28 de Setembro de 2008

A irma da minha Namorada


Estavamos a passar o uma semana de férias na casa de praia dos pais da minha namorada. Eu, a Júlia, minha namorada, 22 anos, 1,65, morena, carinha de boneca, corpo vuluptuoso, a Joana 17 anos, a mesma altura da irmã, igualmente morena, corpo de boneca barbie, sempre muito sorridente e muito bem disposta e depois os meus sogros, o Sr. António, 50 anos e a D. Luísa, também de 50 anos.

Éramos novos, namorávamos à pouco tempo e andávamos sempre cheios de vontade de estar um com o outro e aproveitávamos todas as oportunidades para estarmos juntos, o que não se previa nada fácil, num apartamento T2 com 5 pessoas. No final do segundo dia estávamos à espera do almoço, a minha sogra na cozinha o meu sogro ainda na rua a Joana a tomar banho e eu e a Júlia na sala a ver TV e sem pensar começamos a beijar-nos, perdemos a noção do perigo e baixando-me os calções fez-me um broche delicioso quando me estava a vir e como não podia sujar a sala vim-me na sua boca mesmo sabendo que ela não gostava. Com a boca cheia levantou-se para ir cuspir quando sentimos a chave na porta era o seu pai a chegar, e sem alternativa engoliu o meu esperma e dizendo olá ao pai correu para a casa de banho onde se cruzou com a irmã.

Este acontecimento fez-nos rir com vontade e ela acabou por reconhecer que gostara e que queria voltar a provar o meu esperma. No dia seguinte a seguir ao jantar o meu sogro foi para o café ver o jogo e a sogra e a cunhada ficaram a lavar a loiça e vendo mais uma oportunidade demos uma rapidinha na sala ela de costas, mãos na parede saia levantada e possui-a por trás em estocadas vigorosas que nos fizeram vir rapidamente e ajeitando-nos sentamo-nos no sofá. Passado um bocado chega a irmã e a sogra sentam-se a ver TV connosco quando a Joana diz qualquer coisa ao ouvido da Júlia e esta sai para a casa de banho.

Mais tarde disse-me que a irmã lhe tinha dito que estava um fio de esperma a escorrer pelas pernas para se ir limpar. Os dias foram passando e nós sempre a aproveitar todas as oportunidades para dar umas rapidinhas, algumas vezes protegidos pela Joana que do lado de fora da sala vigiava os movimentos dos nossos sogros. No ultimo fim de semana os meus sogros receberam um convite para ir jantar a casa de uns amigos e como era longe ficaram lá a passar noite regressando no domingo para o almoço e nós os três fomos jantar fora e sair. Chegamos a casa já passava das 4 Horas, a minha namorada e a irmã muito bêbadas e eu também um bocadinho.

Elas foram-se deitar e eu deitei-me no sofá, a minha cama durante as férias, e não tardei a adormecer entorpecido pelo cansaço e pelo álcool. Passado um bocado pensei estar a sonhar sentia uma mão no meu pénis e depois uma boca. Percebi que não era um sonho e pensei que a Júlia me tinha vindo fazer uma surpresa e olhei para baixo para apreciar o espectáculo e para minha surpresa vi a Joana que julgando-me a dormir estava a desfrutar do meu pau. Deixei-me estar sem me mexer apreciando o belo trabalho que ela estava a fazer, mas não aguentei muito tempo e com a mão empurrei-lhe a cabeça para baixo enterrando-me todo dentro da sua garganta e explodindo num orgasmo que a fez engasgar tal a quantidade de esperma que deitei.

Recuperado o fôlego nenhum de nós fez tensão de se arrepender e puxando-a para mim beijei-a com paixão sendo retribuído. Dei-lhe um banho de língua deliciando-me com a sua pele e os seus seios e retribui-lhe o serviço que me tinha feito fazendo-a vir-se na minha boca. Os seus sucos sabendo como os da irmã. Ofegante do orgasmo pediu-me para a penetrar o que fiz com gosto e durante muito tempo fizemos amor apaixonadamente. Quando senti o meu orgasmo perguntei se me podia vir dentro dela e sendo a resposta negativa vim-me na sua cara, mamas e púbis deixando-a toda suja.

Olhamos para o relógio, eram seis e trinta da manhã o sol começava a querer despontar anunciando mais um belo dia de praia. Admirei o seu corpo e a sua beleza naquela penumbra, elogiei-a e disse que queria voltar a estar com ela ao que me respondeu mais logo saindo de imediato. Passadas umas horas fui acordado pela Júlia, tomei banho almoçamos todos e depois de almoço despedi-me para me ir embora pois eles iam ficar o resto da tarde na praia só regressando à noite quando a Joana me pergunta se a levava pois tinha combinado ir ao cinema com as amigas e não lhe apetecia ficar na praia. Disse que sim e saímos os dois em direcção a Lisboa. Durante o caminho falamos sobre o que tinha acontecido e ela disse que sempre tinha gostado de mim e que saber-me a fazer amor com a irmã a deixava excitada e que não tinha resistido e que queria mais.

Dirigimo-nos para sua casa e aproveitando a casa vazia não demoramos a enrolar-nos fazendo amor com entusiasmo, explorando-nos mutuamente. Pelas 18H estava extenuado deitado no sofá não acreditando no que tinha acontecido, abismado pela experiência e energia da Joana que após 3 horas de sexo e inúmeros orgasmos parecia fresca. Toca o telemóvel, ela atende, eram os pais a dizer que estavam a sair e que dentro de uma hora estavam em casa. Ela disse que o filme já tinha acabado e que também estaria em casa a essa hora e desligando voltou-se para mim e perguntou se ainda dava outra antes de eles chegarem e eu respondi que estava acabado e para minha surpresa ela pergunta se não arranjava forças para comer um rabinho.

Como que por magia ganhei força e num piscar de olhos fiquei mais erecto do que nunca. A perspectiva de comer o rabo daquela diva deixou-me pronto para a acção, isso e o facto de nunca ter comido um cu, o que lhe disse mostrando o meu medo de a magoar ou de não fazer bem. Ela colocou-se quatro no chão, e espalhou muito óleo johnson no sue olhinho e depois disse-me para a penetrar devagarinho, pois apesar de não ser a primeira vez e de o meu pénis não ser muito grande custava sempre um bocado e seguindo as suas indicações penetrei-a.

A sensação era única, inigualável, completamente diferente do sexo vaginal, o seu rabo era muito apertado e muito quente e se não estivesse à beira do esgotamento tinha-me vindo logo. Assim pude aproveitar o momento e saborear com tempo aquele rabo divinal e finalmente, passado muito tempo vim-me pela primeira vez dentro de um cu, caindo para trás e ficando sentado no chão a ver o olhinho da Joana a fechar lentamente. Que rica vadia me tinha saído a cunhadinha, mais nova que a irmã mas muito mais experiente.

Olhei para o relógio e entrei em pânico, estava na hora dos meus sogros chegarem e saí dali a correr sem dizer mais nada. Mais tarde ligou-me a Júlia a perguntar como tinha sido a tarde, respondi que tinha ficado a dormir e a ver TV, depois perguntou-me se sabia alguma coisa da irmã, disse que a tinha deixado em casa e perguntei porquê e ela respondeu que achava que a irmã tinha estado em caso com o namorado pois a sala estava toda desarrumada e que lhe tinha cheirado a esperma ao entrar no quarto.

Ri-me dizendo que não sabia de nada e que era normal.

27 de Setembro de 2008

Com o Luis


Cheguei a casa do Luís e entrei para uma sala, que estava escurecida.
Depois das apresentações, e antes que começasse uma conversa da treta, encostei o Luís contra a parede.
Abri-lhe a camisa, e procurei seus mamilos.
Apertei-os com os meus dedos.
Ele gemeu
Abri as calças, as minhas calças, e dei a ordem
Vá mama-me
O Luís ficou de joelhos acariciando o meu pau.
Porra eu disse para me mamares.
Ele sem exitar começa por meter a cabeça do caralho na boca.
Eu disse todo.
Ele vai metendo tudo.
Eu sinto o meu caralho entrar todo dentro daquela boca quente e húmida.
Isso… assim está bem.
Ele começa os movimentos de mete e tira ao mesmo tempo que me acaricia os colhões.
O ritmo é lento para o meu gosto
Com uma mão agarro no meu caralho a outra coloco na nuca do Luís.
Aguenta.
Iniciei eu os movimentos fodendo aquela boca como se fosse uma cona.
Que tesão me estava a dar entrar e sair, sentido que me enterrava tão fundo que o Luís começava com vómitos.
Antes que me viesse tirei.
Deita-te.
Ele coloca-se de 4 e eu começo por lhe meter um dedo no rabo.
Um dedo cheio de creme para lubrificar.
Ele não gemeu, e eu meto dois dedos.
Aqui ele geme
Aguenta digo-lhe eu.
Tiro e agora meto o dedo pulgar.
Aguenta tudo.
O Luís não dizia nada. Respirava fundo tentando aguentar.
Era a sua primeira vez, e estava a decorrer como ele tanto desejava.
Ser como que violado.
Ponho mais uma boa camada de creme.
Aponto a cabeça do meu caralho ao olho do cu.
Forço a entrada da cabeça
Ela entra e eu paro.
Luís gemeu bem alto
Doeu?
Sim um pouco mas mete tudo.
Empurrei sem parar ate que os meus colhões ficassem colados ás nádegas do Luís.
Lentamente vou aliviando a pressão retirando o meu pau.
Tiro ate ficar só a cabeça enterrada.
Agarro-o bem pelas ancas
Aguenta agora.
Simmmmm
Empurro de modo a entrar todo de uma só vez.
O gemido é longo… eu sei que foi doloroso.
Ele ainda geme mas eu digo.
Aguenta.
Dou duas ou três estocadas e vou-me esporrar
Tiro rapidamente
Tiro o preservativo
E digo-lhe:
Abre-me essa boquinha e recebe
Uma golfada de leite entrou-lhe pela boca dentro
Ele agora procura o meu caralho
Não quer perder gota
Bebe, bebe tudo.
Deixo-me cair na cama.
É então que Luísa a sua mulher diz.
Óptimo
Agora alem de corno és paneleiro.
Olho para ela
E ela percebendo a minha cara de quem faz uma pergunta responde-me
Corno porque quis ver-me com outro homem
Paneleiro, foi o preço que pagou para me ver foder com um amigo

26 de Setembro de 2008

Primos em férias


Sou uma jovem de 22 anos e vivo numa vila da Beira Baixa.
De estatura média, com umas maminhas bem reboludas e com um coprpinho que acho que é bem feitinho.
A virgindade já se foi há 6 anos com o meu primeiro namorado e desde então tenho feito sexo esporadicamente. Os meus tios vivem em Lisboa  epassam todos os anos um período de uma ou duas semanas de férias na casa que têm na nossa vila. O meu primo, que fui vendo todos os anos nas férias, foi crescendo e agora que já tem 20 anos, começou a tornar-se mais atractivo. Como habitual, na primeira quinzena de Agosto, lá vieram passar as férias connosco. Este ano, reparei que o meu primo estava mais crescido, com ar mais adulto e já sem aquele aspecto adolescente irritante. Desde o dia em que chegaram, pareceu-me que ele reparava mais em mim. Aliás, começou logo com dois beijinhos tão prolongados, que não deixaram de chamar a atenção da minha tia. Como ele é um rapaz de boa figura. nesse dia à noite comecei logo por o convidar a sair comigo. Um rapaz da cidade, bem parecido, não deixaria de despertar inveja nas minhas amigas. Vesti ma roupinha leve, com uma blusa justinha e uma saia pelo meio da coxa e saí com ele. Percebi que não lhe era indiferente porque ele não tirava os olhos de mim, em especial, das minhas maminhas. Aí, durante o percurso até ao café, dei-lhe o braço e disfarçadamente abri o botão de cima da blusa. Quando ele se apercebeu, ficou tão entusiasmado que já nem disfarçava a olhar para as minhas maminhas. Não resisti e passei-lhe o meu braço pela cintura. De imediato, ele abraçou-me, beijou-me na boca e apertou-me com tanta força que quase ia sufocando. Como não me fiz esquisita e retribuí, passado pouco tempo já uma das mãos dele me apalpava as mamas e passado pouco tempo já se passeavam pelas minhas nádegas e coxas. É claro que a ida ao café acabou ali. Voltamos para trás, metemo-nos no meu carro e fomos para uma estrada no campo, afastada da vila. No trajecto, as mãos dele nunca mais largaram as minhas coxas e por mais que eu resistisse para me concentrar na condução, não consegui evitar que acabasse a acariciar a minha cona o que me levou a ficar completamente molhada em pouco tempo. Quando paramos o carro, saltei logo para o colo dele. Chegamos o banco para trás e reclinamos o encosto um pouco. Desatamos a beijarnos e a acariarmo-nos loucamente. Daí a tirar a minha blusa foi um instante e de imediato lá se foi o soutien. Começou a chupar-me as mamas e eu desapertei-lhe as calças e tirei-lhe o caralho para fora, que estava duríssimo. Comecei a bater-lhe uma punheta e a seguir ajoelhei-me no chão à frente dele e comecei a fazer-lhe um broche. Como nunca tinha chupado nenhum caralho, a principio pareceu-me um pouco estranho mas como ele não me largava as mamas, rapidamente me entusiasmei, chupando-o e lambendo-o todo e enfiando-o todo na minha  boca. Não demorou muito tempo a que ele se viesse e me enchesse a boca toda de esporra. Abri a porta, cuspi a esporra para rua e bochechei com água das várias garrafas que no verão andam sempre no carro. O entusiasmo dele pelas minhas mamas era tal, que ainda não as tinha largado. Tirou-me as cuecas e tentou ajeitar-me para me foder. Aí, eu disse-lhe que tivesse paciência, mas não poderia ser porque eu não tomava a pílula e não tinhamos preservativos. Ele concordou e disse que eu tinha razão pois era muito arriscado, mesmo que achasse que conseguia tirar o caralho antes de se vir. Mesmo assim, eu não concordei porque não me apetecia nada correr o risco de ficar grávida. Como não podia foder-me, puxou-me para cima, ajeitou-se para baixo no banco e começou a chupar-me e a lamber-me a cona. Adorei. Quando me enfiava a lingua pela cona acima, então era um delírio. Disse-lhe que como não podiamos foder, queriia que ele me viesse ao cu. Pus-me de joelhos no banco, contra o encosto. Ele ajoelhou-se no chão atrás de mim, lubrificou-me o cu com cuspo e começou a enfiar o caralho. Pedi-lhe que o enfiasse com meiguice porque era a minha primeira vez e tinha medo que me doesse. Ele assim fez. Foi enfiando devar e com movimentos ritmados e suaves. Ao mesmo tempo, puxei-lhe uma mão para a cona e outra para as mamas, para as acariciar. Ele não se fez rogado e ao mesmo tempo que me ia comendo o cu, enfiava-me os dedos pela cona acima, excitando-me de tal forma, que me vim por duas vezes. Sentia o cu a doer, mas o prazer era tal que superava a dor. Quando ele enfiava o caralho, sentia assim como que um shock pela espinha acima. Passao pouco tempo, ele também se veio no meu cu, enchendo-o de esporra que senti como um prazer doce e quente, dentro de mim. Vesti-me e sentei-me no meu lugar. Descansamos um pouco, beijamo-nos e voltamos para casa. Sentia o meu cú a arder, mas nada que não se suportasse bem. Quando chegamos a casa, ainda estava toda a familia levantada. A minha mãe, com um sorrisinho malandro, disse-me que a minha amiga Lena tinha ido lá a casa à minha procura para irmostomar café. Foi aí que percebi que já se sabia que nós não tinhamos ido ao café. Olhei para o meu primo, que estava cada vez mais corado e a avaliar pelo calor que eu sentia na cara, também não deveria estar melhor. Com a voz meio titubiante disse que tinhamos ido a Castelo Branco. Houve risos e a minha mãe, que é uma pessoa muito bem disposta, disse-me que a valiar pelo regresso deveríamos ter feito uma viajem bem divertida. Passado algum tempo fomo-nos deitar e quando eu já estava na cama, a minha mãe bateu levemente à porta do quarto, entrou, sentou-se na minha cama ao meu lado e disse-me para usarmos preservativo, por precaução. Fiquei tão envergonhada que só gaguejava. A minha mãe deu-me um beijinho e disse-me que da próxima vez apertasse a blusa como deve ser. Ai percebi que quanto mais explicações eu quisesse dar, mais me denunciava e então optei por abrir o jogo e dizer-lhe que aceitava o conselho e que iria comprar preservativos para estar prevenida se acontecesse. Ela mostrou-me novamente aquele sorrisinho, deu-me um beijinho, desejou-me sonhos cor-de-rosa e saíu. No dia seguinte, passei pelo supermercado, comprei preservativos e até ao fim das férias do meu primo não foram usados, porque passamos a ter uma vigilância cerrada, pela minha mãe e pela minha tia.
Ou seja, a minha mãe deve ter achado que o conselho não bastava e que era necessário uma prevenção mas activa.

A Troca


Estava uma noite quente, seriam por volta das 21h e registavam se ainda 28º.
Eu estava ainda a trabalhar quando o telemóvel tocou, era uma sms.
Fui ver, era o Alexandre, perguntava-me quando combinavamos uma festa com as nossas esposas.
Respondi-lhe que por mim seria quando quisesse, com o calor que estava era já hoje.
De volta veio uma sms a dizer “ e porque não? Tens alguma ideia?”...
Já andava a pensar numa fantasia à algum tempo e então expliquei-lhe.
Podiamos fazer uma surpresa a elas e trocar de parceiras, esta noite eu iria para casa dele e ele para minha casa, o resto dependeria da nossa capacidade de improvisação. Ele respondeu:
”Por mim ok, o problema é que eu já estou em casa e a Tânia também...” respondi-lhe eu :
“Fazemos o seguinte, quando eu sair do trabalho, ligo te e tu dizes que tenho o carro avariado e vens me ajudar. Depois encontramo-nos trocamos as chaves de nossas casas e damos o nosso melhor.”
Do lado de lá veio um ok.

Depois de combinar mos, mandei uma sms à Joana.
“Esta vai ser a noite mais quente do ano... principalmente no chão sala, no sofá, na mesa... Bjs”

Eram por volta das 23h, dei um toque ao Alexandre, conforme combinado, passados alguns minutos encontramos nos, sem grandes palavras trocámos as chaves.

Fui ao encontro da Tânia... abri a porta de casa, ela nem olhou, estava no sofa da sala deitada de costas para a entrada. Aproximei me e quando entrei na sala apaguei as luzes, ficando apenas a televisão ligada. Neste momento ela estranhou e voltou se para trás, e ficou surpreendida por me ver. Ela estava com uma camisa de dormir curta em seda fina que lhe expunha os mamilos salientes.
“O que estás aqui a fazer?” disse ela. “Vim ver te, quero saber se a onda de calor te afectou....”
“Onde está o Alexandre?” disse ela. “Se eu aqui estou e tenho as chaves dele onde achas que ele esteja?”
“Vocês são os doidos” e soltou um riso.
Aproximei me, sentei me ao lado dela, olhei a nos olhos e dei lhe um beijo na face que me levou até ao pescoço dela. Começamos a trocar caricias e linguados, as nossas mãos ja conheciam os corpos que tocavam, mas aventuravam se outra vez e descobriam cada cm dos nossos corpos.
Perguntei lhe ao ouvido se tinha muito calor entre as pernas, respondeu me logo com um não, porque não tinha nada lá em baixo, mas o melhor era eu ver.
As minhas mãos percoreram o corpo dela até aos peitos, cada vez mais firmes por detrás daquela seda suave que ainda as protegia. Deslizei ainda mais e pude por entre os lábios dela sentir o prazer que ja lhe escorria por entre as pernas...
Ela procurou por entre as minhas pernas algo para agarrar, num movimento urgente, colocou me de pé, baixou me as calças e afundou-o todo na sua boca. Que bom que é voltar a sentir aquela boca. Num vai e vem desenfreado primeiro e depois lambendo-o todo com aquela lingua, não tirava os olhos dos meus enquanto chupava, via nos meus olhos onde sentia mais prazer e repetia.
Sentindo que me estava a deixar louco, tirei o da boca dela e deitei a no chão de pernas bem abertas, passei o meu caralho na cona dela, dando a sentir lhe que estava muito quente e duro. Ela ja estava bastante ansiosa e sem esperar muito agarrou e apontou na direcção da cona dela ...
“F*** me toda. Enterra o bem fundo. Dá me o todo.”
Fiz o que ela quis, de uma só estocada, enterrei o todo e vi os olhos dela abrirem se todos, quando bati no fundo... Era um vai vêm desenfreado, ela agarrava as pernas, ficando bem aberta e eu enterrava o todo, as minhas mãos agarravam os peitos dela apertando os mamilos muito duros, no rosto dela via o prazer que estava a ter.
O climáx estava proximo, mas eu tinha de dar à Tânia o que ela gosta... deitei me no chão e chamei a, ela aproximou se para me cavalgar mas eu disse lhe que queria a cona dela na minha boca. Ela riu se e repondeu: “então eu quero o teu caralho na minha”
Colocamo nos os dois e começamos cada um ao seu ritmo, ela de uma forma mais desenfreada.Eu fui percurrendo a cona dela lentamente com a minha lingua, explorando dentro dela e naqueles lábios que a protegiam. Estava muito molhada, o prazer dela escorria pelas pernas e a cada toque da minha lingua ela contorcia o seu corpo. Enfiava lhe os dedos na c*** e lambia ao mesmo tempo, ela cada vez que libertava a sua boca, dizia “Quero mais, quero sentir a cona cheia.” Eu colocava mais um dedo e mais outro e ela dizia “Enterra me tudo la dentro, cabrão, lambe me essa cona, faz me vir”
Quando ela sentiu a minha mão toda dentro dela, disse “Ahhhhh!!! Vou me vir.” e num apice enterrou o meu caralho todo na boca. Senti a a boca dela dar guinadas no meu caralho, sentia os dentes dela a tocarem me, o corpo dela contorcia se todo e a cona mais molhada do que nunca... depois de passar aquele climâx, agarrou o com as forças que restavam e com a ajuda das duas mãos fez me vir. Eu senti os jactos a explodir na boca dela, um atrás do outro, conforme me vinha ela engolia...
No fim deixou me completamente limpo, o único vestigio era a boca dela que ainda apresentava pequenas gotas, mas que ela fez questão de á minha frente recolher com o dedo e lamber....

