31 de Maio de 2008

Tirar Fotos eroticas


Tenho um certo jeito e gosto por fotografia.Por vezes pedem-me para fazer fotografias eróticas, e eu faço com toda a naturalidade.Em algumas dessas ocasiões as coisas não passam disso mesmo, mas em outras o clima aquece e as coisas acontecem.Naquele dia estava-me a preparar para dar uma saida habitual, uma volta pela praia, um copo e dois dedos de conversa.No entanto o telefone toca, era a Gi.Uma morena bem delineada,um "pedaço de bom caminho" como costumo dizer!!!.Pediu-me para ir ter com ela e para levar uma máquina fotográfica, pois queria tirar umas fotografias ousada e a única pessoa que tinha de confiança era eu.E lá fui eu.Sempre era um fim de dia diferente e inesperado.Chegado ao local indicado, toco à campainha e me surge a Gi, em lingerie super sensual e toda produzida.Era norma, ia fazer umas fotografias diferentes teria que haver alguma produção.O trabalho correu bem, ela estava bem disposta e inspirada.Eu também, mas...naquele fim de tarde, sem nada ter feito para isso, estava com tesão que se notava.A Gi apercebeu-se, e quando estavamos a ver as fotografias no PC e a preparar o CD para as gravar, ela aconchega-se em mim, pelas minhas costas, encostando aquele belo par de mamas em mim e fazendo movimnentos sedentos de desejo, e pergunta-me se quero continuar de volta das fotografias ou se me apetece algo mais interssante.E ao mesmo tempo acaricia-me o sexo, já inchado de tanto desejo...Nem hesitei.Naquele fim de tarde, estavamos os dois ardentes de desjo e de prazer...As fotografias foram apenas um belo pretexto.

Num Hotel no Alentejo


Tínhamos conseguido reservar um quarto num hotel na planície alentejana.
Mais uma vez. Aceitei deixar-me fotografar. Desta vez ia ser fora de casa e num quarto de hotel. A nossa experiência anterior, em casa, tinha-me deixado delirante.
Depois de instalados e de uma volta pelas instalações, voltámos ao quarto.
Ele começou a preparar as máquinas. A de filmar e a fotográfica. Vi que ia dar trabalho mas queríamos que a nossa estadia fosse inesquecível como se de uma lua-de-mel se tratasse. Embora já estivéssemos no verão, eu trazia meias de rendas e um cinto de ligas que enquadrava uma tanguinha transparente. virtual,blog,falar,dizer,gasolina,desabafar,sexo,mulheres,encontros,telefone,casas,google,webcam,sexfone,videos,adult,dominaçao,relax,fetichesDaquelas que são abertas à frente. Trazia um vestido corrido com fecho atrás ao estilo americano. Aqueles cintados mas que, depois de abrirmos o fecho, cai redondinho no chão. Ele não sabia a lingerie que eu estava a usar embora pudesse adivinhar. Eu, só de pensar nisso estava toda arrepiada.
Estava ele preparar a máquina fotográfica quando eu me aproximo, ponho-lhe uma mão em frente á objectiva e disse-lhe: “ deixa lá a máquina. Não é isso que me interessa. O que me interessa és tu, meu querido. Não me vais dizer que viemos até aqui só para me tirares fotografias eróticas?”. Que queriam que ele respondesse? Que dissesse que não era verdade? Bem, respondeu-me sem qualquer receio e sem preliminares: “ Vira-te Suzy. É a tua ratinha que eu quero” Eu não deixei que ele repetisse duas vezes e curvei-me, de busto sobre as costa do sofá do quarto e de joelhos sobre o assento, oferecendo-lhe o meu traseiro reboliço e bronzeado do verão.
Ele não devia acreditar no que os seus olhos viam. Já tinha deixado para trás o vestido e a sua visão devia estar sobre os meus botõezinhos de rosa que se vislumbravam pela tanguinha entreaberta. Pela primeira vez rapei-me toda para ele. Sabia que era uma das suas fantasias. O pequerrucho devia estar a babar-se. Eu não o invejava porque também me estava a sentir desejada e já estava ardente.

Deixei-o sodomizar-me sem esperar que eu estivesse preparada e não tardou que eu gemesse de dor para, logo de seguida, ser de prazer, gritando: “ Força, força, faz-me vir, eu sou a tua coisinha fofa. Beija-me,... quero sentir o teu pau dentro do meu ventre”. Balanço sobre ele enquanto uma das minhas mãos empurra o “meu” pau para dentro do meu cuzinho rosado: continuo a brincar enquanto sinto as minhas unhas a cravarem-se na sua pele. “ És uma verdadeira amazona. Fazes-me sentir como um touro”, disse-me, enquanto eu continuava a controlar os movimentos.

“ Vem cá, para eu o pôr na minha boca: é realmente um bom pedaço de carne”, sussurrei-lhe ao aproximar a minha língua da calote da sua cabecinha.
Era uma imagem a fixar: as partes rosadas rapadas, o meu cuzinho ao ar, os lábios do meu bábá e as minhas maminhas tesas que se balanceavam voluptuosamente. Uma verdadeira obra-prima. Ele pediu um momento de descanso para tirar umas fotografias para a posteridade.
Enquanto isso, a máquina de filmar ia captando tudo.

Ela estava ao ponto de se vir quando me disse: “ Pára, Suzy, quero-te lamber e tirar outra fotografia” E eu, muito obediente, abri-me para ele afastando as pernas. Ele mergulhou sobre mim e saboreou o seu suminho que já era muito. Daí a pouco, puxei-o novamente para mim e, agora, deitada de costas, agarro nas pernas e encosto-as ao meu peito, enquanto que os pés se apoiam nos seus ombros. Estava completamente aberta para e exposta para ele.”És uma verdadeira garça” Disse-me ele. E assim, nessa posição, ela chupa-me e lambe-me a gatinha e o cuzinho. Como eu adoro que ele passe a língua pelo meu olhinho do meu cuzinho. É indescritível a sensação. Só passando por isso é que se compreende. Vocês, os homens, deveriam cuidar muito mais das vossas mulheres. Espero que aprendam aqui alguma coisa e possam satisfazer as vossas companheiras. Deixem de ser egoístas e pensem que elas também gostam de sentir prazer. Mas, antes disso, conversem sobre o assunto e, verão, que as sessões de sexo serão de outro muito. Bem, aonde é que eu ia??!!

Rodando sobre mim mesma, fiquei de gatas e ofereci-lhe de presente, novamente, o meu cuzinho. Depois, com uma das mãos, agarrei novamente no “meu” pau e levei-o até á entrada do meu botãozinho de rosa. “ É isso que te faz estremecer, hein malandreca!”, disse-me descaradamente, o sem “vergonha”.
“Sim, dá-me prazer, gosto te sentir no meu cuzinho. A sodomia é a minha paixão, deixa-me extasiada. Não sabias já??? Vai, enfia-o, mais, mais... Quero-o sentir todo enterrado. Bem lá no fundo, murmuro-lhe. Deixo-me ir gozando e saboreando esses momentos olhos fechados. A minha boca aberta como se esperasse por outro pau. E o seu baixo-ventre num vai e vem cada vez mais depressa, cada vez mais frenético. Procurei uma mão dele e comecei a chupar-lhe os dedos como se estivesse a chupar o meu pauzinho adorado: eu queria senti-lo a vir-se. E quanto mais ele se aguentava mais ela me abria para ele e me tornava lasciva.
“ Vem-te: quero senti-lo nas nádegas, no ventre, nas mamas, mete-o aonde quiseres”, gemi eu. Já não era a primeira vez que me sentia assim. Eu estava em êxtase. Já, recentemente, numa praia, em exibição para um outro casal, tinha ficado assim.
Ele roçou o meu pau por tudo o que era sitio. Mais uma vez chupei-o. Não me importei com os odores do ânus. Nada me importava nesse momento. E vim-me assim, sem mais nem menos.

Ele foi tirar mais umas fotografias enquanto eu recuperava o fôlego e ele também. Foi lavar-se.

Depois, para culminar, de pé, pegou em mim e começou a lamber-me novamente. Eu, que não tinha ido lavar-me, estava peganhenta de certeza. Ele não se importou e continuamos, então, a fazer um 69 de pé. Eu estava de cabeça para baixo a chupá-lo e com as pernas apoiadas nos ombros deles. Ele, com a cara enterrada nas nádegas, ia-me lambendo. Não estivemos muito tempo assim porque já não temos idade para estas acrobacias.
Fomos para o chão, sobre umas almofadas. Deitei-me de lado e deixei-o que me comesse, agora, a minha ratinha. Deixei que fosse ele a comandar os movimentos. Antes que se viesse, pedi-lhe para se vir na minha boca. Adorei aquele leitinho salgado e deixei-o escorrer pelas minhas maminhas. Ele, depois, veio lambe-las também, qual gato insaciável.

Sexo no WC


Tudo aconteceu, na casa de banho de um restaurante onde costumo ir almoçar.
Eu trabalho em electricidade e estava a almoçar ao lado do dono do restaurante como de costume, quando a esposa do dono,uma bela moça de 34 anos com tudo no sitio como se costuma dizer, me veio pedir para ver um problema com a luz da casa de banho das senhoras, na qual eu me disponobilizei.
Então entrei na casa de banho juntamente com ela e subi a uma escada que ela já tinha preparado quando de repente senti uma mão passar pelo meu sexo, ficando logo com o pau teso. Como ela viu como ficou o meu pau, tratou logo de o tirar para fora enfiando-o logo na boca, fazendo um broche como nunca ninguem me tinha feito. Quando estava para me vir, desci a escada e então tirei-lhe as mamas para fora, para meu espanto era um valente par de mamas que me dispus logo a chupa-las. Com o tempo fui descaindo até começar a lamber-lhe o seu sexo rapadinho. De seguida sentei-me na sanita sentando-se ela no meu colo fodendo-a com muita viralidade até nós dois nos vir-mos como loucos.Quando pensei que já tinha feito o meu serviço eis então que ela se debruça no lavatório e me pediu que o enfiasse no anus. Fodia então até não poder mais e quando me estava para vir ela então pegou no meu pénis e enfiou-o na boca engolindo todo o meu semen.
Lavei-me e fui-me sentar novamente ao lado do marido.
Até hoje a lampada continua por acender, porque voltei a repetir várias vezes e ela pede-me para não reparar essa maravilhosa lampada

A Minha Cunhada


Desde sempre que desejei a minha cunhada, embora adore a minha mulher, a minha cunhada sempre foi uma enorme tentação para mim, mas nunca tive coragem para avançar. Como ela sempre me pareceu muito timida, nem tinha tido namorados e sempre andava com amigas cheguei a pensar que era lésbica, o que só de imaginar de facto me excitava ainda mais. Tem 26 anos é professora, tem umas mamas e umas pernas fantásticas que me deixavam sempre com água na boca.
No verão passado como de costume fomos passar uma temporada de férias a casa dos meus sogros. Estavam aqueles dias quentes e ela estava mais apetitosa que nunca, tentando ser o mais discreto possível os meus olhos estavam sempre a observá-la, mas nunca pensei que chegaria a passar disso, de desejo apenas.
Até que um dia, logo de manhã decidiram todos fazer umas compras na cidade e ficar para almoçar, eu tinha decidido ficar. Quando sairam reparei que a minha cunhada também tinha decidido ficar. Estava um dia particularmente quente, ela trazia um calção justinho umas sandálias com fio até ao tornozelo e um top, eu sem ela se aperceber devorava-a com os olhos. Passado um pouco ela chama-me ao quarto para lhe explicar um questão no computador. Quando chego ao pé dela, olhou-me nos olhos e disse-me:
-Nestes dias tens estado a micar-me descaradamente.
Eu fiquei vermelho completamente embaraçado sem saber o que dizer e ela continuou:
-Isso é indecente, ainda por cima eu sou tua cunhada.
Eu balbucei alguma coisa do género, desculpa eu não... e ela continuou.
-Eu adoro que comas com os olhos mas agora, quero ouro tipo de desculpas...
- O quê, tu... caimos nos braços um do outro e beijeia-a intessamente.
Tinha já um tesão enorme, ela pegou-me no caralho e fez-me o melhor broche da minha vida...
Depois tirei-lhe os calções e as cuequinhas fio dental e saborei com a língua aquela deliciosa cona cada vez mais húmida. Depois passei-lhe a caralho nas mamas, antes de a penetrar, era demais nunca tinha tido tanto prazer assim, até que me vim dentro dela, os dois numa explosão de prazer!!!
Passamos o resto da manhã a fazer amor.
Os restos dessas férias como não tivemos hipóteses de estar juntos de novo os olhares passaram a pequenos jogos, toques e apalpões por baixo da mesa. Neste último ano mantemos relações sempre que podemos, como ela dá aulas fora daqui só raramente nos podemos encontrar. Em contrapartida as reuniões familiares são agora uma excitação.

Para ti cunhadinha, minha timida louca que sei que vais ler isto, espero no próximo mês saborear outra vez cada milimetro do teu corpo!

30 de Maio de 2008

Novas Experiençias


Um dia destes decidimos variar um pouco a nossa relação sexual. Até aqui vinhamos fazendo sexo sem tabús entre nós. Oral, anal, aquilo que é suposto os casais fazerem.
Já há muito tempo que sabia que ele gostava de sentir um dedo no anús e muito principalmente quando fazíamos o 69. Enchi-me de coragem e propus-lhe uma coisa diferente que ele aceitou embora ainda pusesse alguma resistência.
Fomos para a cama e como era normal, ele lambeu-me toda, chupou-me os mamilos, lambeu-me e chupou-me o clitóris, lambeu-me o anús e que delícia, meu Deus.
Depois, já muito excitada, também lambi aquele corpo másculo, mordisquei-lhe os mamilos, desci mais um pouco peguei naquele pau hirto e beijei-o, lambi-o todo antes de o enfiar na minha boca. Gosto de chupar, quando mais sinto ele ficar rijo mais vontade me dá de o chupar e quando o sinto a latejar por vezes torna-se difícil de resistir à tentação de o cupar até ao fim.
Depois, meigamente levei a que ele se voltasse de costas de maneira a que lhe pudesse dar uma massagem pelos ombros, pelas costas, para o aliviar do stress, para o descontrair. Naturalmente, massajei-lhe as nádegas também e inevitavelmente, mas sem qualquer intenção, um dedo deslizou para o botãozinho dele, acariciando e penetrando nele. Senti que ele estava a gostar mas para o excitar mais ainda resolvi lamber-lhe as costas. A minha lingua foi deslizando ao longo da coluna dele e de vez em quando sentia o corpo dele estremecer. E lá foi a lingua deslizando até às nádegas as quais passei a mordiscar. Não resisti à tentação de lhe lamber a "regueira" pondo a lingua a rodopiar naquele buraquinho bem bonito. Ele gemia de gozo. Estava mesmo adorando.
Perguntei-lhe o que é que ele achava da idéia de o penetrar: "Desde que não me magoes...". Fui buscar o dildo de cintura. Lubrifiquei-lhe o anus com o creme que habitualmente uso quando ele me penetra analmente. Coloquei o cinto e encostei a ponta do dildo ao botãozinho dele. Pressionei um pouco e entrou a ponta. "Gostas?". "Sim, podes meter mais um pouco". E fui entrando nele, cada vez mais. Ele gemendo e pedindo para lhe meter mais. Quando dei por mim estava "cavalgando" no rabinho delicioso dele como ele me cavalgava. Nunca me tinha dado conta de como seria tão excitante "comer" o rabinho de um homem. Até que ele se veio e de que maneira.
Ele adorou e quer mais. Eu também adorei e quero comê-lo mais vezes, só que da próxima não serei eu sózinha a comê-lo. A minha namorada, aliás, a nossa namorada também vai comê-lo. Eu como-o enquanto ele come ela e ela vai comê-lo enquanto ele me comer a mim.
Desculpem lá, mas só o facto de vos estar a contar a nossa relação, já me sinto húmida e com vontade de estar com ele e a nossa Sofia.
Beijos a todos e todas

Fodendo 1 Mulatinha



Há muito que queria foder com uma mulata.
Por isso telefonei para uma menina dos classificados e lá fui.
Encontri uma mulata de Angola, 23 anos, peitos de grande volume, mamilos espetados que me deixaram cheio de vontade de os chupar.
Com um corpo bem tratado e cheio de curvas provocantes, perguntou-me o que procurava.
Disse-lhe ao que vinha, sorriu e prometeu que não me iria arrepender.
Depois dos assuntos da praxe, lavadinhos e chieo de vontade de provar aquela mulher sexualmente estimulante, deitei-me e deixei-a começar a me excitar ainda maid do que já estava.
Deitou-se ao meu lado e beijou-me o corpo todo, depois desceu e começou a chupar-me o caralho (com camisinha) num ritmo lento e apertando com força os lábios, quase me arrancando a cabeça.
Estava a delirar, quando acelerou o ritmo da mamada senti um prazer subir-me pelo corpo acima, deixei-a chupar-me durante largos minutos até que a vejo subir para cima de mim e enterrar o meu caralho todo pela sua cuninha rapadinha e bem cheirosa.
Senti-a cavalgar em cima de mim como se o mundo fosse acabar naquele instante, a sua cona engolia-me o caralho e depois dava-lhe espaço para voltar a puxá-lo para dentro de si com mais e4 mais força.
Deitei-a de lado e comecei a brincar com o seu clitoris, senti-a corresponder e pediu mais, sentei-me à sua frente e meti-lhe um dedo na cona enquanto contuava a estimular o seu clitoris mais e mais forte, depois meti outro dedo na coninha toda molhada e passado alguns minutos toda ela estremeceu.
Voltei-a de costas e esfregue-lhe um pouco de creme do cuzinho bem redondo e senti que se dilatava para receber o primeiro dedo. Continuei a esfregar-lhe o clitoris enquanto o segundo dedo entrava também. Fodi assim a boa da mulata sentindo os meus dedos desaparecerem dentro dela, a sua cona tão molhada engolia os três dedos que nadavam nos seus lábios vaginais.
Tirei os dedos do cuzinho e senti-o fechar, ao mesmo tempo encostei a cbaça do caralho naquela abertura fantástica e forcei a entrada, sentia-a apertar um pouco e depois descontrair, perguntei-lhe se podia meter tudo de uma vez e quando disse que sim de uma estocada senti-me bater no fundo, o suspiro que escutei encheu-me mais ainda de tesão e comecei lentamente a entrar e sair daquele cu que se abria para mim e me entesava todo.
Aumentei o ritmo até sentir o calor e o chweior a sexo inundarem o quarto, pedi-lhe que esfregasse o seu clitoris e ela assim fez, continuei a dar-lhe com muita tesão dentro daquele cu que se abria e engolia o meu caralho e depois o apertava até quase sufocar.
A mulatinha introduzia 2 dedos na coninha e senti-los a bater no meu caralho p+or dentro estava sendo tão bom que decidi parar e deitei-me ao lado dela, beijei-lhe os peitos, chupei-lhe os mamilos até os ver arrebitar e pedir mais, comecei a brincar de novo com o seu clitoris e introduzi um dedo na sua cona. A resposta foi um gemido e meti mais um, comtinuei entrando e sainda daquela cona toda molhadona, e meti mais um dedo e mais outro. Com os quatro dedos dentro dela, comecei a dar com força e fiquei a vê-la contorcer-se toda, de repente comecei a meter a mão e a beijar-lhe os mamilos, a mordê-los, a excitação da mulatinha era evidente, e com a mão dentro dela forcei o ritmo até fodê-la vigorosamente, o único pedido que me fez foi que não parasse e aasim continuei até vê-la estremecer e gemer fortemente, senti a minha mão apertada com muita força e depois alargou a cona tanto que a mão saiu quase sózinha.
Virei-a de costas e sem esperar mei-lhe de novo o caralho no cu.
Fodi-a com toda a força que tinha, aquela cena anterior tinha-me deixado louco de tesão.
Dei-lhe tanto e tanto que fiquei quase sem fôlego.
Pedi-lhe se me podia vir nos seus seios e ela disse que sim. sentei-me na mulatinha e comeceia a bater uma punheta enquanto lhe pedia que me metesse dois dedos no cu, perguntou se não preferia um vibrador e disse-lhe que sim.
Foi buscar um vibrador gigantesco, quando o vi assustei-me mas o meu cuzinho ficou muito excitado e abriu-se para o receber todo, ela passou-me um pouco de creme no cu e começou a metê-lo todo, foi uma sensação deliciosa sentir aquele aparelho enorme entrar no meu cuzinho e desaparecer até me preencher, depois começou a foder-me lentamente, tirando quase todo para fora e empurrando de novo, fazendo-me gemer e gozar como um louco, depois sentei-me com aquele monstro todo enterrado enquando a mulatinha me fodia o cu com movimentos bem ritmados.
Comecei a punheta de novo e passados alguns minutos vim-me tido em cima dela e gozei como nunca.
Comecei a sair para me limpar e ela puxou-me de novo ontra a sua barriga e perguntou-me se gostei, enquanto contibuava a foder-me o cu com aqueles moviementos que me enciam de gôzo e desejo de foder mais e mais.
Disse-lhe que adorei e ela disse-meque eu era como ela, que gostava de sexo.
Marcámos para outro dia e vou quer ainda mais desta mulatinha deliciosa.
Estranhei o facto de nunca me ter dito que tinha que me despachar, que isto e aquilo não podia ser, etc, etc.
Não sou um frequentador mas as vezes que foui sempre deparei com este tipo de raparigas.
~Desta vez conheci um animal sexual e voltarei para repetir tudo de novo. O meu caralho e o meu cuzinho estão com saudades da mulatinha deliciosa.

Iniciaçao Dominaçao


Existem festas que acabam bem, e outras que acabam ainda melhor.

Respondendo a anuncio de bdsm, pedia uma escrava ou alguem que se quisesse iniciar neste campo, uma pequena experiencia durante 1 fim de semana tudo pago no algarve.

Respondendo e logo em seguida troca de emails e troca de msn e numeros telefone.
Pelo telefone ja existia alguma dominação, ele telefonava a meio do dia so para dar instruções de como ela devia estar, que roupa interior deveria usar.

Um dia ordenou-lhe pelo telefone para ela no dia seguinte ir para a faculdade de mini saia e camisa branca transparente, sem collans e com meias de liga, ela achou tão exitante que aceitou, ele telefonou mais tarde para ela tirar as cuecas e o soutia, ela não queria ele disse que se ela não o fizesse ele deixava de lhe telefonar. Ela pensou como vai ele verificar e disse que sim. Nesse dia ele tinha vindo a lx então pediu-lhe para ela apanhar o comboio e vir ter com ele almada que para se conhecerem e para jantarem. Ficando preocupada pois não estava cumprindo o k ele pediu aproveitou foi ao wc da estação e tirou a cueca e o soutia, olhando-se ao espelho reparou que se via os seios, os seu coração acelarou mas nao desistiu.

No comboio todos olhavam para ela, mas o pior era um rapazito que estava a sua frente e não parava de olhar para os seios, ela então decidiu fazer pior e abriu as pernas mostrando-lhe a sua racha bem depilada para o rapaz corou e notou-se o alto nas suas calças.

Chegando a almada o seu agora não virtual dominador, apresentou-se e claro elogiou-a por estar sem soutia e pelo seu corpo lindo, nisto enquanto davam dois beijos de cumprimento ele meteu a mão debaixo da saia e verificou k estava sem cuecas, ela deu um grito e calou-se, pois não estava a espera ele elogiou a mais uma vez, ela ficou super exitada.

Conversaram e beberam um café, ele pediu-lhe as cuecas pois queria ter certeza k ela não voltava a vesti-las ate chegar casa.

No final deulhe uma coleira e disse-lhe que se queria passar um fds com ele tinha de a usar da proxima vez.

Finalmente chegou a desejada sexta-feira, ele telefonou-lhe e disse-lhe exactamente o k keria que ela leva-se vestido e com ela, um mini vestido ou uma mini saia e top, sem cueca ou mini fio dental, soutian, meias auto fixantes ou ligas, sandalias de salto alto, ou o calçado de salto mais alto k tivesse e claro a coleira, mala só de mão, e la dentro podia trazer os documentos, preservativos ou lubrificante mais nada. Pensou que loucura, é melhor não ir, mas ao mesmo tempo estou toda molhada e exitada, mas não vou ter roupa para mudar o melhor é não sujar o k levo.

Chegou ao ponto de encontro com ele, entrou no carro dele, mostrou-lhe a coleira, e nisto ele ao verificar a coleira meteu-lhe um cadeado, ela assustou-se ele disse-lhe que só o ia abrir no final. Verificou-a, como não o que tinha de salto muito alto era botas de cano alto pretas, mini saia preta, cinto de ligas e meias, uma mini cueca fio dental, top e soutian, dentro da mala dela, documentos e lubrificante e maquilhagem.

Muito bem, e deu-lhe um beijo.

Seguiram para o algarve, pelo caminho ele ia pedindo-lhe para ela mostrar os seios aos camionistas, ja quase a chegar, disse-lhe que ela ia fazer um test drive, pediu-lhe para abrir a mala que estava atras do banco, viu la dentro varias coisas, ele disse-lhe para ela tirar a bola e colocala na boca e atar, ela assim o fez, agora não conseguir fazer barulhos superiores a um humm, depois umas braçadeiras para os pulsos, ela colocou, estava super exitada com aquilo tudo, no final ele disse-lhe para ela verificar nele o seu tesão, ai ela ainda ficou mais exitada ao ver que o pau dele era enorme e grosso, começou a pensar como vai ser optimo ser comida por ele, nisto ele sai do autoestrada e entra numa estrada secundaria.

Parando o carro ele prende-lhe os pulsos ao pescoço, ela esta super exitada e ele apalpa-a toda. Nisto ela estando ja numa posição indefesa, para um camião a tras do carro dele, e ele mete-lhe uma trela e leva-a para dentro do camião ai começou a gesticular e a gemer de não, mas ele disse-lhe outra vez, test drive, entra dentro da galera do camião, e deixa la dentro.
Passados uns minutos o camionista toca a buzina e ele volta la para a ir buscar, o camionista dálhe 100euros e segue.

Ela esta suada e cansada, tem a cueca pendura numa das pernas, o soutia ficou no camião e os seios estão quase de fora, ela geme para ele a largar, nisto ele levanta-lhe a saia e verifica-a, bem atestada na rata com o esperma do camionista, ao tocar-lhe ela geme agora de prazer, - Es mesmo uma vaca tu gostas mesmo de fuder!!!, ela ao ser acareciada geme de prazer e o esperma do camionista começa a sair-lhe de dentro da rata.

Voltam pra o carro, mas agora ela não vai sentada, mas sim deitada na mala.

Chegam ao algarve e ela é tirada da mala banho de mangueira, ele despe-a, ficando só de botas meias e ligas, leva-a para dentro de casa, e dá-lhe a roupa daquela noite, disse-lhe que não quer ouvir nem um barulho da boca dela a não ser sim, caso contrario castigo e mostralhe um chicote.

Tira-lhe a mordaça e liberta-lhe as mãos, mas a coleira fica, ela agora veste um vestido feito de rede igual as meias de rede fina, viu-se ao espelho e via-se tudo, ele entrou no quarto e elogiou-a dando-lhe um beijo na boca, e claro, ordens de maqulhagem provocante.

Sairam para uma volta nos bares, ele disse-lhe que tinha de deixar que todos os quisessem tocavam-lhe para tudo o k ele manda-se ela execuava.

Chegaram a um bar e foram dançar os homens não a largavam , nisto ele ordenou-a para ir ao wc dos homens e ficar numa divisão mas sem trancar a porta, e com cuzinho virado para a porta e mãos na parede, e que deixasse ser comida por quem quisesse.

O seu coração acelarou outra vez, ganhou coragem e entrou dentro da casa de banho dos homens, todos olharam e a desejaram, ela entro dentro da divisoria fechou a porta mas nao a trancou virou-se para a parede, abriu as pernas e pos as mãos na parede, começou a ficar tão exitada que sentia a sua ratinha toda molhada que até pingava, entrou um homem la dentro, apalpou-lhe as mamas depois a barriga ancas e meteu um dentro da sua rata, deu-lhe um beijo na nuca, e penetrou-a, a sua exitação foi tanta que quase teve um orgasmo nesse momento, o homem ao final de minutos veio-se dentro dela, e foi-se embora, nisto entrou outro, e depois outro e todos se vieram dentro dela, ao final de alguns homens perdeu a conta neles e nos orgasmos, e nisto apareçeu o dono perguntou-lhe se estava satisfeita ela disse que sim, ele pegou num papel e limpou-lhe o esperma que estava de fora da rata, e vieram embora. A medida que estava a andar ia saindo de dentro dela esperma, ela disse-lhe que estava com esperma a sair, ele ordenou-lhe, tu és uma puta e as putas não limpam o esperma que sai, com a luz negra via-se na discoteca a cor verde azulada em riscos nas suas pernas até a sua rata, não parava de cair.

No bar ela pediu uma bebida e enquanto esperava abria mais as pernas e sentia o esperma a sair e a pingar no chão, quando olhou tinha uma pequena poça.

Sairam dali e foram para casa onde varias outras coisas se passaram.....

29 de Maio de 2008

Erotismo Na Praia


Olá!

Há já algum tempo que estava para aqui vir deixar duas experiências que tive. No início estive um pouco relutante mas, pelo que já li aqui neste Blog, as pessoas são sérias e merecem o benefício da dúvida. Pelo menos têm-se cingido ao assunto.
Há umas semanas entrei em contacto com um casal aqui do “burgo” para uns encontros softswing, já que a ideia me andava a matutar há algum tempo e me deixava deveras excitada.
Depois de vários e-mails, lá cheguei a acordo com um local para a minha experiência.
Foi numa praia da zona de Setúbal. O local foi bem escolhido, pois, embora, estivessem algumas pessoas, não havia enchente e podia-se estar à vontade.
Perto do local, reconheci-os porque me haviam deixado alguns sinais particulares. Nesse caso não foi difícil. Eu, embora tivesse dito que ia acompanhada, porque eles insistiram com só alinhavam com casais, apareci sozinha com os sinais particulares que tinha deixado para me identificarem.
Como eles já estavam na praia, coloquei-me de maneira em que eu visse e fosse vista. E instalei-me.
Verifiquei que ficaram um pouco confusos de inicio e sem saberem o que fazerem comigo. Vi logo, que teria de tomar a iniciativa.
Depois de as coisas acalmarem, deitei-me de modo em que as minhas partes íntimas ficavam viradas para eles. Assim fiquei um pouco, até que reparei que a parte masculina foi até perto da água. Nessa altura, comecei a bronzear-me mais um pouco e de maneira sensual. A senhora reparou em mim e, continuou a olhar-me furtivamente de vez em quando. Eu, por outro lado, começava a excitar-me seriamente. A situação estava a tornar-se deveras surpreendente e agradável. Não sendo eu bi, e do outro lado também não, como soube anteriormente, estava a surpreender-me pela positiva.
Parei! Daí a pouco, o companheiro da minha amiga, chegou junto dela. Apercebi-me que ela lhe disse alguma coisa e, ao que ele, olhou na minha direcção.
Daí a pouco, ele estava sentado sobre as pernas delas a massajar-lhe as costas com bronzeador (pensei eu). Ele ia-lhe acariciando as costas e nádegas. De vez e quando, passava-lhe as mãos pelas partes intimas. Não passou muito tempo e vi que ele ajeitava o seu pénis e o encaixava entre as nádegas.
Eu, de pernas abertas, ia-me acariciando. Já estava em brasa e a minha gatinha estava toda suculenta. Estava, pela primeira vez a ter a minha experiência soft e estava maravilhada. A minha fantasia estava a realizar-se.
Eles também deviam estar a gostar. Ele continuava sentado e a balançar-se. Não sei se estavam a consumar o acto ou se estavam a roçar-se. Seja como for, estavam a partilhar esse momento comigo. Seja como for eu vim-me e saboreei esse momento como nunca.
Do outro lado ainda durou mais um pouco até que ele ficou debruçado sobre ela, beijando-a. Nessa altura é que desejei que o meu companheiro também tivesse ido.
Depois desse encontro, marcámos um outro numa praia ao sul do distrito de Setúbal. Não vou dizer qual é para que não vire moda e perca o interesse.
Dessa vez já levei o meu companheiro.
O casal já lá estava. São pontuais pois chegámos mais ao menos à hora combinada.
Essa praia ainda é mais deserta e, no local aonde ficámos só lá estavam eles e outro casal.
Eles tinham um pára-vento, pelo que tivemos de ficar do lado exposto. Eles devem ter pensado nisso, pois, aonde estavam, permitiam que fossem vistos quem estava desse lado. Ficámos um pouco recuados para termos uma visão diagonal. Montámos o nosso toldo e assentámos arraial. Tínhamos um pano grande que nos permitia rebolar à vontade.
Eles não esperaram muito. Como já tinham ganho confiança, passaram logo ás carícias.
Enquanto o meu companheiro de bronzeava e acariciava, via-os a fazer o mesmo. Ela estava a masturbá-lo e ele estava passivo. Para meu espanto, talvez pela espontaneidade e entrega, ela começou a fazer-lhe o felacio. Toda eu tremi por aquela visão. O meu companheiro sentindo-o, pediu-me para eu lhe fazer o mesmo. Eu anui sem pestanejar. Como gostei de o fazer e mostrar para os nossos amigos.
Daí a pouco, do outro lado, era ele que, nos meios das pernas delas, lhe fazia o cuninlingus. E a gente ia repetindo com eles.
No meio disto tudo, havia o outro casal que também estavam a fazer carícias um ao outro. Eles estavam um pouco longe mas dava para perceber o que estavam a fazer. Eles não viam os nossos amigos directos por causa do pára-vento.
Bem, eu e o meu companheiro estávamos excitadíssimos. Eu deitei-me de lado e ele encostou-se a mim por detrás e introduziu o seu brinquedo na minha ratinha mais do que húmida. Foi um delírio. Nunca me tinha vindo tão depressa e com tanta intensidade.
Deixámo-nos ficar assim, enquanto os nossos amigos continuavam com a brincadeira.
Agora, ele estava deitado de costas e ela, de cócoras (porque eu não me lembrei disso?), estava com ele todo enterrado. Via-se que se ia balançando e estava a impor o ritmo. Ela ia olhando para o nosso lado com movimentos ligeiros de cabeça. Nós estávamos encostados um ao outro e, nessa altura, já o meu companheiro me masturbava. E assim continuamos.
Do outro lado, ela deu-se por vencida! Endireitou-se para logo de seguida se debruçar sobre ele. E assim ficaram.
Quanto a nós, eu vim-me novamente.
Nós fomos depois até à água e eles também. Não nos cruzámos e voltámos para os nossos lugares.
Ainda tentamos mais tarde mas não aconteceu nada. Entretanto tinha chegado mais um casal e, depois, um daqueles mirones irritantes que estragou o resto do dia.
E assim foram os meus primeiros encontros voyeuristas/exibicionista. Adorei e o meu companheiro também e esperamos repetir novamente.
Quando as pessoas são honestas e sérias e sabem o que querem as fantasias sexuais podem-se tornar realidade. Nós, as mulheres, não podemos deixar-nos levar por tabus ancestrais. Já é altura de passar sobre eles e, também, sonhar e saborear com a nossa sexualidade.

28 de Maio de 2008

A filha Da Vizinha



Olá a todos.

Vivo num 1º andar e tenho no 2º andar uma vizinha que é enfermeira e mãe solteira.
A filhinha dela é uma menina de 18, quase a fazer 19 anos este ano, mas é muito bonita, e com um corpinho de levar qualquer um ao céu. Mas eu nunca me tinha verdadeiramente apercebido de que aquela menina que já conheço desde os 6 anos, já está uma verdadeira mulher. 1,65m, 45kgs, cabelo comprido castanho e uns lábios e olhos muito bonitos. Passo a chamá-la de Paula.
Aconteceu que sua mão nas férias de verão lhe ofereceu um computador, como prémio das boas notas que teve no Colégio, e sabendo a mãe dela que eu sou Engenheiro de Sistemas, logo tratou de me pedir para instalar vários programas no computador e a Internet. E ficou a funcionar bem.
Devido á inexperiência e poucos conhecimentos da menina, avariou uma série de programas e o windows teria que ser completamente instalado. Sou mãe veio pedir-me para eu lhe instalar tudo de novo. Disse-lhe que durante a semana iria ser difícil, mas que contasse comigo no fim-de-semana. E assim foi.
No sábado depois de almoço lá fui ao apartamento dela. Toquei á porta e foi a menina que me atendeu, vestida com uma t-shirt que lhe dava quase até aos joelhos, dando para perceber que não estava usando soutiã, mas não interessava já que seus peitos são duros, e se notava uma cuequinha muito pequena.
Perguntei por sua mãe e ela me disse que tinha ido para o hospital, já que entrava de serviço o meio dia.
Disse-lhe então que voltaria mais tarde, já que sua mamã não estava.
Aí ela me disse se eu tinha medo de estar sozinho com ela, mas que ela não tinha medo nenhum de estar só comigo (e deu um sorriso malandro). Disse: então tudo bem. Vamos lá ver o computador.
Fomos para o escritório e comecei por formatar o disco (como vocês sabem demora) e ela se sentou mesmo a meu lado e encostadinha a mim. Dava para sentir o calor de sua perna encostada á minha, já que eu estava de bermuda. Começou meu pau a subir.
Via as coxas da Paula, quase se vendo a cueca. Quando colocava uma questão, inclinava-se para a frente e roçava o seu peito no meu braço, e notei que já estava com os bicos durinhos, ou seja excitada. Comecei então a instalar o Windows.
E continuou naquele roço levezinho. Já eu estava excitadissímo e colocava a mão sobre o meu pau para ela não notar muito.
Aí falei para ela: Isto avariou porque andas sempre a teclar com os namoradinhos e depois dá nestes problemas.
Me respondeu dizendo: Namoradinhos não, Deus me livre, ainda se algum fosse como o vizinho valia a pena. Os novos não sabem namorar nem muito menos fazer amor.
Perguntei-lhe como ela podia dizer isso sem nunca ter experimentado (pensando eu que já não era virgem).
Disse-me que ainda era virgem em todo o seu corpo e que só perderia a virgindade com um homem de verdade e sem qualquer compromisso.
Eu adivinhando no que iria acabar esta conversa, arranjei uma desculpa, dizendo que me faltava um cd-rom e fui a casa buscar uma pomada analgésica. E voltei para lá.
Aí ela estava sentada na cadeira que eu estava ocupando antes e perguntei-lhe onde me sentava. Ela levantou-se e colocou-se encostada a mim em pé. Disse para se sentar (sem ter reparado que o banco onde ela estava antes tinha desaparecido) e ela respondeu dizendo que só se fosse no meu colo, já que não tinha banco. E eu disse para se sentar de lado para que eu pudesse mexer no teclado e rato.
Fiquei com o pau em brasa e ela dando conta disso, começou a mexer a perna e pedi-lhe para ficar quieta já que me estava a excitar e provocar.
Nem respondeu, agarrou-se ao meu pescoço e deu-me um beijo nos lábios. Afastei-a, dizendo que não podíamos fazer isso, já que sou casado, e aí ela voltou a me agarrar e, aí sim não resisti, demos um beijo na boca bem gostoso e demorado.
Meti a mão pela t-shirt e comecei a apalpar suas maminhas durinhas e beijando os biquinhos. Comecei a meter a mão por dentro das suas cuecas e logo notei que a safada estava toda molhada. Levei-a ao colo para a sua cama. Deitei-a e comecei a beijar-lhe o corpo e metendo a língua naquela gruta ainda por explorar. Ela gemia muito. Comecei a meter um dedo na coninha dela e outro no cuzinho ainda mais apertado.
Tentei meter dois na coninha e ela não aguentava. Daí tirei o meu pau para fora e ela começou a mamar, ainda que inexperiente. Demorou 5m e enchi toda a sua boca de leite o qual ela bebeu quase todo.
Coloquei ela em posição de frango e comecei a esfregar meu pau no seu clitóris e ela pediu para meter devagar. Assim fiz, tentei meter devagar mas a Paula não aguentava; coloquei então o creme analgésico, demos mais uns beijos, para o creme começar a fazer efeito. Pedi para ela ir buscar uma toalha de banho vermelha, já que iríamos sujar a cama. Então me deitei e ela veio por cima e começou a meter devagarinho, até que entrou tudo e eu sentia o sangue e leite dela escorrer pelas minhas bolas. Ela chora e dava gritinhos de prazer. Deitei-a e fui por cima e meti tudo de uma vez, já não doía muito a ela. Até que nos viemos ao mesmo tempo. Que loucura. Foi então a vez de arrombar o cabaçinho no seu cú. Não foi muito difícil para ela por causa do creme, mas meti lentamente e ela gozava feita burra. Coloquei-a em posição de quatro e comecei a meter alternadamente na cona e no cú. Passado 15 minutos me vim dentro de seu cú. Que delícia.
Fomo-nos lavar e claro que trepamos outra vez na banheira.
Agora todas as semanas o computador tem uma avaria e sempre quando sua mãe, muito gostosa também, está de serviço.

SUPRESA FINAL:
Conforme prometi a uma amiga brasileira (Márcia – um beijo desde Portugal) este relato está a ser escrito por mim e pela Paula, com ela sentada no meu colo e meu pau metido na sua xoxota. Estamos fazendo amor tântrico, mas não estamos aguentando mais.
Se alguma menina dos 18 aos ....., ainda virgem (de Portugal, claro) quiser perder o cabaçinho como aqui a Paula, envie contacto para meu mail:

empresarioporto@msn.com

27 de Maio de 2008

Viagem a Amestardão


Havia bastante tempo que eu e a minha namorada falavamos acerca de algo mais "quente" na nossa relação...como um terceiro elemento, eibicionismo...
Estavamos em Novembro e estava no auge as viagens low cost das companhias de aviação.
É assim que a minha namorada decide ir passar o fim de semana a amesterdão.
Como eu tenho medo de andar de avião ela decide ir junta com um casal amigo, e em abono da verdade bastante dado a "diabruras".
Uma semana antes de ela partir chateamo-nos e como tal rompemos a comunicação.
Chega sexta feira e lá partem eles para amesterdão...
Regressam no domingo...e eu sem fazer a minima de como as coisas correram.
Até que terça feira ela me liga e me pergunta se não tinha interesse em saber como tinha corrido a viagem?!Notei logo que havia qualquer coisa estranha na mensagem...
Até que ela me diz que tem algo para contar acerca da viagem a amesterdão!
Fiquei louco de curiosidade, decidindo encontrar-me com ela na quarta feira á noite, com uma unica certeza ela tinha algo "quente" para me contar...segundo palavras suas.
Quando nos encontramos num café do centro do Porto, logo ela estava com um ar de menina mal comportada com vergonha do comportamento.
é então que num misto de vergonha e ousadia e depois de dois dedos de conversa ela passa a relatar o que me levava aquele cafe:
"Miguel lembras-te de falarmos varias vezes acerca de fazermos algo quente...pois eu nesta viagem fiz!
Mas tens que me prometer que não ficas chateado comigo.
Vou-te contar no dia a seguir a termos chegado a amesterdão decidimos ir sair á noite...como o Zé e a Maria são muito perversos, decidimos que tanto eu como ela iriamos sair muito provocantes e metermo-nos com muita gente já que ninguem nos conhecia.
Fomos então as duas de mini saia, sem cuequinhas e de top sem soutien e claro de gabardine pois estava um frio de morrer.
Depois de jantarmos num restaurante de comida italiana e já acesas pelo vinho, decidimos percorrer os famosos bares de amesterdão...
onde nos mete-mos com varios homens sem que nada de extraordinario tenha acontecido, a não ser aqueles mais atrevidos que se agarravam a nos de forma menos propria e nos conseguiam sentir as formas do peito (que se diga são bastante volumosas nos dois casos)...
Depois de passarmos a noite toda neste jogo de sedução, chegamos ao hotel cheios de tesão...mas com um problema, a Maria tinha o Zé para se entreter e eu não tinha ninguem.
Como tinha confiança com eles, ao sair do taxi barafustei com essa situação, visto que eles tavam fartos de se "comer".
Ao que eles responderam de forma natural que fosse até ao quarto deles.
Lá fomos nos para o quarto e enquanto conversavamos, eles não se paravam de comer, facto que me levou a querer retirar-me...
Foi ai que eles me disseram para me juntar a eles...o que criou em mim um grande calafrio, não só pela situação em si, mas também pelo facto de ele ser um pouco gordo e não ser muito o meu genero.
Mas num misto de raiva por estar chateada, de excitação e de alcool a mais decidi alinhar.
Sentamo-nos cada uma de um lado do sofá a beijar o zé alternadamente, ao mesmo tempo que ele nos acariciava e chupava os peitos...
Não demorou muito á namorada dele lhe fazer um broche, enquanto eu empinei a minha ratinha em cima do sofá para ele me lamber...
Estivemos assim uns bons minutos, até que a maria lhe disse para me penetrar...fomos para a cama e logo ele me penetrou com um ar perverso, enquanto mandou a namorada me beijar as mamas...nunca tinha estado em contacto com outra mulher, o que fez com que de inicio não quisesse...mas rapidamente me deixei levar pelas suas caricias, chegando mesmo nós a trocar quentes linguados.
Foi a vez de trocarmos e foi ai que também pus os meus desejos a funcionar...pois enquanto eles se fodiam, eu penetrava o rabo do Zé com dois dedos, o que me estava a por louca...
Decidimos trocar outra vez, mas a ecitação estava-me a levar a loucura...então pedi á maria para me enfiar dois dedos no rabo, ao zé para me acariciar os peitos, o que ele fez juntamente com a namorada e masturbei-me...foi ai que me vim...duma forma jamais sentida, quase em simultaneo com o Zé que se veio sobre a minha barriga.
Fui me lavar e sentei-me no sofá a fumar um cigarro, enquanto eles retemperavam forças, pois Maria ainda não se tinha vindo...
Nessa noite ainda me voltei a masturbar, mas desta vez sozinha."
Depois de me contar isto eu fiquei em estado de choque chateado pelo comportamento, mas ao mesmo tempo excitado...so sei que nessa noite dormimos fora e tivemos alta noite.

