aquecer! Ana, riu-se e colocando a sua mão na região púbica do Artur, disse aqui parece estar tudo em brasa. Artur sorriu, meio embaraçado. Gabriela havia voltado, a minha visão com meias foi confirmada com aquelas belíssimas pernas de tez morena. Sentou-se, de novo , ao meu lado. Voltei a colocar mão em torno dos seus ombros e aproximando-a de mim disse: Artur desculpa, mas não vou resistir à tentação de beijar a tua mulher. Os meus lábios procuraram os dela, primeiro num contacto leve e fugidio, a que se seguiu um outro mais prolongado e até que lhe penetrei a boca com a minha língua que ela aceitou, sugando-a, lambendo-a e oferecendo-me a dela. Pelo cantinho do olho pude aperceber-me que o marido não tirava os olhos de nós e mostrava-se impávido à mão da Ana que já lhe tinha aberto as calças e começava a esfregar, interiormente, o pénis.
Comecei a minha acção de mandão; então Artur, seu menino malandro, está ver a sua mulherzinha deliciada! Está a gostar do espectáculo? Com a cabeça anuiu afirmativamente. Ordenei-lhe, vamos lá a pôr-se de pé e descascar-se todo, para ver o que temos aí. Agora somos nós que queremos ver, não é minha querida, dirigia-me a Gabriela que concordou. E tu também Ana, despe-te. Rapidamente ficaram como Deus os trouxe ao mundo. Artur era possuidor de uma bela ferramenta, talvez com uns 20 cm embora fosse para o fino, não deveria ter mais de 3 cm de diâmetro, que apresentava um bom estado de erecção.
Olha o malandrão, está de pau feito e ainda não viu nada! Mandei-os colocar de joelhos a dois passos do nosso sofá e disse-lhes que só iam ver não podiam mexer em nós nem neles. Despi-me e dirigi-me todo nú à Ana e pegando no meu pénis que já estavam semi-erecto disse-lhe para abrir a boca que lhe ia enfiar todo até à garganta. Aproximei o meu caralho da boca da Ana que se preparava para o receber, mas não a penetrei e o olhar de Artur mostrou alguma decepção. Dirigindo-me para Gabriela, disse-lhe, para ti, minha querida, as honras de casa. Abre essa boca para receberes o tolinhas, coloquei-me lateralmente para que ambos pudessem ver a sua boca abrir-se para engolir o meu pénis que apesar de não ser muito grande 15 cm é bastante grosso 5,5 cm. O caralho do marido era um autentico barómetro da excitação que vivia. A sua boca exercia movimentos cadenciados de vai-vém e a sua língua varria-me o corpo do pénis. Tirei-lho da boca e fui colocar-me defronte do marido, mostrando-o disse-lhe vez ainda está molhadinho da boca de tua mulher. O seu olhar estava fixo no meu pénis, ainda hesitei em oferecer-lhe mas não quis deitar tudo a perder pois estava com enorme vontade de lhe papar a mulher.
Gabriela - disse - senta-te. Sentou-se. Abre as pernas. Abriu as pernas deixando-me ver pela primeira vez a sua ratinha, que se apresentava toda barbeada e evidenciava alguma humidade nos lábios. Dirigi-me à Ana e ordenei-lhe despe a tua amiga. Ana cumpriu rapidamente a ordem com a cumplicidade e ajuda da Gabriela. Abre bem as pernas, Gabriela, quero te ver bem aberta. Sentando-se, levantou as pernas agarrando-as pelos tornozelos e formando com estas um V. Artur vem cá, vê lá este espectáculo de ratinha que eu vou comer e tu vais ver. Mas antes vais lambe-la para eu depois a papar. Coloquei-o com a face entre as coxas da mulher e a sua língua começou a trabalhar em movimentos circulares. Ana tinha se colocado por detrás dele e começara a lamber-lhe os tomates, o rabo e o caralho. Gabriela começava a mostrar sinais de excitação, à medida que o marido lhe lambia a cona e eu lhe apalpava e mordiscava as mamas.
Achei que havia chegado a altura para sairmos dos sofás e passarmos para uma cama, Ana pegou na mão de Artur e levou-o para o quarto. Eu fiquei ainda um pouco com a Gabriela na sala trocando beijos e acariciando os nosso sexos e a fazer-lhe algumas propostas para de seguida implementarmos. A todas disse que sim.