25 de Setembro de 2008

Negro Bem Apetrechado


Olá. Sou a Filipa e após ler os contos aqui do site resolvi contar as minhas aventuras que tanto gozo me deram e dão a relembrar. Sou Alentejana, tenho 28 anos, loira, olhos azuis, peito 36, cintura fina e ancas largas. Sou uma mulher muito atraente, gosto de provocar e adoro sexo. O que vou contar aconteceu há quatro anos atrás quando estava a estagiar num centro de saúde em Loulé. Um dia apareceu no Centro um trabalhador de umas obras que se tinha magoado numa perna. Era um negro dos seus 40 anos, pequeno, mas todo musculado. Vinha todo sujo, todo suado e cheirava muito mal e a minha primeira impressão foi de repulsa, mas trabalho é trabalho e lá tratei dele. Tive que o mandar despir as calças para limpar a ferida e fazer o curativo e quando o fez não pude deixar de reparar no volume nas suas cuecas.

Era um volume enorme e por mais que tentasse não conseguia tirar os olhos daquilo. Ele percebeu os meus olhares e não sei se por isso ou por sentir as minhas mãos nas pernas foi ficando excitado e às tantas metade do seu pau saiu das cuecas deixando ver uma cabeçorra negra e enorme. Eu já não conseguia disfarçar, nunca tinha visto uma coisa daquele tamanho e sem me conter perguntei se podia ver ao que ele anuiu com prazer e baixando as cuecas libertou um monstro negro com 28cm da grossura do meu pulso e com os maiores tomates que alguma vez vi. Até salivei, e olhando à volta perguntei se podia tocar. Mais uma vez a resposta foi sim e peguei-lhe com as duas mãos. Era lindo, de veias salientes e mesmo com as duas mãos não o conseguia segurar todo, baixei-me e dei-lhe um beijo na cabeçorra sentindo um cheiro a azedo e a mijo que me excitaram ainda mais, enquanto sentia aquelas manápulas a apertarem-me as mamas. Sentia um calor entre as pernas e fiquei toda molhada, mas consegui recompor-me e passei-lhe um papel para as mãos com a minha morada dizendo-lhe para aparecer à noite.

O resto do dia foi passado quase em transe a pensar naquele preto e no seu maravilhoso caralho e quando a campainha tocou às nove da noite eu estava mais do que preparada e recebi-o só de tshirt sem mais nada por baixo. Não perdemos tempo e fomos para o quarto onde sem qualquer cerimónia ou pudor lhe baixei as calças expondo aquele monumento sobre o qual caí de boca. Esforcei-me o mais que pude mas pouco mais que a cabeça conseguia engolir e mesmo isso era difícil. Passei a língua de cima a baixo e demorei-me longo tempo a chupar e lamber aquelas bolas enormes que prometiam litros de esporra que eu iria beber. Ele já não estava a aguentar mais, queria comer-me e eu queria ser comida, deitei-me de costas e abri as pernas preparando-me para receber aquele pau. Honra lhe seja feita foi carinhoso e cuidadoso pois um membro daqueles podia fazer estragos consideráveis.

Ao fim de algum tempo e com muito esforço lá consegui aceitar metade dele, o suficiente para me sentir cheia e preenchida como nunca sentindo coisas que julgava impossíveis. Depois de habituada pedi para me foder o que fez, de forma ritmada e lenta enterrando mais a cada estocada. Eu gritava que nem uma louca e quando com uma estocada mais forte senti as bolas a baterem-me no cu vim-me, em ondas avassaladoras que se prolongaram por tempo interminável e que quando finalmente pararam me deixaram prostrada sem reacção na cama. Mas ele não estava satisfeito e continuo a foder-mee quando me sentiu recuperada virou-me pos-me de quatro e comeu-me assim. Vim-me mais duas vezes quando finalmente o senti contrair e guinchando veio-se dentro de mim. Rios de esporra como eu calculava, tanto que em pouco tempo escorriam de dentro de mim pelas pernas abaixo.

Virei-me rapidamente e limpei-lhe o pau deixado-o brilhante. A sua esporra era grossa, espessa, amarelada de quem não se vinha há muito tempo. Como o seu pau não tivesse baixado, deitei-o e experimentei montá-lo. Apesar de já ter sido fodida por este monstro foi difícil a penetração e apenas os litros de esporra dentro de mim facilitavam a entrada. Em pouco tempo cavalgava aquele monstro de forma louca atingindo mais uns orgasmos que a esta altura se encadeavam uns nos outros e perdendo a cabeça deixei-me cair com todo o peso em cima dele enterrando-o até às bolas. Foi uma dor lacinante e um prazer indescritível que me fizeram gozar que nem doida mais uma vez terminando desmaiada em cima dele. Recuperei algum tempo depois deitada de rabo para cima sentido a sua língua no meu cu. Tive medo, mas continuava muito excitada e a ideia de ser enrrabada por aquele pau trouxeram-me de novo à vida e comecei a rebolar na sua língua. Lubrificou-me bem com a língua e com os restos da sua esporra.

Ajeitei-me na cama tentando relaxar o máximo possível e pedi-lhe para ir com cuidado. Quando a cabeçona finalmente entrou a dor era quase insuportável, mas eu queria mais e ele foi empurrando lentamente mas sem parar até que anuncio com um grito que estava todo. A mim doía-me tudo, sentia-me como que a rasgar ao meio. Aos poucos a dor deu lugar ao prazer e apesar do desconforto de me sentir cheia como nunca estava a gozar o momento e em pouco tempo anunciei mais um orgasmo e poucos segundos depois foi a vez dele anunciar que se vinha, e veio dentro do meu cu enchendo-me a tripa do seu grosso leite.

Quando finalmente começou a ficar flácido saiu de dentro de mim com um “plop” audível e senti um ria de esporra a sair de dentro do cu. Olhei para as pernas e vi fios de sangue misturados, tinha o cu todo arrebentado, mas tinha sido muito bom. Estava exausta, pedi-lhe para sair e adormeci ali mesmo. No outro dia de manhã quando acordei estava toda dorida, tinha a cona e o cu assados e doridos e não me conseguia sentar. Fui tomar banho e quando estava a sair de casa vi um papelinho no aparador com o numero de telefone dele.

24 de Setembro de 2008

Atiradouros ( Casa de Swing )


Ontem fomos ao Atiradouros,
casa de swing.
Foi nossa terceira visita.
Vou direto ao assunto:
minha mulher se entregou por
inteiro na segunda ida
mas ontem ela se superou.
Depois dos shows de praxe, subimos para os quartos. No primeiro, sempre lotado, vimos casais no maior amasso. Ficamos e, por não aparecer ninguém interessante, dirigimo-nos a outros espaços. O que tinha muito eram casais \"armados\", um monte de caras que se aproximavam, mas suas\"companheiras\" não entravam na brincadeira.

Estes foram descartados de pronto, mas, lá pelas tantas, sentados num sofá, um cara passou a mão na coxa de minha mulher (P). Ela já estava sem calcinha. Olhou pra mim, abriu as coxas grossas e deixou o cara passear seus dedos na sua deliciosa bucetinha. Interrompí, fiquei em pé, dei uma camisinha para o cara, pois antes de irmos o nosso acerto era que ela poderia dar para quem quisesse.
Assim, o cara colocou a camisinha, P sentou-se safadamente no grande pau do felizardo e rebolou gostoso, enquanto meu pau estava na sua boca. Mais tarde, saímos para outro quarto, trocando apenas olhares e carícias leves.

Voltamos para o quarto onde ela sentou no cara e ela ficou me chupando, quando a coloquei ajoelhada no sofá, de quatro com aquela bunda grande, quadris largos e comecei a meter com vontade. Um casal sentou próximo e, com discrição e educação, a mulher começou a chupar seu parceiro. Ví que P olhava pro pau muito grande e grosso (tudo que ela sempre pediu nas nossa fantasias) do cara, quando ví a mulher se aproximar e começar uma sessão de beijos que durou até a hora de irmos lá pelas 4h da matina. P dividiu o cacetão com a mulher, chupou gostoso, ao tempo que beijava a morena gostosa. Depois de muita chupação, trocamos de sofá, P foi colocada por mim de barriguinha pra cima, dei uma camisinha para o sortudo e ele a penetrou com força o cacete imenso.

P abria as coxas, a mulher a chupava, eu com o pau na boca de P e outros homens por perto esperando a sobra. P gozou muito, gemendo como de costume. Depois eu a coloquei de quatro e enfiei forte por trás. O cara se preparou, outra camisinha em ação, ficou batendo com o pauzão na bunda dela enquanto eu a comia, ela percebeu e olhou pra trás excitada. Gozei e disse a ele para me substituir. Ele a comeu com cada estocada que parecia rasgá-la.
A safadinha rebolava, empurrava a bundona pra trás ajudando a penetração mais a fundo e falava que estava gostando. Enquanto isso, eu empurrei seu rosto(de P) em direção ao cacxete de um negão que estava próximo e a fiz chupá-lo. Ela, claro, não vacilou e colocou mais um, acho que o quarto cacete desconhecido na boca.

O cara atrás dela a segurou pela cintura, montando em sua bunda e encaixando o pauzão cada vez mais fundo. Foi assim até as 4h quando nos despedimops, ele deu o seu telefone celular e o dela. Saímos e após um breve sono, lá pelas 8h entrei no quarto e montei em P comendo-a quase sonolenta. Quando ela acordou e começou a falar da noite.
Prometemos que haverá outra saída, desta vez, talvez, só com o cara. Ela quer que façamos uma noite num motel, trepando os dois cacetes e fazendo tudo que até então era só fantasia. Posso dizer,após essas experiências no mundo swinger, meu tesão por P só aumenta. E quero realizar tudo que ela estiver a fim. Se você(s) se habilita(m), de preferência casais, envie-nos fotos e quem sabe possamos estar mais tarde lendo outro relato onde os \"actores\" sejam vocês.

Eu + Amiga + Voyeur


Tenho uma amiga de infância que não via há algum tempo e com quem me cruzei recentemente.

Apesar da distância sempre que nos encontramos é como se nos tivéssemos visto ontem...falamos imenso de tudo e mais alguma coisa....e rimos feitas loucas!!!

Nesse dia apeteceu-me levar a conversa para o campo sexual, conhecer um pouco das suas experiências. Subtilmente fui liderando a conversa introduzindo temas desde tamanhos
penis, sexo anal, vibradores, o que gosta de fazer, como, tentei percepcionar os seus mais secretos anseios.

Falou-me que não gostava de sexo anal porque lhe doía das poucas vezes que experimentara.Contou-me que teve apenas uma relação efémera depois do seu longo namoro ter terminado há 2 anos e que simplesmente sentia falta de sexo puro e duro!!!

A conversa foi descendo de nivel e subindo de interesse!

Indaguei se já tinha estado com uma mulher e se o admitia fazer. Confessou-me que a acontecer seria passiva pois disse que ninguém como uma mulher para saber onde e como nos tocar!! Ui!!! E eu respondi:"engraçado, a acontecer comigo só se eu fosse ctiva!!!
Aiiii! Isto prometia e já sentia um friozinho na barriga mas até o assunto aquecer ainda demorou um pouco.

Combinámos no dia seguinte ir a uma sex- shop. Sinceramente prefiro fazer compras do género comodamente em casa mas a situação em si poderia revelar-se interessante e, quem
sabe alguma coisa acontecia no marasmo da sua vida actual.

Ela queria um vibrador cor de rosa...mal sabia ela o "arsenal de brinquedos" que tenho em casa.

E lá fomos á nossa picante "excursão" pelo mundo do sexo. Atendeu-nos um senhor de meia idade e obviamente perguntou do que estávamos a procura.Ela iniciou o diálogo falando em
vibradores. E no meio da panóplia de cores, formas e tamanhos, eu com ar decidido disse ao senhor que queria um vibrador rosa choque, tamanho medio, enrrugado e semelhante ao pénis humano! O sacana olhou-me de alto a baixo e disse "sim senhor, tenho o que deseja!" com ar de engate. Foi buscar , ela concordou com a escolha, pagámos e saimos sem mais delongas.

Estava a anoitecer e convidei-a a beber uma bebida e continuarmos conversa em minha casa. A noite estava quente e por isso mal chegámos entreabri a janela e servi um cocktail
ligeiro.

Entretanto abrimos a caixa do vibrador para o olhar e tocar de novo e ela sorriu maliciosamente...não sei se pelo efeito da bebida se desinibiu mas vi naquele momento algo mais no seu sorriso e no seu olhar. Boa!!

Afinal conheciamo-nos bem e confiávamos uma na outra e isso seria uma mais valia no que podia acontecer .

Com este incentivo avancei sobre ela, sussurrando-lhe ao ouvido: " vamos experimenta- lo juntas??!!!!! Estamos sozinhas e ninguém saberá." Largou-se numa gargalhada esfusiante e
disse-me que há algum tempo que pensava em experimentar essa situação mas não tinha ninguém em quem confiasse.... "então aproveitemos" disse- lhe.

Pus de lado o vibrador para o momento mais quente (ainda agora começava a festa) e fui-lhe beijando o pescoço e mordiscando as orelhas ora suavemente ora sofregamente .
Devagar desci até aos seu mamilos levantados e suguei-os literalmente.

Beijei-a e mordisquei os seus lábios para sentir o seu doce sabor.

A minha língua continuou a percorrer o seu corpo lambendo e cheirando ate que me detive na sua gruta pequenina. Enfiei um dedo na sua bixana e já estava molhada, introduzi mais um dedo e e ela soltou o primeiro gemido. Com as duas mãos abri os seus labios e iniciei um lento vai-e-vem com a lingua, estavam sedentos de serem chupados.

Assim quentinha, disse-lhe para não se mexer e fui então buscar o vibrador. Desliguei-o e pedi-lhe que simulasse um "fellatio". Meteu-o todo na boca, chupou, lambeu, ate que me disse que o queria meter todo la dentro! Começei por o esfregar um pouco na sua bixana para a excitar ainda mais e, depois meti-o devagar ate a "encher" e começei a bombar. Aos gemidos sucedeu um sonoro orgasmo.

Entretanto passou-me pela cabeça que poderíamos usar o strap- on que tenho e gozar ainda mais. Tirei-o do armário e disse lhe:isto é que é uma festa completa!! Já vais ver! Pus o cinto, untei-a com o lubrificante e começei devagarinho a penetrar aquele generoso rabo.
Não estava a doer, dizia, pediu-me para não fazer mais perguntas e seguir. Aumentei a cadência das estocadas e novo orgasmo aconteceu. Continuei louca a cavalgar sobre ela, já também inebriada pelo prazer e em poucos instantes o meu orgasmo também sobreveio!!

Ela olhou-me e disse: "não imaginei que fosse tão bom!

Eu olhei de relance para a janela entreaberta e ....um vizinho de um predio contíguo no andar de cima, observava- nos e masturbava- se ! Deve ter gostado da festa! Para a proxima convido-o a juntar-se a nós lolol.

23 de Setembro de 2008

Enrrabei minha Tia


Estávamos de férias na Ericeira, e como eu já disse, eu deveria ter os meus 16 /17 anos. Foi a minha primeira vez, e talvez por isso não a posso esquecer.
Quando chegava a hora de vir embora da praia, eu pedia a minha Tia para me ajudar segurando numa toalha que enrolava à minha volta.
Eu já tinha percebido que ela discretamente abria a toalha e dava uma olhada. Eu já tinha percebido, mas era muito novo para começar com conjecturas.
Já em casa, e quando ela estava à janela a ver quem passava, eu costumava-me aproximar, e encostar-me a ela. Assim como se estivesse a come-la à canzana.
Eu também já tinha percebido que ela nesse ano, quando estávamos nessa posição, ingenuamente, ela agarrava nas minhas mãos como que a abraça-la na cintura.
Também percebi, que as minhas mãos acabavam invariavelmente nas suas mamas, e que isso fazia com que o meu pau crescesse.
Crescia o meu pau e crescia o desejo da minha Tia Isaura.
Ela, abanava as ancas de modo a que o meu caralho ficasse como que entalado nas suas nádegas.
Estávamos assim algum tempo, até que a minha mãe nos chamasse para o jantar.
Naquele dia, no dia em que tudo aconteceu, estávamos sozinhos em casa.
Tudo se estava a passar com a maior normalidade.
O abraço e as minhas mãos nas suas mamas, a minha tesão, o encosto nas nádegas. Tudo corria normalmente até que ela deitou uma mão para traz, e começa a acariciar o meu pau.
Como estava de calções, foi fácil para ela chegar até ao meu pau, que nesta altura estava duro e teso.
Acariciou-me e começou a fazer os movimentos de uma punheta.
Eu estava doido de tusa, e pelos vistos ela também.
O pior foi quando ela levanta as saias, e afasta as cuecas, e encosta a cabeça do meu caralho ao seu cuzinho.
Porra que tesão senti nesse momento…
Comecei a empurrar, com força, pois queria mete-lo em qualquer lugar.
Foi então que ela deu um grito tipo gemido de dor. Foi um gemido mesmo muito grande que me assustou.
Ela ao mesmo tempo que continuava a gemer, só dizia…
- Não pares… não tires…
Claro que não tardei a esporrar-me todo naquele cuzinho.
Ela correu para a casa de banho, levando-me pela mão a reboque.
Limpou-se e lavou-se
Depois mandou-me sentar no bidé, e foi ela mesmo que me lavou, massajando bem o meu pau que continuava bem teso.
Pediu-me para me levantar e foi ela que se sentou no bidé.
Mais umas carícias e só me lembro de me dizer.
- Este é um segredo só nosso…??!!! Pode ser?
- Claro Tia disse-lhe eu.
Desde esse dia até final das férias se não a fodi todos os dias foram poucos os que falhei.
Ela nunca tinha sido enrabada, e passou a gostar, principalmente porque naquela época os cuidados para não engravidar ainda eram muito restritos, e ela não era capaz de ir a uma farmácia comprar fosse o que fosse.
Assim fui iniciado pela minha Tia solteirona.
Talvez por ter sido a minha primeira vez não a consigo esquecer.

22 de Setembro de 2008

Sexo C/Colegas na Enfermaria


Era Domingo à tarde, o serviço no hospital estava super parado. A equipe estava reduzida ao mínimo e no serviço estava eu, o Dr. Miguel e o Manuel um colega enfermeiro. Não havendo muito serviço, cada um de nós ia ocupado o tempo como podia. Eu lia um livro o Miguel dormitava e o Manuel estava no computador a navegar na net. A certa altura levantei-me e aproximei-me do Manuel que não me ouviu chegar tão concentrado estava. Olhei para o computador e vi que estava a ver uns filmes porno.

Fiquei imediatamente excitada e levei a mão ao meio das pernas. O Manuel ia-se masturbando por cima das calças sempre sem dar por mim. Passado um bocado deu pela minha presença e vendo o que eu estava a fazer sorriu e com um gesto de cabeça chamou-me para o seu lado e abrindo a bata e as calças expôs o pau que estava duro como aço. Eu já estava perdida e sem pensar duas vezes ajoelhei-me e comecei a beijar aquele belo membro arrancando-lhe gemidos de prazer. Trocamos de lugar e sentei-me na cadeira de pernas abertas expondo a minha cona para ele, pedindo-lhe para me lamber o que ele fez com gosto, alternado longas lambidas com penetrações de língua e dedos. Não demorou para que me viesse na sua cara lambuzando-o todo. Levantei-me e sentei-me na beira da secretária fazendo-lhe sinal para me foder.

Tinha acabado de me penetrar quando levantando os olhos vejo o Dr. Miguel na porta a olhar para nós, face ruborizada e um grande volume nas calças. Nem pensei duas vezes, já tínhamos sido apanhados e eu estava cheia de tesão, pelo que o chamei e sem perder tempo comecei a mamá-lo. O seu pau era diferente do do Manuel, maior, muito maior, mas mais fino. Devia ter uns 22 cm contra os 16 do Manuel, mas o do Manuel era o dobro em diâmetro. A posição em que nos encontrávamos não era muito cómoda, pelo que fiquei de quatro e desta forma conseguia chupar o Miguel enquanto o Manuel continuava a foder-me com estocadas fortes. Não demorou para que o Miguel me enchesse a boca com o seu leite enquanto o Manuel se vinha dentro de mim. Talvez pela situação em que nos encontrávamos os dois continuaram erectos e eu continuava excitadíssima pelo que sentei o Miguel na Cadeira e sentei-me em cima dele.

Enquanto o cavalgava os dois iam-me chupando as mamas levando-me à loucura, e mais uma vez chupei o grosso pau do Manuel aproveitando para sentir o seu sabor misturado com o meu. Estivemos assim durante mais um bocado quando o Miguel disse que queria comer-me por trás. O Manuel sentou-se dando-me o pau para mamar e eu fiquei de quatro sentindo as vigorosas investidas do Miguel que com o seu comprido pau me faziam ver estrelas e me levaram ao orgasmo. O cheiro a sexo pairava no ar, a excitação sentia-se e de repente sinto o Miguel penetrar-me no cu. Foi uma penetração fácil pois apesar de comprido não era grosso e quando dei por mim sentia as suas bolas a baterem-me na cona. “Quero sentir os dois” disse num gemido. Pedi ao Manuel para se deitar no chão e enfiei o seu grosso pau na cona.

Quando me senti encaixada debrucei-me toda sobre ele e com as mãos abri bem o cu convidando o Miguel para me penetrar novamente o que ele fez sem demora. Fui às nuvens ao sentir os dois paus dentro de mim. Que sensação, Estava cheia como nunca tinha estado e não demorei para me vir, uma duas, três vezes e quando já estava sem forças sinto os dois a vir-se quase em simultâneo dentro de mim o que me fez vir mais uma vez com uma força tal que me desencaixei dos dois ficando deitada no chão a tremer com esporra a sair do cu e da cona.

Estávamos os 3 todos suados e cansados. Arranjamo-nos o melhor que pudemos e fomos aos nossos afazeres como se nada se tivesse passado, mas sabíamos que nunca mais as coisas seriam iguais entre nós.

20 de Setembro de 2008

A Afilhada


Olá! Esta história é verdadeira e passou-se há cerca de um ano... A minha afilhada (filha de uma amiga nossa) vem muitas vezes cá a casa e, tendo apenas 15 anos, apresenta um corpo de fazer inveja a muita mulher boa! Morena, olhar atrevido, cabelos longos e um pouco encaracolados, uns peitos bem rijos e sempre em pé, para além de apresentarem um belo volume. Depois, tem um rabo empinado e uma cintura fina, com umas pernas muito bem torneadas... Enfim, a miuda costuma cá vir a casa visitar a família e pede-me sempre para ir navegar na net, pois não tem em casa.