Sou Corno e Gosto


Olá, o meu nome é Alexandre, tenho 1.83m, olhos e cabelo castanho. Estou casado há 11 anos com a Margarida que tem 1.68m olhos e cabelos castanhos.
A nossa relação é bastante boa tanto a nível pessoal como e nível sexual. Como todos os casais também temos fantasias, e depois de muito tempo consegui descobrir algumas da Margarida , entre elas há uma que eu pessoalmente gostava de pôr em prática... ela gostava de foder com outro homem comigo a assistir sem lhe poder tocar , só assistir mesmo.
Sempre foi difícil de pôr essa situação em prática porque temos 3 filhos e quem tem filhos pequenos sabe o quão difícil é de ter tempo só para nós conversarmos quanto mais para foder fora de casa.
Um dia conseguimos esse abençoado tempo porque fomos a um jantar da empresa onde sou engenheiro e os meninos ficaram em casa da minha sogra por essa noite.
Nesse dia combinamos que depois do trabalho a Margarida iria ter comigo á empresa e iríamos depois então para o jantar. Por azar nesse dia tive que sair para uma situação normal de uma avaria mas não contava que demorasse tanto tempo como demorou. Telefonei para ela diversas vezes mas nunca consegui falar, então pedi a um colega meu para que esperasse por ela e a levasse para o restaurante que eu iria lá ter depois de acabada a obra. Quando lá cheguei o jantar já tinha sido servido e a Margarida estava linda com um vestido curto preto sem costas, numa enorme cavaqueira com o Paulo, o meu colega que é um pouco mais baixo que eu e menos entroncado também. Juntei-me a eles e o resto do jantar foi passado com enorme alegria. No fim depois de todos os pratos serviram café e digestivos, onde estranhei a Margarida que bebia vários cálices de licor, coisa que era raro, muito raro ela fazer em tantos anos que nos conhecíamos .
No fim do jantar e dos discursos da praxe o Paulo sugeriu irmos a um bar em Santos, que nós aceitamos logo, há tantos anos que não tínhamos tempo para ir a um bar ou até mesmo ao cinema.
Chegados lá ao dito bar, achei aquilo um bocado estranho, porteiro, ambiente escuro, filmes eróticos numa televisão de écran panorâmico, etc. fiz sinal á Margarida ao que ela riu-se e disse: espera que isto é interessante. Bem aquilo para mim já era o álcool a falar por ela mas deixei-me ir na onda.
Passa do pouco tempo o Paulo levanta-se e faz um sinal á Margarida, e entra numa porta ao fundo da sala meia tapada por uma cortina de veludo grosso. Não demorou um minuto e a Margarida levanta-se também agarra-me na mão, puxa-me com um sorriso na cara e vamos direitos á tal porta. Entramos numa sala ainda mais na penumbra onde dava para ver um pequeno balcão a um canto uma espécie de palco talvez com meio metro de altura todo coberto de colchões com uma capa em cetim, alguns bancos baixos e toda espelhada no tecto. A Margarida larga-me a mão e vai directa ao Paulo que estava na borda de um dos colchões num canto senta-se e começa a falar com ele num ar cúmplice , aproximei-me deles e ela diz-me: Posso realizar hoje a minha fantasia? Merda desta eu não estava á espera e devo ter feito uma cara estranha porque ela disse logo de repente: Desculpa, devia ter-te dito logo o que se possou de tarde ( essa história fica para uma outra oportunidade ). Mas lá consegui articular umas palavras em surdina: Se é o que tu queres tens todo o meu apoio, e é já hoje!... Afastei-me para o lado e sentei-me num banco olhando para eles já com uma enorme tesão a crescer dentro das calças, vendo aquele quadro da minha mulher a encornar-me á minha frente com um prazer estampado no rosto.
O Paulo começou a lamber-lhe as orelhas enquanto a Margarida apalpava o margalho por cima das calças, beijaram-se apaixonadamente, ele tirou-lhe as alças do vestido e puxou devagar para baixo sem nunca largar a boca dela, ora enrolando a língua na dele ora chupando até que ela já com as mamas de fora com os bicos muito rijos e erectos o largou e encaminhou a boca dele para lhe chupar os mamilos, coisa que eu sei que ela gosta e a deixa com a cona completamente húmida e latejante pedindo que seja penetrada. Ela olhava para mim e piscava-me olho e ainda consegui ler nos lábios dela a chamar-me: Corno, cabrão, estou a ser comida e tu ai a ver.... bate uma punheta enquanto ele me come a rata...
Ele entretanto endireitou-se e ela não perdeu tempo abriu a braguilha e tirou o já mais que rijo caralhão dele para fora e começa um estrondoso broche, primeiro com a língua na cabeça rósea, depois pelo corpo abaixo até ao colhões, chupando e mordendo como só ela sabe fazer, o que deixa qualquer um que goste que lhe façam um broche louco de prazer. Quando o Paulo achou que estava quase a vir-se recuou um bocado e agarrando-lhe pelos ombros indicou-lhe o colchão, que ela subiu e de gatas com as mãos arreganhou as bordas do Cu dando uma vista maravilhosa da cona e do buraco do Cu , negro e enrugado, local de prazer que eu tanto adoro. O Paulo colocou uma camisinha no pau que estava em riste qual míssil pronto para o lançamento e aproximou-se dela com cuidado e enterrou primeiro a cabeça grossa na racha depois de uma só vez enterrou até ao colhões o que fez com que a Margarida desse um grito languido do prazer que estava a ter, não só de estar a ser fodida com um pau alheio como também de eu estar a ver e a bater uma punheta sem lhe poder tocar. Oh , caralho como eu estava cheio de tesão esfregava o meu pau com tanto vigor que quase arrancava a pele tal não era o gozo que estava a ter.
A foda estava a ser tão boa que os sucos vaginais da Margarida escorriam pelas pernas dela abaixo tal como uma cascata e teimavam em não parar, indo direitinhos ao lençol de cetim. Depois de muito bombar na pachacha, e de apalpar as mamas, tirou da gruta do prazer e pôs um bom bocado de gel no pau e apontou ao buraco negro, ai quase que saltei para a frente para impedir mas como tinha prometido não interromper, contive-me e assisti a uma foda no Cu dela que comigo ainda só uma vez tive o prazer de fazer... A Margarida gritava num misto de prazer e dor enquanto o Paulo rasgava o anel do Cu todo com dotes de masoquismo. Olhei á volta para ver o que acontecia na sala com tanto barulho e qual não é o meu espanto que quase todos os homens presentes estavam a bater uma punheta a ver aquela cena de sexo com a minha mulher.
Pouco tempo depois o Paulo esporrou-se dentro do Cu dela e ficou exausto, caindo para o lado. Aproximei-me da Margarida dei-lhe um beijo na boca que ela correspondeu e disse: Não fiquei satisfeita, quero mais . Olhei para o lado e estava um homem a fazer sinal, aproximou-se e perguntou se também podia experimentar os buracos dela, fiz um sinal de interrogação para a Margarida, mas que não deu tempo de nada, ela levantou-se , encaminhou-se para o homem baixou-lhe as calças começou a fazer outro monumental broche .
Aquilo durou até de manhã, ora um ora outro e ela aviou 7 machos até que já não podia mais com a cona quase em ferida de tanta fricção de caralhos na cona e alguns no Cu, e eu já não tinha mais esporra nos colhões de tanta vez que me vim.
Foi assim que concretizámos uma fantasia da Margarida.

Noite Branca


Londres, Hotel na zona de Queens Gardens, final de Maio de 2005. Numa escala entre Lisboa e Auckland tive de pernoitar em Londres num hotel de charme numa das zonas mais interessantes da capital inglesa. Cheguei ao final da tarde e dirigi-me ao Hotel onde fui atendido por uma simpática recepcionista trajada de negro que me fez o check-in. Quarto bonito, cama de casal e um estilo clean vanguardista...enfim algo kitsch mas simpático. Jantei na zona de Chelsea e quando voltei pelas 22h havia um numeroso e ruidoso grupo de ingleses no bar do hotel já com muitos copos e garrafas em cima da mesa. Seriam uns 15, com igual número de mulheres e homens. Quando ia a passar por eles dirigindo-me ao elevador, um deles acena-me e chama-me para me juntar a eles pois estavam a comemorar o aniversário do director do Hotel ! Aceitei o convite e constatei nas conversas que o grupo era predominantemente composto por gente ligada à arquitectura, teatro e outras áreas artísticas. Lá pela meia noite já alguns pares tinham desaparecido elevador acima e outros saído do Hotel quando uma das mulheres do grupo insistia em conversar comigo, já com a voz meio arrastada de tanto gin. Boazona, cara austera mas agradável, acima de 170cm, morena, cabelo preto corvo longo, magra, com um peito pequeno empinado e umas pernas absolutamente divinas realçadas por uma mini saia preta. Ou seja um conjunto muito, mas muito apetecível. Estava um bocado encavacado porque era evidente o desembaraço com que ela me ia tocando na cara, pernas, cabelo enquanto conversava com uma voz algo rouca e grave. eu estava a começar a acelerar e ia-me chegando a ela e só pensava a sorte que me estava prestes a sair pois nunca me tinha acontecido nada daquilo. Os outros que ainda restavam deviam estar a divertir-se com a cena porque não paravam de olhar para nós e riam a bom rir, pensando eu que devido ao meu embaraço bem visível. Nisto, ela resolve atacar e pergunta-me se a convidava para beber mais um copo no meu quarto em tranquilidade pois já não aguentava o barulho e o riso dos outros. Ao dizer isto colou a boca ao meu ouvido o que deixou completamente teso...
Perdi a timidez e subimos ao meu quarto. No elevador ainda nos aguentamos, mas mal chegamos ao quarto ela encosta-me a uma parede esmagando-me com o seu corpo e literalmente enfia a língua na minha boca num linguado selvagem. Fiquei em brasa e apalpei-lhe o corpo todo dedicando especial atenção às pernas e rabo bem rijo e redondo. Depois de tirarmos o pó às paredes passamos à cama. Ela pede-me para me deitar de costas e salta para cima de mim ficando sentada bem em cima do meu pau que já estava bem teso debaixo das calças. Despe-se da cintura para cima levando-me a mão a tocar-lhe nas pequenas mamas bem duras e empinadas, soltando gemidos. Eu com a outra mão vou querendo despi-la mas ela não deixa...e acaba por ser ela a puxar-me as calças com tanta força que as cuecas sairam junto, deixando à vista um pau bem duro e a latejar. Ela não se faz de modas e depois de tirar as medidas com a mão num vaivém vigoroso, baixa a cabeça e abocanha-me com os longos cabelos pretos a caírem no meu peito. Durante uns 10 minutos faz-me um broche delicioso, parando sempre que pressente que eu vou disparar leite, recomeçando devagar para daí um bocado novamente acelerar.
Não aguento a tortura e dou uma de valente pegando nela e virando-a deitando-a de costas na cama à minha mercê. Não perco tempo a acariciá-la e deito a mão à saia puxando-a para baixo deixando-a em cuecas de renda preta. Com a tusa que estava vou-lhe às cuecas com a intenção de tirá-las e é nesse momento que ela pede para parar e com a mão trava a minha mão. Olha-me muito séria e diz-me se já tinha percebido...e eu sem perceber patavina com o pau bem empinado pronto a comê-la. Ela percebe que eu não tava a apanhar nada do que ela dizia e nisto diz-me que ela própria tiraria as cuecas. Porém, antes disse-me que tinha gostado de mim logo que me tinha visto e ficado com um desejo louco de sexo. Pediu desculpa e que entendesse esse descontrolo de desejo que a tinha levado a não revelar nada. Eu cada vez mais a leste e nas calmas ela tira as cuecas e revela-me o impensável...uma pintelheira impecavelmente tratada mas em vez de uma risca ao meio deparo-me com um filete de carne muito enroladinho para trás...perdi completamente a tusa e devo ter feito uma cara tal que ela ficou muito aflita e disse que se ia embora e novamente a pedir desculpa...Fiquei pasmo e levei um tempão a recompor-me pois não queria acreditar que tivesse sido tão bem enganado...ao fim de algum tempo de impasse, damos pelos dois a fumar e a olhar um para o outro completamente nús e sem dizer palavra. Nisto ela/ele diz se alguma vez me tinha passado pela cabeça comer um transexual. Eu já tinha passeado umas vezes pelo Conde Redondo à noite e reparado nalguns com curvas absolutamente femininas e fabulosas, mas daí até papar um...farta de conversa a Gwendi (nome de guerra) pergunta-me se me podia testar e tentar dar-me prazer até porque já tinha percebido que eu tinha adorado o broche. Enquanto falava via-lhe uma pila a sair do esconderijo e a desenrolar-se bem à minha frente. E dei por mim a não tirar os olhos daquele pedaço de carne. Sem tempo para mais nada a Gwendi deita-se de frente em cima de mim e começa-me a beijar os mamilos enquanto lhe sentia o pau encostado à minha perna. Por uma fracção de segundos pensei afastá-la e mandá-la embora mas para meu espanto eu estava a ficar com uma erecção absolutamente anormal. Não consegui resisir mais...fez-me mais um broche espantoso e antes de me vir apertou-me a base do pau para reter tudo meteu-me um preservativo e despejou-lhe uma boa quantidade de gel que trazia na carteira. Despejou o resto no cú dela deitou-se de costas, abriu bem as pernas e disse-me 'fuck me'...apontei-lhe os meus 18 cm ao olho do cú e nunca senti tamanha facilidade a entrar num rabinho...era fundo, bem fundo...bombei, bombei, ela batia uma punheta a ela própria e eu estava a alucinar de tesão porque tudo aquilo me parecia um filme. Comi-a de frente, de trás à canzana com ela a berrar de prazer, deitados de lado, até que não aguentei mais e vim-me brutalmente dentro dela...estava a suar por todo o lado e tinha-lhe despejado uma quantidade impressionante de leite que encheu o preservativo. Olhei para ela deitada de lado e não pude deixar de constatar a beleza daquelas pernas e cú e dos cabelos de cortar a respiração. Ela vê-me em contemplação e diz-me que ainda não se tinha vindo. Eu já nem me lembrava até porque em nenhum momento lhe toquei no pau dela que tinha uns 13-14 cm mas era relativamente grosso e tinha estado sempre teso. Mal acaba de dizer isto começa a masturbar-se olhando-me muito fixamente e fechando e abrindo os olhos enquanto suspira. eu observava sem qualquer reacção e ela pegando-me na mão leva-me até à base do seu pau que pude constatar estava bem duro e a latejar. Meio desajeitado pois era a minha estreia vou ajudando-a a bater a punheta ao mesmo tempo que lhe começo a chupar os mamilos bem tesos também. Já bem acelerada ela pergunta-me se gostava de ser penetrado por ela ao que respondi nem pensar que estava doida pois era e queria continuar a ser virgem. Ela entristecida atira-me que me tinha dado todo o prazer que eu queria e que agora negava o prazer dela propondo-me em alternativa que eu lhe fizesse um broche. Neguei-me pois na verdad não me sentia preparado para aquilo. Ao que ela diz que gostava de se vir nas minhas costas nem que fosse sentada nas minhas nádegas enquanto batia a punheta. Consenti pois pareceu-me justo e assim fez. Não esperava que a Gwendi batesse a punheta e intervalasse com movimentos do pau nas minhas nádegas, deitando-se por vezes nas minhas costas para que eu pudesse sentir as suas mamas nas minhas costas deixando-me outra vez bem teso. Ela foi baixando as carícias com a cabeça do pau e já andava a rondar o meu rego para cima e para baixo deixando-me louco de tusa. Deitou-se novamente por cima de mim snetindo o pau e mamas dela bem duros e sussurou-me ao ouvido se me podia enfiar um dedo com o gel porque a excitava e ela estava quase a vir-se. Disse que sim pois também eu já estava a querer bater uma punheta de tão teso que estava e um dedo no cú zlgumas namoradas já me tinham enfiado. Despejou-me gel no cú e meteu lá dentro o indicador que desceu com toda a facilidade embora me tivesse doído logo à entrada. Foi fazendo um vai vem e eu já não aguentava, arqueei-me e comecei a bater uma punheta no meu pau. Pela minha cabeça já passava tudo e secretamente já pensava que se ela insistisse novamente em comer-me eu já não ia dizer que não mas também não seria eu a propor-lhe. Nisto sinto mais um dedo a entrar pelo meu cú acima a abrir-me e a doer-me à entrada mas uma vez lá dentro era puro gozo. Agora era eu que arfava. Ela percebe e tira-me os dois dedos, faz um compasso de espera ouço um ruído seco de algo a rasgar e passado um pouco sinto o que até aí tinha negado em toda a minha vida. Um bom pau a bater-me à porta do cú. Ela com jeitinho roça a cabeça cheia de gel com o preservativo posto e vai abrindo bem devagarinho. Não perguntou nada e eu também nada disse. Era pura tesão o que estava a viver. Finalmente uma dor aguda e logo depois um deslizar fácil pelo cú abaixo e aí está: um rolo de carne bem alojado no fundo do meu cú. Mal senti os colhões dela a baterem-me nas nádegas acabou-se a minha punheta pois vim-me ruidosamente nos lençóis tal o gozo que aquilo me estava a dar. A Gwendi começa com um vaivém lento e progressivo até acelerar e em menos de um minutodá um grito e eu sinto o preservativo a projectar-se para a frente e a encher-se de leite. Eram 4 da manhã...a Gwendi foi lavar-se na casa de banho e desapareceu porta fora deixando-me um beijo na face e uma frase: Thank You Darling, Great Fuck ! Fui para o banho, todo dorido, a chorar de raiva por me sentir completamente alterado e enrabado mas depois dessa reacção inicial, acabei por me deleitar com as imagens que perduravam na minha cabeça de uma experiencia extraordinaria com uma bela mulher com um extra que me deixou doido de tesão. Não mais repeti mas guardo uma recordação fabulosa daquela passagem por Londres.

25 de Maio de 2008

Minhas Experiencias Sexuais


Para além das normais punhetas, os meus primeiros contactos sexuais, aconteceram quando tinha 13 anos. Existia um homossexual na cidade, conhecido pelo rasteirinho, com quem a malta da minha idade se iniciava nos prazeres do sexo. Lembro-me dele como um homem que deveria ter 50 anos, meigo, cuidadoso com a sua higiene e um pouco efeminado. Ele adorava ser penetrado mas nunca consegui que me chupasse. Tudo acontecia numa zona arborizada para onde se deslocava e nos encontrávamos. Quando eu chegava, ele estendia um pequeno pano no chão, desapertava rapidamente as suas e as minhas calças, agarrava-me carinhosamente na picha com uma mão, nos colhões com a outra e masturbava-me lentamente durante breves instantes. Depois, ajoelhava-se e com os dedos colocava saliva no seu buraco do cu e na minha picha, conduzindo-a até a encostar bem no meio do seu buraquinho negro. Pressionando lenta mas progressivamente as suas ancas para trás, dava-me um grande gozo ver e sentir o caralho a abrir espaço para entrar, até que todo o membro se encaixava dentro dele. O Rasteirinho, movimentando-se para a frente e para trás, ajudava a penetração, e gemia dizendo que estava a ser uma grande foda, que belo caralho, mete todo, etc. Ensinou-me a prolongar o prazer, aconselhando-me a parar, quando sentisse que estava prestes a vir-me. Nessas alturas ficava imóvel esperando que lhe dissesse para continuar. Recomeçávamos com movimentos vigorosos, incentivado por ele, e gemendo lá lhe ia dizendo que me estava quase a vir. Acelerava os seus movimentos de ancas, procurando que o penetrasse o mais fundo possível, gritando para me esporrar, para me vir, para lhe dar os meus leitinhos todos, o que acabava rapidamente por acontecer bem no fundo daquele maravilhoso buraco. Limpava-me sempre com um pano que trazia para o efeito, para de seguida proceder á sua própria higiene. Um dia, quando me estava quase a vir, estendi uma das mãos e agarrei-lhe a picha. Não estava muito tesa, mas pude sentir o leite que escorria dela. Foi uma sensação agradável. Estive com ele várias vezes, sempre da mesma forma, sem quaisquer variantes, salvo uma ou outra vez em que lhe agarrava a picha enquanto me vinha. Nunca chegou a comentar esta minha ousadia, mas sentia que o Rasteirinho gostava e que para além disso, tinha por mim uma simpatia muito particular.

Parte ll

Estaria já perto dos 15 anos, quando um colega da escola, durante uma conversa sobre namoradas e sexo, me perguntou se eu já tinha ido ao cu a um homem. Como não era um amigo íntimo, hesitei na resposta, mas acabei por lhe dizer que sim. Ficou entusiasmado, e confidenciou-me que andava a foder com um e que se eu quisesse mo apresentava. Com curiosidade aceitei e lá fomos ter com ele. Quando chegamos a casa do tal homem, o Sr. Manuel, fui apresentado, pediu-me para esperar e foi para o quarto com o meu colega. Passado algum tempo saíram. O Sr. Manuel ficou á porta do quarto, completamente nu, com a picha pendurada, meia tesa, mas com uma cabeça de caralho de apreciável tamanho, pelo menos comparando com as que já tinha visto. Mandou que entrasse e quando passei por ele deu-me uma palmada nas nádegas dizendo que tinha uma boa bilha. Fechou a porta do quarto e mandou que me despisse e deitasse na cama. Durante algum tempo masturbou-me enquanto se acariciava. Passado o inicial acanhamento fiquei com uma tesão enorme o que visivelmente lhe agradou. Disse para me virar de barriga para baixo, o que fiz. Quase sem dar por isso, com uma rapidez espantosa, senti o seu caralho a pressionar o meu buraco do cu, por sinal ainda virgem. Como não era aquilo que procurava, mesmo sem sair daquela posição, consegui sempre que ele não consumasse a penetração. Como eu estava com uma tesão enorme, a pressão que o seu corpo exercia sobre mim, o roçar da sua picha no meu cu e da minha picha na cama, fez com que me viesse rapidamente, inundando os lençóis. Ele ficou chateado por não ter permitido que me penetrasse, tendo comentado que o meu colega o deixava fazer tudo quanto lhe pedia, etc, etc. etc. Mais calmo e com a minha picha na mão, perguntou-me se alguma vez tinha sido enrabado, tendo-lhe dito que não. Disse-me que era muito bom, que estava a perder grandes prazeres e que iria gostar. Prometeu que o faria devagar, com meiguice, que pararia se me estivesse a aleijar. Respondi-lhe que ia pensar. De seguida, tentou insistentemente que o chupasse. Como não quis, acabou apenas por me convencer a fazer-lhe uma punheta, até que fiquei com as mãos cheias de esporra. As nossas brincadeiras sexuais repetiram-se durante meses, tendo a sua promessa de que não insistiria nas suas intenções de me enrabar. Prometi que se mudasse de ideias lhe diria. Fui-lhe várias vezes cu, algumas com ele deitado de costas na cama e pernas bem abertas, colocava-me á sua frente e penetrava-o, enquanto se masturbava ou pedia para lho fazer. Nunca lhe confessei, mas era uma das minhas posições favoritas. Gostava de olhar e acariciar a sua picha enquanto lhe fodia o cu. Tinha uma picha fina, comprida mas com uma cabeça enorme. Quando lhe pedia para me chupar, recusava. Dizia que só depois de eu o deixar enrabar-me e de lhe fazer um broche. Talvez por preconceito ou medo de que alguém descobrisse, não lhe dava esses prazeres. Num dos últimos dias em que estive com o Sr. Manuel, chegado a sua casa, toquei á campainha e aguardei. Como não me abria a porta, julguei que não estivesse e quando me preparava para me ir embora, senti barulho e a porta abriu-se. Estava nu e pediu desculpa pela demora dizendo que estava na casa de banho. Entrei, fechou a porta e logo ali começou a apalpar-me e a despir-me. Fiquei de picha tesa que agarrou e puxou arrastando-me até ao quarto. Para minha surpresa e espanto deparei-me com o meu colega deitado na cama todo nu, masturbando-se com um sorriso descarado. Nessa altura percebi a demora do Sr. Manuel em abrir a porta. Foi o tempo de que o Sr. Manuel necessitou para convencer o meu colega a deixar que me juntasse a eles. Sentei-me ao seu lado e como ele continuava a massajar a picha, decidi fazer o mesmo á minha pois a tesão apertava. Estávamos os três com os caralhos ao alto. O Sr. Manuel ajoelhou-se á nossa frente, agarrou-nos nas pichas e começou a masturbar-nos. Enquanto isso eu e o meu colega não tirávamos os olhos da picha um do outro. O clima de tesão ia aumentando até que o Sr. Manuel se deitou no meio de nós e continuou a masturbarmo-nos. Nesse momento não resisti e agarrei também no seu caralho. As surpresas não tinham acabado. O meu colega inclinou-se e sem hesitações, abocanhou o caralho do Sr. Manuel, do qual acabei por tirar a mão, permitindo que o chupasse mais á vontade. Por sua vez e finalmente, aconteceu o que á muito pedia e ardentemente desejava. A boca e língua do Sr. Manuel dedicaram-se inteiramente a papar o meu caralho, fazendo-me sentir no paraíso. Era uma cena de alta tesão e completamente inesperada. Não aguentei mais e vim-me com uma sensação de grande prazer. Os primeiros leitinhos ficaram-lhe na boca e o resto em cima do lençol. O meu colega continuava a chupa-lo e a ser masturbado acabando por se vir também. Tirei a picha do Sr. Manuel da boca do meu colega, acariciei-lhe os colhões, cuspi-lhe no caralho e comecei a fazer-lhe uma punheta com gosto, ansioso por ver a esporra a sair e a inundar-me a mão. Acabei por conseguir perante o olhar atento do meu colega. Na manhã do dia seguinte, durante o intervalo das aulas, conversámos sobre as nossas aventuras e juramos manter em segredo este nosso relacionamento. Ainda estivemos juntos mais cinco ou seis vezes com o Sr. Manuel e outras tantas só eu e o meu colega. Quando estávamos só os dois, começávamos por apalpar o caralho um do outro e terminávamos invariavelmente com ele a fazer-me um broche e a masturbar-se. Adorava chupar-me e engolir a esporra. Mesmo quando se vinha tinha o cuidado de o fazer para um sítio que pudesse lamber e beber os seus próprios leitinhos. Adorava de tal maneira sentir a esporra na boca e engoli-la que cheguei a vê-lo deitado no chão a masturbar-se, puxando as pernas para cima da cabeça, de modo a vir-se directamente para a sua boca. Isso eu aprendi com ele. Como estudávamos em turmas diferentes, nunca chegando a existir uma grande amizade entre nós, acabando por nos afastarmos naturalmente um do outro.

Parte lll

Os meus 17 anos proporcionaram-me alguma actividade sexual inesperada. Lembro-me que fazia calor. Regressado das aulas, a minha mãe acabara de me servir o lanche, quando bateram á porta. Era um rapaz nosso conhecido, o Francisco, que tinha aproximadamente 20 a 21 anos de idade, trabalhava num escritório mesmo em frente da nossa casa e que queria falar comigo. A minha mãe disse-lhe que eu estava a lanchar, mas logo que terminasse, iria ter com ele. E assim foi. O escritório ficava num primeiro andar. Subi as escadas e encontrei-o sozinho. Cumprimentamo-nos, perguntei-lhe o que é que queria, tendo-me respondido que não era nada de especial apenas estava farto de estar sozinho e queria um pouco de companhia. Enquanto conversávamos sobre banalidades, reparei que a mão que tinha no bolso, não parava de mexer e remexer na picha, notando-se já o aumento de volume nas calças. A pouco e pouco, foi-se chegando até ficar bem pertinho de mim. Notava-se que estava nervoso e indeciso, mas acabou por se encostar a mim e com enorme ansiedade, rapidamente me agarrou e beijou na boca enquanto me apalpava por cima das calças. Como não reagi desfavoravelmente, desapertou-me rapidamente as calças, tendo-as puxado para baixo juntamente com as cuecas. Fez o mesmo com as dele para logo agarrar na sua e na minha picha e encostando-as, esfregou-as uma na outra durante algum tempo. Ajoelhou-se á minha frente e começou a passar a língua pelos meus colhões, para logo me abocanhar e chupar o caralho com nítido prazer. Passado algum tempo, colocou saliva numa das mãos, esfregou-a no seu cu, deitou o peito sobre secretária, e agarrando-me na picha, foi-a metendo lentamente, só parando quando os colhões lhe bateram nas nádegas. Pela facilidade com que o penetrei era cu que já havia engolido muitos caralhos. Enquanto o fodia, masturbava-se e gemia. Fiquei com o olhar prezo á minha picha a entrar e a sair daquele buraquinho que me estava a dar tanto prazer. Sentia-o a apertar em volta da picha, e quando me estava para vir, agarrei-o pelas ancas, afundei-a até aos colhões, depositando nele os meus leites. Mantive-me dentro dele até que se veio também. Limpamo-nos e despedimo-nos com a minha promessa de que não contaria a nossa aventura a ninguém. Voltamos a repetir as nossas brincadeiras mais algumas vezes, ás quais adicionamos apenas a forma como o penetrava, se pela frente ou por trás, e algumas punhetas em simultâneo. Sei que se casou, cruzamo-nos algumas vezes mas nunca mais estivemos juntos.

Parte lV

Na festa de aniversário dos meus 18 anos, enquanto dançava com uma das colegas chamada Francisca, notei que progressivamente aumentava o contacto e a pressão da sua rata na minha picha. Por vezes, deixava escapar alguns suspiros, até que começou a tremer, agarrou-me com força, e assim se manteve durante alguns momentos, praticamente parados. Confessou-me mais tarde que se tinha vindo. Como ela tinha namorado, receei que os colegas reparassem no nosso excesso de intimidade, e lhe fossem contar. Por isso, evitei-a até ao final da festa. Duas ou três semanas após o meu aniversário, pediu-me para ir a sua casa tirar-lhe dúvidas sobre matemática. Quando cheguei estava sozinha. Fomos para o seu quarto, colocou os livros sobre a cama, os braços sobre os meus ombros e beijou-me longamente. Como estávamos sozinhos, aproveitei para lhe apalpar as mamas enquanto lhe metia a língua pela boca dentro. Tocaram á porta o que nos obrigou a parar com a marmelada. Era o Zé seu namorado. Acabamos por nos sentarmos os três na cama. Para meu espanto, enquanto beijava o namorado colocou a mão entre as minhas pernas e apalpou-me a picha. No momento seguinte beijou-me e apalpou a picha do namorado. Fiquei sem saber o que dizer ou fazer. A Francisca disse-me que os pais só regressavam para jantar e que tinha combinado tudo combinado antecipadamente com o Zé. Perdida a vergonha inicial, despimo-nos e fomos os três para cima da cama. A Francisca avisou-me para ter cuidado pois era virgem e assim queria continuar. Masturbou-nos simultaneamente, até que o Zé lhe abriu as pernas e lhe começou a chupar a rata. Enquanto isso, ela abraçou-me, beijou-me enfiando a língua na minha boca. Para meu grande espanto, senti a mão do Zé a subir pelas minhas pernas, e a sua boca a abocanhar-me a picha sem qualquer hesitação. Cada vez mais confuso mas simultaneamente mais atrevido e cheio de tesão, deitei a Francisca, assim se chamava a minha colega, procurei-lhe a cona e comecei a chupar aquelas carnes já húmidas, macias e gostosas. Assim que a minha língua lhe tocou, abriu completamente as pernas entre gemidos e contracções, esmagando e esfregando a cona na minha boca não mais parando até se vir. Algum tempo depois, olhando para a picha do Zé, não resisti á tentação de a saborear e agarrando-a, abocanhei-a e chupei-a com sofreguidão e prazer. Acabamos os dois a fazer um delicioso 69 e a Francisca a esfregar violentamente a rata. Avisei que me ia esporrar e o Zé, largou-me o caralho e pediu para depositar os meus leitinhos no seu peito. Chegou a vez do Zé e enquanto a Francisca fazia linguado com ele e lhe puxava os mamilos, eu dedicava-lhe toda a minha atenção fazendo-lhe um broche ao mesmo tempo que lhe esfregava a picha e massajava os colhões. Não se aguentou muito tempo e veio-se vigorosamente, parte na minha boca e o resto em cima dos seus pintelhos. Algumas semanas mais tarde surgiu uma nova oportunidade, desta vez em casa do Zé, cujos pais estavam ausentes.
Quando chegamos, conversamos sobre o que cada um gostaria de experimentar. A Francisca referiu mais uma vez que queria manter a rata virgem, mas que gostaria de experimentar chupar um ao mesmo tempo que lhe enfiássemos outro no buraquinho do cu. Concordamos de imediato com a ideia também ansiosos por experimentar. Durante algum tempo masturbamo-nos e chupamo-nos uns aos outros. A Francisca foi á cozinha buscar óleo de fritar que utilizámos para olear as pichas e os buraquinhos do cu. O Zé já tinha sido enrabado e adorava. No meu caso e da Francisca seria a primeira vez. Depois de longas carícias, a Francisca colocou-se de joelhos na cama com a minha picha na boca e a do Zé apontada ao seu buraquinho negro. Com alguma dor, muita paciência e muito óleo, conseguiram que entrasse a cabeça do caralho. Para ajudar a Francisca a descontrair-se facilitando assim a penetração, estiquei os braços, agarrei os seus mamilos entre os dedos apertei-os e estiquei-os de forma suave mas continuada. A sua boca não me largava o caralho. Menos tensa começou a gozar e pediu ao Zé para tentar meter o resto que faltava. O Zé empurrou lentamente até ela sentir os colhões a tocarem-lhe nas nádegas. Começaram a foder com pequenos movimentos de ancas, a Francisca com o cu e a boca cheia de caralho, desatou a coçar o grelo, com a tesão e o prazer que ambos lhe conhecíamos. Tirou a minha picha da boca e após alguns gritinhos característicos, veio-se completamente descontrolada, com o corpo a tremer, a cara desfigurada, emitindo sons completamente estranhos. O Zé como estava a rebentar de tesão, começou a foder-lhe o cu como um animal selvagem, vindo-se rapidamente, inundando a tripa da nossa amiga, ainda ela se contorcia de prazer. Fomos refrescarmo-nos na banheira e depois de regressados ao quarto e de alguns momentos de descanso, a Francisca começou a fazer uma punheta ao Zé, preparando-o para me tirar os três do cuzinho. Com o caralho teso e pronto para a próxima foda, o Zé pediu que me deitasse na bordinha da cama, de barriga para cima, com a almofada debaixo das nádegas. Assim fiz ajudado pela Francisca que aproveitando-se da posição em que me encontrava, se ajoelhou sobre a minha cara para pudesse chupar-lhe ambos os buraquinhos. Reparei que tinha o buraco do cu um pouco inchado e vermelho tendo sido por aí que comecei a lamber e a chupar, recebendo da Francisca palavras de incentivo para que continuasse. O Zé colocou óleo no meu buraco negro, meteu primeiro um dedo e depois dois, empurrando mais algum óleo para o seu interior e tentando alarga-lo para facilitar a penetração. Fiquei de caralho em pé o que foi aproveitado pelo Zé para iniciar a penetração. Senti o seu caralho a acariciar as minhas bordinhas e a tentar entrar. Pressionou um pouco mais e como não me queixei, foi empurrando até que lhe disse para parar. A tripa estava a alargar e começava a doer-me. Continuava a chupar a cona e o cu da Francisca enquanto ela friccionava lentamente o grelo e me masturbava. Mais descontraído e entesado só me apercebi de que tinha perdido os três, quando o Zé me disse que já o tinha todo dentro do cuzinho. Senti uma onda de prazer e esporrei-me valentemente nas mãos da Francisca que entretanto já se tinha vindo várias vezes como resultado do trabalho persistente da minha língua. O Zé desencaixou a picha do meu cu e pediu-me para o enrabar. Fomos novamente á casa de banho lavarmo-nos e refrescar-nos, passamos pela cozinha para beber água e chegados ao quarto, o Zé deitou-se de barriga para cima, a Francisca levantou-lhe as pernas, pediu-me para lhe abrir o buraco do cu. Iniciou a lubrificação deitando-lhe óleo que empurrava para o seu interior com dois dedos em movimentos firmes até transbordar. O óleo que foi escorrendo foi aproveitado para lhe massajar os colhões e o caralho que entretanto se empinou. Coloquei-me á sua frente e como a cama era alta, fiquei á altura certa para o enrabar. Sem grande dificuldade, fui-lhe introduzindo a pichota com movimentos lentos mas firmes. Adorava ver o meu caralho a abrir caminho até que desaparecia completamente naquele buraco delicioso. O Zé gostava e gozava aqueles momentos de olhos fechados. Agarrei-lhe na picha e esfreguei-a enquanto acelerava o ritmo das penetrações. A Francisca colocou-se a jeito para o Zé lhe chupar a cona enquanto esfregava o grelo e no minuto seguinte já dava os habituais gritinhos indicadores da explosão de prazer que se aproximava e que manifestava de forma muito particular. O Zé retesou-se todo e gritou que se ia vir também. A Francisca abocanhou-lhe o caralho e chupou-o sem perder uma única gota de esporra. Aumentei o ritmo e enchi o intestino do Zé com os meus leitinhos quentinhos.

Parte V

Nessa época andávamos já próximos dos 20 anos e sempre cheios de tesão. O tema preferido para as nossas conversas era o sexo. Nessa altura, era difícil o acesso a revistas e filmes pornográficos. Mesmo assim, subornando colegas mais velhos, conseguíamos algumas revistas emprestadas. Numa dessas conversas, e porque nos tinham emprestado uma revista de sexo com animais, a minha colega, manifestou o desejo de experimentar com um cão. Como nenhum de nós tinha cão ou qualquer outro animal, tornou-se difícil concretizar essa experiência. A Francisca contou-nos, que mais tarde, em casa de umas pessoas amigas, acabou por conseguir. Essa família tinha um cão e logo que conseguiu ficar sozinha com o bicho, masturbou-se ao mesmo tempo que esfregava a picha do cão até ficar com a mão cheia dos leitinhos do animal. Manifestou a sua enorme vontade de lhe chupar o caralho, mas não teve condições para isso. Fiquei excitado com a ideia e desejoso de experimentar. Não descansei até conseguir encontrar um cão disponível, minimamente limpo e vacinado, o que chamamos habitualmente de cão de família ou de companhia. Decorridas algumas semanas a oportunidade surgiu. Após as aulas, de regresso a casa com alguns colegas, o Márito convidou-me para ver a sua bicicleta nova. Ao entrarmos na sua casa deparei-me com um magnífico pastor alemão que se enquadrava perfeitamente nos nossos objectivos sexuais. Era muito meigo e brincalhão. Claro que toda a minha atenção foi para o cão relegando para segundo plano a bicicleta nova do meu colega. De regresso a casa fui pensando na melhor maneira de conseguir que me emprestassem o animal por algumas horas, sem que ninguém desconfiasse das minhas verdadeiras intenções. Mesmo não tendo a certeza de o conseguir, contei tudo á Francisca e ao Zé, marcando a nossa festa animal para uns dias depois. Seria na garagem da Francisca, á tarde, já que os pais só regressariam ao fim do dia. No dia combinado após as aulas da manhã fui á casa do meu colega Márito. Quem abriu a porta foi a mãe que me disse para subir pois ele estava no quarto. Claro que fui sempre acompanhado pelo cão aproveitando para lhe fazer festas, algumas na barriga, não resistindo á tentação de disfarçadamente lhe tocar na picha e nos colhões. Chegados ao quarto, cumprimentei o Marito e sem demoras fui direito ao assunto que aí me levava. Disse-lhe que gostaria de ter um cão como o dele alegre e meigo, mas os meus pais não tinham gostado muito da ideia. Por isso, pedia-lhe que me emprestasse o seu, por umas horas, para mostrar aos meus pais, tentando assim convence-los a comprarem-me um. Disse logo que sim mas teria que andar sempre com ele pela trela. Prometi, colocamos a trela no bicho e lá fomos para casa da minha colega. Ficaram em êxtase quando nos viram chegar. A minha colega foi logo dar banho ao cão, enquanto eu e o Zé preparávamos a garagem para o bacanal. Estávamos a acariciar o caralho um do outro, quando surgiram a Francisca e o bicho já lavadinho que veio logo ter comigo, lambendo-me a cara e acabando por se deitar ao meu lado. Estávamos todos ansiosos e cheios de tesão. Despimo-nos completamente e deitamo-nos em cima do cobertor preparado para a festa. Eu fui o primeiro a agarrar a picha do cão e a fazer-lhe uma punheta até ficar grossa e comprida. Apesar de não ser muito grande tinha um tamanho razoável. Fiquei com tanta tesão que quase me vim só de estar agarrado á sua arma. Depois tudo se passou muito rapidamente. A minha Francisca abocanhou e chupou a picha do cão fazendo-lhe um broche magnífico, enquanto eu lhe chupava a cona toda húmida e lhe esfregava o grelo. O Zé estava entretido a chupar-me a picha e a masturbar-se, sem tirar os olhos gulosos da picha do cão que entretanto se vinha na boca da minha colega. A rapariga colocou-se de quatro e o cão de picha ainda tesa, instintivamente percebeu e saltou para cima dela. Já habituada a ser enrabada por mim e pelo namorado, ela agarrou no caralho e enfiou-o no cuzinho até ao nó. Nunca percebi muito bem a razão pela qual a minha colega queria manter a cona virgem mas ambos respeitávamos a sua vontade. O Zé deitou-se por baixo e chupava-lhe furiosamente a cona enquanto eu ajudava o cão a manter o caralho bem fundo no seu belo buraquinho negro. Claro que estava louco de tesão ao ver os meus amigos a gozarem que nem uns perdidos. O cão e a Francisca vieram-se mais uma vez ficando com o buraquinho a escorrer os leitinhos do bicho. Enquanto a Francisca e o cão se foram lavar, coloquei o Zé de quatro e depois de lhe lubrificar o cu, apontei-lhe o caralho e fui empurrando lentamente até lhe encostar os colhões ás nádegas. Agarrei-lhe na picha e masturbei-o lentamente ao mesmo tempo que o meu caralho entrava e saia do seu belo cuzinho. A Francisca regressou e colocou o cão a jeito para o Zé lhe fazer uma brochada enquanto eu o enrabava. Agarrou na pichota do cão esfregou-a até ficar tesa e meteu-lha na boca. O gajo ficou tão louco de tesão que até o buraquinho do cu se apertava no meu caralho. Estiquei a mão e agarrei-lhe na picha que estava para arrebentar. A Francisca esfregava o grelo enquanto mantinha a picha do cão na boca do Zé. Algum tempo depois trocamos. O Zé enrabava-me, metendo o seu instrumento todinho pelo meu cu adentro e a Francisca dava-me a pichota do cão para eu chupar, continuando a sua masturbação, agora consideravelmente mais acelerada até que se veio. Era uma sensação muito agradável que tentava aproveitar ao máximo. Lambia e chupava lentamente a artilharia do meu fiel amigo, metendo-a todo na boca. Consegui até meter a bola que se encontra no final da picha antes dos colhões e que normalmente prende o cão á cadela no final da foda. O meu enrabador agarrou-me com força pelas ancas acelerou o ritmo das penetrações e esporrou-se no meu intestino. Nessa altura já eu bebia a esporra do cão. O meu corpo parecia uma leitaria com leitinhos a sair pelo canto da boca e pelo orifício anal. Propus logo de seguida que eu e a minha colega fizéssemos um valente 69 e o seu namorado me enfiasse a picha do cão. Como estava já bem aberto e lubrificado entrou todo. Adoro chupar e lamber uma boa cona e cus, pelo que proporcionei um óptimo minete á minha adorada Francisca, que se veio explosivamente. O Zé disse que eu poderia tentar meter também o nó da picha do cão. Com alguma dificuldade e dor fui tentando até que senti o nó a entrar. O cabrão do cão assim que meteu o nó passou para penetrações a um ritmo rápido e violento, sentindo perfeitamente os seus colhões a baterem-me nas nádegas e os seus leitinhos quentes a entrarem-me nos intestinos. A morrer de tesão esporrei-me quase simultaneamente na boca da minha colega que engoliu literalmente toda a minha esporra, como era seu hábito, e se veio logo de seguida enquanto esfregava a cona com a mão palma da mão. Demos por terminada a nossa orgia animal, fomos lavar-nos e ao cão, e lá fui devolver o cão devidamente preso pela trela. Tínhamos finalmente consumado mais uma experiência que viríamos a repetir meses mais tarde. A minha colega desejava agora e todos estávamos de acordo, fazer uma punheta e um broche a um cavalo, o que nunca se viria a realizar apenas por falta do respectivo animal.

Parte VI

Fiz 20 anos e festejei com um lanche para os colegas e amigos. Considerava amigos de verdade principalmente a minha colega Francisca e o namorado Zé. Mantinha-mos uma grande amizade e cumplicidade no dia a dia. Repetimos incansavelmente os nossos encontros secretos sem que alguém desconfiasse sequer do nosso relacionamento íntimo. Mais tarde a Francisca apaixonou-se por um outro rapaz, com quem veio a casar-se, ficando assim desfeito o nosso trio que tantos ensinamentos e prazer nos proporcionou. Inicialmente contrariada a Francisca acabou por concordar em fazermos um último bacanal. Aproveitando a ausência do noivo fomos os três para o meu quarto, estendemos uma manta em cima da cama para não sujar nada, e depois de nus e lavados deitamo-nos. Acariciarmo-nos e chupamo-nos freneticamente uns aos outros até que a minha colega se veio na minha língua que não lhe largava os mais pequenos recantos da sua fabulosa cona. A língua do Zé não me largava o buraquinho do cu chupando-o e penetrando-o com ela. Fez-me uma mamada espectacular, beijou e lambeu-me os colhões tendo acabado por o presentear com uma valente esporradela que o deixou com a boca cheia dos meus leitinhos que engoliu deliciado. A minha colega sentou-se na cama e disse que tinha um segredo para nos contar. Escutamos atentos e espantados o que a seguir nos disse. Depois de tantos anos a proteger a virgindade da cona, tinha-a finalmente perdido depois de uma valente foda com o noivo. É claro que manteve sempre o nosso relacionamento íntimo em completo segredo, tendo mesmo recusado dar-lhe o cuzinho, apesar de adorar senti-lo cheio com um bom caralho e uma boa esporradela quentinha. Como se esta novidade não bastasse pediu-nos para lhe metermos um caralho no cu e outro na cona. Ficamos delirantes com a ideia e passamos á acção. Perguntei-lhe se teria que me vir fora dela, tendo-me dito que não, pois o período deveria vir-lhe nesse mesmo dia e por isso não haveria o perigo de engravidar. Acrescentou que tinha lido e conversado com o noivo sobre o assunto no sentido de evitarem uma gravidez antes do casamento. Deitei-me de costas na cama, ela sentou-se em cima do meu caralho que foi entrando devagar e apertado na sua cona, não só da tesão com que estava mas também por ter pouco uso. Começamos a foder e o Zé a lamber-lhe o olho do cu, as bordas da cona, os meus colhões. Parei um pouco enquanto ele lha enfiava pelo cu dentro até os colhões. A cara da menina estava completamente transtornada. Nunca a tinha visto tão excitada e louca de prazer. Não parava de gemer e dar ao cu, revirando os olhos completamente loucos de tesão. Vinha-se continuamente sem parar, agarrada ás mamas que apertava violentamente, puxava e esticava os mamilos como nunca a tinha visto fazer. Primeiro enchi-lhe a cona de esporra e logo de seguida o seu cuzinho foi inundado pelos leitinhos do Zé. Caímos exaustos na cama de tanto foder. Finalizou nesse dia um ciclo maravilhoso da minha vida. Existia entre nós uma enorme amizade, cumplicidade e respeito, que permitiram manter sigilosa a nossa relação, proporcionando-nos momentos de sublime prazer. Pouco tempo depois a nossa amiguinha Francisca partiu para Lisboa tendo-lhe perdido o rasto até hoje. Que saudades…minha querida.

Parte VI

Após a partida da Francisca, encontrei-me esporadicamente com o Zé, do que resultaram bons momentos de prazer e com quem realizei algumas experiências. Por vezes utilizávamos garrafas, cenouras e outros objectos, com que nos penetrávamos enquanto nos chupávamos um ao outro. Numa noite de verão após o jantar, veio ter comigo a casa para irmos tomar qualquer coisa fresca. Chegados ao café, bebemos um sumo e propus que fossemos dar um passeio junto ao ribeiro. Ele percebeu logo que eu estava com tesão e queria brincadeira. Chegamos a uma zona mais arborizada mesmo junto ao ribeiro era já noite. Despimo-nos, eu ajoelhei-me em cima das calças de ganga, e comecei a mama-lhe a picha já tesa. Lambi, beijei, meti os colhões na boca enquanto lhe esfregava a cabeça do caralho. Ele pediu para trocarmos. Ajoelhou-se á minha frente, agarrou-me nas nádegas e engoliu sofregamente a minha picha até aos colhões. Desde o início do nosso relacionamento que eu, a Francisca e o Zé nos esforçámos e acabamos por conseguir abocanhar e engolir as pichas por completo, o conhecido broche profundo. Deitamo-nos dando início a um louco 69. Para prolongar o prazer chupávamo-nos e acariciávamo-nos lentamente, massajando os colhões e introduzindo o dedo indicador molhado em saliva no olhinho do cu um do outro. Mantive-me deitado de costas no chão, ele colocou o olho do cu junto á minha cara e pediu para lho lamber. Filo com prazer enquanto ele esfregava o caralho. Gostava tanto dele como da cona da minha colega, sentido prazeres semelhantes. Satisfeito e com o cu lubrificado com a minha saliva, sentou-se em cima do meu caralho e foi-o aconchegando na tripa. Como estava virado para mim agarrei-lhe na picha e massajei-a em movimentos lentos, apalpando-llhe carinhosamente os colhões. Senti a sua tesão aumentar, retirei o caralho do seu cuzinho, colocamos-lhe mais saliva, para de seguida lho encravar novamente na tripa. Aumentei o ritmo das penetrações ao mesmo tempo que ele batia uma valente punheta. Roncamos os dois enquanto nos vínhamos quase em simultâneo. Molhou os dedos nos seus leitinhos que tinha depositado no meu peito e chupou-os deliciado. Tornou a molha-los e deu-me para lhos chupar. Beijou-me na boca, deitamo-nos satisfeitos e completamente saciados, pelo menos por essa noite. Fomos lavarmo-nos ao ribeiro e regressamos ás nossas casas.
Algum tempo depois ele propôs trazer um amigo para uma das nossas tardes de sexo. Não aceitei apenas porque não conhecíamos bem esse amigo e poderia haver alguma perca de confidencialidade, o que seria desastroso para nós. Pouco tempo depois foi continuar os estudos para Lisboa, e acabei também por nunca mais o ver.

samurai2@iol.pt

INQUERITO


Esta historia e verdadeira mas não são mencionados nomes nem locais para não criar problemas a ninguem.