Peguei-lhe na mão, quando chegámos ao quarto Artur e Ana estavam envolvidos no valente 69, mas quando não é o meu espanto Ana à medida que chupa o grande margalho do amigo enfiava-lhe um dedo indicador no cú. Deitei-me na cama e ordenei à Gabriela que me chupasse que pouco depois estava sentada em cima de mim, com a sua rata molhadíssima preenchida pelo meu caralho. Gabriela pediu ao marido e à Ana quem lhe lambessem o cú. Estes cumpridores aprestaram-se a satisfazer o seu desejo. Enquanto ela me cavalgava de forma enérgica, eles lambiam-na. Eu, antevendo a proximidade da ejaculação, retirei o meu pénis do interior da sua cona e avisei que era melhor parar, para as coisas durarem mais um pouco. Ana e o amigo continuavam o seu trabalho em Gabriela que esta deitada sobre mim e me beijava de forma terna. Subitamente senti o meu caralho ser engolido por uma boca, era Ana que o sugava de forma gulosa. Gabriela havia saído de cima de mim e beijava o marido, agarrou-lhe a mão e encaminhou-a para os meus tomates. O primeiro contacto foi, para o Artur, como se tivesse apanhado um choque, tocou e afastou a mão. Para mim não era nada de novo, já havia comido vários homens amigos da Ana. Para quebrar o gelo e estimulá-lo peguei-lhe no caralho e masturbei-o um pouco. Gabriela insistia com ele, aos poucos foi-me apercebendo que era uma fantasia que pretendia realizar. Perante as insistência começou a mexer-me com mais vigor repetindo o que lhe havia feito à instantes. Agora, ambos, estávamos agarrados aos caralhos do outros batendo uma valente punheta um ao outro. Elas observavam trocando carícias e beijos entre si. Apercebendo-me que Artur estava a ficar muito excitado, ordenei à Ana que se colocasse de quatro e sugeri ao meu parceiro que lhe comesse o cú. Ana não se fez rogada pois era o seu prato preferido. Eu próprio apontei o marsápio ao buraco anal da minha amiga que se abriu de forma experiente para engolir aqueles 20 cm de carne em rolo. Olhei para Gabriela e disse-lhe não te estejas a rir que vais levar a mesma dose.. Artur como com receio do acto na mulher avisou que ela nunca tinha feito, tranquilizei-os que não a magoaria. Dirigi-me á casa de banho e trouxe um frasco de óleo de bébé, esfreguei n meu caralho e no rabo da Gabriela. Disse-lhe para levantar o rabo e baixar o tronco, encostei o meu caralho ao seu buraquinho apertado e pressionei levemente, solto um gemido, pressionei mais um pouco, a minha glande havia desaparecido dentro daquele buraquinho ao mesmo tempo que soltava mais um gemido. Perguntei-lhe se queria parar. Respondeu que não, que lhe enfiasse tudo mas com carinho. Assim o fiz, o seu corpo tremeu todo e ficou todo arrepiado. Os meus movimentos aumentavam a cadência. Artur havia parado a movimentação para assistir ao desfloramento anal da mulher e confessou que era a primeira vez que ia ao cú a alguém, apesar de já conhecerem Ana há muitos anos nunca lhe tinham sugerido tal. Sentido que estava quase a vir-me, tirei o pénis do cú da Gabriela e ordenei-lhe que se colocasse de joelhos e olhasse para mim.. Masturbando-me ejaculei abundantemente na boca e rosto de Gabriela. Artur olhando para a mulher proferiu " valente puta estás toda esporrada". Gabriela esfregando a cara com as mãos respondeu ao marido: "ainda não viste nada meu cabrão". Pegou no meu caralho ainda erecto e segredou-me ao ouvido que queria que comesse o cú do marido. Este continuava a bombar no traseiro de Ana que gemia de prazer e contentamento. Gabriela apontou o meu membro ao cú do marido e disse-lhe: " agora vais sentir o que eu senti". Tentei levemente a penetração para ver a reacção dele. E como aceitando, parou de matraquear a peida da minha amiga enquanto eu lhe enfiava o meu caralho pelo anus adentro, comecei a vibrar movimentos de penetração primeiro lentamente e depois mais rápidos. Artur continuava com o caralho na peida da Ana mas deixara de se mover e pedia para eu continuar. Satisfiz-lhe a vontade e após algum tempo enchi-lhe os intestinos de leitinho, enquanto Gabriela me beijava e ainda pude saborear os restos da minha anterior esporradela.. Artur tremia e gritava de gozo. Quase em simultâneo vinha-se no traseiro de Ana que só pedia mais. Cansado, sugeri um iontervalo e um banho para retemperamos energias e depois um jantar, para continuarmos a dar aso às nossas fantasias. O nosso encontro começou no café às 17 h e separamo-nos em casa da Ana às 04h30m, após mais um conjunto de novas experiências para os meus novos amigos, mas que para mim nada eram de novo pois Ana é pródiga em arranjar estes "caldinhos".