Perguntei-lhe, uma vez, disse que era para um trabalho da escola... Desconfiado, quando fui ter com ela, vi-a atrapalhada a escrever barbie, disney e outros disparates no google, pois bem sabemos que uma menina atrevida de 15 anos não brinca com barbies. Nesse dia, acabou por se ir embora e, eu, à noite, quando mexia no computador, reparei que os sites que ela havia visitado eram pornográficos, o que me encheu de tesão, desejando que ela voltasse cá a casa, o que só acabou por acontecer mais de um mês depois (soube que não por vontade dela, mas por actividades na igreja, imagine-se).

Assim, Xaninha apareceu cá em casa, de vestidinho curto, cueca quase fio dental a mostrar aquelas nádegas apetitosas e um decote que me fez saltar os olhos. A marota fitou-me com os olhos e nem a minha barriga grande me baixou o astral. Pediu-me para ir à net, estava a mãe dela e a minha esposa na sala. O escritório é no 1º andar de casa, sendo que ainda fica um pouco distante da sala... Assim que ela foi para o computador, enviei-lhe uma sms a dizer que sabia o que ela queria ir ver e, ao mesmo tempo, perguntei se podia subir. Respondeu com um timido "sim"... Inventei que tinha que procurar papéis e apanhei as mulheres distraídas, o meu filho a dormir e subi. Lá estava ela com o site da barbie, mas sem estar atrapalhada. De imediato, coloquei-me por trás dela e abri logo um site porno, bem forte, com miudas a mamar nos caralhos de pessoas adultas, etc. Ela aguentou-se, mas desejosa...

Assim, fui-lhe passando a mão nas pernas, ela só fechava os olhos e tremia. Depois, quando passei à cueca, fiquei louco. Aquilo era um forno em chama, bem quente e untado. A minha mão ficou encharcada quando lhe apalpei aquele papo de cona bem gostoso. Xana abriu as pernas e não dizia nada. Lambi-lhe a orelha, enquanto os meus dedos abriam a sua cueca, destapando uma cona de princesinha, com os pelos na medida e com um tesão inacreditável. Com medo, fui até à porta para ouvir se estava tudo bem com a minha mulher e a mãe de Xana, que continuavam a falar entretidamente. Quando volto, já Xana tinha as cuecas no chão e disse: "Padrinho, faz qualquer coisa, por amor de Deus... mas eu sou virgem!" Nessa altura, coloquei as suas costas em cima da secretária e comecei rapidamente a mamar nas suas belas tetas (entretanto de fora do vestido), enquanto o meu dedo viajava rapidamente por aquela rata, passando pelos seus lábios carnudos. Sem tempo para grandes avarias, limitei-me a mamar fortemente aquela rata, com a minha lingua a esticar tanto que me doia.

Mas mamei aquele muco vaginal todo até à última gota. A puta da miuda vinha-se que nem uma doida e tive que pôr o som do ipod mais alto para que ninguem descofiasse de algum barulho. Eu estava de calções e, enquanto mamava na cona de Xana, vim-me todo para o chão, pois já havia tirado o pau de fora e esporrei-me que nem um doido, tendo o tapete ficado cheio de esperma que limpei mais tarde. Não houve tempo para mais naquela tarde e depois de me recompor, desci e fiz compania à minha mulher e amiga, que nada desconfiaram.

Fiquei a pensar como comer a minha afilhada ...

Para qualquer conto ou mensagem, mandem email para

boss_1@aeiou.pt

18 de Setembro de 2008

Tara Pela Minha Irma


Alem de ser verdadeiro este conto, também é verdadeiro que nunca consegui comer a minha irmã. A minha tara pela irmã começou num belo dia quando mamãe ia trabalhar e minha irmã cuidava de mim. Eu na época tinha 10 anos e ela 14, apareceu o Luis e a Ruth, vizinhos nossos para brincar em casa. Fomos para o quarto dos meus pais e a brincadeira era de papai-e-mamãe. Minha irmã pediu para entramos no armário, eu e o Luis e elas na parte de fora. Minha irmã falou que era para nós tirarmos à roupa e quando ela chamasse era para sairmos do armário. Tiramos à roupa e esperamos. Quando ela nos chamou, fiquei estático.

Ela estava nuazinha, e que corpo tinha minha irmã na plenitude dos seus 14 anos. Seios de pêra e uma bundinha saliente, redondinha e roliça, que tesão, a imagem dela deitada na cama até hoje não me sai da cabeça. Então, aproveitei e pulei em cima dela e ela falou que a minha mulher era Ruth, pois ela era mulher do Luis. Sai de cima dela e fui em direção a Ruth que estava apenas de calcinha. Quando a agarrei disse que não iria brincar e foi embora. Minha irmã bem que tentou mais não consegui a Ruth foi embora e eu fiquei só. Voltei para o quarto e o Luis, um moreno de 15 anos estava em cima da minha irmã tentando comê-la com sua pica em riste, bem dura, deveria ter uns 16 cm, ele tava doido e minha irmã pedia para parar porque eu estava olhando. Como o Luis era bem forte não deixou ela sair disse que iria tirar o cabaçinho dela naquela hora, dizia que há muito tempo queria comer aquela bucetinha, que ela sempre provocava ele a não ia deixar fugir a oportunidade. Numa última tentativa ela falou que eu estava vendo e poderia contar para os meus pais.

O Luis olhou para mim e falou que se eu contasse para o meu pai ele iria me encher de porrada. Não tive alternativa, saí do quarto. Mas aproveitando que naquela época, anos 60, a porta tinha a fechadura grande e como a cama ficava lateral a porta deu para olhar pelo buraco o que eles estava fazendo. A imagem que eu via deixou-me de pica dura, ele em cima dela tentava enfiar o seu pau na bucetinha dela... Ela de pernas fechadas dizia para ele que não o deixaria comer a sua bucetinha. Era virgem... Ele tentava... Tentava... e nada. Ele perguntou se não iria mais brincar de papai e mamãe... Estamos mais não posso dar minha bucetinha. Além de virgem o tamanho do pau iria machucá-la. Não agüentando mais Ele levantou da cama e foi na cozinha voltou com um pote de manteiga e lambuzando o seu pau, pediu para ela ficar de bruços porque iria comer o cuzinho dela. Ela vendo que ele não iria desistir, virou e pediu para ele colocar bem devargazinho para não doer.

Ele direcionou para o seu cuzinho e começou a enfiar. Minha irmã gritou, pediu para tirar. Ele sem ouvi-la estocava sem parar. Deu para perceber quando entrou o talo todo. Minha irmã parece que desmaiou. O Luis começou um entra em sai que ela nem se movia. – Pensei comigo. Será que ela desmaiou e ele não viu. Já ia entrar no quarto quando ela começou a gemer. A principio baixinho mais depois alto... Pedia para ele enfiar mais... – Que pau gostoso você meu neguinho... Come sua branquinha. E o Luis aumentava mais e mais e falou para ela que estava gozando. – goza meu neguinho. Derrama todo o seu leitinho no cuzinho da sua branquinha... Vem. Vem... Aí também estou gozando... que coisa gostosa... Vamos... Vamos... gozar juntos...

E aí caíram ambos para cada lado, quase desmaiado. Eu vendo aquela cena tentei bater uma punheta. Até que o meu pau estava durinho mais não saiu nada senti só uma coceirinha nele. Quando retornei ao quarto o Luis tinha ido embora e a minha irmã estava deitada de bruços na cama. Não resisti e pulei em cima dela. Ela gritou o que eu estava fazendo. Nós éramos irmãos e não poderíamos fazer aquilo e levantou foi para o banheiro tomar um banho porque já estava na hora de mamãe chegar.

Ela foi morar no Rio de Janeiro com a minha Vô e quando voltou já na plenitude dos seus 19 anos me proporcionou mais uma visão quando ela levou o seu namorado lá em casa...

O Jardineiro !!!


Eram cerca das 9,00 da manhã quando toca a campainha, fui abrir, era o Jardineiro! - Bom dia Sr. Joaquim, vá começando que já lá vou ter consigo, para o ajudar. Acabei de me vestir, coloquei uns calções muito curtinhos e largos, e uma camisa bem larga, para que ele pudesse apreciar as minha mamas e fui ter com ele.

- Ora Sr. Joaquim, vamos lá pintar isto, eu ajudo-o, para ser mais rápido- . E peguei num pincel e comecei a pintar também. Fui arquitectando a maneira de o provocar para o obrigar a perder-me o respeito. Comecei a pintar num canto alto em cima de um escadote, e pude ver que ele que que estava a pintar em baixo, não se cansava de olhar para as minhas pernas. - Sr. Joaquim chegue-me aqui com o escadote, e pinte-me ali em cima, que não chego lá e não gosto de subir até à ponta do escadote.- (estava a fazer-me de pudica). Enquanto ele fazia o que lhe pedi eu aproximei-me com o pincel na mão e fiz-me de distraída e dei-lhe com o pincel nas calças, mesmo por cima do “instrumento”. - Ai, desculpe Sr. Joaquim, sou uma desastrada, já lhe sujei as calças! Espere aí que se tirar já a tinta com diluente, não fica marcado. - Não é preciso minha senhora - diz o homem meio desajeitado. - Não as calças são boas, eu limpo-lhe isso num instante. E fui a correr à garagem buscar um pano e diluente.

- Ora vamos lá a ver se isso sai! E ajoelhei-me à sua frente, e comecei a esfregar com muito jeitinho, e devagarinho a nódoa que tinha feito. A minha posição já lhe devia estar a fazer um certo tesão! - Oh desculpe Sr. Joaquim, não está a sair bem, vou carregar mais, desculpe... isto é embaraçoso! E lá comecei a esfregar mais vigorosamente as calças, por tabela o volume que tinha por baixo começou a crescer. Alto temos homem, pensei com os meus botões. Fui esfregando, olhando de soslaio para a cara dele, que era um misto de embaraço e de gozo. O volume aumentava, aumentava! - Ai assim é mais fácil disse eu dando uma gargalhada! - Ai, minha senhora ai, o diluente está-me a arder na “coisa”. Desculpe minha senhora! Pare, pare! - Ai desculpe Sr. Joaquim ! E agora ? Doi-lhe muito? - Sim está a arder cada vez mais! Parece que tenho lume aí , ai por favor pare…E o Sr. Joaquim começou a contorcer-se, não sei se era fita, ou se lhe estava memo a arder. - Espere aí, entre aqui na garagem, que eu tive uma ideia. Deixa já de arder Sr. Joaquim. E fui a correr buscar Vasenol, creme para as mãos. – Estão a ver para quê! - Pronto Sr. Joaquim , resolvemos já o problema, não tenha vergonha, faça de conta que sou uma enfermeira! E dito isto, desabotoei-lhe a braguilha, baixei-lhe as calças e as cuecas, e como estava a fazer isso de joelhos, quase levei com aquele enorme cacete na cara! Afinal o meu Zé adivinhou, o homem tinha um penis bem maior que o dele, uns tomates negros e um enorme penis, com uma cabeça enorme , mais grossa ainda que o tronco, e rosada. - Desculpe Sr. Joaquim, isto é embaraçoso, mas tenho que lhe pôr vasenol para anular o efeito do diluente! - Eu ponho minha senhora. Não quero embaraça-la! – disse o homem todo atrapalhado. - Não de jeito algum, a culpa foi minha. E comecei a esfregar aquele belo cacete com as duas mãos, cheias de Vasenol . Para imaginarem o tamanho vejam: com a mão esquerda segurava-lhe o penis na base, e com a outra esfregava-lhe o resto do penis até à cabeça... - Então já não arde? Perguntei eu olhando maliciosamente para o jardineiro. - Ai arde, arde muito minha senhora! Acho que está a inchar! -diz o safado. - Pronto eu vou por mais um pouco de creme. Onde é que arde Sr. Joaquim? - É na cabecinha minha senhora; - diz ele todo aflito. - Cabecinha? Oh Sr. Joaquim, isto não é uma cabecinha! Isto é uma cabeçorra! – e continuei a esfregar com toda a perícia, como faço com o meu marido, aquele belo pénis. O homem já resfolegava como um cavalo, e o pénis dele parecia que ia rebentar. - Ó Sr. Joaquim, isto parece estar cada vez pior, Está mais vermelho e mais inchado, - disse eu com cara de sonsa . - Ai esfregue sempre minha senhora! Estou desesperado ! Estava desesperado era de tesão!

Apetecia-me abocanha-lo mesmo ali e fazer-lhe um rico broche, mas aprendi com a idade, que o prazer é tanto maior, quanto mais se faz esperar, e decidi que para hoje ficava por ali. Continuei a massajar aquela tora rija como um pau, com as duas mais enroladas à volta dele. - Olhe Sr. Joaquim, e nos testículos, não lhe doi? – perguntei eu, safada, enquanto lhe passava uma mão pelos tomates. Aí o homem não resistiu e disse: - Ai Dona, é tão bom, continue, que a dor vai já passar! E dito isto começa a gemer baixinho, e manda uma golfada de esperma para as minhas mãos, e para as minhas mamas.. - Ai acho que já passou, - disse ele matreiro. – Muito obrigado minha senhora. Deus lhe pague. - Ora Sr. Joaquim, foi o mínimo que podia fazer. Eu é que o magoei, não sabia que o diluente ardia assim. Que situação mais embaraçosa! Desculpe. - Até que foi bom Dona, diz o malandro. Já estava a ganhar à vontade, era hora de me fazer rogada. - Pronto Sr. Joaquim, hoje já chega de asneiras, vou tratar do almoço para o meu marido. Até amanhã. Amanhã vemos temos de ver se o diluente não atacou a pele, se não tem mesmo de ir ao hospital. Agora vá-se embora, que eu não estou bem… - Está bem minha senhora. – e pude vislumbrar um olhar de satisfação do safado do jardineiro. Já estava a antever o tratamento que eu lhe ia fazer. Entretanto ele foi-se embora e chegou o meu marido. -Então, meu amor já comeste a piroca do jardineiro?- perguntou ele. -Não, ainda não. Não foste tu que me ensinaste que as coisas boas se devem saborear, e que não devemos ter pressa. Só lhe toquei fiz-lhe uma massagem especial à pila, e que pila! Acertaste em cheio! Tem um belo instrumento!, É quase o dobro da tua! Vai-me saber tão bem pôr-te uns corninhos… E lá lhe contei em pormenor o que aconteceu esta manhã, o que lhe provocou um tesão incrível! Fizemos amor por duas vezes, primeiro comeu-me por trás e acabamos com um demorado 69. Normalmente ele não seria capaz, mas a minha descrição da cena com o jardineiro funcionou melhor que Viagra. Entretanto, na manhã seguinte, ás nove horas em ponto, tocou a campainha, e fui abrir a porta ao jardineiro., vinha todo arrumadinho, parece que nem vinha para trabalhar… - Bom dia Sr. Joaquim, então como está? – perguntei enquanto nos dirigíamos para a garagem, onde íamos continuar com as pinturas. - Bem minha Sr.ª , mas hoje acho que prefiro pintar sozinho. –disse ele meio acanhado. - Então porquê Sr. Joaquim? Não melhorou?, Ou ficou com vergonha? -Não, é que ainda me dói e tenho aquela “coisa” toda vermelha e inchada! - Desculpe, Sr. Joaquim. Não pôs nada, em casa? -Não senhora, não tinha aquele creme que a Sª me pôs e que aliviou tanto!, Se me pusesse um bocadinho, talvez melhorasse. – diz o safado com cara de inocente! Era mesmo o que eu esperava! Já estava a ficar toda acesa só de imaginar tratar daquele monumental cacete! - Pronto Sr. Joaquim venha comigo a casa, que eu ponho-lhe já um bocado de creme e isso passa-lhe já!. Entramos e levei-o para o meu quarto. - Sente-se aí Sr. Joaquim e baixe as calças. – disse eu enquanto pegava no Vasenol para lhe aplicar.

- Oh tenho vergonha, -diz ele matreiro. - Dê cá que eu ponho o creme minha senhora. - Ora deixe-se disso, disse eu, enquanto me ajoelhava à sua frente e lhe desabotoava as calças. De seguida , muito devagar, puxei-lhe as cuecas para baixo, libertando finalmente aquele grande pénis. Agora percebi, qual era o mal dele! Estava vermelho e inchado, mas era de tesão Peguei-lhe com ar compenetrado, não foi preciso levantá-lo, pois já estava quase pronto para o combate!. Revirei-o, observei-o e disse-lhe: -Olhe Sr. Joaquim, isto realmente está muito inchado e a cabeça está muito vermelha. Acho que não vai lá com creme. E dito isto comecei a passar muito de leve a minha língua por toda a cabeça daquela enorme verga, lambi cada centímetro, desde a cabeça até à base, sempre muito devagar… - Então está-se a sentir melhor Sr. Joaquim? - Sim minha senhora continue por favor… não pare, ai que alívio! - Oh Sr Joaquim , mas está a inchar mais!, disse eu na brincadeira…continuando a lamber com uma enorme gula aquelas verga, lambi desde a cabeçorra até aos tomates, aí parei , e enquanto com uma mão bombeava para cima e para baixo o seu pau, com a língua lambia-lhe meticulosamente os tomates. - Então Sr.Joaquim está melhor? - Sim, siimmm, minha senhora, está quase a passar o inchaço!, - Faça só mais um bocadinho… Eu já estava a arder, já estava toda molhada, e desejosa de sentir aquele enorme pénis na minha rata e comecei a abrandar. Meti-o então todo na minha boca, o que me deu um certo desconforto, pois é demasiado grosso, e não posso enfiá-lo até à garganta, como faço com o pénis do meu marido.Entretanto estava eu com aquele enorme piroco na boca, e toca o telemóvel, era o meu marido a perguntar-me se estava a gostar! - Era o meu marido, a dizer que vem a casa daqui por uma hora. - Ai D.Cristina então vou-me embora... - Não Sr. Joaquim, vamos acabar o tratamento… ele não de importa disse eu matreira. - Meta-me o seu pénis bem fundo aqui na minha ratinha que vai ver que fica bom de vez.. – inclinei-me para a frente e coloquei-me de quatro e fechei os olhos à espera daquele malho enorme! Há muito que não sentia nada igual. O jardineiro revelava-se um bom amante, e começou por apontar o seu enorme pénis à entrada da minha gruta do prazer, e com pequenos movimentos, entrava e saia, mas não o enfiava como eu queria desesperadamente. Bem me afastei para trás, para enfiar de vez aquele malho, mas o Sr. Joaquim ia fugindo com o instrumento , deixando apenas a cabeça metida, o que me dava já um prazer indescritível e ao mesmo tendo furiosa…queria-o todo dentro de mim! - Oh Sr. Joaquim, assim nunca mais acaba o “tratamento”…enterre-me até ao fundo…. Dizia eu gemendo e quase gritando. O sacana usou esta táctica de meter só a cabecinha, durante mais de 10 minutos. Já não aguentava mais, queria sentir o orgasmo, mas com aquela piroca toda enfiada, e o sacana continuava a pôr-me louca , de vez em quando deixava entrar mais uns centímetros, mas logo se afastava…Vou mudar de táctica, pensei eu e comecei a gritar obscenidades… - Foda-me com força Sr. Joaquim, enfie-me esse caralho bem até ao fundo… não seja maricas… - Maricas, espere aí que já vai ver minha senhora...- disse ele.Parece que resultou. O Jardineiro agarrou-me com força as ancas e num movimento lento e firme empurrou aquela enorme verga até ao fundo! Até vi estrelas… Comecei a gritar descontroladamente, enquanto ele aumentava a velocidade das bombagens… - Ai Sr. Joaquim o Sr. vai acabar comigo.. meta bem funto… - a sensação daquele pénis enorme a bater bem no fundo da minha rata era demais, comecei a sentir o orgasmo mais violento da minha vida, entre convulsões e gemidos de prazer…

Mas o homem era mesmo sabido, abrandou o ritmo, quando sentiu que eu me estava a vir, e começou outra vez a meter só um bocadinho do seu penis, metia e tirava, esteve nisto por mais de 10 minutos. Eu já estava outra vez morta de tesão e queria senti-lo até ao fundo outra vez.Meti então uma mão por baixo de mim e agarrei com firmeza nos tomates do jardineiro, e obriguei-o a enfiar tudo, queria que ele se viesse dentro de mim, agora. Ele gemeu, aumentou o ritmo, empurrou aquele enorme pénis bem até ao fundo, e finalmente senti uma golfada de esperma a inundar-me deliciosamente. - Ai Sr. Joaquim, o senhor acabou comigo… - Agora sim, estou muito melhor.. - disse o energúmeo! Muito obrigado senhora, já não dava uma assim há muito tempo.. - Ainda bem que gostou Sr. Joaquim! – disse-lhe enquanto lhe pegava no agora tombado gigante. - Parece que está melhor! Disse eu com cara de santinha. – Deixe-me ver… e comecei a lamber aquele enorme caralho, agora murcho, mas mesmo assim bem maior que o do meu marido! Tentei enguli-lo, mas só consegui meter na boca cerca de metade. Fui chupando, muito devagarinho, enquanto lhe pegava nos tomates suavemente, Ele fechava os olhos, deliciado, e pareceu-me que começava a reagir novamente… Era altura de o mandar embora. Assim pus os cornos ao meu marido. Tomei banho, perfumei-me toda e fiquei à espera do meu marido, que me tinha dito ter de vir a casa buscar não sei o quê. Era uma desculpa para me ver depois de lhe pôr os cornos. - Olá meu amor, então hoje sempre aproveitaste, ou o homem cortou-se? - Não sei, descobre tu, e deitei-me no sofá para trás. Já não tinha calcinhas, apenas um vestido muito curto. Ele não se fez rogado, tirou as calças e as cuecas, ficou de camisa e gravata, o que lhe dava um ar mais sensual, e depois de me beujar longamente, foi descendo com a lingua pelo meu corpo abaixo, parando em todos os pontos obrigatórios... e caiu de boca na minha passarinha! Lambeu como nunca, percorreu todos os cantinhos da minha ratinha até se deter na minha pilinha, como ele costuma dizer. - A tua ratinha está toda vermelha Bela, o jardineiro deu cabo de ti! – disse ele, continuando a fazer-me o melhor dos minetes, até que me vim novamente, era o 3º orgasmo da manhã. - Agora mete tu meu amor, - disse eu enquanto o puxava para mim e o beijava. Meteu então o pau dele. Não era como o do jardineiro, mas com usava-o com mestria. Foi bombeando lentamente, enquanto me beijava o corpo todo.