Um dia destes tinha chegado a casa cansado , fui directo para o chuveiro , afm de tomar um banho para relaxar. Tomado o banho demorado que é como eu gosto quando estou cansado, vesti apenas um roupão sem mais nada e preparei-me para tratar do jantar, uma vez que vivo só, estava eu nesta tomada de decisão quando tocam a porta.
Muito a contra-gosto fui ver quem era, e recebi a resposta que era um inquerito sobre consumo e habitaçao. Sem me lembrar que estava de roupão sem mais nada vestido, mandei-os entrar (era um casal de cerca de vinte e poucos anos) mandei-os sentar e eu sentei-me na frente deles.
Iniciada a explicação sobre o que era e para que era o inquerito, foi inciada a serie de perguntas.
A determinada altura reparei que a rapariga nao dizia nada de geito, pois eu sem dar por isso estava de pernas aberta e com todo o meu material a vista, embora que em descnso mas era suficiente para que a rapariga ficasse excitada.
a conversa continuou e eu compuz o roupão.
Quando estava quase no fim do dito inquerito ela pediu para ir a casa de banho, la indiquei onde era e fiquei a sós com o rapaz, que vim a saber serem namorados mas com muita dificuldade em terem um canto para eles fazerem as suas sessões de sexo. Antes dela chegar apercebi-me que tinha sido combinado entre eles a retirada dela, porque o rapaz pergunta-me se poderiam usar um do meus quartos para darem uma fodinha?, eu meio a brincar meio a serio disseque sim, mas tinha uma condiçao, eu queria participar. Entretanto ela chega e a proposta e-lhe apresentada e de imediato diz que sim mas tambem com uma condiçao, teria de ser enrabado pelo namorado, enquanto fazia sexo com ela, e depois seria o inverso, teria de enrabar o namorado ma mesma situaçao mas tinha mais só me podia vir ou no cu dela ou no dele. Nada disso foi dificil até porque tambem gosto de levar com um bom pau pelo cu, e como tinha um borracho para comer, era um petisco.
La fomos para um quarto que eu tenho que se destina quase excluivamente para essas coisas,fui buscar uns lenços preparei o frasco do gel para lubrificar todas as entradas, e começamos o rebolo.
Seriam cerca das 20 h quando chegaram e ja eram 23,30 e nos ainda na funçao.
O que eu sei dizer que embora ja tenha levado com muita carne no meu cu nunca tive um pau daquele calibre la dentro,nao era muito comprido teria erca de 17/18cm mas a grossua e que era muita , tinha a grossura de uma a garrafa de agua (de plastic0) das de meio litro, quando eu vi aquilo a bombar dentro da cona da miuda e ela deliciada pensei que iria desistir de comer a muida so para nao levar com aquela carne toda no meu pobre cu, mas na refrega da festa e quando vi ele meter tudo dento do cu da miuda, fiquei mais descansado, mas sempre com medo.
Continuando a saga, chegou a altura de eu ser a "vitima" como estava a foder a miuda a canzana e tihna o meu cu ja bem untado e ja la tinha estado um penis artificial que eu tenho e que e bem grosso , ja a cama estava feita e o dele entrou sem grande esforço, o que me deu um gozo imenso. demos as voltas todas e acabamos por e me vir no cu do rapaz e ele n boaca da namorada.
Eles foram emborac erca da 01 da manha, mas combinamos outros inqueritos.
tive uma experiencia total gostei de ser enrabado por um pau tamanho familia e a rapariga era um espanto de boa e de habilidosa para foder, ele tambem era bastante geitoso e tinha tesão para dois e repetimos a dose pois estavamos todos sedentos de prazer.
E foi assim uma noite que seria calma a ver um filme ou a navegar na net, foi uma noitada de folia e de foda onde tudo valeu.

Entre as Arvores


O sol acabara de se esconder, por entre as folhagens, junto à barragem, nessa tarde de primavera. Sentado, na margem eu saboreava a acalmia, doce e complacente de um de um entardecer, no alentejo profundo, onde se não via vivalma, por horas as fio, e onde o chilrear do passaros, e o leve ruido da água movida pela brisa, eram os unicos sons que quebravam aquele silêncio quase perfeito.
De súbito, duas galinholas levantaram voo assustadas, saindo de um recanto da barragem, um recanto que conhecia, viçoso e atapetado de grama verde e macia, onde em outras visitas àquele lugar, costumava adormecer, nú, sentido as caricias suaves da natureza sob o meu corpo.
Pressenti que algo assustara as aves, -uma raposa talvez... pensei! e rodeando um macisso de rochas, aproximei-me devagar, sorrateiremente, na esperança de observar mais uma manifestação da natureza.Embrenhei-me pelo vale, por entre o matagal denso de junco,e de erva cidreira, que lançavam um odor forte que me enchia as narinas. Sentia a vegetação passar-me por entre as pernas, tocando-me no sexo como uma caricia, mas no momento não pensei muito nisso, e continuei a caminhar, até transpor os quinhentos metros que me separavam do meu objectivo. Quando cheguei ao sopé do pequeno promontório, dobrei-me, e quase rastejando, avancei até que os meus olhos transpusessem a linha que me permitia ver o pequeno vale, escondido, tocado por uma pequena baia, quase fechada, com água transparente e limpida. Foi então que vi. comecei a assistir a um espectaculo terrivelmente excitante....
Quase junto à àgua, onde a relva é mais macia encontravam-se três corpos, seminus. dois homens e uma mulher, estavam sentados, olhando a água à sua frente, ela com as pernas semi abertas, consentia, como que abandonada, que duas mãos a acariciassem, lentamente, na parte interior da cocha, para baixo e para cima, demorando-se á vez no centro... sentia o seu estremecer e via o seu rubor nas faces excitadas.
Depois, muito tempo depois, ambos se viraram para ela, e começaram a beija-la ao mesmo tempo, nos ombros,primeiro, no pescoço, na comissura das suas orelhas delicadas,nos seios redondos e rijos, na boca....aí para meu grande espanto...os beijos misturavam-se num frenesi cada vez mais excitado e as bocas beijava-se profudamente as tres, ao mesmo tempo, misturando as linguas e os sabores... ela pegou então nos dois pénis erectos que saltavam nas suas mãos, e deviando-se um pouco, saiu do meio dos homens e obrigou-osa juntarem-se...então começou suavemente a roçar um pénis no outro...era manifestamente vísivel o prazer que isso proporcionava aos homens, que , agora de pé, se acariciavam um ao outro, nas costas e até as nadegas nuas e brancas... ela meteu então o pénis maior na boca, um pénis enorme e grosso, entumescido de sangue com veias salientes encimado por uma cabeça enorme e potente, e chupou com intensidade, enterrando-o na garganta de uma forma que julguei não ser possivel...o homem gemeu, e segurou-lhe a cabeça com as duas mãos, e empurrou um pouco mais para dentro da boca dela...depois tirou-a da boca dela e foi então, que o outro homem pegou com a mão direita naquele pénis, agora seguramente maior e mais grosso e, ajoelhando-se meteu-o também na boca, alado da mulher que labia o seu rosto e aparte sobrante do penis e os respectivos testiculos, baixando depois a cabeça e abocanhando o pénis do outro homem, um pénis comprido duro e fino, como um dardo.cairam então os tres no chão de erva, no extase em crescendo e ela, passou então a dominar as operações... com uma pressão suave sobre os corpos dos homens levou-os a inverterem-se e a inciarem um 69, que se prolongou por longo tempo, enqunto ela se deslocava de pénis para pénis, beijando um e outro homem, roçando o seu corpo por eles, acariciando as suas nadegas e, depois montou-se no homem que estava por cima, de pernas abertas e começou a roçar o seu sexo nele, para tras e para a frente, num movimento ritmado enquanto acariava os seios, a boca o ventre o clitoris... continuou acelerando o ritmo... eu ouvia a respiração dela..os gemidos timidos, primeiro, os gritinhos de parazer entrecortados pelo barulho surdo das pancadas do seu ventre nas costas do homem... de repente parou e de uma forma urgente fez mover os dois homens, colocou o do pénis grande de gatas e mandou colocar o outro a atrás dele, como se estivesse a preparar uma pose para uma fotografia... de imediato o homem que estava atrás enncheu a mão de saliva e pasou-a pelo seu pénis e, num só gesto, lento mas firme penetrou o outro homem, que se endireitou um pouco emitindo um grito rouco e curto enquanto os seus olhos se reviraram nas orbitas.. Ela correu á frente ajoelhou-se de costas para ele, pegou no seu pénis e introduziu-o dentro dela, começando a rebolar-se nele de uma forma fantástica... eram agora audiveis mesmo de muito longe os sons do prazer que todos sentiam.... era tremendo o ritmo com que fodiam, as mãos acariciavam todos os centimetros de carne indiscriminadamente... aumentando o ritmo para alcançar o orgasmo...
O homem da retaguarda deu então um grito tremendo, vi o seu penis explodir no anús do companheiro, que empurrou para tras, com força no momento chave, até ele terminar o seu longo orgasmo.. e sair de dentro dele ainda teso e duro.. o outro homem acelerou então o ritmo... dava-lhe agora grandes estucadas, agarrando-a pelos ombros e empurrando-a para trás contra a sua virilidade... podia ver claramente o semen a escorrer do anús deste homem, até aos tomates e dai para chão... então terminou tudo... com dosi enormes gritos de prazer em unissono...tombando nochão os tres abandonados e entrelaçdos... com uma expressão saciada no rosto... ela de olhos fechados sorria para mim, como se adivinhasse que alguém presenciara o especatculo soberbo que acontecera sob os meus olhos.....
-----afastei-me tão sorrateiramente como chegara, e lá longe pus o carro em andamento, com suavidade para não produzir ruído....

24 de Maio de 2008

Surpresa no hipermercado


Esta história é rigorosamente veridica.
Faz cerca de 1 semana fui, após o jantar, fazer umas compras urgentes de poucas coisas num hipermercado perto de casa. Sendo fim da noite e dia de semana havia pouquíssimo movimento.
Assim que acabei de adquirir o que queria, dirigi-me a das caixas abertas na qual estava, à minha frente, um Sr. indiano. Tinha cerca de 50 anos, cerca de 170cm, uma certa barriguinha e muito boa aparência. Este Sr. encontrava-se a pagar um dos novos coletes obrigatórios para o trânsito, mas em amena conversa com a menina da caixa sobre se seria realmente aquele o colete homologado ou se seria um modelo que, depois, não era reconhecido.
Quando cheguei à caixa, pousei o meu cesto no chão bastante encostato aos pés do gajo e levantei-me. Confesso que fui percorrendo o corpo do gajo com os olhos à medida que me ia levantando e, portanto, se calhar, a culpa de toda esta cena foi minha; mas também acho que fui suficientemente discreto para ninguém perceber (nem ele). Quando, finalmente, estou em pé o homem desata a falar comigo com 1 ar de grande amabilidade. Ainda na caixa perguntou se já tinha colete, que era importante comprar, se queria que ele fosse à prateleira buscar 1, que tinha perguntado numa bomba de gasolina e que o preço era bem mais caro, ... bom e por aí a fora. Para culminar tudo acabou por ir à prateleira buscar-me um colete enquanto a menina me fazia a minha conta. Achei aquilo inacreditável. Quando veio eu paguei e lá sai dali com ele na conversa.
Nunca me tinha acontecido nada assim por isso não acreditei na ocasião que se tratasse de um engate, mas coloquei essa hipótese...
Como eu ia carregado o Sr. ofereceu-se para me ajudar e, pelo caminho, lá me ia fazendo elogios à simpatia. Num dado momento do caminho era suposto separarmo-nos de mim, já que os carros estavam para locais diferentes. O homem, perante a situação, ofereceu-se para me acompanhar ao carro e ajudar co os sacos e,em contrapartida, eu dar-lhe-ia boleia depois até ao carro dele. Assim foi... Dessa vez é que pensei: é engate!! O gajo quer levar-me para a cama. O jogo estava a agradar-me (até porque para mim era a 1ª vez) e foi concordando para ver onde ia parar.
Já dentro do meu carro, o Sr. não parava de me elogiar o carro... de dizer que era uma "granda" máquina, essas conversas para fazer conversa... Rapidamente chegámos ao carro dele e, aí, ele elogia-me a simpatia e convida-me para tomar 1 café. Saímos e eu fui atrás do carro dele.
O gajo pediu 1 carioca de limão e eu fiz-lhe companhia.
Convidei-o, depois, e porque estava aver o gajo sem imaginação para ir dar uma volta no meu carro do qual ele tinha gostado tanto. Lá fomos. O gajo recebe então 1 chamada. Indeciso de havia de antender, lá atende. Começa a falar ao telefone em indiano (apesar de me ter dito que estava há 20 anos em Portugal) com alguém. Percebi que não queria que eu entendesse a conversa...Depois de desligar disse-me, no entanto, que, brevemente, teria de ir para casa. A mulher dele tinha chegado do emprego... Parei o carro e ficámos lá dentro à conversa. Disse-me a profissão, fizemos mais alguma conversa. De repente o gajo volta-se para mim e diz-me:
- Sei que o amigo tem alguma coisa para me dizer.
- Eu? Não, nada para lhe dizer. Por mim está tudo dito. Aliás conhecendo-o tão mal, estava com dificuldade em arranjar mais conversa.
- Mas eu percebi deste que comecei a falar consigo que há aí qualquer coisa para dizer - diz o gajo
- Porque é que acha isso? O amigo tem algo para me dizer a mim? - Digo eu
- Desculpe ... você é que parece que me quer dizer alguma coisa.
Eu nessa altura comecei a ficar fodido e a perder a paciência, mas lá me controlei. Pensei: este gajo sabe que desde o inicío que se criou 1 clima, mas agora não tem coragem de falar. Pensei ainda não tendo essa coragem era porque não era 1 tipo "batido" neste tipo de situações.... Percebi então que tinha que tomar a iniciativa!
- OK. Eu posso dizer que um acho 1 gajo atraente, sexy, bonzudo desde que o vi no hipermercado! - digo sem hesitação.
- Eu acho o mesmo.- acrescenta o gajo
- Só isso? Então já podemos ir embora. Disse-lhe eu. - Não me quer dizer mais nada?
Foi nessa altura que o gajo perdeu a coragem e disse:
- Gostava de estar consigo, mas ainda gostava mais que fodesse comigo e com a minha mulher....
E passa-me a mão pela perna, perguntando:
- Importa-se?
- Não, disse eu (já a imaginar a cena de estar a comer a mulher dele com ele).
- E se eu fosse mais atrevido?
E dizendo isto, sobe com a sua mão grossa e enorme até à minha picha, já meia mole, meia dura!
- Aposto que não tem coragem para fazer o mesmo!
Este gajo 'tá a pedi-las, pensei...E coloco-lhe a mão no caralho por cima das calças (mais por uma questão de curiosidade que por outra razão qualquer), mas tiro logo. Percebo que o gajo tá cheo de tesão e que o caralho dele era - quase de certeza - um caralhão.
- Você tem um corpo que põe qualquer pessoa a "bater mal", diz-me o gajo. E a sua cara não lhe fica atrás...Neste momento, se fizesse o que me apetece, dava-lhe 1 beijo na boca.
Nessa altura concei a ficar assustado. Imaginei o gajo se ia esquecer que estavamos dentro de um carro, mas na rua e que, ás tantas, ainda ia tentar beijar-me; coisa que não ia dar autorização! Em vez disso, pergunta:
- Não gostava de sentir esta granda pichota? Se quiser pode ser sua...
Agarra por dentro das calças e mostra o tamanho da sarda! Era brutal ...comprida e grossa. Olhei para ela, olhei-lhe nos olhos. Pensei: este cabrão pensa que só ele é que tem a verga grande? Continuando nos olhos dele, exibo orgulhosamente o meu mangalho por dentro das calças, como que a dizer: se eu levar com esse, tu tens que levar com este!
- Eu acho que se vê melhor por fora das calças, não acha?
Dizendo isto agarra-me nas mãos põe-me no fecho bem como quem quer dizer "abre" e, ele próprio, vem abrir o meu. 1º ele e pouco depois eu estávamos com as mãos cheias com o caralho um do outro.
- Foda-se! Você tam algum defeito? Isto é que é um caralho! - diz o indiano
- Olhe que você não se fica atrás... isto é que é um cacete! E era, de facto! Cerca de 24 cm, grossão, praticamente preto (indiano) e com 1 cabeça des-co-mu-nal como nunca imaginei que fosse possível. Na verdade estava a achar o caralho do gajo uma delicia, mas não lhe queria dar a isso de bandeja...
O gajo foi mais sincero e disse:
- Este caralho só é pena não ser meu e da minha mulher...com 2 caralhos na cona ou no cu de 24 cm cada 1, acho que a gaja subia ao céu. Eu não gosto particularmente de picha, mas acho que neste caso, vou abrir 1 excepção. - diz o gajo!
- Temos que combinar 1 dia destes. - respondo com o chouriço preto ainda na mão...
Entretanto o gajo outro telefonema. Tira-me a mão do vergalho e atende. Era a gaja.
- Tenho que me ir embora, diz ele; mas vamos trocar de tlm. Combinamos já encontro na proxima semana. Eu este fm de semana tenho 1 casamento daqueles indianos que demoram 3 dias e, a seguir ao casamento vou falar com a minha mulher e ligo para combinar-mos e "granda" foda a 3.
- Que idade tem a sua mulher?
- 47.
Os meus olhos brilharam porque adoro gajas mais velhas.
- Gostas, não é?
Acho que a minha cara não deixou margem para dúvida...
- E o que e que fazemos a este tesão? - pergunta
- Aqui não podemos fazer nada! Estamos na rua, foda-se.
- E se fossemos para outro local? - diz o gajo louco de tesão ...
- Mas tens que ir embora!
- Só 15 minutos. Disse à minha mulher que ia só dar 1 salto à livraria...
Afastamos o jeep para uma zona muito escondida e, já com as pichas murchas parámos o carro. Olho-lhe para a vara... o que me impressionava neste caralho dele não era o enorme tamanho e grossura. Era a cabeça. Mesmo murcha era enorme.
- Mal sabe a minha mulher onde estou, desabafo com ele!
- Também és casado meu cabraozão? E não dizias nada ...! Quando é que fodemos a tua puta? Outra coisa boa era trocarmos de gaja! Tu fodias a minha e eu a tua, enquanto nos beijavamos na boca. Adorava experimentar swinging...
- Sim, acho que podemos pensar nisso tudo! Só falta convencer a minha mulher... isso é que é o pior!
- Achas? A minha também me disse sempre que não e que a nossa religião não o permitia, etc. Mas agora não me fala noutra coisa. Ela aliás sempre quis, nunca o admitiu. As gajas são todas iguais. Só tens que ir dando tesão à tua com a ideia até ela se descair...
- Prometo que vou tentar. Não há nada que me apetecesse mais.
Estivemos uns minutos a imaginar o que faríamos a 3 e a 4. Fiquei doido de tesão e decidido a convencer a minha mulher.
- Para já começamos a 3 e vais convencendo a tua puta.
- Isso. Assim tenho algum tempo! - disse convencido.
Chagamos os bancos para trás. Ficamos com MUITO espaço adiante de nós. o gajo pega-me na mão e lava-a ao mangalho teso. Enfia a mão por baixo dos meus colhões e prende-os na mão enorme. Com isto, fico com 24x6 cm de rolo de carne seguro e imóvel....Dobra-se e abocanha sem cerimónias. Começa a chupar e a cuspir-me. Mama durante cerca de 1 minuto. Metade do meu caralho gordo desaparece na boca dele.
- Mama meu cabrão. Chafurda nesse caralho...
- Foda-se, granda picha!! Nunca tinha mamado o caralho de 1 homem. Só tinha dado a mamar, mas 1 vez a um primo há já uns anos. Anda cá agora tu oh paneleiro do caralho.
- Fica para a próxima. Quando estivermos a 3...
- Foda-se! Qual é a tua? Fode já a picha do monhé com essa boca linda.
Dizendo isto agarra-me na cabeça e empurra-me para o caralho.
- Mama meu "granda" cabrão. Se não gostas, pensa que tás a fazer 1 minete à minha mulher que adora que lhe lambam a conaça. Vá, caralho. Chupa!
Abro a boca e o caralho do gajo que estava a empurrar os meus labios entra-me pala boca adentro e enche-me a boca toda. O gajo começa-me a foder a boca antes que eu o comece a mamar e vai-me empurrando a cabeça com força contra o instrumento que baba tanto que parece 1 fonte.
- Toma cabrão. Foda-se a tua boca parece 1 cona.
- Então vai-me à cona, porco do caralho!
E o gajo enterra-me o caralho na boca e fode sem sequer me deixar mamar.
Mal sinto o gajo tirar a mão da minha cabeça levanto-me.
- Foda-se, já chega!
- Cabrão... queria-me esporrar. Deixa-me encostar a picha ao teu cuzinho. Só encostar....
- Foda-se! Nem pensar. Tás parvo o quê? - Disse-lhe!
- Não tens confiança em mim? Eu tenho em ti! Dizendo isto, tira as calças e os sapatos e senta-se em cima de mim, que estava ainda sentado no meu banco.
Agarra no meu caralho e encosta-o ao cu. Escusado será dizer que fiquei logo a mil à hora ...
- Tás a ver? Eu nem sequer ligo a caralho e sentei-me em cma do teu. Se quiseres podes-me papar a peida!
O gajo ia dizendo isto e roçando-se na minha pintelheira pra me por louco.
Já louco de tesão, abro o porta-luvas e saco de 1 preservativo. Enfio-o a correr no caralho e abro-lhe bem o cu. O indiano senta-se em cima da minha arma. Empurro com força contra o buraco do cu dele. Não entra. O gajo enche-me a picha e o o caralho de cuspo e eu contribuo.
- Agora entra! Vá, parte-me a bilha cabrão. Tira-me os 3 do cu, pá.
- Juras que es virgem de cu? - pergunto cheio de tesão.
- Acredita que sim! Nunca levei nem nunca me interesei por levar, mas só para me deixares ir-te ao cu, faço tudo!
O buraco do cu vai cedendo à minha cabeçona e ao meu caralho e o gajo vai fugindo porque lhe está a doer. Queixa-se. Rebento de tesão, mas vou com calma. Quase que lhe rasgo o buraco do cu de tanto afastar as bordas. O rabo dele vai engolindo a pouco e pouco e vamos parando para ele se habituar à tora de carne dentro dele...
- Uuuuui! Acho que tenho a peida a transbordar de caralho. Foda-se que sorte eu tive em encontrar 1 macho que gosta de cona e de cu! Que granda monstro de caralho!
- Ai que bom! Adoro comer cu! Tá todo enterrado ... Tá a doer?
- Não, mas não mexas para já ....
Ficamos um bocado imoveis. O gajo tenta habituar o cu ao meu mastro. É nesse momento que me espeta a lingua no fundo da boca e me começa a chupar os lábios e a língua. Eu retribuo. Não nos mexemos.
Começo então a bombar-lhe a peidola indiana.
- Aaaaaaai cabrão. Estás-me a ir ao cu!
- Sim meu cabrão. E tu estás a adorar. Cavalga nessa pichota tesa!
- Faz-me paneleiro. Põe os cornos à minha mulher...
- Ponho os cornos à tua puta e vou te pôr os cornos a ti quando lhe comer a cona preta...
- Isso! Vamos-lhe comer a cona os 2. Agora martela-me bem essa peida.
- Vou-te rasgar o cu todo. Toma! Toma nesse rabo guloso meu cabrão.
Começo a bater-lhe uma punheta enquanto lhe papo o buraco do cu. O gajo cavalga em cima do meu caralho. De vez enquanto paramos para nos beijarmos.
- Estou-me quase a vir ... digo-lhe
- Deixa-me me ter agora em ti cabrão. Vá lá... - pede!
Pára então de me foder o caralho com o cu. Largo-lhe as bordas que me caem em cima das calças. Eu, ainda vestido, só com a pichota e os colhões de fora fico pensativo por segundos. O gajo enterrado em cima do meu caralho olha para mim...
- Tira aí outro preservativo pá...podes-me ir ao cu!
O gajo solta o cu, abre o porta-luvas e tira mais outro preservativo... Cobre o caralho... Eu olho arrependido por ter aceitado...
- E se aparece alguém?
- Quando me estavas a comer, não estavas preocupado com isso. Tou fodido contigo... diz o gajo!
Perante estes argumentos não soube o que responder. Passei para o lado dele e sentei-me no banco.
O gajo tira-me as calças até aos pés. Põe-me as pernas para cima para ter acesso ao meu rabo e para o lado para ter acesso completo à minha cara.
- Não me queres tirar as calças cabrão?
- Não, eu como-te assim!- diz
Começa então a forçar a entrada pelo meu cu virgem adentro.
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai foda-se! Tira já. Não aguento.
- Calma amor! Se eu consegui, tu também consegues...
- Foda-se mas o teu cu é mais largo e o teu caralho e mais cabeçudo que o meu... não dá, desculpa!
O gajo não desiste e continua a tentar com muita calma e cuidado! Afasta-me tanto as bordas da peida que quase me esgaça o buraco.
- ENTROU! A cabeça já lá está...
- Aaaaaaaaaaaai caralho! Que dor!
- Não faças força para fora cabrão! Aceita o meu vergalho nessa peida!Aguenta com ele! Aguenta, caralho! Vai valer a pena...
Tento relaxar o buraco do cu para aceitar aquele caralho de cavalo dentro de mim... O gajo começa a tentar meter o resto!
- Vá querida! Aguenta-te com ele. Aguenta...toma nessa peida. Consola-te!
Á medida que vai falando, vai-me enterrando. Quando dou conta:
- Tás todo encavado. Ía, foda-se!!! Que peida fenomenal. Engoliu-me a pichota toda! Olha que a minha mulher nunca conseguiu enfia-lo todo...
Sem sequer tirar 1 cm o gajo vai fazendo movimentos de anca para ajustar a picha gorda à minha peida cheia...
- Tás à vontade? Já estás relaxado? Então toma!
E começa a bombar devagar. Pouco depois aumenta o ritmo.
- Dá-me no cu... vai-me a esse cu. Come-me o buraco meu cabrão. Fodilhão do caralho. Tou a adorar sentir o que a tua puta vai sentir quando eu a enrabar.
Como estou com as pernas juntas e encostadas para o lado, decide tirar a pixota do cu.
- Foda-se. Agora já n consegues enterrar de novo.
Sem responder tira-me os sapatos e as calças e afasta-me as pernas. Tem agora completo acesso ao meu cu e à minha cara...
- Agarra-me nesse mangalho e espeta-te nele paneleiro.
Eu agaro na picha do indiano e oriento-a para o meu cu. Encosto-a e ele enterra-se de uma só vez. É nessa altra que o gajo começa a martelar com toda a força. Era uma coisa brutal!!
- Toma com o caralho do indiano meu paneleiro. Come com ele na peida cabrão. É isso que tu gostas...
- Vai-me à peida. Parte-me esse cu todo com essa sarda fodilhona.
- Foda-se! Sabes mesmo levar na peida! Engoles este pichão todo! Que tesão vê-lo desaparecer dentro de ti.
Começa a bater-me à punheta e a cuspir-me para a cara enquanto se afunda no meu cu.
- Ai que enrabadela. Come-me bem comido. Desvirgina-me esse buraco. Não pares de me papar. Cobre-me como se eu fosse 1 égua.
- Ai cadela do caralho. Mal sabe a puta da tua mulher o paneleiro que tu és... Toma picha no cu. Toma picha. Toma cabrão...
- Fode, enterra, espeta, come! Vai-me a esse cu! REBENTA-ME. Alarga-me esse buraco.
- Aaaaaaaaaaaaaaaai não aguento mais. Vou-me vir...
Tira o caralho do meu cu e enfia-me na boca.
- Espera. Tenho uma ideia melhor.
Saltamos para o banco de trás e, de lado, com as pichotas na boca um do outro desatamos a foder. pouco tempo depois estavamos com as bocas cheinhas de esporra...
Vestimo-nos e em pouco tempo estavamos em casa. Neste momento aguardo ansiosamente o telefonema dele para combinarmos o trio com a mulher dele.

23 de Maio de 2008

Horas Extraordinarias


Oi pessoal! Vou aqui relatar-vos o que me aconteceu faz uns dias, e como tal, ainda estou completamente alucinado. Julgava que estas coisas apenas aconteciam nos filmes pornográficos, mas enfim, a vida tem agradáveis surpresas. Antes de mais nada vou-me apresentar. Chamo-me Alberto, sou moreno, tenho 23 anos, sou de Lisboa e sou um recém licenciado da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Para além disso tenho namorada (se é que isso interessa para aqui...)!
Em Junho, e já pensando nas férias, antes de entrar em estágio curricular, decidi arranjar emprego e a coisa proporcionou-se através de uma pessoa conhecida, que tem uma empresa de Artes Gráficas na zona de Oeiras. Como percebia alguma coisa de computadores, especialmente programas de tratamento de imagem e desenho, não tivesse eu um curso de Belas Artes, facilmente fui integrado no trabalho. No primeiro dia fui apresentado ao pessoal do escritório, duas meninas um pouco mais velhas que eu, na casa do vinte e muitos. Soube ainda que havia mais uma mas que estava de férias no momento. No entanto uma delas deixou-me logo de sobreaviso e chamou-me a atenção, pois a sua alta estatura e o seu escuro bronzeado, com uns cabelos pretos lindos, sobressaiam. Não que ela fosse especialmente bonita, mas apesar de tudo chamava e chama a atenção. O pessoal da parte da oficina gráfica não tive nenhum prazer em conhecer, pois para além de antipáticos, eram todos homens e como se costuma dizer, "gosto muito de cú, mas tem de ser sem pêlos..." Mas era interessante o toque dado pelas duas (que eram 3, como disse) mulheres. Mais tarde tive de voltar à sala e então reparei melhor naquela mulher que há pouco me despertara. Que peito lindo. Imaginei-a logo nua! Mal eu sabia o que me esperava. O seu nome era Carolina. Até pelo nome eu me apaixonei pois é fora do vulgar! Embora eu namore, como disse, não posso dizer que esteja muito contente com a minha vida sexual com ela, pois a minha namorada, ainda que eu goste bastante dela, não se pode dizer que seja uma pessoa que adore sexo. Frequentemente recusa fazermos amor, e é um pouco púdica, virtude da educação que também teve dos pais. E loucuras na cama (anal ou oral), com ela, então é para esquecer! Como é difícil ás vezes convencê-la e um homem não é de ferro, com tanta mulher ávida por aí, lá me vou desenrascando por fora, embora saiba que não é muito correcto o que estou a fazer. Culpa dela. É ela que perde. E outras vezes vai mesmo à mão...
Mas voltando à minha coleguinha, a Carolina, logo me imaginei com ela! Pouco depois fui à casa de banho, e demorei um pouco mais que o costume, e vê-se porquê. Abri as calças, saquei do meu piço, e acariciando-o, levantou imediatamente. Batendo com força, imaginado que ela me estava a bombar forte e feio com boca, na minha mente pronunciando obscenidades, algum tempo depois esporrei-me contra a tampa da sanita. Naquele momento pensei como gostava que fosse a cara dela que estivesse a escorrer. Como seria aquela cona. Ai meu deus, será que eu iria conseguir trabalhar? E estava apenas no primeiro dia...
De vez em quando via-a passar no corredor, pela porta da minha sala e parece que eu disparava. Nunca uma mulher me tinha deixado "apanhado" tão depressa!
Nos dias seguintes continuava a olhá-la apenas e a falar-lhe quando havia assuntos de trabalho. Entretanto, a Isabel, a minha colega que eu não conhecia (que estava de férias) já tinha voltado, mas não era nada de especial e ainda por cima já tinha uma catrefada de filhos (3) e era mais velha, quarentona. Como eu gosto de "carne fresca"... estava fora de questão.
Passados cerca de quinze dias de lá estar, e após algumas punhetas na casa de banho quando via a Carolina, e umas quecas com a minha namorada imaginado que era ela, a sorte bateu à minha porta. Um computador do escritório decidiu fazer "greve" e avariar, e sendo que eu na minha sala tinha um computador vago desde o inicio, que pertencera a um antigo desenhador que se tinha ido embora, e o chefe queria um orçamento de paginação para uma grande encomenda de uma revista de B.D., sugeriu à Carolina ir para a minha sala para poder fazê-lo no computador vago. Agora é que seriam elas! Eu não iria conseguir trabalhar! Calma é que era preciso. Ela estava divinal. Com um bronze invejável, um top justo de alças que mostrava aquela barriguinha que me apetecia passar a língua e evidenciava as mamas, com uns bicos que davam tusa até a um velho de 70 anos. Ao mesmo tempo que trabalhava-mos, íamos falando de coisas banais. Entretanto chegaram as seis horas e o pessoal da oficina saiu, e as outras duas mulheres do escritório também, tal como o meu conhecido, o chefe, ou gerente, ou lá o que ele é! Ela como iria ficar até mais tarde, eu disse também que ficaria a adiantar umas coisas para o dia seguinte. À medida que trabalhava-mos, conversa puxa conversa, passaram duas horitas, até que começámos a falar de Internet, sites, etc., até que falámos de pornografia na Internet. Eu fiz-me de santinho e disse que não estava por dentro do assunto. Ela prontamente e sem qualquer vergonha decidiu mostrar-me o chat de sexo que frequentava. Eu perguntei-lhe porquê e ela disse que era interessante fazer-se fácil e depois gozar com os rebarbados que lá vão! Eu perguntei-lhe - Que prazer isso te dá? - E ela respondeu - Não me dá prazer nenhum, dá gozo! Prazer tenho de outra forma... - Decidi então passar de santo a sacaninha e perguntei-lhe - Que outra forma? -. Aí então ela com um tom irónico afirmou - Comendo um homem ou uma mulher todinhos! - Com que então tinha a meu lado uma bissexual e pelos vistos assumida. Por instantes senti-me intimidado. Carolina era diferente do que eu tinha imaginado. Ela não perdeu pela demora e chegou-se a mim, pondo-se a acariciar-me o caralho por cima das calças. Escusado será dizer que já estava duro como pedra. Eu estupidamente perguntei - Queres tê-lo? - Ela como resposta abriu-me as calças, puxou-me as cuecas e abocanhou-o. Começou a fazer-me um broche como nunca me tinham feito. Tive medo que aparecesse alguém, mas a emoção era mais forte! Que se lixe, se me despedirem, azar... Após uns cinco minutos em que ela não parava, batendo-me uma punheta ao mesmo tempo que me chupava, eu disse-lhe - Também te quero lamber a cona...- Ela sem o tirar da boca acenou que não! Compreendi que estava disposta a acabar o serviço. Uiii, e que broche ela me estava a fazer. Comecei a sentir aquele prazerzinho extra de quem se estava quase a vir. Ela parecendo perceber aumentou ainda mais o ritmo com a mão e com a boca. Dei um grito, - Ahhh, minha louca, enchi-te a boca!!!! - Ela saboreava tudo mas não largava o pau. Continuava agora lentamente a lamber de alto a baixo. Não havia dúvida, aquela vaquinha sabia bem o que fazia e tinha bastante experiência, pelos vistos. Aquele momento que estava a viver nunca pensei que acontecesse com ela, só mesmo na minha imaginação, e afinal era verdade. Sempre existem mulheres com "M" grande. Foi abrandando até largá-lo, e de seguida disse-me - Agora é a tua vez de provar o meu molho todo! Quero um minete , que me lambas a pachacha todinha. - Respondi - É aquilo que quero, vou-te retribuir esta mamada, minha tarada... - Ela sentou-se na secretária, inclinou-se para trás. Eu beijei-lhe a boca, que sabia e cheirava a piço e a esporra, e lentamente lambi-lhe o pescoço, mordisquei as orelhas. Ao mesmo tempo apalpava-lhe os seios, com uns bicões. Era altura de lhe tirar aquele top, de seguida foi o soutien. Aquela visão encheu-me de vigor novamente. Mergulhei a boca naquelas mamonas. Ela gemia e suspirava baixinho. Estava ávida. A minha língua desceu até ao umbigo, beijando-lhe a barriga. Neste momento foi ela própria que desapertou o botão das calças. Via-se mesmo o que ela queria! Ajudei-a a baixar as calças. As suas cuequinhas eram lindas. Uma fina tanguinha preta de renda, onde se evidenciava pelos buraquinhos a sua negra e densa pintelheira. Ela gemeu baixinho - Lambe-me, lambe-me... - Como poderia dizer aqui, "a cuequinha não engana", pois notava-se bem que estava toda molhada. E tanto molho ela tinha. Até nas pernas, junto aos lábios maiores ela tinha langonha. Não me fiz rogado. Que pitéu! Meti-lhe um dedo, que entrou sem a mínima dificuldade, e pus logo outro. Iniciei uns movimentos. Carolina contorcia-se de tanta tesão. Então com os dedos em V abri-lhe bem os lábios, o seu clitóris apareceu do seu esconderijo de carnes molhadas rosadas e macias. Aproximei a minha boca e comecei a lambê-lo lentamente e descendo um pouco penetrava-a com a língua, e subia novamente até ao seu clitóris. O meu pau apontava bem para cima. Sentia-o junto ao umbigo. Durante uns minutos fui brincando em todo este mar de carnes quentes e húmidas. Ela gemia, suspirava. Comecei a aumentar o ritmo da minha língua. Foi aí que os gemidos aumentaram, e senti as suas mãos na minha cabeça, empurrando-me bem entre as suas pernas, contra aquela cona sedenta de prazer. Que espectáculo devíamos estar a dar, ela deitada na secretária e eu sentado na cadeira, com a cabeça entre as suas pernas. Ela estremecia e roçava-se na minha língua, dando gritinhos, mostrando o prazer que estava a ter. Os espasmos sucediam-se. Sentia-a a viajar à lua, sem órbita. Ela vinha-se na máxima força. Sentia-a cada vez mais molhada na minha boca, e isso deixava-me totalmente passado. Mais um minuto ou dois e parei! Olhei-a nos olhos, ela mostrou um sorriso cúmplice mas exausto! Disse-me - És o máximo...- Depois afirmou que devíamos parar por ali, pois estávamos a correr um grande risco de aparecer alguém. Eu também já estava satisfeito e acedi. Dei-lhe mais um beijo e por sugestão dela decidimos continuar a encontrar-mo-nos numa casa que ela tem, onde dá explicações a putos do ciclo e secundário, para tratar-mos de outros assuntos, que não foram "resolvidos" desta vez. Estes encontros sucederam-se apenas duas vezes, onde fizemos o que faltou da primeira vez, e relembro cada pormenor de cada um. Acorda-mos que fora dessa "casa da depravação", como já lhe chamei por brincadeira, seríamos apenas colegas de trabalho, até porque existe a minha namorada que não sabe e nem deve saber de nada, evidentemente! Depois contarei as outras. Foram as horas extraordinárias mais lucrativas que tive. E é o que eu digo - Coisas destas só pensava que acontecessem nos filmes...

Tambem comi a minha sogra


Pelo que sei não sou o primeiro nem o último a comer a sogra.
Desde que o meu sogro morreu qua a minha sogra vive em nossa casa.
Eu e a Luisa, sua filha não temos tabus, e falamos de tudo abertamente.
A minha sogra é uma daquelas mulheres de 60 anos boa como o milho, com um bom cu, e um par de mamas melhores do que as da filha
Há muito que ando de olho naquelas mamas.
Um dia ao jantar estavamos a falar de sexo, e ela lamentou-se que antigamente não era como hoje... que os homens pouco sabiam e que elas a mulheres ainda menos.
Falou-se de sexo oral e de sex anal.
Os olhos dela até se riram
Um dia cheguei a casa fora de horas.
A sua filha perguntei eu?
Foi para o cabeleireiro e vem mais tarde.
Nessa altura ao cruzar-me com ela no corredor passei as mãos pelo seu cuzinho
Ela correspondeu com um sorriso.
Entrei no quarto e chamei-a.
Dª. Amelia !!!
ela veio, e eu sentei-a na borda da cama.
Sem lhe dar hipotese de nada tirei o bacamarte, 21 cm para o grosso, e meti-o na sua boca.
Vá chupe-o todo... disse eu.
Ela olhou para mim como sem saber o que fazer, e eu então agarrei-lhe na cabeça e comecei a foder aquela boquinha.
Aos poucos a tusa aumentou, e eu gemia que nem um doido.
Ela não parava de chupar.
Foi então que a deitei e procurei com a minha cabeça a sua ratinha.
Mas quecona.... bem peluda.
Lambi-a´.
Ela gemia de prazer e pude adivinhar a sua esporradela pela forma como ela reagia.
Vá fode essa cona... vá fode essa cona dizia-me ela.
Mudei de posição e enterrei-me todo de uma só vez.
Como estava molhada e a escorre leite....
Meti e voltei a meter tão fundo quanto podia.
Ela não parava de gemer e de se vir.
Eu não aguentava mais e tirei
Ela estava ofegante, e corada.
Ajoeilhei-me na cama e meti a cabeça dela entre as minhas pernas.
Gritei
abra a boquinha.... abra a boquinha e ao mesmo tempo ía batendo uma punheta.
Quando já não aguentava mais esporrei-me e enchi-lhe a boca com o meu leite.
Escorria leite da boca pelos cantos
Ela bebia-o mas era tanto que continuava a escorrer pelos cantos.
Bom, disse eu
A sopa já está, agora falta a sobremesa.
A sobremesa? disse ela
Sim
Volte-se que a vou enrabar.
Não.... não gemeu ela.... isso doi.
Não doi nada disse eu
Voltei-a e de imediato apontei a cabeça do caralho à quele cuzinho virgem
Empurrei, empurrei ate estar todo bem dentro
Ela gemia de dor e prazer.
Quando eu disse que ía tirar ela respondeu-me;
Não. Não tires agora, fode-me mais.
Fodi aquele cuzinho virgem ate me esporrar todo dentro dela.
Só parei quando já havia perigo da minha mulher voltar para casa.
Hoje é um segredo que nós temos.
Já voltamos a estar os dois, e o que ela mais gosta é mesmo ser enrabada.
Gosta de se por a olhar para o meu caralho de o admirar... e depois diz-me:
Vá fode essa cona faminta.
No outro dia a minha mulher olhava para mim de um modo que não sei se a mãe lhe contou ou não.
O que sei é que a filha fode tão bem como a mãe.
Julgo que ela sabe... mas não me importo
Julgo pois a minha mulher passou a ser mais exigente comigo.
Que bom que é comer as duas ... mãe e filha

Minhas Ferias


Sou a Olga, tenho 42 anos, sou casada e tenho 2 filhos. Fomos os 4 para o Algarve onde temos 1 casa de ferias. Situada junto a praia, e ideal para relaxar e descontrair... Considero.me 1 mulher mto feliz e realizada, no entanto naquele periodo andava algo cansada e descontente com a rotina da vida familiar. Penso tb que sou atraente, pelo menos oiço mtos piropos qdo passo na rua e os meus colegas de trabalho estao smp a dar em cima de mim, ora a dizer q os meus olhos sao bonitos, ou q esta ou aquela saia sao 1 bençao para os seus olhos etc...
Chegados ao Algarve, e apos os 1ºos dias de praia e de convivio com os miudos, senti 1 necessidade enorme de sair e de me divertir... o Joao, meu marido nao se mostrava no entanto a companhia q eu procurava para tal diversao 1 vez q o trabalho e os telefonemas constantes da empresa nao o deixavam descansar por completo. Foi entao q certa noite apos termos ido ao cafe disse ao Joao e aos miudos q me apetecia ficar mais algum tempo e beber 1 copo, situaçao a q o Joao nao se opos 1 x q estava maçado com a praia e c o trabalho.
Sentia-me especialmente bonita nessa noite, o ruivo do meu cabelo contrastava com a a minha pele morena bem como o esverdeado dos meus olhos. Vestia apenas 1 vestido preto e justo, e calçava 1s chinelas de salto alto, com as quais eu me sinto ainda mais sexy.
Entrei no 1º bar q me apareceu, vodka apos vodka comecei a dançar ao som da musica cada x mais animada! Foi entao q 1 jovem moreno q nao aparentava mais de 25 anos se intrometeu e me agarrou para dançar; a principio ainda tentei resistir mas o q e certo e q nao axei mal nenhuma numa simples dança... A batida da musica ora rapida ora lenta fazia os nossos corpos entrelaçarem.se e roçarem-se cada x c mais sensualidade... Chamava-se Pedro, era algarvio e era estudante, disse.me q ao entrar nao conseguiu tirar os olhos de cima de mim, eu respondi.lhe q ja tinha conseguido pelo menos dançar cmg. Insistiu em pagar 1 bebida, a dada altura sentia.me completamente relaxada, livre e desinibida... o calor apertava e as suas maos durante a dança percorriam timidamente as minhas nadegas e coxas sem q eu oferecesse alguma barreira. Sentia.me completamente excitada, ainda mais qdo ele se colocava atras de mim e me apertava ligeiramente as ancas e sentia a sua respiraçao no meu pescoço... Tentava resitir ate q ele sugeriu q me levasse a casa... Pensei q seria a soluçao ideal para escapar a tamanha tentaçao, ja no jipe dele paramos ainda numa zona junto a praia... Dentro do carro e adivinhando o q ia acontecer, montei.me em cima dele e cai num beijo profundo em q a minha lingua serpenteava dentro da boca dele, as suas maos tomavam de assalto as minhas coxas roliças percorrendo-as ate as nadegas onde apenas o meu fio dental branquinho protegia as minhas fraquezas... Aquele moreno jovem e atletico apertava com força as minhas nadegas, bem do jeito q eu gosto para em seguida baixar o meu vestido e perder.se nas minha belas e grandes mamocas. Os meus mamilos pareciam 2 chupetas tal nao era a excitaçao e a minha ratinha depiladinha estava enxarcada urgindo de 1 bela verga... Foi entao q o Pedro pos a nu o seu belo instrumento (cerca de 20 cm bem grossinhos) qdo vi tanta consolaçao depressa desci para abocanhar e acariciar aquela enorme cabecinha descendo tb ate aos testiculos... Ja toda nua e so de chinelas virei.me de costas para q ele me possuisse a canzana... apos as 1as estocadas senti.me doida de prazer, gemia e gritava q nem 1 miuda de 20 anos, estava a ser dominada por 1 miudo q ao mesmo tempo q me penetrava avidamente me acariciava as coxas , nadegas e mamas... num compasso ritmado e forte! O pedro estava doido, dizia q nc 1 mulher o tinha excitado tanto e q adorava mulheres maduras... Sinceramente decidi dar.lhe 1 liçao e apos ter.mos trocado de posiçao, eu a cavalgar em cima dele, decidi dar.lhe o meu cuzinho pois qdo estou mto excitada faço-o a vontade e c prazer... Com a ponta da verga enxarcada de todo o meu prazer empurrou akele enorme mastro contra o meu buraquiho... ate q me rasgou todinha dando.me mtoo prazer... Nao aguentou no entanto mais 2 ou 3 estocadas tal nao era o aperto do meu buraquinho.. GEmeu e soltou 1 grito de prazer bem como 1 grande jacto de esporra para cima do meu cuzinho... Apos o orgasmo vesti as cuequinhas e o vestido, sai do carro e dei.lhe 1 beijo de despedida... ficou estupefacto e ainda tentou ir atras de mim... Senti-me realizada e satisfeita mas agora apetecia-me ir para junto do meu marido e sobretudo para junto dos meus filhos... Foi 1 maluquice q fiz, mas algo q realmente necessitava e me deu alento e energia! Actualmente eu e o joao estamos felizes, do Pedro nada seimas nc provei outra verga igual...