Cao Malandro


Bom, uma vez caminhava na mata quando oiço um cão a ganir, pudera com tão bom sorvete...., continuamos, o malandro estava a lamber o parreco da dona, teria uns 16/17 anos e estava exposta a dar a racha ao cão negro que não era muito grande. O malandro lambia e a dona gemia como uma puta. Para meu espanto vejo a marota a chupar o piroco do cão. O cão gania de tanto tesom. E eu quem me dera estar no lugar dele a dar a piça aquela ninfeta, mas não disse nada caladinho a ver tal bacanal/canil. A manhosa gemia e queria o salpicom do cão dentro dela mas ele não conseguiu enterrar o membro, mas o que ela tentou. Amigos valente cão que fez mais do que eu que vi e calei.

Eu mais 2 Amigas


No passado sábado tinha combinado com a Ana um dos nossos habituais encontros de libertinagem. Estava em casa dela quando a campainha tocou, Ana mostrou estranheza pois não esperava por ninguém. Dirigiu-se ao vídeo porteiro e disse que era uma colega de trabalho. Enquanto esperávamos que ela chegasse, Ana disse-me que tem um óptimo relacionamento com esta colega , que é casada com um empresário e são tipo confidente uma da outra.
A campainha voltou a tocar, Ana abriu a porta e por esta passou uma mulher de estatura mediana, trintona e morena. Apresentou-nos e fiquei a saber que se chamava Clô. Mostrou-se surpreendida por Ana estar acompanhada e disse que tinha decidido visitá-la porque o marido estava no estrangeiro e a filha tinha ido passar o fim de semana com uma amiga e não lhe apetecia estar sozinha. Afirmou que ia dar uma volta para não se intrometer no nosso encontro, disse que por mim podia ficar, pois também resolvi visitar a Ana para "bater um papo".
Ana prontificou-se ir buscar um sumo para bebermos. Por breves instantes fez-se silêncio, até que atirei " Já conhece a Ana há muito tempo? ", ela respondeu aquilo que Ana já me tinha dito que eram colegas de trabalho mas mais do que isso muito boas amigas. Entretanto Ana chegara e serviu-nos os copos com sumo de laranja. E atirou, Clô o Zé é aquele amigo especial que eu te tenho contado. Clô olhou para mim e sorriu meio envergonhada.
Sem parar Ana atirou, sabes, acho o Zé a pessoa ideal para resolver aquele teu assunto. Clô mostrou um ar de surpresa e respirou fundo. Ana disse-lhe para estar à vontade pois era super discreto e perguntou-lhe se podia contar-me. Oh Ana, por favor, mas não nos conhecemos e sabes da minha situação. Perante as várias insistências de Ana, comecei a mostrar grande ansiedade em saber o que havia para resolver e assegurei-lhe a máxima descrição. Concordou em deixar Ana pôr-me ao corrente.
Clô era casada há 20 anos, tinha 39 anos, sempre fora fiel ao marido, mas ainda não tinha realizado uma fantasia que a excitava muito dos filme, a penetração anal. O marido achava contranatura e anormal, e nunca lhe tinha satisfeito essa fantasia.
Clô interrompeu para frisar que nunca tinha estado com outro homem que não fosse o marido. Aproveitei para investigar se o mesmo se passava em relação a mulheres, baixou os olhos e disse que sim apesar das insistências da Ana numa fase inicial do conhecimento.
Disse-lhe que em matéria de sexo não há anormalidade ou contranaturas apenas tendências, gostos, fantasias, fétiches, etc. E que cabe a cada um decidir se deseja realizá-los ou não.
Ana voltou a frisar que eu era a pessoa ideal visto ser de confiança, não conhecer o marido e ser muito carinhoso. E que se ela quisesse podia deixar-nos a sós para estarmos mais à vontade.
A hipótese de poder ter aquela mulher excitava-me e reforcei a disponibilidade para realizar a sua fantasia.
Clô parecia começar a fraquejar, Ana sentou-se ao lado dela e pegou-lhe na mão e olhando-a nos olhos disse-lhe, sabes bem que o Artur não te é fiel, porque essa tua relutância, aproveita. Não quero dizer que tenha de ser agora e com o Zé, mas realiza-te.