- Ai, a tua ratinha está mais molhadinha hoje, que maravilha! – disse-me ele. - Pois está, o jardineiro deixou ai o leitinho dele. Fizemos então amor por mais uma hora. - Então, sentes-te realizado, meu amor? - Perguntei eu. - Sim meu amor, és a melhor mulher do mundo. Nunca me senti tão feliz! - Olha que eu posso começar a gostar... – disse eu. Estás à vontade, meu amor, só quero é saber sempre!.

salto@live.com.pt

16 de Setembro de 2008

A Minha 1º Puta


Éramos um grupo de jovens universitários moradores num lar de estudantes não longe da Av de Roma em Lisboa. Um dia de Inverno, depois de muita conversa em que todos se gabavam das suas proezas sexuais, alguns de nós decidimos ir até ao Intendente. Outros arranjaram umas desculpas e lá fomos apenas três. Isto revelou à partida que quem fala muito pouco faz. Chegados lá fomos a um barzinho e sentámo-nos a uma mesa.

Logo se encostaram a nós várias raparigas sem que, depois de muitos anos em que conto esta história, me recorde de alguma especialmente bonita. Depois de alguns trocadilhos e da aprendizagem de conceitos ligados ao metier que desconhecia, eu decidi ir comer uma das garinas. Os outros acovardaram-se e recusaram. Lá fui eu com uma baixinha morena de cabelos cacheados. Chegados à pensão ela pediu um quarto e lá subimos para um, simples e básico e apenas um pouco menos frio que lá fora.

A baixinha pede-me o dinheiro da pensão e desaparece. Passado pouco tempo volta e começa a despir-se e comecei a fazer o mesmo. Quando ela tira uma cinta descubro uma barriga saliente que me desagradou. Senta-se ao meu lado na cama e começa a punhetear-me. Com o frio o meu zezinho estava encolhido. Ela baixa-se e começa a fazer-me um broche e ele começa a crescer. Quando estava suficientemente erecto deita-se e abre as pernas e diz: vem! Olho para a pentelheira negra e farta e ponho-me em cima dela apoiado nas mãos e olhando para baixo. Ela agarra-me o caralho com as duas mãos. Com uma aperta-me os tomates e com a outra direcciona-o para a sua pachacha. Enfio-me por ela adentro e desta apoio-me nos cotovelos. Começo a bombar e ela vai chiando muito profissionalmente.

Continuei bombando e o meu pensamento foi devaneando por outras paragens enquanto o meu corpo fodia mecanicamente. Ela começou a achar que já era tempo demais e começou a estimular-me empurando-me para baixo com os seus dedos nas minhas nádegas e enroscando as pernas nas minhas. Comecei então a aproximar-me do orgasmo, sentindo o calor invadir-me pelo corpo acima até o cérebro se enevoar na explosão dos sentidos. Bombeei até perder a erecção. Ela então empurra-me para o lado e começa a vestir-se depois de ter passado um pano pela pachacha. Eu vesti-me rápidamente e fui a pé para o lar.

Cheguei lá fui directo para o chuveiro. Naquele tempo em que ainda não se falava de sida mas apenas de esquentamento, fodia-se sem camisa. Pelo sim pelo não fui-me lavar e mijar porque tinha lido em qualquer lado que era uma precaução que todos os homens deveriam ter depois de irem às prostitutas. A minha prostituta não foi especialmente bela, não foi num dia especialmente confortável com todo aquele frio, não foi uma foda memorável, mas foi a minha primeira foda com uma prostituta.

Como eu costumo dizer, há sempre uma primeira vez para tudo.

Depois dela fodi muitas prostitutas, algumas das quais tive especialmente prazer outras nem tanto.

15 de Setembro de 2008

No Monte Alentejano


Tenho 33 anos, solteiro, alto, com 1,88, 90Kg e corpo musculado pois jogo rugby. Na minha vida profissional sou consultor informático e o ambiente na empresa é muito informal e damo-nos todos muito bem. Existem inclusive diversos grupinhos que saem juntos e fazem programas em conjunto, e como é obvio eu faço parte de um desses grupos.

Nestes grupos, entram, naturalmente, os respectivos cônjuges ou namorados de cada um. A história que conto envolve a mulher de um colega meu. Desde que se começaram a dar estes jantares e saídas a Filipa, mulher do meu colega passava o tempo todo a insinuar-se, tocava-me, roçava-se e fazia todos os possíveis para estar comigo a sós. Eu, apesar de gostar da atenção e de ela ser muito interessante, 1,75, 63 kg, pernas longas e um par de mamas a pedir para ser chupado, sempre tinha fugido porque não queria arranjar confusões no trabalho e porque ela, diga-se a verdade, era muito chata. Era tão gira como era chata. Mas um homem não é de ferro e o inevitável acabou mesmo por acontecer.

Num fim de semana grande de 4 dias o grupo foi todo, umas 12 pessoas, passar o fim de semana para um monte alentejano. Muita diversão, muitos copos, muita conversa. Mal tínhamos acabado de chegar e estávamos a retirar as bagagens do carro a Filipa aproxima-se de mim, dá-me uma palmada no rabo e diz “é este fim de semana que me comes ou és maricas?”, olhei para trás bem nos olhos dela e respondi “sou homem para te foder como nunca foste fodida”, e afastei-me com as malas. Mais tarde encontrei-a na cozinha a arrumar as coisas e encostando-me a ela sussurrei-lhe ao ouvido “Este fim de semana vou comer esse cu e dar-te muito leite” e dando-lhe uma palmada no cu afastei-me sem a deixar responder.

Se ela queria ser fodida então eu ia tratar disso. A seguir ao almoço, o pessoal foi andar de bicicleta e eu que estava lesionado fiquei em casa a tomar conta das coisas. Ainda não tinham passado 10 minutos e apareceu a Filipa, que desculpando-se com uma indisposição tinha voltado para trás. Eu estava deitado numa espreguiçadeira e chamei-a para ao pé de mim, já com o pau de fora, duro e a brilhar. Anda mama, ordenei e ela ajoelhou-se e começou a mamar com gosto. “não querias ser comida? Pois agora não te queixes.” “Não precisas de ser mal criado”. “cala-te!” ordenei. “Fazes como quero ou então vais foder com o corno do teu marido” e empurrei-lhe a cabeça para baixo fazendo o caralho entrar-lhe na garganta o que lhe provocou uma sensação de vómito e a fez recuar, o que não deixei. “continua a mamar, disse que te ia dar leite e vais beber tudo o que te der este fds” e comecei a vir-me em jactos espessos que entravam directo na garganta e que ela a custo engoliu.

“Porco, cabrão, nunca engoli esporra e tu fazes-me isto”. “Não pediste para eu te comer? Não te portaste como uma putinha? Então vais ser tratada como uma”. Estava toda corada de raiva, mas também de excitação, puxei-a para mim, dei-lhe um beijo e passei a mão na cona, que estava já bem molhadinha. Deitei-a na espreguiçadeira e dei-lhe um banho de língua nas mamas e no corpo todo que a fizeram derreter-se toda, mas sempre sem lhe chupar a cona. Eu já estava mais que pronto para a foder e pondo-lhe as pernas nos meus ombros entrei de um movimento só provocando-lhe um grito de dor e de prazer, “filho da puta, tas a magoar-me”, “já passa” e continuei a bombar com tudo o que podia, indo o mais fundo que podia e com toda a força que podia e não demorou muito já ela gritava de prazer “fode-me cabrão, fode-me. Ai que me venho, ai. Isso, dá com força” e eu dava. “então minha puta, o corno fode-te assim? Faz-te vir assim?” e senti que ela se estava a vir, revirou os olhos, deu um grito e começou toda a tremer, tremia tanto que até tive medo. Saí de dentro dela deixei-a recuperar e quando ela disse que estava bem mandei-a pôr-se de quatro, “agora vou partir essa peida putinha”, “Não por favor, nunca fiz anal”, “não?

Nunca deste o cu ao corninho?, logo vais dar para ele sentir o que é bom” e dito isto cuspi-lhe no cu e aproveitando os sucos dela besuntei tudo bem e comecei a enfiar. Ela gritava , tentava fugir, mas segurei-a bem pelas ancas e aproveitando os movimentos dela enfiei a cabeça, fui-lhe fazendo festinhas no rabo e nas costas para ela se acalmar e habituar ao pau no cu. Passado uns 2, 3 minutos sentindo-a relaxar fui enfiando tudo até ao fim. Que cu apertado, que maravilha. Ela nesta altura já misturava gritinhos de dor com gemidos de prazer e para melhorar as sensações dela comecei a brincar com o grelinho e em pouco tempo ela já só gemia de prazer até se vir novamente. Eu também estava quase a vir-me, tirei do cu, tirei o preservativo e ordenei para pôr na boca que me queria vir, “não, isso não, é nojento”, “cala-te e bebe o que tenho para ti” e despacha-te porque eles devem estar a chegar e meti-lho novamente na boca e comecei a vir-me.

Novamente bebeu tudo, com uma cara de nojo mas bebeu. Nisto começamos a ouvir vozes era o resto do pessoal que chegava. Eu vesti-me e continuei na espreguiçadeira enquanto ela correu para o quarto. Na hora de jantar apareceu de braço dado com o marido a andar meia esquisita. O Pessoal perguntou o que ela tinha e ela respondia que era hemorróidas mas eu sabia bem o que era e ri-me para dentro. Jantamos, jogamos as cartas bebemos e numa altura em que ela foi à casa de banho eu também fui, entrei atrás dela e fechei a porta sem lhe dar hipótese de dizer nada. “Quero-te minha putinha”, “Tu és doido, sai daqui alguém pode aparecer”, estão todos na conversa e há outras casas de banho” e despi os calções mostrando o caralho pronto para a acção, “anda, tu também queres” e queria porque estava já toda excitada quando eu lhe baixei as calças e sentando-me na sanita fi-la sentar-se em cima de mim.

Ficamos assim com ela a cavalgar-me durante um bocado os dois a gemer-mos baixinho, eu com as maminhas dela na boca até que ela atinge o orgasmos mordendo-me a camisa para não gritar, quando acabou eu pedi-lhe para me acabar e ela percebeu e começou a mamar-me. Estava a começar a vir-me quando batem à porta “Tas bem Filipa?” Era uma das colegas que tinha vindo à procura dela a pedido do marido. Com o susto ela tirou o pau da boca e respondeu que sim que estava mesmo a sair, mas o meu orgasmo já não tinha volta e enquanto ela respondia eu vinha-me sujando-lhe a cara, o cabelo a e roupa. Eu estava cheio de vontade de rir, ela aflita a lavar-se o melhor que podia e a dizer à amiga que saia já.

Eu escondi-me dentro da banheira a fazer um bocadinho de tempo e a Filipa saiu levando a amiga com ela. Assim que ouvi os passos a afastarem-se saí e corri para o pé do resto do pessoal, mas no caminho estava a amiga que tinha ido chamar a Filipa, a olhar para mim e a rir-se “Quando for possível quero o mesmo. Não te esqueças disto”, Respondi “quando quiseres” e segui o meu caminho Ainda voltei a comer a Filipa mais duas vezes ...

14 de Setembro de 2008

O amigo Policia ( Gay )


A alguns dias atrás, num domingo, recebi uma chamada de um amigo que polícia e namora com uma amiga nossa de faculdade. Ele estava meio triste, disse que precisava de falar, pois tinha tido uma discussão com a namorada e como ela era muito minha amiga ele queria que eu o ajudasse a reconciliarem-se. Eles namoravam há quase um ano, e de vez em quando chateavam-se e acabava por sobrar para mim pois tinha de falar com a Carolina. Confesso que sempre achei o Vasco muito giro, moreno claro, 30 anos, 1.87m, com um corpo de deixar as mulheres malucas. Eu sou um rapaz super discreto, não dou nas vistas, tenho 25 anos, também sou um rapaz bonito, e nunca tentei nada com ele, pois sempre respeitei a Carolina. Naquele dia estava em casa sozinho à espera do Vasco e passados uns 20 minutos o ele chegou. Estava visivelmente tonto, e disse-me que tinha bebido a tarde toda, que estava triste por causa da discussão deles. Começamos a falar para ver se eu o animava e ao mesmo tempo assistíamos a um jogo que passava na TV.

Ofereci-lhe uma cerveja e ele aceitou, conversa vai, conversa vem e o Vasco havia ficado mais alegre. Quando acabou o jogo, mudei de canal, e estava a passar um anuncio daqueles chats por telefone, e começámos a falar sobre o assunto. Ele disse que não acreditava que pudesse ser possível conhecer mulheres bonitas pelo chat, quando eu lhe respondi que não sabia se isso era possível pelo telefone mas que eu sempre conheci miúdas giras pela Internet. Ele ficou curioso, e chamei-o para irmos ver as fotos das miudas que conhecia pela net, ele ficou muito interessado e perguntou-me se podíamos entrar nalguma sala para ele ver no que dava. O Vasco não tinha Internet em casa e as poucas vezes que acedia era no trabalho quando tinha tempo. Entrámos numa sala dum site que costumo frequentar e logo algumas miúdas começaram a teclar com ele. Depois começaram a pedir foto, mas ele dizia que não tinha, e como tenho máquina digital, ele pediu-me se tiraria uma foto para que ele pudesse mandar para elas.

Eu disse-lhe que o fazia sem problema, e tirei algumas fotos, e sugeri que tirasse também algumas mostrando o corpo. Ele ficou meio receoso, mas disse que alinhava, e foi logo tirando a camisa. No início ele ficou meio com vergonha, mas depois foi ficando mais à vontade. Já tínhamos tirado fotos dele de cara, depois sem camisa, e sugeri que tirasse algumas de boxers, mas sem mostrar a cara. Como estávamos sozinhos em casa e os meus voltavam tarde pois tinham ido visitar uns amigos, convenci-o a ficar só de boxers na sala onde poderia tirar umas fotos bem porreiras. Já que ele se mostrou tão interessado, ao menos fazíamos uma coisa como deve de ser. Fiquei a observar aquele Deus Grego com aquele corpo definido e bem tratado como seria de esperar de um polícia. Não tardou em começar a imaginar o tamanho do pau por baixo daqueles boxers pretos que ele vestia. Nesse momento comecei a dar uma de fotógrafo, e pedia para ele fazer pose, e ia clicando e ele cada vez mais à vontade. Notava-se que se sentia excitado porque no fundo estava a dar uma de sensual mesmo que fosse somente para a máquina. A coisa foi aquecendo, e a dado momento pedí-lhe que fizesse de conta que estava a tirar os boxers ao qual ele atendeu prontamente, e quando me dei conta, ele já estava totalmente nú. Acabei por começar a brincar com ele, perguntando se ele ia mostrar aquele pau murcho às miúdas que o iriam gozar. Ele então perguntou-me se tinha alguma revista pornográfica que logo eu iria ver o tamanho do pau que ele tinha. Dei-lha, e para meu espanto, ele ia vendo a revista e o pau ia ficando cada vez maior ao mesmo tempo que ele o ia massajando.

Comecei a fotografar de perto, de todos os ângulos até que se deitou no sofá. Só sei que num determinado momento, ele pegou na minha mão e colocou-a no seu pau, puxou-me e colocou-me a boca até o engolir todo. Não sei se me sentia a rebentar de tanta excitação com o que se estava a passar se me sentia louco por estar a trair a Carolina, mas sinceramente, no momento não deu para pensar muito nisso. No início recusei, mas acabei por ceder. Na realidade não fazia a minima ideia do que lhe estava a passar pela cabeça mas o quer que fosse, era bom. Ele agarrou-me pelo cabelo e movia-me a cabeça à medida do prazer que estava a sentir. Entretanto, atirou-me para o sofá, arrancou-me a camisa e os calções que vestia deixando-me só com os slips enquanto roçava o pau entre asminhas coxas. Eu não sabia o que fazer, ele estava a dominar-me sem que eu tivesse feito grande coisa. Mordia a nuca, beijava-me as costas, apertava-me o abdómen e aquilo estava a deixar-me louco. Ele então, com toda a sua força física, pegou nas minhas mãos, colocou para trás, segurou com força, e com a outra mão puxou os meus slips para baixo. A seguir, cuspiu no meu rabo e começou a penetrar-me. Antes que conseguisse penetrar-me, fui a correr ao quarto buscar um preservativo o qual lhe coloquei com a boca. Segurava-me firme enquanto me penetrava, seus 19cm entravam de uma forma tão excitante, que eu já nem sabia se queria que ele parasse ou não. Ele fodia-me muito bem.

Pos-me de quatro, lubrificou mais um pouco, e enfiava sem dó, sentia-lhe os tomates a bater-me no rabo, e isso excitava-me ainda mais que ele estar dentro de mim. Ele dizia que nunca tinha comido um cú, nem de homem nem de mulher mas que estava adorar comer-me todo. Ficou uns 10 minutos até se esporrar todo para o meu peito. Eu não acreditava que aquele homem, hetero (ou não!), lindo, bem dotado e namorado da minha melhor amiga tinha feito aquilo. Fomos tomar um banho, e durante o duche ele chupou-me todo, o que o deixou surpreendentemente cheio de tesão a ponto de me quer comer outra vez. Depois disso ele foi-se embora, mas antes deu-me um carinhoso beijo na boca como se fossemos namorados. Ele acabou por se reconciliar com a minha amiga. Mas o importante, é que sempre que eles se chateiam, ele acaba por vir falar comigo, e acaba sempre por acontecer uma foda como a nossa primeira. Tomara que eles se chateiem muito.

13 de Setembro de 2008

Magia do Sexo


Victor era meu colega e meu vizinho.
Passávamos muito tempo juntos e eu ia muito para o quarto dele num sótão enorme e só para ele. Os pais estavam divorciados há muito tempo e vivia apenas com a mãe. Eu gostava muito da mãe dele porque a achava muito nova para a idade, muito simpática, para além de achar que era uma mulher muito gira.

Quando ele ia passar os fins-de-semana com o pai, na segunda-feira tínhamos trabalho extra da escola, porque ele trazia da casa do pai revistas da Plaboy e fotonovelas eróticas, documentação importantíssima para a nossa formação sexual que tentávamos pôr em prática, com pouco êxito, na escola com as nossas namoradas.

Um dia estávamos excitados demais e, enquanto víamos as revistas, masturbávamo-nos em simultâneo, um para a sanita e outro para o bidé, de tal forma ausentes da realidade, que só nos apercebemo-nos que a mãe dele estava a chamar por ele quando ela chegou à porta da casa de banho.

Ela viu e percebeu tudo, não havia forma de nos escondermos. Obviamente que ouvimos um raspanete, sentados a um canto, eu totalmente em silêncio, enquanto ele ia respondendo às perguntas da mãe.

No sábado seguinte ela encontrou-me na rua, ralhou porque eu não tinha aparecido durante a semana e disse-me que precisava que eu fosse lá a casa com ela. Nem me passou pela cabeça contrariá-la.

Sentei-me no sofá ao lado dela e falou sobre o sucedido, de uma forma maternal e preocupada com as nossas fantasias. Ela tinha avisado o ex marido para falar com o filho, mas estava preocupada comigo porque sabia que o meu pai estava em África.

Depois de um inquérito exaustivo sobre as nossas brincadeiras com as raparigas na escola, ela decidiu que teria de assumir o papel do meu pai neste assunto e esclarecer-me uma série de dúvidas e confusões na minha cabeça.

Foi difícil vencer-me a minha timidez e vergonha para conseguir deixar de ser um monólogo e passar a ser uma conversa a dois. Mais para a frente, eu já estava a conversar com a maior naturalidade possível e os meus olhos libertavam a alegria de a ter a falar comigo, sem rodeios, de assuntos que sempre tinham sido tabu. No final já me ria com ela dos meus disparates e do meu calão.

Ela deixou de ser a mãe do Victor e passou a ser a Isaura, embora mais velha do que eu, 34 para os meus 15 anos, teria pouco mais de 1,50m de altura, era elegante, loura, olhos azuis, carinha de boneca, muito “moderna” no vestir, sempre de saia curta e roupa justa. Eu já era um homem, não era por acaso que era eu sempre o delegado de turma e andava sempre com raparigas a disputarem-me. Eu era muito mais alto que os outros, já tinha barba, pêlos nas pernas e no peito e fazia desporto, o que me tornava muito diferente dos meus colegas que ainda eram umas crianças.

O único problema que eu sentia era que o Victor era o meu melhor amigo, confidentes um do outro, e não sentia coragem para lhe contar as minhas fantasias com a mãe dele. Ele até tinha contado em pormenor a conversa do pai, mas a mãe tinha-me pedido para eu não dizer nada a ele sobre as nossas conversas. Sentia-me dividido entre o grande amigo e um desejo sexual descontrolado por mil e uma fantasias que o dominavam o meu corpo, que ultrapassavam em muito o beijo ora roubado ora forçado com língua, o apalpão da mão atrevida por dentro das roupas, o roçar de corpos à entrada das aulas e os castigos dos jogos da Verdade e Consequência lá na escola ou com as raparigas da minha rua.

No sábado seguinte já tinha a marcação para uma nova conversa com ela mas, desta vez, cheguei muito cedo e com muita ansiedade e excitação. A pobre da Isaura desta vez foi assaltada por uma lista infindável de questões, alguma em que teve dificuldade em me dar uma resposta suficientemente clara, pelo que defendia-se com o facto de ser mulher e de ter uma opinião diferente dos homens, e eu deveria fazer depois essas questões ao meu pai.

Creio, hoje, que ela se foi apercebendo do meu olhar sofregamente desejoso dela e, em vez de recuar foi brincando com a situação provocando-me de tal forma que dei por mim excitado de uma forma que nunca me tinha sentido e receei ter um orgasmo ali sentado ao lado dela. Como não conseguia estar quieto, ela percebeu o meu estado físico, para além de se notar o volume nas calças, dado que eu tinha uma tesão que me fazia doer, como nunca tinha sentido.

Até que surge o primeiro milagre da minha vida, ela levantou-se do sofá, dá-me a mão e puxa por mim, disse-me que o melhor era ajudar-me a livrar-me daquela aflição, levando-me para a casa de banho. Eu estava em pânico sem saber o que fazer, só o meu corpo respondia automaticamente às ordens dela. Abriu as minhas calças, tirou-o para fora, elogiou-o dizendo que já era maior do que o do ex marido, e bastou uma curta masturbação manual para me fazer vir ao ponto de ter gemido suficientemente alto para ela me mandar calar.