20 de Maio de 2008

Uma Mulher


O que vos vou contar aconteceu de uma forma insólita e ao mesmo tempo foi uma coisa daquelas que nos acontecem uma vez na vida. Tudo começou no final de uma tarde de verão, em que me sentia melancólico, triste por estar sozinho... ia passeando a beira mar, sentindo meus pés descalços serem banhados pela espuma das ondas que vinham ao meu encontro como me tentando consolar. A praia estava quase deserta e era um areal daqueles de perder de vista com vários quilómetros... ia pensando na vida, que me tem sido madrasta e naquele momento nunca poderia adivinhar o que me iria acontecer... pensava na falta que me fazia uma companheira, uma amiga, uma cúmplice, uma amante ou que fosse isso tudo ao mesmo tempo... com quem pudesse partilhar todo o carinho e ternura do mundo. Até aí só me tinham aparecido algumas pseudo amigas que apenas gostavam daquilo que eu lhes podia proporcionar materialmente e não daquilo que eu lhes poderia dar de mim. Foi então que meu olhar deparou com uma figura ao longe que se aproximava de mim em sentido contrário. Continuava com meus pensamentos, mas aquela figura ia-se tornando cada vez mais nítida e deslumbrante fazendo-me desconcentrar dos meus pensamentos. Comecei a notar que era uma figura feminina, vestindo uma túnica branca, larga que lhe dava quase pelos pés, nas mãos segurava uma sandálias, notava-se o contorno de seu corpo em contra luz e seu cabelo comprido esvoaçava doce e lentamente ao sopro de uma ligeira brisa quente... que formas divinais, parecia uma musa saindo de meus sonhos... Uma mulher! Á medida que se aproximava dava para ver que era ainda nova, devia rondar os 25, no máximo 35 anos, uma pele branquinha que contrastava com o cabelo negro, comprido e liso. Uns olhos grandes e negros que se destacavam aquela distancia... linda, de sonho mesmo! Foi quando notei que ela também me olhava... não sabia se havia de desviar o olhar, mas sentia-me como que hipnotizado e continuei olhando... ela também não tirava os olhos de mim o que me deixou um pouco sem jeito, pois não sou pessoa de me meter com uma mulher, nunca gostei dessas coisas... sempre fui um pouco acanhado num primeiro contacto com alguém e não me identifico com aquele tipo de homem que desbocadamente lança logo piropos e comentários despropositados. Comecei a ver-lhe as feições do rosto, rosada do sol, uma boca linda bem desenhada com lábios carnudos mas não em demasia e rosados, sensuais, um nariz pequeno e ligeiramente empinado ... estavam sorrindo, um sorriso lindo e misterioso... sorri também, perante tal visão eu pensei, por momentos, que aquilo era fruto da minha imaginação e que se calhar estava começando a perder a razão devido a estar há tanto tempo desejando ter alguém... mas não... foi então que, estando a cerca de dois metros de distância ela falou: - Então? Também a passear para afogar as mágoas? Eu abri a boca e não saiu nada, seria mesmo verdade? Estaria mesmo a falar comigo? Perguntei: - Quem eu? - Sim! Não vejo mais ninguém por aqui! E largou um sorriso entrecortado com uma gargalhada abafada e delicada, um riso lindo... - Desculpe, mas estava pensando na vida que se me tem escapado. - Então já somos dois. – disse ela Não sei como nem porquê mas naquele momento senti como se já a conhecesse há imenso tempo, como se ela fizesse parte de minha vida, e senti que isso acontecia também pela parte dela. Havia uma sintonia completa de sentidos e sentimentos. Perguntei: - Vamos passear juntos? - Sim! E como que se fosse um gesto normalíssimo demos as mãos e caminhamos de novo ao longo da praia... nem queria acreditar, eu de mão dada com aquela musa, de quem nada sabia, mas com quem sentia já uma afinidade como nunca sentira por outra mulher. A sua delicada mão, segurava a minha de forma firme e terna, nossos polegares afagavam mutuamente as costas de nossas mãos, sentia a sua pele sedosa e quente me transmitindo o desejo de carinho e atenção. Caminhamos durante uns minutos em silêncio. O Sol estava baixo e não tardava nada ia-se pôr. Parámos e ficamos olhando aquele espectáculo. Os raios da nossa estrela banhavam o oceano, reflectindo tonalidades quentes que aqueciam o coração. Nossos braços se envolveram num abraço ternurento e aconchegante, nossos corpos se encostaram, os olhares se cruzaram... fiquei olhando aqueles olhos negros por momentos, eles falavam... pediam carinho e amor. Lentamente ficamos frente a frente nos abraçando, ela envolvia meu pescoço com seus braços delgados e firmes, eu rodeava a cintura adelgaçada dela com os meus apertando-a ligeiramente contra mim... sentia aquele corpo de mulher sequiosa de amor contra o meu... sentia seus peitos rijos contra o meu, sua barriga colada na minha fazia transparecer sua respiração rápida e nervosa... continuava-mos nos olhando olhos nos olhos... que olhar ternurento... nossas caras foram se aproximando e nossos lábios se encostaram levemente. Senti um frio na barriga, uma onda de sensações inexplicáveis que toldavam toda e qualquer racionalidade que se pudesse impor. Parecia um adolescente apaixonado dando o seu primeiro beijo. E que beijo... nossos lábios permaneceram durante longos segundos encostados leve e delicadamente, nossas bocas se abriram e nossas línguas se tocaram trocando carícias num alegre bailado ao som de uma música imaginária de Vivaldi. Descolamos nossas bocas e nos olhámos profundamente nos olhos, sorrimos qual dois adolescentes enamorados. Ela disse: - Hummm... como eu desejava encontrar-te! - E eu! És tal como eu sempre imaginei em sonhos! - Disse eu. - Beija-me para eu ter a certeza de que não estou sonhando. - Pediu ela. Nossos lábios encontraram-se de novo num prolongado beijo ainda mais apaixonado do que o primeiro, um beijo que se prolongou durante alguns minutos, em que nossas línguas voltaram a dançar. Desta vez de forma mais intensa, mais sensual, em que trocamos novas sensações explorando nossos lábios, sentindo nossas respirações que ficavam cada vez mais ofegantes. Nossas pernas foram desfalecendo e nos deitamos na areia ainda quente, sempre nos beijando. Já deitados na areia, ela de costas e eu ao lado dela, inclinado sobre a sua face, tornamos a nos olhar e a sorrir. Será que era mesmo verdade? Mas eu nada sabia sobre ela assim como ela nada sabia de mim. Mas isso naquele momento era o que menos importava. Algo muito mais importante se estava a passar. Algo tinha nascido e se desenvolvia em nossos corações, em nossas almas em nossos corpos. Naquele momento apenas importava desfrutar disso mesmo, daquilo que crescia em nós. Ela se levantou de forma a ficar sentada ao meu lado e nos abraçamos longamente, num abraço apertado. Minha face estava encostada ao pescoço dela, o seu cabelo esvoaçando fazendo sentir um odor agradável e perfumado. Ela me deu um beijo no pescoço e disse: - O Sol esta a pôr-se. Sem dizer-lhe nada me virei continuando sentado e abrindo as pernas. Ela logo se aninhou no meio de minhas pernas encostando as suas costas ao meu peito. Passei as minhas mãos em volta do pescoço dela e ela as agarrou. Ficamos durante bastante tempo vendo aquele espectáculo do Sol se pondo no horizonte. Durante todo esse tempo ficamos nos acariciando, sentindo nossos mãos, nossos braços, nossas faces... naquela posição, eu também me pude permitir lhe acariciar o pescoço, os ombros e presenteá-la com ligeiros beijos no pescoço e orelhas ao que ela respondia com agrado sussurrando do seu peito alguns gemidos de prazer. Assim que o Sol se pôs ela se virou para mim com um sorriso malandro, estava linda, seus olhos brilhavam como dois diamantes sorridentes, sua boca esgaçava uma alegria e uma sensualidade como nunca tinha visto... atirou-se incondicionalmente para cima de mim me beijando e me fazendo deitar para trás. Ficou por cima me beijando sofregamente. Eu estava já morrendo de desejo de a ter em meus braços, de poder beijar toda ela e poder explorar toda a sua sensualidade mais intima. Minhas mãos começaram a descer pelo seu corpo sentindo as costas delicadas, suas ancas, suas coxas. Ela em cima de mim continuava me beijando, dando ligeiras dentadas nos lábios, beijando-me o pescoço, o que fazia percorrer em mim uma sensação incrível, começou depois a descer e a me beijar o peito, as suas mãos iam abrindo minha camisa e aflorando meu corpo. Seu corpo em cima do meu se esfregava docemente bamboleando como uma rosa ao vento. Minhas mãos subiram e foram ao encontro do peito de minha musa. Não eram muito grandes, mas eram firmes e delicados... ela soltou um suspiro e elevando um pouco seu corpo abriu sua túnica deixando saltar para fora aqueles peitos lindos, branquinhos, com uns mamilos castanhos que faziam um contraste lindo, pequenos e muito bem desenhados. Naquele momento só me passou pela cabeça beijá-los... e como que se ela adivinhasse meu desejo desceu-os sobre a minha face... Uauuuu... nem queria acreditar... mas aquela mulher era demais para mim, eu não merecia tal mulher, tão perfeita, tão querida, tão delicada, tão sensual e sobretudo tão em sintonia comigo. Seria que ela estaria sentindo o mesmo que eu em relação a mim? E como resposta ela apenas disse: - Eu sei que era isso que querias... estou sentindo que não te mereço, és tão querido, tão meigo. - Também tu és um amor, és perfeita, completa... hummm... O peito dela tocou em meus lábios e eu pensei naquele momento que sim, que estávamos em perfeita sintonia de sentidos... hummmm que peito delicioso... A partir daquele momento, se havia algum tabu ele caiu por terra e tudo seria permitido... nos envolvemos, rolamos pela areia... em poucos momentos estávamos desprovidos de qualquer roupa que foi arrancada em delicados volteios... eu só queria beijar todo aquele corpo lindo, sentia em mim toda a volúpia daquela mulher, daquela Deusa. Ela se deitou de costas na areia e com um sorriso me deu a entender que estava ali a minha disposição para eu lhe dar todo o amor que ela merecia. Me inclinei por cima dela e a beijei... beijei e explorei todo o seu corpo com afagos beijos e outros carinhos a que ela simplesmente largava alguns gemidos de prazer, de êxtase. Não sei quanto tempo se passou enquanto a amei... mas levantando os olhos reparei que já era noite e apenas tínhamos as estrelas nos iluminando e a lua começava a aparecer timidamente no horizonte sobre o mar. Não se via ninguém a praia estava completamente deserta... ela nesse momento aproveitou para me dizer: - Sinto-me tão bem, não quero que este momento termine nunca! - Assim o espero também amor! - Disse eu - Amor!... é isso.. acho que também és o meu amor! Retorquiu ela. Sorrimos e foi então que nos abraçamos mais intensamente e rolamos de novo pela areia... ela ficou por cima e sorrindo com um ar de garota apaixonada me começou a beijar o pescoço, o peito... até que não aguentamos mais... Fizemos amor durante bastante tempo... experimentamos várias posições e terminamos numa em que eu estava sentado e ela de frente para mim sentada em meu colo rodeando minha cintura com as suas delicadas pernas, nos abraçando e nos beijando... atingimos o êxtase em simultâneo e ficamos durante minutos muito quietos bem agarradinhos sentindo em uníssono o forte bater de nossos corações, nos beijámos suavemente... Eu estava incrédulo com toda esta situação, nem queria acreditar que tudo aquilo se tinha passado, que finalmente tinha encontrado a mulher dos meus sonhos... e daquela forma... completamente surrealista... mas meu coração rejubilava de felicidade. Os olhos de minha amada também transpareciam aquilo que eu estava sentindo... nunca até então tinha visto uns olhos tão meigos, tão cheios de ternura... - Amo-te como nunca amei ninguém... até tenho medo! Disse-lhe eu. - Amor, não tenhas medo, eu há muito que também já te conhecia de meus sonhos, só não sabia é que existias. Mas agora que te encontrei nunca mais te deixarei. Ainda na posição em que estávamos nos abraçamos com mais força e olhando para cima vimos em simultâneo duas estrelas cadentes que deixavam o seu rasto no firmamento vindo em nossa direcção como que nos abençoando. Formulamos então um desejo... um desejo secreto que tinha a ver com o nosso futuro. Sorrimos um para o outro, olhamos o mar que reflectia a luz prateada da lua que já ia alta, e num momento nos pusemos de pé correndo de mão dada para dentro de água. Mergulhamos, demos umas braçadas... aquela água fria retemperou nossas forças sem arrefecer, porém, nossos corações, que de novo dentro de água se juntaram num renovado abraço de paixão. Nossos corpos nus se uniram de novo num bailado ajudado pela ondulação. Um beijo salgado... aquela boca na minha... aquele pescoço sensual me despertou novamente sensações voluptuosas... e nos amamos de novo dentro de água ao sabor da ondulação... nossos corpos mantinham-se unidos como se fosse um só corpo... ela entrelaçou as suas pernas a minha cintura e se agarrou ao meu pescoço, eu a segurava pela cintura... nossas bocas mantinham-se coladas num apaixonado beijo... Eu estava delirante, e sentia que ela também, nunca nos teríamos imaginado naquela situação, fazendo amor dentro de água, numa praia deserta em plena noite, tendo como testemunhas simplesmente... milhões de estrelas e uma lua em quarto crescente, que mais parecia estar sorrindo com a nossa felicidade. Voltamos de novo para a areia onde nos deitamos lado a lado de mão dada vendo as testemunhas de nosso amor cintilando, tal como nossos olhos cintilavam de tanta satisfação. - Amo-te muito. Disse-me ela. Eu sorri e olhando aqueles olhos meigos não resisti, puxei-a para mim e dei-lhe um beijo, sussurrando-lhe de seguida: - Finalmente encontrei a felicidade. Ela deitou parte do seu corpo sobre o meu, descansando a cabeça no meu peito. Fechou os olhos enquanto eu observava as estrelas sentindo o perfume de seus cabelos, agora já um pouco misturado com o odor salgado do mar. Passados uns momentos senti que ela tinha adormecido, afinal não admirava nada, a noite já ia bastante avançada e passamos aquelas ultimas horas ardendo em paixão, fazendo amor, era natural que o cansaço a tivesse vencido. Eu também me sentia sonolento e fechei os olhos tendo o cuidado de a aconchegar um pouco mais para mim. Adormecemos embalados pelo som do mar... Nem sei o que sonhei, pois meus sonhos tinham todos se tornado realidade, já nada havia para sonhar. Acordei com o Sol me fustigando a face. Pensei... mas que é isto? Onde estou? Sim, já me lembro, minha Deusa... sou um homem feliz, ela está aqui comigo... procurei com minha mão... abri os olhos... NÃO... onde está o meu amor?... não a via em lado nenhum... olhei o mar, não fosse ela ter-se ido banhar... mas também não estava lá... Fiquei atónito... Não podia ser... ela tinha-se desvanecido... Comecei a procurar vestígios... Eu ainda estava nu, minhas roupas estavam a cerca de 5 metros do local onde me encontrava... mas mais nada. Procurei marcas na areia que me dessem alguma pista, que me ajudassem a confirmar que era verdade, que efectivamente se tinha passado algo, mas a maré tinha subido e tinha apagado qualquer marca que tivesse existido. Olhei de novo em volta e nada... um completo deserto. Apenas se viam algumas gaivotas passeando-se pela areia. Vesti meus calções e enfiei a camisa sem a abotoar. Sentei-me na areia desolado, pensando no que teria acontecido. Será que ela se arrependeu e decidiu desaparecer? Será que eu fiz algo que ela não gostou? Ou será que tudo não passou de um sonho? Acabei chegando á triste conclusão que tudo tinha sido um sonho, um maravilhoso sonho em que mais uma vez a minha Deusa me tinha visitado. Aquela mulher realmente só poderia existir em sonhos... resignado com a minha triste sorte levantei-me e fui caminhando em direcção a minha casa. Quando lá cheguei fui tomar um duche e qual não foi minha surpresa quando vi marcas em meu corpo que não tinha antes... marcas de chupões no pescoço e nas costas uns arranhões que logo me lembraram dos momentos de amor que passamos... Afinal não foi um sonho... Algo me fez ter um pressentimento... Como louco corri a revirar a minha roupa em busca de algo... no bolso de minha camisa encontrei um pedaço da túnica que ela trazia vestida onde estava escrito com um pedaço de carvão: - Amo-te. Eu existo mesmo. Espera por mim, pois ainda não era o momento. Estava assinado:
Uma mulher que te ama... se ela estiver por ai

giovanni40@hotmail.com

diz-me algo

A MULHER A DIAS


«Na minha adolescência ia trabalhar a casa uma mulher a dias; chamávamos-lhe a “Besoura”; talvez por falar muito; deveria ter uns 40 anos; era para o cheio e com umas grandes mamas.

Um dia fui até ao quintal onde ela estava a dar comida às galinhas. Ficámos um pouco à conversa; no galinheiro, enquanto as galinhas iam comendo o milho, o galo resolveu dar uma galadela.

Voltei para a cozinha; passado algum tempo apareceu ela. Conversa para aqui, conversa para ali e diz-me: “o menino gostava de fazer como o galo?!”; “se tivesse uma galinha” respondi-lhe. De imediato, por cima das calças, começou a mexer-me no caralho; fiquei um pouco indeciso em deixar, mas soube-me bem. Vendo a correspondência, da minha parte, meteu a mão dentro das calças e tirou-o já bem teso. Ao mesmo tempo pôs-me a mexer-lhe nas grandes mamas. É claro que eu estava cheio de tesão ( como ainda hoje fico sempre que me lembro deste episódio ). Pôs-me cuspo na ponta do caralho e bateu-me uma punheta; vim-me de imediato; lambeu-me o caralho, “para limpar”.

Pediu-me para lhe meter a mão debaixo das saias e mexer-lhe nas cuecas; à medida que a minha mão ia descendo, as pernas dela iam-se abrindo; bem no meio das pernas tinha as cuecas todas molhadas.

Deitou-se em cima da mesa da cozinha de barriga para cima, dobrou as pernas, empurrou-me a cabeça para debaixo das saias e disse-me para lhe morder as cuecas; era mesmo bom aquele cheiro e sabor; a seguir mandou-me pô-las para o lado e lamber-lhe a cona; foi a cona mais peluda que me lembro de ter visto; com as mãos abriu-a bem, mostrando-me o seu interior rosado e molhado; então foi-me dizendo como devia fazer para lhe dar prazer; disse para lhe pôr saliva; de seguida fui-lhe passando com a língua de baixo para cima, chupei-a, mordisquei-a, passei-lhe com a língua no clitóris; ela estava a ficar muito excitada; mandou-me molhar-lhe o cú com saliva e meter-lhe um dedo bem fundo enquanto lhe enfiava a língua o mais fundo que podia na cona; voltei a chupar o clitóris e rapidamente atingiu o orgasmo; foi a minha primeira vez e soube tão bem. Foi um belo baptismo.

Com ela outras aconteceram; umas parecidas, outras com novas variações mas essas ficarão para contar noutra vez.»

A Mae do meu Colega


Passo a apresentar-me, meu nome ficticio é didi.tenho 17 anos e aconteceu-me uma coisa que sempre sonhei, talvez por ouvir os outros falar não sei. a mae de um dos meus colegas, uma quarentona loiraça, bem constiuida, rabinho empinado e gostoso, estatura média e muito simpatica, já me tinha convidado para ir varias vezes la a casa, mas por falta de confiança nao fui.numa festa do seu filho, eu claro la estava e ela fez-me um aparte cm se me fosse dizer alguma coisa importante puxou-me mas nao disse nada demais.os meus amigos falavam que ela gostava de provocar, tendo um deles a apanhado nua a vaguear pela casa, mas nunca me acreditei.certo dia ia para a escola a pé, eis quando vejo um carro a parar e a apitar. Era ela, linda e gostosa cm sempre, perguntou-me para onde ia e fez questao de me levar até À escola. entrei no carro e fomos conversando, falei-lhe da escola e de mais algumas coisas sem importancia.de repente ela para e disse que se esqueceu de uma coisa em casa. perguntou-me se tinha pressa e disse-lhe que não. fui com ela a casa e ja tinha saido toda a gente, estavamos sós e eu morria de tesão por aquela senhora tão distinta e ao mesmo tempo tao vagabunda.saimos os dois e entramos em casa, ela subiu e foi a um dos compartimentos da casa. eu q quase explodia de tesão fui á casa de banho e deixei a porta entre aberta . ela desceu passa olha e ve o meu penis erecto a erradiar calor. mas finge nao reparar. pensei logo que tinha perdido todas as hipoteses.entramos no carro e arrancamos. reparei q nao iamos em direcçao á escola e ela começou a falar nas minhas namoradas, se tinha uma e eu disse q no momento nao, ela disse que pena pq eu era tao bonitinho cm um sorriso maroto.foi ai que o meu tesao subiu, e ela repara no temanho do pau debaixo das calças e diz: és bem abonado, pelo que vi lá em casa.ai explodi, passei-lhe a mao entre as coxas recebendo dela uma resposta satisfatoria. ai o malandreco. pára o carro num sito deserto e manda-me rebater o meu banco. depois disso salta-me para cima e beija-me.de tanto tesao liberto o meu mastro e cutucava-lhe o cu de uma forma louca. ela pára e chupa-me o cacete cm tanta gula que parecia querer engoli-lo e em 5 minutos vim_me todo. para me recompor chupei-lhe o grelinho, ela desfazia-se em gemidos e prazer. o seu liquido vaginal era mel para a minha boca. num estado de extase manda-me penetrá-la, penetrei-a em varias posiçoes e ate em cima do capô, ela gemia cm uma cadela e pedia o pau todo. depois meti-lhe no seu cuzinho de sonho umas quantas vezes e vim-me no seu cu. a partir dessa altura mantemos uma relaçao de sexo muito intenso.

O Despertar Sexual


Este relato é verdadeiro. Passou-se há cerca de 2 Anos. Desde essa altura, a nossa vida mudou radicalmente.
Estavamos casados há 6 anos. O Fernando é um homem maravilhoso que toma conta de mim tanto emocionalmente como financeiramente e por isso nunca me tinha passado pela cabeça enganá-lo. No entanto, a minha promiscuidade começou quase por si só, sem nenhuma acção premeditada da minha parte. Antes de avançar mais, dexem-me falar-vos um pouco sobre mim.
Chamo-me Carla, tenho 32 anos e vivemos no Porto. Tenho 1,73 de altura e peso 52 kg. Tenho cabelos loiros, olhos castalhos clarose pode-se dizer que tenho um corpo muito bem feito, á custa de muito exercicio. O Fernando é Director de Marketing de uma Farmaceutica. Eu tenho uma Licenciatura em Matemática aplicada, mas como o Fernando ganha muito bem, prefere que eu não trabalhe e eu não me importo muito, ainda pensei em dar aulas, mas desisti da ideia.
Como eu disse, há cerca de dois anos deram-se os eventos que iriam mudar a nossa vida por completo.
Numa sexta feira, estava ele em Milão, numa viagem de trabalho, ligou-me por volta das 21:00 muito aflito poerque se tinha esquecido de colocar no correio uns documentos importantes para o chefe dele. Como o chefe (Pedro) mora perto de nossa casa, pediu-me para ir lá a casa entregar-lhos pessoalmente. Assim fiz. Peguei na pasta e fui a casa do Pedro. É uma vivenda com um jardim grande e com uma zona nas traseiras muito bonita, com piscina. Cheguei a casa dele e toquei á campainha do portão uma série de vezes. Como ninguém me respondia e o portão está só encostado, resolvi entrar e procurar outra entrada nas traseiras. Ao circundar a casa, vi á distância duas pessoas junto á piscina. Aproximei-me mais um pouco e vi o Pedro deitado numa espreguiçadeira e uma loira completamente nua, para aí com 20 anos ajoelhada ao lado dele a chupar-lhe o caralho O corpo do Pedro é quase perfeito. Musculado e moreno. A loira continuava a chupar-lhe com todo o empenho e ele estava a gostar. De repente, o Pedro tirou-o da boca dela, virou-a de costas para ele, ela colocou-se de gatas e ele montou-a, espetando com muito vigor.
Eu nuca tinha visto outro casal a foder e estava, por isso, completamente hiptotizada. Recuei mais um bocadinho, com medo que eles me vissem e fiquei á espreita a ve-los foder. Quando ela parecia que ia ter um orgasmo, ele inclinou-se, agarroua pelos cabelos e puxou-a para trás, fodendo com toda a força. Foi o sufciciente para ela explodir num orgasmo que se deve ter ouvido em toda a vizinhança.
Assustada, fui-me embora para casa. Nessa noite não conseguia parar de pensar no que vira. Na manhã seguinte, fui novamente a casa do Pedro para lhe entreguer os documentos, o Fernando dissera que era importante que ele os recebesse ainda naquele fim-de-semana. Mais uma vez fui pelas traseiras, desta vez com medo (ou excitação) do que ia encontrar. Podem imaginar o meu alivio quando vi o Pedro sozinho. Estava sentado numa das meses, com um roupão branco, a ler o Expresso e a tomar o pequeno almoço. "Bom dia Pedro!", disse eu, "Estás bom? O Fernando pediu-me para lhe entregar estes documentos". "sim, ele falou-me", disse ele. Equanto ele me cumprimentava, só conceguia pensar na cena da noite anterior.
"Por favor, sente-se e beba um cafá comigo, enquanto analiso os documentos..."
"Tenho mesmo que ir, desculpe..." comecei eu a dizer, mas ele interrou-me "por favor, insisto..."
Não tive outro remédio senão aceitar, e sentei-me em frente a ele a beber um café. Quando ele se sentou e pegou nos documentos, o seu roupão abriu um pouco e ficou a ver-se o seu caralho. Nunca tinha visto um caralho tão grande e tão bonito. Tentei virar a cara e controlar os meus instintos, mas só me conseguia lembrar da noite passada. Estava a sentir uma "comichão" caracteristicas no meio das pernas e estive uma eternidade a olhar directamente para o seu caralho, não ouvindo nada do que ele dizia.
De repente ele levantou-se, deixando cair o seu roupão. Quase me engasgava ao ver o que ele estava a fazer, mas fiquei imóvel a olhar para ele. Deu um passo em frente e o seu caralho ficou a um palmo da minha cara. Pegou nele e levou-o aso meus lábios. Esafregou-o nos meuslábios e depois recuou.
"Vá lá, não doi nada...", disse ele enquanto o esfregava mais uma vez nos meus lábios. Eu, lentamente, levei a minha mão ao seu caralho e abri os meus lábios deixando-o introduzi-lo na minha boca. Nunca tinha sentido uma caralho na minha boca, nem o do Fernando. Venho de uma familia conservadora católica e não era coisa que me passasse pela cabeça. Senti-lo na minha boca era inebriante. Nunca tinha chupado um homem, mas por alguma razão não conseguia resistir ao Pedro. Ele colocou ambas as mãso na minha cabeça e começou um vai vém constante.
Tinha que admitir a mim mesma que não só ia deixar este homem possuir-me como oqueria ardentemente. O meu corpo parecia que estava a arder a medida que ele ia e vinha dentro daminha boca, como se tratasse da cona de uma puta. Eu estava maravilhada com a sensação da pele sedosa e das veias do seu caralho, e pensava porque tinha resistido ao Fernando tanto tempo. Passado pouco tempo, o corpo do Pedro ficou tenso e o seu caralho começou a disparar jactos de esporra directamente na minha boca. O meu corpo tremeu e tive o primeiro orgasmo da minha vida que foi não provocado pelo contacto físico com a minha cona. Depois de lamber o seu caralho até á última gota, ele levantou-me e sem dizer uma palavra, deu-me um beijo na minha boca cheia de esporra. Nuca um beijo me soube tão bem. Enquanto me beijava, desapertou-me a blusa e o soutien.
"ohh não, merda!" disse eu, enquanto ele me deitava no chão e me tirava a saia e as cuecas.
"Estás pronta", perguntou ele enquanto guiava o caralho para o meio das minhas pernas.
"Por favor Pedro, não deviamos..." murmurei eu, enquanto a minha cona ia á procura do seu caralho. Pensei no Fernando e sabia que era tarde de mais. Estava tão excitada que a minha cona estava literalmente encharcada e parecia que tinha um iman para o caralho do Pedro. Ele facilmente entrou em mim e com uma só investida enfiou metade do seu enorme caralho.
"Ohhhhhhhh, foda-se!" gritei enquanto tinha uma especie de convulsões. Nunca tinha sentido um caralho tão grande e tão grosso e ainda só tinha enfiado metade. Na sua próxima investida, enterrou-o por interi e tive o maior orgasmo da minha vida "Ohhhhh, Meu Deus Pedro, estou-me a vir...foda-se!!!!".
Ele inclinou-se e deu-me um beijo. Eu não queria acreditar no que estava a acontecer. Após ser completamente fiel ao meu marido, aqui estava eu deitada, a deixar que o seu chefe (e logo o chefe!), enterrasse o seu caralho no meu buraco esfomeado.
"Foda-se! És uma mulher muito quente!" á medida que me fodia cada vez mais depressa, "o Fernando é um homem de sorte".
Fodeu-me com força durante mais uns minutos e depois veio-se mais uma vez, desta vez dentro da minha cona. Era como se eu fosse a sua escrava da foda. Passei o resto do dia em sua casa. Ele fodeu-me de todas as maneiras e feitios. Quando a noite chegou, eu era dele completamente. Eu sabia que faria o que lel quisesse, desde que ele me satisfizesse com o seu caralho maravilhoso. Só cheguei a casa por volta das 5 da manhâ de domingo e passei o dia inteiro no sofá a pensar no dia anterior.
Não fiquei muito surpreendida quando o meu marido telefonou a dizer que apareceram mais uns problemas e que teria de continuar em Milão mais duas semanas. Disse-me ainda que sem saber porquê, o Pedro o tinha promovida a Director de Marketing para os Assuntos internacionais e que por isso iria ter que viajar mais vezes. Porque será?...
AS nossas aventuras começaram aqui, mas fica para a próxima...
Beijinhos

Carla e Fernando
(fernantomor@hotmail.com)

Comi minha Cunhada


Olá a todos. Como sabem sou do Porto, Portugal e um trintão bem parecido.
Mas melhor é o meu pau, de 20 x 06cm.
Um dia destes a minha cunhada Paula, que tem 32 anos, bem feita, um pouco forte (já é mãe de 2 filhos), mas tem um cu e umas mamas espectaculares, ligou para minha casa, moramos a cerca de 1 km, e me pediu para ir a sua casa já que tinha uma torneira com fuga de água e não percebia nada daquilo.
Perguntei pelo meu cunhado e ela me disse que ele tinha ido para a semana de campo (é militar) dar instrução.
Disse-lhe que demoraria cerca de 15 minutos já que teria de me vestir.
Meia hora depois cheguei, já eram cerca das 23 horas, toquei à campainha e ela veio abrir a porta já em camisa de dormir transparente.
Estava de soutien e de calcinha um pouco diminuta para um cú tão bem avantajado.
Cumprimentamo-nos e perguntei pelos pequenos e aí ela me disse para fazer pouco barulho que já estavam a dormir.
Fui ver a torneira e o problema foi resolvido em 5 minutos.
Ela ofereceu-me um café e um whisky, que aceitei, e fomos para a sala de estar e me sentei no sofá.
Como já sou casado com a irmã dela há 16 anos, temos bastante confiança e amizade para conversas mais picantes, mas nunca me tinha passado pela cabeça que acontecesse algo entre nós.
Comecei por lhe perguntar como ia fazer durante uma semana sem homem, já que sei que ela adora sexo e por vezes o meu cunhado queixa-se que ela está sempre pronta e ele como vem cansado do quartel, nem sempre tem vontade.
Ela respondeu que enquanto tivesse dedos não tinha problemas, já que era deste modo que resolvia muitas vezes o seu problema, mesmo com o marido em casa.
Depois veio a pergunta que levou a situação para diante, perguntei-lhe se não tinha vergonha de estar a mostrar o corpo a mim (e eu farto de a ver em bikini na praia) com camisa transparente.
Ela respondeu-me se não gostava do que estava a ver e eu disse-lhe, que se estivesse a ver tudo, tudo bem, mas como não estava a ver mais do que já tinha visto muitas vezes, não tinha que gostar ou não gostar.
Perguntou-me se queria ver mais; claro que lhe disse que se ela quisesse mostrar não me faria rogado.
Estava eu a pensar que ela brincava. Para meu espanto tirou logo as cuecas.
Tive logo a visão de uma coninha com pentilheira preta (pouca) e gordinha.
Perguntou se queria ver mais. Respondi que sim e ela de imediato tirou o soutian, e ficou com as mamas grandes e erectas (fiquei pasmado já que como disse tem dois filhos).
Voltou a perguntar se gostava e disse-lhe que se não tirasse a camisa de dormir, apesar de transparente, parecia que estava a olhar para uma radiografia. Ela tirou-a logo.
Sentou-se ao meu lado no sofá e disse-me que já há muitos anos me queria ver nu.
Tirei de imediato toda a roupa. Já estava com o pau duro como uma rocha.
Começamos a beijar-nos. Ela tem uns lábios grossos, maravilhosos.
Beijei e chupei as mamas e aquela cona faminta e rechonchuda. Estava toda húmida. Comecei a meter-lhe um dedo no cu e ela reclamou, dizendo que nem o marido lhe tinha mexido naquele buraco.
Disse-lhe que com a idade dela, já era tempo de experimentar. Não me respondeu, o que me fez acreditar que estava de acordo.
Foi a vez dela me mamar a pica dura. Fez-me uma mamada monumental, e como não sou herói 5 minutos depois já me estava a vir na sua boca, sequiosa, já que não verteu nem uma gota.
Coloquei-a na posição de mama-papa e comecei a meter o meu pau lentamente naquela cona maravilhosa (que sorte que o meu cunhado tem) e veio-se várias vezes. Mudamos de posição e ficou na posição de quatro, ela sentada no colo, até que me voltei a vir.
Fizemos uma pausa com beijos e começamos um 69 maravilhoso, chupava-lhe a cona e fui enfiando primeiro um, depois dois e até meter o terceiro dedo naquele cu, até que meu pau levantou outra vez.
Disse-lhe que a iria enrrabar. Pediu-me que não a aleijasse, já que a minha mulher lhe tinha dito que eu por vezes a aleijava.
Para que fosse ela a controlar a dor, pedi-lhe que fosse ela a meter e coordenar, então que se sentasse em cima de mim, que metesse devagar e que fosse respirando lentamente.
E ela assim fez, não sem ter dado uns gemidos, mas ao fim de 2 ou 3 minutos o meu pau estava todo metido dentro daquele cú fantástico. Ela começou a fazer os movimentos acima e abaixo até que gozou. Ficamos naquela posição quase 10 minutos quietos e com o meu pau dentro do cú dela.
Pedi-lhe então para ficar de quatro e comecei a meter e tirar tudo fora, até que me decidi a foder-lhe a anilha como se estivesse a comer-lhe a cona. Ela delirava de dor e prazer.
Por fim inundei-lhe o cu com todo o leite que saiu. Ela de seguida chupou e lambeu a minha pica até ficar completamente limpa, dizendo que era para que a irmã não desse conta que a tinha comido.
Voltei para casa e minha mulher me perguntou o porquê de ter demorado tanta, respondi-lhe que depois de ir a casa da irmã tinha ido beber um copo com uns amigos.
Claro que ela acreditou e nunca lhe passou pela cabeça que eu fodi a sua irmã.
Caso tenhas gostado do meu relato verídico e queiras ter uma experiência destas comigo, envia e-mail para:

empresárioporto@msn.com

16 de Maio de 2008

A Gerente do meu Banco


Segunda-feira, mais uma semana começando e ia ser difícil aguentar. A presidência da empresa me pressionando para baixar custos, a empresa vendendo pouco e ainda por cima, era a semana de pagar os funcionários..." vai ser foda"...pensei... Minha secretária me lembrou da visita da gerente de banco que já estava me enchendo o saco há vários dias...de tanto insistir, marquei um horário com ela naquela manha, às onze horas...era um horário corrido, no fim da manhã e pensei em dispensá-la logo, como faço com a maioria dos gerentes que vinham aqui. No horário marcado, a secretária me avisou que ela tinha chegado. Deixei-a aguardando um pouco e preparei minha sala, colocando a cadeira de visitas um pouco afastada da minha mesa...sempre faço isso, pra ver de longe a reacção das pessoas e saber se têm classe ou não...confesso que não tinha muita expectativa com aquela visita... eu estava assentado na minha cadeira, lendo um relatório quando ela abriu a porta e se apresentou... levantei o olhar, de baixo pra cima e logo vi um sapato feminino social muito lindo, anunciando que a mercadoria deveria ser muito boa...do sapato, vi um lindo par de pernas, bem bronzeadas pelo sol...continuei subindo o olhar e vi uma saia justa, azul escuro, que fazia parte de um tailleur, tudo isso com uma blusa de seda branca e transparente, que mostrava o contorno do soutien meia-taça segurando um lindo par de seios...prá completar, vi um lindo rosto de uma mulher adulta, lá pelos seus 35 anos, cabelos castanhos na altura dos ombros e um sorriso largo, bonito e sensual. Fiquei impressionado com a beleza e simpatia daquela mulher mas tentei disfarçar...com muita frieza convidei-a pra assentar e aguardar um pouco, enquanto acabava de ler o relatório...ela assentou e pude sentir o seu perfume, uma fragrância suave e discreta, sem exageros. Começamos a conversar, seu nome era Valéria e ela se mostrou uma profissional competente e inteligente...ela conversava olhando nos meus olhos, estava com as pernas cruzadas e nas poucas chances que tive, não perdi a oportunidade de olhar aquelas coxas grossas e roliças. Numa dessas olhadas, ela percebeu mas continuou falando, explicando os pontos positivos do seu banco, a proposta q tinha para minha empresa, essas coisas de gerente, sempre falando que o seu banco é o melhor do mundo...de repente, ela se inclinou para me entregar um documento e os outros papéis que estavam no seu colo caíram no chão...ela descruzou as pernas para pegar os papéis e, de relance, pude ver directo na sua virilha e pra minha supresa, ela estava sem calcinha... engasguei na hora e ela na maior classe, apanhou os papeis no chao e cruzou as pernas de novo...notei q ela fazia uma carinha de satisfação, daquelas assim bem safadinha, mas não deu nenhuma chance e continuou conversando sobre a abertura da conta...a partir daquele momento, concordei com tudo o q ela falava...aceitei a proposta do banco e falei, cheio de 'sétimas' intenções, q íamos fazer bons negócios e q seríamos bons parceiros...ela levantou-se, apertou minha mão e despediu-se... ela foi andando até a porta e pude ver sua bunda, bem desenhada e apertada naquela saia...realmente um tesão de mulher... A imagem daquela xoxotinha atrevida ali na minha frente, me provocando bem na minha sala, não me saiu da cabeça. Comecei a imaginar uma forma de transar com aquela mulher de qualquer jeito. Mandei meus funcionários prepararem a documentação para o banco e no dia seguinte liguei para ela. Valéria me atendeu, com uma voz muito sensual e bem receptiva...disse que ela poderia pegar a documentação na sexta-feira e sugeri um almoço, porque ainda tinha dúvidas em alguns pontos da proposta...ela aceitou a sugestão e marcamos o horário. Fiquei ansioso até na sexta-feira...aquela mulher tinha mexido comigo... mas eu já conhecia o estilo dela, mulher esperta, bonita e gostosa, que recebe cantada a toda hora; daquelas que detonam os homens, os deixam arrastando e implorando por ela...eu tinha q ser diferente, não poderia agir como um babaca com ela...eu tinha só uma chance e não poderia errar o tiro... No dia do almoço, nos encontramos no restaurante e ela já estava lá, no horário marcado. Tentei ser o mais informal possível, prá quebrar o gelo. Antes dos negócios, fizemos o pedido, tomamos um vinho e ficamos conversamos amenidades. Valeria se mostrava bem receptiva, e fora da 'fantasia' de gerente, ela era uma mulher super agradável...me disse que já estava no mercado financeiro há muitos anos, separada, sem filhos, 36 anos e uma alegria e disposição muito grande; fazia esportes com regularidade, gostava de mergulhar, viajar e praticava ténis; por uma incrível coincidência, dessas que só acontecem em filmes e novelas, ela frequentava o mesmo clube que eu, apesar de que eu não ia no clube há muito tempo...depois do almoço, falamos de negócios, concretizamos a abertura da conta e nos despedimos. Depois daquele dia, nós conversávamos sobre negócios diariamente por telefone, e gradativamente fomos ficando mais íntimos, mais 'amigos'. Alguns meses depois, combinamos de nos encontrar no clube; ela ia participar de um torneio amador de tênis. No dia do torneio, fui ao clube para vê-la. Apesar de não gostar de tênis, fiquei lá, olhando a bola passar de um lado pra outro...ela começou a jogar e fiquei só olhando suas pernas e seu corpo; ela usava aquelas saias brancas pequenas e estava com o cabelo preso, parecendo uma menininha sapeca e atrevida. Depois do jogo(ela perdeu feio), fomos para a piscina e finalmente pude vê-la de biquini... realmente, melhor do que eu esperava...ela usava um biquini rosa, bem pequeno, que mal cobria seu corpo...deu pra ver os seios lindos e firmes, a barriguinha durinha, a 'testa' estufada e a bunda redonda, assanhada e em forma de coração; ficamos conversando, tomando cerveja e caipirinha...convidei-a para sair logo mais à noite...queria sair pra dançar e atacar essa 'fera' de qualquer jeito...ela topou. Fomos embora, cada um no seu carro e fiquei de pegá-la na sua casa às dez e meia. À noite ela estava simplesmente deliciosa...usava um conjunto de saia e blusa, cor preta, que marcava o seu corpo mas não a deixava vulgar; a blusa era diferente, um decote ousado, uma alça bem fina, que contornava os ombros com suavidade e mostrava as costas; a saia deixava a bunda arrebitada, saliente e não aparecia marca nenhuma da calcinha...os cabelos soltos, bem selvagem, uma maquiagem leve e discreta; usava um outro perfume, uma fragrância cítrica/madeira que realmente combinava com ela naquele momento. Estava com uma sandália tipo tamanco, com salto médio, delicadamente sensacional. Na boate, nós dançamos bastante, bebemos à vontade, sem exagerar , e senti que naquela noite ela não me escapava...quando tocou uma música mais sensual, dançamos mais juntos e pude tocar no seu corpo...peguei nas suas costas e cintura, senti os seios sendo pressionados no meu peito...ela estava leve, dançando no ritmo da música e ficou de costas pra mim, rebolando e segurando meu pescoço...eu apertava sua cintura, passei a mão na sua bunda, beijava seu pescoço e esfregava de leve meu cavanhaque na sua nuca e pescoço.. sentia o cheiro daquele perfume delicioso...meu cacete endureceu na hora, ela sentiu e pressionava a bunda no meu pau...estava um clima delicioso...a música, aquele efeito gostoso da bebida, uma mulher maravilhosa comigo e eu sentindo aquele corpo todo nas minhas mãos...ela virou-se e nos beijamos ali mesmo, ainda dançando e acompanhando o ritmo da musica...senti a sua língua macia, passeando nos meus lábios e entrando de leve na minha boca...eu mordia com carinho os seus lábios, explorava sua boca e passava a língua no céu da sua boca...foi um beijo delicioso, daqueles com muito tesão e vontade...fomos para um canto da boate e continuamos no maior 'amasso'...eu falava no seu ouvido o quanto ela era bonita, inteligente e feminina; eu a elogiava com sinceridade, falava tudo o que estava sentindo e ela me abraçava, dizendo também que estava no maior tesão por mim, disse que não esperava muita coisa comigo, que não gostava de relacionar com 'clientes' mas que eu agi diferente, sem se expor pra ela ou seja, ela disse que eu soube conquistá-la...aquilo pra mim foi demais, minha 'tática' tinha dado certo...ainda abraçados, falei que queria fazer amor com ela... ela entendeu a mensagem e apenas me beijou, com mais intensidade e vontade... foi a senha... Saímos dali directo para o motel, sem escalas.. no transito, eu fiquei passando a mão nas suas coxas, apertava os seios, bolinava seu clit...e mais uma vez ela estava sem calcinha...chegando no motel, caímos na cama e ela por cima de mim, me beijava e deixava os cabelos caírem no meu rosto...no espelho em cima da cama eu via a cena, a sua bunda grande e arrebitada, a saia embolada na cintura e a sandália no pé...eu tirei os seios pra fora, os biquinhos duros e entumescidos, com a blusa esticada fazendo um grande esforço pra segura-los...chupei e molhei apenas o biquinho com a ponta da minha língua e fui escorregando a língua em toda a extensão dos peitinhos...ela rebolava a cintura sobre meu cacete e gemia igual a uma gatinha...com os peitinhos ainda na boca, alcancei sua bunda com as maos e apertei...uma bunda firme e macia, dura mesmo...dava uns tapinhas de leve e continuava mamando no biquinho dos seios...eu queria me livrar das minhas roupas mas ela disse que ainda não...ela queria simular uma situação que aconteceu com ela há uns meses atrás...eu topei a brincadeira e queria pagar pra ver...ela levantou-se, se arrumou e falou pra mim levantar também...assentei na cadeira do quarto, ela pôs a mesinha na minha frente e a outra cadeira do outro lado...na hora lembrei qual era a situação...ela sem dizer nada, veio andando pelo quarto de uma forma bem sacana e assentou-se na minha frente...se apresentou novamente e disse que queria abrir a conta da minha empresa...ela cruzava e descruzava as pernas só que dessa vez me mostrando a xoxota sem pudor...me perguntou se estava gostando do que via e eu sem palavras, só respondia afirmativamente com a cabeça...ela levantou-se, pôs as mãos sobre a mesa, se inclinou mostrando os seios e disse que para abrir a conta, eu tinha que provar se o banco realmente era bom.....gostei daquilo...ela virou de costas e olhando pra mim com cara de puta, tirou a saia bem devagar...ela colocou a bunda na mesa e me mandou verificar a 'proposta'...eu meio bobo, passei a mão na sua bunda e ela se inclinou mais; pude ver o cuzinho rosado, lisinho e a buceta melada...aquilo me deixou louco...ela entao tirou a blusa e ficou de pé, na minha frente...me perguntou se o banco era bom pra fazer investimentos e se eu queria fazer alguma aplicação...eu finalmente entrei no clima da brincadeira e perguntei qual era a melhor aplicação no momento...ela me disse, fazendo um biquinho sem-vergonha e com voz sacana: "aplique em tudo, e principalmente 'fundos' "...foi demais....levantei-me igual a um leão, derrubei a mesa, peguei-a pela mão e empurrei-a na cama...abri suas pernas e comecei a chupar a xoxota, sugando com vontade e provando o líquido... respirei um pouco e alcancei o grelinho, naquele momento todo estufado e molhado...lambi gostoso, passando a lingua com vontade...enfiei um dedo na xota e continuei chupando o grelo...ela rebolava na minha boca, gemia e chupava seus proprios dedos...empurrei suas pernas pra trás e o cuzinho se apresentou na minha frente...eu lambia a buceta e puxava o melado para o cuzinho...comecei a lamber o cuzinho, em movimentos circulares...com a língua igual a uma seta, provocava o botãozinho dela e subia mamando até o grelo, além de raspar meu cavanhaque na parte interna das coxas...ela berrava naquele momento, dizendo que ia gozar na minha boca...aumentei o ritmo, concentrei a chupada do grelo e mantive um dedo dentro da buceta e outro forçando a entrada do cú, só esperando a gozada dela...ela começou a tremer, em espasmos que nunca tinha visto, pressionou a buceta mais forte na minha boca...gritando e gemendo, ela gozou forte e eu senti meu dedo sendo mastigado por sua buceta... Ela respirava ofegante, parecendo estar sem ar...levantou-se e me beijou, lambendo todo o seu melado nos meus lábios e cavanhaque. De uma vez, ela abriu minha camisa, fazendo com que os botões voassem longe...com muito carinho e vontade, ela beijava meu pescoço, lambia minha orelha e ficava passando a mao no meu peito e na minha barriga...com as duas maos no meu pescoço, ela me beijou fundo, chupando minha lingua com vontade... tirou meus sapatos, abriu minha calça e ficou acariciando meu cacete por cima da cueca...me disse pra ficar na beirada da cama e ficou de quatro com a cabeça no meu colo...ela esfregava o rosto nas minhas coxas e cheirava meu saco...arrancou a cueca e o meu pau saltou pra fora e ficou balançando na frente dela...ela sem por a mão, colocou a cabeça do cacete na boca e começou a mamar...que visão!! Pelo espelho, eu via aquela bunda maravilhosa, de quatro, balançando com suavidade...olhava pra ela e via aquela boca linda sugando meu pau e me encarando com uma cara de satisfação e sacanagem...como ela chupava bem!! Sentia o pau sendo sugado, entrando fundo e raspando no céu da boca e na paredes da garganta. Ela segurou meu saco e começou a fazer movimentos fortes com a cabeça, chupando 'de com força' e engolindo praticamente todo o cacete. Eu quase não resistia, estava quase gozando. Ela parou de chupar o cacete e concentrou a mamada no saco; foi ótimo sentir sua língua molhada passeando nas minhas bolas, enquanto ela punhetava o pau de leve...com o cacete bem duro, ela e colocou a camisinha. Deitamos na cama, e ela se posicionou prá receber a vara de 'ladinho'...arrebitou a bunda, levantou um pouco a perna e deitou a cabeça no travesseiro...forcei o pau na entrada da buceta e fui deslizando pra dentro, sentindo aquela gruta quente e encharcada...com o pau todo atolado, comecei a bombar gostoso, com ela acompanhando os movimentos...com uma mao, apertava os seios e com a outra bolinava seu clit... o pau estava fundo e minha virilha batia gostoso naquela bunda macia...mudamos de posiçao, ela veio por cima, de costas prá mim, as pernas pra frente e as maos no meu ombro...mandei ela se levantar um pouco e abrir bastante as pernas e ficar olhando pelo espellho o cacete entrar na buceta...ela gemia, falava q estava adorando e engolia o pau com a xoxota...nessa posiçao, eu segurava os seios dela com as maos e enfiava bem fundo...ela gemia, berrava e gritava...senti que ela ia gozar e aumentei o ritmo da trepada, até que ela simplesmente desabou em cima de mim, arfando e dizendo palavras sem nexo...eu ainda não tinha gozado, meu pau estava todo melado e queria fazer a "aplicação'' nos "fundos" ... coloquei-a de quatro, bem arreganhada, abri a bunda com as maos e lambi o cuzinho... molhei com bastante saliva e também com o melado da buceta...ela de quatro, ficava com o rosto virado, mordendo os lábios e olhando pra mim... enfiei um dedo no cuzinho dela, bem devagar e fazia movimentos circulares, preparando tudo para a entrada da vara... ela rebolava a bunda no meu dedo e gemia baixinho... podia ver tambem a xoxota vermelha, melada e o clit ainda durinho... tirei o dedo e posicionei a cabeça do pau naquele anel apertado e redondo... ela deu uma rebolada e um gemido, se preparando para a enfiada... forcei a cabeça devagar e senti o cuzinho relaxando, permitindo a entrada... quando a cabeça entrou, ela deu um gritinho mas disse pra não parar e continuar enfiando... a vara já estava na metade, parei um pouco e deixei ela se mexer, pra acostumar com a tora no cú... forcei mais um pouco e entrou tudo... comecei os movimentos de vai-e-vem, segurando com força na cintura dela... o pau entrava apertado mas a lubrificação permitia uma sensaçao gostosa... olhei no espelho... via meu corpo colado no dela e os seios balançando a cada estocada... ela balançava a cabeça, gemia e mordia os lábios... eu tentava falar sacanagens com ela mas não conseguia, de tanto tesão... as bolas batiam na sua buceta... senti meu pau inchando dentro do cuzinho dela... parei de estocar, deixei somente ela mexendo... agarrei na cintura dela, forcei o pau até no fundo e gozei forte, com o pau todo atolado... Caí por cima dela, com o pau ainda dentro...ela mexia a bunda devagar e o pau foi saindo com suavidade... ela virou-se, me beijou e ficamos olhando nos olhos... sem dizer nada, apenas sorrimos... Depois desse dia, sempre que possível, ainda faço aplicações nos fundos de investimentos desse banco...