Propus a Ana que brincássemos um pouco e ela visse e depois decidia se queria participar ou não. Ana concordou desde que nos despíssemos todos. Clô, surpreendeu-nos a ambos quando afirmou não é preciso nada disso, vamos brincar os três, assim mato dois coelhos com uma cajadada, pois também desejo muito faze-lo com uma mulher. E de imediato começou a despir-se, primeiro tirou a túnica deixando ver uma belíssimo par de mamas realçadas por um soutien do tipo wonderbra. As calças escondiam uma pernas roliças mas bem torneadas. Ana surpreendida com o desembaraço da amiga ainda não tinha tirado a roupa. Aproximei-me da Clô à medida que as calças me caiam pelas pernas e disse-lhe vamos até onde quisermos ir, quando achares que já foste longe demais paramos. Peguei-lhe na mão e puxei –a suavemente de encontro ao meu corpo que ainda tinha as cuecas e beijei-a no pescoço, senti um tremor percorrer-lhe o corpo, continuei e ela própria se colou mais a mim. A minha arma ameaçava saltar das cuecas e de certeza que o corpo dela já havia pressentido o volume. Continuei a beijar-lhe o pescoço enquanto Ana já se havia despido totalmente e colado às costas de Clô e desapertado o soutien, tinha as suas mamas contra o meio peito, a minha boca procurou os mamilos e comecei a torneá-los com a língua. Ana continuava o seu trabalho de nos deixar totalmente nus e empurrava-nos para o sofá.
Sentei-me no sofá enquanto elas trocavam o primeiro beijo e carícias. Disse-lhes que agora queria assistir, Ana riu-se e prometeu à amiga dar-lhe um tratamento de língua como nunca levara. Colocou de quatro à minha frente enquanto ia lambendo-a por trás, o rosto de Clô, mostrava sinais de que a língua da Ana estava a trabalhar com eficácia. Puxei Clô de modo a que me beijasse os testículos e o pénis. Os seus beijos depressa se transformaram numa sensual e compassada mamada, eu que achava a Ana uma perita no broche tinha encontrado uma óptima rival para ela. Ana tinha ido buscar um vibrador e começara a penetrar a amiga que não tardou teve o seu primeiro orgasmo. Pedi à Ana que fosse buscar preservativos enquanto eu passava de chupado a chupador a minha língua percorria a cona molhada da Clô e de vez enquanto descia até ao seu anus. Quando a minha língua lhe tocava o rabo toda ela tremia e as suas mãos empurravam a minha cabeça como a desejar que a minha língua o perfurasse. Ana havia voltado com os preservativos, um tudo de lubrificante analgésico e com o vibrador aplicado à cintura com um cinto cueca.
Disse à amiga que ia experimentar a dupla penetração. Mas a amiga pediu-lhe para primeiro deixá-la sentir a sensação de levar no cú. O tipo de linguagem utilizado por ela era revelador da tesão e anseio de realizar o seu desejo.
Coloquei-a dobrada, de pé e apoiada nas costas do sofá e enquanto colocava a camisinha, Ana lubrifica-lhe o rabo empurrando o creme bem para dentro do buraquinho. Ana de seguida espalhou um pouco do creme no meu caralho e ela própria o apontou ao rabo da amiga. Avisei a Clô que seria menos doloroso que estivesse relaxada e não oferecesse resistência. Ana dirigiu para o sofá e sentando-se nele ficou face a face com Clô, começou a beijá-la no rosto e boca. Achei que era a altura do assalto ao castelo e comecei a empurrar o meu caralho contra aquele buraquinho virgem. Ao primeiro impacto esboço um gemido de dor, mas aprestou-se a estimular-me a continuar a penetração. Lentamente continuei a empurrar, já tinha entrado a cabeça e ela começava a mostrar-se mais descontraída e em mais três estocadas entrou o resto dos 15 cm de carne que trago pendurados à cintura, suavemente comecei a efectuar movimentos de penetração primeiro mais lentos e depois mais rápidos, a sua excitação era de tal ordem que não parava de incentivar-me a continuar porque a estava a excitar muito. Passado algumas bombadas Ana disse-me para parar porque Clô estava a chorar, esta depressa se apressou a esclarecer que chorava de prazer e que queria mais. Ana sugeriu a dupla penetração. Clô aceitou. Ana deitou-se de costas no sofá, Clô encavalitou-se nela, deixando o caralho artificial de Ana penetrar na sua rata húmida pelo prazer que estava a ter, eu voltei à minha posição de penetrador anal, colocando por trás de Clô, que deixara de gemer para gritar de prazer à medida que eu e a Ana desferiamos movimentos penetradores dos seus buracos, assim continuámos por um largo período que possibilitou Clô obter mais dois orgasmos e até que eu, apercebendo-me que ia esporrar-me, retirei o caralho do cú, tirei a camisinha e deixei todo o meu leite bater no seu buraco anal enquanto eu e Clô gritavamos de gozo. Ana havia saído debaixo de Clô e ainda com o seu caralho artificial agarrou no meu caralho e chupou-o aproveitando as últimas gotas de esporra. Sentámo-nos nos sofá, enquanto eu retemperava forças, Clô avisava que queria repetir a dose e Ana queixava-se de ainda não ter tido direito a nada. As duas tiveram direito aqui