Lavou-o e limpou-o mas não conseguiu arrumá-lo porque eu continuava excitado o suficiente para reclamar mais atenção, eu nem estava ali, limitava-me a pairar no meu êxtase. Só acordei no momento que percebo que ela sentou-se na sanita, beijava-o delicadamente, lambia-o desde das bolas à cabeça, fiquei aflito quando senti que me queria vir novamente e não tinha sítio para o fazer, não consegui parar de me vir quando sinto que estava todo dentro da boca dela a ser sugado, e fiquei surpreendido ao verificar que ela tinha engolido tudo.

Nova sessão de lavagem e limpeza, mas ele teimava em não descer, apenas o toque da pequena mão dela era o suficiente para me excitar. Voltei a entrar em pânico quando ela me agarrou na cara e me disse que não era só eu que tinha necessidades, mandou-me sentar na sanita, levantou a saia, despiu as cuecas, abriu as pernas e enfiou-me todo de repente e cavalgou em mim, de uma forma louca que eu nunca tinha sentido. Perdi a noção do tempo, entrei em perfeito delírio, êxtase, luxúria. Creio que foi ela que me disse, mais tarde, que eu tinha tido mais seis orgasmos até ela atingir o dela. Só nesse dia percebi que as mulheres também tinham orgasmo.

Mas vamos lá embora, já era muito tarde, e já andavam à minha procura. No dia seguinte voltei para conversarmos sobre a importância do esconder este segredo de toda a gente, sem qualquer excepção, não podíamos correr riscos porque se alguém descobrisse o que tínhamos feito podíamos ser presos, o Victor ficaria sem mãe e os meus pais sem filho.

Felizmente não fomos presos, e ainda bem, porque eu ainda tinha muito para aprender e uma professora empenhada em me ensinar mais segredos da magia do sexo.


12 de Setembro de 2008

Aventura no Autocarro


Sou um jovem de 18 anos, que em dezembro do ano passado perdeu a sua virgindade.
Sempre fui um jovem que se interesou por mulheres mais velhas, mas , por pena minha, não foi com uma mais velha que perdi a virgindade.Mas vou falar de uma experiencia que tive, com essa mesma namorada,num autocarro. Eu todos os dias fazia o percurso na margem sul, e ainda é um percurso de 1 hora,nessa hora passava-se por muitas paragens,e no inicio de este ano lectivo, numa delas entrava a neuza, sinceramente, não era daquelas raparigas esbeltas, mas era boa pessoa…

Fomos trocando uns olhares, ate que a conheci, e começamos a andar,foi com ela que perdi a virgindade. Um dia, quando iamos pra casa, eu já ia no autocarro,no ultimo lugar, entra ela…senti que ela já vinha quente hoje, e já n tavamos juntos a algum tempo.Ja tinhamos tido algumas aventuras no autocarro, umas mãos perdidas mas nada mais… Naquele dia, depois de muitos beijos,ela mete a sua dentro das minhas calças, e eu já com o amiguinho a surgir,e ela diz-me: “Ainda falta muito para a minha paragem, e já tava com saudades tuas, relaxa…” ela começa a desapertar-me o cinto e as calças e e põe o meu pau a apanhar ar,abaixa-se um pouco e meteu todo na boca.Aquele quente da boca dela, tanta tesao me dava, a lingua dela a tocar na minha cabeçinha excitava-me completamente.Nao me preocupei com o que havia ao redor, porque, secalhar por sorte, havia pouca gente no autocarro nesse dia, por isso ninguem se apercebia de nada.A nossa posição,eu meio encostado ao vidro,meio á cadeira,ela de joelhos a satisfazer-me.

Eu não me conseguia segurar,aquele broche estava a deixar-me completamente fora de mim. As mãos delas tambem a ajudar, a mexer-me nos colhões e a ajudar ao broche, foi expectacular…Durou poucos minutos, mas adorei a experiencia. Ao vir-me, a minha esporra disparou para a cara dela, ficou toda suja, mas tambem adorou, passou com os dedos pela esporra que ficara pela cara e mete-os na boca. Foi para mim, uma sensação incrivel, nunca me tinha ocorrido tal coisa. No final daquilo tudo, ela limpou-se e saio na sua paragem habitual, com um beijo longo, ainda tinha vestigios da minha esporra na sua boca. Passado uns dias,retribui-lhe o prazer, em minha casa…

Férias diferentes


Tenho 34 anos e sou divorciada há 8.
Desde um ano antes da separação do meu marido, até há um mês, sexo foi coisa que nunca mais aconteceu.
Sou uma mulher normal, de corpo bem feito, elegante tenho 65 Kg com umas maminhas bem feitas e que até tive alguns pretendentes durante este tempo, mas nunca aconteceu porque saí bastante traumatizada da relação com o meu ex-marido e nunca nenhum deles me despertou o interesse suficiente.
É natural que com o decorrer do tempo, fui pensando cada vez mais em sexo e as saudades foram apertando. Comecei até a masturbar-me e acariciar-me para satisfazer os meus desejos. Mas, para quem estava habituada a ter um homem, não há nada que o substitua. Assim, comecei a olhar com mais atenção para os que me rodeavam e às vezes, com alguns deles só medava vontade de lhes meter as mãos entre as pernas. Na primeira quinzena de Agosto fui de férias para Espanha, para La Manga del Mar Menor, com uma amiga minha, que também é divorciada e um pouco mais velha do que eu (tem 37 anos). Fomos de carro e como já saímos tarde, dormimos em Granada. Tivemos que dormir no mesmo quarto porque já era tarde e o hotel que encontramos ao pé da estrada era pequeno e só tinha um quarto disponível. Jantamos, tomamos uma bebida no bar, fomos tecendo alguns comentários àcerca dos homens que por ali estavam e cada uma de nós foi dizendo o que gostaríamos de fazer com cada um deles, se eles assim o quisessem. Naturalmente que não se passou dos nosos devaneios mentais e acabamos por subir para o quarto para nos deitarmos. É claro que vinhamos as duas excitadíssimas e mais que desejosas que dentro do quarto estivessem dois homens à nossa espera. è claro que isso não aconteceu e ao entrarmos a minha amiga comentou que estavamos com azar com o hotel porque não nos tinham deixado nenhuma prenda no quarto. Eu concordeu com ela e comecei a despir-me para vestir uma camisa de dormir e me deitar. Reparei que a minha amiga olhava para mim com um ar sorridente e perguntei-lhe porque estava a sorrir. Ela aproximou-se lentamente de mim e disse-me baixinho a ouvido que não precisavamos de nenhum homem porque estavamos ali as duas. Eu, que nunca tinha passado por uma experiência dessas, fiquei siderada e sem saber o que fazer, mas antes que eu esboçasse alguma resposta, já a minha amiga me apalpava as mamas e me lambia os lábios. A principio pareceu-me estranho. Depois comeceu a gostar e a ficar excitada. Aí, despimo-nos as duas rapidamente e saltamos para cima da minha cama. Ela tomo de imediato uma posição mais activa (até parecia que não era a primeira vez que o fazia). Saltou para cima de mim e começou a lamber-me a cona e a apalpar-me as mamas. Chupou-me e mordiscou-me o grelinho, enfiou-me a língua pela cona dentro e quando eu já estava super excitada e a vir-me, mudou para a minha boca e começou a beijar-me e a meter a lingua dela dentro da minha boca. Simultaneamente, com a mão direita acariciava-me a cona e metia os dedos por ela dentro. A outra mão, a esquerda, umas vezes apalpava-me o cu, outras as mamas. Foi aí que eu resolvi passar ao ataque. Comecei a esfregar as minhas mamas nas dela. Beijei-lhe as mamas, suguei-lhe e mordisquei-lhe os mamilos e fui-lhe lambendo a barriga até chegar às coxas e finalmente à cona. Fiz-lhe a mesma coisa que ela me tinha feito a mim (suguei-lhe e mordisquei-lhe o grelinho, lambi-lhe a cona e enfiei-lhe a lingua pela cona dentro), mas com uma intensidade tal, que mesmo depois dela se vir ainda continuei a lamber-lhe a cona. Nunca tinha imaginado como era bom sentir aquele sabor salgado na minha boca... A seguir, pûs-me de joelhos, com ela entre as minhas pernas e esfreguei a minha cona por ela acima, passando pelas mamas e metendo-lha na boca, para que ela voltasse a lambê-la e a chupá-le. Ela, ao mesmo tempo que o fazia, apalpava-me as mamas e eu com a mimha mão acariciava-lhe a cona e enfiava-lhe os dedos por acima. A seguir, foi a vez dela vir para cima de mim e invertermos as posições. Já cansadas, deitamo-nos em cima da cama, agarradas uma à outra e adormecemos. Na manhã seguinte eu fui a primeira a acordar. As mamas dela estavam mesmo junto à minha boca e não resisti a chupá-las. Ela acordou e começou a acaricar-me a cona lentamente. Ela virou-se na cama, ficou por cima de mim e começamos a fazer um minete uma à outra. Foi delicioso. Ele veio-se antes de mim, mas não me largou a cona até eu me vir. A seguir levantamo-nos, tomamos juntas um banho de imersão, vestimos uma roupinha leve e fomos tomar o pequeno almoço. Fizemos o check out e partimos para o nosso destino. Nos 15 dias em que lá estivemos introduzimos umas variantes com um vibrador e um caralho que compramos numa sex shop em Alicante e que nos fizeram reviver a falta de um homem. Foi aí que tudo se começou a complicar. Dormiamos em quartos separados, mas há noite íamos empre para o quarto de uma das duas, para fazer amor. Ao fim da 1ª semana, houve um dia em que aminha amiga me disse que fosse subindo para o quarto que ela já ia ter comigo. Subi e passado pouco tempo ela bateu à porta. Abri a porta e qual não foi o meu espanto quando reparei que ela vinha acompanhada por um indivíduo alemão, que também estava hospedado no hotel e que tomava o pequeno-almoço à mesma hora que nós. Fiquei estupefacta mas ela começou logo por ir entrando com ele e disse-me aquela noite que iamos ter companhia. O desgraçado só falava alemão e ela que já o andava a catrapiscar há dois ou três dias, descobriu-o no bar do hotel. Insinuou-se descaradamente e é claro que ele nem sequer hesitou. Só que quando eles entraram eu ainda tive o discernimento para lhe dizer que não tinhamos preservativos e isto quando ela já tinha o alemão meio dspido. Aí, ela, expedita como sempre disse-me que não fazia mal que só tinhamos de ter o cuidado de não o deixer ir à cona, mas que podiamos fazer-lhe broche e dar-lhe o cu e rindo dizia que ele também não iria aguentar com as duas. Como não havia nada a fazer, porque o alemão, entretanto já estava despida, a minha amiga quase e já o alemão começava a baixar-me o vestido, achei que o melhor seria seguir mesmo o conselho dela. Expliquei por gestos que não tinhamos preservativos e que portanto ele não nos podia ir à cona e antes que ele tivesse alguma intenção, agarrei-me ao caralho dele e comecei a chupá-lo, só o largando quando ele se veio. É claro que encheu-me a boca toda de esporra, o pescoçoe as mamas. Fui-me lavar e quando voltei estava ele a foder a minha amiga. Fiquei posseça. Obriguei-o a sair de cima dela, ralhei com ela e puxei-o para cima de mim para me vir ao cú. Não passou muito tempo que eu não estivesse já arrenpendida. O meu ex-marido ía-me as vezes ao cú, mas fazia-o com jeitinho e não me magoava. O alemão não tinha jeito nenhum para aquilo. Magoo-me de tal forma que andei com o cú a arder durante dois ou três dias. A seguir a minha amiga bem tentou fazer-lhe um broche mas ele já estava sem tesão e nem se veio. Pusemos o alemão a andar, preguei um raspanete à minha amiga por ela o estar a deixar fode-la. Nos dias seguintes, o alemão sempre que nos encontrava à hora do pequeno-almoço tentava sempre meter conversa, mas nós com a desculpa de que não sabiamos alemão nunca mais lhe demos troco. Voltamos de férias e acabou-se o romance com a minha amiga porque eu vinha com um desejo tal de levar na cona que acabei, logo na primeira semana de trabalho por ceder (de bom grado, mas fazendo-me um pouco difícil) às insinuações dum colega meu de trabalho. Temos feito sexo. Deliro com as mãos dele a apalparem-me as mamas. Gosto do caralho dele que é bem melhor que o do alemão. Aguenta-se muito mais tempo teso o que permite dar umas fodas fantásticas (sentir aquele caralhão todo dentro da minha cona, é um delírio), passar para o broche e terminar a ir-me ao cú. De vez em quando também sai uma espanholada, com a esporra a escorrer-me pelas mamas abaixo.
O problema é que o tonto agora acha que está apaixonado por mim.

11 de Setembro de 2008

Mais um Trabalho !


Tinha mais um projecto entre mãos, de uma senhora, já na casa dos 45 anos, que quria montar um SPA.
O seu marido é também empresário, passa muito tempo fora, e Maria (chamemos-lhe assim), queria ter alguma ocupação.

Maria, tinha como já disse 45 anos, não sendo uma beleza de mulher, é muito simpática, cabelo e olhos castanhos, cerca de 1.60m e aí uns 60/65kg. Um peito ajeitadinho, foi retocado com recurso ao silicone, e um cuzinho arrebitadinho.

Faltavam 2 dias para a inauguração, estava tudo, quase pronto, e embora a minha parte do projecto fosse a financeira, o porjecto foi uma especie de chave-na-mão, em que ela apenas decidiu sobre como queria.

Como era normal, Maria telefonou-me a pedir se passava por lá pois, queria acertar os ultimos promenores relativos à inauguração.
Lá fui ter ao local onde ela estava à minha espera.

Entrei, fomos ver como tudo estava, e no final fomos até ao escritório para acertar mais alguns promenores.

Como as coisas estavam todas encaminhadas, Maria, acabou por levar a conversa um pouco para o campo pessoal.
Lá se foi queixando que o marido, estava estava sempre ausente, e que ainda não sabia se ele ia estar na inauguração porque estava fora do país.
A conversa foi desenrolando, e eu a dizer k era complicado e que sabia o que era não ter tempo prar o lazer, pois andava ocm muito trabalho, o que levou a que ela se oferecesse pra me fazer uma massagem.

Depois de hesitar, pois não queria dar trabalho, ela levantou-se veio por tràs de mim e começou a massajar-me os ombros, pelo que já não tinha como recusar.

Disse-me para me por à vontade, para tirar o casaco e a camisa, pois ia ser o primeiro e receber cuidados do SPA. Deitou-em numa marquesa e começou a massajar-me as costas.
embora fosse massajando as costas, ia descendo sempre mais um pouco e começava a, naõ massajar, mas claramente e apalpar-em o rabo. Continuei sem reação. Em seguida pediu que me virasse, ao que lhe fiz a vontade. Foi começando pelo tronco, e tal como anteriormente, foi aos poucos descendo mais.. até que me toca no pau... ela já começava a dar sinais, quando lhe toca foi automático e ela cresceu, ficando ainda mais teso. Apercebendo-se disso, olhou para mim sorriu e disse. "Podes estar descançado, naõ faço nada que não queiras..."
E em seguida deu-me um beijo... a minha primeira reação foi perguntar. " é mesmo isso que quer? Afinal é casada!"
"Casada eu? Quase só no papel, chego a passar meses sem sexo, mas se não queres...", eu respondo " Que por mim pode estar à vontade e que só a quero ver satisfeita.

Em seguida começa a beijar-me e vai acariciando o meu corpo. Pega no meu pau, começa a lambe-lo e vai massajando... pergunta-me:
"Estás a gostar?". eu: "se estou..." Acaba de me tirar as calças eu já estava todo nu o meu pau já estava teso e ela: "Belo pau! Acho que vou gostar muito de o ter dentro de mim!" Mais uma vez eu respondo: "Se é isso que quer os desejos são ordens."
Ela continua e confesso que só por aquele inicio já prometia, era seguramente uma das melhores mamadas, ia chudando o meu pau, lambendo e acariciando. Eu digo-lhe: "PAra quem diz fazer pouco sexo está uma maravilha... mas estou quase a vir-me! É melhor trocarmos um pouco..." ao que ela cedeu.
Comecei por despi-la lentamente, enquanto ia beijando o seu corpo, nas mamas dmorei-me mais um pouco, depois continuei a descer, a rata já ia sendo preparada com caricias dos meus dedos, que entre caricias lá ia metendo o dedo e ela ia soltando pequenos gemidos.

terminada a descida, cheguei aulea cona, que já estava bem humida e cheia de tesão. Embora tivesse alguns pelos, embora cuidados ( o que não me agrada muito) depois da mamada que me tinha feito só tinha mesmo de retribuir... passei a lingua opr aquela e estava a saber-me muito bem...continuava a trabalhar com os dedos que iam entrando lenta e levemente naquela rata ja molhada. Maria ia gemendo, via-se que estava a gostar. perguntei-lhe: " há quanto tempo não fazias isto?" Respondeu-me: "Não sei be , já lá vai algum tempo, talvez 3 meses pelo menos." eu, repsondo: " o teu marido sabe o que anda a perder? Está a ser uma das melhores fodas que já dei..." mais uma vez sou surpreendido com a resposta (não por duvidar das minhas capacidades, mas era estranho que com a sua idade respondesse o que respondeu) " PAra mim está também a ser uma das melhores, o meu marido, não faz, nem gosta de ndad disto, e as unicas 2 vezes que o fiz, teve de ser como agora, traindo-o..."
Depois de lhe ter lambido be maquela rata, disse-lhe para passarmos a fase seguinte, pedi-lhe o preservativo, Maria pegou nele e foi ela quem me pos... até niss conseguiu deixar-me ainda mais maluco... tudo o que queria era comer aquela rata.
Disse-me para me sentar numa cadeira. Sentei-me e ela sentou-se em cima de mim, de frente para mim segurando no meu pau, apontou-o à sua rata e enfiou-o... logo com uma penetração profunda ao que os 2 não resistimos a soltar um gemido alto. Começou a cavalgar em cima de mim, ia rolando enquanto eu me entretinha com as suas mamas... ia acariciando e beijando-as, a espaços ia também dando beijos na boca, mas como aquilo era mais desejom estes eram muito poucos.
Maria ia alterando, ora com penetrações mais profundas e vigorosas, ora com movimentos mais lentos em que quase só a ponta da cabeça entrava naquela rata. "Estás a deixar-em louco... continua assim..." ela: "Gostas? então espera que ainda está no inicio... ainda pode ser muito melhor!" Eu: "Começo a ficar no ponto... se continaus assim voou vir-me não tarda.", ela: "podes vir-te... esta ainda é a primeira do dia, vias puder vir-te mais vezes..." Eu respondo:"por mim tudo bem se é isso que queres, mas agora quero trocar." ela: "Vamos então a isso!", levantamo-nos os 2, Maria apoia-se n encosto do sofá, coloca uma perna sobre o seu assento e pede-me: "come a minha rata assim por trás." Com as pernas abertas, deixando por isso a sua rata totlamente aberta pra mim limitei-me a fazer o que me pediu. Pr enquanto a comia por tràs, enquanto isso ia apalpando os seu corpo, inde as mãos fugiam mais para as mamas e o cu. Enfiei um dedo no cu e ela: "Podes meter o dedo à vontade até gosto assim, mas não mais do que isso. Se for mais vai doer e não quero." Eu: " se é asim que queres é assim que tens!" Continuo a comê-la por trás e vou metendo um dedo naquele cu... sem duvida era uma das melhores fodas que dava.
Ela diz-me: "eu esotu quase a vir-me e tu como estás?" eu:"estou como tu... já não me aguento muito mais..." ela: "então vamos terminar de outra maneira... senta-te novamente." Sento-me e ela senta-se por cima de mim desta vez de costas para mim, aponta mais uma vez o meu pau à sua rata e enfio dentro dela. desta vez não há carinhos para ninguem... começa a cavalgar em cima de mim, com movimentos fortes e vigorosos, em pouco tempo venho e ela também...

Depois de terminar-mos, sento-me no sofá e ela senta-se no meu colo. Ficamos ali uns minuto sem que alguem dissesse alguma coisa. Quando alguém voltou a falar, foi Maria, que me pergunta: "tens palnos para esta noite" - "Não respondo eu." - "E moras sozinho" - "sim moro sozinho" - "Que me dizes a ajntarmos os 2 e a comermos a sobremesa em tua casa?" Eu só tinha uma reposta possivel... "Depois disto é o minimo que posso fazer por ti..." - "Minimo? Eu é que já não o fazia há muito tempo, por isso também foi um "favor que me fizeste..."

O resto da noite foi o que podem imaginar.

Se quiserem contactar-me

angel_devil_web@hotmail.com

10 de Setembro de 2008

Fim de Semana na Serra


Vou relatar o que aconteceu no fim de semana de 10 de Novembro de 2007.

Nesse fim de semana, e um bocado à última da hora resolvi aceitar o convite do meu irmão e ir com o grupo dele passar o fim de semana à serra da Estrela. Conheço a maior parte dos amigos dele, pois como temos apenas 2 anos de diferença sempre fomos muito próximos.

O grupo, contando comigo eram 18 pessoas e incluía os respectivos pares, com excepção de mim e de outro homem que também estava divorciado. Na sexta feira às 18H arrancamos de Lisboa em direcção ao fundão, chegamos lá, fizemos o check in no hotel Alambique de ouro e jantamos mesmo lá no restaurante, que por sinal até é bastante bom. Já devia passar da meia noite quando acabamos de jantar e passamos para o bar do hotel para conversar e beber. Aproveitei o jantar para pôr a conversa em dia com aqueles que conhecia melhor e para conhecer os outros. Como disse era quase tudo casais, na casa dos 33, 34 anos, eu era o mais velho com 36, e a pessoa mais nova era a Rita, recente namorada de um dos amigos do meu irmão, e que tinha 24 anos. A Rita chamou-me logo a atenção, não só por ser uma cara nova, mas por ser muito bonita, 1,62, uns 55 kg, cabelo castanho ondulado pelos ombros, olhos verde azeitona, muito bem feita, e acima de tudo muito provocante. A miúda sabia que era boa e ainda acentuava mais vestindo roupa muito justa e muito apertada que salientava todas as curvas.

Escusado será dizer que passei o jantar e a noite toda a comê-la com os olhos. Se ela reparou nisso não disse nada. Bem, a noite foi longa, bem regada e já nos deitamos tarde, mas no sábado tivemos que acordar cedo para o pequeno almoço e para ir ao nosso passeio. Andamos a manhã toda e metade da tarde na rua e por volta das 17H regressamos ao hotel. Como o encontro para o jantar estava marcado para as 20H na recepção, cada um ocupou o tempo como quis, uns foram jogar snoker, outros foram jogar às cartas, outros foram passear para o fundão e outros foram para o quarto. Eu, que já conhecia o hotel e sabia que tinha uma piscina interior aquecida tinha ido prevenido e fui dar umas braçadas e fazer uma sauna e um banho turco.