Comi Minha professora


Quando tinha 16 anos e andava no Liceu, tive Português com uma professora estagiária com cerca de 28 anos. Nas primeiras aulas não lhe dei grande importância, mas no ultimo dia de aulas do 1º período comecei a interessar-me. Como havia varias realizações e 1 festa na escola, apenas apareceram 3 alunos a aula de Português, entre os quais eu. Nesse maravilhoso dia de Sol, eça levava uma mini-saia muito curta e uma blusa coladinha ao corpo, onde era possível ver o seu soutien. A professora tratou de dizer as notas de cada um e eu fiquei mais um bocadinho na sala para falar sobre a minha nota, pois achava-a injusta. Ela sentou-se então na sua mesa, a altura da minha vista, podendo eu ver que ela não usava cuecas. Fiquei todo nervoso e ela notou o que se passava. Então levantou-se, dirigiu-se a mim, deu-me um beijo e disse pra lhe telefonar nessa tarde. Deu-me um papel com o seu numero. Tal como combinado, embora nervoso telefonei-lhe e ela disse para eu ir rápido a sua casa. Eu fui e quando cheguei la ela estava toda nua para mim. despiu-me todo, deitou-me, pôs-me a camisinha e sentou-se em cima de mim. Eu nem queria acreditar no que estava vivendo. Mas a dada altura resolvi que era altura de ser eu a mandar. Então peguei nela, pu-la de baixo de mim com o seu cuzinho pra cima e enfiei meu bacamarte naquele lindo buraquinho. Ela gemeu e gozou ate não poder mais. Quando me estava quase a vir, tirei meu membro e coloquei-o na sua boquinha de anjo. Ela ainda refilou, mas depois acabou por beber todo o meu leitinho. desde essa altura e ate ela se ir embora, no final do ano lectivo, comia-a quase todas as semanas. Foi mesmo espectacular.

A Primeira Foda


A primeira foda
Cá tou de novo, e hoje vou-vos contar como perdi a virgindade.tinha 17 anos e achei que seria a altura de perder os três, apetecia-me foder, só pensava no que poderia andar a perder, é claro que nessa altura já me tinha masturbado muitas vezes, e via filmes de foda à brava, ata já tinha masturbado uma prima minha que me tinha pedido. Achei que tinha chegado a altura. Como tive sempre toda a liberdade, disse aos meus pais que ia para casa de uma amiga em Lisboa, e como já aparentava vinte e tal anos, em vez dos 17, foi-me fácil arranjar um quarto num hotel. Tinha sabido que havia uns clubes em lisboa onde seria possível encontrar belos homens disponíveis e discretos. Mas eu nunca pensei que seria tão delicioso como foi. O clube fica numa Rua central de lisboa e me hospedei num um hotel mais ou menos perto de lá. Para me preparar e tomar coragem comprei uma revistas pornográficas e me masturbei até, sonhando com o grande momento... Mas a realidade foi melhor que o sonho. Quando estava ainda meio zonza no salão de "repouso" do clube , em meio aquela quantidade de homens lindos e suas maravilhosas máquinas , um homem me chamou a atenção. Estava de pé, masturbando um pau já ereto e me chamava para entrar para o banho turco. Eu meio sem querer (mas é claro que queria...) fui entrando com ele. Ele era muito bonito - o tipo cinematográfico : alto, olhos verdes, e muito gostoso. Eu não vacilei em atender a seu chamado por um instinto ... feminino. E também não me fiz de rogada ao sarro que ele começou a fazer em mim, roçando aquele maraviloso pau nas minhas coxas. Eu nunca tinha sentido o pau de um homem em mim. E era demais, muito melhor do que havia imaginado... Nos beijamos longamente na boca e eu queria logo sentir aquele pau entrando dentro de mim. Foi o que ele fez em seguida. Veio por trás de mim e me penetrou com cuidado e carinho, mas com muita tesão. Eu quase desmaei. Afinal estavamos num banho turco, apenas com uma luz negra e muita , mas muita fumaça. Adorei aquela sensação deliciosa que pela primeira vez sentia com um homem de verdade me comendo. Nada de objetos ou vibradores mas um grande e gostoso pau me penetrando, sem nenhuma dor, só prazer. A dor veio quando um outro homem, de cor, resolveu entrar de socapa na festa. Estavamos em um local público, e o homem achou que eu era de todos alí. Para falar a verdade , como eu estava a fim de dar e aquela loucura toda me deixava louca de tesão - DOIS homens querendo me comer era bom demais! Mas o cara começou a dar uma de sádico e começou a exagerar na penetração. Aí o meu parceiro o afastou, coisa que adorei pois além de estar me realizando como fêmea, meu macho ainda me defendia de um sacana ! Era demais para a primeira vez. Nesse momento , resolvi sair , alegando que não estava me sentindo bem. Mas era apenas a surpresa de tanta coisa boa assim de repente. O meu parceiro me acompanhou e me convidou para uma sala privê. Vacilei um tempo, mas resolvi ir lá. Foi uma delicia. Eu e um homem a sós finalmente. Inciamos naquela posição anterior, ele me penetrando por trás, mas passamos logo para uma posição que até hoje adoro - sentado no pau do homem, ele me acariciava os mamilos e me masturbava. O vaivem do pau me penetrando, aquele cheiro de eucalipto no ar, aquele homem todo me comendo. Começou a crescer cada vez mais meu prazer, que vinham em ondas de baixo pra cima e me lançavam num mundo de prazeres imensos nunca antes sentidos e gozados. Era aquilo quue eu almejava há anos, e estava acontecendo ali, de uma forma esplendida. Eu rebolava, fazia ele me acariciar os mamilos, e me exultava de me sentir uma verdadeira femea nos braços daquele homem. Fechei os olhos para melhor sentir aquele prazer e logo explodi em um gozo maravilhoso, que vinha de dentro de mim me engolfando numa nuvem brilhante de gozo e alegria. Mas aquela transa foi tão gostosa, e tão surpreendente que reagi de maneira totalmente besta. Tão logo gozei, me levantei, e sem olhar muuto para o meu parceiro, me despedi e saí rapidamente da sala privê. Nem mesmo retribui a ele aquele inesquecível prazer que ele havia me dado... Até hoje eu relembro com um misto de alegria e pesar esta minha primeira transa com um homem.
Claro que paguei a inexperiência da primeira vez, mas foi muito bom, claro que agora, sou uma “puta” com experiência, não deixo nenhum homem plantado. Já sabes se me quiseres conhecer , ou experimentar uma foda em grupo

Gataselvagem69@yahoo.co.in

15 de Maio de 2008

Fantasia Concretizada


Estava a meio de uma tarde de trabalho a falar com uma amiga minha do Porto pelo messenger e ela disse-me que uma colega dela tinha gostado muito da minha foto, brinquei com a situação mas não dei muita importância ao facto, à noite, e já em casa, recebo uma notificação de uma Ana para a adicionar à minha lista de contactos, acedi e para meu espanto, era a colega da minha amiga que tinha decorado o meu email e contacto do messenger. Começamos na conversa e desde o principio que ouve ali umas provocações, as conversas continuaram e ao fim de umas semanas as coisas descambaram por completo. Sexo por net e por telefone tornou-se um hábito sem nunca nos termos visto, apenas por fotos. Nessas muitas conversas, várias fantasias foram surgindo e quando surgisse a oportunidade, prometemos um ao outro que iríamos concretiza-las. Essa oportunidade surgiu este verão quando ela veio a Lisboa, fiz-lhe um mapa de como vir ter a minha casa com o via michellin e no dia combinado ainda tive de lhe dar umas orientações por telefone… mas finalmente íamos concretizar uma das nossas fantasias…

Tal como combinado… tinha a casa às escuras, ela tocou lá em baixo e deixei a porta cá em cima aberta, fui para o quarto e fechei a porta. Ela entrou, fechou a porta e procurou a sala, tudo estava combinado e estávamos ambos a seguir o guião. Quando a ouvi, o meu nervoso miudinho aumentou e ouvi-a a passar para a sala, nunca a tinha visto e nem a ia ver…

Deixei passar dois minutos e depois saí do quarto… fui devagar, pelo corredor às escuras até à sala, sabia que ela me esperava e não me desiludiu, como na nossa fantasia estava à janela, debruçada e com as cortinas a tentar tapar a visão para dentro da sala, só via o seu magnifico rabo e o seu cabelo longo… estava com a saia combinada e o meu nervosismo era agora muito grande. Estava excitado mas não estava a conseguir levanta-lo, fiquei ainda mais nervoso… aproximei-me dela e tirei-o para fora, comecei a estimula-lo ao mesmo tempo que lhe toquei pela primeira vez, senti que ela se arrepiou toda… estava excitada, no entanto não se moveu e manteve a posição… era assim que ia acontecer, era assim que tínhamos combinado, sem palavras, sem contacto visual. Ela não me iria ver e eu não iria ver o seu rosto.

Levantei-lhe a saia e vi que não trazia roupa interior, perfeito, não se tinha esquecido de nenhum pormenor. Levei os dedos à boca, molhei-os e pus a mão na sua cona, ela estremeceu toda, quando a senti, já molhada, o meu pau ganhou vida e estava cheio de vontade de entrar nela. Eu não queria acreditar no que ia acontecer, parecia um filme, mas era realidade, não perdi tempo, pus o preservativo e meti-o todo devagar, entrou todo e ela controlou-se para não fazer barulho, estava à janela num primeiro andar e sabia que não podia dar nas vistas (embora já fosse uma da manhã). Estava todo dentro dela e comecei a fodê-la, sempre devagar para que o movimento não a denunciasse para fora, eu estava cheio de tesão e ela parecia partilhar o meu estado, ouvia-a a gemer baixinho e pouco tempo depois ela veio-se… baixou a cabeça e a respiração estava mais ofegante do que nunca, tentava controlar-se mas havia limites… veio-se toda e senti-a muito, mas muito molhada mesmo. Eu também estava a tentar aguentar-me, era incrível, uma sensação indescritível, tirei uma das mãos da sua anca e apalpei-lhe as mamas, elas gostou e deixou durante uns segundos mas… não estava combinado… com a sua mão, afastou a minha e tive de me contentar em apalpar o seu bonito rabo. Não aguentei muito mais, embora a fodê-la devagar, estava quase a vir-me… não aguentava mais e comecei a vir-me… aumentei um pouco a cadência e ela veio-se também… estava a ser fenomenal… já me tinha vindo todo mas ela continuava… eu não queria parar pois queria que ela aproveitasse ao máximo… até que por fim parou… eu estava de rastos… tinha sido muito bom…

Faltava o resto do plano… tirei-o… tinha de me afastar… no entanto não conseguir ir sem primeiro lhe fazer uma caricia… ela manteve a postura… nunca olhou para trás. Fui novamente para o quarto, estava ainda noutro mundo, não acreditava no que tínhamos feito, nem sequer tinha pensado na possibilidade de terem topado, os vizinhos, as pessoas que passavam, não me importei e ainda bem. Pouco depois ouvi os seus passos… passou pelo quarto fechado e saíu… ouvi a porta fechar-se…

Pouco depois ligou-me… tinha adorado… tal como eu… e também não acreditava que tínhamos conseguido…

Para vocês que estão a ler, só posso dizer uma coisa, experimentem… mesmo que seja com alguém já conhecido, é simplesmente fantástico. Eu e ela já estivemos depois, já nos conhecemos e já experimentámos as outras fantasias. ;)

Meu penis de plastico


No último sábado eu e o Rui comemoramos 15 anos de casamento. Eu só percebo, mais nitidamente, o quanto o tempo passa, quando vejo a nossa filha, que já tem 13 anos, crescendo e ganhando formas de mulher.

Eu e o Rui nos casamos quando eu tinha 22, então já podem calcular a minha idade. Namorei muitos rapazes antes dele. Casei-me porque o Rui foi o primeiro homem a me fazer descobrir coisas novas.

Com o tempo, nossa relação desgastou-se um pouco, mas sexualmente sempre manteve-se activa. O Rui considera-se um “pervertido sexual”, e não define isso como um defeito. Acha que o sexo foi feito para ser desfrutado, e não para ser entendido ou debatido em congressos de intelectuais.

Ele foi o primeiro – e único – a comer meu cu. Gostei tanto que estou com ele até hoje. É de certeza o que ele mais gosta de fazer; e eu também. Não que eu tenha ficado com qualquer um que tivesse comido o meu cu, mas porque o Rui fez-me perceber que eu também tinha direito ao orgasmo, e que o sexo deveria ser uma experiência que também me desse prazer. Se alguma coisa não agradava a um dos dois, então tentaríamos outra. O mais delirante nisso tudo era que com o Rui a nossa vida sexual nunca virava rotina.

Costumávamos namorar no meio das árvores, numa rua quase deserta, perto da casa que meus pais haviam construído numa aldeia. Lembro de um dia em que ele encostou-me numa árvore, abaixou minha cueca, e meteu. Tão simples como isso: sem rodeios, sem jogos de palavras, sem jantares e rosas frescas. Foi deliciosa a sensação, pois era o sexo puro e desejado. Tentei gemer baixinho, com medo que alguém aparecesse. Mas o medo fazia parte. Às vezes eu via as luzes dos carros a passar, e por impulso eu abaixava-me. Ele metia as mãos por dentro do meu sutiã e ficava apertando meus seios. Outra vez fomos para um parque, onde ele dizia ser muito seguro para estarmos à noite. Mas quando estacionamos, vimos outros carros também parados. Pensei que seriam carros abandonados, e só depois notei o quanto fui estúpida e ingénua. Os carros balançavam, como se fossem colchões macios a suportar grande peso. Os carros dançavam e uivavam, como se fizessem parte do desejo que as suas portas trancavam. Como se o carro fosse um voyer, que presenciava um sexo tórrido, quente… e espremido. Andamos pela mata, ele segurando a minha mão por causa da escuridão, para que eu não tropeçasse em algo. Paramos perto de uma árvore, e já estávamos excitados mesmo antes de lá chegar. Mas quando nos preparávamos, ouvimos um barulho. Depois outro. E mais outro. Parecia uma sinfonia. Na verdade, muita gente estava ali, com o mesmo intuito que o nosso. “Vamos embora daqui.” – eu segredei no ouvido do Rui. “Não, vamos ficar… Vai ser até mais emocionante.” – ele disse. E foi. Nossos uivos e gemidos se misturavam com os das outras pessoas, e foi muito excitante trepar sabendo que muita gente também trepava ali perto. O Rui sempre gostou de me levar para lugares assim. Ele diz que é um sujeito ecológico, que adora fazer amor com a natureza. Na praia? Foram diversas vezes que também trepamos por lá, com ou sem companhia de uivos iguais, e até dentro da água também já fizemos amor. Já cheguei em casa com o cu todo sujo de areia e de sal, mas com a cona toda doce em função do orgasmo que havia tido.

O Rui é um homem inovador, mas só não tolera uma coisa: “Paneleirices”, é essa a expressão que ele utiliza. Ele quase chega a ser homofóbico nesse sentido. Basta ver um gay a menos de 10m de distância para ele soltar alguma piada.

Ele é muito impulsivo, e por vezes não escolhe as palavras, nem o momento certo para dizê-las. Basta eu engordar dois kilos, que ele é o primeiro a notar, e a dizer que eu deveria fazer uma dieta. Entendo suas palavras como carinho, como preocupação que tem comigo.

Pouco antes de ter a minha filha, fizemos amor no quartinho dela. Seria a última vez que foderíamos ali antes que ela chegasse. E seria a última vez que ele foderia uma grávida, pelo menos enquanto não decidíssemos ter outro filho. Coloquei-me de quatro e fiz anal, porque era mais prático com o tamanho da minha barriga.

Com o passar dos anos, fui dedicando o meu tempo mais à minha filha do que a ele. Ele notou, obviamente. Mas eu não tinha notado, até ele ter chamado a minha atenção para esse facto.

O Rui sempre gostou de sair com os amigos, fazer programas só de homens, como ir à caça ou ao futebol, e nunca fui uma pedra no seu caminho nesse sentido. Os amigos dele eram sempre muito simpáticos e divertidos. Mas nos últimos anos eu tinha notado algo de estranho. Ele já não chegava à casa nos mesmos horários que antigamente, e sempre que eu ligava dizia estar com algum conhecido. Chegou a passar o telemóvel para o amigo, certa vez, para que eu confirmasse que estava com ele. Vasculhei os bolsos, para ver se encontrava algum papel, algum bilhete, algum número de telefone. Peguei seu telefone e verifiquei as últimas chamadas recebidas. Nenhum número de mulher. Teria apagado, propositadamente? Vi as chamadas efectuadas. Um número de mulher. Mas era o da minha mãe, e era eu que tinha feito a chamada pelo telefone dele, porque o meu estava sem saldo. Olhei nas mensagens. Nada de suspeito. Apenas uma mensagem do Gonçalo, que dizia: “Então, Rabo de Aço? Vais à caça no fim do mês?”. Achei estranha aquela expressão, Rabo de Aço, mas deve ser alguma brincadeirinha entre eles. Não há quem não observe que meu marido tem um rabo duro, e, cá entre nós, bonito e vistoso. Vasculhei sua camisa, para ver se havia alguma marca de batom. Cheirei-a. Não era esse o perfume do Rui. Era de facto um perfume muito forte, mas não era o dele. Fui tomar-lhe satisfações. Ele disse que eu estava histérica, paranóica, neurótica. “A gente passa por vários lugares e pega o odor desses lugares. Isso parece-te perfume de mulher?” – perguntou.

Conversamos muito nesse último mês. Chegamos à conclusão que nos amamos e que deveríamos voltar à nossa vidinha, como era antes. Numa noite dessas deixei a minha filha na casa da minha mãe, e saímos sem rumo. “Quero fazer-te uma surpresa” – ele disse. Levou-me até a primeira árvore onde trepamos no início do nosso namoro. Senti-me jovem e revigorada novamente. Gozei como não gozava desde então. Depois de ter comido a minha cona, virou-me e deixou-me com as mãos apoiadas numa árvore. Então penetrou o meu cu e foi metendo, até eu ter o meu segundo orgasmo. Dessa vez eu já gritava sem pudores, pois se o sexo fazia parte da nossa natureza, eu estaria no lugar ideal para expressar meus desejos. Gritei apoiando minhas mãos no tronco da árvore e, se ela tivesse mãos, possivelmente se masturbaria com os meus uivos. Era como se eu sentisse a energia daquela árvore a entrar pelo meu corpo e, através do meu corpo, essa mesma energia passasse para o corpo do Rui. Através dos seus pés, o Rui transmitia toda essa energia para o resto da natureza, e assim estávamos todos em comunhão.

O Rui achou que ainda precisaríamos de incrementar algo mais. Perguntou se eu nunca havia tido fantasia de ter outro homem na cama. “Você já me basta.” – eu disse espontaneamente, e não entendi se a reacção que via nos seus olhos era de felicidade ou descontentamento. “Pensei que deveríamos ter algum acessório, para melhor te satisfazer…” – ele começou. Pensei logo em algemas, mas ele completou: “Um vibrador. Não pensas em ter um?” Quis logo saber o que ele pensava fazer com o vibrador, e ele disse que seria interessante ter a minha primeira experiência de dupla penetração. “Mas eu não vou conseguir ir num sex shop comprar uma coisa dessas… E se encontro algum conhecido?” Ele disse que eu não me preocupasse, pois já existiam sites pela Internet que vendiam esses acessórios de forma discreta, e que nem precisava sair de casa, pois chegaria pelo correio.

Ficamos um bom par de horas juntos na Internet, eu sentada no seu colo enquanto ele mudava as páginas e seguia os links dos vibradores que mais interessavam. “Que tal esse preto?” – ele perguntou. Eu queria um pénis mais parecido com o dele, não tão grande, mais para o médio. Escolhemos um, e ele disse que depois faria a encomenda. Ele ficou excitado de ver tantos artigos eróticos, e resolvemos fazer amor ali mesmo, naquela cadeira, enquanto a miúda estava na casa de uma amiguinha.

Fizemos amor pela manhã, no dia do nosso aniversário de casamento. A noite seria muito agitada, pois tínhamos reservado um restaurante onde comemoraríamos a data com os nossos amigos. Dei-lhe um bom relógio de presente. Ele sussurrou no meu ouvido: “O meu presente espera-te em casa”, o que deixou nossos amigos um tanto curiosos.

Não via a hora de chegar em casa para saber qual era a tal surpresa. Ele abriu o armário do quarto e tirou de lá uma caixa, embrulhada com um papel estampado com rosas vermelhas. Abri aquele grande laço, e, já eufórica, rasguei o papel de presente. Era… o vibrador! Ele ficou a me mostrar os movimentos que o pénis de plástico fazia depois que colocávamos as pilhas. “Vamos testá-lo?” – fui eu a sugerir dessa vez. Ele logo ficou empolgado, tirando a minha roupa e despindo-se. Primeiro chupou-me toda a cona, lambendo bastante o meu clitóris, e com cuidado metia um dedo na minha vagina e o outro no meu cu. “Está a gostar? Calcula a excitação maior que vai ter depois?” Eu já estava a delirar com seus dedos, e tive que me segurar para não gozar já ali. “Pára um pouco…” – eu tive que pedir, de tanto tesão que sentia. Ele parou por uns segundos, e seu pau manteve-se rijo. Me colocou de quatro e começou a meter na minha cona. Eu rebolava em cima do caralho dele, já à espera do outro, no meu rabo. Ouvi o click do botãozinho do vibrador, e comecei a ouvir aquele barulhinho. Estava ligado. Passou saliva no meu ânus com o dedo, e depois foi aproximando o vibrador, quase que a acariciar, fazendo movimentos circulares. Meteu a cabeça, e depois foi metendo o resto. Contraí a minha cona instantaneamente, espremendo seu pau dentro de mim. Comecei a rebolar de forma mais intensa, espremendo o rabo para dentro e para fora, e seguindo seu movimento. Gozei e ele gozou também. Repetimos essa experiência durante muitos dias, e o meu pénis de plástico foi o nosso companheiro de noitadas.

Fui levar a minha filha para passar o fim-de-semana na casa dos meus pais, e disse que passaria a tarde por lá. O Rui não quis ir, porque assistiria uma partida de futebol no canal a cabo, com o Gonçalo. Resolvi voltar um pouco mais cedo, para fazer uma surpresa.

Abro a porta sem querer fazer barulho, e vou caminhando pelo corredor na ponta dos pés e despindo a roupa, que ia deixando pelo caminho. Ouvi um barulho estranho que vinha justamente do quarto. Cheguei com o ouvido na porta. Era o Rui, a uivar, como fazia quando estava trepando. Estaria a tocar uma punheta… ou teria uma mulher com ele, na nossa cama de casal? Abri a porta com cuidado, e choquei-me. Um filme passava no vídeo. O lençol estava completamente desarrumado e tinha várias roupas espalhadas pelo chão. O Rui segurava o nosso vibrador, bem penetrado no seu cu e, na sua frente, estava o Gonçalo, a ser penetrado por ele, meio curvado de costas, com uma das mãos apoiada num travesseiro, e a outra a tocar uma punheta. Fiquei ali, nua, parada, sem dizer nada ou ter reacção alguma. Eles estavam de costas, e não me perceberam ali. Só notaram a minha presença quando eu acendi a luz.

O mundo caiu.
Separei-me do Rui. E não foi por descobrir que ele era bissexual, ou talvez um homossexual com medo de assumir, que apenas tinha relações de fachada comigo, para provar sua suposta masculinidade, mas por descobrir que vivia com um estranho. Eu libertei-me a todas as fantasias que ele propôs, mas nunca tinha libertado as suas comigo. Dizia ter nojo de homem, e estava ali agarrado a um. Dizia que tinha me dado o vibrador para eu ter prazer, e quem tinha prazer agora, com o meu pénis de plástico, era ele. Descobri que o pénis de plástico era muito mais honesto comigo. Não sei se não teria me separado do Rui da mesma forma caso ele tivesse me contado do seu caso com o Gonçalo, ou com tantos outros que talvez eu nunca venha a saber. Eu sei que pelo menos não teria aquela sensação que tive naquele instante, de que tinha vivido uma mentira. Teria ele me desejado verdadeiramente? Agora eu não queria mais nenhuma mentira na minha vida. O vibrador não precisava de qualquer estímulo para estar rijo. Apenas precisaria de pilhas quando quisesse se mexer. Mas não me faria promessas, nem faria acreditar que eu precisava de experimentar coisas novas para gozar. Ele me bastaria, enquanto não encontrasse algo de mais verdadeiro.

“Devolva o meu presente.” – eu ordenei. Os presentes já pareciam prever o que aconteceria. Eu fiquei com o vibrador de plástico e ele com o relógio, que marcava a sua hora de partir.

Minha namorada no Cinema


Escusado será dizer que a minha namorada tem um corpo de sonho. É uma morena elegante com um cuzinho em forma de coração e umas pernas bem torneadas. Tem um lábios bem definidos e que poêm qualquer homem maluco só de olhar.

Tinhamos uma fantasia muito particular que acabamos por realizar. Eu imaginava-a a bater uma bela punheta a um homem num banco de cinema....ela adorou a ideia. Combinamos tudo depois de encontrar uma pessoa na net que nos parecia o ideal....entramos e sentamo-nos. O "nosso convidado" facilmente nos reconheceu e como o filme não era muito bom havia muitas cadeiras vazias e ele acobou por se sentar ao lado dela, ficando assim ela no meio de nós dois.
Já passava uns 20 minutos de ter começado o filme quando reparei que havia uns gestos mais repentinos que ela fazia....Sem dar nas vistas, notei q ela já estava a abrir o feixo das calças do gajo e que movimentou-se no sentido de se encostar ao meu ombro enquanto tirava o pau do tipo para fora. Segredou-me ao ouvido, "é agora que me vais ver fazer vir um homem que não tu, e não podes fazer nada, ele tocou-me nas pernas e já estou completamente molhada". Senti o meu pau a estalar de tesão, e eu sabia que ela por baixo daquelas saias não trazia nada. Notei por cima da cabeça dela, que estava encostada no meu ombro que o tipo delirava com aquela punheta bem batida que só a mão sabia da minha namorada sabe fazer.
De repente ele segredou-lhe algo ao ouvido que não precebi....mas não demorou muito a perceber o que ia acontecer....ela cruzou as pernas de forma a que ele pudesse enfiar-lhe os dedos na racha que a essa hora devia estar encharcada. A partir daí assisti a um frenético compulsar dos corpos deles que gemiam, contorciam e ouvi ele perguntar-lhe se gostava de ser fodida daquela forma e ela respondeu que adorava a forma como ela a fodia com os dedos......ele avisou que se vinha elela debrucou-se sobre ele de forma a receber a esporra dele toda nas mamas, tendo para isso levantado o top que tinha vestido.
Depois virou-se para mim e disse com ar erónico: " limpa-me as tetas com a lingua....agora". Bebi aquela esporra de macho que entretanto já fodia bem a bruta a rata da minha namorada com os dedos.....ela veio-se comigo a chupar-lhe as tetas e ele a esmorrar-lhe a cona que estava toda, mas toda aberta.

14 de Maio de 2008

Numa noite de Natal


Passou-se numa noite de Natal muito especial...
Depois do jantar em familia já tinha combinado encontrar-me com um casal de amigos. Fui ter ao apartamento deles e lá estavam os dois de pijama, o Pedro e a Ana (nomes ficticios). Ela vestida com umas calças muito justas, sem cuecas, com o papinho bem realçado. Em cima com uma camisola curta, sem soutein, donde despontavam umas mamas firmes. O meu espanto era tal que quase fiquei sem palavras. Depois de alguma conversa de circunstancia o Pedro mete a mao por dentro das calças da Ana e apalpa-lhe a ratinha enquanto continuavamos a conversar. Perguntei se queriam que fosse embora. Disseram que não. "Precisamos da tua ajuda". Ela levanta a camisola e pede ao Pedro para chupar uma das mamas e acena com o dedo chamando-me: "tens a outra à tua espera". Fiquei sem saber o que fazer. Mas o Pedro disse que para fazer o que ela mandava. E lá estavamos os dois a chupar, a lamber e a apalpar aquelas mamas maravilhosas. Passado um bocado, a Ana diz:" agora é a minha vez". Mandou-nos sentar e despiu-nos. Começou a chupar os nossos pénis com uma vontade, a enterra-los na boca, a lambe-los... Deu-me a entender que estava tudo planeado ao pormenor. Depois deitou-se no sofá e pediu ao Pedro para lhe lamber a ratinha e a mim as mamas. Gemia, pedia mais, "quero mais, chupa-me a cona toda, e tu chupa-me as tetas, aperta-as", até que me chamou e disse-me ao ouvido:"vai-me lamber o meu cuzinho" e chamou o Pedro para lhe lamber as mamas. Assim fiz, lambi-o, inseri a lingua um pouco dentro, e ao fim de algum tempo pediu:" mete-me um dedo dentro", "mais", "todo". Nem podia imaginar o que se seguiria... Mas isso fica para a continuação. A todas as mulheres e casais deixo o meu mail, se quiserem falar comigo insiram-no no msn:

ice.maverick@sapo.pt

Até à próxima

Descoberta do Ménage


Descoberta do Ménage

Uma vez, Ana falou-me que uma de suas fantasias era participar de um Menage, porém ela foi bem clara: com dois homens amigos. Então, comecei a procurar dentre meus amigos aquele que fosse mais liberal e ao mesmo tempo pudesse lhe agradar. Finalmente encontrei. Marcamos para sair e apesar da tensão inicial dos três, estávamos bem sintonizados, sabendo o que queríamos. Quando decidimos ir para um lugar mais calmo, minhas pernas tremiam, pois o nervosismo da primeira vez é sempre eminente.
Relaxei um pouco quando Ana começou a beijar-me ternamente, ao mesmo tempo em que abria meu zíper, expondo meu membro por completo. Aquilo me excitou demais, porém, o mais instigante foi perceber que ela também ficara excitadíssima, observando e apalpando meu pênis como se fosse seu brinquedinho de estimação.
Estávamos tão envolvidos um com o outro, estava tudo tão quente e delicioso, que quase esquecemos do nosso amigo na mala do carro. Coisas que fazemos para realizar a fantasia das nossas amigas. Mas vale a pena!
Ao entramos no quarto percebi um clima tenso. Pairava no ar a pergunta: o que fazer agora que finalmente estamos os três aqui? Para quebrar um pouco o clima, eu como bom anfitrião, ofereci uma cerveja e retirei-me. Preparei a hidromassagem, momentos depois retornei e deparei-me com Aninha sentada de frente, no colo do meu amigo, trocando beijos ardentes enquanto ele retirava sua blusa. Neste momento eu fiquei parado apenas observando os dois e me excitando com aquela cena maravilhosa. Segurava o copo de cerveja com a mão esquerda enquanto discretamente masturbava-me com a direita. Quando Paulo levantou-se com Ana no colo, voltei à banheira para não quebrar aquele clima envolvente entre eles. Quando retornei mais uma vez, Ana estava de quatro, só de cuecas dando prazer ao meu amigo, não resisti e fui ao seu encontro, retirando a última peça. Deliciei-me com seu doce néctar.
Durante todo o tempo, Ana foi de uma habilidade ímpar, dando-nos prazer, deixando-nos completamente loucos. Percebia-se o prazer que sentia em nos dar prazer. Revezava-se em atenções e posições com extrema naturalidade e habilidade. Realmente estávamos totalmente sintonizados naquela relação a três. Não tenho palavras para descrever a sensação que tomou conta de nós, tanto que em pouco tempo explodimos num orgasmo luxuriante e fantástico, o primeiro de muitos naquela noite, sendo a dupla penetração foi o ápice da nossa aventura.
Inexplicável o que senti naquela noite... Adoro relembrar as nossas loucuras. Quando quiser repetir a dose, não é preciso pedir duas vezes!

Os engates da minha Mulher


Há muito tempo que tinhamos já falado em sexo a 3.
A ideia de fazer sexo com outro homem, pareceu interessar a minha mulher, ela que adora sexo.
E um dia aconteceu. Iamos a caminho de Sevilha, passar uns dias de férias que ambos tinhamos ainda para gozar. Estavamos em Abril, e o tempo estava optimo, sem fazer muito calor.
Tinhamos dormido num hotel, logo a seguir a fronteira, e quando nos levantamos disse a minha mulher para se vestir de uma maneira muito sexy.
Ela que tem um corpo excelente, quando se veste assim, fica mais do que apetecível.
E ela fez-me a vontade...quando a vi pronta, tinha vestida uma saia de cabedal bem mini, uma meias de ligas pretas e um fio dental bem reduzido. Uma camisola de lã com um decote que só lhe escondia os bicos dos peitos. E se ela tem umas boas maminhas...
Para colmatar, umas chinelas de saltos finos e altos que ela usa muitas vezes na cama.
Quando fomos tomar o pequeno almoço, a sala tinha alguns homens que deviam ser vendedores ou de negócios. Quando ela entro na sala, reparei em alguns olhares bem gulosos, que lhe comiam o corpo todo.
Mas acabamos por nos meter no carro e seguir caminho. A meio da manha, decidimos parar numa estaçao de serviço a beira da estrada. Nem sei se por acaso, parei numa zona mais afastada do parque de estacionamento, destinada mais a camiões.
Durante o trajecto, tinha-lhe falado novamente em fazermos sexo a 3, e disse-lhe na brincadeira para ela engatar um espanhol giro.
Iamos nós a sair do carro, eis que estaciona ao nosso lado um camião Tir. Ela olhou para o motorista e pisco-me o olho...
- que moço mais giro, atirou ela.
- porque não tentas? perguntei eu. E sentei-me novamente no carro. Ela abriu a porta do lado dela, e deixou ver como estava vestida. A saia estava toda puxada para cima, e viam-se bem as pernas todas e as meias de ligas, e deslizou uma perna para fora do carro, mantendo a esquerda lá dentro. Resultado, a vista devia ser fabulosa, vendo-se tudo até ao fio dental. Entretanto o motorista estava a sair do camião e logo olhou para o espectáculo. Delicadamente deu os bons dias, mas manteve o olhar bem atento no corpo dela, quer nas pernas quer nas mamas.
- Olha-lhe fixamente para o pau, atirei eu.
Ela fez-me a vontade, porque o motorista, um louro que devia ter uns 30 anos e um muito corpo atlético, se encostou a porta do carro.
A minha mulher entretanto meteu a perna para dentro e fechou a porta do carro, e abriu o vidro todo. Ele começou a meter conversa e nós lá fomos respondendo no nosso fraco espanhol. Mas ele não tirava os olhos das mamas e das pernas da minha mulher...e a dada altura fez um comentário relativamente ao que via. Ela piscou-lhe o olho e não faltou muito tempo para as maõs dele estivessem dentro do carro e metidas no decote dela, baixando-o e deixando as mamas todas ao leu, enquanto lhe apalpava as mamas com uma e as pernas com a outra. E não tardou estava a esfregar-lhe o clitoris, afastando o fio dental.
A minha mulher gemia de gozo...eu olhei em volta e não vi vivalma. Também estavamos num local mais abrigado do parque.
O espanhol tinha já aberto a porta do carro, e ela mexia-lhe no pau enquanto ele a apalpava toda. O que ela fez a seguir, deixou-me de boca aberta. Abriu-lhe o fecho dos jeens, e tirou o pau dele para fora, uma bizarma que me deixou de boca aberta. Um pau direitinho e com alguns 22 cms. Ela não foi de modas e meteu-o na boca. A mamada que lhe fez, não sei se alguma vez me tinha feito a mim...
Mas que tinha o pau dele todo enfiado na boca dela, lá isso estava, enquanto o lambia todo de cima para baixo até as bolinhas. Começou entretanto um vai vem louco, a gemer que nem uma cadela, enquanto o pau dele lhe desaperecia todo dentro da boca dela. Só ouvi um gemido rouco e forte dele, quando se estava a vir na boca dela.
Mas ela não parou e manteve-se a mamar o pau dele ainda durante bastante tempo. Quando tirou finalmente o pau dele da boca, olhou para mim a lambeu-se toda. A sacaninha tinha engolido a esporra toda dele...
Mas a cena não acabou ali, pq entretanto fomos tomar os 3 um café e umas águas e à volta ele convidou-nos a entrar no camião.
Ai é que ela gemeu e berrou até requer, porque ele foi-lhe a todos os buraquinhos, enquanto eu batia uma punheta bem batida.
Acabou a beber novamente o leite todo dele e de seguida o meu, que me estava a vir também...
O espanhol veio depois várias vezes a nossa casa, o que a deixava perdida sempre que o via entrar pela porta. Sem dúvida que a partir dali, o nosso sexo melhorou e de que maneira e entretanto já tivemos outras experiencias com portugueses.
Só quer é um pau bem aviado...

Eu + Ela + Amigo


Esta história passou-se a semana passada e é verdadeira.
Tenho 34 anos e a minha mulher (Susana) 29 somos casados à 7 anos e temos uma vida sexual satisfatória, no entanto temos muitas fantasias que partilhamos mas nunca realizamos.
Entre essas fantasias estava a de estarmos com um outro homem, mas não um desconhecido, ela tinha a fantasia de estar com um amigo de infância que quase tinha sido seu namorado (Zé).
Ora o Zé era um rapaz da sua idade e que era farmacêutico na farmácia onde costumamos ir, certo dia ao final da tarde fomos à farmácia que estava quase a fechar e convidamo-lo para jantar num restaurante que havia mesmo em frente, o que ele de pronto aceitou.
A Susana parecia um pouco assustada pois apesar de termos falado no assunto, nunca o fizemos de forma séria apenas o fazíamos nas horas de maior excitação. O jantar correu de forma cordial e não falamos nunca deste tema, no entanto eu podia ver na cara de ambos o desejo que sentiam, terminamos e fomos até nossa casa tomar mais um café.
Quando chegamos a Susana foi se por mais à vontade e para meu espanto vestiu um pijama de cetim branco transparente e sem mais nada por baixo, o meu pau estava já aos saltos assim como o do seu amigo a julgar pelo volume das suas calças.
Para que as coisas ficassem mais claras para todos sugeri vermos um filme do sexyhot o que ambos aceitaram de imediato, assim a Susana sentou-se no sofá no nosso meio e lá começamos a ver o filme.
Descaradamente a minha mulher passava a mão no meu pau por cima das minhas calças e olhava para mim à espera da minha aprovação para fazer o mesmo ao seu amigo, que quase nem respirava tal era a sua timidez.
Depois de perceber que eu concordava ela começou com a outra mão a massajar o pau duro do Zé que estremecia, eu para aliviar um pouco a dor que me provocava as calças sobre o meu pau duro desaperto as calças e saco-o para fora, a Susana faz o mesmo com o pau do Zé e ali está ela como nos seus melhores sonhos com dois paus nas mãos.
A esta altura o calor dos nossos corpos já estava no máximo e a Susana inclinando-se um pouco sobre o Zé mete todo o seu pau na boca fazendo-lhe um broche que quase o arruma, eu vou-me despindo e assistindo deliciado à mamada que a minha mulher faz a outro, o Zé vai-se desinibindo e já tem dois dedos enfiados na cona da minha mulher, é agora a minha vez de ser mamado o que a minha mulher faz com mestria enquanto o Zé lhe lambe a cona e o cuzinho deliciado.
Estamos assim por algum tempo até que ela resolve que quer o caralho do Zé na sua cona, este não se faz rogado e num ápice voa para cima dela fodendo-a desalmadamente, ela grita sempre por mais e para meu espanto enquanto passa para cima dele pede que eu lhe enfie também na coninha, só pode estar louca penso eu quer dois paus enfiados na cona, mas lá vou eu e ao contrário do que eu esperava eles entram facilmente tal é a excitação que ela sente.
Era uma foda divinal sentir outro caralho colado ao meu a comer a cona da minha mulher, até que já sentindo que eu não aguentaria muito mais naquela posição ela pede que eu fique por baixo fodendo-a na cona enquanto o Zé lhe come o cuzinho.
Era de mais, menos para ela que queria muito mais, enquanto me beijava a orelha ela segredou-me que me queria ver mar o amigo, a excitação era de tal ordem que não resisti e mal saímos de dentro dela agarro no seu pau duro e depois de lhe retirar o preservativo engoli-o de uma só vez perante o ar de espanto do Zé que depressa se habituou à ideia e já gostava, mais gostou ainda quando a Susana se juntou a mim e lhe fizemos o maior broche da sua vida, enquanto ela lhe lambia também o cu como que preparando-o para a surpresa que ai vinha.
Ele a principio recusou mas perante a insistência da língua da Susana no seu cu e pau depressa cedeu e que foda deliciosa eu dei naquele cu enquanto a Susana avidamente lhe sugava o pau, tirei para fora e pedi a ambos para me chuparem até eu me vir na cara deles, o que fiz com abundância para seu consolo.
Faltava agora o nosso amigo vir-se e decidi retribuir-lhe oferecendo-lhe a minha boca e da minha mulher para que se viesse nas nossa bocas o que ele fez como um animal tal a quantidade de leite com que nos brindou que eu e a minha mulher aproveita-mos enquanto nos beijávamos, pois ao contrario do que eu esperava tinha um sabor agradável.
Agora estamos à espera que ele convença a namorada (um avião de se lhe tirar o chapéu) a participar numa farra destas, o que segundo ele não deve ser difícil esta já lhe havia confessado a fantasia de estar com um casal, se tal acontecer pode ser que um dia destes eu vos conte.
Fiquem bem.