A piscina estava vazia com excepção de um casal e durante um quarto de hora essim se manteve, até que, para minha surpresa apareceu a Rita e a Márcia para tomar banho. Que visão. Aquele corpo branquinho, de biquini vermelho deixou-me logo com tesão. Elas entraram na piscina e andamos um bocado a nadar e depois, naturalmente começamos a conversar e a brinca na piscina. A água quente e aquele monumento ao meu lado não deixavam a tesão baixar e começava a ficar envergonhado porque dava para notar o volume nos calções. Aproveitei uma altura em que fiquei com menos tesão para sair da piscina e ir para o jacuzzy, no que fui seguido pelas duas. Mais brincadeira, mais conversa, que começava a fugir para o mal e eu novamente de tenda montada. Nisto a Márcia pede-me qualquer coisa, que me obrigou a mexer e a aproximar-me dela e ao fazer isto tive que passar por cima da Rita e o pau roçou ao de leve pelos seus braços. Fiquei cheio de vergonha, pedi desculpa mas ela riu-se e disse que não havia problema. Dali passamos os três para a sauna e eu sempre a tentar disfarçar o volume, mas sem o conseguir plenamente e elas percebendo começaram a meter-se comigo que devia ser da fome e coisas assim. Era claramente brincadeira mas reparei que a Rita estava um bocado mais séria e ia olhando cada vez mais para os meus calções. Deitados na sauna, a Márcia no degrau mais alto, a Rita no meio e eu sentado no degrau mais baixo com as mãos muito perto do rabo da Rita e com uma visão fabulosa daquele monte e da sua ratinha. Conversávamos descontraidamente mas eu não conseguia tirar os olhos, quando fui surpreendido pelo súbito virar de cara para mim e com um sorriso que não deixou margem para duvidas ela abriu ligeiramente as pernas deixando-me ver uma mancha molhada. A sacana estava excitada com os meus olhares e com o volume dos calções. Mexi-me no meu lugar, arranjando uma posição mais confortável e correndo um risco deixei a mão escapar para o meio das pernas dela. Como a única reacção que houve foi abrir um pouco mais as pernas estiquei um dedo e toquei-lhe na cona, continuando a não haver reacção comecei a massajar e a afastar o biquini tocando-lhe directamente. Isto sempre a falarmos os 3 e aproveitando que a Márcia não conseguia ver o que se estava a passar, e quase sem darmos por isso tinha um dedo enfiado até meio naquela gruta, que por esta altura vertia rios.

Mas por muito bom que isto fosse tivemos que acabar a sauna e eu disse que ainda ia fazer um banho turco antes de ir tomar banho, a Márcia como não gostava disse que ficava pelo jacuzzi e a Rita disse que me fazia companhia. Entramos os dois e claro, assim que a porta fechou agarramo-nos num beijo. Despacha-te, não podemos estar aqui mais que 10m, disse ela e puxou-me os calções para baixo e de uma vez abocanhou-o todo até ao fim e começou a mamar que nem uma possuída, “pára Rita, assim venho-me”, então vem-te porque não podemos fazer mais nada mesmo, não temos preservativo” e como contra factos não há argumentos eu vim-me, muito, a maior parte na boca que ela engoliu mas sujando-lhe ainda o cabelo e o biquini, que ela limpou como pode e antes de sairmos disse-me “logo quero-te dentro de mim”.

Saímos, e fomos os 3 para o nossos quartos. Eu nem queria acreditar, mas tinha que arranjar forma de a comer.

Fomos jantar e depois do jantar voltamos para o hotel e para o bar. Já havia grandes bebedeiras e o namorado da Rita estava perdido, tendo esta que o ir pôr ao quarto já quase inconsciente, tarefa que eu me prontifiquei a ajudar, juntamente com o meu irmão. Deitamo-lo na cama e quando íamos a sair ela disse-me ao ouvido “volta dentro de 10m”. Desci, fiz um bocado de sala e disse que me ia deitar e deixando o pessoal subi, mas em vez de ir para o meu quarto fui para o quarto dela. Bati devagarinho e ela abriu-me a porta, só de cuecas e sutien, “entra”, “tu és doida? E ele?” “Ele agora dorme até amanhã sem acordar, cala-te e fode-me” e sem demoras começou novamente a mamar-me. “Agora é minha vez Rita” e levando-a para a casa de banho sentei-a na sanita, abri-lhe as pernas e mergulhei de língua naquela racha que brilhava de tanta tesão, lambi, chupei e mordi até me apetecer, ela rebolava e gemia e eu já não aguentava de tanto tesão, “agora já chega de brincadeira, agora quero cona”, “tas à espera de quê” e abrindo as pernas e inclinando-se para trás abriu caminho. Não hesitei e com uma estocada enterrei tudo, fui tão bruto que até a mim me magoou e ela não conteve um grito, tão alto, que o namorado começou a resmungar, mas que não nos impediu de continuar. Fodiamos com vontade, com estocadas fortes e profundas e em pouco tempo viemo-nos os dois. Apesar de ser a segunda vez que me vinha naquele dia continuava com o pau em pé “temos que aproveitar isso” e eu “pois temos” trocamos de posições, eu sentei-me na sanita e ela sentou-se no meu colo enterrando-o todo.

Agora as coisas iam com mais calma, a fome estava saciada. Enquanto ela me montava eu aproveitei para dedicar atenção aquelas mamas, chupando-as e brincando com elas, mordendo levemente os mamilos, que maminhas tão boas. Igualmente ia apertando aquele cuzinho, um cuzinho tão redondinho, tão branquinho. “quero-te por trás” e ela saindo de cima de mim encostou-se ao lavatório e empinando abriu caminho para o meu pau. Não hesitei e comecei a bombar, enquanto lhe apertava as mamas e lhe esfregava o grelo deixando-a louca, estávamos quase a vir-nos e eu resolvo pôr-lhe um dedo no cu quando ela diz “aí não, hoje não da próxima vez” e voltamos a foder, estávamos a vir-nos quando batem à porta, era a a Márcia e o marido, “tas acordada Rita? Tá tudo bem com o Paulo?” Eu não queria acreditar eu com o caralho todo enterrado naquela cona à beira de me vir e aparece aquela interrupção. A Rita olhando para mim fez-me sinal para estar calado e respondeu que estava tudo bem, que o Paulo estava a Dormir e ela estava no WC e desejando boa noite a Márcia seguiu para o seu quarto e desatando a rir em silencio viemo-nos mais uma vez.

Vesti-me e ajeitei-me e sempre a rir despedimo-nos não sem antes lhe dizer que queria comer aquele rabinho ao que ela respondeu que sim, qualquer dia

9 de Setembro de 2008

Foi uma noite louca


Num sábado frio de Janeiro, pelas 23 horas, vi-te partir ao encontro do inesperado marcado pouco tempo antes pelo telefonema do teu telemóvel.
Ias na expectativa daquilo que ias encontrar, e eu ficava em casa, à janela da nossa sala, na expectativa o que esse encontro me ia trazer.
Enquanto foste, pensei no que iria acontecer, algum tempo depois, nessa noite em cima de um colchão, no chão da nossa sala.
Pensei, que não aguentava de ansiedade pelo teu telefonema, a dizer que atravessavas naquele momento a passagem de nível, pensei que não aguentava eu quando visse aquele estranho, que não era suficiente forte para te ajudar a realizar a tua fantasia, pensei que não sentir nada, mas enganei-me de todo.
Naquele momento o telefone tocou e eu a tremer, nervosa e na expectativa, atendi, eras tu na passagem de nível, era o nosso sinal secreto.
Levantei-me e peguei nas chaves e lá fui para a garagem, abria e aguardei-te, num momento lá chegavas no carro com aquele estranho.
Subiste para casa com o estranho, até este momento eu não sabia o seu nome, entrei em casa e olhei pelo canto do olho para a sala e lá estava ele sentado no sofá, enorme, como uma estátua, tremi de medo e de excitação, de não saber como proceder. Acalmaste-me dizendo que estava tudo bem. Pois a minha preocupação era que estivesse armado e que nos fizesse mal a ambos.
Lavei as mãos entrei na sala apresentaste-me ao Já…., é esse o seu nome, falamos um pouco e tu disseste para ele ir tomar banho, foi, e tu continuaste a acalmar-me, não sei qual dos dois estava mais nervoso, se tu ou se eu.
O Já…. tomou banho, enfiou o teu roupão e veio para a sala, era enorme. Depois fui eu lavar-me e vestir aquela camisa de dormir que já tínhamos escolhido em conjunto.
Quando cheguei à sala estavas sentado com ele à minha espera, para descontrair bebemos um copo de água, como se água descontraísse alguém. Tu também estavas de roupão.
Começamos a fazer a cama no chão, eu estava cada vez mais nervosa. Quando tudo ficou pronto, deste-me a mão e puxaste-me para ti e começaste-me a beijar, daquela maneira que tu beijas e que eu gosto, mas por detrás de mim estava o Já…. E eu sinto nas minhas costas uma cobra grossa a crescer e sem parar de se mexer. Que grande coisa ele tem, pensei eu, mas estava demasiado nervosa, e o coitado do Já…. Também acho que estava tão nervoso como eu. Tu deliravas de entusiasmo e de expectativa pelo o que iria acontecer, sempre dando-me apoio, e carícias. Senti a tua mão e a dele na minha ratinha, do teu toque gostei, do dele senti algo estranho, dizias para eu lhe tocar, mas não conseguia, era mais forte do que eu. Não sabia como ia serem seguida. Deite-me naquela cama improvisada, e tremi. De um momento para o outro tu beijavas-me a boca ele a ratinha. Não consegui sentir prazer, ainda não tinha visto nem tocado no Já…. Continuava a beijar-me a ratinha. Por fim terminou, passa-me com aquela enorme cabeça pela minha paxacha, estremeci. Pegaste na câmara e começas-te a filmar. Ele continuou a passar aquele enorme cara… pela minha ratinha uma série de vezes e tu insistia para que lhe tocasse, quando o fiz assustei-me era grande e grossa, fiquei na expectativa.
Pôs o preservativo, que já tinha ido buscar e começou a querer entrar dentro de mim. Tu ajudaste. Ele, ele por fim conseguiu, pois ainda não estava bem teso. Senti uma dor forte, talvez por que não estava descontraída levantei as pernas e ele meteu-o mais, todo e tu filmavas. Gozavas, na tua cara via o gozo que te estava dar, ao veres-me possuída por aquela coisa enorme. De um momento para o outro relaxei e comecei a gostar, talvez porque tu estavas também a gostar, mudou de posição, mas também perdeu um pouco a erecção, e tu ajudaste-o a meter aquela cabeça dentro de mim outra vez, acariciei-te, beijaste-me e aí sim comecei a gozar. A tua cara era de desejo, por mim, não sei, mas tens de me dizer.
Filmaste pela frente e por detrás, estavas a gozar que nem um perdido atingi o orgasmo num momento qualquer. Não sei como mas gozei, e muito, nada que se pareça, com o que sinto quando fazemos amor, porque aí entrego-me de corpo e alma é diferente, sinto amor, naquele momento com ele foi sexo, puro e simples, mas nunca o tinha feito assim, sem sentimento. Foi animalesco penso eu. Disseste-lhe para tirar o preservativo e ele tirou e gozou em cima de mim, aquele liquido quente, pensei que vomitava outra vez, mas não. Limpei-me, limpaste-me e fizeste amor comigo com ele a assistir, sem muita excitação, por alguém estar a assistir, foi estranho, mas gozei outra vez, foi muito louco.
Arranjámo-nos e fomos levá-lo, quando voltamos, vimos e revimos o filme a excitação era grande. Deitámo-nos e fizemos amor, como foi bom estavas meigo carinhoso e ternurento.
Foi uma noite louca, que vamos repetir, com outro foi o que ficou assente.

8 de Setembro de 2008

Almoço Delicioso!!!


Olá este é o meu primeiro conto, de muitos assim o espero. É uma situação que aconteceu comigo há um ano atrás. Antes de mais deixem-me apresentar. Tenho 35 anos, 1,85, olhos azuis e casado. Não sou um modelo mas sou suficientemente interessante. Como disse sou casado, mas sempre tive os meus casos e na altura estava a ter um caso com uma mulher que trabalhava no mesmo edifício que eu.

Sou comercial na área do imobiliário e por acaso até estava responsável por aquele edifício de escritórios. Eram cerca das 11h e estava a preparar uns relatórios quando recebo uma mensagem no telemóvel. Era a C a perguntar-me se à hora do almoço podíamos fazer um piquenique dentro de casa. Percebi o que ela queria e respondi que sim. Combinei às 13H num escritório que tinha vagado recentemente e que eu sabia ter alcatifa e uma secretária e uma cadeira que o anterior inquilino tinha deixado. Faltavam 2 horas e eu já estava excitado, porque já sabia que o almoço ia ser muito interessante. A C era uma mulher de 36 anos, casada, e muito, muito tarada. Tinha 1,55, cabelo curto claro, uma cara sempre sorridente e um par de mamas delicioso. Sem serem grandes eram muito apetitosas.

Á hora combinada lá estava e 2 minutos depois aparece ela com dois sacos do Mcdonalds. Beijamo-nos e passamos para uma sala onde almoçamos. No fim de termos comido e quando só restavam os gelados começou a brincadeira. Começamos a beijar-nos sofregamente, as mãos a explorarem o corpo um do outro quando ela me diz para me sentar na cadeira. Primeiro despiu-me e quando estava sentado na cadeira, já bem excitado ela puxa um cachecol de dentro da mala e diz que me vai amarrar as mãos atrás da Cadeira. Disse logo que sim. Isto fez com que o meu caralho ficasse ainda mais duro de antecipação pelo que aí vinha. Uma vez amarrado ela despiu-se, ficando só de cuequinhas e foi buscar um dos copos de gelado e começou a pôr pequenos pedaços no meu peito que lambia sofregamente.

Pôs-me gelado nos mamilos e comeu enquanto me dava dentadinhas que me deixavam louco. Foi fazendo isto em todo o tronco até chegar lá abaixo. Primeiro lambeu a cabecinha, desceu pelo membro todo, voltou a subir e por fim meteu-o todo na boca. Quase que não me aguentava de tão entesoado que estava. Mas ela ainda não tinha acabado e começou a põr gelado na cabecinha. O frio do gelado retraiu-me um bocadinho mas logo a seguir ela enfiou tudo na boca e a sensação do frio com o calor da boca dela era uma sensação indescritível. Só me apetecia era agarrá-la e fodê-la com toda a força, mas estava amarrado e sabia que hoje ia ser como ela queria, e já que não podia fazer nada só tinha era que gozar o máximo. Ela continuava a fazer-me um broche fabuloso, ora com gelado ora sem gelado eu estava muito próximo de me vir e ela sabia e resolveu conceder-me esse favor, mas com requintes de malvadez.

Chegou-me para a ponta da cadeira, expondo o meu cú e começou a passar gelado bem no buraquinho. Depois de ter muito gelado lambeu enquanto me punhetava. Vim-me como um louco e ela sempre sem parar de lamber e de enfiar um dedo no meu cú. Ao contrário do que eu pensava o pau não ficou mole, bem pelo contrário e continuava bem duro e forte. Queria cona, estava doido para foder aquela cona. E disse-lhe, anda cá, anda que eu quero enfiar-to nesse buraquinho. Ela riu-se e disse que nada feito, estava com o período, que ficava para a próxima fingindo que se ia embora. Mas já a conhecia e sabia que ela não conseguia ir embora sem ser penetrada, muito menos depois do que me tinha feito. Se eu já tinha gozado e estava cheio de tesão imagino ela. Pelo que lhe disse, que se não podia comer a cona queria comer o cuzinho mas que tinha que a comer. Ela nem se fez rogada, foi ao bolso do meu casaco e tirou o lubrificante (tínhamos combinado que quando nos encontrássemos eu trazia sempre lubrificante) espalhou uma quantidade apreciável no meu caralho e no cuzinho dela e de costas para mim sentou-se no pau. Devagarinho, deixando entrar um bocadinho de cada vez.

Não era a primeira vez que fazíamos sexo anal, mas naquela posição era e o cuzinho dela assim ficava mais apertado, uma delícia. Em pouco tempo estava todo dentro e ela começou a subir e a descer cada vez mais depressa. Eu sentia o tampão a pressionar a cabeça. Se não me tivesse vindo há pouco tempo não aguentava, com o aperto do cu e o tampão a pressionar estava a ser bom demais. Ela estava doida cavalgava-me cada vez mais depressa enquanto com uma mão esfregava o grelo, até que de repente deu um suspiro e parou muito mole em cima de mim. Tinha acabado de se vir. Eu também estava quase e pedi para não parar que eu queria vir-me e ela recomeçou. Não demorei muito.

Vim-me mais uma vez, agora dentro daquele cuzinho. Fiquei completamente esgotado, sentado na cadeira a transpirar e com as mãos ainda amarradas atrás da cadeira. Ela dessamarrou-me, vestimo-nos e fomo-nos embora.

Até à próxima vez que tivéssemos oportunidade de estar juntos.
Espero que tenham gostado e agradeço comentários para

themanicman@hotmail.com

7 de Setembro de 2008

Uma noite em Lisboa


Olá, começo por me apresentar. Chamo-me Tiago e sou da zona Centro de Portugal. Tenho 27 anos e sou advogado. Quanto ao resto, sou uma pessoa perfeitamente normal que gosta das coisas boas da vida, especialmente de viajar e de mulheres.

Feitas as apresentações, vamos ao meu primeiro relato.
Normalmente vou a Lisboa todas as semanas, umas vezes a trabalho outras para passear e curtir os bons restaurantes e a boa noite da capital.

Foi numas dessas noites que decidi, mais um grupo de amigas e amigos, ir ao BBC. Para aqueles que não conhecem, é um dos bares mais "in's" de Lx. Quando estrámos apercebi-me logo que o ambiente estava maravilhoso, com gente gira e com mulheres muito "simpáticas".

A noite correu tranquilamente até que lá para a 3 da manhã me apercebo que estava uma rapariga na casa dos trinta, belíssima a olhar insistentemente para mim. Meio na duvida decidi começar a aproximar-me dela e a olhá-la descaradamente. Morena de pele e de cabelo, 1,70m, vestida de saia, botas e um top que realçava um majestoso par de mamas. Para quem não me conhece, este é capaz de ser o meu ponto fraco em relação a mulheres.

Os minutos passaram-se e deicidi convidá-la para uma bebida. No bar fomos calmamente apresentando-nos um ao outro. Casada, sem filhos, empregada de um banco estava ali num jantar da empresa e, percebi imediatamente, já estava algo tocada pelo alcool. Decidi arriscar mais um pouco e passei-lhe a mão na face enquanto lhe disse que a achava linda. Ela imediatamente me repetiu que era casada e para eu parar porque ela nao estava a resistir. Decidi convidá-la para irmos a outro lado porque também eu estava a morrer de tesão. Só me apetecia despir aquela mulher e beijá-la toda. Pediu-me cinco minutos e disse que me encontrava no estacionamento.

Espereia no carro à porta da discoteca e mal entrou deu-me um linguado maravilhoso que imediatamente fez com que o meu pau despertasse. Saímos dali como se não houvesse amanhã. Nos primeiros semáforo da marginal disse-lhe que no meu carro o sinal vermelho (da estrada) era sinal de beijinho e ela imediatamente enfia a lingua na minha boca enquanto eu começava a passar a mão pelas suas pernas.

Levei-a para a casa dos meus amigos que é na Avª 5 de Outubro e mal entrá-mos no elevador começámos a comer-nos deliciosamente. apertava-lhe as tetas ao mesmo tempo que ela se roçava no meu caralho. Entrámos no apartamento e imediatamente caímos no sofá entre beijos e carícias. Quando lhe baixo o top simplesmente fiquei branco, ela tinha um par de mamas divinal, o qual lambi, chupei durante minutos a fio. Tirei as minhas calças e os boxers e aproximei-me dela que imediatamente levou o meu caralho á boca e começou a fazer-me um broshe delicioso. Lambia-me a cabeça e depois enfiava-o todo na boca enquanto, com as mãos, me mexia nas bolas.....uuhhhmhmmmm

Pediu-me que a chupasse, ao que acedi com agrado. Tirei-lhe as botas, a saia e com os dedos cheguei-lhe a cueca para o lado. Á minha frente tinha uma das conas mais perfeitas que vi até hoje. Completamente lizinha e com lábios carnudos. Fiz questão de caprichar e de a levar ao primeiro orgasmo da noite.

Recomposta pediu-me que me sentasse no sofá e de frente para mim foi encaixando o meu caralho naquela cona belíssima para me cavalgar de forma lenta mas bastante excitante enquanto me deliciava com aquelas tetas rijas e empinadas com bicos todos tesos.

Virei-a de costas e apoiei-a no sofá enquando fui enfiando tudo o que tinha naquela cona. Ela tinha um "rebolar" sensual e bem ritmado, parecia uma brasileira só a enfiar a cabeça primeiro e depois tudo até ao fundo.

Avisei-a que estava proximo o momento e ela pura e simplesmente pediu-me para meter o meu pau nas suas mamas e para as fuder até me vir na boca dela......Posso-vos dizer que nunca me vim tanto como naquele dia.

Todos nus fomos á varanda fumar um cigarro e ao fim de 3 ou 4 bafos já eu estava todo teso outra vez. Ela carinhosamente encostou-se para tras e pressionou o meu pau no rabo dela enquanto eu só tinha vontade de me rir. Perguntei-lhe meio a serio, meio a brincar se a podia enrabar e ela respondeu que sim, que adorava ser enrabada por mim.

Fomos para dentro, ligámos o chuveiro e mais uma vez começamos a lamber-nos de cima a baixo. pedi-lhe que se virassse de costas e se abaixasse ao que fui imediatamente correspondido. Meti amaciador no meu caralho e no buraco dela e lentamente comecei a enfiar e a tirar a cabeça do meu pau. Ao fim de fazer esta brincadeira 4 ou 5 vezes ela so me pediu que nao tirasse mais e a fodesse decentemente. Assim fiz enterrei todo o meu caralho fazendo com que ela gemesse brutalmente. Proximo ao gozo perguntei-lhe se me podia vir dentro dela. Dei-lhe uma série de estocadas naquele cu, enquanto lhe apertava as tetas e lhe beijava a boca. Vim-me todo dentro dela que, não contente, decidiu lamber-me o pau todo ate ficar sem uma gota.

No final deitamo-nos os dois agarradinhos no sofá e descansamos até as 6h30 da manha, hora a que ela me pediu que a levasse a casa. Trocámos numeros de telefone e de e-mail e temos conversado algumas vezes. Para breve esta prometida mais uma noite.

Se alguma mulher quiser conhecer-me, este é o meu e-mail

chipmunk27@gmail.com

6 de Setembro de 2008

Traiu-me no Autocarro


Quinta-feira, mais um dia de trabalhoMas com menos horas, pois já tinha acordado tarde, não havia tempo para mais nada se não me despachar. - José, não vai haver mais festas durante a semana, prometi a mim mesmo!!! Tenho 40 anos, e sempre gostei de me reunir com os amigos, casei cedo e acabei por perder certa liberdade, então que o meu escape era os amigos! Casei cedo, com a mulher que para mim é a mais bela do mundo, chama-se Lúcia, uma mulher atraente, que apesar dos seus 36 anos, consegue manter seu corpo como se tivesse 20 anos.
Eu sempre cumpri com a minha obrigação, e nunca lhe faltou nada! O que mais atrai nela, é sem duvida seus cabelos, que apesar de castanhos, fogem para o avermelhado. Nunca, mas nunca tivemos problemas de desconfianças, pois tínhamos muita consideração em nós mesmos para poder trair.Sou o que se chama de homem de sorte. Até um certo dia, que nessa mesma Quinta-feira.Não posso acusar a minha mulher de nada, nem sequer ficar chateado, pois também tenho culpas na história.Mas passo a explicar como tudo aconteceu. Nessa Quinta-feira, depois de acordarmos tarde Eu e minha mulher Lúcia decidimos que não haveria tempo nem para o pequeno-almoço, teríamos que ser rápidos. Os miúdos teriam de ir para a escola sozinhos, e nós despacharmo-nos!!! Mas o mal dos males, foi o carro estar com bateria em baixo.Era apenas o que faltava. Nem tive tempo para pensar em como arranjar, teria que ir trabalhar de autocarro. E assim foi, minha mulher pegou em suas coisas, e rápido se apressou a sair comigo para a paragem do autocarro! A hora de pegar já tinha passado à algum tempo, as ruas começavam a ficar vazias, e os autocarros a passar com mais frequência, e ainda bem. Nem 10 minutos esperamos, entramos logo em um autocarro. Para meu espanto, meus cálculos estavam errados, eram quase 9 horas, e estava cheioCheio o suficiente para termos de ficar de pé, e ainda por cima em más condições! Crianças a berrar, velhos a tossir, sem dúvida um ambiente que não estava a habituadoAinda por cima calor, pois estávamos em Junho!!! Precisava verdadeiramente de algo para me distrair. Reparei em Lúcia, muito calma, com um vestidinho às flores, que iam até seu belo joelho!!! Quanto mais a olhava, mais de perto via suas formas corporais!!! Sempre que se mexia, podia ver seu vestidinho a entrar no rego de seu cú, sempre com fio dental ela.Mas era assim que eu gostava! Apetecia-me mil e uma coisas naquela hora, mas nem uma poderia fazer. Muita gente entrava, muita gente saia, e quase todos eles passavam por entre nós!!! No meio daquela gente, nem parecíamos casados, ou conhecidos sequer, pois toda a gente ia colada uns nos outros. Não tirava a vista do cu de Lúcia, era algo divinal, ver todas aquelas formas. Até que me distraio para uma velhinha passar e quando dou por ela, estava um sujeito coladíssimo a Lúcia, não liguei, na verdade todos íamos apertados. Mas quando vejo sua mão a encostar à cintura dela muito de leve estive quase para ir lá e afasta-lo, mas queria ver quais suas intenções!!! Sua mão sobre a cintura de minha mulher, descendo cada vez mais, até encostar de leve a mão em seu cu. Fiquei passado, mas lembrei que podia não ser de propósito, decidi esperar!!! Mais gente a sair do autocarro, outro tanto a entrar, e quando recupero total da visão do local, vejo ele colado sobre o cu de Lúcia com a sua mão! Estava passando em todo o local, apertando aquele e metendo a mão no rego por cima do vestido!!! Fiquei fodido, minha vontade era ir lá e dar um murro no sujeito! Mas e Lúcia, porque não reagiria?? Foi por isso que decidi esperar! O sujeito finalmente tira a mão de seu cu, mas rápido passa em sua barriga e encosta-se sobre sua nuca, e lhe dá um beijo. Eu não queria acreditar, estaria ele ameaçando-a de morte? Não vi nada que o indicasse, Lúcia continuava normal.Reparo que o sujeito logo se afasta uns centímetros e logo passa a mão em seu pau, que por sinal deveria já estar a latejar de tesão!!! Ele pega na suave e branca mão de Lúcia e leva-a a apalpar o seu pau, que embora por cima das calças tivesse já bem formado! Consegui ver tudo, e Lúcia para meu espanto apalpa mesmo o pau do sujeito, mas rápido tira sua mão!!! Eu já estava a ferver com aquela situação, e ainda fiquei pior quando ele agarra ela pela cintura, e a cola nele. Logo de seguida a beija no pescoço. Eu definitivamente não estava vendo aquilo. Ele com suas mãos na cintura de minha Lúcia, começa a bombar de vagarzinho, mas notava bem o quanto o sujeito estava gostando!!! Eu cada vez me afastava mais, mas sempre vendo tudo o que acontecia!!! Lúcia se segurava ao barão como o fez em toda a sua viagem, mas desta vez tinha mais uma razão!!! Podia ver as formas de seu cu, seu vestido a entrar totalmente em seu cu, e aquele sujeito tirando o máximo partido da situação!!! Até que ele para, e eu pensei que aquilo tivesse acabado, estava pronto para ir pedir explicações!!! Mas logo a seguir vejo que não.Ele a levanta sua saia até à cintura e rápido se cola nela. Vi bem que ele desapertou suas calças e deitou para fora seu pau!!! A partir daqui, Lúcia estava mais tensa, via-se pela expressão, mas tentava sempre manter sua aparência!!! Ele depressa começou a bombar nela, era o previsto naquela altura. Muito devagar e cautelosamente, ele estava-a comendo e desfrutando de minha mulher!!! Por alguma razão eu não consegui me mexer, não tinha reacção! E o pior é que cada vez queria ver mais. Há limites para tudo, e eu pensei que tivesse chegado ao limite, mas enganei-me. O sujeito que parecia decido a bombar até se satisfazer, olhou para trás e fez sinal para mais 2 homens de aproximarem. Um era alto como o que estava dando na Lúcia, o outro era médio, mas todos se colaram em volta dela! Eu não queria acreditar, andaria Lúcia nestas andanças mais do que hoje? Tinha-se esquecido que eu estava ali? Que se passava? Perguntas para as quais não tinha resposta.O sujeito que estava a bombar continuou, e o mais pequeno foi para a sua frente apalpando-a e colando-se em suas mamas!!! Colocando suas mãos na cintura, vai por baixo da saia e tira suas cuecas, descendo por suas penas e beijando-as muito discretamente. Lúcia a levanta seus pés para que as cuecas não fiquem no chão, e rapidamente o sujeito as apanhas!!! O terceiro sujeito já estava passando mão nas pernas de Lúcia, e vendo o que realmente não queria, ele beija-a, e Lúcia corresponde com o beijo!!! O sujeito que está por trás cola-se ainda mais, e noto que estava a gozar dentro da minha mulher!!! Logo rapidamente recompõe-se, e noto só ele a fechar as calças! Rapidamente o segundo e mais alto sujeito de todos os 3 a puxa para sua frente e lhe agarra na cintura de frente, e a levanta-a um pouco!!! Encostado a um lado do autocarro, com Lúcia em suas mãos, os outros dois rapidamente taparam a vista impedindo assim olhares curiosos! Aproximei-me cuidadosamente, e através dos poucos espaços que aqueles 2 estavam a tapar, pode ver minha mulher quase no colo de frente para aquele sujeito, com as pernas ligeiramente abertas, a saia puxada um pouco para cima, Lúcia estava apanhando forte e feio daquele desconhecido. Pode vê-la sem o ar informal ou intelectual, agora sem vista de ninguém Lúcia estava desfrutando à séria. Reparei que com aquele movimento, um seio acabou por sair de seu vestido, sendo logo metido na boca daquele que a comia sem medo!!! O soutien também já tinha desaparecido& Quando dei por ela, até eu estava alterado.Estava gostando!!! Meu pau estava grande e com vontade, podia senti-lo!!! Lúcia largava gemidos abafados e muito baixos, mas na verdade, aquele vai e vem que ela estava tendo prazer, isso garanto eu!!! Demorou apenas mais um estantinho para que Lúcia goza-se.Podia ver na expressão, era minha mulher fazia quase 10 anos, e aquela expressão era dela a gozar!!! Ele pouco tempo faltou, gozou dentro dela, como eu esperava!!! Rapidamente saiu, e se recompôs, Lúcia fez o mesmo, passou a mão em seu cabelo, ajeitou seu vestido, e estava pronta para retomar seu local, quando aparece o terceiro e mais baixo elemento batendo uma, que se vem rápido nas pernas da minha mulher, e limpa o pau em seu vestido!!! Os 3 deram uma risada, apalparam-na, e lhe deram um beijo. Foi a ultima vez que os vi!!! Ela se recompôs limpando suas pernas, ajeitando seu vestido para que não se notasse suas mamas. Não falamos todo o caminho.Mas sempre que olhava para ela, via aquelas pernas molhadas, ela suada, imaginava aquela rata cheia de porra de desconhecido, me dava ainda mais tesão do que o que já tinha.Finalmente, a paragem pretendida, saímos e fizemos o caminho até ao local de trabalho, estava louco com aquilo tudo, não conseguia pensar em outra coisa sem ser imaginar toda aquela cena. Foi quando que segui meus instintos!!! Peguei nela, e a arrastei um pequeno descampado, por atrás de uns arbustos, desapertei minhas calças, encostei-a sobre um muro, e encostei meu pau naquele vestido. Que sensação! Podia sentir aquele cu molhado, passava meu pau naquele rego, até que a levantei seu vestido, e investi com toda a força!!! Nunca tinha fodido assim, ela gemia, apesar de tudo, estava a gostar, era a terceira vez, no máximo a segunda, coisa que ela nunca aguentara. Mas naquele dia estava a gostar!!! Eu tive o melhor, mais satisfatório e rápido orgasmo da minha vida. Ao penetrar aquela rata completamente molhada, usada e abusada!!! Retomamos o caminho.Eu só perguntei o porquê, e ela também. O porque que não a fui tirar daquela situação. Na verdade nem eu sei. Acabamos por em casa prometer que nada assim voltaria a acontecer! Quanto ao resto, o nosso sexo melhorou bastante, até porque ficamos mais cooperativos em festas onde adoro ver minha mulher se exibindo, atraindo todos os homens.
Mas não passa disso.
Ou passa?

5 de Setembro de 2008

Comi a nora do meu colega de trabalho


O que vos vou contar de seguida aconteceu-me há cerca de seis meses no escritório onde trabalho. No escritórios somos poucos, conhecemo-nos bastante bem e às respectivas famílias. Pois bem, um dos meus colegas, já com os seus cinquenta anos tem 1 filha e 2 filhos, ela com 27 anos e os filhos com 25 e 23. Mas aqui o que interessa não são os filhos nem a filha mas sim as namoradas dos filhos. Tanto um como o outro tinham namoradas muito interessantes. A namorada do mais velho é alta, magrinha e com uma cara muito bonita, já a do mais novo, a L tem 1,60, corpo atlético (é professora de ginástica) um rabo todo definido e um peito muito interessante.
Pois bem, os filhos do meu colega e respectivas namoradas passam a vida no escritório, vêm de manhã, ao almoço, à tarde, usam a sala de reuniões para estudar, enfim, às vezes chega a ser abuso, mas as coisas vão andando assim sem ninguém dizer nada. Como não podia deixar de ser conheci-os a todos e cumprimentávamo-nos e fazíamos conversa de circunstância mas sempre sem intimidades ou grandes proximidades. Naquela altura a L estava a trabalhar num ginásio perto do nosso escritório e sempre que tinha um bocado livre vinha ter com o sogro e como tal passou a ser visita ainda mais frequente. As coisas continuaram mais ou menos inalteradas e sem grandes confianças até que um dia, no dia anterior tinha sido feriado e no próximo dia era fim de semana e só estavmos 2 pessoas a trabalhar e o meu colega tinha a manhã toda ocupada com reuniões fora do escritório, por volta das 11h a L apareceu no escritório a perguntar se podia ir para o computador do sogro fazer uns trabalhos (é estudante universitária) e eu disse que sim, afinal não era a primeira vez. Estava vestida com o equipamento do ginásio, calças de licra vermelhas que lhe moldavam o rabo e deixavam ver os contornos da cona e T shirt sem mangas colada ao corpo e cabelo preso num carrapito que lhe deixava o pescoço à mostra.
Passado um bocado veio ter comigo a perguntar se eu lhe podia explicar uma coisa (ela está a tirar um curso de gestão que é a minha área) e acedi, deslocando-me com ela para o computador. Ela sentou-se em frente ao computador e eu atrás da cadeira debrucei-me sobre ela e começamos a analisar o problema. A minha boca estava, consequentemente, muito perto do ouvido dela e o cheiro do perfume misturado com o suor começou a excitar-me e o pau começou a dar sinais e simultaneamente percebi que a minha respiração no seu pescoço e orelha também a estavam a perturbar e malandro comecei a falar ainda mais perto do ouvido e como quem não quer a coisa toquei ao de leve na orelha ao que a reacção foi de aproximar ainda mais a orelha. Fiquei surpreso mas como não sou de desperdiçar uma oportunidade avancei e dando-lhe um beijo no pescoço disse “apetece-me beijá-la” e sem dar oportunidade de reacção colei a minha boca à dela enquanto a minha mão procurava as mamas. Tinha que agir rápido e aproveitar o elemento surpresa porque se lhe desse oportunidade de pensar podia estragar tudo e a verdade é que resultou pois em poucos segundos respondeu ao meu beijo e escorregou ligeiramente na cadeira. Estava conquistado, agora era avançar. Não havia tempo para romantismos era puro desejo e tesão. O beijo intensificou-se, as mãos aceleraram apertando, mexendo, acariciando, em pouco tempo tinha os seios desnudos nas minhas mãos e senti que as mãos dela me abriam as calças. Ajudei na tarefa e baixando as calças e as boxers fiquei com o pau espetado a cm da boca dela, que não se fez rogada e de imediato começou a mamar. Eu por meu lado levei as mãos até à sua cintura e com a ajuda dela despi-lhe as calças e comecei a passar os dedos na sua cona que ficava mais molhada a cada instante.
Estava bom mas eu queria mais e sentei-a na secretária e comecei a lamber-lhe a cona que mesmo com um ligeiro sabor a suor a mijo era deliciosa. Ela agarrou-me nos cabelos e puxou-me para cima e percebendo o que ela queria não hesitei e de um movimento só enterrei tudo. Aí ela não resistiu e soltou um gemido alto pela primeira vez. Fiquei mais doido ainda e comecei a penetrar rapidamente e profundamente enquanto ela traçou as pernas atrás do meu cu facilitando a penetração e ajudando ao movimento. Fodiamos que nem os malucos, o suor começou a escorrer e o ambiente ficou mais quente comecei a senti-la contrair-se, estava a vir-se e eu estava muito perto, ela percebeu e disse-me que não me viesse dentro dela, pelo que tirei e ela descendo da secretária ajoelhou-se e começou a punhetar-me e a chupar-me. Os primeiros jactos foram directos para as mamas e depois enfiou-o na boca e engoliu o resto. Eu estava de pernas bambas e todo suado mas de sorriso na cara e ela também. Vesti-me enquanto ela limpava as mamas com um lenço de papel quando ouvimos barulho na entrada. Eu saí directo para a minha sala que era ao lado enquanto ela puxando o sutien para baixo se sentou na cadeira a olhar para o computador. Por pouco não éramos apanhados pelo meu colega que tinha acabado de entrar.
Foi uma queca de momento, em que mal falamos um com o outro mas que hei-de lembrar sempre. Julgo que ela também, mas desde essa altura mal nos falamos e nunca mais surgiu a hipótese de repetir, mas se surgir eu conto.

Themanicman@hotmail.com

Conto erotico ( Uma bela Queca !!! )


Uma bela queca!!!

Sou uma mulher de 33 anos, casada ardente de amor.
Sempre fui uma mulher dizinibida e sem complexos e preconceitos. O
sexo tem que ser livre.
Desde que leve com ele, tanto faz na boca no cu ou no grelo. Gosto de
sexo louco, à bruta. Em qualquer posição, em qualquer sitio, quanto
mais perigoso melhor.

Um belo dia fomos passar o fim de semana ao Alentejo. Estava uma noite
de verão quente. Quente como as minhas entranhas. Estava desejosa de
levar com ele. Vesti uma camisa de noite de cetim muito curta sem nada
por baixo e fui para a varanda.
O meu marido também veio se refrescar para a varanda e quando se
chegou ao pé de mim comecei a provocá-lo. Sentei-me numa cadeira que
lá havia com as pernas o mais aberta possível E ele veio logo. Mas eu
ia faze-lo sofrer.
Quando ele ia para me agarrar atei-lhe as mãos atrás das costas. E
agora vais-te ajoelhar e vais enterrar a tua língua na minha coninha.
Fazendo festinhas e círculos.
Ele já transpirava. Queria me tocar e não podia. Ali esteve com a
língua a percorrer o meu corpo. Da coninha passava para o Cu. ia
abrindo caminho com aquela língua molhada e áspera.
Depois, descalçou-se e enfiou-me os dedos dos pés do grelho. E vai
fazendo força e força. Quase que enterra o pé todo.
Coitado, já estava com pena dele. Com pena e ardente de desejo, pois
ele só me dizia. Desamarra-me e vais ver o que te acontece. Nem pensei
duas vezes. Soltei-lhe logo as mãos e ele atirou-se logo a mim como
gato a bofe.

Agarrou-me as mamas como uma força, parecia que rebentavam.
Apalpou-me, mordeu-me, beijou-me, chupou-me. Fez-me um minete que me
fez trepar pelas paredes. Com a língua ia chupando o clitóris e ao
mesmo tempo enfiava os dedos no Cu. Se mais esperar tirou para fora o
seu mastro grande e grosso e fodeu-me a boca até derramar aquele
leitinho espesso e quentinho.
Agora engole. E claro, eu obedeci.
De seguida deita-me em cima da mesa da varanda, abriu-me as pernas e
enterrou em mim sem avisar aquele pau duro e teso. Soltei um grito de
dor e de tesão. Aquele vai e vem louco que não parava de me excitar
que continuava com mais e mais força, fez-me vir com muita intensidade.
Aquele leitinho que ele esperava, finalmente jorrou da minha cona e
ele bebeu com toda a satisfação.

Minha puta, diz ele. Agora vou-te foder esse Cu apertadinho. E sem se
fazer anunciar enterrou novamente o pau no meu Cu. AIIIIIIIIIIII!
Como doeu. Mas ele continuava a enterrá-lo cada vez mais fundo até
sentir os colhões bater na cona como um badalo.
E vai, e vai, e vai, e vai, e vai, vou-me virrrrrrrrrr.
E ele veio-se também dentro do meu Cu. Sentia aquela esporra toda a
escorrer pelas pernas.

Cansados e transpirados, preparava-mos para entrar e tomar um banho
quando reparámos que no quarto em frente um homem se masturbava com
aquilo que acabara de ver. E eu como gosto de provocar, baixei-me e
fiz um grande broche ao meu marido enquanto olhava para o vizinho. É
claro que a noite estava a começar. E que noite. O resto fica para
outro conto.

4 de Setembro de 2008

Tortura


Sabes que amo a tua tortura. Pões-me doida, fora de mim.
Chegaste mais cedo, querias fazer-me uma surpresa.
Fui ter contigo tomamos café... torturante não te poder tocar, não te poder beijar...
Já me tinhas posto au point.
Entrei no carro, a tortura continua, não te podia tocar, não te podia beijar, não podia por a mão por dentro das tuas calças, não te podia acariciar.
Chegamos á porta de casa, subi primeiro... estava encharcada, ansiosa por te ter.
Tocaste á campainha, abri a porta e tu entraste. Abracei-te finalmente, beijei-te.
Passaste-me a mão nos seios, beijavas-me o pescoço, as orelhas, a boca, a tua lingua quente percorria-me. Enquanto uma mão me segurava a cabeça enquanto me beijavas, a outra ia descendo. Levantaste-me a saia, puxaste-me as cuecas para o lado, passaste os dedos pela toca encharcada,meteste os dedos lá dentro. O que eu te queria dentro de mim...
Desapertei-te as calças. estavas duro, molhado.
Sabes não lhe resisto, sabes que adoro senti-la na boca dura, quente, babada. E as saudades que eu tinha de a chupar, de a lamber, de a sugar.
Puxei-te para o quarto, para a cama, não aguentava mais a espera, queria sentir-te dentro, queria sentir-te vir.
E tu sabias... sabias que estava doida, que te queria...
E torturavas, brincavas com os dedos enquanto me chupavas e lambias os mamilos, enquanto me beijavas a boca.
Eu estava perto de rebentar, queria-te dentro!
Mas a tortura não parava... e tu brincavas com os dedos, eu só pensava, mete-o, mete-o bem lá dentro, bem fundo.
Não aguentei e disse-to:
Mete-o! Quero-o lá dentro.
E a tortura acabou...
Meteste-o fundo, com força como sabes que gosto.
Não demorei um minuto a vir-me...
Tu sabes o resto...

3 de Setembro de 2008

Fim de Tarde na Praia


Nem queria acreditar...
Estava hoje na praia da Fonte da Telha a gozar os meus últimos cartuchos de férias e aconteceu algo que apesar de já ter feito parte do meu imaginário nunca pensei vir a acontecer da forma tão simples e simpática.

De facto estava deitado na praia e reparei que um casal procurava um espaço para se deitar com o qual troquei uns olhares.

Passado algum tempo, reparei que o homem estava a estimular a mulher e a "mostrar-me" defenitivamente o que estava a fazer... Fiquei com alguma pica e fui até á água arrefecer, acontece que dado o adiantado da hora acabei por ficar por lá muito pouco tempo e quando voltei para a toalha a maior parte das pessoas estavam de saída... coloquei-me mais a jeito de ver aquele espectáculo...