13 de Maio de 2008

Explicaçao a 3


Vou contar-vos a melhor situação que já se passu comigo. Sou casado há cerca de 10 anos. Catarina é o nome da minha mulher. É professora e para ganhar mais alguns trocados dá explicações de filosofia em nossa casa, ao fim-de-semana.
Sempre tivemos uma relação muito boa e trocámos as nossas fantasias, algumas incluindo sexo com outras pessoas, mas nunca tinhamos experimentado, até porque nos satisfaziamos mutuamente. O ano passado apareceu um jovem com 17 anos a quem ela dava explicações e para quem ela começou a olhar de maneira diferente.
Um dia, no final da aula, reparei que ela lambeu os lábios ao despedir-se do Rafael, como a dizer, comia-te todo. Ele não viu porque já tinha virado as costas.
Foi então que lhe disse: - Interessante esse teu aluno…
Ao que ela respondeu: -Pois, não é nada mau.
Nesse mesmo dia à noite enquanto nos acariciávamos e nos preparávamos para uma noite de sexo em grande perguntei-lhe se gostava de fazer sexo comigo a pensar no Rafael. Ela respondeu que gostava mesmo era de ter ali o Rafael.
Fui buscar um dos vibradores que lhe tinha oferecido e enquanto ela me lambia e chupava o caralho comecei a meter-lho na coninha, já bem lubrificada pelas caricias que tinhamos trocado. Depois de uma noite de sexo bem quente,com várias quecas, em várias posições adormecemos. No dia seguinte de manhã, disse-lhe que podia convidar o Rafael a juntar-se a nós quando quisesse.
Passado algum tempo, num sábado de manhã pediu-me para não sair – porque normalmente vou dar uma volta de bicicleta - e ficar no quarto ao lado da sala onde dá explicações. Acedi e lá fiquei às escuras. Pouco depois chegou o Rafael para mais uma aula. Aí, já desconfiado aproximei-me da janela e fiquei à espreita, sem que o Rafael soubesse que eu lá estava. Quando ele se sentou e abriu os cadernos para mais uma aula de filosofia, a Catarina perguntou-lhe se ele estava disposto a ter uma aula sobre outro assunto. Ele ficou calado, sem saber o que se passava e ela perguntou-lhe se já havia aulas de educação sexual na escola onde ele andava. Ele repondeu que não, e que até tinha andado em manifestações porque achava que eram importantes e começou a falar em sida, doenças e por aí fora.
É aí que a Catarina abre a blusa que tinha vestida, põe os seus lindos seios à mostra e lhe diz para se preparar para uma aula de educação sexual….. prática. O Rafael corou, baixou os olhos e virou as costas como quem não sabe o que fazer. Ela começou a massajar-lhe as costas, o pescoço e as orelhas e foi aí que ele começou a reagir. Virou-se e começou a beijar-lhe as mamas enquanto com as mãos lha apalpava o traseiro. Eu estava todo excitado com a situação e nem sei como consegui ficar ali quieto.
Foi um instante enquanto se despiram, e ela desceu lambendo a barriga e depressa chegou ao caralho dele, que começou a chupar como só ela sabe.
Ele gemia e tentava apalpá-la até ao momento em que ela o mandou fazer-lhe um minete. É que ela não sabia o que era. Ela lá lhe explicou, sentou-se toda aberta num sofá,agarrou na cabeça dele e enquanto ele lhe lambia a cona ela gemia a fazia-me caretas, pois estava de frente para mim. Foi então que se colocou de costas para ele, em pé e dobrada sobre o sofá e lhe disse para a foder. O inexperiente rapaz não conseguia enfiar-lhe o caralho na cona e ela teve mesmo que agarrar com a mão dela e enfiá-lo. Começou então o vai-vem, com ela a gemer, dizer: - isso, enfia-mo todo, vem, mais, mais, mais….hummm é bommmm… Ele no inicio esforçava-se para não fazer barulho mas depois começou a gemar alto e bom som: é bommm, aiiiii, professora…..
Reparei que estavam a vir-se e assim que vi que tinha gozado decidi aparecer na sala.
- Então que é isto? A comer a minha mulher?
- O Rafael não sabia onde havia de se enfiar, tentou vestir-se, mas a Catarina não deixou. Eu aproximei-me dela, tirei o meu caralho duro de dentro das calças e enfiei-lho de uma só vez, comecei a fodê-la com tanta força que me vim em pouco tempo. Já mais calmo, fiz sinal ao Rafael para se aproximar e começá-mos os dois, um de cada lado da Catarina, a lamber-lhe as mamas, enquanto lhe enfiávamos uns dedinhos na cona toda encharcada e cheia dos nossos leites. Ela começou a gemer, gemer, gemer e veio-se mesmo assim, no meio de nós os dois. Como já não se segurava em pé, colocámo-la de gatas e disse ao Rafael para lhe enfiar o pau na boca enquanto eu a fodia. Nunca tinha estado tão excitado, foder a minha mulher e vê-la a chupar o caralho de outro homem fazia com que o meu pau estivesse tão duro que até doia. Ela atingiu mais uma vez o orgasmo, mas eu ainda aguentava mais algum tempo e como o Rafael estava com cara de quem se estava a vir, disse-lhe para se aproximar e fodê-la naquela coninha tão gostosa. Ele assim fez e ao vê-lo, assim de costas, a entar e sair de dentro da Catarina, não resisti, e ….
Aproximei o meu caralho do cu do Rafael e enfiei-lho tão depressa que ele só teve tempo para dar um berro. A Catarina pensava que ele tinha gozado. O Rafael tentou tirar-me de dentro dele, mas eu tinha-o agarrado pela cintura e disse-lhe que era a forma de ele pagar as fodas que tinha dado na minha mulher. Ficámos assim alguns minutos, ele a foder aminha mulher, por trás e eu a fodê-lo a ele, qual comboio que náo se desencaixava. Gozámos todos mais uma vez e no final todos confessámos que tinhamos gostado. Até mesmo o Rafael, que confessou a sua pouca experiência com mulheres, e durante aquela aula aprendeu até a levar com um pau no cu. Foi uma aula fantástica, que não se voltou a repetir, apesar do Rafel continua a ter explicações com a Catarina.

Se gostaram desta aventura podem enviar-me as vossas para

foto@aeiou.pt

12 de Maio de 2008

Boa Noite


Quando naquela noite quente de Maio cheguei a casa, Isabel já dormia. Adormecera em cima da cama completamente nua.

Tive o cuidado de não fazer barulho para a não acordar... não acendera as sequer as luzes. Com a iluminação pública podia ver o seu corpo, as suas pernas maravilhosas, e as suas mamas. Senti desejo de a foder, mas não queria acordá-la. Como poderia foder a Isabel sem a acordar? Seria impossivel. Lembrei-me então de cuidadosamente lhe abrir as pernas e de procurar a sua cona. Depois, depois suave como uma pena iniciei um maravilhoso minete. Com a minha lingua procurei o seu clitóris e comecei a lamber.

Lambi suave, suavemente ate que começei a sentir que a cona da isabel estava a ficar humida... a tesão começava a chegar e ela continuava a dormir profundamente. Procurava chupar cada vez mais rapido mas sempre de uma forma suave... e a cada segundo eu sentia que o clitoris aumentava de volume, a cona estava cada vez mais humida, a tesão de isabel aumentava.

Iniciei então um trabalho com a lingua cada vez mais rapido, pressionei o clitóris com mais força, e foi então que isabel deu o seu primeiro gemido.
Não parei... e de repente, a isabel dá um grito que deve ter ecoado por todo o prédio, com uma das mãos pressionou ainda mais a minha boca contra a sua cona, abriu instintivamente as suas pernas e eu aproveitei para enterrar a minha lingua tão profundamente quanto possivel.

Áquele grito seguiram-se gemidos de prazer, e o orgasmo prolongou-se como que indefenidamente.

Tinha sido um dos melhores dos ultimos tempos... um inesperado orgasmo que se perlongou pela noite dentro. Fodemos toda a santa noite e quando terminamos a isabel fez questão de me fazer o mais delicioso broche, de querer ela sentir o meu caralho enchendo a sua boca, e mais do que isso de sentir o meu prazer escorrer para a sua boca. Enchi-lhe a boca primeiro com um caralho grosso e teso, e depois com o meu esperma.... Foi uma noite inesquecivel.

other@netcabo.pt

O porteiro


Olá a todos(as)
Aquilo que vou contar passou-se a cerca de 5 anos.
Na altura ia muito a uma discoteca, após alguma idas a essa discoteca já falava muito bem com o porteiro, um dia convidou-me para ir tomar o pequeno almoço depois de sair do trabalho, eu claro disse que SIM.
Chegamos ao café que ele escolheu e entramos ele disse que tinha que ir a casa de banho e eu logo respondi que tambem queria ir, estava aflita de tanto alcool.
Chegamos a casa de banho que era na cave do café e a porta das senhoras estava fechada, logo ele chamou-me (puxou-me)para a casa de banho dos homens.
Beijo-me e meteu as maos no meu cú, eu sentia a pila dele toda em pé,virou-me de costas para ele e baixou-me as calças e fio dental,passou a mao dele na minha cona que estava a ficar enxarcada,tirou-me o top e logo as minhas mamas saltaram para fora.
Eu sempre agarrada á parede e de cú todo espetado, ele resolveu tirar a verga para fora e eu entre as minhas pernas mexi nela e que grande que era.
Ele não perdeu tempo e espetou na minha coninha, eu gemia e ele fodia-me toda,todinha.
A certa altura a pila dele saltou para fora e ele agarou nas minhas ancas para eu espetar bem o cú, quando ele voltou a mete-la meteu com força,mas enganou-se no buraco,eu dei um gemido e ele percebeu que estava a enrabar-me toda e disse (humm, minha PUTA )eu estava louca e ele tirou e veio-se todinho para cima do meu cú.
Vestimo-nos e fomos tomar o pequeno almoço.

O medico de Sandra


Eu fico envergonhada de contar isso, mas a verdade é que depois da minha primeira trepada extra conjugal, com o rapaz do camião e da forma como ele meteu na minha bunda aquele pau enorme, eu tive um pequeno sangramento através do meu cuzinho no dia seguinte. Fiquei muito preocupada. Contei para minha amiga, e na segunda-feira logo após o fim de semana, marquei uma consulta com um médico. Apesar disso, ainda sentia um tesão enorme pelo que acontecera, e por incrível que pareça, queria trepar outra vez. Acho que meu apetite sexual cresceu ainda mais depois daquela foda maravilhosa. No dia da consulta, acordei muito tesuda. Havia sonhado com minha aventura na estrada e despertei toda molhadinha. Passei o dia inteiro ansiosa, pensando na consulta. Às 17 horas tomei um banho demorado e resolvi me vestir bem sensualmente para ir ao médico. Coloquei um vestido curtinho meias 7/8 e calcinha brancas, normalmente não uso soutien e aquele dia não foi exceção. Cheguei no consultório às 18:45 horas, e só havia um senhor sentado e a secretaria. Preencheu minha ficha e pediu que eu aguardasse, pois minha consulta seria após a entrada do senhor que ali se encontrava. Sentei em um sofá bem em frente a ele. Peguei uma revista e comecei a folheá-la. Percebi que ele não tirava os olhos das minhas coxas, pois o vestido era curto, e oferecia uma visão generosa das minhas pernas. De onde a secretaria estava não dava para me ver. Então achei que podia me divertir um pouco. Cruzei as pernas deixando a visão melhor ainda. As rendas do elástico da meia ficaram todas de fora. Mais um pouco e minha bunda apareceria. Continuei fingindo ler a revista. Notei o desconforto do meu observador. Estava nervoso, e não conseguia tirar os olhos das minhas coxas. Achei que deveria agracia-lo com algo mais. Descruzei as pernas e deixei-as fechadas por alguns instantes. Acho que ele pensou ter sido pego com a boca na botija, e que não mais teria a visão agradável das minhas pernas. Então aos poucos fui abrindo as pernas, até que ele pudesse ter a visão completa da minha tanguinha branca, com minha xoxotinha bem estufadinha e sedenta, e já ficando molhadinha com aquela situação. A revista acabou, e levantei me em direcção a uma mesinha no canto da sala, onde haviam outras. Enclinei-me para pegar outra. De costas para ele senti meu vestido subir até a altura das minhas popas. Imagino que ele tenha visto minha tanguinha toda enterrada em meu reguinho. Voltei a sentar com as pernas abertas. O coitado não sabia como disfarçar a erecção. A porta se abriu e uma jovem saiu da sala do médico, desejando boa noite, se dirigiu a porta de saída. O médico apareceu na porta e convidou-o a entrar. Cumprimentaram-se como se já se conhecem a muito tempo. Pude perceber que não era uma relação médico paciente. O Doutor perguntou se o amigo havia esperado muito tempo, e ele respondeu que não, que nem havia visto o tempo passar, numa forma exclamativa virando a visão em minha direção. Pude sentir a cumplicidade dos homens quando querem falar algo entrelinhas, em suas palavras. Como se dissesse que havia se divertido me observando. Lógico que lá dentro, ele relataria tudo que havia acontecido ao doutor, o que me deixava com mais tesão ainda. Depois de quase vinte minutos, eles novamente apareceram na porta e o senhor ao sair me cumprimentou muito efusivamente, desejando-me boa noite. Retribui o seu cumprimento, sorrindo para ele, que olhou maliciosamente para o médico. O doutor pediu-me para entrar. Havia uma cadeira estrategicamente colocada bem ao lado de sua mesa, e outra em frente. Dirigi-me para a cadeira em frente a mesa, mas ele pediu para sentar na outra, dizendo que aquela estava com problemas e ele tinha medo que acontecesse algo comigo. Falei que não haveria problema, pois ele estaria ali para me socorrer. Ele riu, e eu sentei na cadeira que ele queria. Tinha razão quando achei que o outro contaria tudo a ele. Ele devia estar curioso para saber o que o amigo havia visto. _ Então, o que aconteceu? perguntou-me. Quando ia começar a contar, a secretaria bateu à porta. _ Doutor, ela é a última paciente de hoje. O senhor ainda vai precisar de mim? _ Creio que não respondeu. _ Posso ir? Pediu ela ao médico. _ Se ela não se incomodar em ficar só com seu médico! Exclamou com um sorriso. Eu na mesma hora disse que não me importaria, pois confiava no doutor, e se houvesse algo eu gritaria bem alto. Todos nós rimos. _ Me diga o que aconteceu! _ Bem doutor, é que no Sábado passado tive um pequeno sangramento pelo meu ânus, e fiquei apavorada disse eu. _ E continua sangrando? _ Na Segunda-feira ainda saiu um pouquinho, mas ontem e hoje não. _ Você comeu algo que não tenha costume de comer regularmente? perguntou. _ Não doutor, acho que a razão não foi essa! _ O que você acha que ocasionou essa hemorragia? Houve algo diferente do que costuma fazer? Enquanto fazia as perguntas, não tirava os olhos das minhas coxas, devidamente cruzadas e à mostra. Também queria descrever que o médico, era um homem de uns cinqüenta anos, mas muito simpático e bonito, além de estar com um perfume delicioso. E também havia dito que meu perfume era uma delícia e perguntado qual era o perfume que eu estava usando. Disse qual era. _ Doutor, é um pouco embaraçoso para mim explicar o que houve, mas se tem que ser dito. _ É melhor. Para que eu saiba o que pode estar ocasionando essa hemorragia explicou ele. _ Bem doutor, é que eu fiz sexo anal. _ E foi a primeira vez? _ Não doutor. Eu já havia feito antes. _ Então é melhor fazermos um pequeno exame. Você se incomoda? _ Em absoluto respondi. _ Então vá até aquele biombo, coloque esse roupão e me diga quando estiver pronta. Toda aquela conversa estava me deixando com tesão, ainda mais com ele olhando para minhas coxas como se quisesse tocá-las, acariciá-las ou seja lá o que fosse. Fui para trás do biombo, mas em vez de colocar o roupão, fiquei só de calcinha meias e com meus sapatos altos. _ Posso ir? Perguntou-me. _ Acho que sim respondi. Quando ele passou para a saleta atrás do biombo levou um susto. Pude observar o choque que havia causado ao pobre homem. _ Achei que assim seria melhor para o senhor me examinar. Tem algum problema doutor? _ Não! ele respondeu meio que engasgado, e sem tirar os olhos do meu corpo. _ Está ótimo! - disse ele ainda embaraçado. _ Deite-se nessa cama falou apontando para uma cama estranha, com manivelas e um corte na parte de baixo, onde as pernas ficavam repousadas. Deitei-me e ele começou a mexer em uma manivela. A cama foi se movendo, deixando meu corpo numa posição quase de quatro, e com a bunda bem levantada. Adorei aquela posição. Escutei o ruído de plástico se esticando enquanto ele calçava luvas. _ Você devia ter tirado a calcinha! exclamou ele. _ Você poderia me ajudar? Perguntei maliciosamente. _ Claro! Enquanto ele puxava minha tanguinha, rebolei lentamente para ajudar com os meus movimentos, o que deve tê-lo deixado mais tesudo ainda. Já tinha observado o volume que havia crescido sob sua calça, quando me viu quase nua. _ Vou passar um lubrificante para que não a machuque, está bem? _ Está doutor. Quando senti o lubrificante cair sobre meu reguinho, um calafrio percorreu todo meu corpo, deixando-me toda arrepiada. _ Você está com frio? Ele perguntou maldosamente. _ Não doutor, foi só um calafrio! _ Se doer você me avisa. Ele foi lentamente enfiando o dedo no meu cuzinho. Aquilo me deixou louca. Quando o dedo todo estava enterrado no meu rabinho, ele começou a mexer para lá e para cá. Tirava um pouco mexia, voltava a empurrar. Minha xoxotinha estava completamente ensopada. Meu corpo tremia de tesão. _ Está machucando? _ Não doutor! _ Você e seu marido já fazem sexo anal a muito tempo? Perguntou. _ Há alguns anos doutor, mas o problema é que não foi com ele. o dedo estava me matando de tesão, e instintivamente comecei a rebolar lentamente enquanto ele examinava meu ânus. _ Não foi com ele? _ Não! Com o pênis dele nunca houve problema. minha voz estava sumindo de tesão, já estava quase gozando. _ Então o que aconteceu? _ É que o pênis do rapaz, era enorme! disse muito baixinho. O médico não ouviu e perguntou o que eu havia dito. _ Ai doutor, é que o rapaz que me enrabou tinha um pau enorme! Falei descaradamente. Senti a outra mão dele se apoiar na minha bunda, e ele iniciou movimentos carinhosos sobre ela, enquanto continuava metendo o dedo no meu cuzinho. Subitamente retirou o dedo. Pensei que o exame havia acabado. Durante uns instantes ouvi o que parecia ser ele retirando as luvas. Ouvi uns ruídos que não consegui definir o que seria. Em seguida ele falou. _ As luvas estão diminuindo minha sensibilidade, e não estou conseguindo examiná-la direito. Se importa se tentar sem as luvas? _ Continua logo doutor! Falei com minha voz rouca. Então senti toque de seu dedo na portinha do meu cuzinho. Novamente todo meu corpo se sacudiu em um espasmo. Sua mão outra vez fazia carícias na minha bunda. Então senti algo quente encostar na minha xoxotinha. Nova onda de tesão percorreu minha coluna. Só então percebi que ele estava com o pau para fora, roçando em minha buceta. _ Mete doutor, mete ele todinho em mim. Vai doutor mete na minha bucetinha! eu implorava. _ Posso meter? Já coloquei uma camisinha! Explicou ele. _ Bota tudinho! Me come gostoso doutor. Mas não tira o dedo do meu cuzinho não! Senti a caceta invadindo minha vagina. Cada centímetro, entrando vagarosamente. Eu tentava me mexer para meter mais rápido, mas naquela cama, eu estava a sua mercê. Então ele enfiou tudo lentamente, até que senti seus pentelhos roçando na minha pele. O dedo todo metido no meu cú, fazendo movimentos circulares lentos e cadenciados. Agora ele metia o pau na minha xaninha e tirava. Naquele movimento de vai e vem tradicional, me fazendo gozar várias vezes. Rebolava minha bunda tentando em vão enfiar mais fundo aquele dedo, mas já estava todo enterrado. Com a outra mão ele apertava minhas nádegas. Pedi para ele me dar umas palmas na bunda. Ele não se fez de rogado. Me deu uma palmada bem estalada. Gozei na mesma hora. E me deu mais outra. Meu corpo começou a pular na cama. Era um gozo daqueles fortes. Me sacudia toda. Gritei: _ Mete, bate, me fode gostoso. Come a sua puta. _ Toma sua putinha, engole a minha pica. Galinha sem vergonha! Você fode muito, não é? Você gosta mesmo de fuder, não é sua puta? _ É doutor, é ! Aiiiii, doutor estou gozando demais! _ Goza puta gostosa! Vagabunda. Estou gozando também. Ai estou gozaaandddoooooo! Tirou o pau da minha buceta e foi para o banheiro. Quando saiu falou: _ Pode usar o toillete agora! Fui para o banheiro completamente zonza, satisfeita, feliz. Quando saí, já toda arrumada, ele estava sentado em sua mesa, e pediu-me para sentar. Falou que estava tudo bem, e que provavelmente a hemorragia foi causado por algum pequeno vazo rompido durante a relação que eu havia tido, mas que agora já havia cicatrizado. Disse que havia adorado a consulta, mas ainda precisava fazer outra, já que queria me examinar com um outro instrumento. Eu disse que se ele achava necessário, viria quando ele marcasse, pois foi a melhor consulta que eu já tinha recebido. E que ele era muito gostoso. Disse-me que não via a hora de meter na minha bunda. Que eu tinha uma bunda linda, e deliciosa. E o que era melhor. Que eu realmente gostava de tomar no cú. Falei que ele estava cheio de razão, e que era verdade que eu ficava doidinha para ser enrabada. Então ele me perguntou se poderia marcar para a Quarta-feira da próxima semana. Eu concordei, e disse que lá estaria. E assim voltei para casa completamente feliz. Estava tudo bem com meu cuzinho, e eu havia trepado pela segunda vez com outro homem. Além de já ter mais uma foda marcada para a próxima semana. Que férias hein?

Quando menos se espera


Isto é uma passagem da minha vida muito quente,verão de 1995 estava num bar perto de casa a jogar snooker,e na altura namorava com o passar da noite o bar foi ficando,cada vez menos lotado,entretanto estavam 2 amigas sentadas minhas conhecidas,muito sensuais a Beta era morena e tinha um top que deixava,ver suas mamocas bicudas tipo perâs e uma mini saia preta,onde se podia ver as cuecas quando ela trocava as pernas de posição,a outra amiga chamada Lara era mais alta,vestia umas calças de pele justas,a mostrar o belo traseiro todo torneado,cabelos compridos e olhos verdes.Assim que o bar ficou sem pessoal, e quando estavamos prontos para sair,elas falaram então já vão,respondemos pois já não estamos aqui a fazer nada,foi então que a lara disse olha porque é que não vamos para a tua casa paulo os quatro,beber um copo eu olhei para o meu amigo e disse por que não,assim fomos.Entramos no prédio e fomos esperar o elevador,Entramos os quatro e a beta ficou a minha frente e diz olha queres ver a minha tatuagem,e nisto manda o cabelo para a cara do paulo abaixa o pescoço,e eu olho e veijo a tatuagem,um golfinho muito giro,encosto me a ela e sinto um cheiro de perfume magnifico,entretanto o Paulo e a Lara estavam a conversar muito colados um ao outro,entramos em casa e fui por uma musica calma,e servi um copo enquanto bebiamos e conversava mos eu disse Lara vira te lá para eu ver o teu golfinho novamente que é muito giro,ela fez me a vontade e baixou a cabeça,eu falei posso sentir-sim podes falou a Beta eu de leve sinto e com carinho dou lhe um beijo no golfinho,a Lara vira se e dá me um beijo louco e apaixonado-entretanto O Paulo ja tinha o top da lara tirado e beijava lhe loucamente os seios firmes e redondos,eu tiro o top da Beta e beijo lhe os seios chupando e mordiscando as pontas,mordo lhe os lábios devagar,e vou apalpando lhe os seios,assim como sua vagina,que esta cada vez mais lubrificada,olho para o lado ve veijo o paulo a lamber a Lara e fico com um pau bem ,mais firme abro as pernas de Beta e enfio minha língua nos seus lábios vaginais lambendo lhe seu botão de rosas,nisto veijo o Lara a fazer um bico ao paulo e ele a olhar para a Beta,eu digo beta anda vamos encostarmos mais a eles,para podermos ver melhor,mas o encosto foi tanto que deu para,eu por os dedos na vagina da Beta enquanto Lara deu o beijo fogoso ao Paulo,eu aproveitando a posição de Lara que estava a mamar o paulo,enfiei o meu pau na vagina de Lara,enquanto Beta subiu para cima do sofa abriu as pernas e deixou o paulo lamber lhe a cona até ela,tivemos nisto 2 horas trocamos e trocamos até esporrar,para cima das duas foi um a festa...

Tudo ao Monte


Tenho 42 anos feitos há um mês! Casado há 18 anos, tenho uma vida boa, em termos familiares e profissionais. Dou aulas de matemática e física numa faculdade, há perto de 24 anos e faço consultadoria para empresas do ramo alimentar. Minha mulher, de 42 anos também dá aulas, numa universidade privada de linguística e grego.
Conheci-a na cantina da faculdade e apaixonamo-nos. Deixei umas namoradas que tinha e ela rompeu um noivado com um assistente da faculdade de letras.
Tivemos 3 filhos que estudam e trabalham fora da nossa cidade. Assim, há 2 anos que vivemos sós durante a semana.
Por isso falamos mais, conversamos, e desenvolvemos, as nossas fantasias.
Ainda que nunca transportássemos essas fantasias do trabalho para casa, tivemos (viemos a saber no desenrolar do nosso conversar) alguns casos nos afazeres profissionais.
Chegados aqui, soubemos que ela fodia com um colega da faculdade e eu com duas responsáveis de duas empresas a quem presta consultadoria. Com a curiosidade de irmos ao mesmo hotel, durante as tardes, no centro da cidade.
Como amigos que já éramos e não querendo desfazer o casamento resolvemos explorar esta vertente das nossas vidas. Fizemos um pacto. Em vez de contarmos as nossas “infedilidades” a amigos ou amigas, faríamos do outro esse amigo/amiga.
Por isso agoranos sentamos ao computador, os dois a recordar a nossa primeira foda em grupo. Ainda que eu fale na 1ª pessoa, acreditem que se não fosse a memória dela aqui, muitos pormenores escapariam.
De inicio custou, mas optamos por nos rirmos e nos beijarmos com as historias que contávamos. E admitirmos que éramos os melhores amantes do mundo, os mais machos e fêmeas, os mais cornos que podíamos ser. Os mais tudo
E assim passamos, não já a fantasiar, mas a viver a nossa sexualidade em pleno.
So que isso fez de nós perfeitamente bisexuais. Porque quando ela me contava as fodas que dava com o Jorge, e me falava do pau dele, já não me chegava os dedos, que a Teresa me enfiava no cu e que me excitava. Nem quando eu falava das mamas da Diana que eu xupava e trincava, já não lhe chegava nem o meu pau nem do Jorge.
Daí termos proposto um jantar ao Jorge, á Diana e a Isabel (esta com o marido) num sábado especial, em que comemorávamos o dia em que fomos para a cama pela primeira vez. Com o argumeno que tínhamos uns assuntos para falar com eles.
Pedimos à nossa empregada que tratasse do jantar, aceitando o serviço dum catering pelas 8 da noite.
Propusemos encontrarmo-nos num bar ao lado da nossa casa, de uns amigos nossos, e ai bebemos um Porto com umas tapas! O Rosas, marido da Isabel começou por dizer que eles não poderiam ficar para jantar porque ele tinha um jantar de aposentados no banco que gostaria de ir. Aí aproveitamos para lhe “raptar” a Isabel, com o argumento que queríamos planear um fim de semana na serra, e um deles era importante ficar. Nem a Isabel sonhava com o que planeávamos, porque não sabia da cumplicidade que eu e a Teresa tínhamos.
Saído o Rosas, em tempo oportuno, ficamos os cinco a petiscar no barzinho. Calmamente e depois das formalidades contidas na conversa, eu resolvi abrir o jogo. Então referi que eu e a Teresa sabíamos tudo um do outro e que isso nos dava imenso prazer. As caras do Jorge, da Diana e da Isabel foram de espanto e sorrisos! O ambiente era calmo e isso permitiu que ninguém fugisse. Sorrisos amarelos foram a primeira manifestação. Tesão no ar foi o segundo. Sentia-se e via-se porque no meio dos risos eu e a Teresa beijávamo-nos de forma lânguida. Sem hipótese de ninguém negar nada, todos eles assumiram as relações que tinham connosco. De forma curial, cordial, sã e sexuada.
A Teresa, ao lado da Diana, riu-se para ela e agarrando-lhe as mãos beijou a na cara com ar lânguido.
O Jorge ficou branco, mas de imediato a Teresa foi sentar-se ao lado dele e pôs-lhe a mão sobre as pernas, enquanto também o beijava.
A Diana, mais “puta”, no seu ar de senhora, disse:
- Até que enfim posso estar com a tua mulher, coisa que sempre desejei. E é desta que o meu corno vai saber de tudo. Hehe!
Estava aberto o caminho para o jantar.
Nessa altura eu e a Teresa dissemos k e facto havia jantar e que eles como nossos amantes seriam os felizardos/protagonistas da concretização da nossa relação. E cúmplices também.
So que haveria duas condições que deveriam aderir.
1º Ninguém se magoaria com o que acontecesse. Se se sentisse magoado pedia para sair!
2º Ao subir ao nosso 12º andar, iriam receber e vestir uma tunica branca e o jantar seria com essa vestimenta sem nada por baixo. Óptimo para aquele sábado de Junho, com 29 graus e sem ar condicionado em casa!

Por meio de mais risos e à vontade, todos concordaram. Sem, no meio, o Jorge, que conheci naquela altura, se ter roçado na Isabel que, a rir-se, roçou a peida nele.
Subimos e eu abri a porta. As janelas estavam semi fechadas pelo k acendi os candeeiros colocados nas mesas e não a luz geral.
Entramos e eu disse par se porem todos à vontade.
A Teresa beijou o Jorge e ele agarrou-a toda beijando a e levantando lhe a saia e mexendo no grelo dela. Logo a Diana foi tb beijar a Teresa e beijaram se logo na boca.
Foram todos para um quarto de arrumos k temos e cada um mudou de roupa.
Entretanto tocaram à porta. Era o catering, pelo que eu mandei logo o empregado colocar a comida na mesa da sala de jantar, que tinha já a mesa posta. Entretanto a Teresa apareceu já com a túnica vestida e desempacotou a comida toda. E disse: Agora é so pegarem nos pratos e comer. O jantar esta iniciado. Tudo isto enquanto eu colocava no leitor 3 discos de piano de canções românticas. Entretanto fui também mudar de roupa e a Isabel apareceu no quarto já vestida e disse para mim: Eles são mesmo muito fixes. Mereces, meu querido que te foda todo. E começou logo a chupar-me o pau. Nessa altura entraram a Teresa e a Diana. Olha, estes cabroes já estão a foder, foda-se, disse a Diana. Ok ok, vamos já para sala. E fomos
. O Jorge estava sentado e a Teresa disse: Vou já tratar deste. Nao vou perder esta pica. Não achas meu corninho? Claro puta boa! Ainda que já o tenhas fodido bem. Deixa o para as nossas amigas. Disse eu. Eu trato delas, não te preocupes. Disse ele. E levantou se enquanto a Teresa arranjava de novo a mesa. Então ele por traz levantou-lhe a túnica e enfiou lhe logo o caralho, ao que ela disse: Isso cabrao, mete mo todo. Ai a Diana não esteve para meias medidas. Colocou se debaixo da mesa e começou a lamber a cona da Teresa k já berrava de tesão.
- Ah foda-se a tua puta lambe bem caralho! Disse a Teresa para mim. Ai de novo, a Isabel começou a mamar me a pica de joelhos na minha frente. Nessa altura a Diana largou a Teresa e foi lamber o cu da Isabel dizendo: Foda-se hoje quero é lamber estas conas e cus. Pega Isabel, a minha língua para o teu corno logo sentir te toda. Ao que a Isabel respondeu: Querto k ele se foda! Se lamber logo será com o leite destes cabroes Mas mama, puta, mama a cona e o cu.
Nessa altura a Teresa veio se toda com o caralho do Jorge dentro dela. E disse:
-gostas cabrao? De foder a tua puta na frente do meu corno? Ana fode, caralho. Mas agora também kero cona. Estas conas que o meu homem farta se de foder. Levantaram se as 3 e agarrando-se beijaram-se todas enquanto se esfregavam.
E foram para o sofá as três gozar juntas, lambendo-se.
Ai eu e o Jorge afastamo-nos e ficamos a ver ao lado um do outro, enquanto esfregávamos as picas. Ai ele disse: foda-se com este tesão também quero essa. E ajoelhando-se meteu o meu pau na boca. E ai, foram elas k pararam a ver tocando-se ao de leve. Dizia a Teresa para a Diana. Estes cabrões. Alem de fodilhoes são uns requintados veados! Vê como eles se xupam! E viirada para mim dizia: Xupa-o veado. Mama nessa pica que eu te aranjei. Cabrão mama-o. É boa, não é?
Aquilo nos entesou, aos dois rimo –nos paramos e pusemos as três de cu para o ar. E assim começamos na esquerda e paramos na direita a foder as 3, que de seguida levam com dois paus. Kando cheguei à Teresa esporrei me todo, mesmo coma camisaenkanto o Jorge se veio na Diana.
Foi altura de paramos. E deitarmo–nos exaustos. Nessa altura tocou o celular da Isabel. Era o Rosas a dizer que já tinha acabado a reunião e a perguntar se a Isabel estava bem. Ai, ela riu-se e disse-lhe: se estou querido. Nem sabes o k perdeste. Mas eu conto em casa.

10 de Maio de 2008

Viagem ao Algarve


O que passo a relatar foi passado em 2004 quando eu e a minha ex mulher maria joao fomos passar uns dias ao alvor,passo a relatar chegados ao apartamento e antes de tomar-mos um banho demos uma grande foda que nos abriu o apetite para a noite disse o que ela havia de vestir o que ela aceitou uma saia de ganga com um top sem cuequinha por baixo nem soutien o que a deixava mesmo boa joao não é nada de se deitar fora mesmo tendo já tido 2 filhos com um cu mesmo bom umas mamas pequenas mas com os bicos espetados e uma cona rapadinha voltado ao relato saimos em caminho de albufeira aonde jantamos no restaurante ela por baixo da mesa ia tocando com os pés no meu caralho que dava sinal de vida acabado o jantar decidimos ir ao rickys um bar onde param a maioria de holandeses chegados joao estava louca para dançar eu fiquei junto ao balcão a beber uma bebida e a ver a minha mulher a fazer furor ela roçava ela agarava-se aos holandeses até que ela chega junta a mim e me diz amor o que achas de fazermos hoje a nossa fantasia eu respondo querida tu achas que estas preparada ao que joão responde se não for hoje nunca mais sera,então querida avança que eu estou do teu lado ,ela volta para a dança e continua o roça e o apalpar até que chega uma altura que a vejo de volta de 4 holandeses eu chego perto dela ao que joão me diz querido arranjei alguns amigos eles eram muito amaveis convidaram-nos para beber alguma coisa eu os convidei para irem passar o resto da noite ao nosso apartamento no alvor ao que eles logo concordaram metemo-nos a caminho eu e ela no nosso carro pois so tem 2 lugares e eles de taxi no caminho joão foi todo o caminho a fazer-me um grande broche mas ela nunca me deixou esporrar pois a noite ainda era uma criança,chegados ao apartamento ela foi tomar um banho enquanto eu servia algumas bebidas aos nossos convivas quando ela sai do banho todos ficam de boca aberta joão vem completamente nua o que provoca algum alarido dos nossos convidados que logo a cercam ao que ela diz calma que hoje eu havios a todos mas primeiro vou continuar aquilo que comecei no carro ao meu querido marido ao que ela poe-me o caralho de fora e começa a mamar como ela sabe os nossos convidados rapidamente se despem e poem as farramentas de fora e por sinal todos eram bem aviados ela ao reparar que todos já estavam a bater a punheta manda sentar todos no sofa e começa a alternar os caralhos eu abro as pernas e começo a lamber-lhe a cona e o cu ela só pedia querido quero que sejas o primeiro a foder-me eu ponho-lhe o caralho dentro dela ao que ela manda um ai dou umas bombadas e esporro-me dentro vou me assentar no sofa para ela limpar-me o resto da esporra um dos convidados pim levanta-se espetalhe o caralho na cona e começa a bombar e a minha esporra começa a escorrer pelas pernas dela ela louca grita de prazer e pede mais outro se levanta steve e deita-se no chao ela abrem a pernas e começa a enterrar o caralho todo ate ao talo e sempre a mamar e bater a punheta aos outros eu levanto-me e digo querida quero ser o primeiro a comer-te o cu ao que ela responde claro que sim e vira-se para eu a emrrabar ela quando é emrrabada fica histérica começa a gritar e pedir que fodam e com o meu caralho entalado no cu enterra a cona no caralho do steve que estava deitado no chao eu bombeio o cu dela e esporro-me novamente e retiro-me para o lado mesmo sem deixar fechar o buraco do cu van lindem enterra-lhe o caralho no cu e tambem se esporra, steve que lhe estava a foder a cona tambem se esporra joão logo se agarrada aos 2 dos convidados pim e acahm que ainda não se tinham esporrado e senta-se no caralho do pim e abre as pernas ao que acahm espetalhe tambem o caralho na cona era de mais a minha mulher com 2 caralhos na cona,jõao grita mas eles não lhe davam descanso até se esporrarem os 2 ela cai para o lado esgotada nos os 5 ficamos tambem deitados a descansar jõao levanta-se e vai para o banho no caminho a esporra escorre-lhe pelas pernas 30 minutos depois chega ela novamente a sala e diz querido tenho a cona toda aberta ao que eu lhe digo queres ficar tambem com cu ela ri e diz sera que fosses conseguem!ao que logo recebe resposta entam começa a mamar logo começa a por novamente os caralhos de pé eu chego junto dela passo a lingua no cu dela e espetolhe o caralho todo lá dentro ao que steve tambem se levanta e pede para ela se sentar no caralho dele retiro o meu ela senta-se no de steve e levanta as pernas eu junto o meu caralho ao de steve e emrrabamos os 2 o cu de jõao ela grita chora mas não consegue sair do meio a dor da lugar ao prazer e começa a gritar arrebentem-me com cu meu cabrões umas bombadas depois a gente os 2 esporamo-nos os 2 dentro do cu dela ao retirar os caralhos fezes vem agarrados aos caralhos pim e acham tomam os nossos lugares e arregaça-lhe o cu as pregas do cu dela arrebentam e começa a fazer uma mistura de fezes e algum sangue eles estavam completamente loucos e bombavam se piedade 2 machos a emrrabar a minha mulher e outro a foder-lhe a boca van lindem exclama estou com vontade de mijar sera que posso mijar na tua boca jõao diz tu vais mijar na minha boca eu vou cagar nos caralhos dos teus companheiros e o impensavel acontece van lindem mija na boca de jõao e ela caga-se toda nos caralhos deles eles riem ela um pouco envergonhada olha a volta e ve o chao da sala cheia de merda dela mas logo retroquio eu avisei que me ia cagar toda,os nossos convidados foram tomar um banho e se despediram da gente e exclamavam tens ai uma grande mulher toma bem conta dela ao que ela diz ele sera sempre o meu querido marido,a manha ja aclareava ela toda rebentada eu tratava da minha querida mulher com alguma pumada.

Separaçao consentida


A vida liberal e muito complicada. Eu e Cátia estamos juntos á 8 anos. Desde sempre fomos liberais e abertos a novas experiências, contudo o puritanismo social complica este tipo de abertura.
Cátia e eu estamos este ano separados por opção ela no Algarve e eu em Lisboa. Mas tem sido a altura das nossas vidas onde temos gozado e aproveitado para explorar e viver novas experiências sexuais e novos modos de viver.
Cátia é professora num colégio em Vilamoura e mora em Albufeira (Montechouro) com um amigo nosso, o Vitor. A nossa abertura como casal liberal faz com que e Cátia viva com o Vitor uma relação de amizade e sexualidade aberta, ou seja durante a semana ela e mulher plena do Vitor ou de outro companheiro sexual que ela encontre, enquanto que ao fim de semana quando nos encontramos ela é só minha. É neste turbilhão de sensações e experiências que nos tem feito muito felizes e plenos como casal.
O nosso problema e manter as aparências. A nível profissional nem ela nem eu podemos revelar a nossa abertura sexual, a nível familiar ainda é mais difícil somos ambos descendentes de familiar tradicionais que não entendem este tipo de relacionamento. Assim pressionados por constantes pressões familiares e suspeitas da infedelidade de Cátia decidimos declarar a nível familiar e profissional que eu e Cátia estávamos separados e que ela morava com o seu novo namorado.
No entanto continuamos a viver como um casal com um relacionamento aberto. Adoro saber que ela durante a semana fode que nem uma louca com o Vitor e por vezes com outros homens. Este Natal eu passei com a minha família e Cátia com a dela aproveitando para apresentar o novo namorado (Vitor). A passagem de ano passamos juntos, e levamos o Vitor connosco (claro). Eu e Vitor saímos de fato e Cátia de vestido azul escuro curto e justo ao corpo (sem nada por baixo como ela gosta) e com um longo casaco preto com umas botas altas... estava uma verdadeira loba. Jantamos em casa de uns amigos e depois fomos todos para a discoteca ‘Kadoc’ para festejar a passagem de ano. Cátia dançava que nem uma louca na pista, varios homens e rapazes aproximavam-se e dançavam com ela. Por volta das 3.30 Cátia vem até á mesa onde estávamos com uns amigos e diz que quer ir para casa, ela saiu primeiro com o Vitor que para a ‘sociedade’ é o seu novo namorado e eu sai 20 minutos depois. Tínhamos combinado foder os 3 juntos nessa noite. Eles já tinam ido a frente no carro da Cátia. Quando chego ao carro encontro dois rapazes que me abordam e perguntam-me se sou o corno na Cátia, eu respondo que sim e o que pretendem eles apresentam-se como o António e Beto e que tinham sido convidados pela Cátia para ir comigo para juntos consolarmos os buracos da minha linda putinha. No caminho soube que eram do Porto que estavam de ferias no algarve e que tinham ‘curtido’ com a Cátia na discoteca e que lhes fez um belo de um broche aos dois num recanto escuro, e que ela os convidou para irem fodela em conjunto comigo e com o Vitor. Quando chego ao apartamento convido o António e o Beto a entrar e encontro o Vitor já complemente despido a fumar na sala. Era sinal que já tinha dado uma foda na Cátia, apresento os nossos novos amigos e ouço Cátia a gemer dirijo-me até ao quarto e encontro ela a foder com um rapaz que reconheço como um dos tipos com quem ela dançou na discoteca. Era um tipo grande e musculação que fodia Cátia com alguma violência, bloquando-lhe os movimentos dos braços com uma mão e dando chapadas nas mamas da Cátia com a outra. Naõ devem ter perdido tempo por ela ainda estava com o vestido e de botas. Fiquei a ver Cátia de pernas abertas em cima da cama a receber aquela bela foda, até que eles se vem juntos num orgasmo violento e ruidoso, ficaram abraçados a espasmar por uns instantes. O rapaz levanta-se retira o seu caralho já meio murcho da cona da Cátia e passa por mim cumprimentando-me com um ‘HOI! Tudo bem?!?’. Cátia vira-se para mim chamando-me com um gesto, aproximo-me dou-lhe um linguado e ajudo-a a retirar o vestido e as botas desejando-lhe um Bom Ano. Já de novo deitada estava eu a cuspir um belo linguado e masturbando a cona ensopada da Cátia quando ouço uma voz por traz de mim... ‘!Podemos foder esta Puta?...’ olha e vejo os nossos dois jovens amigos despidos e de pau feito á espera de entrar em acção. Levanto-me da cama dou mais um beijo quente e saiu para a sala para pegar uma bebida, deixando Cátia á mercê dos jovens machos. Na sala não vejo nem o Vitor nem o rapaz musculoso que tinha estado a foder Cátia ouvindo somente a água do duche a correr na casa de banho. Pego em algumas latas de cerveja e entro novamente no quarto. Cátia estava a cavalgar um dos rapazes enquanto brochava o outro. Dei uma cerveja ao que estava de pé em cima da cama a receber um belo broche, e acaricio Cátia que gemia com a boca cheia. Dispo-me sento-me no sofá acendo um charuto e bebendo e fumando desfrutava daquela magnifica cena de ver a minha mulher a gozar com dois jovens rapazes... pouco depois o tipo que estava a ser cavalgado pela Cátia anuncia que está quase a vir-se, Cátia deixa de brochar beija e abraça o tipo que lhe esta a foder a cona e aumenta o ritmo dizendo “... !Enche-me a cona toda como me prometes-me na ‘Kadoc’!... “, e não precisou muito para que começassem a gozar os dois entre grunhidos e espasmos de prazer... Cátia rebola para o lado e ofegante espera de olhos fechados e de pernas abertas a iniciativa de outro caralho que a penetre ... e não foi preciso muito... num instante já estava o outro a foder aquela bela cona melada, ele fodia devagar mas com vigor provocando um som ritmado muito excitante retirando o caralho todo e colocando-o de novo... momentos depois com tanta entrada e saída do caralho da cona Cátia começou em cada investida a soltar flatulência vaginal ... sentado ao lado deles estava o outro rapaz que enquanto descansava enrolava um charro que depressa começou a rodar pelos três enquanto Cátia recebia aquela uma bela foda...
O rapaz que fodia Cátia parecia que dominava a técnica de conter a ejaculação uma vez que já estava a foder a mais de 20 minutos e não havia sinal dele se vir, até que Cátia pede para ele se vir e ele com um ligeiro aumento de velocidade vem-se todo dentro e fora da cona, continuando o ritmo de pôr e tirar o calho da cona... Cátia estava toda aberta... a cona quase já nem fechava quando não tinha o caralho na dentro... os dois jovens saíram do quarto para tomar um duche. Acendo um charro e dou a Cátia que estendida na cama descansa da foda. A sua cona estava toda aberta e melada, dou-lhe um linguado e volto a sentar-me no sofa a fumas e beber e a apreciar o espectáculo da minha mulher ‘complemente fodida’. A porta abre-se e entra o Vitor com o Rapaz moreno e musculoso de mão dada, Cátia diz-lhe “então gostas do nosso novo brinquedo ?!?”, Vitor beija o rapaz na boca e responde “ !É um belo espécime...”, meio surpreendido pergunto “!hó, Vitor não sabia que gostavas de homens?”, ele responde-o “são muitos anos em obras e a trabalhar em ambientes de homens... desde que estou com a Cátia nunca mais estive com homens... e a Cátia prometeu que me arranjaria um homem para os dois... e aqui esta...” e nus e de pau feito continuaram aos beijos e caricias. Depois Vitor senta-se a meu lado e o Moreno ajoelha-se e começa a fazer-lhe uma mamada, Cátia levanta-se da cama e vem-se ajoelhar a minha frente e piscando-me o olho também me começa a mamar o caralho. Cátia parava de vez em quanto a mamada para beijar o moreno na boca e sentir o sabor dos caralhos, até que numa dessas paragens para a marmelada Cátia troca de posição começando a mamar o Vitor, o Moreno aproximou-se pegou no meu caralho lambeu-o com a lingua e depois começou a mamar-mo... num misto de espanto e tesão consenti a troca... e via que Cátia observava a minha reacção até que percebeu que eu tinha alinhado e me piscou o olho. De facto era uma mamada normal mas o facto de ser com um homem fez com que senti-se uma sensação diferente uma redescoberta de sensações... esta nova situação fez crescer em mim uma tesão incontrolável e depressa estava eu a segurar na cabeça do moreno e a me vir na sua boca, ele aguentou até ao fim, lambendo todo... depois levanta-se e outra surpresa, beija-me na boca no meu primeiro linguado com um homem (e ainda por cima com sabor ao meu caralho e a minha esporra...)... como ainda estava de pau feito Cátia larga o Vitor e vem sentar-se no meu caralho enquanto o Moreno vai continuar a mamada de Cátia no Vitor. Enquanto me cavalgava com a sua coninha melada pergunta-me se tinha gostado; se era bom... ao que eu respondia afirmativamente enquanto lhe chupava as mamar e lhe beija a sua boca com sabor a ao caralho do Vitor. O nosso Moreno levanta-se beija o Vitor na boca e virando-se de costas para ele senta-se sobre o caralho do Vitor. Vitor cospe para a mão e lubrifica a cabeça do caralho e o cu do Moreno, fazendo varias tentativas para penetrar aquele cu. Depois de algumas investidas Vitor penetra o Moreno por completo, começando um vai vem lento ritmado com gemidos de ambos… nisto entram os nossos novos amigos enrolados em toalha e espantados comentam ‘Hé na pá! ninguém nos avisou que ia haver paneleirices, nós não entramos nisso…’. E pegaram nas coisas e saíram sem dizer palavra. Eu e Cátia continuamos fodendo e nem demos importância á atitude dos rapazes. Tanto o Moreno como o Vitor fodiam como se nada se passa-se gemendo de olhos semi – fechados o goza da sua foda, ouvimos em seguida a porta da rua a fechar e continuamos sem comentários… Cátia pede-me ao ouvido que também que ser fodida no cu, levanta-se e vai por-se de gatas em cima da cama de cu aberto á espera se pau no cu. Levanto-me o de pau feito aproximo-me do cu, dou umas cospidela em direcção ao olho do cu e com um dedo vou dilatando aquele buraquinho quente… pouco depois já sentia o olho do cu de Cátia a ‘piscar’ pedindo para ser fodida. Coloquei o caralho á porta e esperei que Cátia pressiona-se o seu corpo para que a penetra-se... o que fez… com movimentos ondulantes Cátia ia pressionando o cu no meu caralho fazendo entrar primeiro a cabeça e só depois de alguns movimentos fez entrar o resto… ficamos encaixados por uns instantes até que lhe agarrei pelas ancas e comecei a foder aquele cu com vigor, acompanhado dos gemidos dela e dos dois que fodiam traz de nós… Cátia chama-os para a cama o Moreno coloca-se ao lado de Cátia e beijando-a na boca espera de cu espetado que Vitor o foda. Vitor colocou-se a meu lado piscou-me o olho e aproximou o seu caralho daquele cu... e foi fantástico ver de perto o caralho de Vitor desaparecer no cu do Moreno... e ficamos a foder aqueles cus e a beber cerveja... ás tantas Cátia disse: “... Amor... troca com o Vitor...”, fiquei sem pio... ele queria que um foce foder um Homem, nem sabia o que fazer... Vitor saiu devagar do cu do Moreno, cuspindo para o buraco aberto e dando uma chapadinha nas nádegas dele incitando “... Vai! Experimenta foder um cu de um Gajo!... vais ver que é BOM!...” sai de traz da Cátia e fiquei de pé a ver o que me esperava... ficamos por momentos em silencio, até que o Moreno de cu espetado abre as nadegas com as mão e diz: “ Fode-me! Quero sentir o teu caralho em mim!...”, Cátia olhada por cima do ombro não querendo perder nada enquanto se ia deixando foder no cu pelo Vitor... Eu foi-me chegando e até estava espantado de excitado que estava com aquilo, senti um frio na espinha quando encostei o meu caralho no olho do cu do moreno... estava prestes a foder pela primeira vez um gajo. Agarro-o pela cintura e forço a entrada, não foi preciso muita força para entrar a cabeça do caralho, depressa enterrei-me todo nele, susperamos os dois, Vitor e Cátia diziam: “ Isso Fode! esse cu... é bom não É?... “. Eu estava a adorar... estava dentro de um gajo pela primeira vez... era uma sensação completamente diferente, em cada estucada ouvia um gemido masculino... sentia os meus colhões a bater no dele... foi uma experiência espectacular. Estava excitadicimo bombiei com mais força e avisei que me estava a vir. Gememos e gritamos os dois coisas sem nexo. Inundei aquele cuzinho todo e diminui os meus movimentos enquanto ainda sentia espasmos do meu orgasmo. Depois fique surpreendido comigo... a exitação era tanta que o meu pau não baixou de tesão... estavam todos á espera que eu me desenterra-se do cu do Moreno, mas como ainda estava de pau feito continuei dentro dele com movimentos lentos... entrando e saindo daquele maravilhoso cu... aos poucos a minha esporra começou a sair facilitando a entrada e saída do meu caralho. O cu do Moreno já mal fechava quando eu tirava por completo o meu pau. Vitor a meu lado sorrindo dizia:” que Foda Ãm? Abriste bem o gajo!... Deixa-me rebentar esse cu aberto!”. Sai de dentro do Moreno e ele chama-me:” Deixa-me mamar esse pau... sentir a tua esporra com o sabor do meu cu...”. e pos-me em frente dele á espera da mamada... e foi outro mergulho de sensações... estava a ser mamado por um gajo. Cátia beijava-me na boca e perguntava se tinha gostado. Eu estava louco de excitação segurava com uma mão a cabeça do Moreno e com a outra a da Cátia. Pouco depois Cátia deita-se debaixo do Moreno e de pernas abertas com o Vitor a segurar-lhe os pés e deixou-se foder pelo Moreno que era fodido com alguma violencia pelo Vitor. Eu sentia as estucadas do Vitor na boca do Moreno que gemia e mamava o meu caralho, começando depois a sentir uma língua a lamber-me os colhões era a Cátia que juntou-se a sinfonia de gemidos e que me apalpava e lambia os colhões enquanto era fodida pelo Moreno... que cena... estava de frente para o Vitor ele sorri e faz-me sinal com a mão que esta a gostar... pouco depois viu a colocar a cabeça para traz fechar os olhos e aumentando a velocidade da sua foda naquele cu (já todo aberto) avisa que se esta a vir, enterrando-se por completo no Moreno. O Moreno entratando diz que também se esta a vir e inunda a cona da Cátia. Pouco depois era eu que me vinha na boca do Moreno... Vitor já estava sentado no sofá a beber uma cerveja e a fumar um charro, quando eu tenho outra surpresa. O Moreno sai de dentro da cona da Cátia coloca o cu por cima da cara dela e beija-me na boca. Eu saboriava a minha esporra num belo linguado enquanto Cátia recebia na boca a esporra do Vitor saída do cu do Moreno... Foi uma Noite fantástica ‘Que Passagem de Ano!’.

Já era de madrugada quando foi dormir com a minha mulher toda melada, enquanto o Vitor foi dormir com o Moreno.

Massagens


Como de costume la ía eu para a bola duas vezes por semana. Um dia um conhecido meu liga-me a perguntar se gostava de jogar com a malta dele ao fim de semana, e eu...ok, but la.
La fui eu esse fim de semana jogar com eles futsal, os tipos eram barras a jogar a bola.Estavam a formar uma equipe, podia ser que eu ficasse la e eu , olha porreiro, campionatos, bora la... Treinos e treinos até que se soube quem ia ser a equipe na realidade.....fiquei de fora..mas olha na boa na mesma, O al conhecido vem ter comigo e diz-me.
-epa, descupa la mas a bola é mesmo assim, temos que ficar com os melhores, mas diz-me uma coisa. que tal seres o massagista da equipe, agente pagava-te o curso e tu corrias os campionatos conosco, pelo menos, olha nao da pra jogar mas...
OK, aceitei, la fui para o curso, tirei o curso e la fomos para o nosso primeiro campionato para o porto.
O tal conhecido vira-se para mim, então estas apto para massagens? e eu...Na boa.
-Na boa diz ele.
Claro, então o curso tem de servir para alguma coisa ou nao.
-ok, então but la a uma massagem para ver o que aprendeste.
La fomos.
despiu-se e la comecei a massagem.
-epa, faz a massagem como se eu fosse um jogador em fim de jogo.
OK, disse eu.
-La comecei, tava a meio da massagem a descontrai o quadricepe quando começo a ver a toalha que tava em cima dele com o tal alto, pensei eu, bem este tipo se o tem assim murcho, quando ta teso, é melhor fugir.
-Estas a gostar??
-Aprendeste umas cena. disse ele
e viro-me para ir buscar o gel para meter nas pernas, quando me volto o tipo ja tinha tirado a toalha de cima dele e estava de pau feito a bater uma...FIQUEI.....
FODAS DISSE EU...
vai ele na maior das descontrações mete a mão em cima do meu ombro e puxa-me em direcção ao pau dele e diz...MAMA, ESTAS AQUI É PRA MAMAR NAO PRA FALAR, VAIS VER QUE COM O PAU AÍ METIDO NEM CONSEGUES RESPIRAR QUANTO MAIS FALAR.
E faz força no meu ombro de novo, vinca-me a mão no pescoso e empurra-me a boca até ele.
Eu nem estava a acreditar no que estava a fazer, a mamar o pau do treinador. pensei eu, bem se a equipe sabe disso tou feito.
dei-lhe dei-lhe, e estava a gostar daquilo, vai ele com a maior das calmas diz assim: olha tou-me quase a vir, nem penses tirar daí a boca ouviste, nem penses, quero iso bem limpinho. Parecia um pau mandado a bombar em cima deleaté sentir aqueles jactos pela garganta a dentro. La acabei aquilo, sentei-me, nem estava a acreditar no que tinha feito.
Dia seguinte: 1º jogo
vem um jogador ter comigo: epa tou um bocado tenso, relacha-me aqui um pouco as pernas.
ok, disse eu.
La comecei o serviço bem rapido,pois tinha uma hora antes do jogo. Vai o tipo, vira-se para mim, ouve la o treinador disse-me que fazias umas mamadas que é m luxo, se calhar era mesmo com isso que descontraía, fiquei para morrer.
Ele disse isso, grande filha da mãe.
-ouve diz ele, ó me fazes uma mamada ou conto aos outros. e eu, sem resposta a olhar para ele .....fiquei completamente calado.
vai o tipo, baixa os boxeres ja de pau feito.
- va la, nao custa nada, ajoelha-te la vai ser rapido que tou com eles cheios....enfim....la fui
acabo, venho ca fora para mandar vir com o outro, e vai o treinador antes que dissesse alguma coisa.
-Olha pa, estas aqui para fazer mamadas ao pessoal antes e depois dos jogos, todos ja sabem por isso nao tens de stressar, vais ficar aqui 15 dias, todos precisamos dumas boas mamadas para começar, por isso calas-te bem caladinho e prepara la bem essa boquinha e esse rabinho por antes dos jogos é pra boca mas depois é para a bilhas...esta entendido?
NEM PARECIA EU...baixei a bola, fiquei na minha e a partir desse dia antes dos jogos, mamadas com fartura, era até doer os maxilares e a beber litros de leite, depois dos jogos mais parecia gang bangs, era por todo o lado. Hoje em dia ja não acontece mas recordo tudo aquilo com uma tesão brutal, bem vindas as massagens ......com a boca o cu

Eu + Marido + 2 mulheres


O meu marido anda a tirar um curso de Shiatsu e tinha-me dito que desconfiava que duas das suas colegas eram bissexuais. Sendo nós swing e há muito que desejássemos estar não com um casal, mas só com uma mulher (duas é quase utópico), quando a turma dele se dividiu em grupos para realizarem trabalhos, o Pedro logo optou por ficar com as lésbicas que convidou para irem a nossa casa fazer o trabalho. Assim, num sábado à tarde chegaram ambas, a Laura e a Sara, e, durante algumas 4 horas estiveram a trabalhar. Convidámo-las para jantar na nossa casa e fiz eu uma comidinha picante; como já tinham terminado o trabalho, aceitaram regar o jantar com um bom vinho. No final da refeição, já todos quentinhos, começámos a falar (eu e o Pedro) dum site que encontrámos de massagens Shiatsu ao sexo (aliás já temos experimentado aquelas imagens/massagens que nos deixam loucos). Elas ficaram curiosas e eu fui buscar as folhas onde tinha impresso aquelas imagens, tanto as das massagens ao Homem, como à Mulher. Comecei por lhes mostrar, sempre todos na galhofa, as do Homem e não vi reacção de mulheres hetero; a seguir mostrei-lhes as imagens de massagens ao órgão sexual da Mulher e reparei que elas coravam e que se demoravam mais a ver. O Pedro, em tom de brincadeira, começou a dizer-me que as podíamos testar, como se nunca o tivéssemos feito e continuou a conversa, ficando mais sério, dizendo que eram (os 3) alunos de Shiatsu e que não tinha mal nenhum experimentarmos todo o tipo de massagens que se relacionassem com o género. Conversa vai, brincadeira vem, às tantas ouço-as a tentarem convencer-me a despir-me para que o Nuno as testasse e para que todos aprendessem. Discretamente, o Pedro já tinha posto uma música ambiente que se proporcionava ao efeito e eu, conversando como se fosse tudo muito natural, lá me fui despindo devagar, despindo-me completamente, revelando uma vagina depilada, facto que as fez ficar um pouco embaraçadas e deitei-me sobre a mesa. O Pedro pediu-lhes então que se aproximassem o mais possível e que lhe fossem dizendo o que viam nas imagens. Ter duas belas mulheres (elas realmente tinham um corpo espectacular, notando-se que praticavam desporto, além dum soutien 36 B e outro 38) e o Pedro a massajar-me o clítoris, as virilhas, os lábios vaginais, a enfiar-me os dedos… deixou-me obviamente muito excitada e a perder a vergonha, por isso, com muita lata, pedi-lhes que o ajudassem. Para meu espanto, elas não se fizeram rogadas e começaram elas a massajarem-me o clítoris e a enfiarem-me os dedos. O Pedro desviou-se um pouco, despiu-se e escusado será dizer que estava também ele em ponto de rebuçado. Porém, manteve-se à parte, observando a cena, massajando o seu membro viril e dando ordens. Ordens às quais elas obedeciam com a maior das prontidões. Assim, depressa elas se despiram e uma delas começou a lamber-me o clítoris enquanto me enfiava os dedos, de cu empinado, enquanto a outra, de joelhos, a lambia a ela. O Pedro não nos deixou estar assim por muito tempo; deitou-se sobre um edredon que colocou em cima do tapete da sala e chamou-nos; eu, então, sentei-me sobre o seu pau que não podia estar mais teso e elas deitaram-se ao nosso lado, beijando-se e apalpando-me as mamas e o rabo, deixando-me louca de prazer. Às tantas, uma delas sentou-se sobre a cara do Pedro. Estando eu a fodê-lo enquanto ele a lambia, virada para mim, chupei-lhe as mamas que eram bem redondas e rijas, ao mesmo tempo que os dedos da minha mão esquerda lhe massajavam o clítoris. A minha mão direita servia para esfregar o clítoris molhado e quente da outra que me apalpava as mamas. Mas a Sara, a que estava de pé, logo se foi colocar sobre a Laura que estava de joelhos na cara do Pedro para, também ela ser lambida pela amiga. Eu e o Pedro fomos os dois a ter o primeiro orgasmo. Mas quase nem tive tempo de me limpar do esperma do Pedro, pois a Sara empurrou-me a mão que tinha um lenço de papel e começou a lamber-me como uma louca, como se quisesse sorver todos os nossos líquidos, indo a Laura lamber os restos que tinham ficado no pénis do Pedro. Eu e o Pedro, ambos a ser lambidos, beijámo-nos e o sabor que tinha na boca era o da cona da Laura e isso excitou-me ainda mais. O Pedro compreendeu isso, enfiou os seus dedos na cona da Laura e deu-mos a saborear, esse gosto acre e doce deixou-me de tal forma entesada que puxei a Laura de forma a poder lambê-la. Estando de novo excitado, retirou debaixo duma almofada (surpresa!) um vibrador e deu-mo, colocou a Laura de 4 por cima de mim que lho enfiei na cona, enquanto a beijava na boca. Sara sentou-se no sofá, de pernas abertas, por cima de mim e deixou-se lamber pela amiga. Continuando com as surpresas, o Pedro deu outro vibrador à Laura que o enfiou na cona da amiga enquanto, simultaneamente, a lambia e, louca de prazer, sentiu o Pedro enfiar-lhe o caralho, cheio de gel, no cu. Cheia de ambos os lados, gritou: mais… mais… mais… e eu lhe enfiava e desenfiava o vibrador enquanto o Pedro também a fodia loucamente, sendo a Laura a terceira a berrar um orgasmo! Os gritos duma, os ais da outra, a excitação da cena deixaram-me de tal forma excitada que tive vontade que aquele momento não terminasse, apesar de achar que dificilmente me iria conter mais tempo. Assim, continuei eu a lamber a Sara e a introduzir-lhe o vibrador e um dedo no cu, enquanto o Pedro tirava o preservativo e se limpava. Achava eu que a Laura estava completamente KO, mas era uma louca e colocou-se debaixo da minha cona que quase explodia de prazer, puxando-me o rabo de forma a poder lamber-me. Senti então os espasmos de Laura, ouvi os seus uivos que me atordoaram; tirei então o vibrador e lambi o seu mel abundante até o Pedro me penetrar de forma bruta, ambos gritámos, em uníssono, um orgasmo espectacular.

9 de Maio de 2008

Meu 1º Trio


Fui iniciado sexualmente ainda adolescente por uma amiga da minha tia (Luísa), era uma mulher muito bela e não resisti ao seu charme, era muito louca ao nível sexual e verdadeiramente aprendi tudo com ela, posso até dizer que a achava um pouco perversa.

A nossa relação durou cerca de 2 anos e meio até ela conhecer um namorado e decidir constituir família, apresentou-me então a um casal de amigos que precisavam um pouco de pimenta na sua relação.

O João e Ana , 53 e 47 anos respectivamente na altura. Eles queriam uma parceiro activo com ela e passivo com ele. A Luísa que desde o inicio me fez apreciar um dedo no cú viu que de certeza me encaixava no esquema, eu da minha parte achava que era preferível alinhar que ficar sem parceiro.

Assim fui convidado a jantar a casa deles num Sábado, comemos e falámos de banalidades, só depois de bebermos os digestivos entramos no tema, o álcool a ajudar, comecei no marmelanço com a Ana, depois de a chupar durante uns bons 15 minutos o João chegou –se a mim de disse que era a vez dele.

Embora fosse a 1ª vez que o fazia não tive qualquer problema em abrir a minha boca e deixar entrar o pau dele, estava meio teso e era suficientemente grosso para ter a sensação de boca cheia, comecei por chupa-lo como que se faz a gelado, mas quando começou a doer-me os maxilares comecei a variar e aí sim senti aquele pau a endurecer.

Entretanto, a Ana calçou uma luva de látex e com um gel de lubrificação começou a dilatar-me o cú para receber o marido, fê-lo com muita suavidade tocando-me de vez em quanto na próstata, o que me provocava sensações deliciosas, já me imaginava a ser enrabado.

Quando senti na boca o sabor doce da lubrificação percebi realmente que ele estava mesmo a gostar do que eu fazia, a Ana parou de me dilatar e disse “Ele está pronto”, ao que o João respondeu “Não sei se aguento”, e nessa altura segurou-me a cabeça com as duas mãos, sem nunca me magoar ou forçar manteve-me a cabeça no lugar enquanto se veio na minha boca, senti 3 golfadas de um liquido amargo espesso, talvez a sua idade já não permitia grandes de esperma, pelo que a quantidade me permitiu manter tudo na boca sem engolir.

Quando se retirou cuspi instintivamente nos lençóis com uma sensação desagradável na boca, a Ana veio logo em socorro e deu-me a beber um pouco de whisky e a coisa passou.

O João disse que por agora já tinha a sua dose e para nos divertirmos. Como já não estava teso a Ana chupou-me e depois fodemos que nem uns loucos até nos vir-mos.

Voltamos a forder mais 3 vezes durante a noite e fui de facto enrrabado pelo João enquanto a Ana me chupava embora não conseguisse manter a tesão acabei por me vir na boca dela.

Foi o inicio de uma relação que durou cerca de 5 anos até decidir casar-me, no entanto, esta noite, ficou para mim como uma das melhores e que ainda recordo e que voltava a repetir. Alguém????

Dentro do Carro


Quem nunca fez amor dentro do carro? quem nunca fez, que experimente!
A semana passada eu e a minha mulher fomos jantar a Leça... quando já vinhamos embora ao passar junto à praia resolvemos parar um pouco à beira mar. Haviam muitos carros estacionados de frente para o mar, procuramos um sítio o mais retirado possível. Que bem se estava, falamos de assuntos vários... até que a conversa direcionou-se para o tema sexo. Não tardou muito outros carros estacionaram ao nosso lado, do meu lado era uma casal bastante jovem do outro um homem que aparentava ter uns 50 anos e uma jovem que rondava os 25 anos. Estava uma noite de luar e por isso viamos perfeitamente de uns carros para os outros.
No carro do casal jovem, ela não esteve com cermónias e resolveu começar a despir-se parece que fazia de prepósito para a vermos bem... e tinha motivos para isso porque de facto tinha um belo corpo. Ele também tirou as calças e ela sem perder tempo atirou-se para cima do companheiro... eram beijos, carícias, ali havia amor.
No outro carro eles ainda conversavam e devia de ser assuntos profissionais, já que por vezes ouviamos falar de coisas relacionadas com escritório.
Como é verdade que a visão desperta os sentidos... a minha mulher começou a excitar-se, pelo que também ela não tardou a desapertar-me a calças, eu já estava com a piça super dura. Deitamos os bancos e ela tratou logo de abocanhar a minha piça enorme, fez-me um broche maravilhoso, mas não queria terminar assim.
Entretanto no carro do casal jovem já ela cavalgava em cima do parceiro enquanto ele lhe lambia as mamas... mas que mamas, meu deus!!! mais uma espreitadela e a minha mulher pôs-se toda nua... comecei a lamber-lhe as mamas enquanto lhe metia os dedos na cona... de tanto excitada que estava veio-se logo, saltei para cima dela e tratei de lhe meter a piça toda, para que entrasse melhor ela colocou os pés no tejadilho do carro, fodemos assim até se vir outra vez, só que agora berrava tanto de prazer que despertou a atenção dos casais ao nosso lado. Entretanto no carro do casal jovem eles mudavam de posição, ela pôs-se de joelhos, foi então que vimos ele a apontar a piça ao traseiro dela, e deve-lhe ter comido o cu pela expressão de dor que ela fazia... O outro casal com tudo isto também já estavam bem adiantados, mas eu agora queria comer o cuzinho a minha mulher, por isso tratei de a pôr tambem de gatas... antes de a meter e como via que tanto dum lado como do outro nos apreciavam, fiz questão de mostrar bem a piça para verem com o que a minha mulher ía levar... para facilitar a visão ainda abrimos mais os vidros, o que os levou a fazerem o mesmo. Comecei a apontar a cabeça da piça ao cuzinho, 1º devagarinho para não a magoar... mas ela estava doida e queria era piça de maneira que pediu em voz alta para a enrabar toda, dizia ela - mete-me essa piça toda, quero senti-la toda, enraba-me bem, anda mete-a - dei uma estocada tão forte que ela gritou... eu estava quase a esporrar-me, ela sentindo isso mesmo pediu-me para me vir p'ra cima das costas dela... e foi o que fiz, esporrei-lhe as costas todas.
Olhei para o lado onde estava o sujeito perto dos 50 anos e ele fazia sinal com o polegar como quem diz... boa!!! no outro carro quase que metiam a cabeça de fora para ouvir e ver melhor.
Eles também deram uma grande foda... só visto, eram piças, conas, cus, mamas, resumindo uma verdadeira loucura!!!
Os primeiros a sairem foi o casal que estava do lado da minha mulher... curioso ou talvez não, foi o facto de ele atirar as cuecas da companheira para perto da porta do nosso carro. Depois do casal jovem sair a minha mulher apanhou as cuecas, por sinal muito lindas, vamos guardá-las de recordação.
A minha mulher já me disse que quer voltar ao mesmo sítio para repetirmos, de preferência com casais como estes. A eles e se por acaso lerem este conto sabem de quem falamos... o nosso muito obrigado pelo momento que passamos. Só mais uma coisa, apareçam no mesmo sítio.

Dar de comer á Sogra


Estávamos na casa de praia da minha sogra, em Esposende. Na casa estavamos eu, a minha mulher,a minha cunhada,o meu sogro e minha sogrinha(que delícia!!). Até aí tudo bem,mas reparei que quando estava de tanga na praia ou, até mesmo em casa, a minha sogra ficava manjando o meu pau. Notava isso directo na praia, onde eu ficava de óculos escuros e ela não percebia que eu via o que ela fazia.Também olhava bastante pra ela pois é uma mulher madura muito gostosa, tem 43 anos, mas tem um cuzão que deixa qualquer um maluco, que cuzinho gostoso. Na praia dava para ver perfeitamente o seu corpo, sabia que os seus peitinhos apesar da idade eram firmes apontando para cima,são médios,dava pra ver quando chegavamos da praia e ela tomava banho vestindo uma blusa de malha sem sutien, fico morrendo de vontade de a chupar todinha. O que me chama mais a atenção nela de biquini é a conassa que ela tem, muito inchada, e bem grande, só de olhar o meu pau dá sinal de vida, aí ela não tira os olhos dele! Mas até então nunca tinha passado disso e eu achava que nunca passaria, afinal é minha sogra. Um dia a meio da madrugada notei que a porta do quarto onde dormia estava entreaberta e dava pra ver uma sombra parada no cantinho da porta. Eu estava só, pois a minha mulher tinha vindo tratar de uns assuntos de trabalho e só regressava no dia seguinte, eu estava de cuecas, pois fazia muito calor, fingi que não estava percebendo mas fiquei com muito tesão, minha piça começou a endurecer, e tenho um caralho grande e grosso. Fingia agora que estava a dormir, mas quando olho assim com os olhos meio fechados ela já estava dentro do meu quarto chegando cada vez mais perto de mim. Estava com um baby-doll transparente,com aqueles peitinhos quase furando o pano, o meu pau parecia que ia explodir.Quando menos espero ela coloca a mão por cima e começa a acariciar o meu caralho, depois tira-o de dentro das cuecas e começa a dar lambidinhas de leve, deveria ser para eu não acordar.Como viu que eu não reagia,ela começou a criar coragem e levada pelo tesão começou a mamar cada vez mais forte tentando engolir meu pau todo,chupando até com certa voracidade,não tinha mais como fingir que dormia. Abri os olhos e a olhei. Ela ficou branca,me olhando e ainda segurando meu pau. Disse-me que perdeu a cabeça, pois casou-se virgem sempre teve vontade de chupar um pau e o marido nunca quis,pois era muito antiquado e dizia que isso era coisa de puta(um otário,puta-que-pariu que mamada boa,tive que me segurar várias vezes para não me vir todo logo), ela explicou a sua atitude dizendo que: é que ela ficou me olhando esses dias todos de tanga e imaginando eu a deixa-la mamar, que o meu pau era bem maior que o dele,etc. Pediu por favor para não contar nada a ninguém que foi só uma fraqueza, que para eu não me preocupar que ela não ia fazer isso de novo (doce engano!!).Eu disse que não diria nada a ninguém,só que ela teria que fazer de novo,e sempre que eu quisesse e que o que eu queria era dar-lhe imenso prazer, po-la a gozar mesmo muito tal como faço com a filha dela!Ela deu um sorriso e caiu de boca de novo,chupava com uma vontade que parecia que ia arrancar o meu pau, não estava mais aguentando disse que me queria vir todo na boquinha dela,ela continuou mamando até eu jorrar tudo na garganta dela, engasgou-se um pouco, mas logo engoliu tudinho e continuou mamando até revitalizar minha piroca.Parecia um sonho aquela mulher de conassa super gostosa ali mamando minha piroca, à minha disposição.Disse-lhe a ela: agora é minha vez,arranquei-lhe as cuequinhas de seda, coloquei-a de quatro e caí de boca na sua cona imensa, estava encharcada,chupei e lambi muito,dando linguadas no cuzinho.Ela enfiou a cabeça no travesseiro para não gritar pois estava gemendo muito,disse que nunca tinha sido chupada,o meu sogro é um idiota tem um mulherão desses e não sabe usar é igual a ter um ferrari e não saber conduzir!Ela se contorcia cada vez mais,gemendo como uma cadelinha,chupei-a muito e cada vez que lambia o seu cuzinho ela rebolava-se ainda mais,tinha certeza que aquele cuzinho era cabaço por estrear, e eu ia estrear (lógico que não ia passar desapercebido!!!)Não é todo dia que se encontra uma gostosa com o tesão acumulado desse jeito.Deitei-me para ela mamar também,começamos um 69 muito bom,dei várias lambidelas no seu cuzinho e disse que era para mais tarde,ela disse:Não sei tenho medo,nunca fiz isso,o seu pau assim grosso pode-me magoar!E eu contei-lhe a velha história: Vou fazer com carinho,se doer eu paro!(paro porra nenhuma vou meter até aos colhões!!!Hehehehe!!).Deitei-a na posição de frango assado e cravei-lhe a minha piroca, ela deu um pequeno grito,fiquei com medo de os outros ouvirem, afinal eu estava fodendo a minha sogra com a família toda dentro de casa dormindo nos outros quartos!Ela ficou mordendo o travesseiro enquanto eu castigava a sua bela e grande conicha, ela começou a tremer toda e passado um pouco veio-se toda, tendo fortes espasmos musculares e contrações fortes em todos os musculos da sua cona ( que loucura, não sabia que havia mulheres que conseguiam fazer essa habilidade),depois disso desfaleceu,toda mole,eu disse-lhe: nada disso não querias foder?? agora vamos fazer tudo como deve de ser, vamos até o final! Coloquei-a de quatro e cravei o meu bonito pénis bem forte dentro daquela cona enxarcada, enquanto a fodia ia olhando para aquele cuzão maravilhoso batendo em mim, meu pau entrava até ao fim naquela cona que cada vez parecia maior.Aquele cuzinho piscava pra mim,pedindo piroca!Ela veio-se de novo,tirei a minha piroca e comecei a pincelar naquele anelzinho que eu ia ter o prazer de estourar!!Meti a cabeça, ela começou a queixar-se que estava a doer,tirei,enfiei mais um pouco na cona para lubrificar mais e pincelei de novo.Segurei-a pelos quadris e cravei de uma vez só,ela estava mordendo o travesseiro,deu um urro e tentou me dar uma sapatada ,assim com a mão pra traz,dei uma bofetada naquele cu gostoso(agora sim posso dizer,afinal eu provei)e continuei espetando com jeitinho, vi que saía um pouco de sangue do cuzinho,fiquei um pouco preocupado, mas ela disse:Agora anda lá,já me rasgas-te esse cu, seu filho da puta, agora quero sentir leitinho quente no meu cú!!Realmente ela estava me surpreendendo, mesmo muito bom!!!Meti mais um pouco e acabei por me vir todo naquele cú.Ela levantou-se, deu-me um beijo e disse: Boa noite meu filho!!Adorei!!Este é o nosso segredo! Não precisava nem pedir,não ia querer parar de foder aquela gostosa.Até hoje nós fodemos muito,sempre que é possivel, e ja la vão dois meses!!Ela passou a ser mais sorridente, com a filha(minha mulher),com certeza era falta de uma boa foda. Cada vez ela mama melhor e adora levar com leitinho!!!Aquele cú gostoso é só meu!!

O elevador


O elevador subia vagarosamente, chiando e gemendo por entre solavancos... era um elevador antigo decorado com motivos florais de ferro fundido, pintados muitas vezes de diversas cores, visiveis nas partes esfoladas.Por entre a grade de segurança , via os andares descerem para baixo dos meus pés um a um. Aqui e acolá um vaso de flores ladeava as portas castanhas da entrada dos apartamentos, com o seu oculo a espreitar para mim, silencioso e incomodativo. virei-me de costas e vi-me reflectido no espelho, riscado com dizeres obscenos e numeros de telefone pouco crediveis que prometiam encointros sexuais na cidade impessoal. Subi ao decimo oitavo andar e retirei do bolso uma chave extensivel, puxei-a para fora e introduzi-a na ranhura, esfolada á volta do espelho. Era a primeira vez que ali entrava. O apartamento fora-me emprestado pro um amigo para passar a noite, numa das raras vezes que pernoitava em Lisboa. Abri a porta, pousei o saco e tacteei à procura do interruptor sem o encontrar, puxei então pelo isqueiro e acendi-o... uma chama amarelada inundou a sala vazia e silenciosa e lá encontrei o maldito interruptor que acendi....
A sala rectangular estava decorada de uma forma oriental, com imensos objectos sem conexão fruto das muitas viagens do seu possuidor por paises longiquos...
De repente o telefone tocou, num sussurrar intermitente quase inaudível... atendi instintivamente mesmo sabendo que não era para mim... uma voz de mulher, rouca e quente vocifrou... "...-está, António? é Marcia!...não digas nada... era para saber se estavas em casa, vamos para ai agora!... e desligou sem que tivesse tempo de proferir um som que fosse.
Meia hora depois a campainha tocou e ao mesmo tempo senti a porta a abrir-se o que me levou a constatar que eram amigos de António... lamentei que não me tenha dito que mais pessoas tinham a chave do seu apartamento e senti-me um pouco incomodado...
Oh!... disse a Marcia que reconheci pela voz quente e sensual..-Onde está o António? Não está! disse como a desculpar-me...-emprestou-me o apartamento por esta noite...
uma outra cabeça femenina espreitou atrevida e disse --podemos entrar? -Claro retorqui... a casa é nossa e sorri pela simpatia que naturalmente senti nelas...
A Marcia dirigiu-se então à cozinha e regressou com uma garrafa de vinho branco, gelado e tres copos que pousou na mesa da sala e encheu generosamente pegando de imediato no dela dirigindo-se ao sofá onde se sentou cruzando as pernas..
Luísa, a segunda mulher que entrou sentou-se então junto de Marcia atirando literalmente a sua perna esquerda para cima da amiga, recostando-se depois para tras, numa posição descontraida e tranquila.
Converamos os tres longamente, bebemos vinho e voltamos a converar...Senti então necessidade de ir à casa de banho e quando regressei Luisa beijava a amiga longamente e tinha a mão direita dentro da sua blusa percebendo-se que acariciava os seu seios nús. fiquei um pouco atrapalhado, bixei os olhos e pedi desculpa, e tentei retirar-me... Marcia disse então -não queres juntar-te a nós? estendendo a mão aberta na minha direcção e puxando-me para o meio das duas. Sentei-me um pouco amedrontado mas excitadissimo. era visivel o vulto do meu pénis sob as calças, e Luisa, logo que me sentei começou a massaja-lo com pericia sem intençaõ de o tirar para fora. Começou então a beijar-me no pescoço, sentia o seu halito levemente alcoolico e sentia a sua boca fresca e isso excitou-me tremendamente, Marcia enfiou então a sua lingua no meu ouvido e senti um arrepio percorrer-me todo o corpo. peguei então nelas pelas mãos e dirigi-me ao quarto. O quarto tinha uma cama enorme e atiramo-nos de imediato para cima dela e depimo-nos num apice...
Luisa pegou então com as duas mão no meu penis completamente erecto e meteu-o na boca com sofreguidão, bem postada no meio das minhas pernas com o rabo espetado para o ar, Marcia por sua vez mergulhou o seu rosto no meio das nadegas dela e começou a lamber e a chupar, com as mãos estendidas sob o seu corpo, massajava-lhe os mamilos....Aquele quadro... não resisti...senti-me vir permaturamente e tentei desviar a boca de Luisa antes da explosão, mas ela não deixou, quando me estava a vir apertou violantemente o meu penis ao mesmo tempo que me enfiou o seu dedo anelar no anus... tal facto, pela surpresa refreou o meu orgasmo que voltou direitinho para os meus tomates....

8 de Maio de 2008

Encontro mesterioso


Estou em casa sozinha. A filha foi passar o dia a casa da avó e eu vou tirar o dia para não fazer nada. Planeio passar o dia a mimar-me com uma caixa de bombons e um bom livro para ler refastelada no sofá. Mas antes vou tomar um belo banho de imersão e vou deixar-me lá ficar a preguiçar, com música ambiente, até ficar com a pele “cozida” da água quente. Deito-me na banheira e relaxo. Passados uns minutos de lá estar, alguém toca à minha porta. Finjo que não estou e deixo-me estar. O banho está tão gostoso que não me apetece sair dali. Voltam a tocar mais uma e outra vez. Fico furiosa, enrolo-me na toalha e vou até à porta. “Quem é?” – pergunto eu. “Encomenda para si.” – respondem-me do outro lado. Encomenda para mim? Entreabro a porta e está um moço com uma grande caixa nas mãos. Estende-a na minha direcção, eu agarro na caixa e ele dá meia volta e vai-se embora. Fico ali uns segundos a vê-lo sair e volto a olhar para a caixa que tenho na mão. Um embrulho todo bem arranjadinho com um laço grande em tecido. Vou até à sala e desembrulho a caixa. Lá dentro encontro um vestido preto, uns sapatos de salto alto, umas meias de ligas, uma tanga, um soutien e uma chave. Tudo à minha medida. Vasculho o interior da caixa para ver se encontro algum bilhete, alguma outra coisa que me indique quem me havia enviado aquele embrulho. Nada. Não está mais nada dentro da caixa. Estendo tudo o que me enviaram em cima da minha cama e fico a imaginar quem poderá me ter mandado aquele presente e com que intuito. Observo a chave. Parece-me uma chave normal mas, que porta abrirá esta chave? Oiço baterem à porta de novo, mas quando me estou a dirigir para lá, apenas vejo um envelope a deslizar por debaixo da minha porta. Dou uma corrida e abro a porta mas já lá não está ninguém. Olho para o envelope no chão, fecho a porta, apanho-o do chão, abro-o e leio:
“Põe-te bonita e vem ter comigo. Está um carro à tua porta que te levará onde estou.”
Espreito pela minha janela e vejo estacionado à porta da minha casa uma limusine preta, com um homem vestido de motorista lá dentro.
O meu coração começa a palpitar num misto de excitação, curiosidade e inquietação.
Detive-me um momento a pensar e resolvi entrar no jogo. O que me esperaria? Visto-me, penteio-me e coloco um pouco de perfume. A minha cabeça está em turbilhão. Mil imagens, mil ideias me passam pela cabeça... Quem será que me espera? Que porta abre esta chave? Onde me levará aquele motorista? Não tinha resposta nenhuma para as minhas perguntas. Tinha que ir. Saí de casa e dirigi-me ao carro que estava estacionado. Abri a porta, espreitei lá para dentro e ouvi o homem a dizer: “Entre minha senhora que estão à sua espera.” Entrei e assim que fechei a porta, o carro começou a andar. Estava com o meu coração aos saltos e confesso que sentia algum medo. Resolvi encostar-me no banco e tentar relaxar um pouco enquanto não chegava ao meu destino. Tentei falar com o motorista mas ele permanecia mudo. Enquanto o carro percorria as ruas, inspeccionei com o meu olhar todo o interior do carro e foi então que reparei numa outra caixa preta que se confundia com os estofos e abri-a. Lá dentro encontrava-se uma rosa vermelho-sangue e um novo bilhete que apenas trazia escrito: “1001”. Cada vez mais o meu coração pulava e a minha excitação aumentava a cada segundo. O que queria dizer aquele bilhete? Ainda estava atordoada com tudo aquilo quando o carro pára bem em frente a um hotel e oiço o homem a dizer: “Pode sair.” – ao mesmo tempo que me abrem a porta do carro e me fazem sinal para eu entrar no hotel. Meio a medo, saio do carro e dirijo-me para a entrada do hotel. Olho para a chave que tenho na mão e lembro-me do bilhete que só podia indicar o número do quarto. Pergunto ao recepcionista em que piso fica o quarto 1001 e ele sorri e responde: “No último andar, senhora.” Sinto as minhas pernas bambas e dirijo-me para o elevador. Último andar. A porta abre-se e dou comigo num hall onde apenas existe uma porta que tem o número 1001 em letras douradas. Meto a chave à porta e abro-a. Espreito lá para dentro mas tenho que entrar para conseguir ver o que se passa naquele quarto. Oiço uns gemidos. Fecho a porta e entro devagar. É então que vejo um homem e uma mulher em cima de uma cama. Fiquei estática e não me mexi. Fiquei apenas a observar o que eles faziam. Ela encontrava-se deitada na cama, de barriga para cima e ele estava sentado ao lado dela, acariciando-a. O quarto estava escuro, apenas iluminado com algumas velas que estavam em redor da cama. Ambos tinham máscaras na cara, apenas deixando a boca e os olhos destapados. Estavam completamente envolvidos em beijos, carícias e gemidos. A imagem era excitante e ao mesmo tempo confusa. O que estava eu ali a fazer? Ainda fiquei um bocado a observá-los, a pensar que ainda não tinham dado pela minha presença, até que achei que devia sair dali. Viro-me e olho na direcção da porta e, antes mesmo de me mexer, oiço:
“Não te vais embora, pois não?” – disse o homem sem sequer levantar os olhos na minha direcção, enquanto continuava a acariciar a mulher que se encontrava deitada na frente dele. O meu coração disparou e nem consegui falar. Antes mesmo de conseguir pensar, a mulher levantou-se da cama, caminhou na minha direcção e estendeu-me a mão. Com os olhos fixos nela, agarrei a sua mão e ela encaminhou-me para a cama. Deitou-me, levantou-se e saiu do quarto. Fiquei ainda mais confusa e inquieta. Olhei para o homem que estava sentado do meu lado e ele, sem me dizer uma única palavra, começou a acariciar o meu corpo por cima do vestido. Não conseguia tirar os olhos dele e ele nem me dirigia o olhar. Apenas olhava para o meu corpo e acariciava-o. Sentia tremores por todo o meu corpo. Sentia as suas mãos a percorrem-me toda. De repente, ele tira uma espécie duma navalha, grande e pontiaguda, que já deveria estar por perto sem que eu tivesse dado conta. Fiquei petrificada com o medo. E ele continuou a acariciar-me, como se nada se passasse, mas desta feita com a navalha a percorrer o meu corpo, as minhas pernas, os meus seios. Deslizou a lâmina pelo meu peito em direcção ao meu pescoço, à minha cara e, enquanto me acariciava com aquela lâmina gelada murmurou: “Sinto-te a tremer. Estás com medo de mim?”
Eu nem conseguia respirar. Estava apavorada, com os olhos fixos no homem que se encontrava na minha frente, de navalha na mão. Ao mesmo tempo que aquele cenário me aterrorizava, sentia-me também muito excitada com tudo. Antes que eu lhe conseguisse responder, num movimento brusco ele enfiou a navalha por debaixo do meu vestido, rasgando-o e deixando o meu corpo descoberto. “O que estás a fazer?” – consegui eu balbuciar. “Isto excita-te. Eu sei.” – respondeu ele calmamente, continuando a brincar com a navalha pelo meu corpo. Agora sentia o frio da lâmina a deslizar pela minha barriga e novamente ele a utilizou para cortar o soutien e deixar os meus seus descobertos. Contornou os meus mamilos tesos com o bico da navalha e depois lambeu-os. Fiz um movimento para lhe tocar e ele afastou-se rapidamente e disse: “Isso agora é que não pode ser.” Agarrou numa gravata que estava por ali perto e atou a minhas mãos com ela à cabeceira da cama. “Quero-te quietinha. Quero brincar contigo.” A cada segundo que passava, mais eu me sentia excitada e algo receosa sobre todo aquele jogo. Até onde ele iria? Até onde eu estava disposta a deixar-me ir? Fechei os olhos e concentrei-me na navalha que continuava a deslizar pelo meu corpo, agora acompanhada pela língua quente e húmida dele. Desceu pela minha barriga em direcção ao meu sexo e senti os dentes dele a roçarem no meu ventre e a puxarem a minha tanga. Cortou-a também e abriu-me as pernas. Olhei para os seus olhos mas nem uma única vez ele me dirigiu o olhar. Continuou a acariciar-me, ora com a lâmina, ora com a língua, ora com os dentes. Não demorou muito até eu explodir num orgasmo. Ele tinha razão. Tudo aquilo me excitava demais. Queria tocar-lhe mas estava presa. Supliquei-lhe para que me penetrasse mas ele parecia nem me ouvir entretido que estava a comer-me. Percorreu todo o meu corpo com a sua boca mas nem uma vez me deixou beijá-lo. Eu estava doida de tesão. Ele sabia exactamente onde tocar, como tocar, como me deixar doida de prazer. E a impotência que eu ao mesmo tempo sentia por não lhe poder sequer tocar estava a deixar-me doida. Nem sei quanto tempo se passou neste jogo. Possuiu-me quando quis, como quis. Era uma boneca nas suas mãos. De repente, sinto as mãos de uma mulher a acariciarem-me. Olhei e vi a mesma mulher que já tinha estado naquele quarto e que tinha saído. Apareceu vinda do nada e juntou-se a nós dois. Foi nessa altura que ele me soltou e olhou para os meus olhos pela primeira vez. No mesmo instante que reconheci o seu olhar, ele retirou a máscara que lhe cobria o rosto e beijou-me. Claro que o conhecia. Era meu amante. Por isso é que não lhe podia tocar, não o podia sentir, não o podia beijar. “Gostaste da surpresa?” - perguntou ele. Respondi-lhe com um longo beijo molhado e ali ficamos os três o resto do dia.