Acontece que o sol desapareceu e começei a preparar-me para sair da praia ainda sem saber saber o que fazer porque a vontade de ir ter com o casal era enorme. Esperei e fui indo para o carro calmamente. Reparei que o casal estava a deslocar-se pela encosta e fui-me aproximando. Quando me cruzei a Maria e o José (nomes falsos) disseram-me um olá e perguntaram-me se costumava ir para aquueles lados... respondi-lhes que de vez em quando e questionam-me se costuma haver por ali muitos casais...

É então que sou convidado a participar numa brincadeira mesmo ali na mata...

Oh meu deus... que grande maluqueira a "Maria" sabia o que queria e nós tentámos não a deixar ficar mal... com muita tesão gozámos os três e deixámos a mata como a tinhamos encontrado...

A noite fez-se rápido e antes de trocarmos telefones ainda tivemos tempo para mais umas brincadeiras no carro...

Que fim de tarde que vocês me proporcionaram...
Obrigada
Maria e José

2 de Setembro de 2008

Por Amor Fiz meu Marido Corno


Amigos leitores, me chamo Letícia, sou uma gata super sensual, tenho 24 anos, cabelos castanhos claros, olhos verdes, corpo bem definido, não sou um miss mas sou bonita. Venho de uma família conservadora onde sexo sempre foi tabu, sou tímida e recatada quando o assunto é este, apesar de na cama ser bem quente. Casada há cinco anos com Paulo, um executivo de 37 anos, carinhoso, romântico, alegre e de bem com a vida, somos muito apaixonados.Desde que nos conhecemos nossa vida sexual sempre foi ótima, transávamos todos os dias. Após nos casarmos percebi que meu marido era mais liberal do que eu imaginava. Numa tarde de sábado, provoquei-o até que entramos no assunto e lhe disse que eu achava que ele gostava de ser corno, após uma breve discussão ele acabou confirmando minhas suspeitas.

Disse que era liberal, que me amava muito, mas que tinha esses desejos diferentes, de me ver na cama com outro, e que nem por isso iria deixar de me amar ou respeitar, muito pelo contrário nossa cumplicidade iria fortalecer nossa relação, ele não achava que isso fosse traição, pois estaria participando, que existiam muitas páginas na Internet, que relatavam casos de casais que tinham essas experiências e eram muito felizes. Fiquei emputecida com ele, ficava pensando no que minha família ou nossos amigos iriam dizer se soubessem. Os dias se passaram e eu imaginava que ele não me amava, ou talvez que fosse gay, ou talvez doente, sei lá mil coisas se passavam pela minha cabeça. Para mim era impossível alguém amar e aceitar uma situação assim. Fui então procurar informação a este respeito, na Internet , em livros, revistas e até um psicólogo procurei. Descobri que nada de anormal existia nisso, que não é falta de caráter, não é doença, muito menos falta de amor, mas uma maneira diferente de encarar a vida e seus prazeres, sempre com muito amor. Mesmo assim eu não concordava, às vezes me sentia frustrada, meio magoada, achado que estava com o homem errado. Paulo gentil, mas insistente, quando transávamos ele tocava no assunto e dizer imaginar ter mais um homem com nós na cama. Com o passar do tempo fui aceitando algumas mudanças e compramos até um vibrador para participar das nossas, brincadeirinhas na cama.

Como sou muito envergonhada disse que não teria coragem de estar com outro na sua frente. Foi quando ele me falou que se eu me sentisse mais à vontade, poderia sair com outro sem ele, mas deveria lhe contar tudo em detalhes, seu grande desejo sexual era viver uma historia assim. O tempo passou e já com o consolo não brincávamos mais eu estava meio confusa. Mas meu maridinho continuava a tocar no assunto depois de dois anos, acabei concordando, mas teríamos que tomar algumas precauções. Teria que ser um homem, bonito, gentil, e de bom nível. Também sairíamos somente uma vez, para realizar a fantasia e para que não tivesse nem outro envolvimento. Meu amorzinho ficou muito feliz com minha decisão. Cobinamos, que iríamos a uma danceteria em Bal.

Camboriú, pois moramos em Itajaí (SC), e se pintasse alguma coisa poderia acontecer. No fundo eu tinha muita vontade, mas não admitia nem para mim mesmo. Marcamos o sábado, e fomos para uma badalada Wsqueria daquela cidade. Eu esta com um vestido preto que deixava as costas nuas, e um decote avantajado, estava com uma calcinha minúscula e de salto alto. O ambiente era ótimo estávamos nos divertindo, quando percebi que no meio daquela escuridão tinha um rapaz (Rojer) alto, forte que estava me observando, falei para o Paulo e ele me incentivou que desse uma volta e deixasse rolar. Fui até o banheiro, quando estava retornando foi abordada por ele que disse: como uma gata tão linda e gostosa esta sozinha, respondi: estou com meu marido, Rojer meio sem jeito falou: ele não se importará de dançar comigo um pouco, não chequei nem a responder e ele me arrastou para a pista de dança. Logo tocaram um forró, ele me agarrou bem juntinho e pude perceber que estava de pau duro e por sinal era enorme, como não houve resistência uma, mas severa começou a beijar levemente meu pescoço, e percebeu que eu fiquei toda arrepiada. Deslizava suas mãos pelas minha costas e às vezes se atrevia passar por meu bumbum.

Olhei e vi que meu maridinho só nos observava de longe. Neste momento Roger me perguntou: Teu marido não tem ciúmes? de a sua gata estar dançando com outro? Respondi: Tem, mas controlado. Roger: Eu adoraria passar uma noite inteira com você, iria te levar as nuvens, queria te beijar inteirinha, te fazer delirar! Neste momento passei levemente a mão sobre sua calça e pude sentir o real tamanho daquele pau, falando que meu marido era bem liberal e que quem sabe poderíamos estar alguns momentos juntos. Convidei-o para irmos até a mesa onde esta o meu já quase corninho. Eu estava muito exitada, nervosa, com vergonha, não sabia direito. Já na mesa após as apresentações, enquanto bebíamos umas cervejas Roger por baixo da mesa passava a mão na minha perna e aos poucos foi subindo até minha bucetinha que já latejava e estava encharcada de tesão. Paulo percebeu minha excitação e foi ao banheiro, demorou um pouco quando voltou me pegou com a vara do Roger em minha mão. Agiu discretamente, me deu um longo beijo e disse:

Vamos para um lugar mais à vontade, convite que aceitei na hora. Chegamos no motel todos calados, nervosos, entramos na suíte, meu marido deixou tudo quase escuro e foi colocar a banheira encher, quando ele voltou eu esta nos braços do nosso amigo (que já estava só de cuecas) em um longo beijo, olhei para o meu marido e disse, não se preocupe ele esta louco para ser corno, vem meu amor veja. Fiquei de joelhos na frente daquele gato lindo, tirei seu pau para fora e quase tive um susto, era maior do que eu pensava tinha 20x06. Comecei a mamar naquela vara como uma cadela no cio dizendo: “Olha meu amorzinho veja o tamanho do pau que vai te fazer corno, é grosso, lindo, cabeçudo, bem como eu gosto, mas de hoje em diante terá que ser bem mansinho vem cá”. Quando ele se aproximou enquanto chupava nosso novo amigo, segurei o pau do meu marido que já estava duro como ferro, para provocá-lo falei: “Isto que é vontade de ser corno, já esta de pau duro”, e comecei a revezar chupando os dois. Eles me colocaram na cama, enquanto Roger enfiava seus dedos em minha bucetinha e lambia meus seios, Paulo meu marido me beijou ardentemente, olhando nos olhos dele perguntei: Tem certeza é isso mesmo que você quer? Acenando com a cabeça num sinal positivo disse:

“Hoje será como você quiser minha putinha gostosa”. Envergonhada como sou naquela hora me transformei. Como uma verdadeira puta, gemia, gritava, pedia pau, ouvindo Roger dizer, “Nossa meu amigo, tua esposa é uma gata gostosa, linda, cheirosa, hoje vou te ensinar como se fode vadia tesuda”, Fiquei de quatro na cama, meu maridinho chupava minha xoxotinha enquanto eu mamava no cassete do nosso convidado. O Pau dele mau cabia em minha boca. Meu corninho entusiasmado olhando dizia: “Mostra pra ele o quanto vc gosta de uma vara dura minha vadia tarada. Já estava toda molhada, fiquei mais melada ainda ouvindo meu marido falando daquele jeito pra mim”, pedia pau Então fiquei de quatro na cama, Roger colocou uma camisinha no seu caralho enorme e veio para trás de mim. Pedi para o meu amorzinho corno: “Você não queria ver então vem meu chifrudo abre minha pereca e pede para o meu comedor meter forte e bem gostoso; “, meu marido veio abriu minha pererequinha e disse “ Vai seu pauzudo, mete nessa buceta, enfia tudo, ela adora abrir as pernas e levar pau, enfia até as bolas, faz ela gozar que nem uma cadela”. Ele encostou a cabeça e começou a forçar a entrada, doía um pouco pelo tamanho do cassete, mas aos poucos foi entrando, até que eu já sentia as bolas batendo em minha buceta. Neste momento eu delírio já havia gozado duas vezes com aquele caralho enorme entrando e saindo da minha bucetinha, já tinha perdido a razão, Roger enfiava tudo enquanto eu chupava meu maridinho, vendo como ele estava feliz disse: “Não era isso que você queria meu corninho, olhe, veja bem eu rebolando neste cassete gostoso”.

Foi só eu dizer isso e ele encheu minha boquinha com seu leite gostoso, em seguida Roger me fez sentar em seu colo, eu sentia aquele macho me penetrando e me agarrando e em seguida nós gozamos. Após um delicioso banho, voltamos para cama e Roger pediu que queria comer meu cuzinho, não deixei e meu corninho concordou, pois eu poucas vezes havia dado o rabinho. Falei para meu maridinho corno, fica agora só olhando. Fizemos um 69 eu e Roger depois ele me fodeu em várias posições, gozei mais três vezes, com meu maridinho olhando. Saímos do motel nos despedimos e nunca mais vimos Roger.

Apesar da vergonha que sinto, me diverti muito, venci barreiras e cada dia que passa eu amo mais o meu corninho, ele está sendo o melhor marido do mundo, estamos pensando em outra oportunidade repetir a dose. Mas agora meu corninho aceitou que tem que ser bem mansinho. Hoje moramos em Florianópolis (SC) e desejo conhecer homens neste perfil para que possa junto comigo convencer meu maridinho a viver outra aventura

1 de Setembro de 2008

A tia que sempre sonhei


Venho por este meio contar o que se passou cmg, foi um sonho realizado. Tenho 26 anos alto e bem constituido, e tenho uma tia de 38 anos magra e muito elegante de nome Angela(nome ficticio). Então a história começou assim:

Durante muitos anos me masturbei pensando nela, imaginei-a de todas as formas, um dia em familia as minhas tias estavam a falar sobre as estrias de cada uma, até que a minha tia Angela dicidiu baixar as calças pra se fazer entender do estava a falar, foi aí que a ví só de cuequinha e ví aquela vagina muito gira e bem cheinha, fiquei louco de tesão, não aguentei e fui á casa de banho bater uma que me soube lindamente, desde então sempre que a via reparava em todos os pormenores do seu corpo, tem uns peitos pequenos mas mt arrebitados e com uns biquinhos bem escurinhos, desde então fazia de tudo para a ver, começei a passar mais vezes em sua casa, ela muitas vezes me dizia que eu estava mt jeitoso, passava a vida a dizer isso, e dizia que as raparigas jovens lá da terra passavam a vida a falar de mim, foi aí que criei coragem e num tom de brincadeira lhe disse que gostava era de maduras, ela sorriu...

Um dia de semana como tenho liberdade no meu trabalho passei em casa dela para me fazer um trabalho numas calças(ela é costureira), mas como o trabalho exigia que tirasse as calças, eu disse-lhe que sendo assim passava lá outro dia com as calças, ela disse: não, tiras as calças que isto é rapido... E assim tirei, mas como a minha mente não pensava noutra coisa, vieram-me todos os pensamentos eróticos com ela à cabeça, foi aí que o meu pau cresceu de uma forma louca, tentei tapar com a camisola, mas não tapava tudo, foi aí que ela por entre a maquina olhou e reparou, e disse: "fogo André, que se passa?." Fiquei vermelho que nem um pimento, e respondi que não se passava nada, ela soltou um sorriso maroto, quando se levantou para passar as calças a ferro rossou o cu no meu pau... eu já não me controlava mais, varias vezes pensei em arriscar, mas podia levar um corte! Foi entao que ela me esticou o braço para me entregar as calças e me olhou fixamente com uma cara sexy, olhei-a tb, e ela perguntou-me mt envergonhada:

Estás a pensar no mesmo que eu? e me olhou para o pau, foi aí que não aguentei e a puxei para mim beijando-a loucamente, minha lingua a devorava, chupei a sua lingua, seus labios enquanto ela me meteu as maos dentro dos boxers e me agarrou o pau, sem a parar de beijar tirei a sua bata de trabalho, ela repetia varias vezes que aquilo não era correcto mas continuava a beijar-me, tirei a sua camisola de alsas e estava sem soutien, chupei aquelas mamas durante alguns minutos... e comecei a tirar-lhe as calças, e disse-lhe que varias vezes tinha sonhado com isto, e que queria lamber-lhe aquela vagina até à ultima gota, a resposta dela foi empurrar a minha cabeça pra baixo em direcção à vagina, foi aí que reparei que ela estava completamente molhada, tirei pro lado a sua linda tanga branca as rendas e lambi a toda, o seu cheiro era agradavel, chupei aqueles labios vaginais, metia a lingua até não poder mais, acabei por lhe tirar a tanga e ela sentada na mesa de pernas abertas continuei a lamber, ela atingiu varios orgasmos, o liquido era tanto mas eu chupava-o todo, o cheiro era tão agradavel que até o cu lhe lambi, e com a minha cara completamente coberta do seu liquido voltei a beija-la na boca, ela estava a adorar e eu também, confessou-me que nunca tinha atingido tantos orgasmos seguidos, então me mandou sentar eu na mesa, foi aí que ela começou a mamar no meu pau, era tão bom, mas tambem lhe queria lamber a cona ao mesmo tempo, foi aí que fizemos um 69, quando ela se vinha baloiçava na minha cara, eu adorei o seu cheiro, ela confessou que deitava creme no cuzinho, ainda mais tesão me deu de lho laber, sentou-se de pernas abertas para mim e pediu-me para a penetrar, mas aqueles labios vaginais estavam tao deliciosos que não resisti e lhe dei mais umas lambidelas até que a penetrei loucamente, aodrava o seus timidos gemidos, colocou-se de 4 e continuei a penetrar, mas estava a vir-me quando ia a tirar ela segurou-me para que me viesse dentro dela, disse-me que estava a tomar a pilula, deitei tudo lá para dentro, qd tirei fora o meu esperma até escorria por a sua vagina em direcção às pernas, parei um bocado, deitei-me em cima da mesa pra nos recompormos, estava no céu, então ela se levanta e começa e mamar no meu pau que estava mole, o meu esperma notava-se nos seus labios, logo o meu pau cresçeu de tanto tesao, adorei aquele esperma na sua boca, começei a meter o dedo no seu cu, perguntei-lhe se ainda era virgem do cu, ela disse que já tentou mas não conseguiu, então pedi pra tentar de novo, ela aceitou, ela de 4 meti o meu pau na sua vagina para molha-lo com o meu esperma, e penetrei lentamente, dei 3 bombadas mas ela não aguentou.

Sentei-me e ela sentou-se sobre mim metento o pau na vagina e começou a baloiçar gostoso, beijou-me, conseguia sentir o sabor do meu esperma, sem problemas pois o tesão era enorme! Ela tornou-se a vir umas quatass vezes eu tb me vim novamente dentro dela, entao que me pediu para fazer-mos de novo o 69, eu aceitei, a sua vagina estava completamente encharcada de meu e seu esperma, reparei que se veio mais umas duas vezes, notava-se os seus liquidos a sair pela vagina, o tesao era tanto que me estava quase a vir, ela reparando disse que queria que eu me viesse na boca dela, foi o que fiz, ela engoliu tudo, sempre sonhei com isso, aí morri de tesao, paramos.... ela disse que foi a maior hora de sexo da vida dela e pra n contar a ninguem... fui embora e acreditem que de tanto tesão voltei lá ao fim da tarde!! Esperei que saisse de lá duas clientes e tornamos a repetir mas mais rapido, pois estava a chegar a hora do meu tio chegar! Concretizei o meu sonho!!

Fiz Anal e engoli


Adoro sexo, mas não sabem que gosto particularmente de duas coisas, Anal e de esperma. Sou doida pelo cheiro, sabor e consistência do esperma, gosto que se venham em cima de mim, mas sobretudo na boca para eu poder engolir. Descobri este gosto quando aos 18 anos o meu namorado me fez engolir a primeira vez e a partir desse dia fiquei viciada. Pouca gente sabe disto, vão sabendo os meus namorados e sabe a Patrícia, minha amiga de infância e que partilha o mesmo gosto que eu.

É isso que vos vou contar, a primeira vez em que provei esperma e fiz anal. Frequentava na altura o 1º ano de enfermagem em Lisboa e namorava há uns meses com o António um colega da faculdade que andava dois anos à frente. Estávamos em época de exames e como tal muito stressados e com pouco tempo um para o outro. As coisas não me estavam a correr bem e disse ao António para não me procurar até ao final dos exames que precisava de me concentrar. Ele não gostou nada da ideia e tivemos uma discussão séria que só foi resolvida quando eu prometi que depois dos testes o compensava fazendo tudo o que ele quisesse. Passaram os exames e no primeiro sábado livre fomos sair, jantar, beber uns copos ouvir música. Passava pouco da meia noite eu já estava muito bem disposta e o António disse que era hora de irmos para casa dele para eu cumprir a promessa.

Assim fizemos e por muito que perguntasse ele nunca me disse. Eu que já andava com fome calculava que ele também estivesse assim. Só de imaginar comecei a ficar molhada. Já na sua residência fomos para o seu quarto onde ele me despiu e me lambeu de alto a baixo fazendo-me vir só com a língua. Depois disse que me queria vendar, que esta noite eu não iria ver nada do que ele ia fazer. Barafustei, mas fui lembrada da promessa e lá acedi, embora relutante. Já vendada senti-o despir-se e aproximar o membro da minha cara. “chupa-me Filipa, como nunca fizeste” e introduziu a cabeça entre os meus lábios. Adorava o seu sabor. O seu membro não era muito grande nem grosso, mas aguentava muitas horas de acção e vinha-se em quantidades obscenas. Mamei com gosto e dedicação e o facto de estar vendada contribuía mais para a minha excitação. Senti-o aproximar-se do orgasmo e como sempre fazia recuei para que se viesse nos meus peitos mas segurando-me na cabeça disse-me baixinho “Não, hoje não, hoje vais provar e beber o que te der, prometeste” e voltando a colocá-lo na minha boca começou a vir-se.

Não estava à espera de tanta esporra e nunca tinha provado mas tinha nojo instintivo pelo que tentei apenas ficar com aquilo na boca para cuspir mais tarde, mas a quantidade era tal e ele nunca tirou o pau de dentro de mim que fui obrigada a começar a engolir para não sufocar. Primeiro deu-me vómitos mas aos poucos fui apreciando o sabor e quando ele deixou de se vir já eu engolia tudo com muito prazer recolhendo o que me tinha caído para o peito e lambendo os dedos. O António nem queria acreditar no que estava a ver e acho que nem chegou a ficar flácido pois ainda não tinha acabado e já ele voltava a aproximar o pau da minha boca para o limpar o que fiz gulosamente. “Querido, é tão bom. Tens que me dar mais. Promete” “dou-te sempre que quiseres amor, ficas tão sexy assim”.

Eu continuava vendada e sentia que as coisas não iriam ficar por ali e como estava certa. Virou-me de costas e colocando-me de quatro começou a lamber-me o olhinho, coisa que ele sabia que eu gostava. No meio dos meus gemidos ouvi-o dizer “agora vais continuar a cumprir a tua promessa. Vou comer esse cu que quero à tanto tempo e lambuzando-me muito com cuspo aproximou a cabeça da entrada e foi pressionando de encontro ao olhinho que a custo foi abrindo para dar passagem. Não sei se pela excitação ou se por ter nascido para dar o cu aquilo não custou tanto como esperava e em poucos segundo estava a pedir para ele enterrar até ao fundo e só parei de pedir quando senti as bolas a baterem-me na cona o que coincidiu quase de imediato com mais um orgasmo dele que me encheu por dentro e me fez gozar com uma nova sensação. Mesmo assim fiquei muito chateada e a mandar vir com ele.

Coitado, para ele também era a primeira vez e não aguentou tanta excitação. Mas, tal como disse ele aguentava muito e sem nunca sair de dentro do meu cu senti-o ficar novamente duro e pedi-lhe para me foder com força e com gosto o que ele fez enterrando-se até aos tomates para logo a seguir sair totalmente de mim e repetir o movimento. Aquilo estava a deixar-me doida e levei a mão ao meio das pernas acariciando-me o que em pouco tempo me fez vir 2 vezes consecutivas deixando-me quase prostrada só tendo força de dizer “dá-me o teu leite dá!” mas não fui a tempo. Mais uma vez veio-se dentro de mim. Juntamente com o seu anterior orgasmo a esporra era tanta que corria do meu cu em cascata pelas pernas abaixo. Apesar de cansada a tesão era maior e comecei a mandar vir com ele que queria mais leite.

Ele tirou-me a venda, olhou para mim com um ar aluado e disse “se queres leite eu arranjo-te. Fica aí e espera. E nem penses em dizer que não.” E saiu do quarto voltando dez minutos depois com dois colegas da residência. “Queres leite Filipa? Então aqui tens. Mama tudo e bebe tudo” Primeiro fiquei parada sem acreditar , mas quando senti um daqueles paus à minha frente tratei de abocanhá-lo e não demorou para se vir. Muito menos que o António e o sabor era diferente. Depois veio o segundo colega e levou o mesmo tratamento terminando comigo a beber tudo. Os rapazes estavam de boca aberta quando o António os mandou embora. Olhei para ele, toda suja de esporra com restos nas mamas, nas bochechas e nos lábios e ele que estava duro que nem rocha fodeu-me a boca com uma violência incrível tal a tesão que tinha e acabou mais uma vez comigo a beber tudo.

Depois estávamos os dois cansados e fomos dormir.

Escusado será dizer que desse dia em diante fiquei fã de leite e de sexo anal, até hoje