Massagem


Logo que vi que havia massagista no hotel, inscrevi-me para uma no quarto, pois não há massagistas como as brasileiras. À hora arregimentada, bateram à porta e eu, que contava, com a rapariguinha do resort, fui apenas vestida de mini roupão de seda, sobre a mini-calcinha e sutiã, abrir-lhe a porta. Qual não é o meu espanto, quando se me depara um jovem mocetão, que em tom muito educado me diz
– “…boa noite madame…sou o massagista que o marido da madame chamou….”
Hesitante mando-o aguardar e vou anunciar a situação ao meu querido maridinho, que aparentemente entretido com a leitura, me diz, sem tampouco me olhar, que confere e que não há qualquer problema pois vai estar ali todo o tempo….De qualquer forma, na hora de tirar o roupão, ainda olho para o Ruben procurando dar-lhe a entender que vou ficar só de mínimos, esperando receber um norte qualquer…mas ele limita-se a piscar-me um olho e de seguida sorri e deseja-me uma boa massagem…Claro que eu não me faço rogada, e logo tiro e roupão nas calmas, notando de caminho, o olhar guloso do rapazola, cravado nas minhas exuberantes mamonas e na sombra, bem visível, da minha bela pintelheira, através do fino tecido da calcinha…O homem manda-me deitar de rabo para cima, na marquesa portátil que acabara de montar e que postara em frente ao sofá onde o Ruben se instalara. Fui pensando que o Ruben dali tinha uma excelente visão, mas o rapaz interrompe-me os pensamentos, ao perguntar-me em tom aparentemente muito profissional:
- «…” a madame quer fazer a massagem de calcinha e sutiã…???....vai sujar de creme…” - Atrapalhada, pela frontalidade que não esperava, mas tranquilizada pelo meio sorriso do meu marido, para quem olhei antes de responder eu respondo que vou tirar… mas logo o rapaz me diz para eu não me incomodar com nada, que ele mesmo trata de tudo, passando logo a desapertar-me o fecho do sutiã, e a tirar-mo quando eu soergui o tronco e a posicionar as mãos macias, dentro da banda elástica da calcinha para a fazer escorregar pelas pernas abaixo… A cena, passada bem na presença do meu marido, que nunca tirou os olhos das mãos do rapaz, tinha como que uma espécie de electricidade, não só no diálogo, algum tanto irreal e sensual, como no facto de ser outro homem a despir-me aquelas peças na frente do legítimo, o que me provocou profundos arrepios de incontido tesão.., devendo também ser o responsável pelo notório enchumaço, nas calças do Ruben. Também o jeito como ele me raspou ao de leve com os dedos, nos bicos das amplas mamonas, que logo se puseram em sentido, quando me tirou o sutiã, ou a prolongada carícia das suas mãos macias, em que se traduziu o acompanhar da calcinha pelas nádegas, coxas, pernas e pés, até sair, teve algo de obsceno, que me deixou logo aquela deliciosa sensação de uma humidadezinha morna, bem no meio da ratinha… já sem falar do que na altura me pareceu ser, uma cintilação súbita e muito forte nos olhos do meu querido maridinho..
A massagem, que logo à partida, já prometia, começa e a extrema suavidade e competência do seu massajar, somada à presença do Ruben, fazem o tesão aumentar… o meu e o do rapaz, pois que, pelo facto da mesa ser muito estreita, de vez em quando sinto roçar nos meus braços, o que me parece ser uma óptima moca já bem dura… Quase instintivamente, mudo a posição dos braços para cima e agarro a borda da mesa… pouco depois já o rapaz me roça, embora por breves momentos, com o balanço da massagem no pescoço, o que agora não tenho qualquer dúvida em qualificar como uma bela pichota muito retesada, nas costas de uma das mãos, levando-me quase automaticamente a discretamente devolver a pressão…Fico com a leve impressão que o Ruben viu, mas como nada diz, eu, atrevida e entesoada, vou-me entregando àquele jogo…. Quando as mão dele deslizam para os meu rins e os massajam com firmeza, sinto uma leve irritação boa na pélvis, e sou obrigada a empinar o cuzinho e entreabrir levemente as coxas acetinadas, como que em antecipação da massagem naquela zona intima. Logo de seguida a este movimento, percebo que o Ruben se levanta e desloca à casa de banho, fazendo-me uma carícia meiga na face, e sinto logo de seguida, uma ainda maior e mais descarada pressão da tranca do rapaz, no antebraço e na mão que entretanto eu empurrara mais para fora da mesa….Aproveitando a saída do meu marido, que ainda desconheço se é propositada, para criar um climinha, ou apenas fruto de real necessidade e picada pela tesão, que não é a melhor das conselheiras, resolvo ver até onde vai o desplante do moço e suavemente ponho mais braço e coxa de fora. Como se o malandro percebesse a eventual mensagem, e quisesse responder antes do Ruben regressar, começa a esfregar o mangalho, agora totalmente empinado, na perna desse lado, embora sempre no ritmo da massagem, que insistentemente fazia nas nádegas. Isto, se àquele terrível amachucar e arrepanhar da carne das minhas bochechas, se podia chamar de massagem, pois mais parecia uma tortura, pela forma como obrigava as beicinhas inflamadas da minha ratinha ensopada, a se esfregarem, uma na outra, e a se entreabrirem e fecharem, sem duvida ao seu comando e vontade, como debaixo do seu olhar atento, pois ainda agora ele acabara, com as suas mãos quentes e fortes, de me afastar ainda mais as coxas. Puta até à medula dos ossos, agrada-me, como nenhum outro, aquele jogo, particularmente porque o tecido das calças dele é finíssimo, e sendo óbvio que não usa nada por baixo, eu posso agora sentir, com perfeita nitidez, na palma da mão tremente, que descaradamente posicionara, todo o desenho da jovem piça, até ao pormenor das veias inchadas. Sondo-a com a maior descrição possível e envolvo-a com suavidade, que pareça casual, nos meus dedos ansiosos. Depressa confirmo a sua intencionalidade, pois sempre mantendo o ritmo da massagem ele começa a esfregar o caralho marmóreo, em jeito de me foder a mão, o que me deixa a ponto de me vir, como uma adolescente. Quando o meu maridinho regressa, opta por ficar no ângulo oposto ao anterior, passando a ter acesso directo à visão da minha ratinha descomposta, já que pela cena anterior, eu ficara bem escancarada. Estimulada por isso e porque agora o rapaz me massaja, com redobrado vigor e perícia as nádegas cheias, e o interior das coxas, volto a ter o impulso de afastar ainda mais um pouco as coxas, dando uma melhor vista a ambos os homens e um claro sinal de agrado pela “massagem”.… Penso no momento, que se o Ruben não gostar do que vê, será a altura certa para me dar sinal… A verdade é que nada vem e sendo claro, que do sítio onde está, ele não pode deixar de ver tudo o que se passa com as mãos dele e até mesmo a forma inegavelmente voluntária, como consinto a esfrega do seu enorme fueiro, que ele por certo vê, escabrosamente, embebido entre os meus dedos, fica óbvio que a cena lhe agrada e eu posso prolongá-la. Pouco depois “..está na hora de madame se voltar..”, como lhe diz o rapaz, vermelho, que nem um tomatão e acordando-me daquele delicioso torpor entesoado… …torço-me e volto-me de forma propositadamente desajeitada, de tal forma que, como que me vejo “obrigada” a escancarar as pernas durante a volta, o que faço o mais lentamente possível, dando ao Ruben e ao sacaninha do massagista, uma maravilhosa visão da minha bela conassa, de boquinha rosada e húmida, meio aberta… É bem perceptível a agitação nos dois homens, e isso dá-me uma insuperável sensação de poder, de que só as mulheres podem desfrutar… Retomada a massagem, primeiro na cara e no pescoço, é hora de voltar a pôr as mãos de fora , antes que ele me chegue aos peitos, pois quero nessa altura, já ter o seu imponente caralhão, bem controlado nas minha mão exigente. Para isso estico e após olhar para o meu Ruben, para garantir que ele vai ver tudo, alcanço-lhe a moca e prendendo-lha gentilmente entre os dedos, puxo-o um pouco para mim, oferecendo-lhe um fixe, para que a roçadela seja mais eficaz…Ele, claro, protegido pelos movimentos da massagem, iniciou logo um suave vai e vem, dentro da minha mão, que logo apertei um pouco mais, transmitindo-lhe o meu agrado e aceitação... Certa de que o maridão tinha de estar a ver, ia mungindo a cabeçorra da pichota do rapaz, de forma cada vez menos discreta, provocando neste, uma respiração mais pesada e movimentos, sempre mais nervosos das suas mãos, nas minhas arfantes mamas…Massajando todo o peito e barriga, em movimentos mais amplos que disfarçavam o aumento da amplitude das umbigadas que dava, com a piça pulsante, presa na minha mão, …em breve me massajava com descarada frequência, a zona da pintelheira, aflorando de vez em quando os beicinhos túrgidos da conassa fremente e encharcada…De uma das ultimas vezes que ele passou as mãos, esmagando as minhas beicinhas mimosas e rubras de desejo, vi uma tal expressão de tesão nos olhos do meu marido que desvairando, e antes que alguém tivesse tempo de perceber o que se passava, abri o fecho das calças do moço e , num gesto rápido, saquei-lhe para fora o jovem piçalho tumescente, que agarrei em plena mão com gana, sacudindo-lho ao invés do seu movimento, num descaramento tal, que o fez parar e olhar hesitante, na direcção do meu marido, como se lhe quisesse mostrar que a culpa da manobra não era dele…Não lhe dando descanso, e embalada pela imensa tesão, que o sorriso entesoado do Ruben, ma transmitia, agarrei com a outra mão as dele e empurrando-as para a ratona fervente, escancarei bem as minhas coxas impacientes, para fora da mesa e resfoleguei num sussurro:
“…humm….que ..tesão danado….filhinho…vai….mexe aqui mexe…..hummm… mexe muito….na ratinha da madame…vai….”
Claro que o rapazola, perante o meu louco ataque, que agora incluía a outra mão a mungir-lhe os pesados colhões e a passividade sorridente e colaborante do meu marido, tomou-me logo conta do grelo e das beicinhas da rata e desatou numa estimulação sem tino, que quase me atiraram para o céu… Entretanto, ao ver tudo isto o Ruben tinha-se levantado e sacando o mangalho completamente teso, para fora aproximou-se da minha cabeça e começando por me propiciar um maravilhoso linguado, foi ciciando com muito mimo e tesão:
“…humm….minha cabrona…adorada…agarre bem… o caralho do miúdo… e esgalhe uma boa punheta a esse safado…minha grande puta… faça bem…que eu adoro ver…”
Lambendo os lábios secos pela excitação e com o olhar fixo no quadro que ali se desenrolava, o rapaz ganhou à vontade e acelerou o titilar do grelo protuberante e a massajem insidiosa dos beicinhos mimosos, enquanto, atrevido se debruçava e me chupava o bico distendido e retesado de uma das minhas enormes mamas…Agradecida e muito mais entesoada agora pelas palavras generosas e reveladoras do meu Ruben, eu aumentava o ritmo da furiosa punheta que lhe batia, quando senti no outro ombro algo de muito familiar. Voltando a cabeça, vi o meu rico marido que me olhava com um olhar de imensa tesão amorosa, enquanto me roçava o caralho super teso, que eu logo abocanhei, dando-lhe violentas chupadas, enquanto suspirava forte e gemia, em altas caralhadas, a louca tesão que tudo aquilo me fazia:
- “…Huummm… que tesão louco …meu queridinho…adoro mexer noutro caralho com você a ver……humm… ai.. meu querido maridinho…que tesão louco… veja.. como.. eu.. punheto.. o cacetão… do moço…enquanto chupo o seu…hummm… está.. a.. saber-lhe.. bem.. meu amorzinho..??
- “…ai…foda-se…filhinha…estou..a…adorar…humm…..caralhos…que..tesão louca…”
- “…eu …faço…tudo.. o ..que.. me.. mandar..humm.. meu querido…”
- “…então.. abra bem.. essa ratona toda… para o rapaz a chupar…meu amorzinho…”
- “…ai foda-se meu marido…que tesão que me faz…ouvi-lo a falar assim…olhe como eu abro bem as minhas beicinhas…mande ele me chupar…filhinho…”
- “…anda..moço..chupa..o..grelinho..vai..põe..a..língua..bem..dentro…seu..cabrão sortudo…”
Aí o Ruben, acelerado pelo coro dos nossos gemidos, e pelo resfolgar do rapazola, já sem falar do odor típico de corpos a foder… agarrou o rapaz pelo pescoço e fazendo pressão para baixo, obrigou-o a encostar a boca à minha cona encharcada, dizendo-lhe para me chupar até eu gritar de tesão, o que ele logo começou a cumprir, arrancando-me sentidos gemidos de gozo e fazendo-me vir logo ali…
- “…hummm…que broche..maravilhoso..minha..putinha ….”
Captando o sentir da sua adorada mulherzinha, o Ruben falava-me forte, obrigando-me a pedir-lhe para me foder a boca, como eu tanto gosto… Louco de tesão, o Ruben logo me começou a foder os lábios túrgidos, com a firmeza, que ele sabe que eu aprecio, enquanto empurrava a cabeça do rapaz, para que enterrasse bem fundo a linguinha macia na minha ratinha enfurecida, não tirando nunca os olhos daquele terrível espectáculo que tantas vezes tínhamos fantasiado..
“…hummm…meu amor…não há maior tesão que.. é.. ver. o mangalho.. do.. rapaz.. a entrar… e.. sair… da.. humm… sua… mão… adorada…”
- resfolegava o meu maridinho, enquanto o cabrãozinho, lá em baixo, me encavava a língua experiente pelo meu cuzinho enlouquecido adentro, enrabando-me em linguadas raivosas que me faziam chegar ao êxtase. Em breve o rapaz, estimulado pelo quadro que vivia, e pelas minhas mãos experiente, que o faziam saltar de céu a inferno e das palavras resfolegadas do Ruben, começou a dar mostras de explosão eminente e ao aperceber-me disso, comecei a sugar o porrete do meu marido, com o dobro da gana, insinuando-lhe a minha vontade de ele se esporrar na minha boca e cara, enquanto com a outra mão agarrava com firmeza os colhões cheios do rapazola, mungindo-lhos em combinação com as sacudidas no chourição, indicando-lhe que o queria a esporrar-se para cima de mim… O sacana apercebendo-se do desejo da madame, desatou a foder-me a mão com redobrada gana, enquanto me enterrava a quase totalidade da língua rígida e pulsante pelos lábios da coninha adentro, aproveitando mesmo o estado de loucura geral, para me encavar, sem pedir licença, dois dos seus grossos dedos pelo cuzinho delicado acima, que tiveram o condão de quase me fazer desfalecer. Logo de seguida o massagista, desatou a estrebuchar e a balbuciar que se ia esporrar todo em cima da madame, produzindo quase logo de seguida, abundantes jactos de jovem esporra que eu, sem lhe largar a piça, ou os agitados colhões, ia a capricho espalhando sobre o meu peito e ventre… Não aguentando a cena que via, também o Ruben o acompanhou, esporrando-se logo com inusitada violência, entre gemidos e fortes caralhadas, dirigidas à sua amada mulherzinha, inundando-me a boca e o rosto, com fortes tiros de saborosa langonha salgadinha, que eu tão bem conhecia e adorava… Escusado será dizer-vos, que após este delicioso episódio, passamos a noite inteira a foder de toda a maneira e feitio, enquanto eu lhe recordava de viva voz, em todo o seu detalhe, as cenas vividas nessa tarde…fazendo-o confessar o prazer que tinha tido a ver a mulherzinha adorada, a esgalhar uma louca punheta a outro homem, enquanto toda puta, lhe ia dizendo que estava disposta a fazer tudo o que ele quisesse. Bastava ele pedir, que a sua putinha privativa fazia…

7 de Maio de 2008

Casal Tarado


Ia a caminhando pela rua onde moro e encontrei um amigo que estava chegando em casa. Começamos a conversar e ele acabou por me convidar para tomar um gelado em sua casa uma vez que já somos amigos de longa data. Entramos em sua casa a conversar e ele parou a minha frente e eu senti que algo estava fora do normal pela cara de espanto que ele estava fazendo. Ouvimos uns gemidos e olhamos um para o outro e ele foi em direcção ao quarto do casal e ao olhar pela fresta da porta vimos a sua esposa, chamaremos de Isabel, uma morena sarada apesar da idade, pois ambos estão na casa dos 40. Isabel é uma mulher muito bonita com tudo no lugar e dona de um traseiro de fazer suspirar homens e mulheres. Ela estava aos beijos com uma amiga nossa a Bete, também morena igual a Isabel mas com uns seios enormes e duros, normal para uma mulher de 25 anos. A Isabel sempre me contou as peripécias sexuais da Bete que ela é muito safada pois sempre foi sua confidente e amiga, e pelos vistos mesmo íntima. Eu e meu amigo ficamos olhando pela porta as duas a se beijarem e se amassando de tal maneira que evidentemente era de se estranhar da parte dele mas senti que estava ficando excitado com tudo aquilo, quando de repente a Bete retirou a blusa da Isabel e começou a beijar o seu ombro e foi descendo e tirando o restante da roupa da esposa do meu amigo e pude ver que seu corpo era mesmo lindo onde aparecia uma langerie muito provocante e ai nós ficamos mais excitados ainda e disse para o meu amigo que as minhas expectativas eram confirmadas com respeito ao corpo da mulher dele e ele disse obrigado. Me virei novamente para ele e perguntei o que iria fazer e ele estático disse que deveríamos entrar na dança sem sermos convidados e foi o que fizemos, entramos no quarto e elas ao invés de se espantarem ficaram contentes e a Bete disse que bom que hoje não vamos precisar dos vibradores! e enquanto o marido se sentou na cama junto delas eu me sentei em uma poltrona ao lado com vista privilegiada para eles e a Isabel foi logo beijando o marido e dizendo que elas estavam a aquecer para fazer quando ele chegasse lhe fazer uma surpresa. Ele todo contente deu um sorriso e ao pedido da sua esposa se levantou enquanto ela desapertava as calças do marido e arreando as cuecas dele libertou um pénis duro e consistente que a Isabel pegando amostrou a amiga e perguntou gostas? Vais encarar? e a Bete se levantou e com rapidez retirou toda a roupa e mostrando um corpo espectacular disse que espero bem que não vá falhar na hora das obrigações e a Isabel disse que se isso acontecer temos um sobressalente e olharam para mim rindo. As duas se abaixaram e de joelhos começaram um boquete no meu amigo ora uma ora outra e dava para reparar que cada vez mais o pénis do meu amigo ganhava força, inclusive o meu que já estava estourando comprimido nas calças. Meu amigo se deitou na cama e elas ainda de joelho no chão de costas para mim continuaram a chupar o pénis e coloquei-me mais para a frente e pude ver aqueles dois monumentos de quatro para mim e comecei a passar a mão nas duas mulheres onde depois de algum tempo me concentrei mais no clítoris de cada uma e elas começarão a gemer mais sem tirar a boca do pénis do meu amigo. A Bete se ergueu e começou a bater uma espanhola enquanto a Isabel beijava o marido e dava suas tetas para ele chupar e via-se que ele estava no céu com tudo aquilo que elas estavam a lhe fazer. A Isabel olhou para mim e largou o marido e me mandou ficar a sua frente em pé e foi tirando a minha roupa toda de uma só vez e quando viu o meu estado de excitação chamou a Bete que olhou também para mim e disse que adoro ver um homem com três braços e começamos a rir, não que eu seja mega dotado mas tenho uma grossura desproporcional para os meus 18 cm. A Isabel me puxou para ela e começou a cheirar a minha pica e com o dedo indicador passou por toda a glande molhada de tesão que eu estava e enfiou na boca soltando um leve suspiro o que deu para perceber que estava diante de uma fêmea com toda a disposição e que era mesmo uma brasa. Olhei para o lado e ainda vejo a Bete a mamar na piroca do meu amigo que a cada chupada parecia que entrava em transe enquanto ela delirava com aquela tortura e fiquei também excitado por ver aquela bunda linda com a marca do biquini como se fosse uma seta indicando o caminho do pecado e passei a alisar aquele rabo lindo e ela foi abrindo aos poucos as pernas até que cheguei na sua buceta e sentir todo o seu mel escorrendo pelas coxas. A Isabel continuava me chupando onde tentava meter na boca mas era inútil pois sua boca é pequena e perdendo um pouco a paciência me puxou de encontro a si e foi mandando que eu lhe chupasse a buceta que estava com a da Bete e assim fiz, colocando-a de pernas abertas em cima da cama ao lado do marido que começaram a se beijar enquanto eu chupava a sua querida esposa e a Bete não parava de chupar a piroca do meu amigo que começou a se levantar e colocou a Bete deitada na cama e sentou-lhe o sarrafo e ela gemia com gosto e rebolava também com uma mestria que dava para ver que ela era safada de carteirinha e tanto que com mais meia dúzia de movimentos o meu amigo iniciou uma gozada alucinante que mal deu tempo de tirar a piroca para fora ainda gozando nas coxas da Bete. O meu amigo caiu para trás e sentou na poltrona observando a mulher a gemer enquanto eu me levantei e pincelei a chapeleta na porta daquela gruta e fui enfiando com calma pois ela era muito apertada e fui metendo aos poucos enquanto ia se abrindo e a Bete senta no rosto da amiga que começa a chupar aquela buceta fazendo-a gemer de prazer. Eu continuava bombeando e fui me encostando mais na Isabel até que senti que a sua lubrificação aumentou e dei uma estocada certeira que a fez gemer mais forte mordendo os lábios vaginas da Bete que gritou de tesão e dor ao mesmo tempo, enquanto a Isabel acabou por ter o seu orgasmo como uma louca molhando toda a minha rola que foi logo sacada pela Bete para chupar o néctar da amiga. A Bete enxugou a buceta da amiga e foi logo se virando e me apanhou pelo braço deitando na cama e montou em cima das minhas pernas e começou um boquete enquanto a Isabel foi em direcção ao marido puxando para a cama e em pé deu a piroca para as duas chuparem enquanto a Bete era penetrada por mim até que a Isabel se virou para o marido e disse para ele comer o cu da Bete e fazer dela recheio e ela ficou logo empolgada e se deitou sobre o meu peito e paramos um pouco para o meu amigo enfiar no cu dela (sempre ouvi dizer que ela é fã do anal) e ele foi metendo a cabeça e senti o seu pénis entrar no cu da nossa amiga e começamos a bombear com força e ela gritando e gemendo com a velocidade e a força dos nossos movimentos até que ela não aguentou muito mais e gozou violentamente e desmaiou caindo de lado sobre o meu corpo. Como ainda não tínhamos acabado e eu ainda não tinha gozado nenhuma vez pedi ao meu amigo para colocarmos a Isabel no lugar da Bete mas com as posições trocadas e ela começou a reclamar dizendo que não iria aguentar a minha grossura no seu cu, mas o marido disse para ela parar de frescura e foi logo se deitando na cama e puxou a esposa para cima dele metendo rapidamente na sua buceta já arregaçada por mim anteriormente e ela mesmo disse amor, quase não sinto a tua piroca, estou rasgada por aquela tora que queres que eu guarde no cu! e assim foi, ela empinou aquela bunda linda onde apareceu um cuzinho lindo e delicado que lubrifiquei com carinho e apontei a cabeça da piroca e fui enfiando aos poucos e ela foi relaxando e com movimentos suaves ela foi agasalhando aos poucos e dava gritinhos e gemidos de dor e prazer mas não parava de dizer que está doendo muito, parem por favor, vou ser rasgada, não tenho lubrificação no cu e com isso a Bete se levantou e com a sua saliva ia lubrificando a minha piroca cada vez que voltava de dentro daquele cu que era o mais apertado que já tinha comido em toda a minha vida, até que o meu amigo empurrou a esposa contra a minha piroca e entrou mais da metade que a fez desmaiar de dor. Ficamos preocupados com o que tinha acontecido e até tinha um pouco de sangue na minha piroca e reclamei que ainda não tinha gozado e queria comer o cu da Bete que ficou logo toda contente e se posicionou logo de quatro junto a amiga e arreganhou o seu botão cor de rosa para receber a minha ferramenta que com um pouco de custo entrou toda até baterem os culhões na sua buceta, enquanto ela chupava a piroca e as bolas do meu amigo. Não demorou muito e anunciei o meu primeiro gozo da tarde e a Bete disse que queria que eu gozasse junto com o meu amigo no rosto das duas e meu amigo foi o primeiro e eu quase em simultâneo inundando o rosto daquelas duas fêmeas viciadas. Ficamos ali mais um pouco a descansar e a conversar que daqui para frente iríamos continuar as nossas festas sempre que fosse possível.

A mae da minha falecida namorada


Á Anos namorava com uma rapariga de ascendência holandesa. Um dia ia busca-la como fazia todos os dias. Toquei a campainha e atendeu-me a mãe.
- Então como estas, entra. Tudo bem?
E eu lá entrei. A mãe uma senhora de uma grande família aqui do Porto, cerca de 45 anos, ar jovial, e muito bem constituída.
A mãe: - A Sofia não está, telefonou-me a dizer que só chegava por volta da meia-noite, (eram 21:00) que estava acabar um trabalho em casa de uma amiga para entregar no dia a seguir na faculdade.
Eu: - Então vou-me embora e telefone-lhe depois.
Mãe: - Nem penses, fica aqui em casa o meu marido, está para o estrangeiro e assim fazes-me um pouco de companhia.
Eu rapaz bem educado assim fiz. Nesta altura nem sequer pensava no que viria a acontecer.
Entramos para a sala, sentamo-nos, e a senhora disse-me que ia acabar de se mudar, pois tinha acabado de chegar a casa do emprego. Muito bem. Pediu-me licença e retirou-se.
Peguei no comando da televisão e comecei a desfolhar os canais da Tvcabo, Meu espanto, eles tem o Sexy Hot descodificado. Eu nem acreditava no que estava a ver. Uma família decente, de nome na cidade. Passado ai uns 20 minutos já estava eu com uma verga enorme, sinto que algo na sala me estava a observar, olho em meu redor, e nada vi, bem mudo de canal, levanto-me e dou uma volta para ver, não havia nada. Volta ao canal 35. Sento-me outra vez, e nesse preciso momento senta-se ao meu lado, uma mulher lindissima, completamente nua, com um corpo escultural muito bem tratado, fiquei sem palavras. Diz-me ela:
- Então? Gostas?
Nem sai uma palavra, estava estupefacto.
A mulher baixa-se, abre-me as calças zas, boca no meu caralho, chupou, chupou e tornou a chupar, de repente levanta-se deita-me no sofa, e põe-se em cima da minha cara com aquela cona, lambi-a até ela se vir, a mulher gritava gemia, chamava-me nomes, agarra-me o meu caralho, e mete-o na cona, zas, zas, foi por cima foi de lado, de costas, deitados, em pé, até que ela para, põe-se de quatro e diz-me mete-me todo esse caralho no cu, “rebenta-me toda por favor” e eu assim fiz toca a enrabar, fodi-a toda. Na hora em que me estava a vir ela diz “para, quero sentir esse teu caralho a saber a merda na minha boca” nem 10 segundos se passaram e eu já me tinha esporrado todo na boca dela. Quando me estava a vir, ela mete-me o dedo dela no meu cu....fiquei extasiado...ela apercebeu-se...limpou-se e disse-me não te vistas, limpa-te, que vou lá cima buscar uma coisa. Assim fiz, nem queria acreditar no que estava a acontecer. Continuei a ver o 35. Passam ai uns 10 minutos chega a mulher com um vibrador cor preta, ai uns 20 cm. Chega-se a mim começa-me a lamber o caralho outra vez, cheio de tesão, de repente começo a sentir a lingua dela a baixar e a chegar ao olho do cu, que sensação, nunca tinha experimentado, FABULOSO, ela lambe-me e ao mesmo tempo masturba-me, era maravilhoso. Deitamo-nos no chão e ela continua a lamber-me o cu e masturbar-me, passa-me a cona dela para a minha boca, com minha mão começo a fazer umas caricias no cu, até que lhe enfio o meu dedo, nesse preciso momento, ela introduz o vibrador no meu cu, foi muito bom, sentei na beira do sofa, vibrador no cu, a vibrar parecia um louco, estava cheio de tesão, ela senta-se de costas para mim em cima do meu caralho, grosso e duro, estivemos nessa posição nem 2 minutos vim-me parecia um cavalo, tive uma sensação, estranha mas ao mesmo tempo muito boa. Foi divinal. Fomos tomar um banho. Nada se passou, muitas caricias mas mais nada.
Vestimo-mos, e viemos para a sala, conversa-mos até que chegou a meia-noite.
Ding-Dong, era a Sofia, entra na sala, a mãe para a filha “tens ai um grande homem” e piscou-lhe o olho, a Sofia vira-se para mim e diz-me: “Gostas-te? Espero que sim que a partir de agora vai ser sempre assim.” Nem podia acreditar no que estava a ouvir. Tinha sido tudo combinado por elas. Fiquei a saber que o pai não dava assistência a mãe, e a mulher gostava de rapazes mais novos. Desde esse dia voltei a repetir essas sensações mais umas 10 ou 15 vezes. Até que 1 dia houve uma desgraça. A Sofia teve um acidente de carro, na já famosa IP5, e morreu. Os pais com o desgosto que tiveram foram para a Holanda terra do pai, e até hoje só me correspondo com a mãe por mail. Desde o dia 15 de Junho de 2000 o dia fatídico, nunca mais voltei ver a mãe.
Entretanto a vida passa, eu casei, estou feliz com o casamento mas a minha vida sexual ficou para sempre marcada com esta experiência.

69 de Luxo


Tenho um casal meu amigo, em que ambos são bem mais velhos do que eu. Ela é ainda uma mulher gostosa,e tenho sentido muitas vezes o desejo de a comer.
Ele já mais velho, dá mostra de não a satisfazer de maneira nenhuma.
Um dia estando os 3, a tomar um café contei uma anedota sobre sexo oral, boche e minete. Estiva com atenção à reacções da minha amiga, e percebi como os seu olhos brilhavam, perante uma simples andota de alguem que tinha mamado num caralho.
Vi, e apostei que ela havia de me mamar... custasse o que custasse.
Mais tarde ela voltou-se para mim e disse-me que isso eram coisas que no seu tempo não se faziam.
Ri-me e manifestei-me que não acreditava que ela nunca tivesse feito um broche. Ela sorrindo voltou-se para o marido, e perguntou-lhe:
António, eu alguma vez fiz uma coisas destas?
A que o António respondeu: Modernisses...
Não me contive sem deixar escapar, sem definir bem se para ela se para ele.... Não sabes o que é bom.
Uns dias depois fui la a casa jantar. Já tinha agarrado a minha amiga, e discretamente já lhe tinha passado as mãos pelo cuzinho. Em resposta tive uns sorrizos.
Como havia mais gente, apostei que seria naquela noite.
No meio do barulho, e ainda antes do jantar agarrei-lhe pela mão e discretamente levei-a ate ao WC.
Sentei-a na sanita e sem lhe dar tempo meti-lhe o caralho na boca.
Ela não sabia muito bem o que fazer.
Foi então que resolvi dar uma foda naquela boca virgem.
Ela engolia o meu caralho todo... e chupava, chupava, ate que não aguentei mais e esporrei-me todo.
Ela sem dizer nada bebeu o meu leitinho todo.
Estava com um sorriso enorme, e disse-me:
Adorei... o teu leitinho quente na minha boca.
Saimos discretamente da casa de banho. Toda a noite os nossos olhares se trocaram cuniventes.
Não posso garantir que o marido não se tenha apercebido, mas.... o importante é que ela estava feliz.
à despedida no final da noite, ela confessou que tinha sido um broche delicioso, e que queria mais. Eu tambem manifestei o desejo de a lamber da proxima.
Aguardo a proxima oportunidade.

loures_125@clix.pt


6 de Maio de 2008

Fantasia de uma mulher


Olá a Todos esta é a primeira vez que conto um conto...
Tudo isto ... como o próprio nome indica é uma FANTASIA!
Depois de já estar tudo previamente combinado, a cena principia no estacionamento do outlet de Grijó.. e dirijo-me ao carro onde está o MEU HOMEM.

MEU HOMEM - (com ar muito cavalheiresco) Faça o favor, Minha LADY!... Pode entrar.
LiLI -(admirada) Sim senhor! Estou estupefacta... (com ar de muito apreço)Ora isto é o que eu chamo de Verdadeiro Gentleman!! (e mudo o tom de voz)Obrigadinha e ...com vossa licença... (entro e pouso a carteira a meus pés, sentando-me de pernas cruzadas)
MH - (entra, senta-se ao volante, e mantendo o mesmo ar) Sempre às ordens..Linda!
L - Já me estás a começar a agradar! (com ar muito formal) Desculpa-me o pequeno atraso, mas o trânsito a esta hora da noite e estava um caos,ihihi (risinhos)!
MH - O Trânsito?!? (com ar irónico) Sim... eu sei como é que vocês, Mulheres, são para se arranjar!.. A seca até nem foi muita... não chegou a 1 hora.. eheh (riso irónico)!!
L - Mas... desculpas-me, não desculpas?!?! (com vozinha de mimo) Vá lá.. até nem foi assim tanto tempo!
MH - Claro que desculpo. (mudando de tom) Além disso... valeu a pena a espera... Estás Linda!! (olhando-me de alto a baixo) Mas... acredita que
já estava a ficar impaciente e em brasa!!!
L - Em Brasa?!?! Não me parece! (lanço-lhe um olhar declarado para abaixo da barriga) Tu também não estás nada mal!! (enquanto reparo que ele está muito bem vestido com ar desportivo e jovial)
MH - (com ar tímido) Não era essa a brasa que me estava a referir, eheh!(com ar mais sério) Mas... mudando de assunto... Onde vamos, FoFiNha? Não vamos ficar aqui no estacionamento, pois não?
L - Claro que não! (enquanto isso a minha mão esquerda começa disfarçadamente a percorrer-lhe desde os joelhos até entre virilhas) Mas, se não te importas, tranca as portas porque eu sou muito medrosa... e nos dias de hoje, nunca se sabe, não é? (com ar muito feminino e olhar
lânguido)
MH - (segurando-me na mão mesmo por cima do pilao) Tens razão, minha Linda (enquanto tranca as portas) que distraído que estou.. (neste instante põe 1 CD com música ambiente muito romântica e liga a ignição) Diz lá... onde vamos?
L - Eu estava a pensar.. (começo a massajá-lo por fora das calças) em irmos até ao Motel de Miramar! (tiro o casaco e pouso-o no banco de trás) Está a começar a ficar calor cá dentro! Mas... não precisamos de ir já para lá... antes podemos dar... 1 passeio (com ar maroto e retomando a massagem), Tás de acordo, meu Lindo?
MH – Tu mandas, LiLi (já em andamento, começa a passar-me também a mão pelas pernas... é bem saboroso, mas não me descaio) Vamos fazer o quê para Miramar? (também com ar mafioso)
L – Estava a pensar em irmos a uma Festa... que tal?
MH – (com ar desiludido) Mas então.... a que Festa?!?!? (desconfiado)
L –A uma Festa de ânus!! (digo com ar ainda mais sexy) Tu... fazes-me Festa!E Eu dou-te o ân... ihih (e desaperto-lhe as calças)
MH – OK eheh!! (entrando também no jogo) E não te esquecêste dos convites... pois não? (nesta altura já se encontra a massajar-me a entrada
do kuzinho, depois de ter arrumado o meu fio-dental)
L – Oh!! não Krido. Vai ser uma Festa a Dois! (agora com o tom mais sexy-mimo que conseguia fazer) Mas agora sê sincero... Estás a gostar
mesmo da LiLi?!?!... (nesta altura já lhe massajei completamente as bolas e já sei de cor o tamanho da verga)
MH – (molhando o dedo) Confesso que te acho um pouco atiradiça! (tendo o dedo húmido, força a entrada no meu buraquinho) Tens mesmo a certeza que és Virgem?!?!... És magrinha... mas isso eu já sabia pelas tuas fotos! Mas... estou a ADORAR que sejas assim desinibida!!.. (subitamente enfia-me o dedo médio no tutu). Gostas?
L – Uiii (suspiro) Muitoo!! Só por causa dessa tua sinceridade mereces 1BeijO! (chego-me para ele, de maneira a que me enterre ainda mais o dedo e aproximo os lábios aos dele, mas... sem que isso aconteça, repentinamente debruço-me e beijo-o na cabeça do pilao) Ei... vê lá por onde vais!!!(porque senti uma guinada no carro)
MH – Desculpa!! (com ar atrapalhado e tímido) Não contava com isso... Mas não dês só um! Dá-me muitos mais!! (enquanto me tenta enfiar mais um dedo no kuzinho) Gostas... Minha Lady?!
L – Oooohh SIM! Não Pares (e cubro o pilao dele de beijos, lambendo-o de ponta-a-ponta)... Outra guinada!) Oops! È melhor ires mais devagar e quando encontrares um lugarzinho discreto, paramos. Tá... Baby?!..
MH – OK Minha louca! Vai ser mesmo aqui. Parece-te bem? Sossegadinho à beira-mar e muito recatado!! Gostas?!?! (Nesta altura já vai metendo 1 e 2 dedos alternadamente)
L –Está optimo!! (eu lá queria saber do lugar... já só keria comer aquela guloseima que tinha nas mãos) Agora é que o quero ver ficar em brasa... Ohhh Siiim!!... Machão!!
MH – (Puxou-me o vestido todo para cima e com a mão livre começou a dar-me palmadinhas) Gostas sua Louca? Agora vais passar de minha Lady a minha putinha!!! (tirando os dedos do ku passou-mos nos lábios) Lambe-os e come-me a verga!
L – Ei!!.. Usa mas não abuses!! (e arrumei os dedos pensando estar “sujos”. Vendo que não... lambi-os com prazer) Siiim vou ser a tua putinha... mas vou ser muito bem tratada! Ensina-me... meu Xulo! Explora a tua putinha!
MH – (tirando a mão que me massajava as frentes e empurrando-me muito devagarinho a boca para o pilão) OK Minha Puta. Issoooo... Come-me o Caralho todo..... Ohhhh Assim... Devagarinho!!! (E vai ora esfregando ora metendo 1,2, e.... até o 3º dedo) Gostas que te alargue o bujão puta?!?!?
L – AAAiiiiii!!(quase me vêm as lágrinmas aos olhos) Pára! Não mexas mais que doi muito. (parou de mexer os dedos para o meu cu se habituar à largura dos 3 dedos) Deixa-me engolir-te o PAU... Meu Macho! (e recomecei sozinha a engoli-lo)
MH – (desta vez agarrou-me no cabelo e começou a meter e a tirar o tição na minha boca) Deixas-me louco... Ahhhh como é BOM!! (E começou a enrabar-me com os 3 dedos!)
L – HHHhhhhhhummmmm!! Aarrrggghh!! Oooohhh!!! (eu nem tinha tempo de dizer nada pois já a tinha quase na garganta e sentia os dedos no
intestino) Issooo meu BOI... dá-me o teu Leitinho todo que estou a vir-me toda pelo KU!!! Não pares!!! Esporra-me... Deixa-me a cara branca com o teu suco!! (e vim-me toda) OOOOOOHHHhhhhhhh... És tão BOOMM! É SÓ MEEEEEu!!
MH – OoooHHHHHHH! PEGA.... Xupa !!! Bebe-o Todo sua PUTAaaa! (e VEM-SE na minha boca, tira-a para fora e esporra-me a face toda ) Não deixes ficar gota! Lambe tudo... Minha Vaca! Isso... tira o leite de cara também e bebe-o! Issooo Isso minha adorada Lady e putinha!
L – (depois de ter pegado nos toalhetes que trouxe na bolsa limpei-lhe o pilao, troquei de calcinhas e dei um retoque na maquilhagem)Foste um MUST... meu principe!! Vamos que a noite ainda é uma criança!!!!...
MH – Tu também Lady LiLi!! Desculpa os insultos... è para dar mais PrAzEr durante o sexo, tá?!
L - Eu compreendo Meu Lindo!(beijando-o nos lábios) Não penses mais nisso...
MH (ligou a ignição e seguimos para o Motel) Tens razão, e... A noite ainda agora começou!!!
F I M
Espero que tenham tanto prazer a ler como eu tive a escrever!

.... >> LiLi <<

4 de Maio de 2008

Varios a comer minha mulher


Noite na serra. Chovia, mas chovia muito, o motor do carro começava a ratear na subida da serra do mar, nem parecia que de manhã. Eu e minha mulher havíamos tomado aquele banho de mar debaixo de um sol abrasador. Enquanto dirigia, olhava as pernas da Claudia, morenas, bronzeadas. Ela estava só com a saída de praia.
Os seios, lindos, apareciam por entre seus cabelos ainda molhados pelo mar. Ela dormia. A chuva batia cada vez mais forte nos vidros e aconteceu o inevitável; o carro parou de funcionar. Rapidamente estacionei no acostamento, anoitecia... Assustada com a súbita parada, Claudia acordou. Falei para se acalmar, pois tinha visto umas luzes no meio da e ia até lá buscar socorro.

A chuva tinha se transformado em uma garoa fina. Ela não quis ficar sozinha, então descemos do carro e nos embrenhamos em uma pequena trilha. Em pouco tempo demos com uns dois ou três containers da empresa que fazia manutenção na estrada. Eles eram usados como alojamento do pessoal que lá trabalhava. Batemos na porta, estava muito frio.

Um senhor de meia idade, vestido com um macacão, abriu a porta. Contei que nosso carro estava quebrado na estrada e que precisávamos de ajuda. Começou a chover muito forte de novo. O homem mandou a gente entrar, relutamos, ficamos em dúvida, a Cláudia me apertou o braço, mas não tinha jeito, chovia muito e entramos.

Olhei em volta e vi no fundo do container umas camas. Na nossa frente tinha uma mesa, onde três homens jogavam cartas. Assim que nos viram eles se levantaram e o seu Jair, o encarregado do acampamento que nos atendeu, fez as apresentações. João, um crioulo alto, era o segurança. Edson, também alto e fortão, era o motorista, e Alencar, um baixinho atarracado era o ajudante.
Seu Jair passou um rádio para a base no alto da serra pedindo um guincho para nós. Para a surpresa de todos informou que estávamos isolados, pois havia caído muitas barreiras e teríamos que passar a noite lá. Neste instante parece que passou uma corrente elétrica entre todos nós. Olhamos para a Claudia e um tesão enorme foi crescendo.
Diante disso ele abriu a geladeira e começou a servir cervejas, para quebrar o gelo e amenizar aquela situação. Mas os olhares gulosos se dirigiam à Claudia, que depois me confessou também estar molhadinha de tesão. A chuva batia lá fora na escuridão da serra e dentro do alojamento a cerveja corria solta. Claudia bebia muito e já estava meio tonta.
Eles pararam de jogar baralho, colocaram alguns cds para tocar e começaram a dançar entre eles. Até o seu Jair resolveu tirar a Claudia para dançar e aí começou o bate-coxa. Ela ria e adorava tudo aquilo. Estávamos todos de pau duro, e cada vez mais os outros homens e eu dançávamos agarrados na minha esposa.
A gente dançava se esfregando nela com tesão e ela esfregava a bocetinha, deixando todo muito louco. Primeiro pintou um ciúme, mas depois vi que ela estava gostando, então entrei no clima. Nessa hora aconteceu o inusitado. Numa música mais lenta, Jair tirou o pau pra fora e o colocou no meio das coxas dela. Claudia aceitou e com uma carinha safada começou a rebolar.
Todos nós começamos a bater uma punheta olhando aquela cena. Ele então começou a beijá-la na boca, foi baixando pros seios e se ajoelhou na frente dela, afastou a calcinha do biquíni e começou a chupar sua boceta gostosa. Claudia gemia e jogava o corpo para trás de tanto prazer. João não agüentou e começou a encoxá-la por trás, agarrando a bundinha dela e esfregando o cacete preto com força.
Claudia arrebitava a bundinha e segurava o pau dele. Edson a agarrou pelo lado e começou a beijá-la. Ela gemia. Alencar arrancou a roupa de Claudia e seus seios gostosos pularam para fora. Ele começou a chupar e a mordiscar aqueles bicos gostosos. Eu percebia que as pernas da Claudia dobravam de tanto tesão, mas eles a sustentavam e não paravam.
Ela gozava seguidamente... gemendo gostoso. Nisto o seu Jair levantou, pegou Claudia no colo e a deitou em uma cama no fundo do alojamento. Todos fomos para lá e ficamos punhetando em volta da cama, enquanto o seu Jair tirava as roupas. Apareceu aquela linda boceta molhada e pulsante, louca por um pau. Seu Jair começou a judiar, esfregando a cabeça do pau naquela bocetinha gostosa.
Claudia pedia para enfiar e ele só esfregava, aí ele enfiou de uma só vez com forca e ela começou a gritar. João enfiou o pau na boca dela e enterrou na garganta. Ela chupava com gosto, engasgada, pois a pica quase não cabia na boca. Edson e Alencar chupavam os peitos dela sem dó nem piedade, deixando marcas roxas. Quando o seu Jair gozou, ele saiu de cima dela.
Claudia ficou de pernas abertas, a bocetinha pulsando e ainda gemendo de tesão. João ajoelhou na frente dela e começou a esfregar seu pau. Até então nunca tinha visto uma pica desse tamanho. O pau dele era enorme e preto, e João começou a meter na boceta dela. Parecia que ele ia abrí-la no meio. Ela gemia de prazer e dor...
Nisso João a pegou por baixo, e sem tirar o pau de dentro sentou na beira da cama. Claudia ficou sentada no colo dele e começou a cavalgar naquela pica preta e grande até gozar feito uma louca. A gente via aquele pau entrar e sair todo molhado da bocetinha. João a deitou de novo na cama e gozou dentro dela, urrando.
Edson deitou por trás e começou a esfregar o pau no cuzinho dela. Claudia foi relaxando e rebolando, deixando ele meter bem devagar. Quando ele sentiu que estava tudo dentro, começou a meter com gosto, passando a mão na bocetinha molhada e arrombada. A gente via o pau dele entrando e saindo do cuzinho, que já estava enorme.
Alencar entrou pela frente e começou a enfiar na bocetinha que o Edson abria com as mãos. Quando ele se encaixou, os três começaram a se movimentar numa DP gostosa. Ela gritava de prazer com os dois paus enfiados nos buracos, um na boceta e outro no cuzinho. Nisso o seu Jair ficou de pé na cama e deu o pau dele para ela chupar.
Claudia delirava enquanto ia sendo massacrada pelos três, que gozaram quase juntos. Ela ficou ali, desfalecida na cama, com as pernas entreabertas e muita porra escorrendo pelas coxas, a bocetinha arrombada. Não agüentei a cena, abri as pernas dela e meti com gosto até gozar. Gozei como um louco e mais uma vez ela gozou gritando e gemendo. Saí de cima da Claudia e João, que já estava com o pau duro outra vez, se ajoelhou na frente dela.
Ele foi enfiando aquela pica enorme na buceta esfolada de Claudia, que gemia de prazer e agora também de dor. João começou a meter com força e gozou naquela xota. Claudia gozou mais uma vez, dando uma chave de pernas e gritando alto. Acordamos de manhã com o barulho dos carros de socorro. Consertaram o motor do nosso carro e nos despedimos do pessoal, relembrando os bons momentos que passamos na serra.

O filho da Vizinha


O filho da minha vizinha, é um miúdo bastante activo, pratica desporto, adora musica, toca guitarra e por este motivo costuma vir para minha casa ver as novidades sobre o rock na MTV norte Americana (Tenho este canal descodificado na parabólica). Houve um dia que ele veio, eu estava com uns calções muito curtos de malha, muito apertados que se metiam na minha rachinha, que mostrava as formas e a parte de baixo do meu rabo e um top branco também muito apertado e que se notava muito bem os meus biquinhos. Embora assim vestida, não me preocupei em mudar de roupa, mas também não estava com segundas intenções, apenas sentia-me a vontade em estar assim em casa. Foi então que por diversas vezes apanhei-o a olhar para as minhas pernas ou para as minhas mamas, para confirmar levantei-me e virei o rabo para ele com a maior naturalidade e fingindo que estava a mexer nuns papeis olhava pelo espelho, e vi que era para o meu rabo que olhava e mexia nas partes por cima das calças. Ele pouco depois levantou-se para ir a casa de banho, pedi-lhe para esperar um pouco que tinha que ir lá colocar umas toalhas. Fui, só que em vez de toalhas fui lá colocar uma camera de filmar escondida, ia para sair e lembrei-me de deixar também as minhas calcinhas, tirei-as e deixei-as no chão por traz da porta, para que ele as visse quando a fechasse e pensasse que estavam ali por acidente. Disse-lhe que já podia ir, e fiquei a espera. Regressou pouco depois, super vermelho e menos tenso, perguntei-lhe se estava bem ele respondeu que sim. Como o programa acabou ele agradeceu e foi-se embora e pediu-me se podia voltar no dia seguinte, embora não desse o programa e como não tinha nada para fazer se me podia fazer companhia em vez de estar sozinho em casa, claro que lhe respondei que sim. Fui logo buscar a camera, liguei-a a televisão e: Ele entra na casa de banho e fecha a porta a chave, tira os sapatos (que me surpreende) as calças e por fim as cuecas, solta um membro grande (+ - 20cm) não muito grosso, começa a esfregado e vê as minhas calcinhas, pega nelas, procura a parte que fica colada a minha ratinha, e cheira-as profundamente, masturba-se freneticamente e mete-as na boca, fica assim um pouco com a mão direita a masturbar-se a esquerda agarrada as tomatinhos e minhas calcinhas na boca, começa a vir-se e coloca minhas cuecas á frente para que apanhe todos aqueles jactos de leite espesso e geloso. Vou a casa de banho e apanho minhas calcinhas, que estavam no mesmo sitio onde as deixei, só que agora molhadas, volto para a sala e puxo o filme a trás para agora eu me tocar, a porta abre-se e meu marido entra. Não tive tempo, mas ainda bem que ele chegou, contei-lhe tudo, mostrei-lhe o filme encostei minhas cuecas ao seu nariz para que sentisse o aroma. Pedi-lhe para que me fodesse logo que já não aguentava mais, mas em vez disso, colocou as calcinhas na minha boca e mandou-me tocar-me enquanto ele filmava. Vim-me e ele disse que quando o miúdo viesse a casa para eu lhe dar uma mãozinha ou alguma coisa mais, sorri ele também e fomos direitinhos para o quarto. No dia seguinte, quando ele chegou eu já estava de mini-saia muito curta que não chegava para tapar a parte de cima das meias-de-liga (para teres uma ideia de tão curta que era, só te digo que quando me sento a pele do meu rabo fica colada a pele do sofá, pois o tecido não chega para o cobrir) uma blusa de seda sem soutien (meu peito é de silicone) e com os 3 primeiros botões desapertados e sapato de tacão. Fingi que tinha também acabado de a chegar a casa, e mandei-o para entrar. Sentou-se no sofá e eu ao lado dele, virada para ele encostadaao braço do sofá. Começamos a conversar, e eu levei a conversa para as namoradas dele, fazendo perguntas tolas até que fazendo um ar de quem ia perguntar algo, mas que se arrepende a meio do caminho, fazendo com que ele insistisse para que eu lhe perguntasse o que tinha em mente, o que acabei por perguntar se costumava masturbar-se, ele ficou vermelho com um tomate, mas respondeu afirmativamente, perante isto fui-lhe perguntando quando foi a ultima vez, "hoje de manhã" respondeu, "e em quem costumas pensar" disse-me que dependia do momento, que já tinha pensado em namoradas, mulheres de revistas, etc., aí perguntei-lhe em quem tinha pensado naquela manhã, voltou a corar, e disse-me que achava melhor não dizer, pois era uma pessoa que eu conhecia e poderia ficar chateada. Expliquei-lhe que achava isso normal que eu própria fazia-o as vezes, e que se confiou em mim e tinha sido sincero até ali, poderia continuar. "Em ti" respondeu, fingi-me surpresa... e deitei a mão ao peito abrindo mais um pouco a blusa, "e o que pensas?" olho para baixo e vejo um volume nos seus calções "Penso como é bonita, como tem o corpo mais bonito que vi em toda a minha vida, em como gostava lhe tocar, beijar, sentir...." Aproximei-me dele, peguei na sua mão levei-a ao meu seio por cima da blusa beijei-o e posei a minha mão sobre o alto que tinha nos calções. desci, e meti-a na boca... em pouco tempo ele veio-se na minha boca, engoli e levantei-me. Liguei o leitor de CDs e coloquei uma musica bem sensual, comecei a dançar a fazer um strip para ele deixando só os sapatos e as meias de liga, sentei-me na p... dele e começamos a cavalgar q nem uns loucos, mas ele logo se veio outra vez. Pensei que iria-mos ficar por ali, mas não deitei-me no sofá, e ele caiu logo de joelhos a lamber-me a ratinha, um bocado trapalhão, mas expliquei-lhe como teria de lamber, aprendeu rápido, já estava pronto outra vez e quis penetrar-me, disse-lhe para o fazer com calma, mas ele não aguentou e ........ outra vez, nesse dia ficamos por ali. Meu marido adorou quando lhe contei, e teve de ser ele a satisfazer-me.